A corretora e consultoria Willis Towers Watson anuncia a contratação de cinco executivos com larga experiência no setor de seguros para reforçar o time de líderes da empresa no Brasil. A movimentação tem como foco ampliar a gama de soluções aos clientes da companhia e também mostra o apetite da Willis Towers Watson em intensificar sua atuação no mercado nacional. “A chegada dos novos executivos fortalece a nossa estratégia de crescimento para este ano e também reforça o nosso compromisso em ofertar serviços que vão ao encontro dos interesses dos nossos clientes”, afirma José Otávio Sampaio, head of Brazil da Willis Towers Watson.
Álvaro Trilho ingressa como diretor de Novos Negócios na estrutura de Client Management. Com 27 anos de experiência no mercado de seguros, Trilho passou grande parte deste período no comando da área de riscos de grandes companhias. O executivo é também diretor da Associação Brasileira de Gerência de Riscos (ABGR) e membro do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC). Formado em Relações Internacionais, tem pós-graduação em Marketing pela ESPM e MBA pelo Insper.
Raquel Silva ocupará a posição de head of Affinity Brazil. A executiva passou os últimos 27 anos em seguradoras e corretoras multinacionais, onde se especializou no segmento Affinity e teve a oportunidade de liderar projetos que se consolidaram em modelos inovadores de distribuição. Raquel Silva é formada em Administração de Empresas, tem MBA em Gestão Empresarial e também em Marketing, ambas pela FGV-SP.
Com mais de 15 anos de experiência no mercado segurador brasileiro, Danilo Renaldin chega para atuar como gerente de Sinistros. Formado em Direito, Renaldin possuiu know-how em sinistros de alta complexidade (Large Loss and Complexo Claims), já trabalhou em grandes corretoras e seguradoras nacionais e internacionais, sendo a última companhia a XL Catlin.
O novo time de líderes também contará com Cláudio Mello como gerente de Novos Negócios para Grandes Contas. Mello está no mercado de seguros há 30 anos, com expertise em subscrição, análise e aceitação de riscos. Com larga experiência no desenvolvimento de programas de seguros de Property e Engineering Risks, Mello ocupou, durante 10 anos, a superintendência da área de Subscrição e Aceitação de Grandes Riscos do maior conglomerado segurador brasileiro.
Completa o pool de contratações Mario Luiz Ferreira, que ingressa na Willis Towers Watson como gerente de Seguros Facultativos. O executivo traz para a consultoria e corretora sua bagagem de 21 anos de atuação no segmento, nas áreas de Seguros e Resseguros. Graduado em Marketing, Ferreira intensificará o relacionamento comercial com as seguradoras parceiras, em São Paulo, além de incrementar o volume de negócios de resseguros facultativos do grupo.
O Circuito SulAmérica de Música e Movimento anuncia o início da temporada do musical “Zeca Pagodinho – Uma História de Amor ao Samba” – em São Paulo, dia 14 de julho. O patrocínio, da maior seguradora independente do País, visa incentivar diversos eventos culturais e esportivos pelo Brasil.
“O circuito é a forma de levar a cultura por todo o Brasil, reforçando o compromisso da companhia em propiciar mais lazer e entretenimento para a sociedade e nós temos muito orgulho em receber esse espetáculo que homenageia um dos maiores nomes da nossa música popular brasileira”, afirma o diretor da regional São Paulo Capital da SulAmérica, Luciano Lima.
O musical conta a história de Jessé Gomes da Silva Filho, popularmente conhecido como Zeca Pagodinho, desde a infância no subúrbio de Xerém até o auge da fama. Ficará em cartaz na cidade da garoa de 14 de julho até 5 de agosto, no Teatro Procópio Ferreira. Conta com quatro músicos e um regente que se unem aos 13 atores, sob direção do protagonista Gustavo Gasparini.
A primeira parte do espetáculo é apresentada pelo ator Peter Brandão, que interpreta Jessé na sua fase inicial, quando se apaixonou pelo samba ainda jovem. O ator, e diretor, Gustavo Gasparini é quem faz o cantor na sua fase madura, quando Zeca atinge sua popularidade com músicas conhecidas no Brasil todo.
