AIG adquire Ellipse, seguradora de vida da Munich Re

A AIG e a Munich Re anunciaram hoje que a AIG Life Ltd. (AIGLL), uma subsidiária britânica da AIG Life & Retirement, concordou em adquirir a Ellipse, uma empresa especialista em proteção contra riscos de vida em grupo do Reino Unido. Os recursos de proteção de grupo da Ellipse, que incluem produtos de vida, doença grave e proteção de renda, juntamente com seu modelo de negócios habilitado por tecnologia com altos níveis de processamento direto, posicionarão a AIGLL gerenciar com eficiência os riscos de grupo para empresas de todos os portes.

Kevin Hogan, vice-presidente executivo e CEO da AIG Life & Retirement, disse: “A aquisição da Ellipse reflete nossa abordagem disciplinada de expandir seletivamente nossos negócios existentes de Life & Retirement enquanto buscamos crescimento orgânico e de oportunidades como esta. A Ellipse traz uma equipe forte com uma plataforma de negócios escalável para o nosso bem-sucedido negócio de vida no Reino Unido, voltado para a tecnologia.”

“O negócio de vida em grupo da Ellipse é complementar à oferta existente da UK Protection Individual da AIG. Isso nos posiciona para capitalizar o forte potencial de crescimento no mercado de grupos do Reino Unido, permitindo-nos oferecer um conjunto holístico de produtos de proteção inovadores que melhor atendam nossos clientes e parceiros ”, disse Adam Winslow, CEO da AIGLL.

Thomas Braune, diretor executivo de vida e resseguro de saúde da Munich Re na Europa, América Latina e Oriente Médio, disse: “Estamos felizes por ter encontrado um parceiro confiável para este negócio na AIG, combinando o ajuste estratégico correto do lado deles com um boa oportunidade para reorientarmos nossa abordagem de mercado no Reino Unido. Esta é uma ótima oportunidade para ambos os lados”.

Desde o seu lançamento em 2009, a Ellipse cresceu e se tornou o 6º maior provedor de vida em grupo do Reino Unido com base nos novos volumes de negócios de 2017. A Elipse alcançou 8% de novos prêmios de negócios e 4% de prêmios em vigor em 2017. Em maio de 2018, a empresa detém aproximadamente £ 64 milhões de prêmios em vigor e quase 4.500 apólices em vigor cobrindo mais de 370.000 vidas.

A transação, cujos termos não foram divulgados, será integralmente financiada em dinheiro. A aquisição deve ser concluída no primeiro trimestre de 2019, sujeita à aprovação regulamentar exigida. A Munich Re foi assessorada pela Fenchurch Advisory Partners.

Líder participa de audiência pública na Câmara dos Deputados para discussão do SOAT

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A Seguradora Líder participou, nesta terça-feira (19/06), de audiência pública na Comissão de Viação e Transportes (CVT) da Câmara dos Deputados para discutir o Projeto de Lei 8.338/2017. De autoria do deputado Lucas Vergílio (SD-GO), a proposta criaria o Seguro Obrigatório de Acidentes de Trânsito (SOAT), um novo modelo de seguro obrigatório de trânsito no País. Na ocasião, o diretor-presidente da Seguradora Líder, Ismar Tôrres, apresentou o histórico da criação do Seguro DPVAT, os avanços obtidos com o atual modelo de consórcio, e os resultados da atuação da Seguradora como gestora do DPVAT.

A audiência pública foi conduzida pelo deputado Hugo Leal (PSD-RJ), e contou também com a participação do diretor de solvência da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Ícaro Demarchi Araújo Leite; do diretor técnico da CNseg, Alexandre Henriques Leal Neto; e do diretor-executivo do Fundo Nacional de Saúde (FNS), Antonio Carlos Rosa de Oliveira Junior.

