Artigo: Gerenciando durante crises

Tulio Fumis

Por Túlio Fumis, Associate Partner na Page Executive e líder para as áreas de serviços financeiros, saúde e seguros

Neste quinto artigo da série das oito mais importantes preocupações dos executivos atuais, refletiremos comoas primeiras horas depois de um incidente podem determinar o sucesso ou fracasso de uma empresa.

Organizações, incluindo seguradoras, resseguradoras ou insurtechs, frequentemente se deparam com eventos como desastres naturais, ataques cibernéticos, violação de dados ou fraudes de profissionais. Como então os executivos seniores podem se preparar melhor para administrarem os impactos deste tipo de eventos?

No ano passado, empresas, universidades, hospitais e outras organizações ao redor do mundo sofreram um ataque de proporções gigantes: o maior ataque de ransomware já testemunhado (ransomwareé basicamente um programa nocivo que “sequestra” dados de computadores e que só são liberados após o pagamento de um “resgate” para os hackers que fizeram o sequestro). De acordo com a Europol (serviço Europeu de polícia, incumbido do tratamento e intercâmbio de informação criminal), milhares de computadores em mais de 150 países foram infectados pelo WannaCry, um programa de software que “embaralha” sistemas e que demandou dezenas de milhões de euros para a liberação das informações pessoais de vários colaboradores em empresas.

Eventos como estes podem potencialmente levar empresas a quebrarem. As reações dos executivos seniores, e da organização como um todo, nas primeiras horas após o evento, pode ser determinante para definir um resultado positivo por meio do qual a reputação e o valor da ação da empresa podem se manter intactos.

Organizações sempre passaram ou passam por crises periódicas e tem que lidar com isto. A grande diferença é que hoje a tecnologia, a mídia social e notícias circulando 24 horas por dia intensificaram a pressão sobre as empresas afetadas e mostram que as linhas de comunicação devem se manter abertas e bem gerenciadas o tempo todo.

Então, de maneira concreta, quais são os passos que os líderes precisam tomar para garantir que suas organizações possam sobreviver aos mais variados tipos de crises e, idealmente, se tornarem mais fortes com isto?

PRIMEIRO, DESENVOLVA SEU TIME DE GERENCIAMENTO DE CRISES

Desenvolver um “time de crises” é um bom começo. O time pode ser composto por colaboradores de toda a organização, representando vários setores da empresa, como o CEO, heads de departamentos, executivos sêniores, recursos humanos e obrigatoriamente, assessoria de imprensa.

O objetivo deste time é lidar com as principais áreas envolvidas na crise, de maneira rápida e criteriosa, e garantir que naquele momento, todos os colaboradores estejam alinhados em relação à mensagem a se passar e que ninguém esteja indo “contra a maré”.

CRIE – E TESTE – SEU PLANO DE CONTINUIDADE DE NEGÓCIOS

Criar um plano de continuidade de negócios é vital para qualquer empresa que busca minimizar as perdas decorrentes de uma parada forçada nas suas operações. O plano é essencialmente uma resposta e um projeto de recuperação que garanta atribuições e responsabilidades para pessoas em papéis chave, permitindo que a empresa continue operacional no período da interrupção abrupta.

O plano deverá incluir uma análise dos riscos e impactos no negócio, dois componentes necessários para identificar as funções críticas e recursos necessários para manter a operação, bem como os detalhes das ameaças internas e externas, sua probabilidade de acontecerem e os potencias danos que podem causar. Neste sentido, as organizações podem proteger-se de um dano maior sendo proativas em pensar nem todas as possibilidades que possam acontecer, por mais remotas que sejam.

Dieter van Mulders, Diretor Executivo Sênior do Centro de Serviços Compartilhados do PageGroup, em Barcelona, explica: “um Plano de Continuidade de Negócio para uma organização multifuncional tem três importantes dimensões a serem consideradas e balanceadas entre elas, ou que estejam em sincronia. São elas: a criticidade do serviço, o período da interrupção e o investimento que é necessário fazer para garantir a segurança do serviço”.

E continua, “pode ser um desafio para explicar para a organização ou para algumas funções que no caso de uma emergência, sue departamento não é crítico. Por exemplo, uma organização financeira com vinte sub-processos e 110 pessoas precisará cobrir apenas quatro sub-processos, e poderá fazê-lo com oito pessoas. Somente trazendo estes assuntos para a mesa antecipadamente, podemos construir e gerenciar de maneira eficiente um plano de continuidade de negócio”.

