FF Seguros realiza Café & Negócios em Vitória

A FF Seguros realiza, no próximo dia 15 de abril de 2026, no horário das 09h00 às 12h00, a 12ª edição do Café&Negócios. Pela segunda vez desde que foi lançado no ano passado, o evento acontece na cidade de Vitória (ES), no hotel Comfort Suites Vitória (Av. Saturnino de Brito, 1327 – Praia do Canto, Vitória/ES), onde estarão reunidos diversos corretores de seguros da cidade.

O projeto Café&Negócios realiza vários encontros ao longo do ano visando atrair a atenção dos corretores de seguros de todo o Brasil. Em 2025, os encontros foram realizados nas cidades de Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES), Belo Horizonte (MG), Recife (PE) e Salvador (BA). A FF Seguros será representada pelo time de Produtos e Comercial da seguradora.

Segundo Camila Flórido, gerente comercial da FF Seguros, o objetivo é conectar os corretores locais às novidades da seguradora. “Nosso propósito é entregar uma proposta de valor diferenciada aos parceiros de negócios no Brasil”, assinala Flórido. 

A FF Seguros Brasil faz parte da global Fairfax Financial Holding, uma das maiores e mais sólidas empresas de seguros e resseguros do mercado internacional. Está presente em 100 países e mais de US$ 35 bilhões em prêmios emitidos em 2025.

Desde 2010, a FF Seguros se consolidou como uma seguradora sólida e com foco na inovação no mercado brasileiro. A FF Seguros possui uma carteira formada por mais de 4 mil corretoras cadastradas e a meta é atingir mais de 10 mil corretoras no futuro próximo. 

A seguradora atua nos segmentos Corporativo e Varejo e disponibiliza duas plataformas dedicadas para que o corretor possa gerar e cotar os seus negócios.

São as seguintes áreas: 

  • FF Place – Cotação, emissão e apólice emitidas na hora com total autonomia. Operação 100% digital. Precificação em tempo real.
  • Produtos – RCP Médico, RCP Dentista, RCP Contabilista, RCP Corretor de Seguro, RCP Notários e Registradores (Cartório), RD Bike, RD Equipamentos Cinematográficos, RD Equipamentos Construção Civil, RD Equipamentos Médicos e RD Equipamentos Fotovoltaicos, Financial Lines, D&O (até 10 milhões de reais), Garantia, Patrimoniais, Empresarial e Condomínios, Agro – Patrimonial Rural, Penhor Rural, Pessoas (Vida Capital Global e Vida PME). 
  • FF SmarQuote – Para riscos que exigem inteligência. O corretor envia o cenário de seu cliente e o time da seguradora desenha a solução sob medida. Possui um portfólio completo de seguros corporativos e o corretor pode acompanhar em tempo real a cotação.
  • Produtos– Aeronáutico, RC Facultativa Aeronaves, Transporte Nacional e Internacional, Transporte Aéreo de Carga, Transportes Marítimo, RC Facultativo de Embarcações, Seguro Agrícola e de Animais, Patrimoniais, Riscos Operacionais, Riscos de Engenharia, Riscos de Petróleo, Garantia, Financial Lines, D&O (acima de 10 milhões de reais), Acidentes Pessoais, Vida PME, Vida em Grupo, Prestamista, entre muitos outros.

Tokio Marine lança Auto Proteção Mensal e amplia acesso ao seguro automotivo

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Atenta às transformações no comportamento do consumidor, a Tokio Marine anuncia o lançamento do Auto Proteção Mensal, nova opção de Seguro de Automóvel que combina liberdade de contratação, simplicidade e controle financeiro com a segurança e a solidez de uma seguradora tradicional.
 

O produto amplia o portfólio da Companhia e atende especialmente consumidores que buscam alternativas ao Seguro Auto convencional. “O Auto Proteção Mensal foi desenvolvido para um consumidor que valoriza previsibilidade de custos, autonomia e praticidade. Criamos uma solução acessível e flexível, sem abrir mão da credibilidade, da proteção e da qualidade que são marcas da Tokio Marine”, afirma Arnaldo Bechara, Diretor de Automóvel, Precificação e RD Massificados da Tokio Marine.
 

A novidade permite cobrança recorrente sem comprometer o limite total do cartão de crédito, além de possibilitar o cancelamento a qualquer momento, com reembolso proporcional pelos dias não utilizados. O produto pode ser até 30% mais econômico do que o seguro auto tradicional e conta com coberturas essenciais, como colisão, incêndio, roubo e furto, com indenização equivalente a 90% da Tabela FIPE.
 