Pelo PL 8338/17, os proprietários de veículos poderão escolher a companhia seguradora autorizada de sua preferência para contratar o SOAT. De acordo com Ismar Tôrres, a proposta resgata o modelo vigente até 1986, em que a contratação do Seguro DPVAT era feita, diretamente, com Seguradoras e Corretores de livre escolha dos proprietários de veículos, e que não teve êxito no passado. “O modelo anterior fracassou ao não garantir cobertura universal, essência de um seguro obrigatório de trânsito. Poucos contratavam o seguro. Receber a indenização era tarefa dificílima. A vítima de acidentes precisava identificar qual seguradora teria garantido o risco, o que muitas vezes, sem a identificação do responsável pelo acidente, não era possível”, enumerou o diretor-presidente da Seguradora Líder.

Na audiência, Tôrres também destacou o caso do DPEM, o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Embarcações ou por suas Cargas, operado em livre concorrência, que não é mais comercializado desde março de 2016. Atualmente, não há qualquer embarcação com seguro DPEM. “Face à necessidade de restabelecer a cobertura aos sinistros náuticos, a Susep consultou o mercado segurador que informou não ter interesse em operacionalizar o DPEM no modelo atual. O mercado, porém, admite retomar a comercialização, caso o modelo fosse semelhante ao do Seguro DPVAT, em modelo Consórcio, similar ao administrado pela Seguradora Líder”, pontuou.

Representando a CNSeg, o diretor técnico Alexandre Henriques Leal Neto explicou que sob a ótica do cliente, a proposta do PL 8.338 traria incertezas quanto ao interesse das seguradoras em oferecer o seguro obrigatório com valores acessíveis à população, principalmente para regiões do país e categorias de veículos com alta sinistralidade, como é o caso das motocicletas e do Nordeste. Alexandre Neto também ressaltou a atuação da Seguradora Líder no combate às fraudes e no aprimoramento do modelo do Seguro DPVAT. “Nós somos favoráveis ao aperfeiçoamento do atual modelo de gestão e a Seguradora Líder vem atuando para alcançar esse objetivo com melhorias na governança interna e atuando contra às fraudes, que prejudicam a própria Seguradora e a população”, afirmou.

Aperfeiçoamento do modelo

O diretor de solvência da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Ícaro Demarchi Araújo Leite, ressaltou que o órgão acredita que o Seguro DPVAT precisa ser discutido e que no início do ano estabeleceu uma comissão para debater modelos, da qual a Seguradora Líder faz parte e já foi tema da 17ª Edição da newsletter. “Foram 5 encontros e um relatório preliminar já foi disponibilizado no site da Susep. Todos os participantes da Comissão identificaram possibilidades, desde modificar ou não o modelo do DPVAT. Muito possivelmente, ao longo do segundo semestre, teremos uma proposta final para encaminhar ao CNSP (Conselho Nacional de Seguros Privados). A Susep reconhece que houve evolução e melhoria na atual gestão da Seguradora, mas quer mais do que isso”, enfatizou.

O diretor-presidente da Seguradora Líder explicou que a Companhia, com o apoio de uma consultoria internacional, estudou seguros obrigatórios em 36 países e 40 modelos análogos foram examinados. A partir desse levantamento, a Seguradora, juntamente com a CNSeg e a FenSeg, endereçaram um documento à Susep com 19 propostas de aperfeiçoamento do modelo, entre elas a criação de uma rede de corretores de seguros em todo o Brasil – cerca de 20 mil – treinados para esclarecer dúvidas e dar entrada nos pedidos de indenização para os beneficiários.

Quando perguntados sobre o papel da CPI DPVAT e a Operação Tempo de Despertar para o aperfeiçoamento do modelo, Ícaro Dermachi deixou claro que “certamente, a Susep e a própria Seguradora Líder se debruçaram ainda mais sobre a operação e sobre a governança para reduzir significativamente a quantidade de fraudes contra o Seguro DPVAT. A própria Seguradora Líder está noticiando, com regularidade, fraudes investigadas às autoridades competentes. Uma operação grande no Ceará, por exemplo, foi deflagrada recentemente com notícias enviadas pela Seguradora”, reforçou.

