Gestora de risco Moraes Velleda recupera carga avaliada em R$ 2 mi

Fonte: release

A equipe de suporte ao transporte de cargas da Moraes Velleda – consultoria em gestão de risco para as operações de toda a cadeia logística – em conjunto com a Polícia de Goiás recuperou na última semana 75% de uma carga de medicamentos avaliada, em sua totalidade, no montante de R$ 2 milhões.

Acondicionada em carreta semi reboque fechada, a carga seguia da capital goiana para o município de Catalão, no mesmo estado. A abordagem dos bandidos e o transbordo da carga roubada aconteceu na zona rural de Cristianópolis.

Após trabalho de inteligência, a equipe de pronta-resposta da Moraes Velleda recuperou o cavalo mecânico e a carreta, contendo dois terços da carga, e, em seguida, encontrou o motorista, que prontamente foi ouvido pelos profissionais.

As investigações seguem, pois há suspeitos dos receptadores dos medicamentos, produtos de alto custo. André Moraes Velleda, CEO da empresa, afirma que recuperar carga é um trabalho em conjunto, feito por parcerias e infraestrutura robusta. “Precisamos contar com tecnologia de ponta, equipe qualificada de pronta reposta e de inspeção de campo cobrindo todo o Brasil, além, é claro, de manter contato e relacionamento com a polícia. Contamos com equipe de TI própria e profissionais amarrando todas essas pontas, formando uma estrutura completa, moldada para proporcionar segurança, eficiência e sigilo nas operações dos transportadores”, declara.

Aprimorar legislação de seguro garantia está no radar do ministro de infraestrutura

O ministro da Infraestrutura, Tarcisio Gomes de Freitas, citou a necessidade de haver um mercado de seguros de obras que funcione de fato. Segundo ele, o grande entrave é a dificuldade das seguradoras em executar garantias, o que precisa ser melhorado por meio de legislação. A afirmação foi feita durante entrevista ao programa “Roda Viva”, que foi ao ar na noite de segunda-feira pela “TV Cultura”.

Freitas afirmou que a reforma da Previdência é o que trará ao Brasil uma “imagem de solvência” que incentivará o investidor a trazer dinheiro para as obras de infraestrutura que o país necessita. Freitas disse que a reforma é o ponto de partida para que as concessões de obras deslanchem.

Em recente entrevista, o presidente da Confederação das Seguros, Marcio Coriolano, afirmou ao blog Sonho Seguro que todos estão empenhados para que o setor oferte produtos considerados um instrumento crucial para melhorar a qualidade, a transparência e a execução de projetos governamentais, em parceria com a iniciativa privada, e deixar para trás um modelo que resultou na paralisação de milhares de empreendimentos.

Na semana passada, a mídia noticiou que o governo Jair Bolsonaro e parlamentares articulam mudanças de última hora no projeto da nova Lei de Licitações, aprovado em comissão especial no fim do ano passado e que está em regime de urgência no plenário da Câmara dos Deputados, embora ainda sem data definida para votação.

Um dos pontos que o secretário de Advocacia da Concorrência e Competitividade (Seae) do Ministério da Economia, César Mattos deseja alterar no projeto é sobre o seguro-garantia em obras de grande vulto – acima de R$ 200 milhões. O texto da comissão especial estabelece a exigência de seguro de 20% a 30%. Ele quer fixar 30% como piso. “Defendo a concorrência, mas não quero qualquer concorrência. Se a empresa não consegue ter uma garantia de 30%, dificilmente terá condição de terminar a obra”, explica.

Roque Mello, presidente da Comissão de Crédito e Garantia da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), citou em entrevista recente que as mudanças e inovações propostas pelo Congresso Nacional são muitas, sendo a mais debatida a elevação de 1% para 5% da garantia dada para a proposta (bid bond) e de 5% para 30% do valor inicial da execução dos contratos conhecidos como “performance bond”. Outro ponto importante é a aplicação de multa de 15%, limitado ao valor máximo da apólice, caso a seguradora não execute a retomada da obra no caso de sinistro.

