Zurich lança APP que avalia motoristas em tempo real

Fonte: Zurich

Baseado na mais alta tecnologia de telemetria, a Zurich está lançando no mercado brasileiro um aplicativo de celular que avalia como os clientes de seguro Automóvel se comportam no trânsito. O Zurich Driver é um aplicativo leve, gratuito e funciona por meio de sensores já existentes nos próprios celulares. Ele não precisa estar aberto quando você dirige e registra de forma automática o comportamento dos clientes no trânsito, com base em seis parâmetros: Condução Distraída (utilização ou não do celular ao volante), Velocidade, Frenagem, Aceleração, Comportamento nas Curvas e Pontuação Geral (a somatória de todos os parâmetros).

De acordo com do Diretor de Estratégia e Inovação da companhia, Rodrigo Barros, nenhum outro tipo de sensor é necessário no veículo. “Apenas com o Zurich Driver instalado e com o GPS habilitado, será possível apoiarmos os clientes em todos seus trajetos diários. Nosso objetivo é ajudá-los a serem melhores motoristas, prevenindo acidentes”, comenta o executivo.

O aplicativo acompanha as viagens dos usuários em tempo real e avalia, por meio de scores, a performance na direção. “Transitar em velocidade alta, frear bruscamente ou viradas repentinas podem ser sinais de direção agressiva, comportamentos que muitas vezes não são percebidos pelos condutores. Queremos gerar esta consciência e apoiar na prevenção”, lembra Barros.

Além de apoiar os usuários a dirigirem de forma mais segura e consciente, a Zurich também oferecerá benefícios atrativos, de acordo com o score atingido na avaliação da condução. Todos os clientes poderão receber descontos na renovação do seguro, que podem chegar até 25%, bem como participar de desafios e sorteios mensais.

O Zurich Driver está disponível para os clientes de seguro de automóvel da Zurich nas lojas de aplicativos Google Play (Android) e Apple Store (IOS).

Entenda as diferenças entre o seguro D&O e os contratos de indenidade

Fonte: AIG Seguros e Tozzini Advogados

Com o Parecer de Orientação da CVM nº 38 (setembro/2018), empresas de capital aberto passam a seguir novas diretrizes na elaboração dos contratos bilaterais de indenização de executivos, em caso de possíveis processos judiciais instaurados para investigar atos praticados no exercício de suas funções. Nesse sentido, esses contratos, conhecidos como de indenidade, acabam sendo confundidos ou considerados similares ao Seguro D&O, voltado à proteção do patrimônio dos executivos e da empresa contra reclamações relacionadas aos atos de gestão nas companhias, sejam judiciais ou extrajudiciais. Para esclarecer as principais semelhanças, diferenças e complementariedade entre os dois instrumentos de proteção ao executivo, o TozziniFreire Advogados e a AIG Seguros elaboraram o Guia D&O x Contratos de Indenidade.

“Identificamos dúvidas crescentes de clientes com relação ao assunto. O documento elaborado em parceria com a AIG é uma forma de esclarecer as principais características de cada instrumento, muito embora cada situação concreta possa exigir uma análise pontual para verificar qual deles seria mais vantajoso”, explica Bárbara Bassani de Souza, sócia na área de Seguros e Resseguros, em TozziniFreire Advogados. 

Tanto a apólice de D&O quanto o contrato de indenidade cobrem custos de defesa, multas, penalidades civis e administrativas. Porém, o Seguro D&O conta com coberturas específicas, como é o caso de extensão de ressarcimento a cônjuge e herdeiros do segurado em D&O e custos com despesas de publicidade, gerenciamento de crise, penhora online das contas bancárias, entre outros.