Outro destaque é a Rede Referenciada exclusiva, que oferece garantia de 36 meses nos reparos, agilidade na análise de orçamentos e a possibilidade de parcelamento da franquia. Para itens de segurança não estruturais, são utilizadas peças novas compatíveis, garantindo eficiência nos reparos e racionalidade nos custos.
 

“O foco foi simplificar a experiência do Cliente e, ao mesmo tempo, oferecer ao Corretor uma solução competitiva, transparente e de fácil entendimento. O produto amplia oportunidades de negócios ao atender diferentes perfis de consumidores”, complementa o executivo.

XP Inc. anuncia André Lauzana para liderar a XP Seguridade

A XP Inc. anuncia a chegada de André Lauzana para liderar a XP Seguridade. A movimentação reforça a importância estratégica da vertical dentro do ecossistema da XP e marca o início de uma nova fase de expansão, com foco em escala, sofisticação da oferta e aprofundamento da relação de longo prazo com clientes e assessores.

Com mais de duas décadas de experiência nos setores financeiro e de seguros, Lauzana construiu sua trajetória em posições de liderança em instituições como Prudential do Brasil, SulAmérica, Icatu Seguros e Banco Modal, no qual foi sócio e CFO. Ao longo desse percurso, acumulou forte experiência no setor, governança e desenvolvimento de negócios em mercados complexos e regulados.

“Chego à XP para acelerar a próxima etapa de desenvolvimento da Seguridade dentro de um ecossistema que tem o cliente no centro e uma capacidade única de distribuição. A estratégia de cross sell da companhia cria uma oportunidade concreta de integrar proteção, planejamento financeiro e investimentos, ampliando o valor entregue aos clientes e à nossa rede de assessores ao longo do tempo, além de fortalecer a XP Seguridade como um pilar estratégico de crescimento da XP”, afirma André Lauzana.

Roberto Teixeira, sócio da XP, passa a atuar como conselheiro da XP Seguridade, após trajetória relevante na consolidação da área nos últimos anos.

A nomeação ocorre em um momento de forte avanço da vertical. No quarto trimestre de 2025, a XP Seguridade registrou R$ 502 milhões em prêmios emitidos de seguros de vida, com avanço de 25% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Allianz Seguros deixa de nomear estádio do Palmeiras

Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros_cred.Arnaldo Kikuti

A Allianz Brasil, uma das principais seguradoras do país, anuncia o lançamento de uma nova estratégia de marketing local, com foco na adaptação de seus investimentos às atuais ambições de dobrar de tamanho no Brasil. A iniciativa reflete a evolução da marca para uma estratégia regionalizada mais constante e em múltiplos pontos de contato e canais.

Como parte desse movimento, a companhia deixará de nomear o Allianz Parque, após firmar um acordo amigável e colaborativo com a WTorre para antecipar o encerramento do contrato. Ao longo de 13 anos, a arena se consolidou como o case de naming rights mais bem-sucedido do Brasil, estabelecendo um marco no país e inspirando outras empresas a nomearem estádios em diferentes regiões. É importante destacar que essa é uma decisão local, que não afeta a família de arenas do Grupo Allianz em outros países.

“Somos profundamente gratos por tudo o que o Allianz Parque nos proporcionou e reconhecemos a importância do investimento para a consolidação da marca no país. No entanto, vivemos um período de crescimento acelerado e expansão territorial e decidimos encerrar esse ciclo para iniciar uma nova fase, com foco em ações que nos aproximem ainda mais de clientes, corretores, parceiros e a sociedade de Norte a Sul”, afirma Eduard Folch, CEO da Allianz Brasil. “Queremos ser a seguradora de todo o Brasil.”

Evolução da estratégia de marca

Para Eduard Folch a nova estratégia de marketing está alinhada ao projeto de aceleração e transformação da companhia iniciado em 2024, que tem como meta dobrar o faturamento e triplicar o lucro até 2027, com base nos resultados de 2023.

Em 2025, a Allianz Brasil alcançou faturamento de cerca de R$ 12 bilhões, com crescimento de 23% sobre o ano anterior, mais de 15 pontos percentuais acima do mercado. “O projeto já traz resultados sólidos, mas precisamos sustentar a evolução da companhia em regiões com grande potencial de negócio”, completa o executivo.

