Thinkseg contrata Andre Romani Taterka para garantia

O ex-Santander  Andre Romani Taterka  acaba de chegar à Thinkseg para coordenar a área de crédito corporativo e seguro garantia da Thinkseg Corporate. O executivo traz sua experiência de 16 anos no banco espanhol, dos quais cinco anos passados em Madri, na Espanha,  sempre na área corporate, avaliando estratégias e mensurando a atuação da instituição nos diferentes países da América Latina.

A vinda do executivo integra o plano de fortalecimento do modelo de negócio da Thinkseg, iniciado em outubro passado com a entrada do novo sócio, Cadu Sarkovas, e de novos reforços que chegaram às áreas de marketing e de produtos neste primeiro trimestre”, explica o CEO da Thinkseg, Andre Gregori.

O economista Andre Romani Taterka traz à Thinkseg Corporate sua expertise na estruturação e precificação de produtos de crédito a clientes, seja empréstimos de curto ou longo prazo, capital para exportação ou para proteção, como fiança.

Na Thinkseg Corporate, voltado às médias e grandes empresas, ficará sob responsabilidade de Taterka,  a  demanda por seguro garantia para obrigações públicas e privadas, bem como a articulação de  parcerias ligadas ao produto, explica Gregori. Há a perspectiva de retomada gradual dos investimentos em infraestrutura nos próximos anos. No Brasil, os prêmios com seguro garantia cresceram 21,89% em 2017 em relação ao ano anterior.

O segmento corporate da Thinkseg vai prestar serviços para grandes empresas (indústrias, construtoras, entre outras) de modo personalizado e consultivo, de acordo com a necessidade do cliente.

 

Rádio CNseg faz parceria com BandNews e Alpha FM

Fonte: CNseg

Toda sexta-feira, a partir de hoje, dia 23 de fevereiro, as rádios BandNews FM e Alpha FM veicularão entrevistas exclusiva com o presidente da Confederação das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano. A conversa, comandada pela jornalista Mara Luquet, abordará assuntos de cunho macroeconômico relacionados ao setor segurador. Ao traduzir a linguagem de seguros para o ouvinte, Coriolano mostra a importância do seguro para a proteção pessoal, da família e patrimônio, ou seja, o papel do seguro no país, na economia e na vida das pessoas.

Neste primeiro programa, o tema abordado é a importância da exigência do Governo de contratação de seguros para o Fundo de Financiamento Estudantil (FIES). Marcio Coriolano lembra que o rombo no FIES divulgado na imprensa nos últimos dias está vinculado à inadimplência dos estudantes. Para que o Programa continue sustentável, ele defende que o Governo transfira esse risco para o seguro.

As  entrevistas serão sempre distribuídas em rede nacional pela BandNews FM, entre 6 e 9 horas, com reprise, apenas no Rio de Janeiro, entre 20h e 20h40 e, nas praças Rio de Janeiro e São Paulo, pela Alpha FM, entre 9 e 10 horas, com reprise entre 20 e 21 horas.

Claudia Thyme assume como diretora de desenvolvimento de mercados emergentes da XL

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A XL Catlin indicou Claudia Thyme para o cargo de Director Emerging Markets Development. Nesta função, Claudia contribuirá na orientação e execução das estratégias da XL Catlin em mercados emergentes, com foco especial na América Latina. Ela reportará a Brendan Plessis, Head of Emerging Markets, e trabalhará junto de líderes de negócios por toda a XL Catlin explorando e avaliando oportunidades em busca de crescimento lucrativo contínuo.

Brendan comentou: “Nós reconhecemos oportunidades enormes em diversos mercados de alto crescimento para ajudar a aumentar a capacidade de resiliência por meio da penetração de (res)seguros. Acreditamos que este é o momento certo para fortalecer a nossa equipe. A ampla experiência internacional da Claudia, além do seu sólido conhecimento do setor, da empresa e de diversos idiomas, a colocam na posição ideal para ajudar a entregar a nossa estratégia.”