Testar o plano também é fundamental para o entendimento e mensuração de sua efetividade, ajudando a assegurar para todos os funcionários, sejam os envolvidos no plano ou aqueles que estão fora das funções vitais, que estejam informados de suas atribuições. Testar o plano faz também com que ele se mantenha como um documento “vivo” e dinâmico que será corrigido ou alterado conforme os riscos do negócio mudem, garantindo com isto que ele continue relevante e atualizado.

Junto ao plano de continuidade de negócios, desenvolver um plano de relacionamento com a mídia irá ajudar a gerenciar as notícias ruins que inevitavelmente aparecem logo em seguida ao surgimento de uma crise.

ESTEJA PREPARADO PARA REPERCUSÃO NEGATIVA NA MÍDIA SOCIAL

A reação instintiva para uma resposta negativa por parte da mídia seria fechar os canais de contato e negar qualquer responsabilidade. Mas “sem comentários” não é uma opção. Líderes seniores precisam se pronunciar e assumir suas responsabilidades. Se eles desejam manter a mente aberta e comprometer recursos para uma investigação completa, precisam limitar o dano e virar o jogo.

Isto é especialmente relevante em uma época onde quase todo mundo leva uma câmera em seu bolso e o mundo está cheio de testemunhas. As organizações precisam estar atentas ao poder da mídia social, em que notícias ruins se tornam virais com um apertar de botão.

Em 2017, o preço das ações da United Airlines despencou depois que vídeos de um passageiro sendo arrastado violentamente para fora do avião, devido a overbooking, circulou na internet. Foi apenas depois de uma enorme repercussão negativa na mídia e várias ameaças de boicote a seus voos que a empresa assumiu toda a responsabilidade pela ação. Na onda deste escândalo, a taxa de percepção dos clientes da United caiu para patamares de dez anos atrás.

Não vamos esquecer também que a mídia social não é apenas um condutor para espalhar histórias a respeito da sua empresa. Também pode ser a respeito de você mesmo, se não a tratamos com carinho.

Em uma recente “falha de mídia social”, a Virgin Trains, empresa ferroviária do Reino Unido, ficou sobre fogo por uma resposta arrogante que um colaborador deu, via Twitter, em relação a uma reclamação de uma passageira. Do mesmo modo, em 2017 a Adidas tuitou “Parabéns, você sobreviveu à Maratona de Boston!”, o que foi amplamente percebido pela população como de pouca sensibilidade, em decorrência do ataque terrorista que ocorreu nesta mesma maratona, em 2013.

Uma análise proativa das vulnerabilidades atuais irá evitar que uma organização seja arrastada para dentro de uma espiral reativa e potencialmente destrutiva. Alguns líderes estão tomando o pulso nestas ações de modo a se beneficiarem como pioneiros, e posteriormente.

RESUMO:

  • A reação de líderes sêniores nas primeiras horas de uma crise pode alavancar ou destruir uma reputação corporativa;
  • É essencial se antecipar e criar um time de crise que possa rapidamente entrar em ação quando ocorrer um incidente;
  • Uma organização deve estar preparadas para assumir sua responsabilidade quando está claro que a culpa é dela;
  • Os líderes devem estar atentos à intensa pressão que pode vir da mídia social;
  • O planejamento deve levar em consideração também uma potencial publicidade negativa gerada pelos próprios colaboradores ao usarem a mídia social corporativa.

Atualmente liderando a área de serviços financeiros e seguros na Page Executive (PageGroup), compartilharei mensalmente com o blog dicas sobre tendências, carreira, CVs, entrevistas e outros assuntos relacionados a recrutamento e seleção, voltados para empresas e profissionais de seguros.

Até breve!


Inscrições para o 21º Congresso dos Corretores já estão abertas

Fonte: Fenacor

O 21º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, que será realizado nos dias 10, 11 e 12 de outubro, na Costa do Sauipe (BA), junto com outros dois grandes eventos – o 5º Congresso Brasileiro de Saúde Suplementar e a 20ª Exposeg (a melhor e maior feira do setor de seguros) – é uma raríssima oportunidade, talvez única, para o(a) corretor(a) de seguros unir capacitação e atualização profissional, trabalho, negócios, relacionamento e lazer de primeiríssima categoria ao lado de sua família (cônjuge e filhos) em um excelente e  belíssimo local.

