2018 promete ser um ano cheio de notícias

E mais um ano chega ao fim. 2018 promete seguir como 2017, com todos correndo atrás da inovação para atrair e manter o cliente. Parece uma coisa simples, mas nos bastidores é um corre corre dando para reduzir custos, simplificar operações, viabilizar produtos que façam a diferença na vida do cliente e assim levar proteção aos indivíduos, famílias, empresas e governos. Para isso, profissionais se reciclam, mudam de empresas e fazem a diferença na vida de todos.

Os posts mais lidos do blog mostram bem o interesse de todos: fazer a diferença na economia cada dia mais digital. Uma pesquisa sobre noticias de seguros veiculadas na mídia revelam mais de 42 mil matérias, em todo o Brasil, nas grandes mídias e nas mídias especializadas. Entre os principais temas, inovação, insurtechs, previdência, saúde, riscos cibernéticos e dados estatísticos sinalizando o crescimento do setor.

Isso revela o investimento das empresas e entidades para aprimorar a comunicação do setor com seus públicos alvos tem sido um sucesso.

Que assim continue em 2018, pois realmente uma boa comunicação é essencial para o sucesso de qualquer propósito!!! Comunicação, plataformas digitais, blockchain, bitcoin…

Bom natal e que 2018 seja repleto de boas notícias

Abaixo os posts mais lidos no blog em 2017

60% dos ataques hackers nas indústrias são por busca de propriedade intelectual, afirma pesquisa da Aon

Fonte: Aon

Com a tecnologia cada vez mais presente no dia a dia das empresas e com o aumento de casos de ataques hackers dos mais variados tipos, a percepção dos empresários de todos os setores para o risco cibernético vem aumentando consideravelmente. Por isso, o risco cibernético já é o 5º maior fator de preocupação, de acordo com a Pesquisa Global de Gerenciamento de Riscos, da consultoria e corretora de seguros Aon.

Na indústria, a exposição ao risco cibernético inclui: roubo de informações estratégicas; vazamento da base de dados de clientes e fornecedores; e até interrupção das atividades. De acordo com o levantamento, 60% dos ataques hackers realizados contra indústrias são por busca de propriedade intelectual.

“Como o setor produtivo industrial investe fortemente em Pesquisa e Desenvolvimento, o risco de espionagem industrial é grande. E a tecnologia facilita a ação dos criminosos”, explica Mauricio Bandeira, gerente de Produtos Financeiros da Aon Brasil.

Outros 34% dos casos de ataques hackers contra indústrias são realizados utilizando um tipo de malware conhecido como crimeware. “Com esses códigos maliciosos, os criminosos obtêm acesso a dados financeiros dos usuários de uma rede de computadores”, explica Mauricio Bandeira.

Os demais casos são por uso indevido dos funcionários de informações da empresa (5%) e ataques por aplicativos de web (1%).

De acordo com o Symantec, o setor industrial é um dos principais alvos de ataques cibernéticos, com probabilidade de que uma em cada três empresas seja vítima desse tipo de ação. Segundo o Kaspersky Lab, 21% das indústrias realmente sofreram perdas de propriedade intelectual em 2016.

Um estudo do Instituto Ponemon aponta que um evento desse tipo em uma indústria com 400 funcionários impacta, em média, 28 mil registros, gerando um custo estimado em US$ 1,7 milhão. “Isso em apenas um caso. A Associação Nacional de Fabricantes, dos Estados Unidos, estima que a concorrência desleal causada por softwares roubados gerou perdas da ordem de US$ 240 bilhões entre os anos de 2002 e 2012. Depois desse período, o risco cibernético continua aumentando”, explica o gerente da Aon.

Apesar de as apólices de seguros atuais possuírem algumas coberturas relacionadas, apenas a apólice de risco cibernético prevê situações específicas de ataques hackers e vazamentos de informações. “O seguro de Responsabilidade Civil, por exemplo, cobre danos pessoais e materiais, mas não perda financeira. O seguro de Erros e Omissões muitas vezes contém exclusões para vazamento de dados. O seguro Patrimonial cobre apenas bens tangíveis, logo, exclui dados. E o seguro contra Crime tem cobertura apenas para ação de funcionários e restrita a valores, títulos e propriedades tangíveis”,
detalha Mauricio Bandeira.

