André Lauzana conta seus planos à frente da vice-presidência da SulAmérica

André Lauzana assume a vice-presidência comercial da SulAmérica com o desafiode preparar a área para os próximos desafios, como a economia digital, bem como evoluir o processo montado por Matias Ávila, que esteve a frente da área comercial nos últimos sete anos e fica até o final de abril na companhia.

“Matias desenvolveu um programa vencedor de parceria com os corretores pautado pela transparência, com regras claras para todos, pautado pelo meritocracia, além da expansão regional da companhia. Queremos alimentar o legado deixado por Matias e ajudar os corretores a evoluirem para enfrentarem o processo digital que vem por ai”, diz Gabriel Portella, CEO da SulAmerica.

Portella contou que Lauzana chamou a atenção do corpo executivo do grupo pelo trabalho desenvolvido como  vice-presidência de capitalização, cargo que ira acumular. “Temos um programa que visa preparar executivos para a sucessão de cargos. Ele demostrou a sua capacidade de ser um executivo comercial diferenciado ao desenvolver o segmento de capitalização, um produto que praticamente não era vendido por corretores”, disse o CEO.

Um dos feitos destacados foi conquistar os corretores para o segmento, até então um produto basicamente bancário. Hoje a SulAmérica tem 2,1 mil corretores trabalhando com capitalização. “Isso nos ajudou a  elevar de 10 mil para 17 mil imobiliárias que trabalham com o títulos de capitalização”, reforça Lauzana, que está há 21 anos em seguros e seis na SulAmérica.

A agenda já conta com 12 visitas pelo Brasil. A meta de Lauzana é buscar a diversificação da carteira dos corretores, sinalizando que quanto mais ele olhar a jornada do cliente, mais será lembrado por ele na retomada da economia. Um cliente de auto precisa de outros seguros, como vida, residência, educacional, saúde, previdência entre outros.

Segundo os executivos, o corretor é o principal parceiro da companhia e toda e qualquer parceria digital feita pelo grupo leva em conta essa premissa. “Valorizamos a inovação. Tanto que trouxemos o responsável pela tecnologia para fazer parte do comitê executivo e dividimos a área em inovação e transformação digital”, afirma Portella.

Segundo Lauzana, a SulAmérica está  debruçada sobre os novos hábitos de consumo e vamos incorporar novas tecnologias. “Como já fizemos com o reembolso digital e outros. Vamos seguir capacitando os corretores — quase 50 mil corretores foram treinados no ano passado — e também vamos ajudá-los com a sucessão familiar em seus negócios, pois entendemos a importância do relacionamento no longo prazo. Afinal, o que vendemos não é um produto e  sim serviço, conveniência e valor”, finaliza Lauzana.

 

Generali anuncia novo diretor técnico

Generali Brasil anuncia seu novo diretor Técnico e de Operações: Facundo Montenegro. O executivo possui licenciatura em Administração de Empresas pela Fundación UADE e é especialista na área de serviços desenvolvidos em posições-chave de empresas líderes. Além da extensa carreira no setor de finanças e seguros, tanto para propriedade quanto para pessoas no varejo, Facundo Montenegro tem expertise em mercados massificados e corporativos. Facundo possui excelência em inovações de sistema de Tecnologia da Informação, otimizando processos ligados ao aumento de produtividade

Abecor lança estudo no 7º Encontro de Resseguro

A Associação Brasileira das Empresas de Corretagem de Resseguro (Abecor) divulga estudo inédito sobre o comportamento e expectativas das corretoras de resseguro no país. A divulgação acontece na semana em que se realiza o O 7º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro nos dias 10 e 11 de abril, no Windsor Convention & Expo Center – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

O consultor Francisco Galiza destaca três pontos do documento:

  • Mais de 70% das corretoras de resseguro acreditam que a situação da economia brasileira estará melhor em seis meses, quando comparada à realidade atual.
  • 73% das companhias acreditam que a proporção de contratos facultativos de resseguro irá aumentar em um prazo relativamente curto no país.
  • Nesse momento, na área de resseguro brasileiro, o negócio com maior possibilidade de desenvolvimento seria o segmento de transportes.

