Bradesco Seguros aposta em troca de experiências entre corretores e lança série nacional de vídeos

Leonardo Freitas bradesco seguros

A Bradesco Seguros lançou o projeto “De Corretor para Corretor”, iniciativa que reúne uma série de vídeos com profissionais de diferentes regiões do país para compartilhar experiências, recomendações de produtos e visões sobre o mercado. A proposta é valorizar o protagonismo do corretor e reforçar o relacionamento da companhia com sua principal rede de distribuição.

A primeira fase do projeto reúne lideranças de corretoras como Angela de Paula, da Megasegur Corretora, de Recife (PE); Ricardo Soares, da Monumental Corretora, de São Luís (MA); e Claudio Fernando, da Vila da Serra Corretora, de Osório (RS). Nos depoimentos, os profissionais relatam suas vivências no mercado e destacam a importância da parceria com a seguradora.

Ricardo Soares, por exemplo, destaca o seguro de automóvel como principal produto de sua carteira e afirma que a escolha de parceiros é determinante para o crescimento. Já Claudio Fernando aponta o seguro residencial como foco de atuação, ressaltando a importância da solidez da seguradora para garantir tranquilidade ao cliente. Angela de Paula, por sua vez, enfatiza a relevância da capacitação e da plataforma Universeg no desenvolvimento da equipe comercial.

Para Leonardo de Freitas, diretor comercial da Bradesco Auto/RE, a iniciativa reforça o papel estratégico do corretor no crescimento do setor e na conexão com o consumidor final. Segundo ele, a série busca transformar boas práticas em inspiração para toda a rede. “O projeto “De Corretor Para Corretor” nasceu da vontade de fortalecer ainda mais a nossa conexão com o profissional, destacando-o como o protagonista que ele, de fato, é. Por meio dos depoimentos em vídeo, temos relatos reais, que fortalecem nosso relacionamento, valorizam nossos parceiros e criam um vínculo entre o corretor e a companhia”, conta Freitas. Leia os principais trechos da entrevista:

A série reúne corretores de diferentes regiões do país. Qual é a importância de trazer visões e experiências regionais para compartilhar boas práticas com toda a rede de corretores? 

Cada região tem sua particularidade e requer diferentes métodos de atuação, que atendam às principais necessidades locais. Trazer diferentes visões e experiências regionais reiteram a atenção da Bradesco Seguros às demandas de quem atua na ponta e está em contato direto com os segurados. O contato direto com o corretor de seguros traz uma visão prática do mercado, que nos ajuda a aprimorar nossos produtos e negócios. 

De que forma as experiências e boas práticas compartilhadas nos vídeos podem ajudar outros corretores a desenvolver seus negócios e ampliar oportunidades de atuação no mercado de seguros? 

    Acompanhar os depoimentos de corretores de seguros já consolidados no mercado pode contribuir para identificar novas oportunidades de atuação, buscando inspiração nos cases apresentados e novas abordagens. Além disso, aprender com experiências concretas e bem-sucedidas aumenta a confiança na tomada de decisão. 

    A Bradesco Seguros também conta com iniciativas de capacitação, como a plataforma Universeg, que reúne mais de 600 conteúdos educativos e técnicos. Como esses materiais — entre cursos, vídeos, podcasts e e-books — contribuem para apoiar o corretor no desenvolvimento profissional e na geração de novos negócios? 

      A capacitação e a qualificação contínua dos profissionais os preparam para identificar as melhores oportunidades do mercado e gerar resultados consistentes. Nesse contexto, a Universeg oferece um amplo portfólio de conteúdos que apoiam o corretor no desenvolvimento técnico e comercial, contribuindo para uma atuação mais estratégica. Com diferentes formatos, a plataforma permite um aprendizado flexível e contínuo, adaptado à rotina do corretor. Com mais conhecimento, o profissional amplia sua capacidade consultiva, fortalece o relacionamento com clientes e potencializa a geração de novos negócios. Acreditamos que investir em conhecimento e relacionamento é a chave para impulsionar o desempenho e ampliar o alcance da Bradesco Seguros em todas as regiões. 

      Zurich Seguros lança produtos contra fraudes corporativas e amplia atuação em linhas financeiras

      A Zurich Seguros apresentou, em evento realizado em 8 de abril, sua nova aposta em Linhas Financeiras com o lançamento de produtos voltados à proteção contra fraudes corporativas. A iniciativa amplia a oferta da seguradora para empresas e instituições financeiras em um momento de maior sofisticação dos golpes, avanço da digitalização e aumento da exposição a perdas financeiras e danos reputacionais.

