AXA no Brasil celebra 10 anos com nova campanha estrelada por Alisson Becker

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A AXA no Brasil lança a campanha “Juntos a cada passo da sua proteção” e apresenta um convidado especial: o goleiro Alisson Becker, que atua pelo Liverpool e pela Seleção Brasileira. A iniciativa marca a celebração dos 10 anos da seguradora no país e aprofunda os valores de confiança, proteção e parceria que a companhia compartilha com seus clientes, corretores e colaboradores.

Alisson, atleta multicampeão, foi escolhido para simbolizar a caminhada de longa data da AXA com o Liverpool. Como Parceira Oficial Global de Treinamento do clube, a AXA reforça valores que também compartilha com seus parceiros: preparação, estratégia e comprometimento. Na posição de goleiro, Alisson representa a última linha de defesa — aquele que protege o que realmente importa nos momentos decisivos

“Desde que chegamos ao Brasil, nosso compromisso é caminhar ao lado de quem confia na gente. Alisson representa essa jornada: alguém que inspira confiança, age com responsabilidade e nunca perde de vista o objetivo final”, comenta Danielle Fagaraz, diretora de Marketing da AXA no Brasil.

A campanha “Juntos a cada passo da sua proteção” é focada no digital e traz uma série de vídeos com o goleiro, que ampliam e aprofundam o conceito dos 10 anos da seguradora. “Cada conteúdo reforça pilares como proteção, cuidado e planejamento, conectando emoção à estratégia e esporte. Trazemos o rosto de um atleta reconhecido mundialmente e multicampeão para personificar essa caminhada de sucesso”, complementa Danielle.

O material será veiculado nas redes externas da AXA, nos canais internos da empresa, além de ações em eventos com corretores.

Com esta nova campanha, a AXA reafirma seu posicionamento como parceira estratégica e de longo prazo no mercado brasileiro.

E-book pioneiro sobre inovação dos corretores de seguros segue atual e disponível para leitura

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Por Denise Bueno

A Travelers, tradicional seguradora norte-americana que já teve presença no Brasil e hoje atua como acionista minoritária da insurtech Junto Seguros, deixou um legado importante no mercado nacional: a produção de um e-book “Conexão e Inovação em Seguros”. Apesar de lançado em 2017, continua extremamente atual em tendências, mas carece uma nova edição para contar as novidades das transformações deste enorme e importante canal de distribuição do setor de seguros? Borá gente! Se tiver patrocinador, eu tenho garra aqui para fazer um estudo prá lá de bacana.

O material, produzido em parceria com consultores de riscos do setor, aborda tendências que moldaram — e ainda moldam — a transformação da indústria de seguros, como a digitalização de processos, o uso de dados para subscrição, a necessidade de novos modelos de distribuição e a evolução da experiência do cliente.

Na época de seu lançamento, o conteúdo representou um olhar à frente do tempo. Hoje, em um ambiente ainda mais dinâmico, marcado pelo avanço da inteligência artificial e pelo fortalecimento das insurtechs, o e-book mantém relevância e oferece insights valiosos tanto para executivos do setor quanto para corretores e profissionais interessados no futuro dos seguros.

📖 O e-book completo pode ser acessado neste link: clique aqui para ler.

Lucro da Generali avança 25% no semestre, para R$ 59 milhões

A Generali Brasil fechou o primeiro semestre do ano com lucro de R$ 59 milhões, valor 25% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. Os prêmios emitidos totais já chegam a R$ 1,3 bilhão, dos quais 87% correspondem ao canal de massificados. O número bruto é 90% maior do que o contabilizado no mesmo período do ano anterior.  Em todo o ano de 2024, por exemplo, a Generali teve lucro de R$ 104,8 milhões, 38% superior ao que foi registrado em 2023. 

Já o Resultado Operacional ficou em R$ 89 milhões, 16% superior ao primeiro semestre do ano passado. A companhia, que atua com seguros de vida, massificados e grandes riscos, vem registrando crescimento consistente a cada período contábil.  

