Octavio Milliet é o novo presidente da APTS

Eleito para concluir os últimos meses de mandato da atual gestão, ele tem planos para revitalizar a área de eventos da entidade.

A Assembleia Geral Extraordinária (AGE) realizada pela Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS), no dia 13 de fevereiro, com a participação de diretores e associados, elegeu por aclamação Octavio J. Milliet para o cargo de presidente. Ele cumprirá o período final de mandato da atual gestão (2017/2019), que se encerra em setembro, ocupando a vaga deixada por Osmar Bertacini, falecido em janeiro.

Na ordem de sucessão prevista no estatuto social da APTS, em caso de vacância na presidência cabe ao secretário ocupar o posto. Mas, por motivos particulares, o atual secretário Luiz Macoto Sakamoto não pode assumir o cargo. Com o apoio dos demais membros da diretoria, Milliet, que até então era membro do Conselho do Administrativo na atual gestão, aceitou a missão de conduzir a APTS até a próxima eleição. 

“É muito difícil assumir o cargo que até então pertencia ao grande profissional Osmar Bertacini, ainda mais para cumprir a parte final do mandato. Mas, conto com apoio da diretoria para desenvolver projetos e dar uma nova energia para a APTS, que deverá seguir em frente na sua missão de disseminar o conhecimento técnico em seguros”, diz Milliet. A AGE também empossou Adevaldo Calegari, ex-mentor do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP), como membro do Conselho, na vaga de Milliet.

Milliet construiu carreira de 42 anos na corretagem de seguros, ocupando posições de destaque no mercado, como as presidências da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), da Escola Nacional de Seguros (ENS), do Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo (Sincor-SP) e do Codiseg (órgão que cuidava das ações de marketing do setor de seguros), além de também ter atuado como membro do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP). Atualmente, ele exerce a função de Ouvidor do Sincor-SP.

Associado da APTS há mais de 30 anos, Milliet reverencia a memória de seus antecessores, especialmente de Bertacini e do fundador Luis López Vázquez, por suas realizações, e reconhece a importância da entidade. “A APTS é única no mercado, não apenas por sua independência, como também por seu foco original na técnica de seguros. Hoje, inúmeros cargos e funções têm em sua base a formação técnica em seguros e a APTS tem acompanhado essa evolução, oferecendo informação de qualidade”, diz. 

Apesar do curto mandato, que se encerra em setembro, o novo presidente tem planos para revitalizar a APTS, sobretudo na área de eventos. Ele adiantou que uma das ideias em pauta é resgatar os consagrados eventos do meio-dia (palestras e debates) e os seminários técnicos, em locais diferentes a cada edição. “Minha proposta é fazer a APTS ressurgir e crescer. A diretoria já tem alguns planos, que logo mais serão colocados em prática”, diz.

Seguro não pode ser aval para falta de gestão

meio ambiente

Na última segunda-feira, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles classificou como moderna a sugestão de obrigar empreendedores a contratarem um seguro contra tragédias. Mas o seguro não serviria apenas para altos riscos. O corretor Gustavo Mello exemplificou que o seguro poderia ser uma solução para empreendimentos de baixo impacto ambiental como uma marcenaria. “Então se ele apresenta uma apólice, eu não preciso ter fiscal para ir ver uma marcenaria”. A proposta vem junto ao reconhecimento de que o empreendimento não é isento de riscos. “O pó da madeira aumenta muito a probabilidade de pegar fogo e explodir”.

A blogueira da Folha fez críticas ao corretor, afirmando que tal idéia beneficia o profissional, que detém 50% de uma corretora de seguros. Afirma que a harmoniosa troca de ideias entre Mello e Salles no Roda Viva ajuda o ministro a sair de uma saia justa imposta pela sequência de tragédias que acomete o país e que poderia demandar mais atuação do Estado – com mais rigor na fiscalização de empreendimentos, por exemplo. Salles defende a tese oposta: de ‘desinchar’ o Estado e se aproximar do setor privado.

Principal pauta do dia: a reforma da Previdência

operarios previdencia

A reforma da Previdência parece caminhar a passos largos. O presidente Jair Bolsonaro disse ontem em entrevista à TV Record que pretende se debruçar sobre o texto da reforma da previdência já nesta quinta-feira em Brasília. Ele não quis bater o martelo ainda sobre a idade mínima. “A grande dúvida na idade é se passaria para 62 ou 65 os homens e para mulheres 57 ou 60. Isso será definido hoje, segundo o presidente.  Bolsonaro defende que deve levar em conta as disparidades regionais do país como as diferenças de expectativa de vida.