O Circuito SulAmérica Música e Movimento, que completa dez anos em 2018, já patrocinou espetáculos que foram sucesso em todo o país, dentre eles Tim Maia – Vale Tudo, As Noviças Rebeldes, Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz, Palavra Cantada, Turma da Mônica – O Show e recentemente Vamp – O Musical. A seguradora também patrocina eventos de esporte de participação, que buscam incentivar a prática de atividade física por meio de ações e iniciativas em diversas cidades, como o circuito Up Night Run.
SERVIÇO
Início: 14 de julho de 2018
Final: 5 de agosto de 2018
Local: Teatro Procópio Ferreira
Endereço: Rua Augusta, 2823 – Cerqueira César, São Paulo/SP
A SulAmérica, maior seguradora independente do País, foi novamente eleita pelos profissionais de recursos humanos como a mais lembrada no segmento de saúde suplementar. A cerimônia de premiação ocorreu no dia 28 de junho, no Villa Blue Tree, localizado na zona sul de São Paulo. Em sua 21ª edição, o prêmio realizado anualmente pela Fênix Editora marca a segunda vez da companhia como finalista na categoria.
“Ficamos muito honrados com este reconhecimento que comprova a excelência na entrega de nossos serviços. A SulAmérica investe continuamente em inovação e qualidade, mantendo a experiência do beneficiário e da empresa cliente sempre no centro da estratégia de negócios, e esta premiação mostra que estamos no caminho certo”, afirma a diretora técnica de Relacionamento com Clientes Saúde e Odonto da SulAmérica, Raquel Giglio. Representaram a companhia no evento as superintendentes de Relacionamentos com Clientes Adriana Lins e Gisele Lopes
A Tokio Marine comemora, neste mês de julho, 59 anos de sua chegada ao Brasil. Em um cenário ainda marcado pelo baixo desempenho econômico do País, a seguradora alcançou a marca de R$ 2 bilhões em prêmios emitidos até maio, um crescimento de 7,6% em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo dados oficiais da Susep.
No acumulado dos últimos 12 meses, o crescimento foi ainda maior, de 13,7%, com a emissão de quase R$ 5 bilhões em prêmios Esse desempenho consolida um histórico de resultados bem superiores à média do mercado de seguros no qual a Tokio Marine atua (sem VGBL, Saúde e Previdência). Nos últimos seis anos, a Companhia triplicou de tamanho, passando de R$ 1,6 bilhão, em 2011, para R$ 4,78 bilhões em prêmios emitidos no final de 2017.
“Estamos crescendo fortemente e de forma orgânica no mercado brasileiro e temos muito orgulho em comemorar quase 60 anos de presença no País. O Brasil tem uma agenda própria de demandas e nós temos plena confiança na recuperação econômica e na retomada de investimentos, que terão efeitos muito positivos sobre o mercado de seguros. A Tokio Marine continua firme no propósito de difundir a cultura do seguro e aumentar a penetração dessa indústria no PIB nacional”, afirma o presidente José Adalberto Ferrara.
Segundo o executivo, a estratégia da seguradora é investir continuamente no aprimoramento de Produtos e Serviços, alicerçada pelos pilares de Crescimento, Rentabilidade e Qualidade/Inovação. “Nosso processo de distribuição é feito 100% através dos nossos 26 mil Corretores e Assessorias, razão pela qual temos o compromisso de continuar inovando e investindo continuamente para ajudá-los a vender mais, reduzir o trabalho operacional e oferecer a melhor solução para o Cliente final”, conclui Ferrara.
A Tokio Marine é atualmente a quinta maior Seguradora do Brasil, considerando os ramos nos quais atua.
Um fraco fenômeno El Niño pode ocorrer durante a temporada de furacões no Atlântico neste ano, segundo análise da Moody’s. A agência detalha que as principais organizações meteorológicas publicaram suas previsões para a temporada de furacões no Atlântico em 2018, que se estende de 1º de junho a 30 de novembro.