Com uma estratégia voltada à expansão sustentável e ao fortalecimento de parcerias comerciais, a empresa tem ampliado sua presença em todo o território nacional por meio de soluções acessíveis e produtos que acompanham a transformação digital do setor. O desempenho positivo também é resultado da otimização de processos internos e da maior eficiência operacional. 

“Os números do semestre refletem a solidez da nossa estratégia de expansão no canal de massificados, que tem sido fundamental para o nosso crescimento sustentável. Atingir R$ 1,3 bilhão em prêmios emitidos reforça que estamos no caminho certo, entregando valor para todos os nossos stakeholders”, comenta o CEO da Generali Brasil, Eric Lundgren, em nota.
 

O executivo destaca que o foco em inovação tecnológica e personalização de produtos são pilares que sustentam o crescimento da empresa. “Estamos colhendo os frutos de um trabalho contínuo de fortalecimento da operação, com foco na eficiência, inovação e na proximidade com os nossos clientes e parceiros. Seguiremos investindo em soluções que antecipam as necessidades do mercado e ampliam o acesso à proteção”, finaliza. 
 

Em 2025, a Generali completou 100 anos de atuação no Brasil. Em comemoração ao centenário, inaugurou uma mostra que resgata a história da companhia em solo brasileiro, batizada de “Spazio di Memoria”. O local, que fica na sede carioca da empresa, traz fotos, vídeos, documentos, prêmios e depoimentos, que transportam o visitante ao passado. 
 

Também iluminou o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, e lançou o livro comemorativo “O Legado do Leão”: a obra reúne declarações de colaboradores, imagens históricas, marcos institucionais e momentos que destacam o impacto da companhia no mercado segurador e na sociedade brasileira.
 

Hoje o Grupo Generali conta com cerca de 87 mil colaboradores e 71 milhões de clientes. No Brasil, consolidou sua posição como a primeira seguradora estrangeira a operar no país, desde 1925.

Clientes do Cartão Porto Bank têm 50% de desconto no musical “Ney Matogrosso – Homem com H” 

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por Porto

O Teatro Porto recebe a partir de 19 de setembro uma nova temporada do premiado musical “Ney Matogrosso – Homem com H”. Clientes do Cartão Porto Bank têm direito a 50% de desconto nos ingressos, benefício estendido também a um acompanhante. 

Com mais de 70 mil espectadores nas passagens anteriores por cinco cidades brasileiras, o espetáculo retorna a São Paulo com sessões às sextas e sábados, às 20h, e aos domingos, às 17h, até 7 de dezembro. A montagem reúne 16 atores em cena, banda ao vivo e traz o ator Renan Mattos no papel de Ney Matogrosso. 

A narrativa, assinada por Marilia Toledo e Emílio Boechat, costura episódios marcantes da trajetória do artista sem seguir uma ordem cronológica, em um formato que une dramaturgia, música e liberdade cênica. 

Clientes dos demais produtos da Porto contam com 30% de desconto nos ingressos. As vendas estãodisponíveis desde 11 de agosto, pelo site www.sympla.com.br/teatroporto e na bilheteria do Teatro Porto (Al. Barão de Piracicaba, 740 – São Paulo/SP). 

Além do desconto em peças no Teatro Porto, o Cartão Porto Bank oferece vantagens em diversas categorias de experiência e conveniência, como desconto no seguro Auto, tag de pedágio gratuita, economia no combustível com Shell Box, salas VIP em aeroportos (até 10 acessos por ano nos cartões Black e Infinite), IOF zero com cashback em compras internacionais, acúmulo de até 3,5 pontos por dólar, além de até 50% de desconto em eventos culturais, esportivos e gastronômicos, entre outros benefícios. 

Lideranças dos corretores apontam caminhos para ampliar a venda de seguro de vida

por Marcia Alves

Não são poucos os desafios para aumentar a venda de seguro de vida no país, que, segundo estimativas, é consumido por apenas 3% da população (sem considerar os seguros oferecidos por empresas aos seus empregados). Mas, é possível mudar esse cenário com a participação dos corretores de seguros, que têm papel importante não apenas na oferta dos produtos, como também na conscientização da população.  Para discutir o tema, o CVG-SP reuniu oito lideranças dos corretores de seguros, no dia 21 de agosto, no Teatro FECAP, em São Paulo (SP). 