Mudanças nas regras do resseguro tornam o setor mais aberto

O Brasil está cada dia mais próximo de ter um mercado aberto de resseguros. Desde a flexibilização do monopólio de quase 70 anos do IRB Brasil Re, em 2007, há uma grande expectativa de investidores estrangeiros sobre esse tema. Ser um mercado livre é uma condição sine qua non para que o Brasil seja viabilizado como o “hub” de resseguros da América Latina. Nesta semana, mais um passo foi dado nesta direção.

O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) aprovou as mudanças solicitadas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), que atenderam a uma antiga reivindicação dos ressegurados estrangeiros. Acabou com os limites de operação intragrupo nos contratos de resseguro.

Desde 2008, como forma de proteger o IRB Brasil Re, controlado pelo governo e acionistas privados como Bradesco, Itaú e mais recentemente Banco do Brasil, havia um limite de 20% por operação com uma escala de ampliação que atingiria 75% em 2020 para que o resseguro fosse passado para empresas do mesmo grupo, uma vez que as maiores resseguradoras do mundo tem também uma seguradora.

Além disso, o CNSP acabou com a reserva de mercado, que começava em 40% e terminava em 15%. Apenas a preferência de oferta de 40% para os resseguradores locais foi mantida. “Por ser lei, a preferência depende do Congresso Nacional para ser alterada. As outras mudanças são frutos de resoluções da Susep, como a limitação intragrupo e reserva de mercado, que permitem a mudança sem a anuência do Congresso”, comentou Paulo Pereira, presidente da Federação Nacional das Empresas de Resseguro (Fenaber), em entrevista ao blog Sonho Seguro.

As medidas são muito benéficas para o mercado ressegurador e trazem um grande alivio a todos que aqui investiram — mais de 100 resseguradores vieram para o Brasil quando a abertura foi anunciada, na perspectiva de atuarem em um mercado aberto. No entanto, poucos meses depois as regras foram alteradas para proteger o IRB Brasil Re, que rapidamente perdia market share. “Os resseguradores aprovaram as mudanças por dar ao país uma cara de marcado mais aberto. Não é tão aberto pela preferência de 40% dos riscos aos locais, mas essa conquista da Susep em mudar a regulamentação já é muito bem vista por todos”, disse Pereira.

As mudanças foram estudadas pela Susep, por meio do grupo de resseguros instituído pela autarquia neste ano. Com a ajuda da Fenaber, as sugestões de mudanças foram discutidas em dois meses e conduzidas pelo diretor de regulação Carlos Alberto de Paula. Diante deste novo cenário do resseguro, com previsão das novas regras serem divulgadas no Diário Oficial em 2 de janeiro de 2018, a ano começa com especulações sobre a possível venda do controle do IRB Brasil Re.

Depois do IPO, que atraiu grandes investidores globais, e dessas mudanças na regulamentação aprovadas pelo CNSP no dia 19, o próximo passo é que o maior ressegurador do país seja independente, sem a influência política. Porém, falta ainda um detalhe: o governo abrir mão da golden share, que dá direito a União de vetar fusões, cisões e incorporações, bem como definição de políticas de resseguros. O assunto, encaminhado pelo Ministério da Fazenda ao Tribunal de Contas da União (TCU), ainda está sob análise.

Entre as noivas mais citadas para a compra do controle do IRB estão Swiss Re e Berkshire Hathaway, controlada pelo mega investidor Warren Buffett. Feito isso, 2018 deve trazer mudanças para o resseguro do Brasil e, consequentemente, para as seguradoras, que poderão contar com o resseguro para amparar a entrada em novos e desconhecidos mercados.

Que 2018 venha realmente com muitas notícias para movimentar o blog Sonho Seguro.

Pedro Carvalho assume nova superintendência de resseguros da MDS

Com mais de 10 anos de experiência no mercado de resseguros, Pedro Carvalho é o mais novo contratado da MDS Brasil para assumir a recém-criada Superintendência de Resseguros. Com passagens pela Willis Re, Aon Benfield e pelo IRB – Brasil Re, Pedro é formado em Administração de Empresas e pós-graduado em Oil e Gas. Assume o posto dia 20 e tem como desafio gerar oportunidades para a empresa com base em sua expertise e em seu relacionamento no setor.

Entusiasmado, Pedro comentou que traz sua experiência para somar ao atual trabalho da MDS. Espera contribuir para o crescimento da empresa e dar maior visibilidade à marca no mercado. “Fazer parte de um grupo tão forte e representativo como o MDS Group e de uma marca que está entre as maiores do segmento no Brasil me motiva, não apenas pelos negócios que serão gerados, mas também pelo crescimento profissional que me proporcionará”.