      Segundo Hellen Fernandes, gerente de Linhas Financeiras e Cyber da Zurich Seguros, a companhia identificou uma lacuna nas soluções disponíveis no mercado, que em geral estavam mais concentradas em fraudes com participação de funcionários, enquanto crescem os casos praticados exclusivamente por terceiros. “Fraudes corporativas seguem entre os riscos mais relevantes para empresas e instituições financeiras em todo o mundo. Para atender uma demanda crescente por proteção a esse tipo de risco, a Zurich Seguros está lançando em breve um novo produto voltado à proteção contra fraudes corporativas, com soluções para todos os segmentos e voltadas especificamente a instituições financeiras”, afirma. 

      A nova oferta foi estruturada em duas frentes. De um lado, o produto Fraudes Corporativas, voltado a empresas de diferentes setores. De outro, a solução BBB, desenhada para instituições financeiras, com coberturas adaptadas à complexidade operacional desse segmento. Em ambos os casos, a proteção inclui prejuízos decorrentes de crime interno, crime externo e crime eletrônico, além de extensões para custos de investigação, despesas jurídicas, recomposição de dados e medidas de mitigação de perdas.

      A seguir, os principais pontos da entrevista:

      O que levou a Zurich a lançar agora um produto voltado à proteção contra fraudes corporativas e que lacuna de mercado a seguradora identificou nessa frente?

      Hellen Fernandes: Com a digitalização das operações e o aumento das interações financeiras, os golpes ficaram mais frequentes e sofisticados. O Global Fraud Report 2024 mostra que 96% dos profissionais de risco, fraude e compliance observaram aumento na complexidade das fraudes no último ano. Hoje vemos com mais recorrência casos de engenharia social, falsificação de identidade de fornecedores e manipulação de sistemas para autorizar pagamentos indevidos, situações que podem gerar perdas financeiras relevantes e afetar a reputação das empresas. Ao mesmo tempo, identificamos uma lacuna importante no mercado. As soluções disponíveis, em geral, estavam mais concentradas em fraudes com participação de funcionários, enquanto muitas ocorrências atuais envolvem exclusivamente terceiros. Esse tipo de risco vinha crescendo, mas ainda não era plenamente atendido pelas coberturas tradicionais. A partir desse entendimento, estruturamos uma solução mais abrangente, que amplia a proteção e apoia as empresas também na gestão desses eventos. 

      Quais são as principais coberturas do novo produto e como ele foi estruturado para atender perfis distintos de empresas, inclusive instituições financeiras?

      Hellen Fernandes: Os produtos foram estruturados para oferecer proteção ampla contra prejuízos financeiros causados por fraudes. Ambos contemplam três pilares principais: crime interno, que cobre perdas decorrentes de atos desonestos de colaboradores; crime externo, voltado a fraudes cometidas por terceiros; e crime eletrônico, que trata de prejuízos causados por manipulação de sistemas e transações digitais.

      Além disso, há extensões como custos de investigação, despesas jurídicas, recomposição de dados e medidas para reduzir perdas. O produto Fraudes Corporativas atende empresas de diversos setores, enquanto a solução BBB foi desenhada para instituições financeiras, considerando particularidades como guarda de valores e operações financeiras estruturadas. Ambos são destinados a empresas com faturamento anual mínimo a partir de R$ 1 milhão. 

      Que tipos de fraude corporativa têm pesado mais na demanda por proteção hoje?

      Hellen Fernandes: Entre os casos mais recorrentes estão golpes de engenharia social, manipulação de sistemas e autorizações indevidas de pagamentos. Esses eventos exploram vulnerabilidades tecnológicas e falhas em controles internos, ampliando o impacto financeiro e reputacional. Também observamos casos de extorsão e ameaças de exposição de informações sensíveis. Nossa leitura é que esse risco tende a continuar evoluindo, o que reforça a importância de soluções estruturadas de gestão de riscos. 

      Qual é o diferencial da solução da Zurich em relação ao que já existe no mercado?

      Hellen Fernandes: O principal diferencial está na ampliação da cobertura para fraudes praticadas por terceiros sem envolvimento interno, que hoje representam parcela relevante dos incidentes. Além disso, a solução vai além da indenização, incluindo apoio em investigação e mitigação de impactos. Também adotamos uma abordagem consultiva na subscrição, com análise individualizada dos riscos e atuação próxima a corretores especializados. 