André Dabus, especialista da corretora Marsh no assunto infraestrutura, destaca que o setor vem discutindo exaustivamente cinco temas considerados inovadores no modelo até então praticado. O primeiro deles é elevação do padrão de garantias, que ampliará a segurança do Estado como beneficiário das contratações públicas, tendo em vista que os valores atualmente praticados não são suficientes para permitir a retomada das obras por parte dos seguradores, cuja  principal responsabilidade é garantir o “sobre custo” com a substituição do licitante inadimplente.

O segundo é a possibilidade das partes adotarem mecanismos alternativos para solução de conflitos, tais como medição, arbitragem, comitê de resolução de disputa, permitindo assim celeridade na solução de eventuais conflitos, que até então são solucionados na justiça comum. O terceiro ponto leva em conta a inclusão de matriz de riscos em obras públicas. “Este tema ganhou um espaço considerável e possibilitará a redução dos aditivos contratuais, na medida em que ficará definido na origem dos contratos quem deverá ser o responsável pelos riscos, evitando disputas posteriores que elevam o custo e atrasam a entrega das obras”, explica Dabus.

A certificação de projetos é o quarto ponto de melhoria abordado pelo executivo da Marsh, que participa ativamente das discussões que envolvem o assunto em rodas privadas ou políticas. Segundo ele, isso proporcionará melhoria da qualidade nas contratações públicas. Atualmente a grande maioria das obras de relevância são contratadas  apenas com  projetos básicos. “Com este novo mecanismo, as licitações serão precedidas de projetos executivos, permitindo aos interessados na licitação uma visão clara do escopo do objeto, riscos e demais elementos necessários à precificação adequada dos projetos”, justifica.

E, por fim, ele aposta na possibilidade de especificação de outras modalidades de seguros, tais como seguros de Riscos de Engenharia, Responsabilidade Civil, Equipamentos dentre outros, vistos como necessários para proteger o segurado dos  riscos do contrato, além das garantias tradicionais que não abrangem eventos desta natureza. “Desta forma, em caso de acidentes nas obras, os contratos poderão ser concluídos, independente de acidentes externos, alheios à vontade das partes”, finaliza Dabus.

Estudo da Marsh revela cobertura maior para o seguro cibernético

Nos últimos cinco anos, a venda de seguro cibernético da Marsh nos Estados Unidos dobrou de 19% em 2014 para 38% em 2018, de acordo com um novo relatório da corretora global. O relatório indica que, à medida que a conscientização sobre o risco aumentou, os produtos de seguro cibernético evoluíram para cobrir uma variedade de riscos, como exposições operacionais, tornando a cobertura mais atraente para diversos setores da economia.

Segundo o estudo, as seguradoras começaram a definir com mais cuidado os limites das apólices patrimoniais, de acidentes e cibernético. As seguradoras de riscos patrimoniais, por exemplo, geralmente não estão mais dispostas a fornecer cobertura para interrupção de negócios causada por inovação de hackers na rede. A expectativa é de que cada vez mais as perdas sejam cobertas por apólices de seguro específico para riscos cibernéticos, que se expandiram para responder a uma ampla variedade de riscos potenciais.

Além disso, destaca a Marsh, as graves perturbações econômicas e operacionais causadas pelos ataques de malware WannaCry e NotPetya de 2017 continuam a assombrar as organizações sem uso pesado ou manipulação de informações pessoalmente identificáveis ​​(PII), incluindo fabricantes, empresas de logística entre outros.

Esses ataques, juntamente com incidentes de ransomware mais recentes e de alto perfil, deixaram claro que as ameaças cibernéticas evoluíram de violação de dados e roubo para agora interrupção de negócios e interrupção da cadeia de fornecimento.