Outra importante diferença são as partes envolvidas. Enquanto que o contrato de indenidade é celebrado entre a companhia de capital aberto e o administrador, o Seguro D&O pode ser contratado por empresas de diferentes portes e segmentos, independente do formato societário, com cobertura ao administrador, podendo ser estendida a todos os empregados da companhias, conforme acordado em apólice. Nesse caso, há a presença da seguradora como terceira parte envolvida, que garante o reembolso das indenizações aos segurados. Mas vale lembrar que, no caso do seguro, o pagamento da indenização ocorre após procedimento de regulação do sinistro, uma etapa importante, inclusive, para averiguar se o fato foi, de fato culposo e coberto, e não se trata de fraude, ou ato doloso cometido pelo executivo.

“O fato de ter a seguradora no processo oferece ao administrador e à empresa mais garantias, ao mesmo tempo em que contribui na resolução de conflitos. De um lado, o ressarcimento ao executivo independe da solvência da empresa tomadora, e do outro, o valor do prêmio pago pela companhia é, na grande parte das vezes, menor que a indenização total devida”, explica Flavio Sá, Gerente de Linhas Financeiras da AIG. 

Um ponto importante do Guia é apontar a complementariedade entre as duas formas de proteção, uma vez que é possível a contratação conjunta dos dois instrumentos, sendo o Seguro D&O uma camada extra de proteção e garantia às partes.

#8ºencontroresseguro: discursos da abertura

cnseg resseguro

Fonte: CNseg

Na abertura do 8º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro, que acontece em 8 e 9 de abril, na Barra da Tijuca, o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, disse que apesar de um 2017 difícil e um 2018 que não correspondeu a todas as expectativas de retomada da economia brasileira, a confiança está na atual equipe econômica e em seu “tom de aceleração” das reformas estruturais que o País necessita, como as privatizações, a redução do tamanho do estado e a reforma do marco legal previdenciário, além das medidas microeconômicas para melhorar o ambiente de negócios, informa o portal da CNseg.

Referindo-se, particularmente ao setor de seguros, também impactado pelo desaceleração da economia, embora menos que outros segmentos, Coriolano considerou positivo o ligeiro crescimento da arrecadação em 2018, que chegou à cifra de R$460 bilhões, lembrando que não é mais possível medir o desempenho do setor em termos médios, visto que alguns ramos apresentaram crescimento expressivo mesmo na crise, como os seguros patrimoniais massificados, de transporte, de crédito e garantias e o seguro rural, por exemplo.

Sintetizando o comportamento do setor, o presidente da CNseg destacou, nas seguradoras, o forte ajuste de eficiência operacional das regras de aceitação de riscos, a revisão tarifária observada, o elevado padrão de governança, o redirecionamento de linhas de negócios e a adoção acelerada de processos de inovação de toda ordem.

E lembrou das 22 Propostas do Setor de Seguros para 2019 a 2022, elaboradas pela CNseg e voltadas para o desenvolvimento do País e do setor de seguros, já tendo sido apresentadas a vários integrantes da equipe econômica do governo.

Coriolano afirmou que o setor segurador está preparado para mais um novo ciclo de desenvolvimento do País, já tendo sido colocada à prova, nos últimos anos, sem arranhões, sua solvência e governança, tendo ultrapassado a barreira do R$ 1,2 trilhão em provisões e garantias.

Em sua fala, o presidente da FenSeg, Antonio Trindade, abordou o “impressionante desenvolvimento” do mercado de resseguros ocorrido após a privatização do IRB, lembrando, da mesma forma, os espaços a serem ocupados, principalmente nas áreas agrícola e de infraestrutura.

O presidente da Fenaber, Paulo Pereira, destacou algumas conquistas recentes do setor de resseguros, como a obtenção de assento no Conselho de Recursos do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e a reversão do entendimento da Receita Federal sobre impostos das resseguradoras admitidas, declarando confiança no novo governo.

Lembrando da importância do setor de Saúde Suplementar, do ponto de vista social, e de seu dinamismo econômico, o diretor-presidente substituto da ANS, Leandro Fonseca, afirmou que um dos maiores desafios do setor é o do financiamento dos serviços de saúde frente à escalada de preços que ocorre no Brasil e no mundo e, segundo Leandro, o resseguro pode contribuir, ao trazer soluções de compartilhamento de risco.

