Liberty aposta no crescimento das vendas em Goiânia

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A Liberty Seguros inaugurou uma nova filial na cidade de Goiânia, em Goiás. A inauguração do novo escritório contou com a presença de Marcos Machini, vice-presidente comercial da seguradora, do gerente da filial, Clóvis Machado, do diretor regional de Minas Gerais e da região Centro-Oeste, Alexandre Moreira, além de corretores e parceiros. O evento também celebrou os 20 anos da abertura da primeira unidade na capital goiana.

A seguradora reforça presença no estado de Goiás, com as filiais em Goiânia, Itumbiara e o Núcleo de Negócios da Regional, pois a região apresenta um dos maiores crescimentos na indústria de seguros do Brasil. “A partir deste momento, temos a certeza que atingiremos a maior capilaridade comercial do mercado na região, destacando assim, o nosso compromisso de oferecer o melhor atendimento a todos os nossos parceiros e corretores, independente da cidade onde estejam”, afirma Alexandre Moreira, Diretor Regional Minas Gerais e Centro Oeste.

 

”Sempre tivemos uma posição muito importante em Goiânia, que trabalhamos constantemente para manter e, mais do que isso, para ganhar ainda mais posições. Acreditamos muito no potencial do estado, não só para garantir o crescimento da companhia, mas o crescimento do País, com o agronegócio e as novas indústrias lá instaladas”, finaliza Marcos Machini, Vice Presidente Comercial Liberty Seguros.

Pais podem ajudar a reduzir o número de acidentes no trânsito causados por jovens

O tema segurança no trânsito é amplamente discutido e não é para menos: o Brasil é o 5º país no mundo com mais mortes relacionadas à direção imprudente. Uma pesquisa recente da Liberty Seguros​ mostrou que, no país, jovens entre 18 e 25 anos são os motoristas responsáveis pela maior parte dos acidentes envolvendo perda total do veículo e Segundo a OMS, os acidentes de trânsito são a principal causa de morte de jovens no mundo.

É possível mudar esse dado? O que faz a diferença na prevenção de acidentes envolvendo jovens? Políticas públicas educativas são de extrema relevância, assim como o papel dos pais e responsáveis pela formação consciente dos jovens em relação à direção segura. Conheça algumas dicas que podem ajudar nesse processo:

1. Não subestime o valor da autoescola

É comum no país que muitos pais ajudem seus filhos a “burlar” a autoescola e até mesmo o exame de direção, prática que, além de ilegal, pode colocar muitas vidas em risco. É na autoescola que o jovem condutor irá aprender sobre as leis de trânsito, entender as consequências de um acidente grave e conhecer as boas práticas da direção defensiva. Pular essa etapa do processo pode comprometer a relação do jovem com o volante.

2. Seja o exemplo   

​Nos Estados Unidos, algumas auto escolas exigem que os pais estejam presentes na primeira aula também, para que possam aprender como dar um exemplo positivo aos seus filhos. Isso pode ser revelador para adultos, que acabam percebendo que possuem maus hábitos de direção há anos enquanto seus filhos observam.​

Se você se identificou com esse caso, você não é o único. As estatísticas sobre os hábitos de direção de adultos são surpreendentes. Um estudo da Liberty Mutual mostrou que 91% dos pais falam ao telefone enquanto dirigem, e 59% enviam mensagens de texto. Cerca de 20% dos pais admitiram que já dirigiram sob a influência de álcool, 49% já dirigiram sem cinto de segurança, e mais de 88% dirigem acima do limite de velocidade.​​

É importante saber que nunca é tarde para melhorar seus hábitos. Se seu filho vir você levando a segurança a sério, ele provavelmente fará o mesmo.