Novas frentes de visibilidade

O novo posicionamento de marca prevê a adoção de ativações que fortaleçam iniciativas de marketing e CX (experiência do cliente). “A maturidade que a Allianz alcançou no Brasil nos permite avançar na visibilidade e relevância da marca. O foco são ações que gerem experiências e conexão com os stakeholders, indo além da presença institucional”, afirma Maria Clara Ramos, diretora executiva de Transformação, Estratégia e Marketing. Segundo Maria Clara, o plano prevê ainda o reforço da presença em mídia tradicional e digital, com foco no aumento de awareness, além da ampliação de patrocínios e parcerias, mantendo o pilar de esporte e incorporando cultura.

Brasilidade no esporte que eleva e na cultura que une

Inicialmente, a companhia apoiará um novo time de atletas olímpicos e o Coala Festival, além de ter outras ações previstas para os próximos meses e ano.

squad renovado de talentos reúne atletas de diferentes modalidades e trajetórias. O time tem nomes com conquistas relevantes em competições nacionais e internacionais, que representam o esporte olímpico e paralímpico e reforçam o compromisso da Allianz com coragem, excelência e resiliência. A iniciativa está alinhada à atuação global da companhia, que é seguradora oficial dos Movimentos Olímpico e Paralímpico em um patrocínio válido até 2032.

Na agenda cultural, a Allianz passa a patrocinar o Coala Festival 2026, uma das principais celebrações da música brasileira. A 12ª edição do evento será realizada nos dias 12 e 13 de setembro, no Memorial da América Latina. Depois desse festival em São Paulo, seguem mais cinco eventos apresentados pela Allianz, que ocorrerão em teatros e espaços icônicos de capitais brasileiras, reforçando a estratégia de abrangência nacional nas ações de relacionamento.

CNseg: agenda institucional aposta em infraestrutura, clima e longevidade para setor de seguros avançar

O setor segurador apresentou sua agenda institucional para 2026 com foco na ampliação da proteção da sociedade e no fortalecimento do papel do seguro como instrumento de desenvolvimento econômico e social. O documento reúne prioridades regulatórias e legislativas voltadas à expansão do mercado, ao lançamento de novos produtos e à redução da vulnerabilidade de famílias, empresas e governos diante de riscos crescentes.

A agenda parte de um diagnóstico recorrente: apesar da relevância econômica do setor, o seguro ainda é pouco utilizado no Brasil, o que amplia a exposição da sociedade a riscos climáticos, econômicos e sociais. Nesse contexto, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) defende a integração do seguro às políticas públicas como ferramenta de prevenção, planejamento e estabilidade econômica.

A agenda parte de um diagnóstico conhecido, mas ainda desafiador: apesar da relevância econômica do setor, a adoção de seguros ainda é limitada no Brasil, o que aumenta a vulnerabilidade de famílias, empresas e do próprio Estado diante de riscos climáticos, econômicos e sociais. A proposta apresentada reforça a importância do diálogo entre o setor, à qual Ministério da Fazenda, Susep, governantes e parlamentares presentes à cerimônia abraçam com determinação.

Foi unânime, tanto nos discursos como em entrevistas individuais ao Sonho Seguro que é urgente a construção de políticas públicas que ampliem a base segurada e integrem o seguro à estratégia de desenvolvimento do país, com apelo à Susep, ao governo e aos parlamentares para que sejam removidos entraves regulatórios para estimular a inovação. “O mercado segurador tem capacidade técnica, financeira e visão de longo prazo para contribuir com políticas públicas, especialmente em áreas como infraestrutura, mudanças climáticas, saúde, longevidade e proteção social”, defendeu Dyogo de Oliveira, presidente da CNseg.

Entre as prioridades destacadas está o fortalecimento do papel do seguro na infraestrutura. O documento aponta que o Brasil investe cerca de 2% do PIB em infraestrutura, patamar considerado insuficiente para sustentar o crescimento econômico. Para reduzir esse déficit, seria necessário ampliar os investimentos entre 2% e 4% do PIB por pelo menos duas décadas. Ao mesmo tempo, o país convive com mais de 10 mil obras públicas paralisadas, cenário em que o setor segurador busca ampliar o uso do seguro garantia para reduzir riscos e assegurar a conclusão dos projetos.

Atualmente, já existem R$ 4 bilhões em obras de infraestrutura amparadas pelo seguro garantia com cláusula de retomada, modalidade na qual a seguradora assume a execução do projeto em caso de paralisação. Ao todo, 18 editais de obras públicas já contam com essa solução, envolvendo projetos de rodovias, pontes e obras de mobilidade urbana.