O presidente da Abecor, Roberto Azevedo, destacou a aproximação da atual diretoria da associação de empresas de corretagem de seguro com a CNseg, a Escola Nacional de Seguros e outras entidades. Também presente à mesa, o presidente da Escola Nacional de Seguros, Robert Bittar, aproveitou sua fala para ressaltar a pujança do setor de resseguros privado brasileiro, apesar de sua abertura ter ocorrido em tempos relativamente recentes, também lembrando que ainda há muitos espaços a serem ocupados e que a Escola Nacional de Seguros está pronta para colaborar na qualificação de seus profissionais.

#8ºencontroresseguro: Piora na avaliação do governo Bolsonaro não preocupa, diz secretário da Economia

carlos Megale resseguro

RIO DE JANEIRO (Reuters) – A queda na confiança no governo do presidente Jair Bolsonaro não preocupa o governo, que aposta na agenda de reformas macro e microeconômicas para destravar a economia e alavancar os investimentos, disse nesta segunda-feira o secretário de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação do Ministério da Economia, Caio Megale.

A avaliação foi feita no 8º Encontro de Resseguro, evento promovido pela CNseg, no Rio de Janeiro, após pesquisa DataFolha divulgada no domingo ter apontado que o governo Bolsonaro recebeu a pior avaliação dos 100 dias iniciais de um presidente em primeiro mandato desde a redemocratização do país, em 1985.

Megale reconheceu que o ritmo e o nível de retomada da economia estão aquém do desejado. Mas pontuou que o processo deverá ser acelerado, em especial com o andamento positivo da reforma da Previdência.

“O ritmo da economia vamos retomar no curto prazo com reformas, mas o nível da economia que já foi atingido em 2013 e 2014 demora um pouco mais para ser atingido”, afirmou Megale.

“Mas é bom que seja de forma gradual e sustentável, e não de forma intempestiva que gera surtos de crescimento e depois grandes ressacas como no passado”, acrescentou ele.

Para o secretário, a reforma da Previdência vai ser o gatilho para a recuperação da economia, uma vez que irá racionalizar os gastos do governo, abrindo espaço para mudanças tributárias adiante.

Megale aposta também na promoção de uma melhoria regulatória no país, com agenda de simplificações e desburocratizações, para melhoria na avaliação do governo Bolsonaro.

“Temos certeza que conforme essa agenda vai se realizando, as reformas vão avançando, a economia vai se recuperando, a confiança vai se consolidar”, disse.

Markel investe em eventos no Brasil

Fonte: Markel

Neste mês de abril a Markel participa de cinco eventos de agronegócio ao lado de corretoras parceiras e gestores do segmento. A ideia é atuar ativamente na discussão de políticas para o setor; dar suporte às negociações de venda das apólices; e estreitar, ainda mais, o relacionamento com o nosso cliente final.

A aproximação da Markel com o produtor facilita a construção de novas formas de negociação e refina ainda mais o perfil das coberturas oferecidas pela seguradora. 

O primeiro evento, oTecnoshow Comigo, começa nesta segunda-feira (8) e vai até sexta-feira (12), em Rio Verde, Goiás. A feira é a maior do Centro-Oeste e a segunda maior do Brasil, ficando atrás somente da Agrishow, que acontece no fim do mês, em São Paulo, onde nossos executivos também marcarão presença.

Ainda nesta semana, começa na terça-feira (09) a Parecis Super Agro, em Mato Grosso, que também se estenderá até sexta-feira (12). Nesse evento, além do diretor comercial Leo Yamaoka, também estará presente pela Markel o head de agro latam, Wilson Sartori, ambos com o objetivo de alavancar os negócios na região, propícia e bem-sucedida nas lavouras de soja, milho e algodão. 

Saindo do campo para as salas de debates, no dia 23 é o momento de apoiar a disseminação da cultura do seguro no Brasil, durante o Seminário Internacional de Seguro Rural, na sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília. Além de patrocinar o evento, o presidente da Markel, Carlos Caputo, e o vice-presidente, Gabriel Boyer, estarão ao lado de representantes de governo, entidades de produtores, cooperativas e associações, participando da formulação de novos caminhos para o Agro brasileiro.