3. Converse sobre os riscos de beber e dirigir

Os novos motoristas precisam entender os perigos que ingerir bebidas alcoólicas e dirigir podem causar. Esse é um dos principais fatores responsáveis por acidentes de trânsito, principalmente entre jovens, sem contar que a prática, no Brasil, é considerada um crime.​

Deixe claras as regras e as consequências caso seu filho seja pego dirigindo embriagado, incluindo multas, prisão e a perda da carteira de motorista. Ao conversar sobre a pressão de amigos e colegas sobre beber, certifique-se em falar sobre como lidar com um amigo que bebeu e quer dirigir.

4. Converse sobre dirigir com sono​

Beber e dirigir não é a única coisa sobre a qual você precisa conversar com seu filho. Dirigir com sono pode afetar o julgamento, a visão, a coordenação e o tempo de reação tanto quanto álcool e drogas. Um estudo da National Sleep Foundation, nos Estados Unidos, mostrou que pessoas que dormiram duas ou menos horas nas últimas 24 horas não têm condições de dirigir e quatro ou cinco horas de sono em 24 horas ainda deixam os motoristas “significativamente debilitados”. A fundação também diz que mais da metade dos acidentes causados por sono envolvem motoristas com idade inferior a 25, portanto essa é uma pauta que não deve ser deixada de lado.

5. Elimine as distrações​

​De acordo com estatísticas, a condução distraída é responsável por mais da metade dos acidentes envolvendo novos motoristas. Uma pesquisa da Liberty Mutual mostrou que 90% dos jovens falam ao celular enquanto dirigiam e 78% disseram que já enviaram mensagens de texto.​

​Mas os celulares não são o único problema. Amigos no carro, música e olhar alguma coisa dentro do veículo estão entre os principais culpados, representando 37% dos acidentes causados por motoristas distraídos.​

A boa notícia é que existem tecnologias disponíveis para ajudar a eliminar algumas dessas distrações e mudar o comportamento do seu filho na direção, como apps que podem ser baixados no celular.

Um deles é o Cellcontrol, que permite que você coloque limites no que o seu filho pode ou não fazer ao telefone enquanto estiver no carro em movimento. Você também pode customizar o app para “zona de passageiro”, o que significa que ele só vai funcionar nas áreas de passageiros do carro. Assim que colocar o telefone na área do motorista, ele bloqueia as mensagens novamente.

Outro app muito útil é o Direção em Conta, desenvolvido pela Liberty Seguros, que por meio da tecnologia de telemetria consegue avaliar como o motorista está dirigindo, identificando alguns comportamentos impróprios como frenagens ou acelerações bruscas e o uso do celular durante o trânsito.  O lado positivo – que pode servir como um incentivo a mais para seu filho dirigir com cautela – é que os bons condutores podem ganhar até 30% de descontos nos seguros da empresa, que normalmente são mais altos para quem acabou de tirar a carta.

Icatu Seguros oferece assinatura digital para contratação de seguro de vida

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Líder entre as seguradoras independentes no mercado brasileiro de Seguros de Vida, Previdência Privada e Capitalização, a Icatu Seguros está comercializando seguros de vida individuais por meio de assinatura digital – uma praticidade para o cliente e mais uma ferramenta para o dia a dia do corretor, já que a tecnologia utiliza a criptografia e vincula o certificado digital ao documento eletrônico que está sendo assinado, dando assim garantias de integridade e autenticidade ao processo. No Projeto Mobilidade, a plataforma está integrada à Casa do Corretor, portal em que o especialista apresenta os produtos da companhia, faz simulações e acompanha o processo de aceitação e contratação dos planos. No dia de estreia da certificação eletrônica, 25% das propostas já foram comercializadas com assinatura digital.

Segundo o gerente de Marketing e responsável pela experiência digital da Icatu, Rodrigo Pádova, a iniciativa flexibiliza o processo de contratação dos seguros, contribuindo para a melhora da performance do corretor e do atendimento ao cliente.

“A assinatura digital vai acelerar a entrega da documentação à Icatu, facilitando a vida do corretor. No entanto, ele é a melhor pessoa para entender como o cliente quer se relacionar, então, nos casos de clientes e corretores que valorizam o contato pessoal, a contratação pode continuar sendo feita no método tradicional e a formalização, de forma online”, explica.