Na entrevista, Bolsonaro afirmou que é “obrigado a fazer a reforma porque senão o Brasil quebrará em 2022”. O Brasil gasta 28% do PIB com o pagamento do salários a servidores da ativa dos três Poderes, somando União, estados e municípios, e Previdência dos trabalhadores públicos e privados, o equivalente a R$ 1,9 trilhão. Em países como Colômbia, Chile e México, o percentual é oito a dez pontos menor. A situação determina a cautela na administração da máquina pública.

Na semana passada, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, evitou se comprometer com um prazo, mas chegou a mencionar como possível uma aprovação na Câmara até maio, quando então seria enviada ao Senado, e votada pelos colegas até julho, segundo Valor e Folha. O texto terá que passar novamente pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e por uma comissão especial. Vale lembrar que a proposta anterior levou quatro meses para superar essas fases nas comissões e mais um mês de negociações antes da primeira tentativa de votação.

Certamente essa discussão beneficiará o segmento de previdência privada aberta, uma vez que enfatiza a necessidade de cada indivíduo poupar para prover suas necessidades no futuro. Para isso, é preciso que a economia cresça para gerar empregos e renda, o que possibilitará mudar o atual quadro financeiro das famílias de inadimplência para poupança.

Estudo da Mapfre mostra impacto de raios em perda de rebanhos

As doenças, na maioria das vezes, são pontuais, enquanto que um raio pode causar a perda de mais de 100 animais em um único evento

Levantamento feito pela Mapfre constatou que, nos últimos três anos, 35% de todos os acionamentos de sinistros em rebanhos segurados pela companhia são originados por causa de raios, ficando atrás somente de doenças em animais. As descargas, além de provocar a morte do animal, também comprometem instalações elétricas, causam incêndios em plantações e propriedades.

A superintendente executiva de Seguros Gerais da Mapfre, Patricia Siequeroli, indica que os produtores são muito afetados. “Apesar de ser a segunda maior causa de sinistros, os raios concentram mais perdas. As doenças, na maioria das vezes, são pontuais, enquanto que um raio pode causar a perda de mais de 100 animais em um único evento”, pondera.

O Brasil é o país onde caem mais raios no mundo. De acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), são cerca de 50 milhões por ano, sendo 90% no verão e na primavera.

HDI e Icatu se unem em negócio de R$ 250 milhões

HDI Corretor é um aplicativo móvel que permite acessar todos os dados do seu negócio em poucos cliques

O jornal Valor Econômico informa que a seguradora alemã HDI anunciou ontem uma parceria, no valor de R$ 250 milhões, para distribuir seguros de vida e acidentes pessoais da brasileira Icatu em sua rede de corretores, até então focada em apólices de automóveis e residenciais. O negócio faz parte de um movimento das seguradoras que atuam no Brasil em fechar contratos para usar os corretores umas das outras para alavancar as vendas, assim como fizeram a AIG e a Porto Seguro no fim do ano passado.

Cliente BB Seguros agora pode notificar sinistros rurais via aplicativo

Fonte: BB Seguros

Com o objetivo de levar mais mobilidade e conveniência aos segurados, uma nova funcionalidade no aplicativo do Banco do Brasil permitirá aos clientes BB Seguros dos produtos rurais o registro de sinistros via mobile. 

A novidade, válida para as apólices de BB Seguro Agrícola, BB Seguro Agrícola Faturamento e Penhor Rural, dará aos clientes a possibilidade de comunicar o sinistro e acompanhar todas as etapas do processo em tempo real, serviços que anteriormente só podiam ser feitos por meio da Central de Relacionamento.

Além disso, o envio da documentação também poderá ser feito no momento do comunicado. Tudo de forma eletrônica. Essa solução faz parte da estratégia de transformação digital da seguradora e uma das entregas, dentre diversas outras em andamento, cujo o foco é aprimorar a experiência do cliente e trazer mais agilidade e eficiência à operação.

“Nosso papel é sempre se colocar no lugar do cliente e trazê-lo para o centro das soluções desenvolvidas em conjunto com Negócio e Tecnologia. O cliente se beneficia com processos mais simples, rápidos e cômodos e, a empresa, com toda a transformação que os processos trazem, sobretudo a cultural”, afirma Marcelle Toscano, gerente executiva de Transformação Digital e Inovação da Brasilseg, uma empresa BB Seguros.