E no fim do mês, durante os dias 25 e 26, acontece aFENESC, Feira de Negócios Sicoob Credipontal, promovida pela cooperativa Sicoob, com quem a Markel acaba de firmar nova parceria. Durante a feira, será promovido um café da manhã patrocinado pela seguradora, em parceria com a Sicoob, em que estão convidados os principais produtores e formadores de opinião da região de Ituiutaba, Minas Gerais, onde acontecerá o evento.

Para aumentar o engajamento dos colaboradores e ter mais visiblilidade junto aos perceiros, seguradora acaba de criar o seu Instagran e a #markeleventos, onde estarão registradas as melhores imagens dos eventos deste mês de abril. 

Resseguro, o seguro das seguradoras, em debate

resseguro

Acontece hoje e amanhã o 8º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro, no Windsor Convention & Expo Center, na Barra da Tijuca. Organizado em parceria entre a CNseg e a Federação Nacional das Empresas de Resseguros (Fenaber), com apoio da Escola Nacional de Seguros, o evento reunirá profissionais do setor, acadêmicos, juristas e supervisores, entre outros, para debates sobre os desafios, como avaliar com maior precisão as incertezas, ajustar produtos, coberturas e preços, além de estabelecer controles e políticas adequadas de subscrição de riscos.

Como o blog Sonho Seguro não pode comparecer em virtude da finalização de projetos sobre infraestrutura e finanças pessoais, as informações sobre o evento resseguro serão coletadas de jornalistas presente no evento. A foto deste post, por exemplo, veio do portal da revista Apólice.

O tema resseguro é um dos “mais mais” nos bastidores da indústria de seguro, com possíveis negociações de empresas. Nota no Diário Oficial em meados de março informava que representantes da BB Seguros iriam participar de road shows em alguns países da Europa com o intuito de vender a participação do governo no IRB Brasil Re. Nota de Lauro Jardim informa que está a um passo de ser assinada a fusão das resseguradoras Austral e Terra Brasis. “Fechado o negócio, vira a segunda maior resseguradora do país, atrás somente do IRB”, destacou o colunista do O Globo na edição de domingo.

O IRB, maior ressegurador do Brasil, vem sendo citado na mídia praticamente todo dia, com ênfase dado por analistas a boa perfomance desde o IPO e do potencial de valorização das ações no médio prazo. O portal Investing.com informou que na tarde da última sexta-feira na bolsa paulista, as ações do IRB Brasil(BOV:IRBR3) seguem com alta, registrando valorização de 3,14% a R$ 94,92. Os papéis reagem positivamente à notícia de que o Morgan Stanley iniciou a cobertura dos ativos da resseguradora brasileira. O banco de investimentos norte-americano atribuiu classificação Overweight para a companhia, estipulando um preço-alvo dos ativos e R$ 104,00. Caso a estimativa seja concretizada, o potencial de valorização é de 13%.

Quanto mais as seguradoras compram resseguro, mais o mercado cresce. O resseguro, por exemplo, permite que o lançamento de produtos inovadores pelas seguradoras, que ainda não tem estatísticas para um cálculo atuarial para precificação mais precisa, bem como atuar em outras regiões e nichos, ao liberar o capital de risco do cálculo das regras de solvência.

A abertura do evento será feita por  Caio Megale – Secretário de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação. Veja alguns dos temas e palestrantes:

CIDADES INTELIGENTES E OPORTUNIDADES PARA O MERCADO SEGURADOR

Palestrante: Renato de Castro – Smart City Expert da SmartUp Consulting Firm

Debatedor: Alexandre Cardeman – Chefe executivo de Resiliência e Operações do Centro de Operações Rio – PCRJ 

Marcos Marconi – CEO da VM9

Coordenadora de Mesa: Ivani Benazzi de Andrade – Gerente sênior de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Bradesco Seguros