      Qual é a expectativa da companhia para esse lançamento?

      Hellen Fernandes: A expectativa é ampliar a presença da Zurich nesse segmento, que ainda é pouco explorado no Brasil. O foco inicial está em instituições financeiras e empresas com maior maturidade em gestão de riscos, além de companhias de médio e grande porte em setores como indústria, energia, logística e serviços. A distribuição será direcionada por meio de corretores especializados, contribuindo para diversificar a carteira de Linhas Financeiras e fortalecer a oferta da companhia no país. 

      Mitsui Sumitomo Seguros patrocina Mauricio Arias na Copa Truck 2026

      Neste ano, a Mitsui Sumitomo Seguros anuncia o patrocínio do piloto Maurício Arias, que competirá com o caminhão 811 na Copa Truck. Esta iniciativa faz parte da estratégia de crescimento da empresa no segmento de seguros de Transportes e está alinhada ao conceito de Kizuna, que simboliza a conexão interpessoal além das relações comerciais.

      “Oportunidades de vivenciar experiências são fundamentais para fortalecer nossas relações e gerar novos negócios. Acreditamos que estar presente em um evento como a Copa Truck nos permitirá criar laços mais fortes com nossos corretores e clientes”, afirma Carlos Eduardo Silvestre, Diretor de Gestão de Negócios & Relacionamento da MSIG.

      O patrocínio visa fortalecer a presença da marca e proporcionar experiências memoráveis para corretores e clientes. Nos dias 12 de abril de 2026, em Santa Cruz do Sul, e 31 de maio de 2026, em Interlagos, alguns dos nossos parceiros estratégicos terão a oportunidade de vivenciar a emoção do automobilismo de perto, com acesso ao box da equipe e, para os mais corajosos, a chance de participar de uma volta rápida com o piloto.

      “Estar em um evento onde se respira o mundo dos caminhões é uma estratégia essencial para nós. A Copa Truck representa a essência do setor no que se refere a tecnologia, estratégia e logística, e queremos estar presentes nesse ambiente dinâmico, conectando-nos com os profissionais que fazem a diferença”, destaca Ricardo Beyer, Head de Transportes da seguradora.

      As corridas poderão ser acompanhadas pela TV nas emissoras Band e NSports e pela internet no YouTube.

      Zurich lança projeto social para formação de cuidadores de idosos em Belo Horizonte

      A Zurich Seguros anunciou, nesta semana, o lançamento do Geração Cuidadora, projeto idealizado em parceria com o Sistema Divina Providência, Organização da Sociedade Civil (OSC), em Belo Horizonte, com foco na formação de pessoas em situação de vulnerabilidade para atuação no cuidado de idosos.  

      A iniciativa abre inscrições para as primeiras turmas, previstas para início no final de abril, com 30 vagas disponíveis: 15 para pessoas que desejam formação profissional no cuidado ao idoso, e 15 para pessoas que desejam adquirir competências para o cuidado de familiares idosos. 

      “O projeto foi desenhado de forma a atender diferentes perfis e necessidades. O curso de Cuidador de Idosos terá 160 horas de duração e foco na formação profissional, incluindo estágio supervisionado em instituições de longa permanência. Já o curso de Cuidados Familiares, com 80 horas, será voltado a pessoas que já exercem o cuidado no dia a dia, mas ainda sem formação técnica estruturada”, explica Nathalia Abreu, superintendente de Sustentabilidade e Responsabilidade Social Corporativa da Zurich Seguros. 

      O projeto prevê a formação de 120 pessoas ao longo de um ano, distribuídas em oito turmas. As capacitações combinam teoria e prática, com abordagem que integra aspectos físicos e emocionais do cuidado, preparando os participantes para atuar com responsabilidade e sensibilidade às necessidades da pessoa idosa.  

      Os cursos serão gratuitos e contarão com apoio para transporte e alimentação, ampliando o acesso e contribuindo para a permanência dos alunos ao longo da formação. Além da formação, a proposta se conecta a instituições parceiras, como organizações sociais e ILPIs, fortalecendo a rede de atendimento e ampliando a qualificação de profissionais que já atuam no cuidado ao idoso.  