Em geral, os especialistas preveem que a atividade de tempestades desta temporada se aproximará das médias históricas da Bacia do Atlântico, uma região que cobre parte do Oceano Atlântico Norte, o Mar do Caribe e o Golfo do México. “As temperaturas mais frias do que a média da superfície do mar (TSM) no Atlântico Norte tropical, junto com fortes ventos e as pressões sobre o nível do mar, darão como resultado um El Niño neutro ou fraco, que poderá originar-se durante a temporada de furacões este ano”, informa a agência.
Ao que acrescenta que, mesmo assim, “os resseguradores estão entrando na temporada de furacões com sólidas posições de capital para suportar as perdas potenciais derivadas de eventos de furacões, apesar das grandes perdas do ano passado”.
No entanto, a Moody’s informa que vários modelos preditivos estão mostrando resultados um tanto divergentes; dependendo dos períodos de tempo considerados. Embora os dados históricos se baseiem em 30 anos, sugerem uma probabilidade relativamente elevada de uma temporada próxima do normal (40%) e acima do normal (35%), o que significa que no modelo baseado em 67 anos sugere que a atividade abaixo do normal é a mais provável, com uma probabilidade de 69%, de acordo com o índice ACE.
Em média, essas previsões apontam para cerca de 13 tempestades com nome durante a temporada de 2018, com cerca de 6 destas tempestades tornando-se furacões, dos quais três poderiam alcançar o status de furacão maior. De acordo com dados fornecidos pela NOAA, em média, um ou dois furacões tocam a terra nos Estados Unidos a cada temporada.
Dadas essas previsões, a Moody’s admite que, apesar das perdas do ano passado, a indústria de resseguros tem capital suficiente para absorver as perdas relacionadas a furacões nesta temporada. Cabe lembrar que os furacões, particularmente o Harvey, Irma e Maria, juntamente com outros eventos catastróficos no ano passado, acabaram com a rentabilidade das várias resseguradoras durante o ano e levaram a rentabilidade do setor para o seu nível mais baixo desde 2005.
O resseguro está preparado para as grandes perdas. “No entanto, os níveis de capital não foram significativamente afetados, uma vez que apenas algumas resseguradoras de nível médio se concentraram em negócios imobiliários e empresas especializadas que reportaram reduções de capital no final de 2017”, informa o relatório. Além disso, enfatiza a agência, vários players aumentaram o tamanho de seus instrumentos de capital alternativo, incluindo fundos e ILS durante os últimos meses de 2017 e no primeiro trimestre de 2018.
Como resultado, “acreditamos que nossas resseguradoras qualificadas estejam bem posicionadas para lidar com grandes perdas potenciais por furacões. Após um dos anos dos mais caros registrados em termos de perdas catastróficas, os preços de resseguro de sinistros catastróficos nos EUA. só experimentaram aumentos moderados nas contas afetadas pelos sinistros, suprimidos pela superabundância de capacidade e a intensa concorrência de fontes alternativas, que puderam ser rapidamente recarregadas após os eventos do ano passado “, conclui a agência.
Nem os preços sofreram mudanças significativas. Segundo a JLT RE, “a Flórida é uma das zonas mais expostas a furacões nos EUA. mas, na área, as taxas de resseguro de catástrofe para Não Vida aumentaram em média 1,2% na renovação de 1º de junho de 2018 e permanecem 40% abaixo dos níveis de 2012.”
A MDS Brasil comunica a chegada de Ariel Couto para a posição de CEO da companhia no país. Considerado um dos mais respeitados e experientes executivos do mercado segurador brasileiro, Ariel tem ampla experiência em seguradoras e corretoras.
José Manuel Dias da Fonseca permanece no comando global da companhia, como presidente da MDS Group. O executivo acumula também a presidência do Conselho de Administração da MDS Brasil, para apoiar a operação, em particular o Ariel e a sua equipe, na tarefa de integrar cada vez mais o Brasil no grupo MDS e vice-versa, de forma a consolidar um grupo mundial cada vez mais forte e unido.
“Ariel seguramente vai trazer muito valor à MDS e ao Grupo, enlaçando nossas decisões que têm como base os valores do grupo e que visam a expansão integrada das operações”, comenta José Manuel Dias da Fonseca.