A funcionalidade está disponível no aplicativo institucional do Banco do Brasil e é compatível com plataformas iOS (Apple) e Android (Play Store). Na ocorrência de sinistro, basta entrar no app e informar o CPF do segurado e o número da proposta de seguro.

“Disponibilizar o canal de relacionamento nos aplicativos móveis dá mais autonomia ao cliente e possibilita a melhora da experiência dele com a empresa e o produto, ao permitir maior agilidade na solução de suas necessidades. Esse aspecto é ainda mais relevante no segmento agrícola, onde normalmente os avisos de sinistro ocorrem em grande volume em curto espaço de tempo”, afirma Paulo Hora, superintendente técnico de seguros rurais da Brasilseg.

Os resultados esperados são a desburocratização do atendimento – com mais serviços disponíveis ao consumidor – e a melhora da satisfação por meio de respostas mais rápidas às suas solicitações.

Zurich amplia direito dos trabalhadores

Fonte: Zurich

A Zurich acaba de adotar mudanças em relação aos direitos do colaborador após ter filho. Com objetivo de tornar o benefício da licença mais inclusivo e adaptado às reconhecidas políticas de diversidade da companhia, todos os colaboradores, independente de gênero, estado civil e orientação sexual, agora passam a contar com a Licença Parental.

Na prática, a companhia definiu regras claras para o benefício destinado a casais homoafetivos, estendeu o prazo de licença para pais, que tenham filho biológico, seguido de ausência de parceira e também aumentou a licença para pai adotante, independente de orientação sexual, com ausência de parceiro ou parceira.

O pai biológico, que tenha filho seguido de ausência de parceira (por desaparecimento ou por falecimento) recebe extensão de 60 dias de licença, sendo 40 dias patrocinados pela Zurich seguido de 20 dias de legislação, podendo usufruir até 180 dias de licença no total, tendo em vista a legislação vigente.

O pai adotante, independente de orientação sexual, com ausência de parceiro ou parceira, também recebe extensão de 60 dias da licença prevista em legislação (40 dias patrocinados pela Zurich + 20 dias de legislação), podendo usufruir até 180 dias de licença no total.

No caso de casais homoafetivos, formados por dois homens ou duas mulheres, a licença diferenciada é destinada a apenas um dos pais ou uma das mães.  Sendo dois funcionários da companhia, um fica com a licença maior (180 dias) e outro com a licença menor (20 dias). No caso de um funcionário e outro não, o funcionário da Zurich tem sempre a premissa da licença maior (180 dias), desde que declare que o parceiro ou parceira não recebe o mesmo tipo de benefício.

“Esta mudança está alinhada com a nossa declaração de propósito de valores. A Zurich vem se destacando por meio de suas políticas de inclusão e diversidade, sendo a única seguradora no mundo a integrar a rede Stonewall’s Top Global Employers, organização de direitos humanos que advoga em favor da causa LGBT+. Além disso, recentemente fomos reconhecidos globalmente pela Revista Forbes e pela Bloomberg como uma das empresas que mais promove oportunidades de equidade no mundo”, afirma Carlos Toledo, Diretor de RH da Zurich.

Formulário unificado simplifica processo de análise dos pedidos do Seguro DPVAT

Fonte: Líder

Para garantir o acesso simplificado ao Seguro DPVAT, a Seguradora Líder trabalha constantemente na simplificação da documentação exigida para dar entrada nos pedidos de indenização. Uma das principais ações nesse sentido foi a criação do Formulário de Pedido do Seguro DPVAT, que centraliza as principais informações de vítimas/beneficiários para todas as coberturas do seguro, possibilitando mais agilidade no processo de pagamento da indenização e mais acessibilidade ao cidadão não alfabetizado. O correto preenchimento do documento é um dos principais pontos para garantir a análise correta e a rapidez para a conclusão do ciclo da indenização.

O Formulário de Pedido do Seguro DPVAT foi lançado em outubro de 2018 e substituiu três declarações exigidas anteriormente. Para processos de indenização que foram iniciados anteriores a outubro, mas ainda não foram pagos, vale o alerta: se houver pendências documentais em declarações já descontinuadas, o novo formulário deve ser utilizado na continuidade do processo, sem prejuízo para as vítimas e beneficiários.