E tudo isso em condições excepcionais, que dificilmente poderão ser obtidas pelo corretor de seguros em outras ocasiões ou eventos.

É só conferir no hotsite do congresso. 

Em primeiro lugar, o pacote para participar do evento dá direito além da inscrição nos eventos , a três diárias em um dos melhores resorts do Brasil e no sistema All inclusive, ou seja, tudo incluído , compreendendo pensão completa e ampla programação de lazer. 

E o casal ainda pode levar duas crianças de até 11 anos e 11 meses para ficarem no mesmo quarto (duplo) do resort, sem qualquer custo adicional.

Haverá ainda intensa programação cultural e social, três grandes shows e belos passeios para acompanhantes.

No valor do pacote também já está incluso como dissemos a inscrição no Congresso e a participação nas palestras ministradas por grandes personalidades e conceituados especialistas, autoridades e lideranças do mercado, além das oficinas de trabalho e workshops Interativos. 

Na 20ª Exposeg, o congressista terá acesso às mais recentes novidades do mercado, desenvolvidas pelas seguradoras e demais expositores; fará networking; terá oportunidade de firmar novos negócios ou parcerias; e trocará experiências com colegas, além da tradicional alegria e descontração dos excelentes e muito bem estruturados estandes, tudo em um ambiente muito agradável.

Os congressistas também terão direito a assistir três grandes shows com artistas renomados e consagrados, que certamente irão agradar a todos os participantes, independente da região onde residam ou da faixa etária.

E todos os corretores e corretoras de seguros ainda poderão participar dos sorteios de seis carros zero km ao longo do evento.

Além disso, está também incluso e assegurado a todos o transfer de Salvador para Sauipe e o retorno ao aeroporto da capital da Bahia, com todo o conforto.

Então, não perca essa chance! Faça a sua inscrição neste endereço eletrônico:https://www2.fenacor.org.br/congresso/21/inscricao.php

O pagamento do pacote poderá ser feito por meio eletrônico, através de cartão de débito; crédito; ou, por boleto bancário, o qual será emitido pela Abalonne, agência oficial do evento.

A efetivação da compra do pacote será considerada válida após o recebimento da confirmação de pagamento. O comprovante de compra do pacote poderá ser impresso no sistema de inscrições, após confirmação de pagamento.

Banco Inter comemora resultado obtido com seguros


O Banco Inter, que oferece conta 100% digital e gratuita, obteve R$ 74,2 milhões de lucro líquido recorrente em 2018, um aumento de 38% na comparação com 2017. Após superar a marca de 1,45 milhão de clientes, a instituição segue ampliando o portfólio de produtos para reduzir o custo de funding e repassar a economia em taxas de juros menores e maior rentabilidade em investimentos.

Um dos destaques do banco foi seguros. “2018 foi o melhor ano da corretora cativa, Inter Seguros, com 22,3 mil adesões digitais de seguros no ano, 294% acima de 2017, quando praticamente iniciou a venda de seguro digital com uma parceria com a Liberty Seguros. As receitas de comissões totalizaram R$ 17,7 milhões, alta de 59,9% comparado ao ano anterior. Para 2019, a meta é elevar a penetração de seguros na base de clientes do banco para 4% e aumentar a oferta de produtos.

“2018 foi um ano de crescimento, em que conseguimos aprimorar a experiência do usuário e lançar novas ofertas de produtos”, diz João Vitor Menin, CEO do Banco Inter. O volume de depósitos à vista chegou a R$ 618 milhões. Com 115 mil clientes investidores, o custo de captação chegou a 81,6% do CDI, uma redução de 9,7 pontos percentuais na comparação com o quarto trimestre de 2017.

Os ativos totais de crédito do Banco Inter somaram R$ 5,6 bilhões no quarto trimestre de 2018, evolução de 57,7% em comparação ao 4T17. Destaque para a carteira de crédito ampliada que ultrapassou R$ 3,3 bilhões e para as receitas de serviços, que atingiram R$ 99 milhões e já representam 20% da receita líquida total.

Renato Campos deixa a Escola Nacional de Seguros

A Escola Nacional de Seguros (ENS) comunica que o Diretor Geral, Renato Campos Martins Filho, deixará a organização ao final de março de 2019 para se dedicar a projetos pessoais.Seu sucessor no cargo será anunciado tão logo tenha seu nome referendado pelo Conselho de Administração. A estrutura da ENS permanecerá a mesma e a transição está sendo organizada de maneira a permitir a continuidade de todos os projetos ora em curso.