Segundo Ariel, a MDS Brasil é uma empresa que investe muito nas pessoas e em inovação, sempre com um olhar atento ao cliente e isso faz com que se diferencie no mercado nacional. “Vou dar sequência ao processo de expansão da companhia no mercado brasileiro, com uma integração cada vez maior com as unidades internacionais do grupo MDS”, afirma o novo CEO.
Formado em Administração de Empresas pela UERJ e com MBA Executivo pelo Coppead/UFRJ, Ariel Couto iniciou sua carreira no mercado de seguros em 1995, na gestão de uma corretora familiar. Desde então, passou por empresas como a corretora do grupo Brascan (atualmente Brookfield), RSA Seguros (hoje Sura) – onde foi Diretor Comercial e de Marketing, e mais recentemente, liderou o retorno da seguradora Australiana QBE ao mercado de seguros Corporativos no Brasil.
Quase 200 pessoas vibraram com a vitória que classificou o Brasil para as quartas de final na CASA AIG na última segunda-feira (2). A Casa, criada exclusivamente para o Mundial, se tornou um ponto de encontro e relacionamento para profissionais, principalmente da área de seguros, se unirem e torcerem juntos pelo país. Idealizado pela AIG, o espaço conta com dois andares totalmente temáticos, um telão de mais de quatro metros e arquibancadas. Desde o começo dos jogos, mais de 650 corretores, clientes e funcionários convidados pela AIG puderam viver a emoção do futebol.
A Casa AIG permite que os visitantes vivam a experiência de torcer pelo Brasil e conhecer as especificidades da cultura russa. Comidas e bebidas russas como Blinis, Frango à Kiev, Borscht, Varenike, Kvass e shot de vodka fazem parte do cardápio servido aos torcedores durante o intervalo e ao final de cada partida. Além da gastronomia, um grupo anima os convidados com apresentações de danças típicas do país.
Os apaixonados por futebol também podem mostrar que são bons de bola através de campeonatos de embaixadinhas, narração de gols e videogames. Na entrada, os visitantes da Casa são convidados a participar da cerimônia pão e sal, mesmo ritual que a seleção brasileira fez ao desembarcar em Sochi. Segundo a tradição russa, o costume simboliza boas-vindas e energia.
“É gratificante podermos proporcionar a experiência de profissionais se encontrarem em um ambiente totalmente informal e diferenciado para torcerem juntos em um dos campeonatos mais esperados do mundo.”, declarou Fabio Oliveira, CEO da AIG Brasil. Os eventos, que acontecem no espaço, são exclusivos a convidados da AIG e amanhã (6), haverá a transmissão da disputa entre Brasil e Bélgica.
As duas semifinais também poderão ser vistas pelos convidados da AIG nos dias 10 e 11 de julho, último dia de funcionamento do espaço. A CASA está localizada na sede no Museu do Objeto Brasileiro (Avenida Pedroso de Morais, 1.234, Pinheiros, São Paulo – SP).
Os prêmios de seguro globais aumentaram 1,5% em termos reais, para quase US$ 5 trilhões em 2017, após um aumento de 2,2% em 2016. Os prêmios de vida globais aumentaram 0,5% em 2017, enquanto os prêmios de não vida globais aumentaram 2,8%. O crescimento em ambos os setores de vida e não vida desacelerou. A queda nos prêmios de vida em mercados avançados, como EUA e Europa Ocidental, é a principal causa do entrave no crescimento geral dos prêmios globais. Os mercados emergentes, especialmente a China, continuam impulsionando o crescimento. O Swiss Re Institute espera que os prêmios globais de não vida aumentem, liderados pelos EUA, onde a economia está se fortalecendo. Para os próximos anos, ele também prevê a melhora dos prêmios de seguros de vida globais, impulsionada pelo forte crescimento na China.
A seguir, alguns comentários sobre o Brasil, destacados pelo consultor Francisco Galiza:
1) De 2015 para 2016, a elevada taxa de crescimento do VGBL (inserido pela Swiss Re no grupo “Vida”) resultou em um incremento de participação mundial do Brasil nesse tópico. Por exemplo, de 1,46% para 1,57% da receita total dos países. Por outro lado, o segmento “Não Vida” teve uma trajetória oposta, ainda em função dos fortes efeitos da crise econômica, com queda de 1,58% para 1,50% da receita total dos países.