      As inscrições para os cursos do Sistema Divina Providência podem ser feitas através do contato direto com as unidades, pelo WhatsApp: (31) 97135-8598 ou (31) 99561-5763. Para mais contatos e informações, acessar: Centros de Formação Profissional – Sistema Divina Providência. 

      Formação como oportunidade e envelhecimento da população 

      Nathalia Abreu explica que o projeto foi pensado em linha com os desafios impostos pelo avanço do envelhecimento da população brasileira, que já apresenta novas demandas para famílias, instituições e mercado de trabalho.  

      Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 37,8% dos brasileiros terão 60 anos ou mais em 2070, o que representa aproximadamente 75 milhões de pessoas.  

      “Hoje, cerca de 16% da população brasileira é idosa, mas em Belo Horizonte, esse número gira em torno de 20%. Portanto, além de termos raízes históricas na cidade, escolhemos essa região para desenvolver o projeto por compreendermos que a questão tem se tornado prioritária para essa população”, detalha Abreu. 

      Ao mesmo tempo, boa parte da população brasileira atual não tem condições de pagar por um cuidador – já eram mais de 5 milhões de brasileiros cuidando de idosos da própria família em 2019 (segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios -PNAD).  

      Além disso, mesmo para quem pode pagar, o próprio número de profissionais qualificados é baixo – o Brasil tem hoje 840 mil cuidadores remunerados (segundo a PNAD de 2023), o que corresponde a menos de 1 cuidador a cada 25 idosos no país. Como a formação não é obrigatória para atuação, nada garante que eles estejam corretamente preparados – o que compromete também o cuidado adequado ao idoso. 

      “Se nada for feito, a escalada do envelhecimento da população, sem medidas de preparação de cuidado correspondentes, pode gerar um problema social urgente”, defende Abreu. “É comum falarmos no público jovem quando pensamos nas novas gerações, mas os dados mostram que, quando pensamos no futuro, estamos falando também de um público majoritariamente idoso, que necessitará de cuidados e estruturas sociais adequadas à sua saúde e bem-estar”. 

      Em linha com a agenda de empoderamento econômico que norteia toda a estratégia de Responsabilidade Social Corporativa da companhia, o projeto responde simultaneamente à crescente demanda por cuidadores qualificados e à necessidade de ampliar oportunidades de formação e inserção no mercado de trabalho em comunidades vulneráveis, olhando para o cuidado ao idoso como uma “profissão do futuro”. 

      “A iniciativa integra formação técnica e cuidado qualificado, contribuindo para o fortalecimento das comunidades e para respostas mais eficazes aos desafios do envelhecimento no país. Dessa forma, o Geração Cuidadora mostra como é possível amplificar o impacto social concreto por meio de soluções estruturadas. Ao investir na formação de cuidadores, contribuímos para a qualidade do cuidado e para a criação de novas oportunidades de trabalho”, afirma Nathalia Abreu. 

      Segundo ela, o projeto amplia seu alcance ao estruturar uma rede de cuidadores capacitados, com potencial de atuação de longo prazo nas comunidades e conexão direta com instituições que atendem a população idosa. “A expectativa é de que cerca de mil pessoas sejam indiretamente impactadas neste primeiro ano, mas o potencial de impacto positivo é muito maior, já que a proposta é contribuir para qualificar pessoas que podem cuidar de muitos idosos ao longo da vida”, defende. 

      A execução do projeto ficará a cargo do Sistema Divina Providência, organização com atuação consolidada em qualificação profissional e desenvolvimento social em comunidades vulneráveis, responsável pela condução dos cursos, seleção dos participantes e articulação com o território. 

      A superintendente geral do Sistema Divina Providência, Dolores Bertila, comenta sobre a iniciativa: “A parceria com a Zurich é um exemplo de como o setor privado pode gerar impacto social concreto ao investir na formação de cuidadores de idosos e em cuidados familiares. O projeto amplia oportunidades de renda, prepara a sociedade para o envelhecimento da população e promove mais dignidade no cuidado com a vida”.  

      Seguro rural e crédito entram no centro da agenda do agro em seminário em Brasília

      Fonte: CNseg

      Em um momento de aumento dos riscos climáticos e de transformação das formas de financiamento no campo, lideranças do setor público e privado defenderam, nesta terça-feira (8), uma mudança estrutural no modelo de proteção ao agronegócio brasileiro. O debate ocorreu durante o seminário “Diálogo Setorial: Seguros, Crédito e Agronegócio – Proteção rural e novos instrumentos de financiamento”, promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), em parceria com a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) e a Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi). 


