Elder Castro assume como superintendente comercial da Brasilcap

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A Brasilcap apresenta ao mercado seu novo Superintendente Comercial. Elder Castro é egresso do Banco do Brasil (BB), onde fez carreira por 18 anos. Natural de Barreiras, no interior da Bahia, foi gerente em agências no Estado e superintendência de varejo e governo do Distrito Federal.

Ainda no Banco do Brasil, integrou a Diretoria de Governo e a Assessoria da Vice-Presidência de Distribuição de Varejo e Gestão de Pessoas do Banco do Brasil. Desde 2016, atuava no comando da Gerência Executiva na Diretoria Gestão de Pessoas.

Formado em Ciências Contábeis pela Universidade do Estado da Bahia – Uneb, com pós-graduação em Contabilidade Gerencial (FASB) e MBA Executivo em Gestão de Operações em Serviços (Universidade de Brasília – UnB), Elder pretende trabalhar para uma maior participação da Brasilcap no mercado, especialmente no cenário econômico atual, com uma taxa básica de juros reduzida. “Meu objetivo é buscar oferecer o produto adequado à necessidade dos clientes e contribuir com o crescimento da companhia, considerada a melhor do segmento no país, buscando sempre conciliar produto, processo e pessoas”, destaca.

O executivo já trabalhou com o Ourocap, principal produto da Brasilcap, e entende o segmento. “A capitalização representa a realização dos objetivos de muitas pessoas e empresas. Somos nós que estamos lidando com o futuro dessas pessoas, sejam elas clientes, parceiros, acionistas ou colaboradores. Estar em um negócio que lida com os projetos de futuro é algo muito valioso e devemos ter sempre isso em mente”, reforça.

Indenizações por mordidas de cães somam US$ 700 milhões em 2017 nos EUA

Nos EUA, existem 90 milhões de cachorros. Anualmente, há 4,5 milhões de mordidas de cachorro contra humanos. Em 2017, o volume de sinistros nesse seguro foi de quase US$ 700 milhões, com aproximadamente 19 mil sinistros. Ou seja, uma indenização média de uns US$ 35 mil,  segundo estudo divulgado pelo Insurance Information Institute (III), uma entidade norte-americana responsável por divulgar estatísticas sobre o mercado de seguros daquele país.

Em geral, os seguros de responsabilidade civil contra esse evento têm de Importância Segurada entre US$ 100 mil e US$ 300 mil. Para valores acima, o proprietário é o responsável. Em alguns tipos de raça, a seguradora não se interessa pelo seguro, como pit-bulls. Em outras seguradoras, isso não é importante. Mas, se o cachorro já mordeu, ele passa a ter um fator de risco aumentado, destaca o consultor Francisco Galiza em artigo sobre o tema.

De 2003 para 2017, a quantidade total de sinistros aumentou 10%, mas indenização média aumentou 90%, pelo incremento dos custos médicos e mais decisões judicial. Dentre os estados, a Califórnia lidera, com mais de duas mil mordidas por ano.

Galiza ressalta que o levantamento citado tem mais detalhes, inclusive uma discussão sobre o aspecto jurídico envolvido.

 

JLT lança a 3ª edição de relatório sobre o mercado nacional

“A recuperação e a consolidação da economia brasileira, assim como o fortalecimento de algumas medidas, como crédito e mercado de trabalho, apresentam uma perspectiva positiva para 2018”, comentou Pedro Farme D´Amoed, vice-presidente de contratos da JLT Resseguros, na divulgação da terceira edição do JLT ID Report Brasil.

O mercado de seguros contabilizou R$ 100,7 bilhões em prêmios emitidos no ano passado, um aumento de 4,2% em relação aos 12 meses anteriores. Todos os grupos analisados apresentaram resultados positivos em 2017. O maior avanço foi registrado em Linhas Pessoais que acumulou R$ 24,9 bilhões em prêmios emitidos, um crescimento de 11,3% ante 2016. O relatório de inteligência sobre o mercado de seguros e resseguros no Brasil, construído a partir do banco de dados compilados pela corretora, abrange 16 linhas de negócios separadas em cinco grupos de risco: Linhas Financeiras, Automóveis, Marítimo, P&C e Linhas Pessoais.

No JLT ID Report, os analistas da companhia apontam uma tendência de aumento na demanda para as linhas P&C (propriedade e responsabilidade civil) e corporativas, reflexo do crescimento da atividade e dos negócios no Brasil. “Nossa expectativa é de continuidade na redução dos juros e menor inflação, o que significa um desafio e maior foco na qualidade da subscrição, consequentemente, um aumento nos ganhos operacionais para compensar a menor receita de investimentos no mercado segurador local”, diz o VP da JLT Resseguros.