Ismar Tôrres também esclareceu que o modelo atual de gestão do Seguro DPVAT não é um monopólio, já que, qualquer seguradora autorizada pela Susep a operar no País pode fazer parte do consórcio. “Para operar no consórcio do Seguro DPVAT basta que a Susep autorize. Todo ano entram e saem seguradoras. Essa é uma opção estratégica de cada companhia”, ressaltou.

Toda a audiência pública pode ser conferida clicando aqui.

NotreDame Intermédica assina acordo de compra do Grupo Samed Saúde, de Mogi das Cruzes

O Grupo NotreDame Intermédica (GNDI) divulgou que assinou  um acordo de intenção de compra do Grupo Samed Saúde, tradicional empresa do Alto do Tietê, em São Paulo, com mais de 40 anos de atuação no mercado e pioneira em planos de saúde na região. A operação engloba uma carteira com 80 mil vidas, cujos beneficiários serão incorporados pelo GNDI, 1 hospital geral em Mogi das Cruzes com 102 leitos (Hospital Santana), três Centros Clínicos (1 em Mogi das Cruzes e dois em Suzano) e um laboratório de análises clínicas.

“Crescer por meio de aquisições tem sido fundamental para que possamos sustentar um modelo de negócios que tem nos permitido oferecer planos de saúde de qualidade a um preço acessível. Além disso, a presença do GNDI numa localidade que reúne grandes empresas e 1,3 milhão de habitantes nas principais cidades da região – Mogi das Cruzes, Itaquaquecetuba, Suzano, Poá e Arujá – vai ao encontro do nosso objetivo de expandir nossa atuação em uma praça muito importante e estratégica para o Grupo”, ressalta Irlau Machado Filho, presidente do GNDI.

A transação ainda será submetida ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e, se aprovada, será a primeira aquisição do Grupo NotreDame Intermédica como empresa de capital aberto, apenas dois meses após sua estreia na Bolsa de Valores.

Nos últimos três anos, a empresa adquiriu 9 hospitais e os ativos dos planos de saúde Santamália e Unimed ABC, ambos na região do ABC Paulista, e do Grupo Cruzeiro do Sul, em Osasco. Com 50 anos de atuação na área da Saúde, a Companhia é pioneira em Medicina Preventiva e, por meio de programas estruturados, trabalha para oferecer saúde integral com acolhimento aos seus mais de 3,6 milhões de beneficiários, além de promover qualidade de vida e bem-estar, e incentivar a adoção de hábitos saudáveis.

 

VALOR: Thinkseg compra corretora Bidu

O Valor destaca que a Thinkseg, empresa que usa tecnologia para vender produtos de seguros — conhecida como “insurtech” — adquiriu toda a operação da corretora de seguros Bidu. O negócio foi fechado na última semana e envolveu “algumas dezenas de milhões de reais”, segundo Andre Gregori, presidente da Thinkseg.

Leia a noticia completa no portal do Valor Econômico.

 

Abaixo release divulgado pela Thinkseg:

 

Thinkseg compra Bidu Corretora

Nesta semana, a Thinkseg assume posição de maior insurtech de inovação do Brasil ao adquirir a start-up de seguros Bidu. As conversas entre a Thinkseg com os investidores da Bidu se iniciaram no final do ano passado. É a primeira transação entre insurtechs no setor de seguros no Brasil. Em 2018, as duas insurtechs foram mencionadas no relatório “Goldman Sachs Global Investment Research” como líderes em inovação no mercado de seguros no País.

“A compra tem o objetivo de aproveitar o conhecimento de vendas, de marketing digital e de business intelligence da Bidu”, afirma o CEO da Thinkseg, Andre Gregori.