No formato de mesa-redonda e sob a mediação do presidente do CVG-SP, Anderson Mundim, o evento debateu os “Desafios da Distribuição de Seguros de Vida”, apontando caminhos para elevar o consumo de seguro de vida no país. Após as boas-vindas de Wanderley Carneiro, pró-reitor da FECAP, parceira do CVG-SP, e do diretor de Relações com o Mercado do CVG-SP, Marcos Salum, o presidente Anderson Mundim explicou que o objetivo da entidade é propagar o seguro de vida. “Este é o nosso papel”, disse.

Alavancar o seguro de vida

Questionado sobre o papel das entidades dos corretores no fortalecimento do mercado de seguro de vida, o presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo (Sincor-SP), Boris Ber, uma das lideranças convidadas, afirmou que é preciso focar no produto. “Temos de incentivar e promover o seguro de vida”, disse. Na sua opinião, a tecnologia pode facilitar, mas não ser a única responsável por aumentar as vendas. “O corretor precisa fazer o cross sell”, disse. A especialização também é um caminho, segundo ele. “Temos de abandonar a ideia de que o corretor é um faz tudo”, disse.

Para o mentor do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP), Álvaro Fonseca, não é difícil para os corretores que atuam no seguro automóvel realizar a venda consultiva de seguro de vida. “Porque ser consultivo é entender as necessidades do cliente. A venda de seguro auto já é consultiva, temos o cliente nas mãos e conhecemos as suas necessidades”, disse. Para o presidente da União dos Corretores de Seguros (UCS), Augusto Vicente Esteves, essa tarefa seria como “pescar no próprio aquário”.

Augusto Esteves elencou ações necessárias para tornar o seguro de vida um item presente no planejamento financeiro da população: educação financeira, conscientização e foco na prevenção. “É preciso desenvolver uma comunicação eficaz com os clientes sobre os benefícios do seguro de vida de maneira clara e concisa, com uma abordagem personalizada”, disse. Além de indicar treinamento e capacitação aos corretores, ele também citou a tecnologia como meio de facilitar o processo de compra e gestão do seguro de vida.

Questionado se os corretores estão preparados tecnicamente para vender seguros de pessoas, Roberto Gonçalves Lopes Filho, presidente do Clube dos Corretores de Seguros do ABC (CCS-ABC), respondeu que apenas os especializados estão. “Os demais farão o básico, uma venda mais simples”, disse. Por isso, considera que os corretores devem aproveitar os treinamentos oferecidos por seguradoras. Para Marcos Motta, mentor do Clube dos Corretores de Seguros de Osasco e Região (CCS-OR), a grande virada do mercado de vida está nas mãos dos pequenos corretores.

“As companhias devem olhar para o pequeno corretor, porque ele é capaz de alavancar a venda de seguro de vida e mudar esse cenário no Brasil”, disse Motta. Ele respondeu, ainda, outra questão sobre a adequação dos produtos atuais às necessidades dos clientes, observando que, hoje, o seguro de vida tem coberturas atrativas, como a de doenças graves, e maior limite de aceitação, acima de 80 anos. “Mas, apesar das inovações, a penetração ainda é baixa”, reconheceu. Mundim concordou e observou que o seguro de vida deveria ser o primeiro produto vendido, à frente de outros.

“Muitos brasileiros ainda não reconhecem o seguro de vida como uma ferramenta de proteção financeira e planejamento. A necessidade do seguro ainda está focada em bens tangíveis”, disse o presidente do CVG-SP. Em seguida, Mundim quis saber a opinião de Waldimir Simões, presidente do Clube dos Corretores de Seguros da Costa da Mata Atlântica (CCS Mata Atlântica). “Vejo como barreira a falta de conhecimento do segurado. Precisamos mudar essa chave, somos formadores de opinião e devemos nos unir para incentivar a capacitação dos corretores”, disse.