Os limites das apólices para risco cibernético também cresceram em 2018, com valores médios 11% maiores, para US$ 20,9 milhões em 2018. Entre as empresas com mais de US$ 1 bilhão em receitas, os limites médios comprados aumentaram em mais de 25% em 2018, para US$ 62,4 milhões.

A Marsh afirma que o mercado deve permanecer estável para em 2019. A capacidade de capital aumentou para US$ 1,8 bilhão em 2018, um aumento de três vezes em relação a 2015.

Mapfre destaca melhora do Brasil em balanço mundial

Mapfre lucro 2019

A Mapfre divulgou aumento de 5,8%, para € 7,6 bilhões em suas receitas no primeiro trimestre deste ano, comparado ao mesmo período ano anterior. Os prêmios totalizaram € 6,3 bilhões, representando um aumento de 3,3%. O lucro líquido, por sua vez, ficou em 188 milhões de euros, representando um aumento de 0,6% em relação ao primeiro trimestre do ano anterior.

Segundo nota do grupo, o aumento é baseado no bom desempenho dos negócios na Espanha, com destaque também para resseguros. Destaca-se também a melhora do lucro em dois dos principais mercados do grupo, como Brasil e Estados Unidos, bem como melhorias no México, Chile, Peru e República Dominicana. O índice combinado do grupo melhorou 0,6 ponto percentual, situando-se em 95,9% no final de março.

O patrimônio líquido ficou em 9,5 bilhões de euros, 3,8% a mais que no final de dezembro de 2018, enquanto os recursos próprios somaram 8,2 bilhões de euros, 3,5% a mais do que três meses antes. O total de ativos, por sua vez, cresceu 5,9% no trimestre, atingindo 71,2 bilhões de euros.

Os investimentos do grupo ascenderam a 51,7 bilhões de euros, o que representa um crescimento de 5,1% face ao final de dezembro de 2018. 55,1% destes investimentos correspondem a dívida soberana, enquanto 17,8% são investimentos em renda fixa corporativa e 7,7% em renda variável e fundos de investimento.

O segmento de seguros obteve prêmios de 5,3 bilhões de euros entre janeiro e março deste ano, 2,9% a mais que no mesmo período do ano anterior. A Região Ibérica (Espanha e Portugal) respondem por 2,5 bilhões de euros, com um crescimento de 7,8% e um resultado de 120 milhões de euros (+ 1,5%).

Na Espanha, os prêmios aumentaram 7,9%, para 2,4 bilhões de euros, em comparação com um crescimento de mercado de 1,1%, superando o setor em Vida e Não-Vida. Seguro auto representa volume de prêmios de 548 milhões de euros e crescimento de 2,6% (frente a um aumento de 1,93% no setor), especialmente no segmento de pessoas físicas (+ 2,4%) e frotas (+ 6,7%). No final de março, o número de veículos segurados era de 5,7 milhões, quase 135 mil a mais do que em março do ano anterior.

O volume de negócios de seguros gerais aumentou 4,4%, para 646 milhões de euros, destacando-se o bom desempenho do Home, que cresceu 4,7% (8 décimos a mais do que o sector), e as comunidades, com um crescimento de 8,1% (5 pontos percentuais acima do crescimento do setor).

Na área de Saúde e Acidentes, os prêmios atingiram 584 milhões de euros, número que reflete um aumento de 4,8% em relação ao primeiro trimestre do ano anterior.

Os negócios da Mapfre Vida somaram 665 milhões de euros, 20,4% a mais que no mesmo período do ano anterior, com bom desempenho tanto no canal agente quanto no canal bancário. Os prêmios para o mês de março da antiga BMN estão incluídos pela primeira vez, por um valor combinado de 3,7 milhões de euros. Os activos dos fundos de investimento cresceram 6% face a dezembro de 2018, para 3.432 milhões de euros, enquanto os dos fundos de pensões aumentaram 4,3% para os 5.087 milhões de euros.

Na América do Norte os prêmios avançaram 10,6%, para 404 milhões de euros, impulsionados pela valorização das moedas da região e pelo bom desempenho dos negócios no México e na República Dominicana.