Outro eixo da agenda é o avanço dos riscos cibernéticos e da inteligência artificial. A CNseg destaca que ataques digitais passaram a representar risco sistêmico, com potencial para comprometer cadeias produtivas, serviços essenciais e infraestrutura crítica. Nesse cenário, o seguro cibernético ganha relevância como ferramenta de gestão de riscos e continuidade operacional, diante da digitalização acelerada da economia.

O seguro rural também aparece entre as prioridades estratégicas. O documento ressalta que o agronegócio representa 23,2% do PIB brasileiro, mas a cobertura securitária vem recuando nos últimos anos. A área protegida caiu de 16,3% em 2021 para 7,5% em 2024 e para menos de 3% em 2025, evidenciando a necessidade de ampliação da proteção no campo, especialmente diante do aumento de eventos climáticos extremos.

A agenda também destaca o envelhecimento da população como uma das principais transformações estruturais do país. O aumento da longevidade amplia a demanda por previdência privada, planejamento financeiro e soluções de proteção de renda no longo prazo. O setor pretende ampliar o debate sobre educação financeira e desenvolver produtos voltados às novas necessidades da população.

Outro capítulo relevante trata das cidades resilientes, com foco na adaptação às mudanças climáticas. A agenda defende o uso do seguro como instrumento para reduzir impactos de desastres naturais, proteger infraestrutura urbana e apoiar políticas públicas de prevenção. A proposta inclui o fortalecimento de mecanismos financeiros e securitários para apoiar municípios na gestão de riscos e na reconstrução após eventos extremos.

O documento também destaca a crescente relevância da agenda climática para o setor. Durante a COP30, realizada no Brasil, foram promovidos cerca de 60 painéis, com mais de 200 especialistas e representantes do governo, além da participação de cerca de 2 mil visitantes de 22 países, reforçando o papel do seguro na transição para uma economia mais resiliente.

A CNseg também enfatiza a necessidade de modernização regulatória e maior diálogo com a Susep e o governo para destravar o crescimento do setor, estimular a inovação e facilitar o lançamento de novos produtos. A expectativa é que a agenda institucional funcione como guia de atuação ao longo do ano, ampliando a proteção da sociedade e o potencial de crescimento do mercado segurador.

CNseg projeta queda de quase 4% na arrecadação no seguro rural em 2026

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) revisou para baixo a projeção de desempenho do seguro rural em 2026. A expectativa anterior apontava crescimento nominal de 2,3%, mas a nova estimativa indica queda de 3,9%, refletindo um cenário de retração no mercado após um 2025 já marcado por recuo.


Segundo o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, a revisão decorre principalmente da falta de recursos suficientes no orçamento federal destinados ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), mecanismo que subsidia parte do custo da apólice para o produtor. Sem esse apoio, a contratação de seguros tende a diminuir.


“O principal fator é que ainda não tivemos, no orçamento deste ano, os recursos necessários para retomar a trajetória de crescimento do seguro rural”, afirmou Oliveira. “Isso acaba travando o mercado e levou à revisão da projeção.”

Dados apresentados pela entidade indicam que a arrecadação do segmento rural alcançou R$ 12,9 bilhões em 2025, uma queda de 8,8% em relação a 2024. Em janeiro deste ano, a queda foi de 12,2%, totalizando R$1,1 bilhão.


A redução da cobertura também preocupa o setor. Segundo a CNseg, a proporção da área agrícola segurada no país caiu significativamente nos últimos anos. O Brasil chegou a ter cerca de 13,7 milhões de hectares da área plantada protegida por seguro rural, mas o índice recuou para pouco mais de 3 milhões em 2025, o que representa 3,3% do total de área plantada do Brasil, refletindo a retração da subvenção federal.


Para Oliveira, a diminuição da cobertura cria um ciclo negativo. Com menos produtores contratando apólices, o risco médio da carteira aumenta, pressionando o preço do seguro e desestimulando novas contratações e a entrada de seguradoras no mercado. “O seguro funciona pela diluição do risco. Quando menos produtores participam, o custo médio sobe e o mercado perde competitividade”, explicou.

A queda na proteção ocorre em um momento de aumento dos riscos climáticos para o agronegócio. De acordo com levantamento citado pela CNseg, o Brasil registrou perdas médias de cerca de R$ 60 bilhões por ano em eventos climáticos nos últimos anos, sendo o setor agrícola um dos mais impactados.


A entidade defende a criação de mecanismos estruturais para fortalecer o seguro rural no país. Entre as propostas apresentadas estão a garantia de orçamento estável para o PSR e a criação de um fundo de estabilização do seguro rural, que permitiria compensar anos de alta sinistralidade e reduzir a volatilidade dos prêmios.