“Os corretores têm potencial para vender seguro de vida, mas, às vezes, não sabem como”, disse Eduardo Minc, diretor da Câmara dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo (CamaraCor-SP), que representou, na ocasião, o presidente Jorge Teixeira Barbosa. “As seguradoras poderiam designar accounts para ajudar e mostrar aos corretores que a venda poderia fazê-los mudar de patamar”, disse. Concordou com ele Milton Ferreira, vice-presidente da Associação das Empresas de Assessoria e Consultoria de Seguros do Estado de São Paulo (Aconseg-SP).

Milton Ferreira observou que alguns corretores não estão preparados para atender clientes que preferem os meios digitais. “Às vezes, o próprio corretor trava, por não conhecer bem o processo. Por isso, não consegue instruir o cliente”, disse. Em seguida, ele comentou a campanha da Aconseg-SP “Diga sim ao seguro de vida”, que estimula a venda do produto. “Meu desafio é terminar o dia com pelo menos duas propostas de seguro de vida”, disse.

Consultor financeiro

Uma das questões que centralizou os debates foi a atuação de escritórios de investimentos na venda de seguro de vida. Para o mentor do CCS-SP, o mercado precisa investir na conscientização da população, sob o risco de os corretores perderem espaço. 

“O presidente do CVG-SP concordou e disse: “Hoje, vendem previdência e seguro de vida, e, logo mais, automóvel e patrimonial”.

Para o mentor do CCS-ABC, os consultores têm informações financeiras dos clientes que facilitam a oferta de seguro de vida. “O consultor pode até saber do patrimônio do cliente, mas os corretores estão há mais tempo com ele”, disse Milton Ferreira. “O segurado conhece a qualidade do nosso serviço e atendimento”, acrescentou Boris Ber. Após encaminhar algumas perguntas da plateia, o presidente do CVG-SP encerrou o evento. “Vimos que as entidades estão trabalhando forte. Agradeço a participação das lideranças e da plateia. O evento foi um sucesso”, disse Mundim.

Grupo Austral tem lucro de R$ 56,1 milhões no primeiro semestre de 2025 

Alexandra Monteiro Austral Re

O grupo Austral fechou o primeiro semestre de 2025 com R$ 2,3 bilhões de prêmios emitidos. A companhia, que abrange as operações de Austral Seguradora e Austral Resseguradora, registrou um lucro líquido de R$ 56,1 milhões, alta de 21%. O patrimônio líquido no período atingiu R$ 792 milhões, resultando em um retorno sobre patrimônio de 15,9%.
 

O desempenho consistente está diretamente ligado ao resultado operacional de Seguros e Resseguros, que apresentou uma redução de sinistralidade de 0,3 p.p. no período. O Grupo Austral também se beneficiou do aumento de 17% do resultado financeiro, refletindo maiores taxas de juros e maior geração de caixa, alcançando R$ 2 bilhões de carteira de ativos financeiros.
 

A empresa, que tem um forte foco em eficiência e excelência de subscrição, vem investindo em tecnologia e inovação para aprimoramento e automação de processos, ferramentas de subscrição e de integração de informações com parceiros de negócios.

Austral Seguradora

No primeiro semestre deste ano, a Austral Seguradora reportou um lucro de R$ 18,8 milhões, um crescimento de 7,1%, se comparado ao mesmo período do ano anterior. O segmento de Seguro Garantia se destacou com um aumento de 31,3% no volume de prêmios emitidos.
 

Com 52,7% de market share nos últimos 12 meses findos em maio de 2025, a seguradora se manteve líder de mercado na carteira de Energy, alcançando R$ 569,6 milhões de prêmios emitidos no primeiro semestre de 2025. A aposta na diversificação do portfólio com a linha de Financial Lines também se manteve, e a carteira apresentou R$ 8,5 milhões de prêmios emitidos no primeiro semestre do ano.
 

“Unimos excelência técnica com inovação e esta estratégia claramente reflete nos bons resultados do período. A iniciativa Austral Plug In, nosso ecossistema digital para o produto Garantia, tem papel central nesse movimento, ampliando nossa capacidade de distribuição com agilidade, controle e escalabilidade. Seguimos avançando na transformação digital com foco em eficiência e geração de valor para nossos parceiros e para o negócio”, avalia a Diretora Técnica da Austral Seguradora, Claudia Novello.