Claudia tem 20 anos de experiência no setor de seguros, com 10 anos de trabalho na XL Catlin. Para o novo cargo, ela foi transferida da equipe de Communications & Marketing, onde recentemente ocupou o cargo de Director Strategy & Business Groups.

Antes de se juntar à XL Catlin em 2008, Cláudia trabalhou na Zurich Seguros por 10 anos, onde ocupou cargos sênior, incluindo Head of Communications & Marketing para a International Businesses Division e para o Growth Office. Ela começou a carreira como consultora de marketing e comunicação, orientando empresas e seus conselhos diretivos sobre estratégias de gestão de mudanças.

Claudia é graduada pela Georgetown University, em Washington (EUA), e obteve um MBA na escola de negócios da City University of London, em Londres (Inglaterra). Ela ficará alocada em Zurique, na Suíça.

Travelers avança em seguros de infraestrutura com parcerias

A Travelers ampliou sua presença na indústria de engenharia, infraestrutura e construção em 2017, ao estabelecer parcerias com corretoras especializadas em grandes projetos de construção. Segundo nota divulgada pela seguradora, a expansão se deu pela oferta de produtos sob medida e serviços específicos para esta indústria.

Uma das corretoras parceiras da Travelers em 2017 foi a Euroamerica. Juntas, as companhias fecharam mais de 60 negócios em 12 meses, 11 deles diretamente ligados à infraestrutura. “Contar com a Travelers na oferta de soluções de seguros foi fundamental para garantir a concretização de bons acordos. Estamos confiantes no avanço de negócios e oportunidades neste novo ano que se inicia”, afirma Robert Sarkis, responsável pela área de engenharia e infraestrutura da corretora.

Para o ano de 2018, a Secretaria Geral da Presidência da República anunciou o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) no qual estão previstos aproximadamente R$ 132 bilhões de investimentos na construção civil, principalmente no setor de transportes, como rodovias e aeroportos. “Com a previsão de um ano agitado para a indústria de construção civil, estamos ansiosos para trabalhar ainda mais com corretoras parceiras em projetos robustos e de qualidade”, afirma Leonardo Semenovitch, diretor presidente da Travelers no Brasil.

 

Brasilcap lucra R$ 255,6 milhões em 2017

A Brasilcap fechou 2017 com lucro líquido de R$ 255,6 milhões, abaixo dos R$ 439 milhões registrados em 2016. O faturamento chegou a R$ 4,9 bilhões no período, o que corresponde a uma participação de mercado de 23,6%, mas também ficou abaixo do resultado do ano anterior, quando faturou R$ 5,6 bilhões. As reservas técnicas atingiram cerca de R$ 10 bilhões (as mais altas entre as empresas do setor), enquanto o valor dos ativos totais alcançou R$ 11,5 bilhões. Ao todo, foram distribuídos mais de R$ 153,4 milhões em prêmios para cerca de 30 mil títulos.

“O resultado traduz o esforço contínuo da empresa em aprimorar seus produtos e serviços, mesmo em um cenário de adversidades. A Brasilcap atravessa mais de duas décadas ajudando a realizar planos, com produtos que se tornaram uma excelente forma de programação financeira. Os sorteios e seus prêmios são a ponta final desse processo, resultado de esforço, planejamento e visão estratégica”, afirma o presidente da companhia, Marcio Lobão, em nota enviada à imprensa.

 

Intervenção federal no Rio causa impactos no mercado segurador

Jayme Torres aposta na recuperação do mercado fluminense, em especial no segmento de Automóveis, caso a ação militar seja eficaz no combate à violência no estado.

Release CCS-RJ

A intervenção Federal na segurança do Rio de Janeiro, anunciada na última sexta-feira, 16 de fevereiro, pelo presidente Michel Temer, vai impactar o mercado de seguros fluminense. Quem opina é o presidente do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ), Jayme Torres. “A situação de crescente violência criou uma grande dificuldade na aceitação e até precificação de diversos tipos de seguros no estado. Se a ação militar alcançar o objetivo de recuperar a eficácia da segurança pública, podemos acreditar na volta do que chamamos de ‘normalidade’ do nosso setor”, avalia.