Conforme explicou o diretor da MDS, Thiago Tristão, o trabalho da superintendência permitirá ampliar a competitividade da marca, oferecendo ainda mais soluções ao cliente. “Temos a missão de desenvolver e implementar soluções inovadoras de seguro e resseguro para nossos clientes. Esse é mais um passo que damos nessa direção. Acreditamos no enorme potencial de crescimento do mercado de resseguros e nas possibilidades que essa ferramenta proporciona ao cliente final. Temos certeza de que Pedro vai trazer muito valor à empresa”.

ARTIGO: Depois de um ano muito difícil, o mercado está pronto para os desafios de 2018

Muito interessante o artigo publicado pelo Estadão, escrito pelo colunista Antonio Penteado Mendonça. Boa leitura.

O Brasil pode crescer mais de 2% em 2018. Para quem vinha na recessão que nos atingia é número para ser comemorado. Não é para qualquer um, inclusive países ricos, fazer a lição de casa e mudar o rumo da forma como o país fez.

Isso tudo debaixo de uma guerra suja no campo político e com a maior investigação sobre corrupção da história do país correndo solta, com políticos importantes na cadeia ou condenados em primeira instância e alguns dos maiores empresários passando por apertos inimagináveis até poucos anos atrás.

A crise econômica se descolou do cenário político e o Brasil vai caminhando bem, na direção da retomada do crescimento, que deve se consolidar em 2018, com as últimas análises apontando para mais de 2%.

Importante salientar que a retomada está sendo puxada pela indústria e que os investimentos estrangeiros estão em patamares bem mais elevados do que as previsões diziam que aconteceria. É uma soma consistente, que deve catapultar a economia como um todo, dando para o ano que vem um cenário mais amigável do que foi 2017.

Se 2017 foi um ano ruim para praticamente todos os setores, serviu também para se colocar ordem na casa, com o Governo restaurando a confiança no país, através de reformas pesadas, como a reforma trabalhista e outras medidas que já tiveram impacto importante e devem ser reforçadas pela reforma da previdência social.

O Natal de 2017 deve ser bem melhor do que o Natal do ano passado. O comércio está otimista e contrata funcionários temporários para auxiliar nas vendas de fim de ano. Parte deles deve ser efetivada, mostrando a recuperação do consumo das famílias, a grande mola da economia brasileira nos últimos anos.

A indústria automobilística está crescendo bem. A maior parte da produção está sendo exportada, mas já há sinais claros de recuperação das vendas no mercado interno. É aí que começa a participação do setor de seguros nesta história.

Nos últimos anos, a carteira de seguros de veículos perdeu segurados. A crise bateu forte e a redução das vendas de carros novos somada à redução das renovações de seguros de carros usados atingiu várias seguradoras e corretores de seguros.

Esta situação deve começar a mudar. E o bom é que, como o segmento estava deprimido, o crescimento deve dar fôlego para alavancar a retomada dos negócios. Afinal, se 100% de zero é zero, cinco seguros vendidos é 500% em cima de zero e isso é particularmente importante para os corretores de seguros que têm forte dependência do seguro de veículos.

Mas não é só o seguro de veículos que pode ser beneficiado com o fim da crise econômica nacional. O setor está pronto para o momento. As seguradoras tiveram tempo e base atuarial para atualizar seus produtos e os corretores estão com sangue nos olhos para retomarem as vendas.

Há um universo para ser atendido capaz de dobrar a participação do setor no PIB nacional. O dado ruim, visto sob outro ângulo, pode ser muito positivo. É o caso da baixa penetração do seguro na sociedade brasileira.

A retomada do crescimento chega num momento em que o brasileiro, por causa da crise, tem uma melhor noção sobre a importância da poupança e da proteção patrimonial.

E o país tem, atualmente, mais de 18 milhões de imóveis sem seguro de qualquer natureza. A maior parte das empresas médias ou pequenas não contrata seguros adequadamente. Apenas 25% da frota de veículos está segurada. Os planos de saúde privados vão buscar de volta os 3 milhões de segurados que os deixaram por causa da crise. A previdência complementar tem muito a ganhar com a reforma da previdência social. Os seguros de vida devem ser modernizados, etc.

Há muito a ser feito e o setor está pronto para o desafio. Os próximos cinco anos serão muito interessantes e a grande vencedora será a sociedade brasileira.

Comissão aprova limite de 30 dias para indenização

Fonte: Agência Câmara

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados aprovou proposta que estabelece limite de 30 dias para pagamento de indenização de seguro. O prazo é contado a partir do aviso de sinistro.