PAINEL TÉCNICO I – PROPOSTA DE COBERTURA PARA EVENTOS CATASTRÓFICOS

Palestrante: Rubem Hofliger – Head Latam Public Sector Solutions da Swiss Re

Debatedores: Chris Cardona – Sócio da HFW

Frederico Ferreira – CEO da Austral

Pedro Farme – Vice-presidente de Contratos da JLT Re Brasil

Stéphane Godier – Chief Distribution & Parametric Leader para Latam da AXA XL Insurance

Coordenadora de Mesa: Thisiani Martins – Diretora técnica da AXA XL

PAINEL TÉCNICO II – DIVERSIDADE EM AÇÃO

Palestrantes: Ana Carolina Mello – Conselheira da Associação das Mulheres do Mercado de Seguro (AMMS)

Maria Helena Monteiro – Diretora de Ensino Técnico da Escola Nacional de Seguros

Debatedoras: Flavia Bianco – Professora da Escola Nacional de Seguros e palestrante

Judith Newsam – CEO da Guy Carpenter no Brasil 

Juliana Pelegrín – Casualty Senior Underwriter da Swiss Re

Maria Luiza Cabral – Client Support Services da Guy Carpenter

Solange Beatriz Palheiro Mendes – Diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg 

Solange Guimarães – Superintendente de Comunicação Institucional da SulAmérica Seguros

Coordenadora de Mesa: Margo Black – Presidente da Associação das Mulheres do Mercado de Seguro (AMMS)

PAINEL TÉCNICO III – PRINCÍPIOS DA LEI CONTRATUAL DE RESSEGURO

Palestrante: Helmut Heiss – Professor do Instituto de Direito de Zurich 

Debatedor: Diogo Salvado – Superintendente executivo de Resseguro da MAPFRE

Coordenador de Mesa: Sergio Mello – Sócio-fundador do Pellon & Associados Advocacia

PAINEL TÉCNICO IV – APLICAÇÕES DE BLOCKCHAIN EM SEGUROS E RESSEGURO

Palestrante: Antony Elliott – Chairman da B3i (Blockchain Insurance Industry Initiative) 

Debatedores: Adilson Lavrador – Diretor-executivo de Operações, Tecnologia e Sinistros da Tokio Marine Seguradora 

Keiji Sakai – Country Head Brazil da R3

Marcelo Hirata – Diretor de Tecnologia e Inovação do IRB Brasil RE

Coordenador de Mesa: Paulo Botti – Membro do Conselho de Administração da Terra Brasis Resseguros

PAINEL TÉCNICO V – RC AMBIENTAL

Palestrante: Marco Ferreira – Diretor técnico da Sustenseg

Debatedores: Fabio Barreto – Latam Regional Manager da Chubb 

Nathália Gallinari – Gerente de Responsabilidade Civil Geral e Ambiental da AIG Seguros Brasil 

Pery Saraiva Neto – Sócio-diretor do Pery Saraiva Neto Advogados

Coordenador de Mesa: Marcio Guerrero – Superintendente da HDI Global

Liberty Seguros patrocina a 4ª edição da Virada Sustentável em Porto Alegre

O evento acontece entre os dias 5 e 7 de abril e pretende reunir duzentas atrações e atividades gratuitas abertas ao público em diversos pontos da capital gaúcha

Pelo segundo ano consecutivo, a Liberty Seguros será patrocinadora máster da Virada Sustentável. Nesta edição do evento, que acontece em Porto Alegre entre os dias 5 e 7 de abril, foram selecionados 157 projetos culturais, sociais, educativos e ambientais para promover a sustentabilidade, alinhados ao Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

As ativações desta edição da Virada ocorrerão em diferentes locais de Porto Alegre, distribuídas em 19 espaços e bairros e mais cinco Ecopontos: a Casa de Cultura Mario Quintana, a Associação Cultural Vila Flores, o Parque da Redenção, a Praça Julio Mesquita e o Centro Cultural da UFRGS.  As atividades escolhidas foram divididas em sete categorias: Ecogastronomia/Comida Saudável, Socioambiental, Esportes, Infantil, Arte e Cultura, Música e atividades zen e bem-estar.