Em 2017, o volume de roubos e furtos de veículos cresceu 16,6% no Rio, chegando a um total de 70 mil casos – o maior registrado pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) desde 2003. Dentro da capital, bairros como Engenho Novo e Botafogo sofreram com aumentos maiores que 95% no número de roubos desse tipo, também segundo o ISP. Já neste ano, somente durante o período do Carnaval, foram mais de 200 automóveis roubados na cidade.

“O roubo de veículos, diferente do furto, está associado à prática de outros crimes: o bandido que quer roubar a carga de um caminhão, uma empresa, residência, ou transportar armas e drogas usa o carro roubado como meio de realizar esses delitos”, explica Torres. De acordo com a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), por exemplo, foram registrados no ano passado mais de 10 mil casos de roubo de cargas, o que equivale a um crime a cada 50 minutos e prejuízo de R$ 607,1 milhões.

Sendo assim, o presidente do Clube afirma que o combate à criminalidade em geral deverá gerar automaticamente uma redução nos roubos de carros. Um dos segmentos do seguro mais afetados pela violência fluminense foi, justamente, o de Automóveis. “Havia a necessidade urgente de algo ser feito. Se a intervenção vai melhorar, ser a solução ou não, só o tempo vai nos mostrar, mas estou bastante confiante que nosso Rio de Janeiro tem solução”, aposta Torres.

Força tarefa Brasil e Reino Unido se reúne em Londres

Uma força-tarefa do governo do Brasil em parceria com o governo do Reino Unido começou nesta semana em Londres e vai até o início de março. O objetivo é estreitar laços para consolidar alianças entre os dois países no setor de seguros e de resseguros. O grupo é composto por profissionais da iniciativa privada, de órgãos reguladores, consultores especialistas em diversos assuntos e ministério da Fazenda.

Segundo fontes informaram ao blog Sonho Seguro, o convite foi feito pelo Consulado Geral do Reino Unido. As reuniões incluem conversas com entidades públicas e privadas. Entre as prioridades a serem discutidas estão seguro garantia para obras de infraestrutura, mercado de cooperativas mútuas e formadas por associações, regulação do mercado de resseguros, insurtechs e supervisão de conduta.

Desafio na saúde no Brasil é semelhante ao dos EUA: reduzir custos

O blog Sonho Seguro foi conversar com Solange Beatriz Palheiro Mendes, presidente da Federação Nacional da Saúde Suplementar (FenaSaúde) para entender como uma tendência de empresas criarem seus próprios planos de saúde pode afetar o setor. A questão em foco foi a união do megainvestidor Warren Buffett, presidente da Berkshire Hathaway; Jeff Bezos, presidente da Amazon; e Jamie Dimon, diretor-executivo do JPMorgan Chase, sobre criarem uma seguradora de saúde, anunciada em janeiro deste ano. Veja abaixo os principais trechos da entrevista:

Como vê essa notícia? É um risco para as operadoras?

Não nos causa surpresa. Nos Estados Unidos e em outros países, assim como no Brasil, o desafio é semelhante: a evolução das despesas com saúde não acompanha a capacidade de pagamento da população. Há tempos estamos alertando para os riscos à sustentabilidade desse sistema, que tem preocupado todos que atuam no setor em razão da acelerada evolução dos custos da saúde. A variação desses gastos vem aumentando acentuadamente nos últimos anos, quando comparada com os índices de inflação. Entre 2008 e 2016, o IPCA variou 65,2% contra custos na ordem de 142,8% – medido pelas despesas assistenciais per capita médico-hospitalares. Nesse período, o reajuste autorizado pela ANS foi de 104,2%. Essa conta não fecha e as empresas contratantes de planos de saúde já estão percebendo isso, uma vez que, na maioria delas, o plano de saúde de seus funcionários representa a segunda maior despesa com pessoal, perdendo apenas para a folha de pagamento.

Acha que a saída para as operadoras passa a ser o seguro individual?

A saída passa pela mudança no modelo de remuneração de prestadores de serviços e no modelo de assistência à saúde. O fee for service estimula a superutilização dos recursos de saúde, uma vez que remunera de acordo com o volume de procedimentos prescritos.