A tecnologia está disponível também por aplicativo e poderá ser aplicada a todos os produtos do portfólio de Vida. As formas de pagamento serão as mesmas também neste formato. Para a diretora de Desenvolvimento de Produtos de Vida da Icatu, Luciana Bastos, a iniciativa traz melhor experiência para o corretor e o cliente. “No método tradicional, é preciso trazer a documentação para protocolar numa filial. O processo agora será todo mais ágil, com melhor resposta também para análise e aceitação das propostas. A expectativa é de que naturalmente essa passe a ser a forma mais utilizada para a contratação dos seguros”.

A Icatu Seguros investe permanentemente para trazer facilidades à rotina de seus mais de 4 mil corretores e trará novas funcionalidades para a Casa do Corretor, ainda no primeiro semestre, para a contratação de planos de previdência privada.

Queda da Selic faz seguradoras reverem estratégia, afirma Flávio Faggion, da Siscorp

O lucro líquido do mercado segurador no primeiro bimestre de 2018 foi de R$ 2,28 bilhões, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) analisados pela consultoria Siscorp. O ganho ficou praticamente estável comparado aos R$ 2,25 bilhões registrado no mesmo período do ano anterior.  A média do resultado do ganho equivale a 15% do volume de prêmios. Já sobre o patrimônio, 20%.

As quarto primeiras colocações do ranking são dominadas por seguradoras ligadas a bancos: Bradesco, Banco do Brasil, Caixa e Itaú. Já as seis seguintes, que completam o ranking dos dez maiores lucros, estão com seguradoras independentes como Zurich, SulAmérica, Porto Seguro, Prudential, Icatu e Liberty, que têm o corretor de seguros como principal distribuidor dos produtos, porém também mantêm acordos com bancos para oferta de apólices aos clientes da instituição financeira, seja correntistas, poupadores ou portadores de cartões de crédito.

A queda da Selic para 6,5% ao ano como decidido na última reunião do Conselho Monetário Nacional (Copom), com viés de uma nova baixa como mostra o relatório Focus, divulgado pelo Banco Central na última segunda-feira, traz impacto ao resultado financeiro em 2018.

Faggion: Em nossas projeções, a partir de 2019 já consideramos melhora dos resultados

“As seguradoras vão tomar medidas restritivas na operação, com maior rigor na aceitação, realinhamento das margens de comercialização e otimização dos processos administrativos. Algumas seguradoras deverão rever a estratégia de atuação, concentrando-a em produtos onde irão se especializar. Em nossas projeções, a partir de 2019 já consideramos melhora dos resultados, já decorrente dessas ações, mesmo com o resultado financeiro mantendo-se em níveis inferiores”, comenta Flávio Faggion, sócio da consultoria Siscorp.

 

Veja abaixo o ranking complete de janeiro e fevereiro de 2018:

Inaldo Bezerra assume presidência da AIDA Brasil

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Aconteceu na última terça feira, 28 de março, a Assembleia Geral Extraordinária da AIDA, Associação Internacional de Direito de Seguros. Na reunião, que acontece a cada dois anos, houve a eleição da nova Diretoria e do Conselho Deliberativo do biênio 2018/2020.

Sobre a nova chapa, a ex-presidente Ana Rita Petraroli explica que é um mandato de continuidade. “As chapas de renovação sempre vêm acompanhando os projetos anteriores e foi isso que trouxe o sucesso da AIDA”, afirma.

Agora, Inaldo Bezerra assume a presidência pelos próximos dois anos, mas com grandes desafios, como a realização do Congresso Mundial, que acontecerá em Outubro. “Estou muito feliz, comprometido e cheio de responsabilidade”, conta o novo presidente.