Também está em discussão no Congresso um projeto de lei relatado pelo deputado Pedro Lupion e de autoria da senadora Tereza Cristina, que busca impedir o contingenciamento de recursos do programa e estruturar o fundo de estabilização.

Segundo Oliveira, o fortalecimento do seguro rural é considerado estratégico diante da mudança no modelo de financiamento do agronegócio brasileiro, cada vez mais baseado em capital privado.


“Com mais financiamento privado no campo, cresce a necessidade de mecanismos que transmitam segurança ao investidor. O seguro é uma peça fundamental para garantir estabilidade e confiança no sistema”, afirmou.


Para o setor segurador, sem uma expansão consistente da cobertura e do apoio público ao seguro rural, o agronegócio brasileiro pode ficar mais exposto a riscos climáticos e financeiros justamente em um momento de maior dependência de capital de mercado.

Bradesco Seguros aposta em troca de experiências entre corretores e lança série nacional de vídeos

Leonardo Freitas bradesco seguros

A Bradesco Seguros lançou o projeto “De Corretor para Corretor”, iniciativa que reúne uma série de vídeos com profissionais de diferentes regiões do país para compartilhar experiências, recomendações de produtos e visões sobre o mercado. A proposta é valorizar o protagonismo do corretor e reforçar o relacionamento da companhia com sua principal rede de distribuição.

A primeira fase do projeto reúne lideranças de corretoras como Angela de Paula, da Megasegur Corretora, de Recife (PE); Ricardo Soares, da Monumental Corretora, de São Luís (MA); e Claudio Fernando, da Vila da Serra Corretora, de Osório (RS). Nos depoimentos, os profissionais relatam suas vivências no mercado e destacam a importância da parceria com a seguradora.

Ricardo Soares, por exemplo, destaca o seguro de automóvel como principal produto de sua carteira e afirma que a escolha de parceiros é determinante para o crescimento. Já Claudio Fernando aponta o seguro residencial como foco de atuação, ressaltando a importância da solidez da seguradora para garantir tranquilidade ao cliente. Angela de Paula, por sua vez, enfatiza a relevância da capacitação e da plataforma Universeg no desenvolvimento da equipe comercial.

Para Leonardo de Freitas, diretor comercial da Bradesco Auto/RE, a iniciativa reforça o papel estratégico do corretor no crescimento do setor e na conexão com o consumidor final. Segundo ele, a série busca transformar boas práticas em inspiração para toda a rede. “O projeto “De Corretor Para Corretor” nasceu da vontade de fortalecer ainda mais a nossa conexão com o profissional, destacando-o como o protagonista que ele, de fato, é. Por meio dos depoimentos em vídeo, temos relatos reais, que fortalecem nosso relacionamento, valorizam nossos parceiros e criam um vínculo entre o corretor e a companhia”, conta Freitas. Leia os principais trechos da entrevista:

A série reúne corretores de diferentes regiões do país. Qual é a importância de trazer visões e experiências regionais para compartilhar boas práticas com toda a rede de corretores? 

Cada região tem sua particularidade e requer diferentes métodos de atuação, que atendam às principais necessidades locais. Trazer diferentes visões e experiências regionais reiteram a atenção da Bradesco Seguros às demandas de quem atua na ponta e está em contato direto com os segurados. O contato direto com o corretor de seguros traz uma visão prática do mercado, que nos ajuda a aprimorar nossos produtos e negócios. 

De que forma as experiências e boas práticas compartilhadas nos vídeos podem ajudar outros corretores a desenvolver seus negócios e ampliar oportunidades de atuação no mercado de seguros? 

    Acompanhar os depoimentos de corretores de seguros já consolidados no mercado pode contribuir para identificar novas oportunidades de atuação, buscando inspiração nos cases apresentados e novas abordagens. Além disso, aprender com experiências concretas e bem-sucedidas aumenta a confiança na tomada de decisão. 

    A Bradesco Seguros também conta com iniciativas de capacitação, como a plataforma Universeg, que reúne mais de 600 conteúdos educativos e técnicos. Como esses materiais — entre cursos, vídeos, podcasts e e-books — contribuem para apoiar o corretor no desenvolvimento profissional e na geração de novos negócios? 