Os prêmios de Resseguro totalizaram 1,5 bilhão de euros, aumento de 10,6%. Este valor inclui os prêmios do negócio Global Risks (247 milhões de euros), que foi integrado à Mapfre Re. O resultado líquido da Mapfre Re foi de 52 milhões de euros (-26,7%), afetado pelo aumento da sinistralidade nos principais riscos no primeiro trimestre deste ano.

As receitas da unidade de Assistência aumentaram 4,2% para 254 milhões de euros, impulsionadas pelo negócio de seguros de viagem, que cresceu 6%, e pelo negócio de riscos especiais no Reino Unido.
 

Brasil – A operação no Brasil encerrou o primeiro trimestre deste ano com um volume de prêmios de 967 milhões de euros (-4,6%). Essa redução foi motivada pela depreciação do real (6,7%), uma vez que, em moeda local, a emissão total de prêmios aumentou 2,3%.

O negócio de vida do canal Banco do Brasil cresceu 33% em reais. Em relação aos negócios da Mapfre Seguros, o volume de negócios foi reduzido em 14,5% devido ao maior controle técnico nos ramos de automóvel e de seguros gerais, além do reposicionamento das tarifas. Essa estratégia permitiu reduzir o índice combinado no segmento de carros em 10 pontos percentuais no último ano. O resultado desta área regional aumentou em 68,4%, para 24 milhões de euros, graças à evolução favorável do negócio automóvel.

A carteira de Grandes Riscos também apresentou crescimento em quase todos os setores. Os mais relevantes foram Responsabilidade Civil com 706,7% e evolução de R$ 24 milhões, Cascos com 263,9% e evolução de R$ 18 milhões. Já o segmento Empresarial apresentou crescimento de 31,3% (R$ 4,9 milhões).

“O Brasil é estratégico para os negócios da companhia e um dos mercados com maior potencial de crescimento no setor de seguros. Para alcançar nosso objetivo de avançar em market share, com rentabilidade, vamos manter o foco na melhoria da eficiência operacional, em diversificar cada vez mais nossos produtos de acordo com as necessidades do consumidor e em difundir a cultura do seguro. Estamos preparando a Mapfre para novos tempos no país”, define o CEO da Mapfre Brasil, Fernando Pérez-Serrabona.

Euler Hermes comemora melhor resultado em 10 anos

Fonte: Euler Hermes

A Euler Hermes, líder mundial em seguro de crédito e especialista em seguro garantia, anunciou ter obtido em 2018 o melhor resultado nos últimos dez anos. Registrou aumento de 7% da receita, um total de 2,705 bilhões de euros.

O lucro operacional da empresa teve aumento de 17%, 431 milhões de euros, em 2018, devido a uma combinação de crescimento de receita, maiores margens de serviço e um menor índice combinado líquido. Este último está em 77,9%, uma queda de -3,3%, graças ao nível de sinistralidade e ao menor índice de despesas. Enquanto isso, o lucro líquido da Euler Hermes teve aumento de 8%, 345 milhões de euros.

Em termos comerciais, no ano passado, a Euler Hermes alcançou o maior nível de novos negócios em sua história, que, combinado com uma taxa de retenção de 90%, impulsionou o crescimento orgânico dos negócios ao seu nível mais alto desde 2013.

“Em 31 de dezembro de 2018, a Euler Hermes atingiu seu mais alto nível de valor de portfólio comercial em crédito comercial, com 2.096 bilhões de euros, um aumento de 6%”, explica Wilfried Verstraete, presidente do Conselho de Administração da Euler Hermes. Além disso, o Grupo também confirmou sua posição como a marca “número 1” recomendada para o seguro de crédito comercial em 2018, para clientes e corretores.