Além da eleição, houve a apreciação do relatório das atividades desenvolvidas pela gestão 2016/2018, bem como a deliberação e aprovação das contas. Nos últimos dois mandatos, a AIDA promoveu 37 eventos e inúmeras reuniões dos Grupos Nacionais de Trabalho com o intuito de fomentar a discussão do direito de seguro. Destacaram-se os Congressos Brasileiros de Direito de Seguro e Previdência e o I Seminário Manuel Póvoas.

Na Assembleia, os próximos passos e planos também foram discutidos, “todas as contas e projetos foram aprovados. Nós rompemos fronteiras e essa é a primeira grande alegria”, conclui Inaldo Bezerra.

Confira a nova chapa:

Presidente: Dr. Inaldo Bezerra Silva Júnior,

1º Vice-Presidente: Dr. Juliano Ferrer

2º Vice-Presidente: Dra. Claudia Heck Machado Oliveira,

Diretor Cultural: Dra. Angélica Lúcia Carlini,

Diretor de Relações Institucionais: Dr. Sergio Ruy Barroso de Melo

Diretor de Comunicação: Dra. Glauce Karine de Jesus Madureira Carvalhal,

Diretora de Relações Internacionais: Dra. Ivy Cassa

 

CONSELHO DELIBERATIVO

Ana Rita dos Reis Petraroli

Maria da Glória Faria

José Armando da Glória Batista

Adilson José Campoy

Washington Luís Bezerra da Silva

Antonio Penteado Mendonça

Ivan Luiz Gontijo Júnior

Luís Felipe de Freitas Braga Pellon

Lene Araújo de Lima

Luiz Tavares Pereira Filho

Márcio Alexandre Malfatti

André Luiz do Rego Monteiro Tavares Pereira

Ricardo Bechara dos Santos

Solange Beatriz Palheiro Mendes

Tecnologia ajuda a gerenciar riscos em transporte, afirma Marcos Siqueira, da Liberty

O segmento de transporte de mercadorias enfrenta muitos desafios no Brasil diante da falta de investimentos em infraestrutura e também pelo elevado índice de criminalidade com o roubo de mercadorias. Isso fez muitas companhias reverem a atuação no segmento. “A estratégia da Liberty Seguros no segmento de transportes está pautada no crescimento sustentável da empresa, que se baseia em três pilares: pessoas, sistema e produtos, afirma Marcos Siqueira, superintendente de “marine” da Liberty Seguros.
Veja abaixo trechos da entrevista concedida ao blog Sonho Seguro:
Poderia detalhar esses três pilares?
No pilar de pessoas, mapeamos os perfis adequados para cada função a fim de atingirmos a excelência no atendimento, sem perder o foco no resultado. Já em sistema, a Liberty Seguros investe na integração do sistema de averbação e faturamento, além de cotações online para facilitar o trabalho do corretor e do cliente e agilizar o atendimento em caso de sinistros. E, por fim, em produtos, focamos no plano de gerenciamento de risco e em condições desenhadas de acordo com a operação do cliente/segurado.
Como anda o setor de seguro transporte?
Nos últimos anos, por conta do aumento dos roubos de carga e na diminuição de investimentos em infraestrutura, o setor de transportes teve uma queda nos resultados. No entanto, a Liberty Seguros sempre se dedica a criar novas soluções que facilitem o dia a dia dos segurados nas estradas.
Quais as perspectivas de médio e longo prazo?
Nos médio e longo prazos, existe uma tendência significativa de melhora por conta das ações fiscalizatórios/regulatórias que os órgãos vem implementando nos últimos anos, tais como: averbação antes do início do embarque, lei de amarração de carga e MDFe.
Quais as fazem aceitar contratos neste segmento?
A Liberty acredita no segmento, por isso continuará investindo e manterá seu foco em desenvolver contratos de acordo com a necessidade do cliente.
Que tipo de gerenciamento de risco tem sido usado/exigido para mitigar o risco?
O gerenciamento de risco é sempre baseado no tipo de operação de cada cliente, como rotas, tipo de mercadoria e meio de transporte, para assim desenhamos o melhor plano de acordo com o perfil do segurado. Para atingir esse objetivo, as tecnologias mais utilizadas são: (Satélite, GSM/ GRPS, LOC Carreta, Hibrido  e RF).
Quais são as mercadorias mais visadas?
As mercadorias mais visadas atualmente, são: eletroeletrônicos, medicamentos, carnes, pneus, confecções e alimentos.
A tecnologia tem ajudado neste segmento? de exemplos.
Sim, a tecnologia tem ajudado muito a localizar mercadoria roubadas, como exemplo a utilização de iscas conectadas à satélites portáteis, que são colocadas na caixa do produto de forma aleatória, o que  dificulta a desativação pelas equipes especializadas em roubo de cargas. Além disso, a tecnologia também ajuda na prevenção de acidentes agindo no controle da velocidade do veículo transportador.