      A capacitação e a qualificação contínua dos profissionais os preparam para identificar as melhores oportunidades do mercado e gerar resultados consistentes. Nesse contexto, a Universeg oferece um amplo portfólio de conteúdos que apoiam o corretor no desenvolvimento técnico e comercial, contribuindo para uma atuação mais estratégica. Com diferentes formatos, a plataforma permite um aprendizado flexível e contínuo, adaptado à rotina do corretor. Com mais conhecimento, o profissional amplia sua capacidade consultiva, fortalece o relacionamento com clientes e potencializa a geração de novos negócios. Acreditamos que investir em conhecimento e relacionamento é a chave para impulsionar o desempenho e ampliar o alcance da Bradesco Seguros em todas as regiões. 

      Zurich Seguros lança produtos contra fraudes corporativas e amplia atuação em linhas financeiras

      A Zurich Seguros apresentou, em evento realizado em 8 de abril, sua nova aposta em Linhas Financeiras com o lançamento de produtos voltados à proteção contra fraudes corporativas. A iniciativa amplia a oferta da seguradora para empresas e instituições financeiras em um momento de maior sofisticação dos golpes, avanço da digitalização e aumento da exposição a perdas financeiras e danos reputacionais.

      Segundo Hellen Fernandes, gerente de Linhas Financeiras e Cyber da Zurich Seguros, a companhia identificou uma lacuna nas soluções disponíveis no mercado, que em geral estavam mais concentradas em fraudes com participação de funcionários, enquanto crescem os casos praticados exclusivamente por terceiros. “Fraudes corporativas seguem entre os riscos mais relevantes para empresas e instituições financeiras em todo o mundo. Para atender uma demanda crescente por proteção a esse tipo de risco, a Zurich Seguros está lançando em breve um novo produto voltado à proteção contra fraudes corporativas, com soluções para todos os segmentos e voltadas especificamente a instituições financeiras”, afirma. 

      A nova oferta foi estruturada em duas frentes. De um lado, o produto Fraudes Corporativas, voltado a empresas de diferentes setores. De outro, a solução BBB, desenhada para instituições financeiras, com coberturas adaptadas à complexidade operacional desse segmento. Em ambos os casos, a proteção inclui prejuízos decorrentes de crime interno, crime externo e crime eletrônico, além de extensões para custos de investigação, despesas jurídicas, recomposição de dados e medidas de mitigação de perdas.

      A seguir, os principais pontos da entrevista:

      O que levou a Zurich a lançar agora um produto voltado à proteção contra fraudes corporativas e que lacuna de mercado a seguradora identificou nessa frente?

      Hellen Fernandes: Com a digitalização das operações e o aumento das interações financeiras, os golpes ficaram mais frequentes e sofisticados. O Global Fraud Report 2024 mostra que 96% dos profissionais de risco, fraude e compliance observaram aumento na complexidade das fraudes no último ano. Hoje vemos com mais recorrência casos de engenharia social, falsificação de identidade de fornecedores e manipulação de sistemas para autorizar pagamentos indevidos, situações que podem gerar perdas financeiras relevantes e afetar a reputação das empresas. Ao mesmo tempo, identificamos uma lacuna importante no mercado. As soluções disponíveis, em geral, estavam mais concentradas em fraudes com participação de funcionários, enquanto muitas ocorrências atuais envolvem exclusivamente terceiros. Esse tipo de risco vinha crescendo, mas ainda não era plenamente atendido pelas coberturas tradicionais. A partir desse entendimento, estruturamos uma solução mais abrangente, que amplia a proteção e apoia as empresas também na gestão desses eventos. 

      Quais são as principais coberturas do novo produto e como ele foi estruturado para atender perfis distintos de empresas, inclusive instituições financeiras?

      Hellen Fernandes: Os produtos foram estruturados para oferecer proteção ampla contra prejuízos financeiros causados por fraudes. Ambos contemplam três pilares principais: crime interno, que cobre perdas decorrentes de atos desonestos de colaboradores; crime externo, voltado a fraudes cometidas por terceiros; e crime eletrônico, que trata de prejuízos causados por manipulação de sistemas e transações digitais.

      Além disso, há extensões como custos de investigação, despesas jurídicas, recomposição de dados e medidas para reduzir perdas. O produto Fraudes Corporativas atende empresas de diversos setores, enquanto a solução BBB foi desenhada para instituições financeiras, considerando particularidades como guarda de valores e operações financeiras estruturadas. Ambos são destinados a empresas com faturamento anual mínimo a partir de R$ 1 milhão. 

      Que tipos de fraude corporativa têm pesado mais na demanda por proteção hoje?