      Logo na abertura, o presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, deu o tom do encontro ao afirmar que o Brasil ainda trata o risco agrícola de forma equivocada, priorizando o crédito em detrimento do seguro. “O produtor perde uma safra e a solução é renegociar as dívidas”, criticou. Ele alertou que esse modelo encarece o crédito e perpetua o endividamento no campo. “No fim do dia, o produtor paga o custo do crédito, da inadimplência e o custo climático”, disse.


      Dyogo também destacou o contraste entre o volume de recursos destinados ao Plano Safra e ao seguro rural. “Para economizar algumas centenas de milhões no seguro, o governo acaba gastando dezenas de bilhões em renegociações”, afirmou, classificando a lógica como uma “miopia” da política pública. Ele lembrou ainda que a área segurada no campo caiu drasticamente nos últimos anos, evidenciando a urgência de mudança.


      Um agro diferente exige soluções novas


      O presidente da ABAG, Ingo Plöger, chamou atenção para as especificidades do agronegócio brasileiro, que opera em uma lógica distinta das economias do hemisfério norte. “Aqui, uma safra empurra a outra. É uma dinâmica intensa, praticamente em ‘just in time’”, explicou.


      Segundo ele, essa característica torna o setor mais sensível a choques logísticos e climáticos, exigindo soluções próprias. “Precisamos de legislações que atendam a essa economia tropical”, afirmou.


      Já o presidente da Acrefi, Tadeu Silva, destacou a mudança no perfil do financiamento do agro. “O funding está mudando. Ganham espaço os instrumentos de mercado de capitais e operações privadas”, disse. Ele alertou, no entanto, que sem seguro adequado, o sistema financeiro permanece vulnerável. “O risco não desaparece quando o seguro recua, ele apenas se redistribui.”


      Ainda na abertura institucional, o diretor administrativo da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Elinton Honorato, destacou a relevância estratégica do tema para o desenvolvimento nacional. Representando o presidente da entidade, ele enfatizou a convergência entre a pauta do seminário e os interesses dos municípios brasileiros. “Os temas tratados aqui são de extrema relevância e convergem com a luta da CNM pelos municípios”, afirmou, colocando a entidade à disposição para fortalecer a agenda do setor.


      Seguro como pilar estratégico

      A senadora Tereza Cristina, uma das principais vozes do agronegócio no Congresso, reforçou a necessidade de colocar o seguro rural no centro da política agrícola. “O seguro é hoje o principal pilar. Se resolvermos o seguro, começamos a resolver o crédito”, afirmou.


      Ela criticou a dependência anual do Plano Safra e defendeu uma reformulação mais ampla. “A agricultura brasileira não pode ficar presa a uma discussão pontual todos os anos”, disse. Para a senadora, o país precisa de um modelo mais moderno e previsível, capaz de dar segurança ao produtor diante de uma atividade “a céu aberto” e cada vez mais exposta a eventos extremos.


      Tereza Cristina também defendeu a criação de mecanismos estruturais, como fundos de catástrofe e novos modelos de resseguro. “O custo do seguro rural é muito pequeno diante do benefício que traz para o país”, destacou.


      Novos instrumentos e inovação

      No primeiro painel, mediado por Renato Buranello, vice-presidente da ABAG, especialistas discutiram alternativas para diversificar o financiamento do setor. A executiva de relacionamento com os clientes da B3, Fabiana Perobelli, destacou a necessidade de ampliar instrumentos e reforçar a gestão de riscos. “O agro precisa de uma nova avenida de financiamento”, afirmou.


      Representando o IRB Re, o diretor de Novos Negócios, João Rabelo, destacou experiências internacionais, como o modelo espanhol, em que o Estado atua como ressegurador parcial, absorvendo parte dos riscos mais severos. “Isso permite uma precificação mais equilibrada e reduz o custo para quem está na ponta”, afirmou, defendendo maior integração entre setor público e mercado para viabilizar um sistema mais robusto no país.


      Para Octaciano Neto, sócio da Zera.Ag, o setor vive uma transição. “Hoje, grande parte do financiamento já vem fora do Plano Safra”, afirmou, destacando a crescente participação de investidores privados.