Com tal desempenho, a Euler Hermes acelera sua nova estratégia “Confidence to be Bold” (Confiança para ser ousado) para expandir o seguro de crédito comercial, além de fortalecer sua linha de negócios tradicional, reforçando assim o seguro garantia, soluções de fraude, financiamento de seguros e parcerias digitais. “A Euler Hermes está abrindo caminho para se tornar a seguradora de crédito comercial B2B mais inovadora que há, redefinindo o financiamento comercial. Isso se traduziu em várias iniciativas ao longo do ano passado”, completou Verstraete.

No lado comercial, a Euler Hermes lançou, em 2018, uma série de novos serviços e produtos digitais para atender o mercado de pequenas e médias empresas. Um de seus principais alvos dentro da estratégia 2019-2021 é o Invoice-to-Cash (I2C) na Alemanha, FraudReflex e Ma Caution en Ligne (ligação digital) na França e Credable nos países nórdicos.

A empresa também implementou uma nova série de serviços oferecidos ao longo da jornada do cliente para reforçar seu bom relacionamento, bem como a confiança no comércio. Além disso, o portal “MyEH” em breve fornecerá recursos inovadores para digitalizar e diferenciar a experiência dos clientes: 36% de seus recursos serão novos no mercado.

A Agência Digital Euler Hermes, juntamente com a Datalab, está impulsionando sua colaboração com as várias unidades de negócios do grupo. A iniciativa é reconhecida por sua capacidade de implementar projetos de inovação com rapidez e eficiência até a fase operacional, graças aos estreitos vínculos entre a inovação e as equipes operacionais. Muitos projetos entraram na fase de industrialização e da detecção de rotatividade aos modelos preditivos.

Isso levou à implantação global do Single Invoice Cover “Cobertura de fatura única” um produto que não apenas protege o comércio B2B de inadimplências, mas também otimiza as cadeias de fornecimento de ponta a ponta estendendo os melhores termos de crédito possíveis aos compradores. Além disso, garante que os fornecedores e as plataformas permaneçam em total controle de sua exposição de crédito. Esta nova oferta, disponível através de um único software, foi integrada por várias plataformas como “Cash in time” na França, AgriDigital na Ásia e C2FO nos EUA, nas quais a AllianzX investiu para apoiar uma parceria estratégica digital com a Euler Hermes.

Em 2018, a empresa também lançou o TradeScore, um novo serviço que permite aos clientes visualizar e agir com base na classificação da Euler Hermes, verificar a saúde financeira de seus parceiros de negócios e comparar o desempenho da empresa em seu setor de atividade. Em dois meses, este serviço conquistou 20 mil clientes na França.

“Este ano foi muito especial, com a nossa principal acionista, a Allianz, agora detendo 100% da nossa empresa. É um reconhecimento muito positivo do trabalho duro e dos resultados fortes que temos contribuído para alcançar ao longo dos anos. Os resultados de 2018 confirmam a relevância do nosso plano estratégico com recordes em termos de desempenho comercial. Em paralelo, estamos impulsionando nossos investimentos em termos de inovação e foco no cliente para acelerar a ativação do nosso plano estratégico de 2019-2021. Queremos nos tornar a companhia de seguros B2B mais inovadora de todas e estes últimos resultados confirmam claramente que estamos no caminho certo”, completou o presidente.

Jayme Garfinkel deixa presidência do Conselho da Porto Seguro e filho assume

A Porto Seguro divulgou na tarde desta segunda-feira (29) que a partir da próxima Assembleia Geral Extraordinária de acionistas marcada para 31 de maio de 2019, Jayme Garfinkel, 72 anos, deixará o cargo de presidente do Conselho de Administração da companhia, que passará a ser ocupado por seu filho, Bruno Garfinkel. Ana Luiza Garfinkel, advogada, passa a integrar o Conselho de Administração da empresa.

Bruno Garfinkel está no Conselho de Administração há dois anos, desde março de 2017, quando começou a ser preparado para essa sucessão. O executivo ingressou na Porto Seguro em 2004 e já atuou como diretor comercial e de sinistro, diretor do Porto Seguro Auto, além de dirigir a Renova Ecopeças. Formado em Administração de Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, cursou MBA em Finanças Corporativas pela Boston University.