O evento contará com a participação de Luís Roberto Barroso, ministro do Supremo Tribunal Federal, e o economista Marcos Lisboa, presidente do Insper (Instituto de Ensino e Pesquisa).

Com o apoio institucional da Confederação das Seguradoras (CNseg), o evento é realizado pela Federação Nacional das Empresas de Resseguros (Fenaber), e apoio da Escola Nacional de Seguros (ENS).

A previsão é de que 750 executivos do mercado segurador estarão presentes para debater as recentes alterações regulatórias e seus impactos para a atividade do resseguro no Brasil, as mudanças climáticas e o seguro agrícola, inovações e tendências, a competitividade do setor, entre outros.

Seguro DPVAT registra mais de 87 mil indenizações pagas no trimestre

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A Seguradora Líder, administradora do Seguro DPVAT, registrou o pagamento de 87.508 indenizações a vítimas de acidentes de trânsito no primeiro trimestre de 2018. O número mostra uma redução de 11% em relação ao mesmo período do ano passado. Entre janeiro e março, as indenizações por morte (9.196) e invalidez permanente (62.781) apresentaram queda de 2% e 15%, respectivamente, ante 2017. Já o reembolso de despesas médicas teve crescimento de 6% na mesma comparação.

Seguindo a tendência dos anos anteriores, a motocicleta permanece sendo responsável pela maior parte das indenizações: 76%, apesar de representar apenas 27% da frota nacional de veículos, de acordo com dados do Denatran. Do total de indenizações pagas no trimestre, 66.201 foram para acidentes envolvendo motocicletas. Destas, 76% foram para invalidez permanente (50.469) e 7% para morte (4.578).

A região Nordeste também lidera o número de indenizações pagas pelo Seguro DPVAT, embora sua frota seja a terceira maior do país (17% dos veículos). De janeiro a março, os estados nordestinos registraram 27.345 casos, o que corresponde a 31% do total. A região é impactada, principalmente, pelos acidentes com motocicletas (64% dos casos). Já a região Sudeste teve a maior incidência dos acidentes com vítimas fatais (34% do total de 9.196). A área concentra 49% da frota nacional de veículos do país.

No primeiro trimestre do ano, a maioria das indenizações pagas foi para vítimas do sexo masculino. A faixa etária mais atingida foi de 18 a 34 anos, representando 48% do total pago. Além disso, 23% dos acidentes indenizados ocorreram no período do anoitecer, entre 17h e 20h.

A Seguradora Líder divulga, mensalmente, os dados de indenizações pagas para que eles se tornem insumos para a construção de políticas públicas que contribuam para que o trânsito brasileiro se torne menos violento. A companhia tem o compromisso de contribuir na formulação de ações para prevenção de acidentes e educação no trânsito.

Insurtechs vieram para ficar, afirma CEO da Segurize

 

As insurtechs vieram para ficar, afirma Keyton Pedreira, CEO da Segurize, uma das startups de tecnologia de seguros destacadas no Insurtech Brasil 2018, maior evento sobre o tema realizado em São Paulo no dia 5 de abril. “Isso é irreversível. A prova está nos números dos eventos voltados para esse tema”, afirma.

Segundo José Prado, organizador do Insurtech Brasil, a segunda edição do evento contou com 700 pessoas, acima dos 300 inscritos na edição de 2017. Já o número de novatas de seguros mapeadas saltou de 25 para 57. “Mas isso já pode ter mudado, pois surge uma novidade a cada dia”, comentou Prado no fechamento do evento.

Pedreira conta que no congresso de insurtech realizado em Las Vegas em 2017, um dos principais sobre o tema no mundo, teve a oportunidade de conhecer algumas startups que já se preparavam para virar seguradora, mesmo diante das dificuldades impostas pela regulamentação diferenciada para cada um dos 50 estados que compõem os Estados Unidos.