      Agenda legislativa e desafios

      Em sua participação, o deputado Pedro Lupion (Republicanos/PR), presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, destacou a urgência de modernizar a legislação. “Precisamos de um seguro condizente com a produção brasileira”, afirmou. Segundo ele, o alto custo do crédito e a insegurança jurídica têm dificultado investimentos no campo.


      O parlamentar também chamou atenção para os impactos geopolíticos e logísticos sobre o setor. “A guerra não chegou com bombas, mas afetou profundamente o custo de produção”, disse.


      Destravando o seguro rural

      No segundo painel, o foco foi a inovação no seguro rural. O diretor de Tecnologia da BB Seguros, Bruno Alves, destacou o uso de dados e tecnologia para melhorar a precificação e ampliar a cobertura. “Hoje conseguimos ser muito mais precisos na avaliação de risco”, disse.


      O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Guilherme Campos, foi direto: “O seguro é uma questão de Estado, não de governo”. Ele defendeu mudanças estruturais e maior protagonismo público para viabilizar o sistema. “Se não houver essa mudança, continuaremos correndo atrás de renegociações todos os anos.”


      Também participaram do debate João José Prieto Flávio, gerente do Sistema OCB, e o head de Pesquisa e Conhecimento da Meridiana, Fábio Guerra, que ressaltaram a necessidade de visão de longo prazo e integração entre os diversos agentes do mercado.


      A mediação ficou a cargo do presidente da Comissão de Seguro Rural da Federação de Seguros Gerais (FenSeg0, Gláucio Nogueira Toyama, que sintetizou o consenso do evento: “O seguro agrícola é fundamental e precisa ser tratado como parte de um ecossistema mais amplo”.


      Convergência e próximos passos

      Ao longo do evento, houve convergência entre representantes do governo, mercado e Congresso: o modelo atual não é mais suficiente. A combinação entre crédito, seguro e inovação aparece como caminho para garantir sustentabilidade ao agronegócio.


      Mais do que um diagnóstico, o seminário evidenciou uma agenda comum: transformar o seguro rural de instrumento complementar em eixo estruturante da política agrícola brasileira.

      Green Vida da Tokio Marine amplia portfólio e a premiação para os Corretores e Clientes

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      A Tokio Marine Seguradora realiza, entre hoje e o dia 09 de abril, a primeira edição do Green Vida 2026, campanha que tem como objetivo incentivar a contratação do Seguro de Vida, reforçando sua importância como instrumento de proteção pessoal, financeira e familiar, além de gerar oportunidades de negócios para Corretores e Assessorias. Neste ano, a iniciativa ganha ainda mais abrangência com a inclusão do Seguro Viagem, que se soma aos produtos participantes – Vida Individual, Funeral+ e Simples VidaEmpresa – nas três edições previstas para o ano.
       

      “O Green Vida Brasil é uma iniciativa já consolidada e amplamente reconhecida pelos Corretores. Um reflexo desse sucesso foi o excelente desempenho do Produto Vida Individual, que cresceu 15,8% em 2025. Para 2026, estruturamos a campanha com novas frentes de atuação, ampliando ainda mais as oportunidades de negócios e reforçando nosso posicionamento como uma Seguradora Especialista em Vida”, comenta Rosangela Spak, Superintendente Comercial Vida da Tokio Marine.
       

      Entre as principais novidades deste ano está o reforço na premiação ao Corretor Destaque de cada Diretoria Regional, que passa a receber R$ 3 mil em cartão de crédito. Além disso, a campanha dobra o número de sorteios realizados pela Loteria Federal, para Clientes e Corretores que concorrerão a R$ 2 mil cada.
       

      A inclusão do Seguro Viagem no portfólio da campanha é outro destaque, ampliando o leque de soluções oferecido e potencializando as vendas para clientes que estão se preparando para viajar a lazer, a trabalho ou até para acompanhar os jogos da Copa do Mundo.
       

      Além disso, para potencializar o Green Vida, ocorre simultaneamente o Agenciamento Bônus, que oferece comissão extra para os produtos Vida Individual, Vida Sênior e Funeral+, desde que contratados com pagamento via cartão de crédito ou débito em conta, o que reforça os incentivos comerciais durante o período da ação.
       

      Vale destacar que o Seguro de Vida da Tokio Marine oferece suporte para o dia a dia por meio de serviços como telemedicina ilimitada, assistência psicológica, programas de incentivo a hábitos saudáveis, além de diferenciais como 2ª Opinião Médica e Teste Farmacogenético.
       