Roberto Santos segue no comando da companhia, com a mesma orientação de valores e cultura, atuando sempre de forma alinhada às inovações que farão com que a companhia permaneça crescendo, de forma sustentável, para gerar valores aos acionistas e à sociedade.

Em entrevista ao Valor,  Jayme disse que pretende manter uma rotina no family office, criado para gerir a fortuna da família, que fica no prédio da frente da companhia; dedicar-se ao Instituto Ação pela Paz, organização que cuida da melhoria do sistema prisional; e também ficar mais tempo na fazenda, “um lugar de que eu gosto muito”.

Em nota, a Porto destaca que Jayme está na companhia desde 1972, quando o seu pai Abrahão comprou a Porto Seguro. Em 1978, com o falecimento de seu pai, Jayme assumiu, ao lado de sua mãe, Rosa, o comando da seguradora. Durante os 41 anos que esteve na liderança da companhia, o executivo foi responsável por consolidar a Porto Seguro no mercado segurador e por movimentos importantes na empresa como a aquisição da Azul Seguros (2003), abertura de capital (2004) e a aliança com o Itaú (2009). 

Para Jayme, “foi uma história que teve início numa mesa de jantar, um sonho do meu pai que tive a honra de seguir com apoio de minha mãe, Rosa Garfinkel, que foi nossa presidente por 40 anos. Me surpreendo que construímos algo muito além dos nossos sonhos, com um sentimento de responsabilidade que nos dá muito orgulho. Fico feliz em poder aconselhar meus filhos que cresceram para este momento”.

Bruno Garfinkel está no Conselho de Administração há dois anos, desde março de 2017, quando começou a ser preparado para a sucessão.Ingressou no grupo Porto Seguro em 2004, quando foram iniciadas as operações da Azul Seguros. Em 15 anos de atuação, passou por diversas áreas da empresa como Atendimento, Sinistro e Vendas. Foi diretor Comercial e de Sinistro, diretor do Porto Seguro Auto, além de dirigir a Renova Ecopeças. 

“Espero ajudar a Porto Seguro na sua missão. Este foi o sonho do meu avô, brilhantemente executado pelo meu pai. Um sonho que respiro há 41 anos. É um grande desafio para qualquer pessoa, mas assumo a responsabilidade de fazer o meu melhor confiando que temos um time unido e comprometido com nossos objetivos”, declara Bruno.

Porto Seguro e suas controladas agradecem ao Jayme Garfinkel pelos 41 anos na liderança da Porto Seguro. Seus valores pessoais – humildade, transparência, cuidado, humanidade e empatia – somados à crença nas relações baseadas na confiança e no respeito, se tornaram os pilares de sucesso da empresa junto aos funcionários, corretores, clientes, fornecedores, parceiros e concorrentes.

CNseg lança novo portal com notícias e estatísticas sobre o mercado

Fonte: CNseg

Com objetivo de destacar temas mais relevantes do mercado, garantir uma navegação mais intuitiva dos usuários e fortalecer sua imagem institucional do setor, a CNseg – a Confederação das Seguradoras – lança nesta segunda-feira, 29, nova versão de seu portal. Com novo layout e mais funcionalidades, o portal torna flexível a disposição de conteúdos e banners, além de criar novas seções, como a área que reunirá ações integrantes do Programa de Educação em Seguros.

“É mais um importante esforço institucional da CNseg para reforçar a relevância do setor para o País, seja pela sua condição de grande investidor institucional – temos mais de R$ 1,3 trilhão alocados na economia, o equivalente a 25% da dívida pública – seja pela sua condição de acolher os mais variados riscos de pessoas e empresas, reduzindo as vulnerabilidades da sociedade organizada e de governos”, assinalou Solange Beatriz Palheiro Mendes, diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg.