Após a compra da Bidu, a carteira da Thinkseg passa a somar mais de 23 mil clientes ativos e quase 2 milhões de clientes cadastrados. O volume de prêmios estimado das duas insurtechs passa a ser de R$ 85 milhões, 90% referentes a prêmios de seguro auto. Além disso, a empresa incrementa sua participação de mercado na maioria dos estados do País e aumenta suas vendas online, especialmente no segmento de seguro auto, carro-chefe da Bidu desde seu lançamento.

As insurtechs Bidu, de 2011, e a Thinkseg, de 2016, são precursoras de um trabalho inovador no setor de seguros no Brasil. O ineditismo dessa operação, no segmento de insurtech no País, inicia um caminho natural para a alavancagem do modelo de negócio das start-ups de seguros via aquisição. “Somos os primeiros a realizar esse tipo de operação entre insurtechs, mas veremos outras transações no Brasil e no mundo daqui para frente”, afirma o CEO da Thinkseg.

Na avaliação do ex-CEO da Bidu, Rodolpho Gurgel, agora, sócio da Thinkseg, “o impacto das fintechs já começa a ser observado no dia a dia das pessoas e algumas destas empresas, como a Nubank, já viraram marcas consolidadas neste espaço. O impacto econômico das insurtechs será muito maior, embora esse ciclo esteja apenas começando. A combinação de expertises, como o uso de tecnologia aplicada ao marketing, como construímos na Bidu, combinada à aplicações mais especializadas de atuária e otimização de backoffice, que estão no DNA da Thinkseg, impulsionarão essa tendência”, diz Gurgel.

A Bidu, uma das primeiras corretoras de seguro online do País, tem experiência na aquisição de clientes e inteligência de dados. Hoje, é líder isolada na geração de tráfego orgânico e na captação de clientes para diversos tipos de seguros.

Já a Thinkseg tem expertise na tecnologia de parceria direta com diferentes seguradoras e empresas de assistências de seguros, o que permite a montagem de combos de seguros personalizados nos ramos auto, vida e gadgets (celular). No ramo auto, por exemplo, um produto exclusivo  segue a linha “pague como você dirige” (pay how you drive), que tem a precificação atrelada ao jeito da pessoa se comportar no volante.  As operações com os combos de seguros são concretizadas em ambiente online, seja no segmento pessoa física (B2C) ou pessoa jurídica (B2B). Atualmente, a Thinkseg tem11 seguradoras parceiras. Além delas, há mais três empresas de assistências parceiras que oferecem serviços como guincho, manutenção e reparos.

Ao contar,  agora, com modelos preditivo altamente calibrados e embasados em mais de 8 milhões de cotações, feitas desde 2011 pela Bidu, e um tráfego orgânico que chega próximo dos 600 mil usuários por mês, a Thinkseg  antecipa anos de aprendizado e interações, além de escalar suas vendas para outro patamar.

“Com a aquisição, será possível trabalhar toda a cadeia produtiva do mercado de seguros com maior flexibilidade, assertividade e eficiência, unindo a experiência da Bidu, em captação de clientes e inteligência de dados, com a capacidade da Thinkseg na formatação e precificação dinâmica de produtos de seguro em parceria com as grandes seguradoras do mercado”, diz Andre Gregori.

Apesar da aquisição, as operações e os sites de ambas as empresas permanecem independentes, garantindo toda a qualidade e variedade de produtos que são oferecidos pela Bidu e pela Thinkseg. Também como parte da transação, o ex-CEO da Bidu,  Rodolpho Gurgel, e outros 3 gestores da companhia, passam a ser sócios da Thinkseg.

Segundo dados do Comitê de Insurtechs da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, há 78 insurtechs no Brasil. No mundo, são aproximadamente 1,5 mil empresas.