Mongeral Aegon promove mudanças na estrutura comercial

Fonte: Mongeral Aegon

A seguradora Mongeral Aegon iniciou o ano com uma nova estrutura comercial. Ligados diretamente ao diretor Comercial, Osmar Navarini, Marcio Batistuti passa a responder pela diretoria de Varejo, enquanto Luis Felipe Maciel assume a nova diretoria de Negócios Corporativos.

Sob a responsabilidade de Batistuti estão as recém-criadas superintendências regionais, comandadas por Ednei Andrade (Sul), Ari Lima (São Paulo – capital), Rodrigo Moscoso (Centro-Norte), Ronaldo Gama (Sudeste), Wagner Lima (Leste), Leandro Fortunato (São Paulo – interior) e Miguel Duarte (Nordeste).Já Luis Felipe Maciel, responsável pela Diretoria de Negócios Corporativos, terá como responsabilidade as operações de vida e previdência empresarial, cooperativismo, previdência privada fechada, além das parcerias com agentes autônomos de investimento.

Cresce repasse de resseguro para o exterior, revela estudo


O crescimento na exportação de resseguro por resseguradores locais continua em ritmo acelerado, com um volume de prêmio em 2018 até setembro 30% maior que no período equivalente de 2017, revela estudo da Terra Brasis. Por outro lado, conforme esperado, a participação das resseguradoras locais no prêmio cedido por seguradoras brasileiras começa a recuar, em função das mudanças regulatórias implementas ao final de 2017 que abriram ainda mais o mercado brasileiro à importação de resseguros.

Em 2018 até setembro, resseguradoras locais receberam 70% do prêmio cedido por seguradoras brasileiras, frente a 73% do período equivalente em 2017. Acreditamos que este percentual poderá cair ainda mais durante 2019.

Em termos de resultado, as resseguradoras locais apresentaram um lucro acumulado no ano de R$ 994 milhões (IRB com R$ 846 milhões e demais locais com R$ 149 milhões), superior em 8,4% aos R$ 918 milhões (IRB com R$ 676 milhões e demais locais com R$ 242 milhões) apresentados no mesmo período do ano anterior.

A partir desta edição, na análise do comportamento das seguradoras e resseguradoras locais, acrescentamos um índice composto pela soma do sinistro de competência com o resultado de resseguro ou retrocessão dividido pelo prêmio ganho. Esta métrica é uma aproximação para a sinistralidade retida.

MetLife anuncia novo CFO para o Brasil


Fonte: MetLife

Com mais de 15 anos de carreira construída em empresas multinacionais do setor financeiro e de seguros, Francisco Espinoza é o novo CFO do Brasil.

Francisco Espinoza acaba de ser nomeado o novo CFO da MetLife no Brasil, onde assumirá todas as atividades e processos financeiros da empresa, com reporte direto ao presidente, Raphael de Carvalho.

Antes de se juntar ao time da MetLife, Francisco Espinoza acumulou experiência nas companhias EY, KPMG, CELFIN Capital e AIG, atuando no Brasil, México e Chile e liderando equipes locais e regionais.

Saúde suplementar responde por mais de 20% do saldo de empregos no País

A cadeia de saúde suplementar tem impulsionado a economia e a criação de empregos no Brasil e já responde por 8,1% da força de trabalho no País. De acordo com o  Relatório de Emprego na Cadeia da Saúde Suplementar, aferido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), o número de postos de trabalho formal no setor cresceu 3,4% na comparação entre novembro de 2018 e o mesmo mês do ano anterior. O que significa um aumento de 116,5 mil vagas.

No mesmo período, o total de empregos formais no Brasil teve avanço de apenas 1%.Olhando para o saldo de empregados, a diferença entre o total de contratados e o de demitidos, a cadeia da saúde suplementar fechou novembro de 2018 com 12,1 mil novos postos de trabalho. O que corresponde a 20,6% do saldo de 58,7 mil empregos registrado no Brasil.

Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS, aponta que regionalmente a criação de empregos ainda está bastante concentrada na Região Sudeste do País, que responde por 47,4% (5,7 mil) do saldo de empregos formais do setor em novembro de 2018. Contudo, ele destaca que outras regiões têm registrado importantes resultados. “Temos visto um fortalecimento expressivo do mercado no Centro-Oeste, com 1,5 mil novos postos de trabalho. Isso em um período em que a região encerrou 7,5 mil empregos formais no total da economia”, analisa.

Na mesma linha, a cadeia de saúde registrou saldo positivo de 234 empregos no Norte enquanto, no total da economia, foram fechados 932 postos de trabalho. “Ainda que os números sejam mais ‘modestos’ do que os registrados em outras regiões, fica evidente que o setor está contratando em ritmo superior à média nacional. O que indica que o mercado está se preparando para voltar a crescer”, pondera Carneiro.Os dados da edição mais recente do boletim já estão presentes no IESSdata, plataforma que fornece os números mais atuais do setor de saúde suplementar e da economia brasileira.

Walter Malieni assume o comando da Brasilprev

Walter Malieni, 49 anos, assume a presidência da Brasilprev no dia 21/01. Ele exercia a função de vice-presidente de Negócios Atacado do Banco do Brasil, área responsável pela gestão da rede de Comércio Exterior, gestão dos mercados Corporate, Private, de soluções empresariais e do Mercado de Capitais. Walter substitui Marco Barros, que estava na liderança da companhia desde o início de 2018. 

Em sua página no LinkedIn, ele comemorou. “É uma grande honra estar à frente dessa parceria de sucesso entre a BB Seguros, holding de seguridade do maior banco da América Latina, e o grupo americano Principal, líder mundial na gestão de investimentos financeiros. Junto com todo o time, atuarei para disseminar a importância dos investimentos de longo prazo e aprimorar, cada dia mais, a experiência dos nossos clientes”.

Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Mackenzie, Walter Malieni possui MBA Executivo em Finanças pelo Ibmec, pós-graduação em Formação Geral para Executivos pela USP e mestrado em Administração de Empresas também pela Universidade Mackenzie. 

Walter tem 25 anos de experiência no mercado financeiro, 10 deles em posição estatutária, sendo seis como vice-presidente. Além da mais recente, na área de Negócios Atacado, atuou como vice-presidente de Distribuição de Varejo e Gestão de Pessoas, vice-presidente de Controles Internos e Gestão de Riscos e diretor Comercial Estatutário da Cia. de Seguros Aliança do Brasil.

Zurich aposta em inovação digital para melhorar atendimento

Fonte: Release enviado pela Zurich

Inteligência artificial, inteligência cognitiva e machine learningforam alguns princípios básicos que possibilitaram à Zurich, seguradora global com mais de 70 anos de atuação no mercado brasileiro, aprimorar o atendimento na regulação de sinistros. Com um forte investimento em tecnologia, a seguradora reduziu o tempo de regulação para alguns tipos de sinistros, especialmente na área de Afinidades, de 24 dias para apenas três.

A ferramenta foi desenvolvida com total inteligência da equipe Zurich e é capaz de regular o sinistro sem interação humana e um único contato com a seguradora (One, como se conhece internamente), fazendo a análise e tomando a melhor decisão para o segurado. O objetivo principal, segundo o diretor de Sinistros da Zurich no Brasil, Roberto Hernández, é melhorar a experiência do cliente. A mudança nos processos resultou na diminuição de 40% das taxas de reclamações.

“Por meio de pesquisas de satisfação, passamos a entender melhor os principais problemas e desafios enfrentados na solução de sinistros e realizar mudanças em nossos processos e sistemas. Os novos investimentos da Zurich foram responsáveis por melhorar os níveis de satisfação dos clientes em 20 pontos”, conta Hernández.

Dentro do grupo Zurich, a unidade no Brasil foi uma das precursoras na robotização na área de seguros massificados. Como um exemplo, hoje, são feitos aproximadamente 50 mil pagamentos robotizados por mês. A Zurich é líder de mercado no segmento de Afinidades no Brasil.

“Precisávamos aumentar a produtividade para conseguir absorver o volume expressivo de crescimento em clientes nos últimos anos e, em paralelo, melhorar a jornada dos nossos clientes. Por exemplo, conseguimos aumentar o número de sinistros atendidos automaticamente em 185% de 2015 a 2018, quando tivemos mais de 100 mil sinistros atendidos pelo regulador virtual. A expectativa é que atingiremos 80% do nosso volume de sinistros em 2019”, afirma Hernández.