Pode citar exemplos?

Há movimentos de operadoras e até de alguns hospitais para modelos mais sustentáveis que compartilhem o risco de forma mais equilibrada. Um exemplo é o DRG – Diagnosis Related Group. É uma metodologia mais sofisticada para o gerenciamento do uso de materiais e da qualidade assistencial, que permite a elaboração de pacotes – clínicos e cirúrgicos – para a comercialização de serviços hospitalares, com base nas informações coletadas a partir da internação. Essa também é uma forma de comparar a eficiência entre equipes diferentes de profissionais e prestadores.

Em que estágio está tal mudança?

A mudança de modelo de remuneração dos profissionais de saúde no Brasil está em andamento e há iniciativas em buscar novos formatos, que se adequem a realidade e peculiaridades brasileiras. A solução não passa pela incorporação de um modelo pronto. Também é necessário pensar em mudanças no modelo assistencial, com o cuidado voltado à saúde e não à doença. Adotar critérios de custo-efetividade para as incorporações tecnológicas também é uma das saídas para controlar o crescimento desses custos. Para tanto, é preciso união em uma só direção de todas as pontas da cadeia de Saúde Suplementar.

Você acredita que essa tendência já chegou ao Brasil com os planos auto administrados, como os das montadoras?

Sim, já se observam iniciativas no sentido de instalar ou aprimorar a gestão da saúde dos colaboradores. Mas, é preciso ressaltar que ainda não há expertise nos RHs da maioria das empresas para conduzir a gestão da saúde de seus empregados. Nesse caso, a integração entre empresas, operadoras de planos de saúde e hospitais pode ser a melhor saída.

Tem números sobre os planos auto administrados, como quanto eles representam do faturamento total do setor?

De acordo com dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), são 161 operadoras de autogestão, com 4,8 milhões de beneficiários, que até setembro de 2017 movimentaram uma receita de R$ 15,6 bilhões e despesas na ordem de R$ 14,7 bilhões.

Acha que isso vai acelerar as discussões no Brasil sobre se ter um mercado mais amigável para todos os envolvidos na cadeia da saúde suplementar?

Sim. Toda a cadeia produtiva sabe que é preciso mudar os modelos de acesso e de financiamento, mas falta um maior entendimento. É uma discussão urgente, porque os gastos estão ficando impagáveis. E se mais pessoas deixarem a Saúde Suplementar, os custos para os que ficarem serão ainda mais altos.

A aposta é na tecnologia para reduzir custos. Tanto cruzar infos para evitar fraude como apps voltados para alertar consumidores sobre desperdício, remédios e que ajudem a melhorar a qualidade de vida do clientes. Concorda? Se sim, pode comentar sobre tendências em uso no Brasil?

Sim, mas, por outro lado, o ritmo acelerado de desenvolvimento de novas tecnologia representa, ao mesmo tempo, a tendência e o maior desafio para a Saúde Suplementar nos próximos anos. Pode soar paradoxal, mas cabe explicação. Entre as principais tendências de mercado, o desenvolvimento de novas tecnologias possibilita avanços na medicina que prolongam com qualidade e bem-estar a vida das pessoas. Esse é um caminho sem volta na área da saúde e muito bem-vindo. Na outra ponta, a tecnologia permite, ainda, melhorar a comunicação entre consumidores e operadoras. Entretanto, a indústria impõe um ritmo avançado de incorporação de tecnologias, o que cria desafios econômicos para o setor de saúde. Um dos principais é equilibrar os custos assistenciais, historicamente, mais elevados – potencializados pela adoção de novas tecnologias, procedimentos – do que as receitas das empresas. Em dez anos, o resultado operacional do setor fechou em vermelho em seis, sendo o último analisado o de 2016.

Nem 1% das motos em SP tem seguro. Índice cai para 0,65% no nordeste

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Dos 5,3 milhões de motociclistas que circulam no sudeste, apenas 1% tem seguro contratado para a moto. No nordeste, onde o número de motos supera o de carros, a situação é mais crítica. Somente 0,65% da frota total de motos é segurada, segundo levantamento feito pelo marketplace de seguros Thinkseg.

