De especialista em Garantia a plataforma de riscos: a nova fase da Fator Seguradora aos 18 anos

A Fator Seguradora chega à maioridade no próximo dia 26 de maio consolidando uma trajetória marcada pela especialização em grandes riscos — e iniciando uma nova fase. Aos 18 anos, a companhia entra em um ciclo de inflexão estratégica, com o objetivo de reduzir a dependência histórica do seguro garantia e avançar na diversificação de produtos, canais e receitas.

Ao longo dessas quase duas décadas, a Fator construiu sua relevância em nichos de maior complexidade técnica, com forte atuação em seguro garantia e grandes riscos corporativos. Esse posicionamento deu à companhia profundidade em subscrição e disciplina de risco, mas também trouxe concentração em poucos produtos e clientes — movimento que agora passa a ser revisto à medida que a seguradora busca ampliar sua presença em linhas mais pulverizadas.

Segundo o CEO Luís Eduardo Assis, a companhia estruturou, ao longo dos últimos anos, um plano para pulverizar riscos e ampliar sua atuação, movimento que já começa a se refletir na composição do faturamento — o seguro garantia, que por anos foi o principal produto, hoje responde por cerca de 20% da receita.

A mudança, afirma o executivo, não é trivial. “Diversificar significa reduzir a dependência de grandes apólices e grandes corretores, mas também aumentar a complexidade operacional”, afirma. Segundo ele, esse movimento marca a entrada da companhia em uma nova fase, mais compatível com o tamanho e a maturidade alcançados ao longo dos últimos 18 anos. A seguradora passou de uma estrutura enxuta, focada em grandes riscos, para uma operação com cerca de 150 funcionários e mais de 45 mil apólices emitidas por ano, exigindo investimentos em processos, tecnologia e gestão de cobrança — área que ganhou reforço diante de uma base que supera 100 mil boletos em circulação.

Nesse contexto, o canal digital ganhou papel central. A plataforma fatorconnect, voltada à integração com corretores, permite a emissão automatizada de apólices em diferentes linhas, incluindo Seguro Garantia Judicial e Tradicional, e produtos de responsabilidade civil, como RCP Profissional (E&O) e RC Geral. Com mais de 7 mil corretoras cadastradas, a ferramenta é parte da estratégia de ganho de escala em segmentos pulverizados e de menor tíquete, mas com potencial relevante de crescimento. “Ao automatizar processos e integrar funcionalidades comerciais, financeiras e de acompanhamento de riscos, a ferramenta sustenta a estratégia de diversificação da companhia e reposiciona sua atuação, aproximando-a de um modelo mais orientado a dados, eficiência operacional e ganho de escala em segmentos de menor tíquete”, afirma Assis.

A diversificação também passa por novas frentes técnicas. A companhia tem ampliado sua atuação em nichos como responsabilidade civil para médicos, um mercado ainda pouco explorado no Brasil, mas pressionado pelo aumento da judicialização da saúde. A empresa estruturou uma oferta com cobertura para mais de 90 especialidades médicas e vem investindo na capacitação de corretores para desenvolver esse mercado, apoiada no fatorconnect para dar escala à distribuição. Nesse modelo, o produto combina proteção patrimonial e cobertura de custos de defesa judicial em casos de falhas profissionais, ao mesmo tempo em que exige maior sofisticação na subscrição, com análise mais granular de risco. “É um segmento que exige evolução na subscrição. Não pode mais ser baseado apenas em percepção ou experiência. É preciso incorporar evidências e estamos avançando muito neste tema com o uso de inteligência artificial”, diz.

Essa mudança de abordagem, segundo ele, é um dos principais desafios do setor. A agenda climática aparece como vetor central dessa transformação. Eventos extremos, como as enchentes no Rio Grande do Sul em 2024, expuseram defasagens nos modelos tradicionais de avaliação de risco, com perdas significativas para a economia local. Das perdas econômicas estimadas em mais de R$ 100 bilhões, menos de R$ 6 bilhões contavam com cobertura de seguros, sendo boa parte desse valor relacionada a indenizações de seguro prestamista. “A subscrição no Brasil ainda é muito baseada em práticas de décadas atrás. Com as mudanças climáticas, isso deixa de ser suficiente”, afirma.

Para o executivo, a resposta passa por uma aproximação mais estruturada com centros de pesquisa no Brasil e no exterior. A expectativa é de aumento na frequência e intensidade de eventos como vendavais, o que exigirá revisão de premissas e maior sofisticação técnica. “O setor precisa ter humildade para aprender e incorporar ciência nos processos. O custo não é o principal obstáculo; o desafio é cultural. Quanto custa financiar teses de estudos de cientistas brasileiros? É muito pouco diante do ganho que ele pode agregar ao setor”, afirma. Há muitos estudos globais, mas, segundo ele, o Brasil precisa desenvolver sua própria base de dados, dada a especificidade de seus riscos.