Outro ponto de atenção é para o caso de vítimas e beneficiários que tenham um representante legal. Os dados cadastrais deverão estar preenchidos com os dados da vítima/beneficiário, mas cabe ao representante (pais, tutor ou curador) informar a sua faixa de renda e seus dados bancários; preencher o campo “Local e Data” com o nome da sua cidade; o dia, o mês e o ano do preenchimento; e assinar o formulário no campo “Assinatura do Representante Legal”. Os campos “Nome e CPF”, abaixo do campo “Local e Data”, são exclusivos para preenchimento das pessoas que assinam “a rogo”, ou seja, no lugar da vítima/beneficiário não alfabetizado, impossibilitados de assinar.

O lançamento do Formulário de Pedido do Seguro DPVAT garante também mais acessibilidade aos cidadãos não alfabetizados. Esses beneficiários deixaram de ter que apresentar formulários, declarações e procurações por instrumento público, emitidos em cartórios. Os não alfabetizados precisam indicar uma pessoa que, a seu rogo, preenchem e assinam, juntamente com duas testemunhas, todos os documentos relativos ao pedido de indenização. Nesses casos, os beneficiários precisarão apenas inserir, nos documentos, a sua impressão digital. A pessoa que assina a rogo deve apresentar as cópias de documento de identidade, CPF e comprovante de residência, mas o mesmo não é exigido das testemunhas.

Setor de seguros consolida diversificação dos seus segmentos

Fonte: CNseg

O setor de seguros fecha 2018 com arrecadação de R$ 245,6 bilhões em prêmios, informa a nova edição da Conjuntura CNseg que acaba de ser publicada pela Confederação das Seguradoras. “O ano que passou consolidou a visão de um mercado de seguros em franca diferenciação entre os seus segmentos. Há o que se comemorar no desempenho de um setor segurador maduro”, afirma Marcio Coriolano, presidente da CNseg.

Exemplo disso é o segmento de Danos e Responsabilidades com arrecadação de prêmios – sem DPVAT- de R$ 70,1 bilhões, alta de 8,1% (nominal). Com crescimento acima de dois dígitos, vale destacar a evolução dos ramos de Transportes (16,1%), Rural (11,4%), Crédito e Garantias (10,6%), Responsabilidade Civil (10,3%) e Patrimonial (10%).

“Foram os novos protagonistas da procura por proteção pela sociedade”, assinala Coriolano. As Coberturas de Pessoas também foram decisivas para o comportamento diversificado do mercado no ano. “Com receitas de R$ 41,5 bilhões, os Planos de Risco do Segmento de Pessoas, alcançaram crescimento de 9,4%, com forte contribuição do Seguro Prestamista, na esteira da alavanca do crédito pessoal e de empresas”, explica o presidente.

Para 2019, a perspectiva de desempenho do setor é positiva. “A taxa projetada de crescimento do PIB de 2,5%, após uma sequência de fraca evolução da economia, ao lado de medidas liberalizantes (reformas estruturais, a começar a da Previdência, privatizações, concessões, desregulamentação etc.), abre caminho para incorporar – democrática e produtivamente – amplas camadas da população aos mercados de consumo, da prevenção de riscos e da proteção de patrimônios, rendas, vida e saúde”, sublinha Coriolano. 

Para ele, “abrem-se, portanto, possibilidades de um novo protagonismo do setor segurador, na sequência das reformas estruturais, tornando o setor mais efetivo em proteger negócios e pessoas e retroalimentar o crescimento por meio da aplicação de seus ativos garantidores, que já alcançam R$ 965 bilhōes, ou ativos de mais de R$ 1,3 trilhão, quando consideradas as reservas não vinculadas”.

Aeroporto de Guarulhos aprova contratação de seguro garantia

aeroporto Guarulhos

DCI publica, com informações do Estadão Conteúdo, que o Conselho de Administração da concessionária do Aeroporto Internacional de Guarulhos aprovou contratação de seguro garantia para o período entre junho de 2019 e junho de 2020.

Segundo ata da reunião realizada na última sexta-feira, enviada à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a proposta prevê um limite máximo de indenização de R$ 555,320 milhões por 36 dias e endosso no mês de junho de 2019, com o limite então sendo elevado para até R$ 677,724 milhões por 329 dias.

Na reunião também foi aprovada a recomendação da diretoria de contratação de leasing para captação de até R$ 9,2 milhões pelo prazo de até 60 meses.