 

IESS abre inscrições para o “VIII Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar”

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O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) acaba de abrir inscrições para o “VIII Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar”. Já no oitavo ano, a premiação conta com mais de 40 trabalhos laureados e algumas centenas de estudos avaliados, consolidando-se como a principal premiação de trabalhos acadêmicos com foco em saúde suplementar no Brasil. “Temos certeza que estudos muito sérios e interessantes, com ideias novas, têm ganhado visibilidade por conta o Prêmio IESS e ajudado o setor a se desenvolver”, comemora Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS. “Estamos ansiosos para ver os trabalhos que serão inscritos este ano”, complementa.

Podem ser inscritos trabalhos de conclusão de curso de pós-graduação (especialização, MBA, mestrado ou doutorado) nas áreas de Economia, Direito e Promoção de Saúde, Qualidade de Vida e Gestão em Saúde. Este ano, a cerimônia de entrega também terá espaço para exibição de pôsteres de trabalhos. Para esta categoria, além dos trabalhos de pós-graduação (especialização, MBA, mestrado e doutorado), também podem ser inscritos trabalhos de graduação (nível universitário).

As inscrições para o Prêmio IESS e para exibição de pôster são gratuitas e vão até 15 de setembro. Cada candidato pode inscrever apenas um trabalho. Veja o regulamento completo em: http://www.iess.org.br/cms/rep/regulamento.pdf.

O primeiro e o segundo lugar de cada categoria receberão prêmios de R$ 10 mil e R$ 5 mil, respectivamente, além de certificados que serão entregues em dezembro, durante a cerimônia de premiação, em São Paulo.

Artigo: Carreira em Seguros, um orgulho

por Túlio Fumis, Associate Director na Page Executive e líder para as áreas de serviços financeiros e seguros. Foi executivo sênior e consultor em seguradoras nacionais e multinacionais desde 1998

Após mais de 20 anos envolvido com seguros, seja como executivo, como consultor ou como profissional de recrutamento e seleção, me atrevo a compartilhar com os leitores deste blog algumas reflexões sobre este fantástico setor. Sim, sou entusiasta de carteirinha e admiro muito os profissionais envolvidos neste ambiente.

E quais os motivos deste entusiasmo?

Vejamos alguns pontos:

Propósito e missão – uma das grandes satisfações de um profissional durante a sua jornada é a de constatar que a atividade que escolheu faz sentido para a sociedade, bem como agrega, de maneira verdadeira, valor aos seus clientes e parceiros. A contribuição que a atividade de seguros proporciona para a população na manutenção de patrimônio, paz de espírito e continuidade de planos e sonhos é inegável.

Evolução do setor – antigamente, havia uma percepção, bastante injusta por sinal, de que profissionais que atuavam com seguros eram indivíduos que não performaram em outras áreas e migraram para o setor por falta de boas oportunidades. Com o constante desenvolvimento de novos produtos, processos e tecnologias, e consequente evolução das empresas, esta percepção mudou e hoje trabalhar no mercado segurador é tão gratificante como em qualquer outro mercado, ou mais.

Potencial de crescimento – segundo estudos recentes, o setor vem apresentando crescimento consistente e expressivo nos últimos quinze anos, sempre acima do aumento do PIB e deverá continuar a crescer significativamente no médio prazo. Aliado a isto, se analisarmos a representatividade do setor para a contribuição do PIB com a mesma análise em outros países, concluímos que ainda há muito espaço para o crescimento deste mercado no Brasil.

Oportunidades de carreira – uma vez que as perspectivas de crescimento são favoráveis, haverá uma oferta maior de oportunidades em todos os níveis e áreas, desde as mais técnicas quanto as de gestão. A demanda por profissionais capacitados e preparados, tende a acompanhar o crescimento do setor e deve oferecer chances reais de carreira e evolução.

Portanto, como podemos observar acima, há uma série de fatores que me levam a convidar os leitores a refletirem na gratificante possibilidade de trabalhar no setor de seguros e a trilhar uma carreira de sucesso cheia de oportunidades.