Além das mudanças climáticas, o ambiente de negócios no Brasil adiciona pressão extra. O mercado de seguros corporativos vive um ciclo mais competitivo, com maior oferta de resseguro e entrada de novos players, especialmente no seguro garantia e em linhas financeiras como D&O. O resultado tem sido a redução de preços e um ambiente mais “soft”, que, na avaliação de Assis, tende a se ajustar ao longo do tempo conforme a sinistralidade evolua.

Ao mesmo tempo, o cenário macroeconômico impõe riscos adicionais. Juros elevados e aumento do endividamento das empresas têm elevado o número de recuperações judiciais, exigindo maior rigor na análise de crédito. Antecipando essa tendência, a Fator Seguradora desenvolveu um modelo próprio de rating para estimar a probabilidade de inadimplência, inspirado em práticas bancárias, como forma de aprimorar a gestão de risco em seguros de garantia e crédito.

Outro vetor de crescimento da seguradora está na área de infraestrutura. A companhia tem investido em capacidade técnica para analisar projetos de concessão, que diferem dos riscos tradicionais por não terem histórico financeiro consolidado. “É uma análise baseada em projeto, matriz de risco e estrutura contratual. Exige especialização”, afirma. O avanço das concessões é visto como estrutural, diante da limitação fiscal do Estado para financiar investimentos.

No campo regulatório, o executivo destaca um ambiente de mudanças intensas, que consome tempo e recursos das seguradoras. A reforma tributária, com impacto direto sobre operações e sistemas, e o novo marco legal de seguros exigem adaptações relevantes. “São transformações que afetam tecnologia, processos e modelos de negócio. Não são ajustes marginais”, afirma.

A transição para o novo modelo, que substituirá o IOF por tributos como IBS e CBS e enquadrará o setor no regime de serviços financeiros, exige das seguradoras não apenas avaliação de impacto de carga, ainda incerta, mas uma revisão profunda de sistemas, processos e modelos operacionais. Trata-se de um movimento que consome recursos e tempo das companhias e reforça a necessidade de investimento em tecnologia, em um contexto em que múltiplas mudanças regulatórias avançam simultaneamente e elevam o nível de exigência para atuação em linhas de grandes riscos.

Apesar do contexto desafiador, a companhia projeta continuidade do crescimento. Após registrar em 2025 o melhor desempenho de sua história, a expectativa é de um 2026 ainda mais robusto, sustentado pela expansão das novas linhas e pela maior diluição de riscos. Para Assis, o potencial do mercado brasileiro permanece elevado, mas depende de uma mudança mais ampla de mentalidade. “O setor ainda tem baixa penetração em diversas linhas, inclusive em riscos evidentes. Para crescer, será preciso evoluir em tecnologia, em subscrição e, principalmente, na forma de pensar o negócio”, afirma.

Aos 18 anos, a Fator chega a esse novo ciclo menos como uma seguradora em fase de consolidação e mais como uma companhia em transição — que busca transformar a experiência acumulada em grandes riscos em base para ganhar escala, diversificar receitas e reposicionar seu papel em um mercado em rápida transformação.

Darwin Seguros estreia no mercado corporativo com emissão da primeira apólice de Garantia

A Darwin Seguros, seguradora S3 autorizada pela Susep, expande sua atuação para riscos corporativos com a emissão da primeira apólice de Seguro Garantia. O negócio sela a estreia da companhia nesse segmento e confirma a estratégia de crescimento acelerado pelo aporte de R$ 102 milhões, anunciado em outubro de 2025. O investimento viabiliza o uso intensivo de tecnologia na diversificação do portfólio para além da carteira de automóveis.

A apólice emitida contempla a modalidade de Seguro Garantia Judicial Trabalhista, estruturada para viabilizar processos de embargos à execução. O produto permite que empresas ofereçam garantias judiciais sem a necessidade de depósitos em dinheiro, o que preserva o fluxo de caixa e a liquidez imediata.

Para o CEO da Darwin Seguros, Edson Toguchi, a base tecnológica da companhia é o diferencial dessa nova fase. “Aliamos a eficiência de um modelo digital nativo ao rigor técnico necessário para transformar a experiência de seguros de ponta a ponta. A entrada nas linhas de Garantia, P&C e Financial Lines é um passo fundamental que marca o nosso início no setor corporativo”, afirma. Toguchi explica que o objetivo é levar a agilidade do Seguro Auto para o novo ambiente, com tecnologia e simplicidade operacional. “Já em abril, superamos as expectativas de prêmio emitido, o que reforça a aderência da nossa proposta de valor”, comemora o executivo.

O uso inteligente de dados e a digitalização de processos são alavancas para dar mais previsibilidade às operações, sem perder de vista o atendimento próximo e personalizado. Segundo o diretor de Garantia, Rodrigo Florencio, a Darwin alia tecnologia e especialização técnica. “O Seguro Garantia tem relevância estratégica por combinar crescimento estrutural do mercado a um modelo de subscrição mais ágil. Nosso foco é apoiar o corretor com clareza e consistência nas decisões de risco”, ressalta.