2) De 2016 para 2017, o setor de seguros no país teve recuperação por dois motivos, quando comparado aos dados mundiais. Primeiro, o próprio crescimento de receita em reais e, segundo, o ganho cambial, pela desvalorização do dólar. Lembrar que a receita de seguros de todos os países é transformada para dólares pelo câmbio médio do ano. Com isso, ao contrário da variação assimétrica de 2015 para 2016, agora os dois segmentos cresceram, em termos de participação no mundo. O de “Não Vida”, de 1,50% para 1,63%; e o de “Vida”, de 1,57% para 1,76%.
3) No total, as participações do Brasil – em 2015, 2016 e 2017 – foram, respectivamente, 1,52%, 1,54% e 1,70% do mercado segurador mundial. Isto é, apesar das dificuldades, houve crescimento no período em questão. Atualmente, o país ocupa a 12ª posição geral no mercado segurador mundial.
4) Enfim, para concluir, é sempre bom lembrar que, nesse estudo da Swiss Re, não está incluído o seguro saúde. Assim, para evitar discussões teóricas – como, por exemplo, se o VGBL deve ser ou não incluído nesse cálculo ou que segmento das operadoras de saúde devemos considerar como faturamento de seguro -, um indicador mais tranqüilo é avaliar somente a evolução do mercado de “Não Vida” na receita mundial de seguros.
5) Isso está representado no gráfico abaixo, com a análise dos últimos 10 anos. Em termos didáticos, podemos separar a evolução do mercado segurador brasileiro em quatro fases. De 2007 a 2011, forte taxa positiva de crescimento. De 2011 a 2014, estabilidade na participação. De 2014 a a 2016, queda, pelos efeitos de crise econômica. De 2016 a 2017, já temos uma recuperação, embora ainda lenta.
Mundo – A publicação anual do relatório sigma de “seguro mundial” sobre tendências de crescimento e volumes de prêmios revela que a expansão dos prêmios globais desacelerou de 2,2% em 2016 para 1,5%. Os prêmios de vida globais aumentaram para cerca de US$ 2,7 trilhões em 2017, enquanto os prêmios globais de não vida aumentaram para cerca de US$ 2,2 trilhões. O crescimento em ambos os setores de vida e não vida desacelerou. A queda nos prêmios de vida em mercados avançados, como EUA ou Europa Ocidental, é a principal causa do entrave no crescimento de prêmios de vida. Um crescimento mais lento, mas ainda sólido nos mercados emergentes levou à desaceleração no setor de não vida.
No entanto, os mercados emergentes, especialmente o chinês, permanecem como impulsionadores importantes do crescimento de prêmios globais. A China continuou a estar entre os mercados de seguros que mais crescem no mundo, especialmente no setor de vida.
Nos mercados emergentes, os prêmios de vida e não vida aumentaram respectivamente, 14% e 6,1% em 2017. No setor de não vida, o crescimento desacelerou em 2017, mas ainda se manteve robusto. A desaceleração nos mercados emergentes foi em grande parte impulsionada pela China, onde a velocidade de expansão foi reduzida pela metade para uns ainda sólidos 10%. Os mercados de seguros em países emergentes superaram por décadas as economias correspondentes, dados os atuais baixos níveis de penetração de seguros. Nestes mercados, as rendas, rendimentos e bens de indivíduos e empresas estão crescendo, o que acaba impulsionando a demanda por seguros.
A China continua a ser a principal engrenagem de crescimento nos mercados emergentes. Em comparação com 2016, o crescimento desacelerou na região, mas ainda se manteve robusto. O mercado de vida chinês cresceu 21% em 2017, bem acima da sua média de dez anos de 14%. Atualmente, a China é o segundo maior mercado de vida do mundo, atrás apenas dos EUA, e representa mais da metade dos prêmios de seguros de vida dos mercados emergentes, ou 11% do total mundial.