O texto aprovado é um substitutivo do deputado Lucas Vergilio (SD-GO) ao Projeto de Lei Complementar 404/17, do deputado Luis Tibé (Avante-MG). Vergílio retirou do texto o prazo de cinco dias, após o recebimento do aviso e da documentação específica, para a seguradora analisar o caso e pedir ao beneficiário eventuais complementações de informações.lucas

Pelo substitutivo, a contagem de prazo fica suspensa até todas as exigências da seguradora sobre o sinistro serem completamente atendidas. No texto original, o prazo voltava a correr assim que a complementação dos documentos fosse entregue pelo beneficiário.

Segundo o relator, não é razoável a proposta prever para todo e qualquer seguro, independentemente de complexidade, o prazo de 30 dias para pagar a indenização. “Não é plausível submeter às mesmas condições de prazos para um seguro de vida em caso de morte ou um sinistro de uma plataforma marítima de exploração de petróleo”, afirmou.

Vergilio disse que a seguradora “jamais adotaria como regra o retardamento” do pagamento da indenização. “Qualquer demora só costuma ocorrer em situações verdadeiramente justificáveis e dentro da gestão da mutualidade”, declarou.

Multa – O relator também reduziu o valor da multa a ser paga em casos de atrasos da seguradora. O projeto original previa a cobrança do dobro do total da indenização, e o substitutivo estabeleceu o percentual em 2%. Além disso, Vergilio retirou a responsabilidade solidária do ressegurador pelo pagamento.

A seguradora que deixar de cumprir o prazo está sujeita ao pagamento de atualização monetária sobre o valor da indenização, além de juros de mora de 1% ao mês, proporcional aos dias de atraso, contados a partir do fim do prazo. O texto inicial previa a contagem para pagamento de juros a partir da data do sinistro, além de atualização monetária do valor da indenização.

Para Vergilio, a multa adicional está muito além do que determina o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90). “A alteração proposta viola princípios constitucionais da razoabilidade e da proporcionalidade.”

Tramitação – A proposta tramita em regime de prioridade e ainda será analisada pelas comissões de Defesa do Consumidor; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Vanderlei Moreira assume presidência da ABGR

A ABGR (Associação Brasileira de Gerentes de Risco) tem nova diretoria para o biênio 2018/2019, eleita no ultimo dia18. Vanderlei Pires Moreira, gestor de riscos da WEG, com quase US$ 4 bilhões de patrimônio, assume como presidente, cargo ocupado por Criatiane França Alves, agora diretora secretaria. Álvaro Luiz Sores Trilho assume como vice-presidente; Jabor Descio Sobrinho como diretor financeiro, e Marcelo D’Alessandro como diretor administrativo.

Em recente entrevista ao blog Sonho Seguro, durante festa de confraternização da corretora JLT, Moreira disse que o maior desafio do gestor de risco em 2018 é lidar com ataques cibernéticos. “Os ataques, que atingem empresas de todos os setores em todo o mundo têm crescido de forma assustadora e considero que esse é o maior desafio para os gestores de riscos. O mercado segurador oferece cobertura, mas para uma parte da perda. O gestor tem de traçar estratégias para evitar o ataque e suas graves consequências para as empresas”.

Felipe Smith, da Tokio Marine, presidirá a Comissão Estratégica de Seguros Corporativos da FenSeg

Fonte: CNseg

A FenSeg conta com nova comissão técnica, a Comissão Estratégica de Seguros Corporativos – CESC, criada para atender às demandas de seguros corporativos, que precisam estar em conformidade com uma série de normas e programas mundiais.

Criada no início de outubro pela diretoria da Federação, a Comissão já conta com presidente, Felipe Smith, da Tokio Marine, indicado pela diretoria e, vice-presidente, Thisiani Martins, da XL Catlin, eleita por unanimidade na primeira reunião realizada em 22 de novembro, além do coordenador, Danilo Sobreira, da FenSeg.

Entre os objetivos da Comissão estão o fortalecimento dos canais de comunicação entre o mercado segurador, o de resseguros, o supervisor e os demais atores da indústria, além do debate sobre os riscos e oportunidades para o segmento de Seguros Corporativos que envolvem valores substanciais e características diferenciadas.

As reuniões da Comissão Estratégica de Seguros Corporativos serão mensais e deverão ocorrer sempre às terceiras terças-feiras, das 09h30 às 11h30, na sede do SINDSEG/SP, em São Paulo.

A FenSeg conta com nova comissão técnica, a Comissão Estratégica de Seguros Corporativos – CESC, criada para atender às demandas de seguros corporativos, que precisam estar em conformidade com uma série de normas e programas mundiais.