De acordo com o diretor de P&C e Linhas Financeiras, Renan Ozelin, a entrada em novas frentes de negócios reduz a concentração em produtos específicos e amplia a capacidade de atendimento a grandes contas. “A Darwin se destaca pela agilidade na tomada de decisão e flexibilidade na construção de soluções. Contamos com um time experiente e uma cultura apoiada por tecnologia para garantir decisões consistentes e uma jornada mais fluida para o corretor”, pontua.

A seguradora prepara o caminho para novos produtos até o final de 2026, fortalecendo a relação com parceiros por meio de processos digitais que simplificam a operação. Toguchi adianta que o Seguro Garantia é a porta de entrada para uma grade completa de soluções. “Unimos crescimento rentável e inovação operacional a fim de garantir ao cliente uma experiência simples e ágil, com o mesmo padrão de excelência que já oferecemos no ramo de veículos”, finaliza.

IRB(Re) registra lucro líquido de R$ 101,6 milhões no trimestre

O IRB(Re) apurou lucro líquido de R$ 101,6 milhões no primeiro trimestre de 2026 (1T26), resultado impactado por ajustes referentes ao período de transição da reforma tributária brasileira. Excluindo este ajuste contábil, o ressegurador registrou lucro líquido de R$122 milhões no primeiro trimestre, superior aos R$ 119,3 milhões do 1T25. Os números, divulgados hoje (04/05) conforme a Visão Negócio, mostram ainda que, no acumulado dos últimos 12 meses, a companhia somou R$ 487,2 milhões de resultado líquido, alta de 18% em relação ao mesmo período do ano anterior. Sem o efeito tributário, o valor chega a R$ 557 milhões, um incremento de 35%.
 

“Este trimestre marca a retomada da distribuição de proventos para os nossos acionistas, evento que consolida o trabalho de limpeza da carteira de subscrição e de aplicações financeiras, gerando resultados consistentes e perenes. Vislumbramos um ano com várias iniciativas estruturantes para levar a companhia para um novo patamar de negócios. Acreditamos que poderemos combinar crescimento de prêmios com ganhos de margens, com muita disciplina de subscrição e rigor na seleção de riscos”, afirma Marcos Falcão, CEO do IRB(Re). Além do dividendo mínimo obrigatório de R$ 51 milhões, a companhia distribuirá um adicional em juros sobre capital próprio de R$ 78 milhões, totalizando R$ 128 milhões aos acionistas.

Considerando a divisão do portfólio de negócios, o lucro líquido da carteira P&C do IRB(Re) encerrou o trimestre em R$ 100 milhões. Já em Vida, houve reversão do prejuízo de R$ 16 milhões, no 1T25, para lucro de R$ 2 milhões. Desconsiderando o impacto da reforma tributária, o resultado fica em R$ 119 milhões para P&C e R$ 3 milhões para Vida. 
 

Resultado de subscrição tem alta de 74,5%

No trimestre, o resultado de subscrição alcançou R$ 180 milhões, vindos integralmente da linha de P&C. O número é 74,5% superior ao 1T25. O desempenho da carteira P&C foi 42,2% maior, enquanto em Vida a melhora foi de 100,9%. Observando os últimos 12 meses, o resultado de subscrição é 89% maior do que o do ano anterior, chegando a R$ 817,4 milhões, sendo R$ 785,1 milhões relativos a P&C, alta de 37,5%, e R$ 32,3 milhões de Vida, 123,3% melhor.

“O IRB(Re) mantém sua disciplina estratégica, reforçando os pilares que sustentam a construção de um portfólio equilibrado, rentável e aderente ao seu apetite de risco. Como consequência da baixa sinistralidade e custo de aquisição, tivemos um desempenho significativamente superior. O nosso desafio continua no crescimento do prêmio retido, que teve redução de 6% em P&C, principalmente devido à redução da linha de Rural. Como já explicado em resultados anteriores, o segmento de Vida está sendo remodelado, e acreditamos que já veremos inflexão na linha de prêmios nos próximos trimestres”, diz Daniel Castillo, vice-presidente de Resseguros do IRB(Re).

Os prêmios retidos totalizaram R$ 896,1 milhões no 1T26 − redução de 8% no comparativo com o 1T25 − sendo R$ 869,7 milhões relativos a P&C e R$ 26,4 milhões a Vida. No recorte dos últimos 12 meses, P&C apresenta crescimento de 1,6% no prêmio retido, alcançando R$ 3,3 bilhões. Os prêmios retidos no exterior aumentaram 3,5%, no comparativo entre o 1T25 e o 1T26. Com isso, o primeiro trimestre de 2026 registra 57% dos prêmios retidos no mercado doméstico e 43% no exterior. 
 

Sinistralidade cai 8,5 p.p.