      Hellen Fernandes: Entre os casos mais recorrentes estão golpes de engenharia social, manipulação de sistemas e autorizações indevidas de pagamentos. Esses eventos exploram vulnerabilidades tecnológicas e falhas em controles internos, ampliando o impacto financeiro e reputacional. Também observamos casos de extorsão e ameaças de exposição de informações sensíveis. Nossa leitura é que esse risco tende a continuar evoluindo, o que reforça a importância de soluções estruturadas de gestão de riscos. 

      Qual é o diferencial da solução da Zurich em relação ao que já existe no mercado?

      Hellen Fernandes: O principal diferencial está na ampliação da cobertura para fraudes praticadas por terceiros sem envolvimento interno, que hoje representam parcela relevante dos incidentes. Além disso, a solução vai além da indenização, incluindo apoio em investigação e mitigação de impactos. Também adotamos uma abordagem consultiva na subscrição, com análise individualizada dos riscos e atuação próxima a corretores especializados. 

      Qual é a expectativa da companhia para esse lançamento?

      Hellen Fernandes: A expectativa é ampliar a presença da Zurich nesse segmento, que ainda é pouco explorado no Brasil. O foco inicial está em instituições financeiras e empresas com maior maturidade em gestão de riscos, além de companhias de médio e grande porte em setores como indústria, energia, logística e serviços. A distribuição será direcionada por meio de corretores especializados, contribuindo para diversificar a carteira de Linhas Financeiras e fortalecer a oferta da companhia no país. 

      Mitsui Sumitomo Seguros patrocina Mauricio Arias na Copa Truck 2026

      Neste ano, a Mitsui Sumitomo Seguros anuncia o patrocínio do piloto Maurício Arias, que competirá com o caminhão 811 na Copa Truck. Esta iniciativa faz parte da estratégia de crescimento da empresa no segmento de seguros de Transportes e está alinhada ao conceito de Kizuna, que simboliza a conexão interpessoal além das relações comerciais.

      “Oportunidades de vivenciar experiências são fundamentais para fortalecer nossas relações e gerar novos negócios. Acreditamos que estar presente em um evento como a Copa Truck nos permitirá criar laços mais fortes com nossos corretores e clientes”, afirma Carlos Eduardo Silvestre, Diretor de Gestão de Negócios & Relacionamento da MSIG.

      O patrocínio visa fortalecer a presença da marca e proporcionar experiências memoráveis para corretores e clientes. Nos dias 12 de abril de 2026, em Santa Cruz do Sul, e 31 de maio de 2026, em Interlagos, alguns dos nossos parceiros estratégicos terão a oportunidade de vivenciar a emoção do automobilismo de perto, com acesso ao box da equipe e, para os mais corajosos, a chance de participar de uma volta rápida com o piloto.

      “Estar em um evento onde se respira o mundo dos caminhões é uma estratégia essencial para nós. A Copa Truck representa a essência do setor no que se refere a tecnologia, estratégia e logística, e queremos estar presentes nesse ambiente dinâmico, conectando-nos com os profissionais que fazem a diferença”, destaca Ricardo Beyer, Head de Transportes da seguradora.

      As corridas poderão ser acompanhadas pela TV nas emissoras Band e NSports e pela internet no YouTube.

      Zurich lança projeto social para formação de cuidadores de idosos em Belo Horizonte

      A Zurich Seguros anunciou, nesta semana, o lançamento do Geração Cuidadora, projeto idealizado em parceria com o Sistema Divina Providência, Organização da Sociedade Civil (OSC), em Belo Horizonte, com foco na formação de pessoas em situação de vulnerabilidade para atuação no cuidado de idosos.  

      A iniciativa abre inscrições para as primeiras turmas, previstas para início no final de abril, com 30 vagas disponíveis: 15 para pessoas que desejam formação profissional no cuidado ao idoso, e 15 para pessoas que desejam adquirir competências para o cuidado de familiares idosos. 

      “O projeto foi desenhado de forma a atender diferentes perfis e necessidades. O curso de Cuidador de Idosos terá 160 horas de duração e foco na formação profissional, incluindo estágio supervisionado em instituições de longa permanência. Já o curso de Cuidados Familiares, com 80 horas, será voltado a pessoas que já exercem o cuidado no dia a dia, mas ainda sem formação técnica estruturada”, explica Nathalia Abreu, superintendente de Sustentabilidade e Responsabilidade Social Corporativa da Zurich Seguros. 

      O projeto prevê a formação de 120 pessoas ao longo de um ano, distribuídas em oito turmas. As capacitações combinam teoria e prática, com abordagem que integra aspectos físicos e emocionais do cuidado, preparando os participantes para atuar com responsabilidade e sensibilidade às necessidades da pessoa idosa.  