Embora com um crescimento positivo de 4% no prêmio cedido de resseguro, foi observada uma redução de 16% nos resultados apresentados e o mercado ainda enfrenta as dificuldades de excesso de capacidade e demanda restrita dos anos de crise. “A pressão sobre o bottom-line na subscrição ocasionada pela queda das taxas de juros e a recuperação da demanda devem apresentar sinais favoráveis para melhores resultados em 2018”, conclui o executivo.

A principal mudança observada foi o aumento de 56% no prêmio de resseguro em Excesso de Danos, aumentando sua participação no mercado e mostrando sinais de diferentes tendências nos padrões de compra, especialmente porque as empresas estão buscando reter negócios mais lucrativos para enfrentar o mercado competitivo.

Thinkseg Corporate estreia em benefícios

Com 15 anos de experiência na colocação de benefícios em empresas de diferentes portes no País, o empresário Fabrizio Chieco Ribeiro chega à Thinkseg Corporate para montar combos com soluções inovadoras e, assim, levá-los às áreas de recursos humanos (RHs) das empresas, de acordo com a necessidade de cada negócio.

Sempre ativo na área de benefícios, Ribeiro atuou em instituições como Sulamérica, Golden Cross, Care Plus e também na gestão e consultoria, enquanto foi diretor de Negócios da startup do Banco Safra e diretor da Aon, na qual se especializou em benefícios flexíveis ao residir no México.

O conhecimento e habilidade de Ribeiro, na posição de diretor de Benefícios na Thinkseg, soma-se ainda à vasta experiência, nos ramos de Saúde, Vida e Previdência, do ex-Bradesco e atual sócio da Thinkseg, Cadu Sarkovas.

A vinda do empresário Fabrizio Chieco Ribeiro, também sócio da Armati Multiseguros Corporativos, a ser incorporada pela Thinkseg, fortalece o time Corporate da insurtech que, neste ano, já recebeu executivos para as áreas de Operações Financeiras e de  Operações e-commerce com múltiplos canais. Também na área de Produtos para pessoas físicas,  novos reforços continuam chegando às áreas de marketing e de tecnologia, explica o CEO da Thinkseg, Andre Gregori.

Ao entrar no segmento de Benefícios, o objetivo da Thinkseg Corporate é ofertar combos com produtos tradicionais (planos de saúde e de vida, odontologia, vales alimentação e refeição), acompanhado de benefícios flexíveis, como crédito para ser usado em viagens de Uber, em academia de ginástica, em assinaturas de cursos financeiros, de idiomas, de pacotes música e de vídeos, entre outros.

A inovação tecnológica do marketplace da Thinkseg Corporate, na área de benefícios, vai agradar aos colaboradores das empresas que poderão ter combos, conforme o estilo de vida deles. “Vamos valorizar a liberdade de escolha de cada pessoa. Já as empresas vão ter menor custo por conta da tecnologia aplicada ao processo de oferta”, diz Gregori.

O segmento corporate da Thinkseg presta serviços para grandes empresas (indústrias, construtoras, entre outras) de modo personalizado e consultivo, de acordo com a necessidade do cliente.

Freadas bruscas lideram atitudes perigosas no volante, segundo Liberty

A Liberty Seguros realizou, durante o mês de dezembro, um estudo mobile com o objetivo de apontar as principais atitudes perigosas no trânsito por motoristas brasileiros. Para o mapeamento, a seguradora utilizou a tecnologia de telemetria, comunicação sem fio que compartilha dados de monitoramento por meio de diversas mídias como celulares, computadores ou enlaces ópticos.

O recurso está presente no aplicativo Direção em Conta, da companhia, que avalia a forma de dirigir de cada motorista para entendimento de sua condução e também geração de descontos individualizados em seguros auto da Liberty Seguros. O mapeamento ocorre mesmo quando o aparelho encontra-se bloqueado, visando aumentar a precisão das informações.

A análise foi feita todos os dias da semana entre 7h e 10h da manhã e avaliou mais de 10 mil viagens. Dentre os resultados, a pesquisa identificou que a atitude perigosa mais cometida é a de frenagem excessiva ou brusca, que ocorreu em mais de 51% das viagens. Além disso, o aplicativo também mensurou que em 21% das viagens os condutores aceleraram seus veículos de forma excessiva.