Atualmente liderando a área de serviços financeiros e seguros na Page Executive (Page Group), compartilharei mensalmente com o blog dicas sobre carreira, CVs, entrevistas e outros assuntos relacionados a recrutamento e seleção, voltados para empresas e profissionais de seguros.

Até breve!

O futuro do setor de seguros em debate no CIAB Febraban

Fonte: CNseg

“O futuro do setor de seguros” foi o tema de uma das palestras da Trilha de Seguros realizada no CIAB Febraban 2018, realizado entre os dias 12 e 14 de junho, em São Paulo. Todas as discussões destacaram a necessidade de “conhecer bem o cliente”. Essa foi a tônica deste painel, que contou com palestra de Tony Almeida, presidente da Wipro Technologies, com debate conduzido por Marco Antunes, vice-presidente de operações e tecnologia da SulAmérica, e moderado por Alexandre Leal, diretor Técnico da CNSeg.

Almeida ilustrou sua palestra com uma série de casos do dia a dia sobre a importância de conhecer bem o cliente para fazer uma oferta assertiva e, assim, ampliar a base atual, além de estar preparado para conquistar os jovens conectados que ingressam no mercado de consumo. “O dia a dia nos mostra que o consumidor valoriza seguradoras que criam novos produtos e reduzem o período entre a cotação e a contratação do serviço. Os jovens odeiam perder tempo com burocracia e desistem se o processo de compra ultrapassa minutos”.

Antunes, da SulAmérica, contou aos presentes que muito já foi feito no backoffice das companhias e, desde o ano passado, boa parte dos projetos já chegam ao consumidor final, como é o caso dos reembolsos digitais, abertura de pedido de serviços via smartphone e atendimento por robôs via facebook e aplicativos. “O problema é que ninguém celebra a compra de um seguro, seja qual for ele. Já quando se compra um carro, todo mundo posta foto com aquele sorriso de felicidade”, comentou.

Ciente disso, a estratégia da companhia é se relacionar com o cliente no dia a dia e não apenas no sinistro, com programas de qualidade de vida e de prevenção de riscos, oferta de benefícios diferenciados e apostar na agilidade do atendimento de pedidos de indenizações, enumera.

Segundo ele, essas novas soluções dependem da tecnologia. “Tecnologia e risco hoje são integrados. Um não existe sem o outro”, disse Antunes.  Alexandre Leal, da CNseg, indagou os participantes sobre como as seguradoras podem conviver com sistemas legados, que são os sistemas de informática antigos, mas ainda em funcionamento, transformando dados não estruturados em estruturados.

Marco Antunes afirmou que a convivência de sistemas legados com sistemas abertos tem sido o desafio da SulAmérica no último ano. “Um projeto que antes a gente levava três anos para executar, hoje não pode passar de seis meses”, calculou. Ele também afirmou que não acredita em uma empresa 100% digital e tem a firme convicção de que os corretores ganham um papel ainda mais importante para aconselhar os consumidores a escolherem as melhores propostas, além de trazerem para as companhias as necessidades de seus clientes, que eles bem conhecem.

O executivo da CNseg finalizou o painel afirmando que e a discussão trouxe muitos aspectos interessantes de controle de custos, crescimento de receitas e a importância de haver canais de atendimento para as cinco gerações de clientes que as companhias têm de atender hoje em dia. “A cadeia de valor do seguro tem muitos desafios e todos nós estamos envolvidos nesta jornada”, disse.

Seguro: especialistas debatem crescimento via educação em seminário da CNseg e do Jornal O Globo

 CNseg, em parceria com o jornal “O Globo”, realizou na manhã do dia 14 de junho, o “Seminário Nacional de Seguros”. O evento – ocorrido na sede do jornal, no Rio de Janeiro, e transmitido em tempo real pelo site e a fanpage de “O Globo” no Facebook – reuniu especialistas para debater “O Comportamento do Consumidor de Seguros e Os Desafios da Inclusão”, tema do Seminário.