Há soluções para o seguro transporte, afirma Eduardo Michelin, da corretora Willis

O seguro para transporte de carga se tornou a dor de cabeça das seguradoras. A região mais alarmante é a do Sudeste que concentra 90% das ocorrências de cargas roubadas. Em 2017, foram registradas 30 subtrações por dia no eixo Rio-São Paulo, o que resultou em um prejuízo de R$ 1,7 bilhão. Entretanto, não há expectativa que esses números caiam, já que nos 10 primeiros dias de 2018 foram registrados 288 roubos na região, de acordo com dados das Secretarias de Segurança Pública dos dois estados.

Segundo Eduardo Michelin, responsável por transporte e náuticos  da corretora e consultoria Willis Towers Watson, o valor do seguro elevou entre 10 e 40%, dependendo da operação e as apólices que demoravam um mês para negociar, agora levam três, principalmente das companhias que comercializam alimentos, bebidas, eletrônicos e medicamentos, as mais visadas e de fácil distribuição no mercado paralelo.

O executivo ainda acrescenta que as seguradoras têm negado alguns riscos e exigido cada vez mais complexos sistemas de gerenciamento de risco, que podem variar desde iscas implementadas dentro do caminhão e da carga, passando por rastreadores no caminhão, escoltas, monitoramento dos horários e rotas dos caminhões, entre outros.

Para os próximos meses a projeção é um acréscimo no volume de movimentação de carga, devido o aquecimento da economia, entretanto, o roubo de carga ainda é uma preocupação das empresas.

Veja abaixo os principais trechos da entrevista concedida ao blog Sonho Seguro:

Quais ações podem ser tomadas para melhorar o cenário que existe atualmente?

Vivemos em um momento muito desafiador para o segmento de transporte de cargas. Com o grande índice de roubo de carga registrado no último ano, principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro, o segmento foi muito afetado e nesse momento provoca um peso gigantesco em todas as carteiras das seguradoras que passaram a ter dificuldades de resultado em função disso. Essa questão, obviamente, é repassada aos clientes que acabam tendo que pagar mais ou gastar mais para ter o seguro, pois não é apenas o prêmio em si, mas as seguradoras passaram a ser mais exigentes com o valor das franquias e com os programas de gerenciamento de risco.

Como a corretora pode ajudar?

O diferencial da WillisTowers Watson é no suporte e consultoria em relação ao gerenciamento de risco logístico. Atuamos ajudando o cliente a identificar as melhores soluções de gerenciamento, por meio da consolidação de várias ferramentas que possam ajudar nessa logística como, por exemplo, rastreador, consulta dos motoristas, rastreador móvel, emprego de escolta, escolta velada, determinação de horários e rotas. Atualmente o que viabiliza o transporte de algumas mercadorias consideradas críticas é o quanto o cliente se dedica e se compromete com as medidas de gerenciamento. É fundamental, muito mais do que o custo do seguro, o que ele faz em relação a segurança do transporte da carga dele. Quais os transportadores utilizados, a tecnologia utilizada para rastrear seus produtos, as rotas, o período do dia etc.