O índice de sinistralidade no 1T26 foi de 58%, queda de 8,5 pontos percentuais (p.p.) em relação ao 1T25. A queda da sinistralidade consolidada, reunindo Brasil e exterior, foi ocasionada pelas linhas de Riscos Especiais (10%) e Outros (Marítimo e Riscos Financeiros).

O índice de sinistralidade no segmento Brasil foi de 35% no 1T26, comparado a 78,8% no 1T25, influenciado pela baixa sinistralidade na linha Patrimonial de 24%, e de Riscos Especiais, onde houve um ressarcimento relevante. Em termos nominais, o sinistro retido reduziu 61% para R$173 milhões. No exterior, Vida apresentou sinistralidade de 108% no 1T26, e Patrimonial, de 100,2%.

“A melhora na sinistralidade é consequência da estratégia de precificação adequada e pulverização de linhas e geografias. O índice de comissionamento também apresentou melhora significativa, com queda de 2 p.p., encerrando o 1T26 em 19%. Estes dois fatores levaram à redução do índice combinado para 98%, uma melhora de 4 p.p. em relação ao 1T25”, destaca Castillo. 

Resultado financeiro e patrimonial soma R$ 170,2 milhões

Neste trimestre, o resultado financeiro e patrimonial somou R$ 170,2 milhões, 19% inferior quando comparado ao 1T25. O resultado financeiro das carteiras de investimento somou R$ 180 milhões no primeiro trimestre de 2026, sendo R$ 143 milhões no mercado nacional (onshore) e R$ 37 milhões no exterior (offshore). O IRB(Re) encerrou o trimestre com R$ 8,6 bilhões sob gestão em sua carteira de ativos financeiros, sendo 60% investidos no mercado onshore e 40% no mercado offshore

“Diante da volatilidade associada ao cenário geopolítico, acreditamos que o portfólio está bem posicionado para capturar um ambiente de inflação um pouco mais alta no curto e médio prazo e para um ritmo mais gradual de queda dos juros. Esse cenário beneficia, principalmente, as posições pós-fixadas e indexadas à inflação e, ao mesmo tempo, permite a manutenção de um carrego positivo nas posições prefixadas no médio prazo”, explica Paulo Valle, diretor-geral da IRB(Asset), braço de investimentos do ressegurador.

Suficiência chega a 287% no 1T26

O Patrimônio Líquido Ajustado do IRB(Re) teve aumento de 24%, atingindo R$ 2,7 bilhões em março de 2026, o que fez com que a suficiência alcançasse R$ 1,7 bilhão. Assim, o patrimônio líquido ajustado correspondia a 287% do capital mínimo requerido em 31 de março de 2026, comparado a 207% em 31 de março de 2025.

“Do ponto de vista de gestão de riscos corporativos, tivemos a evolução do índice de solvência regulatória. Em março de 2026, este índice alcançou o patamar de 287%, representando um crescimento de 80 p.p., quando comparado ao 1T25. É o maior índice histórico desde o 2T24. Esta evolução é consequência dos resultados positivos apresentados ao longo dos últimos trimestres e reflete a disciplina de subscrição e de gestão de investimentos da companhia. Com relação ao índice de liquidez regulatória, terminamos o trimestre com um nível de suficiência de 13,1%, atingindo o montante de R$ 832 milhões, que demonstra o nível de prudência do IRB(Re) em relação às suas provisões técnicas e à sua gestão de ativos”, diz Debora Tavares, diretora de Controles Internos, Riscos e Conformidade do IRB(Re).

IFRS 17

O IRB(Re), além de reportar seus números considerando a Visão Negócio da IFRS 4, utilizada pelo regulador setorial, a Susep, publica seus resultados em IFRS 17, metodologia adotada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Considerando a IFRS 17, o resultado da companhia em 2025 foi positivo em R$ 94 milhões, ante R$ 134 milhões em 2024. Já o resultado da prestação de serviços de resseguros totalizou R$ 74 milhões no trimestre, abaixo dos R$ 235 milhões observados no primeiro trimestre do ano anterior.

“A variação do trimestre reflete, principalmente, mudanças nas expectativas de fluxo de caixa futuro de determinados portfólios. De um lado, observamos uma menor contribuição esperada do Rural, refletida na redução da expectativa de sinistros e, consequentemente, da receita de resseguro no período. De outro, a despesa de resseguro não acompanhou essa dinâmica na mesma proporção, pressionada pela maior sinistralidade em contratos internacionais, especialmente no segmento patrimonial. Como consequência, essa combinação entre menor contribuição de receita e maior pressão de despesa resultou em uma redução de aproximadamente R$ 160 milhões no resultado da prestação de serviços, especialmente concentrada na linha de P&C. Já o resultado de Vida permaneceu residual, sem impacto relevante frente ao desempenho consolidado”, afirma Thays Vargas, Diretora de Controle e Finanças.