O crescimento de prêmios de não vida nos mercados avançados permaneceu globalmente estável em 2017, em 1,9%. Nos EUA, o setor de não vida se beneficiou de taxas mais elevadas no setor automotivo, enquanto os preços nas linhas comerciais permaneceram sob pressão.
Os prêmios de vida nos mercados avançados, que caíram 2,7% em 2017, foram a principal causa do entrave no crescimento global. O mercado de vida norte-americano recuou 3,5%, impulsionado por fatores do lado da oferta, comoa saída de participantes de negócios de poupança para aposentadoria, incluindo anuidades variáveis. Nos mercados asiáticos avançados, que caíram 2,1%, as expectativas de taxas de mortalidade mais baixas têm postergado as compras de seguros de vida no Japão.
O setor de vida nos mercados avançados não conseguiu se recuperar da crise financeira de 2008. Fatores bem documentados, como ambiente econômico deprimido, salários estagnados combinados com baixas taxas de juros e regimes de solvência oscilantes, tornaram os produtos de poupança tradicionais com taxas de juros garantidas pouco atrativos para os clientes e seguradoras de vida.
Há 50 anos, o sigma vem publicando dados sobre os mercados de seguros globais, mostrando as mudanças nos padrões de crescimento e os desenvolvimentos da penetração de seguros. Desde 1960, a Ásia demonstrou contribuir de forma significativa para o crescimento de prêmios em duas ocasiões. No final dos anos 70 e no início dos anos 80, o seguro de vida no Japão estava com uma alta demanda devido aos níveis elevados de poupanças familiares e a um sistema de previdência social menos desenvolvido no país para aposentadorias por idade. Desde a crise financeira global de 2008/2009, a Ásia emergente, liderada pela China, tornou-se a maior fonte de crescimento nos mercados de seguros globais, embora os níveis de penetração tenham aumentado gradualmente em todas as regiões. Desde 1960, a estrutura regional dos mercados de seguros globais vem se deslocando da Europa e América do Norte para a Ásia avançada e emergente.
Jérôme Haegeli, economista-chefe do Swiss Re Group declara, “Naquela época, a Ásia avançada e emergente contabilizava 5% dos prêmios de seguro globais, contra 22% em 2017. Na próxima década, é provável que esse deslocamento para a China continue. Dado o número impressionante de iniciativas de infraestrutura em andamento na China, a contribuição chinesa para os prêmios de seguro mundiais pode novamente exceder as expectativas. Nas décadas seguintes, outros mercados como Índia, Indonésia, Brasil, México, Paquistão, Nigéria e Quênia podem se tornar mais importantes”.
Ao longo do tempo, a penetração (prêmios/PIB) tem aumentado consistentemente em economias emergentes. Entretanto, a penetração de não vida praticamente estagnou nos mercados avançados desde a virada do século, enquanto tem estado em uma tendência de declínio no setor de vida dos mercados avançados.
Para os próximos anos, o Swiss Re Institute prevê o aumento dos prêmios de seguros de vida globais, impulsionado pelo forte crescimento na China. No entanto, a rentabilidade continua sob pressão devido às taxas de juros baixas, ao aumento da concorrência e às alterações regulatórias.
Jérôme Haegeli diz, “O ambiente contínuo de taxas de juros baixas permanece sendo uma grande preocupação para a rentabilidade das seguradoras de vida e sua capacidade de oferecer produtos de seguros de vida de longo prazo que sejam atrativos, especialmente em combinação com tipos de Solvência II de estruturas reguladoras”.
O Swiss Re Institute também espera que os prêmios globais de não vida cresçam, liderados pelos mercados avançados, como os EUA, onde a economia está se fortalecendo. Embora os mercados de seguros em países emergentes tenham superado solidamente as economias correspondentes por décadas, o Swiss Re Institute estima que, nos próximos anos, os mercados avançados contribuirão com mais da metade dos prêmios adicionais em termos absolutos.
A SEMrush, líder global em marketing digital, preparou um estudo inédito sobre as indústrias e as regiões mais caras para se investir em publicidade paga no Brasil. Para a realização do estudo, a empresa analisou mais de 55 mil palavras-chave de 10 diferentes indústrias, incluindo publicidade online e offline durante o último ano.