Ainda há solução então?

A Willis Towers Watson acredita que ainda não estamos em uma situação sem saída. Ainda há solução, basta que o cliente também tenha um pouco desse comprometimento e preocupação com o gerenciamento de risco. Os clientes que não quiserem investir nessas ferramentas de gestão ou vão pagar muito mais caro no seguro ou vão ficar eventualmente sem opção de seguradora. Além disso, deveria ser criada uma legislação específica e mais rígida para o crime de roubo de carga e receptação. Assim como investimentos em segurança pública e trabalhos de inteligência policial precisam ser intensificados.

Como os clientes estão reagindo a isso?

Os clientes sabem que o momento é delicado. Principalmente aqueles que atuam em rotas muito visadas sabem que precisam investir em gerenciamento de risco para conseguir uma negociação mais favorável com a seguradora. Entretanto, eles nos pressionam a encontrar as melhores negociações possíveis para eles.

Eles estão comprando menos ou investindo mais em gerenciamento? Quais as medidas já tomadas?

De uma forma geral, as empresas estão investindo mais no gerenciamento de risco. Claro que isso varia conforme o produto que a empresa transporta e a rota que ela faz, mas sim, nas rotas mais perigosas as empresas estão buscando soluções tanto para tentar evitar a perda da carga como também para recuperá-la após o roubo. O que existe de mais moderno em termos de rastreamento são as iscas móveis que podem ser personalizadas e escondidas na mercadoria. Elas podem estar escondidas nas embalagens dos produtos e possuem uma tecnologia híbrida que pode enviar sinal tanto por satélite quanto por rádio frequência, o que dificulta esconder/sumir com esse sinal. Ela é uma contingência, não evita a carga de ser roubada, apenas localizá-la. Ela é totalmente customizável, você coloca dentro da caixa do produto e ela pode ser camuflada muito bem, até para ter essa dificuldade do bandido localizar e eliminá-la. Entretanto essa tecnologia é utilizada para o resgate da carga após o sinistro e quanto mais rápido for a ação da equipe de gerenciamento, maiores as taxas de sucesso. Já para evitar o roubo da carga, trabalhamos com rastreadores instalados no veículo transportador. São diversos tipos, entre eles, trava de baú, sensores de abertura de porta, de presença na cabine, botão de pânico. Além do controle de horários, de transportadores, de motoristas e rotas. É um conjunto de medidas de gerenciamento de riscos que são trabalhadas.

Os clientes estão buscando outras formas de proteção?

De uma forma geral os clientes estão investindo mesmo em gerenciamento de risco. Algumas empresas contratam segurança particular para fazer o acompanhamento, mas essa operação tem um custo muito alto e não viável para a grande maioria das empresas.

 

Indicador registra “otimismo moderado” dos executivos de seguros

Desde o final do ano passado, as expectativas das empresas de seguros têm se mantido no mesmo patamar, com indicadores de confiança se situando entre 120 e 130 pontos, sinalizando um otimismo moderado. Isso é o que mostra o ICSS,  um indicador mensal que mede a confiança do setor de seguros no Brasil, divulgado pela Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor).

Esse indicador é o resultado de três variáveis: ICES (Índice de Confiança e Expectativas das Seguradoras), ICER (Índice de Confiança e Expectativas das Resseguradoras) e ICGC (Índice de Confiança das Grandes Corretoras). Todo final de mês são enviadas perguntas simples, de múltipla escolha, em que as empresas dizem sobre o que esperam que aconteça nos próximos seis meses, com relação a algumas variáveis relevantes do setor. Ao todo, aproximadamente 100 companhias são entrevistadas em cada oportunidade.

“Ressaltamos que essa avaliação favorável continua espalhada entre todos os tipos de empresas analisadas – as seguradoras, as resseguradoras e as grandes corretoras”, afirma Francisco Galiza, responsável pelo indicador.