“Na Europa elas estão ainda mais desenvolvidas. É um caminho sem volta e já bem segmentado para atender um consumidor que quer comodidade, serviços personalizados, preços acessíveis e variedade de oferta”, afirma Pedreira.

Tal revolução é determinada pelo uso da tecnologia que mudou o hábito de consumo do público, que resolve quase tudo na palma da mão, como pagar contas, fazer investimentos, reservar carros e hotéis, solicitar um guincho, marcar consultas entre outras centenas de facilidades já consolidadas no mundo. Em seguros, um dos benefícios citados é que o consumidor deixou de ser refém de preços antes passados por gerentes de bancos e corretores.

Com as insurtechs, sendo a maioria delas dedicadas a plataformas de vendas, o consumidor tem em mãos ferramentas de comparação de preços. “Começamos a ver clientes exigindo preços menores, coberturas mais amplas, o que gera a redução das margens das seguradoras por meio da competição. As seguradoras que não se adequarem vão sofrer muito”, prevê o CEO da Segurize.

Outra vantagem gerada pelas inovações trazidas pelas insurtechs está no campo da precificação do seguro. “Ter a permissão do cliente para monitorar itens como modo de dirigir ou frequência de prática esportiva, por exemplo, muda a forma de se calcular e de se vender seguro e serviços. Ao mesmo tempo em que as seguradoras vão beneficiar os bons riscos com descontos, os clientes que se mostraram imprudentes certamente adotarão hábitos mais saudáveis para ter acesso ao seguro por preços mais acessíveis. E isso é um cenário muito positivo para todos”, explica Pedreira.

A corretora Segurize foi uma das insurtechs que conquistou um espaço para se apresentar aos presentes diante do sucesso obtido desde o seu lançamento, em novembro de 2016. Em uma rápida apresentação, Keyton Pedreira contou que a insurtech surgiu de um aplicativo de vendas direcionado para pessoas em busca uma renda extra para complementar o orçamento familiar. Após o cadastro e a aprovação como ‘segurizer’, os usuários podem indicar os produtos disponíveis a familiares, amigos ou conhecidos.

“Cada indicação que se converte em negócio vale pontos que podem ser trocados por prêmios ou dinheiro”, explica Keyton. Segundo ele, a cada indicação é possível ganhar entre R$ 10 a R$ 100. “Tudo vai depender do produto que gerou a venda. Em automóvel, por exemplo, temos apólices que custam menos e R$ 1 mil e mais de R$ 20 mil”.

A iniciativa agradou e hoje a Segurize já conta com mais de 25 mil pessoas cadastradas. “Esse número é expressivo se considerarmos que o Brasil tem cerca de 50 mil corretores credenciados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão responsável por fiscalizar o setor”, compara.

O alvo da Segurize é abordar pessoas que estão fora do assédio dos bancos, seguradoras e corretoras tradicionais. “As classes A e B recebem ofertas de todos.  Segundo nossas pesquisas, 90% da classe A têm seguro.  Já as pessoas de menor renda, temos apenas 20% com seguro, de acordo com nosso estudo. Muitas vezes nem conta em banco  elas têm e por isso representam um grande potencial de consumo de proteção financeira, tanto para produtos ligados à vida, e saúde como a bens patrimoniais. Queremos ser a primeira oferta para esse público. E com o tempo, a melhora da renda da população e a cultura de seguros avançando, vamos atingir esse público com esse formato de distribuição”, acredita Pedreira.

A Segurize se apresentou nas duas edições do InsurTech Brasil. “Até o ano passado, as seguradoras não estavam muito atentas ao tema insurtech, mas o evento ajudou a mudou a visão ao trazer consciência a todos de que não se trata mais de uma tendência ou bolha. É uma mudança estrutural do setor. A edição 2018 superou todas as minhas expectativas. O público dobrou e ficou mais diversificado. Pude fazer muitos contatos aqui, com diversos tipos de investidores, como fundos de investimentos,  seguradoras, corretores e empreendedores das mais diversas áreas interessados em desenvolver projetos para todos os segmentos do setor”, finaliza.