Austral Re

A Austral Resseguradora, por sua vez, cresceu 28% seu lucro no semestre, superando R$35,4 milhões. O Índice Combinado retido de 98,2% demonstra o compromisso da empresa com o resultado de subscrição.
 

O faturamento atingiu R$ 1,4 bilhão, em linha com o mesmo período do ano anterior. O balanço reflete o impacto positivo da carteira de Vida, que apresentou um importante incremento de 77% no semestre e já representa 10% do total da receita da empresa, que preserva sua estratégia de diversificação no portfólio.
 

“A Austral Re tem se dedicado a construir relações de longo prazo com os clientes de Vida, colocando à disposição das seguradoras ferramentas modernas de subscrição e toda experiência para apoiar os negócios atuais e no desenvolvimento de novos produtos. Participamos de diversos contratos das principais companhias do mercado brasileiro e seguimos crescendo no país e em toda América latina”, afirma a Diretora de Subscrição de Vida e Saúde, Alessandra Monteiro.

Segmento de cooperativismo é destaque no primeiro semestre do Grupo MAG

por MAG

Em um ano em que o legislativo recebeu atualizações, por meio da Lei Complementar nº 213/2025, o setor de cooperativismo vem ganhando cada vez mais destaque no mercado segurador. Isso porque a nova regulamentação permite a atuação de cooperativas e associações como operadoras formais de seguros, abrindo possibilidades para expansão do setor. 
 
O Grupo MAG, empresa com 190 anos de atuação ininterrupta, celebra seus resultados expressivos no segmento no primeiro semestre de 2025. A companhia apresentou uma alta de 43% na produção e um avanço de 50,7% em arrecadação, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Atrelados a seus resultados, a seguradora, que atua no segmento desde 2016, afirma que a lei que regula a atuação de cooperativas e associações de proteção patrimonial como operadoras de seguros é um marco importante e positivo para o setor. 

“O cooperativismo não é apenas um canal de vendas para nós. É um elo essencial entre o seguro e as pessoas. Temos um histórico sólido de atuação com cooperativas, construído sobre confiança, proximidade e visão de longo prazo. Cada instituição parceira carrega um propósito de proteger e transformar realidades locais e isso vai ao encontro do objetivo de levarmos juntos segurança, amparo e tranquilidade a milhares de famílias. Com a nova lei já sancionada, o setor terá mais competitividade e oportunidades para modelos mais inclusivos, regionalizados e sustentáveis”, comenta Carice Weber, diretora de Afinidades e Massificados do Grupo MAG.
 
Com presença consolidada em 14 estados brasileiros, no último ano, a companhia registrou um crescimento de 25% nessa frente de negócios, com 70% das vendas concentradas em produtos de risco individual. A expectativa para este ano é crescer 40% frente ao ano passado, com foco na ampliação do acesso à proteção financeira e previdenciária em diferentes regiões do país.

CNseg: seguros obrigatórios fortalecem a proteção patrimonial e financeira no transporte de cargas

por CNseg

O transporte de cargas no Brasil enfrenta diariamente desafios que comprometem não apenas a operação logística, mas também o patrimônio das empresas. Entre eles, estão a precariedade de parte da malha rodoviária e o elevado índice de roubos. Em 2024, segundo dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (SINESP), o país registrou, em média, 27 ocorrências de roubo de cargas por dia.
 

O roubo de cargas no Brasil continua sendo uma grande fonte de receita para as quadrilhas especializadas. De acordo com o relatório de “Análise de Roubo de Cargas”, da nstech, os ataques cresceram 24,8% no primeiro semestre de 2025. Dados da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística indicam que, em 2024, foram contabilizados 10.478 roubos de cargas no país, com prejuízos estimados em R$ 1,2 bilhão. 
 

O impacto é sentido por toda a cadeia logística: aumento de custos operacionais, investimentos adicionais em segurança e tecnologia, atrasos nas entregas e necessidade de rotas mais longas para evitar áreas de risco. Essas medidas elevam os custos repassados ao consumidor final e reduzem a competitividade dos produtos brasileiros no mercado.
 