A Liberty Seguros promoverá diversas atividades exclusivas no evento. Na Casa de Cultura Mário Quintana as ações reforçam o ODS 5: Igualdade de Gêneros e são oferecidas pelo projeto Mulheres Seguras, iniciativa que promove o empoderamento feminino – que irão incluir apresentações culturais, danças, teatro e shows, além do Workshop de Tendências, que acontecerá no sábado, dia 06/05 com duas turmas: manhã (10h às 11h30) e tarde (13h30 às 15h) e será ministrado por profissionais da seguradora e ainda uma intervenção visual especial para participantes e imprensa presentes. No Parque da Redenção promoverá uma atividade esportiva, em parceria com a Fundação Tênis, no sábado e domingo de 9h às 18h, fortalecendo o ODS 10: Redução das Desigualdades.

“O patrocínio da Virada Sustentável, faz parte das iniciativas do nosso programa de sustentabilidade, representa o compromisso que a Liberty assume com a sociedade para construirmos juntos um futuro de valor para as gerações futuras” afirma Felippe Alves, Gerente de Sustentabilidade da Liberty Seguros.

Além dos assuntos-foco deste ano, outro objetivo importante do evento é chamar a atenção para as diversas questões da sustentabilidade, adotando como referência a Agenda 2030 da ONU com seus 17 ODSObjetivos de Desenvolvimento Sustentável – que vão desde a redução da desigualdade à erradicação da fome e consumo e produção responsáveis. O projeto engloba a articulação e participação direta de organizações da sociedade civil, órgãos públicos, coletivos de cultura, movimentos sociais, equipamentos culturais, empresas, escolas e universidades, entre outros.

Marsh terceiriza central de atendimento

Cerca de 200 pessoas foram desligadas do grupo Marsh neste semana, causando um grande movimento nos grupos de WhatsApp dos funcionários e também de outros grupo formados por pessoas que trabalham com seguros, em busca de recolocação. A equipe espera com ansiedade o que vai acontecer com a fusão do grupo com a JLT, cuja aquisição foi anunciada mundialmente em setembro passado e aprovada na Europa neste mês.

No entanto, a demissão nada teve a ver com a integração dos primeiro maior corretor do mundo com o quarto maior. “Com o objetivo de melhor atender nossos clientes e trazer um padrão mais elevado de qualidade e eficiência para nosso serviço de atendimento ao cliente, decidimos nomear a NeoBpo para operar o Call Center em nosso nome no Brasil. Como resultado, o Call Center, anteriormente operado pela Marsh, deixou de operar no dia 1º de Abril. Informamos os colegas afetados e estamos dando-lhes total apoio durante todo o processo”, informou a Marsh em nota enviada ao blog Sonho Seguro.

Cresce demanda para seguro de criptomoedas

seguro criptomoeda

Fonte: CoinDesk, Criptofacil e Blog Sonho Seguro

A Coinbase revelou os detalhes de seus acordos de seguro para a criptomoeda realizada em nome dos clientes. Em um post publicado na terça-feira, Philip Martin, vice-presidente de segurança da bolsa de criptomoeda sediada em São Francisco (EUA), confirmou que está coberto por até US$ 255 milhões para moedas mantidas em carteiras com ativos que são essencialmente online e abertos a possíveis hackers. A apólice, segundo informou, foi colocada pela corretora Aon, incluindo alguns sindicatos do Lloyd’s de Londres, disse o post do blog de Martin. Ele não nomeou os subscritores individuais.

Pessoas que possuem criptos geralmente deixam uma parte do que possuem em “Hot Wallets” para comprar itens, pagar contas, fazer alguns trades entre outras coisas. Já as “Cold Wallets” são como um investimento seguro, visto que não são conectadas à internet e – por isso – são mais protegidas contra hacker, explica o portal Critptofacil.