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O presidente da CNseg, Marcio Coriolano

Ao abrir o Seminário, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, agradeceu ao jornal “O Globo” pela iniciativa de realizar um evento com o objetivo de discutir a educação em seguros. E destacou: “Este seminário é uma importante oportunidade de levar conhecimento estruturado e informações qualificadas sobre o seguro e sua importância para a sociedade e para o País.

Segundo Coriolano, a educação em seguros é um desafio enfrentado por todos os países, já que o mercado segurador global esforça-se em ser mais bem compreendido por seus consumidores. Para o Presidente da Confederação das Seguradoras, esse baixo entendimento faz com que a percepção da sociedade sobre a atividade continue desproporcional à sua importância na vida do cidadão e das empresas. Ou seja, o setor de seguros ainda não é visto como estratégico.

Marcio Coriolano afirmou que as características típicas do seguro – proteger riscos de pessoas, famílias, empresas, governos, e formar reservas financeiras exclusivas para pagar indenizações – colocam o setor entre os mais importantes para o bom andamento de políticas econômicas dos governos, favorecendo o desenvolvimento do País.

No Brasil, afirmou Marcio, a baixa compreensão envolve não só os consumidores finais, mas também os três poderes-Judiciário, Executivo e Legislativo. E, segundo ele, justifica o caráter estratégico assumido pelo Programa “Educação em Seguros” promovido pela CNseg, ao mesmo tempo em que explica a baixa penetração dos seguros no País.

O presidente da CNseg destacou a solidez do setor segurador nacional. “Em 2017, as seguradoras registraram mais de R$ 425 bilhões em receita e acumulam R$ 1,2 trilhão em fundo de reserva para garantir os riscos assumidos; esses ativos equivalem a 25% da dívida pública brasileira”, informou.

Apresentou, também, um balanço dos dois anos do “Programa de Educação em Seguros”: “A CNseg editou sete livretos voltados para temas do universo dos seguros, além das 22 cartilhas explicativas lançadas pelas Federações. O Facebook institucional registra 85 mil fãs e a Fanpage da Rádio CNseg já se aproxima de 50 mil seguidores. E a Rádio CNseg, tida como um dos pontos centrais de nossa estratégia de comunicação, já veiculou 2.500 horas de programação jornalística, 1.300 programas produzidos entre entrevistas e boletins, e seu conteúdo já foi veiculado por mais de 2.150 emissoras de rádio, em 1.450 municípios”, destacou.

O presidente da CNseg, assinalou, ainda, que o setor depende da retomada de ciclo virtuoso de emprego, renda e produção para uma expansão mais vigorosa. Da mesma forma, acrescentou, depende também da promoção de um ambiente regulatório estável e progressista, que facilite produtos inclusivos, dirigidos à população de rendas menores. “Defender ações estruturadas, como a regulação do governo que facilite os seguros inclusivos, está entre uma das atribuições do ‘Programa de Educação em Seguros’ da CNseg. O comportamento do novo consumidor e o desafio da inclusão, temas do seminário, integram a pauta permanente da Confederação das Seguradoras”, salientou.

Liberty Holdings, da África do Sul, sofre ataque cibernético

ATUALIZAÇÃO: Patricia Chacon, diretor de marketing da Liberty Brasil, esclareceu que essa empresa não tem ligação com a Liberty Mutual, grupo americano do qual faz parte a Liberty Seguros Brasil.

A seguradora sul-africana Liberty Holdings disse neste domingo que se tornou vítima de um ataque cibernético depois que uma pessoa de fora da organização alegou ter recolhido dados da empresa e demandou pagamento.

Liberty, na qual o Standard Bank detém uma participação de 53 por cento, foi alertada sobre um acesso ilegal não autorizado à sua infraestrutura de TI na noite de quinta-feira, disse o executivo-chefe do grupo, David Munro, em uma coletiva de imprensa neste domingo.

Liberty conversou com o autor do pedido para determinar a sua intenção, mas não fez concessões “diante de sua tentativa de extorsão”, disse Munro.