Delphos procura startups envolvidas com o mercado segurador

Procuramos startups. Esse é o recado da Delphos, empresa especializada em soluções para o mercado segurador criada há 50 anos,  para mais de 700 pessoas que acompanham o InsurTech Brasil, considerado o maior evento de insurtechs e de inovações do mercado segurador da América Latina, que acontece hoje em São Paulo.

O evento, que está em sua segunda edição, praticamente triplicou de tamanho, diante do interesse sobre como as novatas de tecnologia podem agregar valor ao mercado segurador brasileiro, que movimenta mais de R$ 430 bilhões em vendas por ano, com ativos garantidores acima de R$ 1,2 trilhão, incluindo seguros, previdência e vida, saúde e capitalização.

A Delphos procura startups que estejam ligadas ao mercado de seguros. Segundo Sergio Delecrode, Gerente de Projetos e Desenvolvimento da Delphos, a novata pode ser de qualquer segmento, de automóvel a saúde, e atuar em diversas áreas, de backoffice até ponta de atendimento. “Temos dois projetos já em andamento. Um mais adiantado na área de saúde e outro ainda muito embrionário”, disse.

O propósito de investir em uma startup é abrir o leque de opções de atuação da Delphos. “Buscamos novas ideias, novos segmentos e novos clientes”, diz ele, ressaltando que a companhia quer ser protagonistas nesta revolução digital que está em jogo, criada por consumidor que sabem o que querem e que buscam serviços personalizados.

A  proposta da Dephos é investir financeiramente na startup em troca de alguma exclusividade a ser combinada. “Queremos exclusividade por algum período para justificar o investimento e também participar de algumas decisões”, afirma.  Além dos dois projetos que já estão sendo estudados, a Delphos montou um comitê interno de inovação e também conversa com aceleradoras, sem ter se associado a alguma até o momento.

Por enquanto, o movimento é buscar empreendedores dentro e fora de casa e implementar a cultura de inovação dentro do grupo. Segundo ele, a ideia de startup é ser rápido, mas não com cautela. “Claro que se não for rápido, acaba morrendo antes de nascer. Mas temos regras para seguir. É um rápido, mas não um rápido imediato”, finaliza.
 

Susep participa ao lado de CVM e BID da criação de boas práticas para implementação de “sandbox” no Brasil

Boa parte das mais de 700 pessoas que lotavam o auditório do evento Insurtech Brasil, que acontece hoje em São Paulo, busca entender os desafios da regulamentação para as insurtechs, algo ainda em movimento em todo o mundo e em todos os setores da economia, de bancos a compartilhamento de bens e serviços.

Todos concordam que as inovações das insurtechs têm o potencial de oferecer uma ampla gama de benefícios para o mercado segurador, em particular melhorias de eficiência, redução de custos, avaliação de risco mais aprimorada, melhor experiência aos clientes e maior inclusão financeira.

“No entanto, algumas dessas inovações também podem ter implicações negativas para o consumidor e a estabilidade financeira dos mercados de seguros. Mas a disrupção é uma realidade e temos de nos preparar para isso”, afirmou Natalie H. Hurtado, técnica da Superintendência de Seguros (Susep), presente no evento.

Em todo o mundo, a principal queixa é de que as regras são excessivas, inadequadas ou discriminatórias para as novatas. Por isso, uma das tendências consolidadas em alguns países como Inglaterra, e que deve ser brevemente implementada pela Comissão Europeia, é usar o Sandbox (caixa de areia, na tradução livre), que permite às fintechs testarem os seus produtos, serviços e modelos de negócio, em tempo real, durante um determinado período, com uma espécie de acompanhamento por parte dos reguladores. Com base nesta experiência, cria-se uma regulamentação mais adequada a economia digital já consolidada no mundo.