      Os cursos serão gratuitos e contarão com apoio para transporte e alimentação, ampliando o acesso e contribuindo para a permanência dos alunos ao longo da formação. Além da formação, a proposta se conecta a instituições parceiras, como organizações sociais e ILPIs, fortalecendo a rede de atendimento e ampliando a qualificação de profissionais que já atuam no cuidado ao idoso.  

      As inscrições para os cursos do Sistema Divina Providência podem ser feitas através do contato direto com as unidades, pelo WhatsApp: (31) 97135-8598 ou (31) 99561-5763. Para mais contatos e informações, acessar: Centros de Formação Profissional – Sistema Divina Providência. 

      Formação como oportunidade e envelhecimento da população 

      Nathalia Abreu explica que o projeto foi pensado em linha com os desafios impostos pelo avanço do envelhecimento da população brasileira, que já apresenta novas demandas para famílias, instituições e mercado de trabalho.  

      Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 37,8% dos brasileiros terão 60 anos ou mais em 2070, o que representa aproximadamente 75 milhões de pessoas.  

      “Hoje, cerca de 16% da população brasileira é idosa, mas em Belo Horizonte, esse número gira em torno de 20%. Portanto, além de termos raízes históricas na cidade, escolhemos essa região para desenvolver o projeto por compreendermos que a questão tem se tornado prioritária para essa população”, detalha Abreu. 

      Ao mesmo tempo, boa parte da população brasileira atual não tem condições de pagar por um cuidador – já eram mais de 5 milhões de brasileiros cuidando de idosos da própria família em 2019 (segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios -PNAD).  

      Além disso, mesmo para quem pode pagar, o próprio número de profissionais qualificados é baixo – o Brasil tem hoje 840 mil cuidadores remunerados (segundo a PNAD de 2023), o que corresponde a menos de 1 cuidador a cada 25 idosos no país. Como a formação não é obrigatória para atuação, nada garante que eles estejam corretamente preparados – o que compromete também o cuidado adequado ao idoso. 

      “Se nada for feito, a escalada do envelhecimento da população, sem medidas de preparação de cuidado correspondentes, pode gerar um problema social urgente”, defende Abreu. “É comum falarmos no público jovem quando pensamos nas novas gerações, mas os dados mostram que, quando pensamos no futuro, estamos falando também de um público majoritariamente idoso, que necessitará de cuidados e estruturas sociais adequadas à sua saúde e bem-estar”. 

      Em linha com a agenda de empoderamento econômico que norteia toda a estratégia de Responsabilidade Social Corporativa da companhia, o projeto responde simultaneamente à crescente demanda por cuidadores qualificados e à necessidade de ampliar oportunidades de formação e inserção no mercado de trabalho em comunidades vulneráveis, olhando para o cuidado ao idoso como uma “profissão do futuro”. 

      “A iniciativa integra formação técnica e cuidado qualificado, contribuindo para o fortalecimento das comunidades e para respostas mais eficazes aos desafios do envelhecimento no país. Dessa forma, o Geração Cuidadora mostra como é possível amplificar o impacto social concreto por meio de soluções estruturadas. Ao investir na formação de cuidadores, contribuímos para a qualidade do cuidado e para a criação de novas oportunidades de trabalho”, afirma Nathalia Abreu. 

      Segundo ela, o projeto amplia seu alcance ao estruturar uma rede de cuidadores capacitados, com potencial de atuação de longo prazo nas comunidades e conexão direta com instituições que atendem a população idosa. “A expectativa é de que cerca de mil pessoas sejam indiretamente impactadas neste primeiro ano, mas o potencial de impacto positivo é muito maior, já que a proposta é contribuir para qualificar pessoas que podem cuidar de muitos idosos ao longo da vida”, defende. 

      A execução do projeto ficará a cargo do Sistema Divina Providência, organização com atuação consolidada em qualificação profissional e desenvolvimento social em comunidades vulneráveis, responsável pela condução dos cursos, seleção dos participantes e articulação com o território. 

      A superintendente geral do Sistema Divina Providência, Dolores Bertila, comenta sobre a iniciativa: “A parceria com a Zurich é um exemplo de como o setor privado pode gerar impacto social concreto ao investir na formação de cuidadores de idosos e em cuidados familiares. O projeto amplia oportunidades de renda, prepara a sociedade para o envelhecimento da população e promove mais dignidade no cuidado com a vida”.