Criada no início de outubro pela diretoria da Federação, a Comissão já conta com presidente, Felipe Smith, da Tokio Marine, indicado pela diretoria e, vice-presidente, Thisiani Martins, da XL Catlin, eleita por unanimidade na primeira reunião realizada em 22 de novembro, além do coordenador, Danilo Sobreira, da FenSeg.

Entre os objetivos da Comissão estão o fortalecimento dos canais de comunicação entre o mercado segurador, o de resseguros, o supervisor e os demais atores da indústria, além do debate sobre os riscos e oportunidades para o segmento de Seguros Corporativos que envolvem valores substanciais e características diferenciadas.

As reuniões da Comissão Estratégica de Seguros Corporativos serão mensais e deverão ocorrer sempre às terceiras terças-feiras, das 09h30 às 11h30, na sede do SINDSEG/SP, em São Paulo.

Seguro para óculos? Existe…

A Seguros SURA, uma das maiores seguradoras da América Latina, em parceria com a GrandVision by Fototica, líder global do varejo ótico, lançaram em outubro o Proteção Total GrandVision by Fototica para casos de danos acidentais para óculos de grau nas 66 lojas próprias da rede varejista. O seguro custa em média 10% do valor do óculos, que por sua vez tem preço médio de R$ 600. Assim, a apólice, que vale por dois anos, sai por R$ 60 no período, ou R$ 2,50 por mês.

A apólice cobre dano acidental do produto e a seguradora promete reposição imediata nas próprias lojas GrandVision by Fototica. “Inovação no mercado de seguros também está relacionada à forma de pensar e executar novas parcerias e acordos. O que fizemos, ao olhar para este setor varejista, foi nos antecipar às necessidades dos clientes e do mercado, entendendo como poderíamos oferecer um serviço de alta qualidade e relevância, que ainda não era oferecido aos consumidores desse meio”, diz Thiago Machado, superintendente de massificados da SURA. Ainda de acordo com o executivo, o contrato tem duração de cinco anos e, futuramente, a previsão é expandir o projeto também aos franqueados.

Santander e HDI se unem para criar seguradora de automóveis totalmente digital

HDI Corretor é um aplicativo móvel que permite acessar todos os dados do seu negócio em poucos cliques

O Santander Brasil, banco líder em financiamento de veículos no País, e a HDI Seguros, sexta maior seguradora de automóveis do mercado, assinaram hoje uma parceria para a emissão, oferta e comercialização de seguros de veículos. A operação prevê a criação de uma joint venture, que receberá o nome de Santander Auto. A nova empresa será detida 50% pela SANCAP Investimentos e Participações, sociedade controlada pelo Banco, e 50% pela HDI.

Para Murilo Riedel, presidente da HDI Seguros, a joint venture representa o fortalecimento da companhia no ramo automotivo. “Somos especialistas em seguro para automóvel e um dos principais players do mercado. Nosso desafio para os próximos anos é elevar à máxima potência os negócios nesse ramo, com um olhar atento para o novo, e a parceria com o Santander é um importante passo nesta direção. As pessoas querem cada vez mais mobilidade e simplicidade. A nova seguradora traz esses atributos com muita força e de forma totalmente digital”, explica Riedel.

A Santander Auto irá funcionar de forma 100% digital e reforçará a posição líder do Banco no mercado de crédito para a compra e venda de veículos e na comercialização digital, com a Webmotors. O Santander detém 22,5% de market share no financiamento de veículos. E, até o fim de setembro, sua carteira de crédito de veículos para pessoa física registrou de crescimento de 16,3%, em 12 meses, e de 5,4% no trimestre, para R$ 34,4 bilhões. A HDI seguros, por sua vez, tem se destacado no mercado segurador como uma das mais inovadoras e digitais empresas do setor, registrando um crescimento médio anual de 13,8% nos últimos 5 anos.

“A parceria com a HDI nos permitirá lançar uma nova empresa, que oferecerá aos clientes produtos inovadores e utilizará a força dos canais de venda do Santander para comercializá-los, de forma a estimular ainda mais o segmento”, afirma Angel Santodomingo, vice-presidente executivo e CFO do Santander Brasil. “Queremos estabelecer novos patamares de serviços neste mercado e disponibilizar aos clientes uma forma mais simples de contratar e utilizar o seguro.”

A conclusão da operação está sujeita ao cumprimento de determinadas condições, entre elas a obtenção das autorizações regulatórias pertinentes.