No Brasil, o projeto faz parte do LAB, Laboratório de Inovação Financeira, lançado no ano passado por meio de um acordo assinado pela  Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), em parceria com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), juntamente com outras instituições que integram o grupo de trabalho, entre elas a Susep.

A primeira reunião sobre esse tema aconteceu em janeiro e a próxima já está agendada para maio. Segundo ela, a participação da Susep e de outros bancos de fomentos no LAB, além do Banco Central que participa como observador, visa exatamente trazer um horizonte de como a nova economia digital deve ser encarada pelos reguladores.

Daniel H. C. Alvarenga, sócio de Noronha Advogados, cita em artigo que são muitos os benefícios a serem verificados com a implementação do “Sandbox” regulatório no Brasil, entre eles: 1-permitir que o órgão regulador trabalhe próximo as fintechs para compreender melhor o mercado e garantir que proteções adequadas ao consumidor sejam incorporadas aos novos produtos e serviços; 2- permitir que mais produtos sejam previammente testados e, assim, garantir que sejam disponibilizados produtos ao mercado em conformidade regulatória; 3- reduzir o tempo e, potencialmente, o custo de colocar ideias inovadoras no mercado; e 4- viabilizar maior acesso ao financiamento para os inovadores, vez que a redução de incerteza regulatória atrai investimentos.

A boa notícia trazida pela representante da Susep foi a boa vontade do órgão regulador em conversar com as novatas. “Nossas ações recentes, com aprovações de diversas regras, mostra nosso olhar positivo para as inovações trazidas pelas insurtechs. Mas nossa primeira meta é garantir os direitos dos consumidores. Entendemos que a regulação pode asfixiar o desenvolvimento das insurtechs, mas estamos atentos e abertos para solucionar problemas”, disse ela.

Zurich premia colaboradores da Via Varejo

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A Zurich, seguradora global com mais de 70 anos de atuação no Brasil, promoveu uma campanha, de outubro de 2017 a janeiro de 2018, junto aos colaboradores da sua parceira Via Varejo. A ação envolveu desde vendedores, analistas e assistentes e premiou 47 deles com uma viagem à capital da Suíça, Zurique.

O grupo embarcará no dia 8 de abril e retornará no dia 13 do mesmo mês. O roteiro foi cuidadosamente elaborado para propiciar uma vivência única aos convidados da Zurich, e oferecerá experiências típicas do destino, como visita aos Alpes e degustação de chocolates Suíços.

Luis Reis, diretor de Afinidades da Zurich Brasil, destaca a importância da campanha Vou com a Zurich para estreitar relacionamento com o parceiro, bem como motivar a produção sustentável de seus colaboradores. “Propiciar esse encontro por alguns dias é uma forma de valorizar, agradecer, reconhecer e celebrar a nossa sólida parceria”.

A Zurich mantém uma parceria com a Via Varejo desde 2012 para a distribuição exclusiva de seguros de Garantia Estendida Original e Roubo e Furto Qualificado de portáteis e bicicleta em todos os canais de venda das marcas Casas Bahia e Ponto Frio, assim como seguros prestamista, seguros de acidentes pessoais e seguro residencial em todos os canais de venda da marca Ponto Frio.

Fundación Mapfre recebe inscrições para premiação de ideias inovadoras

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Estão abertas até 30 de abril as inscrições para os Prêmios Fundación Mapfre à Inovação Social. A iniciativa da entidade tem como objetivo apoiar o desenvolvimento de soluções inovadoras em três categorias: Melhora da Saúde e Tecnologia Digital (e-Health), Inovação Seguradora e Mobilidade e Segurança Viária. Os melhores projetos vão receber um aporte total de 90 mil euros.

Os prêmios serão realizados, com o apoio da IE Business School, em três grandes regiões: Brasil, demais países da América Latina e Europa. Os interessados devem se inscrever no http://fundacionpremiosinovacao.mapfre.com.br. Podem participar estudantes de universidades e escolas de negócios, cientistas, pesquisadores e professores universitários e empreendedores.