Bradsaúde estreia no Novo Mercado com lucro de R$ 1,3 bilhão e mais de 13,4 milhões de beneficiários

Carlos Marinelli Bradesco Saúde

A Bradsaúde iniciou oficialmente sua trajetória no Novo Mercado da B3 nesta terça-feira (5), marcando a consolidação dos negócios de saúde do grupo Bradesco em uma única companhia listada. A estreia ocorre após o encerramento do ciclo da Odontoprev como empresa independente no mercado acionário, com divulgação simultânea dos últimos resultados da operação.

No primeiro trimestre de 2026, a Bradsaúde registrou lucro líquido de R$ 1,3 bilhão, receita de R$ 13,3 bilhões e retorno sobre o patrimônio (ROAE) de 24,8%. A base de beneficiários superou 13,4 milhões de vidas, com adição de 52 mil clientes em planos de saúde e 141 mil em odontológicos no período.

“É com imenso orgulho que anunciamos o início das operações da Bradsaúde na bolsa. Ser o mais completo ecossistema de saúde do País nos permite combinação de escalabilidade, sinergia de negócios e ampla capilaridade dos canais, criando assim um vetor sustentável de crescimento”, afirma Carlos Marinelli, CEO da companhia, em coletiva de imprensa realizada na manha do dia 5.

A estrutura da empresa reúne ativos relevantes em diferentes frentes. No segmento hospitalar, a Atlântica Hospitais e Participações soma 20 unidades, com cerca de 4 mil leitos, além de 39 clínicas da rede Meu Doutor Novamed. A vertical hospitalar é tratada como uma das principais alavancas de crescimento.

Integração e sinergias no centro da estratégia

Segundo Marinelli, a estratégia passa pela integração das empresas do grupo, com coordenação das forças de vendas e maior aproveitamento das sinergias operacionais. “Estamos construindo este projeto. Tudo organizado para geração de valor do acionista, mas não podemos dar guidance”, disse o executivo em coletiva.

A companhia também reforça que não haverá mudanças na relação com parceiros comerciais. Ao contrário, a expectativa é ampliar a colaboração para sustentar o crescimento, especialmente no segmento de planos empresariais e pequenas e médias empresas.

A leitura da administração é de que o primeiro trimestre deve ser analisado com cautela do ponto de vista operacional, em função da sazonalidade. “O primeiro trimestre é sazonalmente mais fraco. Clientes viajam em férias, carnaval e deixam exames para o mês subsequente”, afirmou o CEO, ao comentar o comportamento da sinistralidade.

No período, o índice ficou em 79% no segmento de saúde e em 32,7% no dental. A companhia destacou que monitora o indicador com atenção ao longo de 2026, com ações específicas para controle e eficiência.

Crescimento com foco em produtos e rentabilidade

A estratégia da Bradsaúde combina expansão de base com ganho de rentabilidade. “A estratégia é de crescimento de vendas e de lucro e lançamento de produto é chave para isso. Temos o ecossistema funcionando de forma colaborativa e que passa a ser organizado com estratégias diferenciadas”, afirmou Marinelli.

Os números refletem a contribuição das diferentes unidades de negócio. Do lucro total do trimestre, cerca de 83% vieram da Bradesco Saúde, 1% da Atlântica e o restante da operação odontológica.

Trajetória da Odontoprev reforça narrativa de valor

Durante a apresentação, o diretor de Relações com Investidores, José Pacheco, destacou a trajetória da Odontoprev como base para a nova companhia. Segundo ele, a operação saiu de um valor de mercado de R$ 600 milhões para mais de R$ 7 bilhões ao longo de cerca de 20 anos, com crescimento médio anual de receita de 15%.

A empresa encerra seu ciclo com retorno médio ao acionista de 16%, acima da média de 9% observada em outras companhias listadas, segundo o executivo. No período mais recente, a operação odontológica contabilizou 9,4 milhões de clientes, com destaque para o avanço no segmento PME, que adicionou cerca de 200 mil novos beneficiários em 2025.

Já a Bradesco Saúde mostra trajetória de recuperação desde 2023, com crescimento da base e dos resultados. Em 2025, a companhia atingiu cerca de R$ 50 bilhões em prêmios e lucro líquido de R$ 3,4 bilhões. No primeiro trimestre de 2026, o lucro foi de aproximadamente R$ 1,2 bilhão, alta de 33%.

Nova fase no mercado de capitais

A estreia da Bradsaúde no Novo Mercado ocorre sob o tíquer SAUD3 e representa um movimento inédito de consolidação no setor de saúde suplementar brasileiro. A proposta é capturar sinergias entre seguros, planos odontológicos e serviços hospitalares, ampliando eficiência e escala.

Com estrutura integrada e foco em crescimento disciplinado, a companhia inicia sua trajetória listada com indicadores robustos e aposta na coordenação de seus ativos para sustentar expansão e geração de valor no longo prazo.A Bradsaúde (SAUD3), mais completo ecossistema de saúde do Brasil, anuncia sua chegada oficial ao Novo Mercado da B3 nesta terça-feira (05).