A nova plataforma busca aproximar o setor da vida cotidiana dos usuários (consumidor de seguros, representante de seguradora, de órgãos públicos etc), demonstrando como o seguro pode ser uma ferramenta importante para as pessoas, seus negócios e seu patrimônio.

Muitos aperfeiçoamentos foram introduzidos a partir de sugestões obtidas em pesquisa com diversos usuários. A página inicial, por exemplo, reunirá as notícias mais recentes de todas as cinco entidades, Confederação e Federações (FenSeg, FenaPrevi, FenaSaúdee FenaCap), além de informações e serviços direcionados ao mercado segurador.

Susep extingue comissões, comitês e grupos de trabalhos

Atualização em 30 de março, às 10:40

Um mau humor geral tomou conta de grupos de executivos do mercado segurador na manhã desta segunda-feira, com a notícia sobre a extinção de comissões, comitês e grupos de trabalho pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), segundo a Deliberação 220 publicada no Diário Oficial. Poucas eram as vozes tranquilas. Uma delas atentou que se trata de um decreto 9759, publicado em 11 de abril, e que extingue diversos colegiados e também traz normas para a criação de novos, que realmente forem considerados necessários e eficazes. 

“A ideia do governo, acatada pela Susep, pelo que entendo, foi extinguir tudo para ver o que realmente é importante. Ao longo dos anos se criou muitos grupos e imagino que faz sentido acabar com todos para criar agora somente o que faz sentido, especialmente considerando-se que a nova titular da Susep, Solange Vieira, levantou a bandeira da desregulamentação em seu discurso de posse”, citou uma fonte que pediu anonimato. 

Vamos aguardar e ver o que retorna. Em fevereiro deste ano, quando Joaquim Mendanha deixou o comando da Susep, ele fez um balanço da sua gestão e ressaltou a criação de “uma gama de comissões e grupos de trabalho”, como os do ‘mercado marginal’, “Dpvat” e “inovação e insurtech”. Tais comissões não estão incluídas entre as extintas, pois em um primeiro momento são apenas as criadas por deliberação da Susep e não as por portarias, circulares e outros instrumentos.

Procurada, a Susep não se pronunciou.

Líder visita sindicatos das seguradoras de todo o Brasil

Fonte: Líder Seguradora

Na última quinta-feira, dia 25 de abril, representantes dos Sindicatos das Seguradoras de todo o Brasil estiveram na sede da Seguradora Líder, no Rio de Janeiro, para um encontro de alinhamento de informações recentes sobre o Seguro DPVAT, que passou por uma verdadeira “metamorfose nos últimos dois anos”, segundo o diretor presidente da Seguradora Líder, Ismar Tôrres. “A simplificação de processos para garantir o acesso ao Seguro, a transparência e a eficiência administrativa tornaram-se o tripé da gestão do Seguro DPVAT. E é justamente prezando por essa relação de transparência e para dar visibilidade aos esforços recentes para a modernização da administração do Seguro DPVAT, que agendamos esta reunião com todos os presidentes dos Sindicatos das Seguradoras”, reforçou Tôrres na abertura do encontro.

“Todos nós, representantes dos sindicatos, estamos imbuídos no projeto de aperfeiçoamento deste Seguro e agradecemos por esse encontro para que tenhamos mais informações e possamos transmiti-las regionalmente”, reforçou o Sr. Mauro Batista, do SindSeg SP.

“O nosso Seguro DPVAT tem uma importância inacreditável para toda a sociedade e temos que nos unir para que ele seja ainda mais difundido em todo o País”, completou o Sr. Guacir Bueno, do SindSeg RS.

Ao final do encontro, os sindicatos firmaram o compromisso de iniciar um envolvimento maior com os assuntos relacionados ao Seguro DPVAT em suas respectivas áreas de atuação. Todos os convidados receberam, ainda, as propostas de aperfeiçoamento do Seguro, divulgadas no documento Agenda 2019 e o Relatório Anual 2018.