Abaixo, o gráfico do ICSS:

Chubb faz parceria com a startup TôGarantido para ofertar apólices para “menos favorecidos”

A TôGarantido.com.br, startup acelerada pelo Catalyst Fund, iniciativa apoiada pela Fundação Bill & Melinda Gates, JP Morgan Chase e Fundação Rockefeller, se uniu a Chubb para ofertar produtos voltados à inclusão das classes menos favorecidas ao mercado de seguros.

Com valores a partir de R$39,90/mês, a estratégia é mirar nos públicos das classes C e D e oferecer, além dos pacotes que cobrem o segurado em situação de perda de saúde – necessidade de internação, doenças graves etc -, também um acesso privilegiado a serviços de saúde com preços acessíveis e populares durante a vigência da apólice, informa comunicado do grupo.

“O Produto não é um plano de saúde, mas uma alternativa econômica para quem não consegue contratar os planos de saúde tradicionais, por isso, fomos escolhidos pelo Catalyst Fund e agora pela Chubb, já que, por meio da parceria com a Chubb Brasil e a Vida Class, ofereceremos ao consumidor de baixa renda seguros que tenham grande impacto social e atendam suas maiores necessidades de proteção financeira nos momentos de doença ou incapacidade de trabalhar”, conta Felipe Cunha, CEO da TôGarantido, em nota.

Para a criação desses produtos foram realizadas uma série de workshops no Jardim Ângela (extremo sul da capital paulista), além de pesquisas quantitativas realizadas na internet com centenas de consumidores online. “A novidade permitirá que milhões de brasileiros acessem pela primeira vez os benefícios do universo do seguro”, afirma Paulo Pereira, vice-presidente de Multilines da Chubb Brasil no comunicado.

Segundo Cunha, o maior desafio é poder tangibilizar os seguros ao consumidor de baixa renda, fazendo que ele perceba benefícios concretos de estar segurado durante toda a vida útil da apólice, não apenas quando ocorre um sinistro. Como, por exemplo, descontos em serviços médicos, onde será possível ter acesso a uma série de exames e atendimento médico por preços acessíveis, a partir de R$ 45 por consulta, dependendo da especialidade escolhida.

Os seguros da empresa serão 100% digitais, podendo ser adquiridos online ou pelo celular, por meio de um sistema dotado de inteligência artificial e o auxílio de chatbot para interação.

Os seguros ofertado na parceria oferecem as seguintes garantias:

Auxílio funeral (Válido para os 3 produtos oferecidos):  despesas com funeral até R$ 3 mil, em caso de falecimento por causas naturais ou acidentais do titular ou de seus dependentes (marido/esposa + 2 filhos até 21 anos)
Acidentes pessoais (Válido para os 3 produtos oferecidos):  indenização no valor de até R$ 150 mil, em caso de morte exclusivamente por causas acidentais, do segurado titular.
Internação (Válido para o Família Saudável Plus e para o Família Saudável Pleno): indenização de R$150 por dia (limitado a 30 diárias por ano) em caso de internação do titular do seguro. Diária por Internação Hospitalar.
 
Doenças Graves (Válido para o Família Saudável Pleno): indenização no valor de R$ 5 mil, conforme plano contratado, caso o segurado receba diagnóstico de uma das doenças definidas como grave neste seguro, e desde que o primeiro diagnóstico da doença ocorra durante a vigência desta cobertura e após o período de Carência estabelecido no seguro.

Almir Fernandes deixa Cesvi para assumir diretoria de riscos industriais da BB Mapfre

Almir Fernandes é o novo diretor de Riscos Industriais e Garantia da BB e Mapfre. O executivo tem mais de 36 anos de experiência, sendo 23 no grupo espanhol, onde anteriormente liderou os negócios da Mapfre Assistência e do Cesvi (Centro de Experimentação e Segurança Viária) no país. O executivo é formado em engenharia industrial mecânica pela Universidade Santa Cecília, com MBA em Gestão Empresarial pela FGV e AMP Advanced Management Program do ISE-IESE Business School.