Quando se trata de outros comportamentos durante a direção, o estudo revela um dado extra: em 15% do total das viagens, os motoristas utilizaram o celular enquanto estavam na dirigindo. Apesar da porcentagem baixa, o uso do celular pode ser considerado grave pelo risco da distração.

“Para nós, é muito relevante compreender a forma dos motoristas guiarem seus veículos e os ajudar a entender como podem melhorar sua condução. Essa é uma plataforma de extrema importância para a Liberty e foi desenvolvida para além de ajudar os usuários,  recompensá-los, de acordo com sua condução, com descontos em apólices de seguro auto”, diz Paulo Umeki, vice-presidente técnico e de produtos da Liberty Seguros”. “A partir dessas análises, poderemos informar o nosso público e contribuir para um trânsito mais seguro e consciente”, finaliza.

Seguro de bens é substituído por proteções intangíveis, diz executivo da Swiss Re

As profundas transformações pelas quais o mundo e o seguro atravessam foi o tema da apresentação Mathias Jungen, presidente da Swiss Re no Brasil e Cone Sul, em sua participação no 7o. Encontro de Resseguros realizado entre 10 e 11 no Rio de Janeiro. “Há 40 anos, 83% dos seguros eram relativos a bens físicos. Atualmente representam apenas cerca de 13%, havendo um peso maior na cobertura de bens intangíveis, como dados e propriedades intelectuais. Não surpreendentemente, em 1980, as empresas mais valiosas do mundo eram as indústrias de bens tangíveis, enquanto hoje, Google e Facebook, que não produzem nenhum bem físico, estão entre as de maior valor”, comentou.

O diretor financeiro e de operações, Frederico Knapp, que participou também do mesmo evento como debatedor do painel Transferência Alternativa de Risco, destacou as soluções de transferência de risco ofertadas pela Swiss Re aqui no Brasil, sendo que muitas delas são amplamente utilizadas fortemente na Europa e Estados Unidos e que o Brasil deverá seguir essa mesma tendência na oferta dessas soluções para clientes nacionais que necessitam de alternativas avançadas e inovadoras.

Travelers Seguros lança seguro de risco cibernético

A Travelers Seguros lança a sua oferta de seguro contra riscos cibernéticos, um produto de proteção de dados de terceiros que abrange documentos físicos e informações digitais no caso de um ataque cibernético.

O produto complementa a proteção das companhias que armazenam dados de terceiros e as reembolsa por despesas relacionadas a uma eventual violação de dados. Isso pode incluir custos de defesa e indenizações, despesas para restauração de dados, assessoria de imprensa para trabalhar a reputação da empresa, custos com ransomware e perda de lucros. O seguro de risco cibernético também inclui a cobertura contra fraude cibernética e de fraude em transações financeiras.

“O volume e a sofisticação dos ataques cibernéticos cresceram exponencialmente nos últimos anos”, explica Leonardo Semenovitch, diretor-presidente da Travelers Brasil. “Os executivos tendem a acreditar que ciberataques nunca ocorrerão em seu ambiente ou, caso ocorram, se passarão  em um futuro distante. Como as empresas têm uma enorme responsabilidade pela segurança e privacidade dos dados de seus clientes, desenvolvemos este produto para ajudá-los a mitigar os riscos associados.”

Embora o Código Civil da Internet e o Código do Consumidor obriguem as empresas a proteger a confidencialidade, integridade e disponibilidade dos dados que armazenam, o Brasil não dispõe de algumas exigências legais avançadas como as dos EUA e União Europeia, que determinem por exemplo, que a empresa vítima de um vazamento notifique o incidente aos seus clientes afetados.

Portanto, a responsabilidade das empresas em se comunicar com seus clientes cujos dados foram impactados ainda é uma iniciativa opcional no Brasil, permitindo que as companias locais atuem de forma reativa. Ao contratar o seguro contra riscos cibernéticos, as empresas podem agora adotar uma abordagem proativa e estar mais bem preparadas para lidar com as conseqüências de uma violação.

Dos US$ 337 bi em perdas com catástrofes em 2017, US$ 193 bi não tinham seguro

No último dia 10, a Sigma, do grupo Swiss Re, divulgou o estudo final sobre o tema. As perdas totais decorrentes principalmente de furacões, incêndios florestais e inundações totalizaram US$ 337 bilhões, o segundo maior valor registrado depois de 2011 e mais que o dobro de 2016. Cerca de US$ 144 bilhões tinham cobertura de seguros. Isso deixou uma lacuna de US$ 193 bilhões em danos não cobertos por seguros, segundo o relatório anual Sigma.