O Lloyd’s, que reúne diversos sindicatos de seguros especializados em quase tudo, desde crimes e ataques cibernéticos até desastres naturais, é visto como um selo de aprovação quando se trata de subscrição de perdas potenciais de ativos de criptografia. No mês passado, especialistas da BitGo divulgaram US$ 100 milhões em cobertura para criptografia mantida em armazenamento e chegaram a nomear um sindicato do Lloyd’s entre os subscritores do risco.

Em relação à postagem no blog da Coinbase, Clarissa Horowitz, vice-presidente de marketing da BitGo, disse ao portal CoinDesk por e-mail: “Estamos felizes em ver que a Coinbase está seguindo nossa liderança para trazer mais transparência à discussão sobre seguros para ativos digitais. O seguro é complexo e a transparência é essencial para construir confiança ”.

Crime vs. espécie – Além de ser mais transparente sobre a cobertura de seguro da Coinbase, Martin aproveitou a oportunidade falar sobre algumas das coisas que o incomodam sobre o nascente mercado de seguro de criptografia.

Para começar, de longe, o cenário de perda do consumidor mais provável para qualquer empresa de criptomoedas é a perda de carteira devido a hacking. Devido a esse fato, a cobertura para exposições de carteiras online é significativamente mais cara do que a cobertura para armazenamento de ativos em estoque, observou Martin.

Além disso, a cobertura de carteira online é fornecida especificamente pelo mercado de seguros contra crimes, que é diferente e separado da variedade de armazenamento, que é coberta pelo mercado de seguros de espécies.

As políticas de criminalidade cobrem o que ele chama de “valor em trânsito”, que tradicionalmente inclui o roubo de coisas como dinheiro em caixas eletrônicos e carros blindados. Na criptografia, esse tipo de seguro cobriria perdas devido a hackers, roubo interno e transferência fraudulenta. Incluído neste são moeda fiduciária e cobertura de carteira online, além do dano físico ou roubo de dados de chave privada de ativos estocados.

O mercado de espécies, por outro lado, geralmente garante “valor em repouso”, como arte, metais preciosos e similares quando em um cofre ou em exibição. Para os ativos digitais, então, as políticas de espécies disponíveis no mercado hoje se concentram exclusivamente em danos físicos ou perda de chaves privadas (incluindo o uso indevido ou roubo de funcionários) mantidas em estoque.

“As empresas devem se concentrar no seguro de valor em trânsito. Isso significa que as bolsas e carteiras devem ter cobertura de crime suficiente para cobrir totalmente suas carteiras em negociação virtual.

Como tal, os custodiantes devem ter seguro criminal suficiente para cobrir os tamanhos normais de transação do cliente ou o suficiente para cobrir os ativos que estão programaticamente acessíveis, se não estiverem usando o valor em estoque, disse ele.

O blog também apontou que as políticas de espécies geralmente não cobrem o hacking no sentido tradicional da palavra, nem tampouco cobririam qualquer tipo de falha específica do blockchain. Por exemplo, essa política não cobriria uma perda de fundos que ocorreu devido a uma falha no blockchain, como uma implementação vulnerável de assinatura múltipla de contrato inteligente. “O melhor uso das políticas de espécies é como uma proteção contra grandes desastres naturais ou regionais, ou roubo/destruição de material privado de chave privada”, acrescentou Martin.

Patricia Godoy sai da Aon para startup Uber

patricia Godoy

A nova economia digital tem atraído profissionais de peso. A notícia da semana fica para a vice-presidente de Legal e Compliance da corretora Aon deixa o mercado segurador onde fez carreira por 15 anos, sendo metade desse período na Aon. Ela parte para o desafio de criar a área de compliance em uma start-up que se transformou em uma das mais importantes do mundo, avaliada em mais de US$ 120 bilhões num estudo para a oferta inicial de ações (IPO) previsto para acontecer em 2019. Segundo fontes do setor, a Aon deve abrir em breve um processo de recrutamento para contratar um executivo senior para a vaga de Patricia.

O blog Sonho Seguro deseja a você todo o sucesso na empreitada digital, um caminho sem volta neste mundo.