Como parte de uma investigação em andamento, a Liberty identificou e encaminhou a solução de vulnerabilidades específicas que podiam haver em sua infraestrutura de TI para proteger dados de clientes, disse ele. A seguradora alertou autoridades relevantes.

“Liberty está em um estágio avançado de investigação sobre a extensão do ataque aos dados, que neste estágio parece estar largamente centrado em emails e possivelmente anexos”, disse Munro.

“Para deixar claro, neste estágio não há evidência de que qualquer de nossos clientes tenha sofrido alguma perda financeira.”

Baeta & Associados lança portal de Saúde para corretores e clientes

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A Baeta & Associados, maior assessoria de seguros do país, desenvolveu uma nova ferramenta, que visa, principalmente, a ajudar o corretor de seguros parceiro a vender mais planos de saúde e a diversificar a sua carteira de negócios. Trata-se do portal www.saude.baeta.com.br, que será lançado na próxima segunda-feira, dia 18 de junho.

O projeto foi idealizado e desenvolvido por João Arthur M. D. Baeta Neves, que comanda a Segbox, empresa de tecnologia e marketing digital do Grupo Baeta. “A nossa estimativa é a de ter mais de mil corretores de seguros utilizando a ferramenta nos primeiros seis meses”, projeta João Arthur.

O site também será voltado para clientes, que poderão solicitar uma cotação, sendo, em seguida, direcionados para o corretor parceiro mais próximo de seu endereço. “O cliente receberá em instantes a comparação dos planos escolhidos de forma clara e objetiva”, adianta.

Para os corretores, a Baeta Saúde oferecerá ampla ajuda. Isso porque, por meio do portal, será possível criar a cotação para o cliente ou, caso o corretor ainda não tenha experiência em vender planos de saúde, solicitar a cotação.

Segundo João Arthur, a ferramenta de cotação é simples e prática. Com poucos cliques, o corretor já terá uma apresentação detalhada, incluindo valores e rede credenciada, entre outros, para enviar ao cliente. “Faremos a assessoria do início ao fim, ou seja, acompanharemos desde a criação da cotação até a implantação do plano”, explica o executivo, acrescentando que o serviço é totalmente gratuito e exclusivo para corretores parceiros da Baeta & Associados.

Ao justificar a escolha do ramo saúde, ele lembra que o mercado de assessorias cresceu voltado quase que exclusivamente para os seguros de automóvel e ramos elementares. Então, com o passar dos anos, foi identificada uma demanda crescente para os corretores “automoveiros” a venderem outros ramos.

“Viemos no embalo, nos especializando cada vez mais em outros tipos de seguros, e hoje temos uma parcela grande da produção dos corretores parceiros em planos de saúde. A partir daí, criamos a Baeta Saúde, fizemos novas parcerias com as maiores operadoras do mercado para oferecer o melhor serviço aos nossos parceiros”, acentua.

Outro fator relevante é o avanço do ramo de saúde, que já representa aproximadamente 27% da receita global das seguradoras. Se for considerado todo o mercado, incluindo operadoras, no ano passado, por exemplo, a receita com planos de saúde somou R$ 196,2 bilhões, com incremento de 10% em comparação a 2016. E a tendência de crescimento deve ser mantida nos próximos anos.

Além disso, há uma expectativa de aumento significativo da produção total dos corretores parceiros no ramo saúde, hoje na faixa de 20%. “Pretendemos aumentar essa fatia para 30% em 12 meses”, estima João Arthur.

Por fim, ele cita como ativo importante o fato de a Baeta & Associados investir forte na inovação para facilitar a vida do corretor de seguros. Com o Baeta Saúde, serão agregadas novas tecnologias voltadas para o atendimento pessoal, que trarão mais praticidade e agilidade à vida dos corretores parceiros.

O portal Baeta Saúde será lançado em coquetel para convidados, no RB1, no Centro do Rio.