Cerca de 11.000 pessoas perderam a vida ou desapareceram em catástrofes no ano passado, sendo que 8.000 dessas vítimas foram em desastres naturais. Os furacões Harvey, Irma e Maria, que deixaram uma trilha de destruição no Caribe, Porto Rico e Estados Unidos, causaram danos no valor de US$ 217 bilhões. Apenas US$ 92 bilhões dessa destruição foram cobertos pelo seguro.

Em termos de perdas econômicas, apenas os furacões Katrina, Wilma e Rita em 2006 foram mais caros. “As seguradoras precisam considerar múltiplos furacões ocorrendo em um determinado ano, tanto quanto a gravidade de eventos individuais, em sua modelagem de risco de furacões”, afirmou o relatório. Os piores incêndios florestais atingiram a Califórnia, o Canadá e Portugal, com todos esses desastres naturais custando o recorde de US$ 14 bilhões. As inundações também causaram danos financeiros significativos, com uma inundação de 6 bilhões de yuans na China, classificada como a pior catástrofe natural asiática de 2017.

Seguro de vida: cresce procura por coberturas com utilização em vida

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Quando o assunto é seguro de vida, o brasileiro vem se mostrando mais preocupado em investir em coberturas que possam ser aproveitadas ao longo da vida – complementando a tradicional, para casos de morte. Em 2017, no comparativo com o ano anterior, as vendas dessas coberturas complementares cresceram mais de 50% na MetLife – multinacional americana que está completando 150 anos e que no Brasil atua com seguros de vida, previdência e Dental.

“Esse é um indicativo de que o cliente está mais consciente sobre a necessidade de proteger a qualidade e seu padrão de vida, além dos bens que vai deixar para seus dependentes”, afirma Raphael de Carvalho, presidente da seguradora. As opções de proteção mais utilizadas no ano passado pelos clientes da MetLife foram Diária por Internação HospitalarDesemprego e Cesta Básica. Mas as coberturas que mais apresentaram crescimento em uso em 2017, acima de 75% em relação a 2016, foram as de Diária por Incapacidade Temporária (que indeniza o segurado que precisa interromper suas atividades profissionais por acidente), Diagnóstico de Doenças e Fratura Óssea.

 

FenaCap divulga que segmento cresceu 7,1% no bimestre

De acordo com os números divulgados pela FenaCap (Federação Nacional de Capitalização), o segmento registrou um faturamento acumulado de R$ 3,3 bilhões nos dois primeiros meses do ano. O montante representa um crescimento de 7,1% na receita das empresas de capitalização, em comparação a igual período do ano passado. “É o primeiro avanço da arrecadação nos últimos dois anos”, diz Marco Barros, presidente da FenaCap.

Segundo ele, o volume das reservas, constituídas pelos recursos de títulos de capitalização ativos, se manteve no mesmo patamar registrado em 2017, fechando em R$ 29 bilhões. Sinal de que a melhora de alguns indicadores econômicos já começa a ser sentida, os resgates finais e antecipados de títulos recuaram 1,8%, somando R$ 2,8 bilhões. Os prêmios pagos em sorteios a clientes de todo o país alcançaram R$ 170 milhões, o que equivale ao pagamento de R$ 4,2 milhões por dia útil do período.

O segmento aposta no cenário de inflação e juros baixos para uma retomada ainda em 2018. “A capitalização está cada vez mais presente na vida das pessoas, seja como solução para a conquista da disciplina financeira, para garantia locatícia, para o exercício da filantropia ou para alavancagem de outros segmentos econômicos”, diz Marco Antonio Barros, presidente da FenaCap.

Região Centro-Oeste puxa o crescimento

Todas as regiões contribuíram para a performance do faturamento positivo do segmento de títulos de capitalização no primeiro bimestre de 2018. No ranking geral, a Região Centro-Oeste foi a que mais cresceu, cerca de 10,76%, registrando uma receita de R$ 261 milhões. A região também se destacou na distribuição de prêmios, foram R$ 14,2 milhões, crescimento de 20,31%.

Marco regulatório

A Fenacap tem trabalhado de maneira colaborativa com a Susep para a implantação do novo marco regulatório do setor, a fim de que as regras sejam adequadas à nova realidade do mercado e garantam o crescimento sustentado de um segmento que já emprega, direta e indiretamente, mais de 70 mil pessoas, contribui para a educação em seguros e para a formação de poupança de longo prazo no país. A Federação se manifestou em audiência pública sobre o marco regulatório, buscando contribuir com sugestões, no intuito de agregar valor a pontos que pudessem gerar dúvidas.  “Estamos bastante otimistas com o resultado final”, conclui Marco Barros.