Setor de capitalização tem mais de 400 novos produtos no mercado

FenaCap

Fonte: FenaCap

Novo marco regulatório da Capitalização entra em vigor hoje, trazendo facilidades e normas mais claras para o consumidor

Terminado o prazo legal para adaptação e desenvolvimento de produtos dentro do novo marco regulatório, encerrado oficialmente no último domingo, dia 28 de abril, o mercado de Capitalização  passa a contar com duas novas modalidades: o Instrumento de Garantia e o Filantropia Premiável, criadas a partir da edição das Circulares SUSEP 569, em maio, e a 576, em agosto. 

Até então, a modalidade de Garantia era usada para garantir empréstimos e substituir o fiador nas transações de aluguel, sendo apresentada como uma opção dentro do modelo tradicional (aquele que devolve 100% do valor acumulado corrigido pela TR); e o produto que permitia ações de filantropia era oferecido dentro da modalidade Incentivo e popular. 

Com o início da comercialização das duas novas modalidades, o mercado prevê a entrada de mais de 400 novos produtos em circulação ainda no primeiro semestre. É um novo momento na Capitalização. “Nossa expectativa é experimentar um ciclo de crescimento, pois o marco regulatório traz mais clareza e segurança jurídica, abrindo espaço para o lançamento de novos produtos aderentes às necessidades dos consumidores”, explica Marcelo Farinha, presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap).

Setor cresce 9,6% no bimestre

Em meio às novidades trazidas pelo marco regulatório, o segmento de Títulos de Capitalização tem apresentado bons resultados. No primeiro bimestre, registrou crescimento na arrecadação , nas reservas técnicas e na distribuição de prêmios. Osnúmeros divulgados pela FenaCap, mostram que o segmento registrou um faturamento acumulado de R$ 3,6 bilhões nos dois primeiros meses do ano. O montante representa um incremento de 9,6% na arrecadação das empresas em comparação a igual período do ano passado. O volume das reservas técnicas, constituídas pelos recursos de clientes com títulos de capitalização ativos, cresceu 1,5%, fechando o bimestre em R$ 29,5 bilhões. Os prêmios pagos em sorteios somaram R$ 198 milhões, um avanço de 16% em relação ao primeiro bimestre de 2018, equivalente ao pagamento de R$ 4,7 milhões em premiações por dia útil no período. Os resgates finais e antecipados cresceram 3,5%, frente ao mesmo período do ano passado, isso corresponde a um total de R$ 2,9 bilhões resgatados pelos clientes no período. 

Títulos de capitalização: soluções para vários perfis de clientes
 
Instrumento de Garantia – Funciona como garantia para contratos de qualquer natureza, incluindo empréstimos e aluguel de imóveis, por exemplo;

Filantropia Premiável – Produto por meio do qual oconsumidor cede o direito de resgate da sua reserva para uma instituição filantrópica previamente credenciada pelas empresas de capitalização;

Popular – Permite que o consumidor adquira um título de valor acessível, em torno de R$ 7, e participe de sorteios de prêmios em dinheiro, com direito ao resgate de até 50% do valor pago;
 
Tradicional – O objetivo dessa modalidade é a formação de uma reserva, de maneira programada, por um prazo previamente conhecido e valor pré-determinado. Dá direito à participação em sorteios ao longo de toda a vigência e ao resgate de 100% do que foi pago, atualizado pela TR, ao fim do prazo de contrato. É uma solução para as pessoas que não têm disciplina para guardar dinheiro;
 
Incentivo – Nessa modalidade, uma empresa de varejo, por exemplo, adquire uma série exclusiva de títulos e cede aos seus clientes o direito a participar de sorteios. É uma forma de alavancar vendas, ampliar mercado, girar estoque e estreitar o relacionamento com os consumidores;

Compra Programada – Essa modalidade permite a acumulação mensal vinculada à aquisição de bens duráveis com sorteio de prêmios;

Em todas as modalidades os clientes também concorrem aos sorteios previstos nos planos.