No primeiro trimestre de 2026, a Bradsaúde registrou acréscimo de 52 mil vidas nos planos de saúde e 141 mil vidas nos planos odontológicos, alcançando marca superior a 13,4 milhões de beneficiários no País. Neste período, a Companhia, que sucede a Odontoprev no mercado de capitais, registrou lucro líquido de R$ 1,3 bilhão, receitas de R$ 13,3 bilhões e um ROAE de 24,8%.

Em relação à atuação hospitalar, a Atlântica Hospitais e Participações já soma 20 hospitais no fechamento do primeiro trimestre de 2026, totalizando cerca de 4 mil leitos, além de 39 clínicas da rede Meu Doutor Novamed. O segmento hospitalar representa uma importante frente de crescimento para a Bradsaúde.

“É com imenso orgulho que anunciamos o início das operações da Bradsaúde na bolsa. Ser o mais completo ecossistema de saúde do País nos permite combinação de escalabilidade, sinergia de negócios e ampla capilaridade dos canais, criando assim um vetor sustentável de crescimento”, finaliza o CEO.

BB Seguridade lucra R$ 2,2 bilhões no primeiro trimestre

Delano Valentim de Andrade

A BB Seguridade anuncia ao mercado um lucro líquido gerencial de R$ 2,2 bilhões no primeiro trimestre de 2026, resultado 11,2% superior ao registrado no mesmo período de 2025. O resultado operacional combinado das empresas do grupo, líquido de impostos, expandiu 2,2%, refletindo a evolução das receitas com taxa de gestão e melhora de eficiência na Brasilprev, o crescimento de receita de corretagem na BB Corretora e a manutenção da sinistralidade da Brasilseg em patamar historicamente baixo.

Também houve contribuição significativa do resultado financeiro combinado, que atingiu R$ 507,1 milhões, líquido de impostos, montante 58,5% superior ao observado no mesmo período do ano anterior, com redução no custo do passivo e melhora da rentabilidade dos ativos geradores de receitas financeiras.

Delano Valentim, presidente da BB Seguridade, afirma que “mesmo em cenário bastante desafiador conquistamos neste trimestre mais um resultado positivo, resultado de uma atuação estratégica que coloca o cliente no centro das nossas decisões, a quem agradecemos a confiança em nosso trabalho. Investimos na evolução das jornadas de venda da nossa rede de distribuição, e na construção de soluções personalizadas e
sustentáveis, oferecendo um portfólio completo de soluções que nos posicionam como referência em proteção e tranquilidade.”

Em seguros, o crescimento foi de 0,6% no lucro líquido em relação ao 1T25, com expansão do resultado financeiro e redução de 2,2 p.p. na sinistralidade, especialmente dos
segmentos rural e prestamista. O prêmio retido ficou estável e o prêmio ganho retido, que é a métrica sensível para formação do resultado do período, aumentou 0,4% em relação aos três primeiros meses de 2026.

Em previdência, o lucro líquido gerencial alcançou R$ 538,1 milhões, representando aumento expressivo de 51,1% em relação ao mesmo período de 2025, fortemente impactado pela expansão do resultado financeiro. O resultado operacional não decorrente de juros também registrou desempenho positivo, com alta de 6,9% em decorrência de melhora de 2,0 p.p. no índice de eficiência. As contribuições de previdência totalizaram R$ 14,6 bilhões, crescimento de 9,1%, com destaque para os planos esporádicos. A combinação entre maior volume de aportes e redução significativa dos resgates e portabilidades resultou em captação líquida positiva de R$ 3,9 bilhões no trimestre, revertendo o resgate líquido registrado no 1T25, a maior captação líquida de todo o mercado de previdência em 2026.

Em capitalização, o lucro líquido foi de R$ 81,3 milhões no 1T26, 50,6% superior ao apurado no mesmo período de 2025. O desempenho reflete, principalmente, a melhora do
resultado financeiro. A arrecadação com títulos de capitalização cresceu 7,6%, com destaque para os títulos tradicionais de pagamento único, devido à forte atuação da força de vendas, que performou, em março, o maior volume de arrecadação dos últimos dez anos. E reforçando a atratividade do produto para os clientes, o volume de sorteios pagos totalizou R$ 24 milhões no período, incremento de 54,6% ano contra ano.

A BB Corretora apurou lucro líquido de R$ 875,6 milhões no 1T26, crescimento de 3,1% em relação ao 1T25, com expansão de 1,4% das receitas de corretagem e aumento de 1,0 p.p. da margem líquida.