      Rosangela Spak destaca que a ampliação dos incentivos e a diversificação do portfólio do Green Vida refletem o compromisso da Tokio Marine em promover conscientização sobre a importância do Seguro de Vida. “Com essa iniciativa, mostramos que é possível aliar inovação, benefícios comerciais e soluções adequadas a diferentes perfis de público. Nossa expectativa é crescer acima do mercado e superar os resultados de 2025”, finaliza a executiva.

      Yelum transforma retirada de veículo após processo de reparo em momento de recomeço para segurados 

      A Yelum Seguros, marca do Grupo HDI, está transformando a fase final da jornada de sinistro – conjunto de etapas que se inicia após a ocorrência de um evento que causa dano ao bem segurado, como um acidente de carro –em uma experiência mais humana e acolhedora em São Paulo. Durante a retirada do veículo reparado em oficinas referenciadas, clientes da companhia estão sendo surpreendidos com a “Caixa Yelum”, um kit com itens personalizados e uma carta de acolhimento que simboliza o recomeço após um período delicado. 

      A iniciativa faz parte de um projeto interno do Grupo HDI, que busca ressignificar momentos tradicionalmente operacionais do seguro por meio experiências diferenciadas para os segurados. Mais do que devolver o carro consertado, a proposta é marcar o retorno do cliente à rotina e reforçar que a seguradora esteve presente em toda a jornada, desde a abertura da ocorrência até a entrega do veículo. 

      A ação também dialoga com o posicionamento da Yelum de oferecer um seguro pensado para quem quer viver com mais liberdade e tranquilidade. Ao reconhecer que a finalização do reparo representa, para muitos clientes, a retomada da mobilidade e da rotina, a companhia busca transformar esse momento em uma experiência positiva. “Nosso propósito é cuidar das pessoas quando elas mais precisam. A entrega da Caixa Yelum é uma forma simbólica, mas muito significativa, de mostrar que acompanhamos cada etapa da jornada e valorizamos a conexão emocional entre o condutor e seu carro”, afirma André Truzzi, vice-presidente de Transformação e Assistência do Grupo HDI. 

      O projeto teve início neste ano e está sendo acompanhado de perto pela companhia. As primeiras entregas foram realizadas pelos próprios colaboradores das oficinas no momento da devolução do veículo reparado, o que contribui para tornar a experiência ainda mais próxima e personalizada. 

      Um olhar para toda a jornada do segurado

      Além da entrega dos kits, a companhia fará a captação de imagens em uma das oficinas participantes para registrar, de forma espontânea, as reações dos clientes ao receberem a surpresa. O objetivo é dar visibilidade a histórias reais e mostrar como o atendimento pode ir além do básico, valorizando inclusive momentos mais sensíveis, como o período após um incidente. 

      A iniciativa também reforça a importância de olhar para toda a jornada do segurado, especialmente em situações que exigem mais atenção e empatia. Ao colocar o cliente no centro da experiência, a Yelum busca fortalecer o relacionamento e consolidar uma percepção de cuidado ao longo de todo o processo. “Nosso foco é sempre oferecer a melhor experiência para quem confia na gente. Se conseguirmos tornar esse momento mais leve e positivo, já estamos cumprindo o nosso papel”, conclui o executivo. 

      Marcílio Nascimento assume como diretor de regulação prudencial e estudos econômicos na Susep


      A Casa Civil da Presidência da República, por meio da Portaria nº 312, de 07 de abril de 2026, publicada no Diário Oficial da União de hoje (08), nomeou Marcílio Otávio Nascimento Filho como novo Diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

      Marcílio possui graduação em Administração de Empresas pelo Instituto Paraibano de Educação e possui mais de 30 anos de experiência no setor de seguros, tendo atuado como corretor habilitado e empreendedor no segmento. Foi diretor do SINCOR/PB por dois mandatos, membro suplente do IBRACOR (Instituto Brasileiro de Autorregulação do Mercado de Corretagem de Seguros, de Resseguros, de Capitalização e de Previdência Complementar Aberta) entre os anos de 2018 e 2022 e foi, também, professor da Escola de Negócios e Seguros (ENS).

      O novo diretor ficará à frente dos trabalhos da Diretoria de Regulação Prudencial e Estudos Econômicos (DIRPE). Até sua posse no cargo de diretor, o que ocorrerá nas próximas semanas, a diretoria segue sob o comando de Carlos Queiroz, diretor substituto, conforme Portaria Susep nº 8.469/2025.