Desde 2023, com a promulgação da Lei 14.599/23, a contratação dos seguros de Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga (RCTR-C), o Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário por Desaparecimento de Carga (RC-DC) e o Responsabilidade Civil de Veículo (RC-V) é obrigatória, o que impacta a procura pelos produtos de seguros. 
 

Entre janeiro e maio de 2025, conforme a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), a arrecadação do RC-DC cresceu 8,1%, alcançando R$ 570 milhões, enquanto as indenizações subiram 12,4%, totalizando R$ 239 milhões. Já o RCTR-C avançou 1,5%, somando R$ 721 milhões em prêmios, com pagamentos de quase R$ 520 milhões, alta de 5,2%.
 

Portaria ANTT

O cenário deve ganhar novo impulso com a Portaria SUROC nº 27/2025, publicada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) em 11 de agosto. A norma prevê a suspensão do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) para empresas que não comprovarem a contratação dos seguros exigidos.
 

Para o diretor de Relações Institucionais CNseg, Esteves Colnago, a Portaria trará maior eficiência e controle para o exercício do transporte de cargas nas estradas brasileiras.
 

“É de suma importância essa nova normativa da ANTT. Ela traz uma evolução no método de fiscalização, saindo de uma abordagem baseada em documentos físicos para um modelo digital e integrado, o que promete maior eficiência e controle sobre a obrigatoriedade da cobertura de seguros no transporte de cargas, aumentando a segurança para todos os envolvidos na cadeia logística”, destacou.
 

A comprovação poderá ser feita de duas formas: pela apresentação do frontispício da apólice ou do certificado de seguro à fiscalização da ANTT; ou pela verificação automática, por meio de intercâmbio de dados em tempo real entre a agência e as seguradoras (ou entidade que as represente).
 

O sistema digital deverá estar plenamente implementado até 10 de março de 2026, prazo definido pelo §3º do Artigo 3º da portaria. Até lá, a ANTT disponibilizará às seguradoras um manual técnico para integração via webservice, garantindo o envio automático das informações relativas à contratação dos seguros RCTR-C, RC-DC e RC-V.

Tokio Marine está entre as 200 Melhores Empresas para Trabalhar na América Latina 

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por Tokio

Pela primeira vez em sua história, a Tokio Marine foi reconhecida como uma das 200 Melhores Empresas para Trabalhar na América Latina™ pelo Great Place To Work (GPTW), alcançando a 33ª posição no ranking na categoria de grandes empresas. A conquista inédita reforça o compromisso genuíno da Seguradora com o bem-estar, o desenvolvimento e a valorização de seus mais de 2,4 mil Colaboradores no Brasil.
 

Além da operação brasileira, a unidade da Tokio Marine no México também foi incluída no ranking GPTW LATAM 2025. Ambas as conquistas refletem a filosofia global Good Company, que orienta a atuação da Tokio Marine nos 45 países onde está presente, com foco em três pilares fundamentais: Olhar Além do Lucro, Capacitar os Colaboradores e Cumprir os Compromissos com a Sociedade. 
 

O ranking GPTW LATAM é resultado de uma análise profunda feita com base em quase 2 milhões de respostas de funcionários e na avaliação de práticas que impactam diretamente mais de 3,8 milhões de funcionários em empresas de toda a América Latina. Para fazer parte da lista, é necessário ter figurado, anteriormente, entre os Melhores Lugares para Trabalhar em seus respectivos países, como Brasil, México e Argentina, durante o ciclo de 2024 e início de 2025.
 

“Estar entre as 200 Melhores Empresas da América Latina é motivo de grande orgulho para nós. Essa conquista reflete o nosso esforço contínuo em colocar as Pessoas no centro da estratégia, promover um ambiente inclusivo e estimular o protagonismo de cada Colaborador”, afirma a Diretora de Pessoas, Planejamento e Sustentabilidade, Luciana Amaral.
 