Sem seguro para a principal meio de transporte deles, a maioria de motoboys e mototáxis – atividade comum no nordeste –, roda desprotegida, correndo o risco de ficar no prejuízo se houver furto ou roubo da máquina de duas rodas.

O pior é de ter continuar pagando as prestações de financiamento da moto roubada. Em 2017, de todos os financiamentos de veículos contratados no País, 14,3% abrangeram motos, segundo dados da Cetip. No ranking dos estados do sudeste, São Paulo (23%) e Minas Gerais (8,5%) são os que mais financiaram motos no País. Em três estados do nordeste, Ceará, Bahia e Pernambuco, as motos representaram 14,21% dos financiamentos.

Na avaliação da Federação Interestadual das Regiões Norte e Nordeste dos Trabalhadores em Transportes de Mototaxistas e Taxistas (Fenordest), o alto preço do seguro afasta os motociclistas da contratação. No nordeste, motoboys e mototáxis chegam a rodar, em média, 15 horas diárias, por todos os lugares, sendo alvos fáceis para furto e roubo. Em São Paulo, esses riscos também são comuns aos motociclistas.

O marketplace de seguros Thinkseg entrou nesse segmento de mercado para levar inovação tecnológica a uma geração que já nasce conectada e busca seguro para moto e carro, com preço justo e contratação rápida pelo celular. Esse nicho de mercado foi deixado de lado pelas grandes seguradoras, pertencentes aos grandes conglomerados financeiros.

Diante do potencial de mercado, a insuretech Thinkseg projetou o Thinkseg Moto, com preços a partir de R$ 59,00 ao mês. “Em cinco segundos, a pessoa tem a sua cotação pronta”, completa o CEO da Thinkseg, Andre Gregori.

Oxigênio Aceleradora, da Porto Seguros, inicia o 5ª ciclo de aceleração

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A Oxigênio Aceleradora deu início ao 5º Ciclo de Aceleração essa semana. Seis startups, entre as mais de mil inscritas, foram selecionadas para participar desse programa. Como nos quatro primeiros ciclos, cada startup escolhida receberá um investimento direto de US$ 50 mil para o desenvolvimento de seu negócio, além de U$100 mil em investimentos indiretos, em forma de benefícios e recursos para os empreendedores.

Durante a fase inicial, os empreendedores passam por sessões de mentoria, palestras e workshops com executivos da Porto Seguro, além de outros profissionais renomados do mercado. A fase seguinte pode levar as startups à sede da Plug and Play Tech Center, aceleradora localizada no Vale do Silício nos Estados Unidos.

Desde o início das operações, em 2015, a Oxigênio já recebeu mais de 5 mil inscrições para seus programas de aceleração. Das 24 aceleradas do 1º ao 4º ciclo, 54 projetos já foram trabalhados entre as empresas e a Porto Seguro.

Conheça abaixo as startups participantes do 5º ciclo de aceleração:

Byke Station (http://www.bykestation.com.br) – Estações 24 horas de auto-serviço para ciclistas, com ferramentas, equipamentos para manutenção e vending machines para compra de suprimentos como câmaras de ar, isotônicos e suplementos.

Cliente Agente (http://www.clienteagente.com.br/) – Plataforma de recomendação de clientes para corretores de seguros, que premia os clientes pelas indicações, gerando receita e aumentando a fidelização para os corretores.

Gamific (http://gamific.com.br/) – Solução de gamificação para gestão e incentivo de equipes comerciais, gerando maior engajamento e maiores resultados em vendas.

Qual Farmácia (www.qualfarmacia.com.br/) – Marketplace que permite às farmácias impulsionarem suas vendas no meio digital e, ao consumidor encontrar e comprar produtos com comodidade e economia.

Retina (retinatec.com.br/) – Sistema inteligente de monitoramento, reconhecimento e recuperação de veículos roubados, mesmo sem rastreador, utilizando visão computacional.

uCondo (http://ucondo.com.br/) – Solução que permite comunicar, gerenciar e organizar as atividades diárias do condomínio com segurança, apoiando moradores, síndicos, porteiros e administradores.