“Essa iniciativa está plenamente alinhada aos pilares de atuação da Fundación Mapfre, no sentido de estimular projetos que contemplem uma função social nessas áreas. Esperamos que as propostas vencedoras tenham uma ação efetiva na melhoria do mundo em que vivemos”, afirma Wilson Toneto, CEO da Mapfre no Brasil e representante da Fundación Mapfre no país.

Os projetos, além de serem inovadores, devem ter grande potencial de impacto social e visibilidade dos pontos de vista tecnológico, econômico e organizacional. É fundamental que pelo menos um integrante trabalhe em tempo integral no projeto, além de dispor de um protótipo ou piloto com participação de usuários. Caso o projeto já receba investimento, essa não deve ser superior a 150 mil euros por ano (incluindo doações, aportes públicos ou faturamento, se houver).

Após uma semifinal brasileira, em 26 de julho, uma seleção de 27 projetos do Brasil, da América Latina (exceto Brasil) e da Europa receberão mentoria on-line para aprimorar habilidades técnicas e aprender a comunicar de forma mais efetiva suas propostas. Em outubro, nove finalistas, um de cada categoria de cada região, viajam a Madri, Espanha, para participar de coaching presencial com especialistas e passar por uma banca.

A grande final acontecerá em Madri, em 17 de outubro, onde serão conhecidos os três vencedores (um por categoria) durante uma cerimônia de encerramento que marcará o final da edição. Os custos de deslocamento e hospedagem serão cobertos pela Fundación. Os vencedores, um de cada área, recebem 30 mil euros cada um.

Conheça as categorias:

–        Melhora da Saúde e Tecnologia Digital (e-Health): reconhece projetos que melhoram a cultura da saúde, promovem condutas saudáveis e contribuem para mudar hábitos prejudiciais à saúde.

–        Inovação Seguradora: premia ideias tecnológicas que ajudam o seguro a ser mais acessível e transparente para seus clientes, que melhoram o serviço e a eficiência das companhias seguradoras e que incentivam o interesse na previdência social.

–        Mobilidade e Segurança Viária: é orientado a identificar soluções tecnológicas que reduzem a sinistralidade, racionalizam o tráfego, reduzem a poluição ambiental e criam ambientes urbanos mais sustentáveis.

SulAmérica recebe liderança global da Sharecare

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A SulAmérica, maior seguradora independente do País, recebeu nesta terça-feira (3), na sede da companhia em São Paulo, líderes globais da Sharecare, uma das maiores provedoras de soluções em saúde e bem-estar do mundo e parceira da SulAmérica no Brasil em gestão de saúde populacional. O fundador e CEO da Sharecare, Jeff Arnold, e a presidente-executiva da empresa norte-americana, Dawn Whaley, participaram de evento com os principais executivos da SulAmérica, marcando os três anos de sucesso da parceria.

Durante o painel, Jeff Arnold apresentou as iniciativas mais recentes e a visão de futuro da empresa, além de novas funcionalidades do aplicativo Sharecare, lançado no Brasil em janeiro de 2018. A ferramenta de e-health contribui para que o usuário adote um estilo de vida mais equilibrado, agregando tecnologias inovadoras para monitorar condições de saúde e engajá-lo em atividades de autocuidado.

A plataforma possui um sistema de inteligência que permite ao usuário descobrir se a sua idade cronológica corresponde à idade real do seu corpo, o RealAge. É possível, ainda, verificar o estresse a partir do tom e da intensidade de voz, além de indicadores como contagem de passos e monitoramento do sono. Com a atualização contínua desses índices, a ferramenta recalcula a idade real e trabalha para apoiar o usuário na mudança de comportamento para uma vida mais saudável, com conteúdos de especialistas e recomendações personalizadas, além de lembretes para atividades.

O aplicativo Sharecare compõe o SulAmérica Saúde Ativa, programa voltado à gestão de saúde e bem-estar dos beneficiários, com foco em qualidade de vida e prevenção de doenças. É possível realizar o download gratuito do app na Google Play Store (Android) e na Apple Store (iOS).