Na Tokio Marine, o Cuidado com as Pessoas vai além da oferta de benefícios. A Companhia investe fortemente em uma estratégia de Gestão de Pessoas baseada em três pilares: Diversidade, com um ambiente acolhedor e inclusivo; Inovação, com a tecnologia como aliada para modernizar processos, liberando tempo e recursos para que o RH atue de forma mais estratégica; e Protagonismo, que valoriza atitudes proativas e a entrega de valor para Clientes, Corretores e Assessorias, Colaboradores e a Sociedade.
 

A forte conexão entre Cultura e Estratégia é outro diferencial da Companhia. A cultura organizacional é vivida de forma autêntica e consistente em todos os níveis, guiando decisões e inspirando o dia a dia de trabalho. Outro investimento contínuo ocorre na formação de lideranças — com programas como o PDL, que completa 10 anos em 2025, e a nova trilha de desenvolvimento baseada no modelo “Five Behaviors“. 
 

A escuta ativa também faz parte fundamental da rotina da Seguradora, e a participação em pesquisas como a do GPTW é uma ferramenta estratégica para evoluir continuamente. Não à toa, a Companhia está entre as Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil há nove anos consecutivos.
 

Por fim, a Tokio Marine mantém um olhar atento à empregabilidade e ao futuro das próximas gerações, com iniciativas como o programa Sementes do Brasil, Jovem Aprendiz e vagas de estágio que contribuem para formar profissionais preparados para os desafios do mercado, com senso crítico e visão inovadora.

“Mais do que uma certificação, esse reconhecimento do GPTW LATAM é uma validação de tudo que acreditamos: Cuidar das pessoas é o nosso maior propósito. E seguiremos nessa jornada com ainda mais dedicação, escuta e inovação”, conclui Luciana Amaral. 
 

Instituições Financeiras – A Tokio Marine ficou em primeiro lugar na sétima terceira edição do ranking “Melhores Empresas para Trabalhar no Setor de Instituições Financeiras 2025”, categoria Seguros, divulgado no último dia 12. A premiação é realizada pelo Great Place to Work (GPTW), em parceria com a Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi).

Grupo MAG realiza Seminário de Letramento Racial e reforça compromisso com diversidade e inclusão

por MAG

O Grupo MAG promoveu, em 19 de agosto, o Seminário de Letramento Racial, uma iniciativa exclusiva para colaboradores que reuniu alguns dos principais pensadores e ativistas do país para debater racismo estrutural, diversidade e inclusão no mercado de trabalho. O evento, organizado pelo Grupo de Raças e Etnias do Plural — coletivo interno de diversidade da companhia — aconteceu de forma híbrida, com atividades presenciais na matriz do Rio de Janeiro e transmissão para todas as unidades do Brasil.

Entre os palestrantes convidados estiveram Renato Nogueira (filósofo e escritor), Quitéria Chagas (pesquisadora e referência em identidade negra e representatividade), Flavio Negrociando (ativista e educador), Flávia Souza (socióloga e consultora de diversidade), Ivanir dos Santos (líder religioso e referência em tolerância) e Wallace Moraes (professor da UFRJ, especialista em políticas públicas e justiça racial).

No encontro, foram discutidos temas como estratégias para enfrentar o racismo na prática, as barreiras e possibilidades para pessoas negras no mercado de trabalho e os impactos interseccionais do racismo e machismo sobre as mulheres negras.

Para Patrícia Campos, diretora de Gente e Gestão do Grupo MAG, a ação reforça o papel da empresa na valorização da pluralidade. “Quando reconhecemos a diferença como riqueza, liberamos o poder criativo da diversidade, aproximamos nossa organização dos diversos públicos e cultivamos um ambiente em que aprender e conviver se tornam uma fonte de realização compartilhada”, afirma.

O seminário está alinhado ao Jeito MAG de Ser, a proposta de valor ao colaborador (EVP) que traduz a cultura da companhia em ações concretas, reforçando pilares como cuidado, aprendizado contínuo e diversidade. Reconhecida como uma das Melhores Empresas para Trabalhar no Rio de Janeiro (GPTW 2025), a MAG vem investindo em programas que ampliam a inclusão e geram impacto positivo dentro e fora da companhia.