O segmento de Seguros foi apontado como o mais caro, com CPC (custo por clique) médio de 0,42 dólares, seguido por Criptomoedas ($0,36), as áreas de Marketing e Publicidade ($0,14) Educação Online e Imóveis ($0,08) e a indústria de Carros e Automóveis e a de Bancos Online ($0,07).
Analisando todas as áreas pesquisadas, notou-se que a cidade de São Paulo é a mais cara para se investir em publicidade paga, seguida pelo Rio de Janeiro, enquanto o terceiro lugar é disputado por Brasília e Porto Alegre. Por outro lado, Manaus é a capital brasileira com o custo mais barato.
Seguem abaixo os dados completos de cada indústria e o custo por clique médio:
Seguros (CPC médio de 0,42)
São Paulo — $0,83
Rio de Janeiro — $0,61
Brasília — $0,54
Curitiba — $0,52
Belo Horizonte — $0,50
Porto Alegre — $0,35
Salvador — $0,29
Recife — $0,27
Fortaleza — $0,25
Manaus — $0,15
A SulAmérica amplia seu serviço de atendimento médico domiciliar. Agora, além de crianças de até 12 anos, segurados acima de 65 anos poderão solicitar o serviço, inicialmente, disponível para residentes ou em trânsito na cidade de São Paulo.
O programa oferece até dois atendimentos ao ano por beneficiário, de forma rápida, intuitiva e segura, sem fila de espera ou deslocamento ao pronto-socorro. Pelo próprio aplicativo da SulAmérica Saúde, o usuário consegue agendar o melhor horário e acompanhar o status da chegada do médico.
A solicitação do serviço poderá ser realizada pelo titular ou dependente, maior de 18 anos de idade do mesmo grupo familiar, e os segurados acima de 65 anos também podem ser o próprio solicitante. Ao acionar o ícone Médico em Casa, o usuário deverá selecionar o beneficiário que receberá o atendimento e preencher informações básicas, como local, telefone e sintomas apresentados.
O Médico em Casa é voltado para atendimentos não emergenciais, como febre, vômito, diarreia, gripe, dor de garganta, entre outros, e pode ser agendado dentro das 12 horas seguintes, respeitando a disponibilidade do serviço, que vai das 7h às 24 horas. O sistema rastreará, então, o médico mais próximo da residência. Com a confirmação do agendamento, o usuário receberá todos os dados do profissional, incluindo número de CRM e formação acadêmica.
“A SulAmérica valoriza a comodidade dos segurados, por meio de iniciativas que facilitam o cuidado com a saúde. A boa aceitação do Pediatra em Casa nos últimos meses mostra que estamos no caminho certo. Nesse cenário, o Médico em Casa chega para proporcionar uma experiência de valor ainda maior para nossos clientes, trazendo um olhar também para a terceira idade, colocando em prática conceito de cuidado coordenado de saúde”, afirma o vice-presidente de Saúde e Odonto da SulAmérica, Maurício Lopes.
Além do lançamento do atendimento para segurados acima de 65 anos, a SulAmérica expande o serviço para crianças de até 12 anos para as cidades de Barueri, Jacareí, São José dos Campos e Taubaté, localizadas no interior do estado de São Paulo. O serviço também está disponível em São Paulo, Santo André, São Caetano do Sul, São Bernardo do Campo, Salvador, Recife e Brasília.
Desde seu lançamento no final de 2017, foram mais de 1.200 atendimentos pediátricos, com índice de satisfação (NPS) superior a 90. Em 95% dos casos, a ida ao pronto-socorro mostrou-se desnecessária, comprovando a relevância e a importância da iniciativa.
Aplicativo SulAmérica Saúde – Por meio do aplicativo SulAmérica Saúde, os beneficiários conseguem acessar rapidamente, via smartphone, serviços como carteirinha virtual, rede médica referenciada, autorizações de procedimentos médicos, medicamentos com desconto e chat com a central de atendimento, além de solicitar o reembolso de consultas de até R$ 1.000,00 por meio de uma foto do recibo médico. O app, que registra mais de 1 milhão de downloads, está disponível para download na Google Play Store (Android) e na Apple Store (iOS).
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