Swiss Re Corporte contrata Vitor Brandão, ex-Bradesco Seguros

lucas brandão

A Swiss Re Corporate Solutions Brasil anuncia a contratação de Vitor Brandão Passos como Diretor Executivo Comercial. Vitor Brandão traz mais de 15 anos de experiência no setor de seguros com ampla experiência em estratégia comercial, desenvolvimento de produtos e expansão de negócios tendo atuado em instituições financeiras de grande porte, incluindo o Grupo Bradesco.

“Com a chegada do Vitor estamos fortalecendo nossa diretoria comercial de grandes riscos, focada em corretores multinacionais e grandes clientes corporativos, e ampliando o escopo da função ao adicionar também a gestão de relacionamento comercial com o Banco Bradesco de Atacado, nos aproximando ainda mais dos nossos clientes. Além disso, contaremos com a experiência do Vitor para fortalecer nossa governança comercial na América Latina, trabalhando em sinergia com nossos escritórios na região”, explica Guilherme Perondi Head da Swiss Re Corporate Solutions para o América Latina, Espanha, África e Oriente Médio.

“Estou muito feliz com a oportunidade de juntar-me à equipe da Swiss Re Corporate Solutions, com quem já tive a oportunidade de trabalhar por vários anos quando fui parte da equipe da Bradesco Seguros. A companhia tem presença forte em riscos corporativos e minha missão será fortalecer nossa atuação nesse segmento estratégico para nós, ampliamos o suporte às equipes de subscrição , explorando mais sinergias regionais nos negócios e avançar na construção de uma joint-venture cada vez mais preparada para atingir as ambições dos nossos acionistas”, declarou Vítor Brandão.

Seguro garantia judicial avança e pode destravar mais de R$ 1 trilhão em recursos imobilizados

O Brasil registra 21,7 milhões de execuções fiscais em tramitação, com tempo médio de sete anos e sete meses para cada processo chegar ao fim. É o que aponta o Relatório Justiça em Números 2025 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), retrato de um ambiente jurídico em que a gestão do passivo judicial se tornou uma variável crítica para a saúde financeira das empresas.

Nesse contexto, o Seguro Garantia Judicial ganha protagonismo como instrumento estratégico, ao substituir o depósito em dinheiro e a penhora de bens em execuções fiscais, trabalhistas e cíveis. Com ele, as companhias mantêm liquidez e capacidade operacional enquanto aguardam a resolução dos litígios.

Roque de Holanda Melo, CEO da Junto Seguros, afirma que o mercado ainda apresenta ampla margem de expansão. “Temos mais de R$ 200 bilhões em depósitos judiciais ainda realizados nos tribunais. Ou seja, algumas empresas ainda não avaliaram as possibilidades que a mudança na regulamentação trouxe, com mais flexibilidade e a efetiva possibilidade de substituir esse dinheiro por um Seguro Garantia, o que libera aquela quantia para alavancar suas operações, por exemplo”, explica.

Somando esse volume ao estoque, de cerca de R$ 800 bilhões em processos ainda pendentes de julgamento no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), Roque estima que o mercado de Seguro Garantia Judicial ultrapassa R$ 1 trilhão em recursos vinculados a disputas judiciais e administrativas.

Do ponto de vista econômico, o impacto sobre o caixa pode ser expressivo. Uma empresa com R$ 5 milhões em disputa judicial, por exemplo, que opte pelo depósito integral imobiliza esse montante por anos, arcando com o custo de oportunidade de manter capital parado, efeito especialmente relevante em cenário de juros elevados.

Ao contratar uma apólice de Seguro Garantia, o desembolso se reduz a um prêmio anual, cujo valor médio gira em torno de 1% a 2% do montante garantido, liberando os recursos para o capital de giro, expansão ou redução de endividamento. Diferentemente da fiança bancária, a solução não consome limite de crédito junto às instituições financeiras.

O Seguro Garantia Judicial pode ser utilizado como garantia original ou como substituto de garantias já constituídas em processos em andamento, o que abre a possibilidade de as empresas resgatarem capital imobilizado mesmo em litígios já iniciados, desde que não haja constrição prévia em dinheiro. As modalidades mais demandadas abrangem execuções fiscais (federal, estadual e municipal), depósito recursal trabalhista, ações cíveis, mandados de segurança e medidas cautelares.

Corretora de seguros Conduta Plus anuncia Leandro Nicésio como superintendente comercial

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Fonte: Conduta

A Conduta Plus Consultoria em Seguros anuncia a chegada de Leandro Nicésio como novo Superintendente Comercial, movimento que reforça a estratégia de expansão da empresa e acompanha o crescimento da carteira de clientes nas áreas de Benefícios e Ramos Elementares (RE).

Com 26 anos de experiência no mercado de seguros, Nicésio construiu sua trajetória com forte atuação nas áreas de Benefícios e Ramos Elementares, com foco em grandes contas. Nos últimos 14 anos, atuou como Gerente Regional, liderando o atendimento a empresas de grande porte, especialmente dos setores têxtil, alimentício e metalúrgico.