      A Casa Civil da Presidência da República também publicou hoje a Portaria nº 313/2026, referente à Diretora Jessica Anne de Almeida Bastos, a fim de proceder ajuste formal no sistema. Jessica permanece à frente da Diretoria de Organização de Mercado e Regulação de Conduta – DIORE.

      Azul Seguros amplia portfólio e lança seguro exclusivo para motoristas de aplicativo

       

      A Azul Seguros e Itaú Seguros passam a aceitar motoristas de aplicativo em todo o Brasil, ampliando a elegibilidade desse público. O movimento acompanha o crescimento do trabalho por plataformas digitais no país. Segundo dados do IBGE, cerca de 1,7 milhão de brasileiros atuam nesse modelo.
       

      A novidade contempla soluções como Azul Auto Roubo, Azul Compacto, Itaú Compacto e Itaú Assistência 24h, oferecendo alternativas que atendem às diferentes necessidades de proteção de quem utiliza o veículo como ferramenta de trabalho.
       

      As soluções contam com diferentes níveis de cobertura, que vão desde proteção contra roubo e furto e assistência 24 horas até alternativas mais completas, com cobertura total. Também estão disponíveis planos com responsabilidade civil facultativa (RCF), ampliando a proteção a terceiros e oferecendo mais segurança ao motorista durante a atividade.
       

      A iniciativa faz parte da estratégia de Azul Seguros e Itaú Seguros de ampliar a inclusão securitária, incorporando novos perfis de clientes e tornando os produtos mais acessíveis. Com isso, as companhias também fortalecem sua competitividade no segmento e criam novas oportunidades de negócios para os corretores. 
       

      “No setor, o principal desafio na aceitação desse público está no maior nível de exposição do veículo, o que muitas vezes resulta em valores mais elevados e dificulta a contratação do seguro. Por isso, estamos trabalhando na oferta de produtos mais acessíveis, sem abrir mão da segurança e da confiabilidade. Nesse processo, o corretor de seguros é fundamental, pois ele é o especialista disponível para ajudar cada cliente a encontrar a solução que melhor se adapta à sua realidade e necessidade de proteção”, afirma Jaime Soares, diretor executivo de Auto da Porto Seguro.

      Galo de Ouro 2026 leva seus campeões para Austrália 

      O Grupo MAG anuncia que os vencedores do Galo de Ouro 2026, principal campanha de vendas do mercado segurador brasileiro, terão a oportunidade de viver uma experiência internacional única na Austrália. Mais do que definir um destino, a companhia reafirma sua tradição de oferecer vivências exclusivas, cuidadosamente desenhadas para ampliar repertório, visão de mundo e conexão com tendências globais de inovação.

      A Austrália se destaca pelo protagonismo de seu modelo econômico resiliente, aliado a investimentos consistentes em sustentabilidade, tecnologia e inovação, com políticas voltadas à transição energética, preservação ambiental e uso eficiente de recursos naturais. Esse posicionamento se soma à paisagem paradisíaca do país, marcada por praias icônicas, biodiversidade única e cenários naturais que reforçam sua conexão com o equilíbrio entre desenvolvimento e natureza.
       

      “A MAG sempre entendeu que o Galo de Ouro vai além de uma premiação. Não se trata apenas de viajar, mas de proporcionar experiências que marcam, inspiram e ampliam horizontes. E quando pensamos em cada detalhe dessa jornada, existe algo que vem antes de qualquer destino: o cuidado com as pessoas. E diante do cenário internacional recente, tomamos uma decisão importante para garantir que essa experiência continue sendo recheada de vivências absolutamente exclusivas, fornecendo um convite para conhecer de perto como o futuro está sendo pensado, construído e acelerado”, afirma Helder Molina, Chairman e CEO do Grupo MAG.
       

      A proposta da viagem é oferecer aos vencedores contato direto com iniciativas ligadas à transformação digital, novos ecossistemas de negócios, arquitetura futurista e projetos que unem tradição e inovação, reforçando o olhar estratégico que a MAG estimula em seus profissionais e parceiros.
       

      O Galo de Ouro reconhece, anualmente, os profissionais de vendas que se destacam pelo desempenho, pelo protagonismo e pela visão inovadora. A edição de 2026 contará com 16 categorias, premiando corretores e colaboradores da companhia. Além da viagem, os vencedores serão contemplados com uma premiação em dinheiro.