“Estou muito feliz em fazer parte de uma empresa que compartilha valores, cultura e propósito alinhados com o que acredito. Encontrar um time comprometido em oferecer soluções consistentes e personalizadas é um grande motivador e este é um momento importante para ampliar a nossa presença territorial e fortalecer a proximidade com os clientes”, afirma Nicésio.

O movimento também inclui o reforço da equipe técnica com a chegada de Katiane Lessa, que passa a integrar o time de Ramos Elementares, e Alessandra Séspedes, que assume posição na área de Benefícios. Novas contratações estão previstas para apoiar a expansão comercial, sob a liderança do novo superintendente.

De acordo com Marcos Gollin, Diretor de Ramos Elementares e Novos Negócios da Conduta Plus, a chegada de Nicésio representa um passo estratégico para sustentar o crescimento da empresa com solidez. “Estamos vivendo um momento de expansão consistente, que exige reforço de lideranças com experiência prática em gestão de grandes contas e visão de mercado. A chegada do Leandro fortalece a nossa estrutura comercial e amplia a nossa capacidade de atender clientes com operações cada vez mais complexas”, destaca Gollin.

Segundo o executivo, a ampliação do time está alinhada ao posicionamento da empresa como parceira estratégica dos clientes. “Mais do que crescer em volume, nosso foco é crescer com qualidade, mantendo a proximidade com o cliente e garantindo soluções estruturadas, que realmente façam sentido para cada realidade operacional”, acrescenta.

Uso de seguro por bancos para liberar capital cresce mais de 10 vezes, aponta Howden

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O uso de seguros em estruturas de gestão de capital por bancos cresceu mais de dez vezes entre 2020 e 2024. É o que aponta o relatório “Opportunity in Flux”, da Howden, corretora global especializada em seguros de alta complexidade, lançado em março deste ano. De acordo com o estudo, que analisa o mercado global de crédito e risco político, o volume de operações de transferência significativa de risco (SRT, na sigla em inglês) estruturadas com suporte de seguro passou de cerca de €500 milhões em 2020 para aproximadamente €6 bilhões em 2024, o equivalente a R$ 36 bilhões.

Essas estruturas permitem que instituições financeiras transfiram parte do risco de crédito de seus portfólios para o mercado segurador, reduzindo a exigência de capital regulatório e ampliando a capacidade de concessão de crédito.

De acordo com o relatório, o movimento ocorre em um contexto de mudanças nas exigências regulatórias de capital e crescente complexidade na gestão de riscos no sistema financeiro, em um ambiente de maior incerteza econômica e geopolítica. 

“O crescimento dessas operações mostra que o seguro passou a ter um papel mais ativo na gestão de capital dos bancos, especialmente em estruturas que exigem otimização de risco e eficiência no uso de recursos”, afirma Andoni Hernández, CEO da Howden Brasil, filial da corretora global. 

Tokio Marine lança benefício de saúde financeira para colaboradores 

Diretora de Pessoas, Planejamento e Sustentabilidade da Tokio Marine_ Luciana Amaral 2

A Tokio Marine anuncia o lançamento de um benefício corporativo: o Aplicativo de Bem-Estar Financeiro. A novidade passa a integrar o pacote de benefícios oferecido pela Companhia e reúne, em uma plataforma simples e intuitiva, conteúdos educativos, ferramentas de planejamento e consultorias especializadas para apoiar a organização da vida financeira.

“O bem-estar financeiro é parte fundamental da qualidade de vida e impacta diretamente o dia a dia das pessoas. Com a adesão a esse novo benefício, queremos oferecer apoio prático para que nossos Colaboradores cuidem de suas finanças com mais consciência, segurança e autonomia, sem nenhum custo. Afinal, a saúde financeira também faz parte do autocuidado.”, afirma Luciana Amaral, Diretora de Pessoas, Planejamento e Sustentabilidade da Tokio Marine. 
 

Entre os recursos disponíveis no app está o check-up financeiro online, que permite uma análise rápida da situação financeira pessoal em poucos minutos, com resultados individuais e confidenciais, além de uma ampla biblioteca de conteúdos educativos, como vídeos, cursos curtos, e-books, possibilitando que o aprendizado aconteça no ritmo de cada usuário.
 

Outro diferencial são as consultorias financeiras personalizadas, que podem ser agendadas com especialistas por videochamada ou WhatsApp, para apoiar desde a organização do orçamento até a renegociação de dívidas, planejamento de investimentos e definição de objetivos financeiros de curto, médio e longo prazo. O aplicativo ainda disponibiliza orientações sobre investimentos, com recomendações alinhadas ao perfil e às metas de cada Colaborador, incluindo reserva de emergência e projetos futuros.
 

“Essa iniciativa reforça nosso compromisso com um ambiente de trabalho mais humano, onde o cuidado vai além do profissional. Ao apoiar a saúde financeira, contribuímos para decisões mais equilibradas no presente e para um futuro com mais tranquilidade”, finaliza Luciana.