Liberty amplia coberturas dos seguros de vida

seguro de vida

Fonte: Liberty

Novidade vale para os produtos Liberty Vida Especial e Vida Perfil e é mais um investimento da seguradora no segmento

Com o objetivo de tornar seus produtos ainda mais completos e atender às necessidades de seus clientes, a Liberty Seguros anuncia a ampliação de dois dos seus principais produtos do segmento: o Liberty Vida Perfil e o Liberty Vida Especial. Com a expansão, os produtos passarão a oferecer novas coberturas focadas na saúde e no bem-estar dos segurados, além de mais insumos para os corretores no momento de negociar as vendas das apólices.

Essa mudança, dentre outras iniciativas da seguradora, faz parte do constante investimento da companhia no setor de Vida – no qual a Liberty já se destacou em 2018, crescendo 16,2% em comparação a 2017.

Liberty Vida Perfil

A partir dessa atualização, o produto Vida Perfil passará a contar com um novo limite de capital de até R$ 3,5 milhões. Além disso, o cliente poderá optar entre três diferentes planos com coberturas para Doenças Graves – com combos de 10, 20 ou tipos de 24 doenças. Com elas, o segurado tem apoio para tratamentos como Transplantes de Órgãos, Implante de Marcapasso e doenças como Alzheimer, Embolia Pulmonar e Câncer.

Liberty Vida Especial

Na nova versão deste produto, os segurados podem contar com uma cobertura de Diárias de Incapacidade Temporária (DIT) de até R$1.300,00, além de duas coberturas exclusivas: LER e DORT e de Hérnia. O Vida Especial também oferece coberturas de Doenças Graves, nos combos de 10 e 20 tipos de doenças, e um novo limite capital de R$ 2,5 milhões.

Além disso, os produtos contam com o uso da telessubscrição, que dispensa a entrega da proposta física assinada pelo cliente. Com esse formato, a contratação se torna mais simples e ágil tanto para corretores quanto segurados.

Vantagens para os corretores

Além das novidades na cobertura dos produtos, a campanha Feliz da Vida da Liberty já impactou mais de 1.500 corretores com treinamentos sobre Vida e está realizando uma campanha de incentivo que vai até junho e irá beneficiar parceiros que se destacarem nas vendas de produtos do setor com prêmios catalogados e uma experiência em um festival de música. Nesta fase, parceiros que comercializarem o Liberty Vida Especial participarão de 4 sorteios mensais no valor de R$5 mil.

Os corretores e segurados ainda podem aproveitar todos os benefícios do Club Liberty Momentos, com descontos exclusivos em Diversão, Gastronomia, Viagens, Compras e Presentes, entre outros serviços.

Sempre bom ter esta lista de cargos da Susep em mãos

Fonte: Editora Roncarati

Superintendente:
Solange Paiva Vieira
E-mail: gabinete.rj@susep.gov.br

          Chefe de Gabinete:           
          E-mail: gabinete.rj@susep.gov.br 

Diretoria de Administração:
DIRAD – 
E-mail: dirad.rj@susep.gov.br

           Coordenação-Geral de Administração e Finanças:
           CGEAF – Orlando Carvalho de Sousa Bandeira
           E-mail: cgeaf.rj@susep.gov.br

           Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação:
           CGETI – Hugo Saisse Mentzingen da Silva
           E-mail: cgeti.rj@susep.gov.br

Diretoria de Organização do Sistema de Seguros Privados:
DIORG – 
E-mail: diorg.rj@susep.gov.br

           Coordenação-Geral de Autorizações e Liquidações:
           CGRAL – Paulo Cesar da Costa Mendes
           E-mail: cgral.rj@susep.gov.br

           Coordenação-Geral de Julgamentos:
           CGJUL – Ricardo Fracho Wermelinger
           E-mail: cgjul.rj@susep.gov.br

Diretoria de Supervisão de Conduta:
DICON – 
E-mail: dicon.rj@susep.gov.br

           Coordenação-Geral de Fiscalização de Conduta:
           CGCOF – Cidice Hasselmann
           E-mail: cgcof.rj@susep.gov.br

           Coordenação-Geral de Monitoramento de Conduta:
           CGCOM – César da Rocha Neves
           E-mail: cgcom.rj@susep.gov.br

Diretoria de Supervisão de Solvência:
DISOL – 
E-mail: disol.rj@susep.gov.br

           Coordenação-Geral de Monitoramento Prudencial:
           CGMOP – Geraldo de Carvalho Baeta Neves Filho
           E-mail: cgmop.rj@susep.gov.br

           Coordenação-Geral de Fiscalização Prudencial:
           CGFIP – Leonardo da Cruz Nassif
           E-mail: cgfip.rj@susep.gov.br


Chefe da Secretaria-Geral:
Alexandre Penner
E-mail: seger.rj@susep.gov.br

Auditor-Chefe:
Paulo Roberto Fleury Araújo
E-mail: audit.rj@susep.gov.br

Procurador-Geral:
Augusto Gonçalves da Silva Neto
E-mail: procuradoria.rj@susep.gov.br

Corregedor-Geral:
E-mail: coger.rj@susep.gov.br

Open Insurance chega ao Brasil

open insurance no brasil

As vezes duvido se estarei viva para ver o Brasil se tornar o país do futuro, com tantas confusões na esfera política nos últimos anos. Uma surpresa atrás da outra. Nesta semana, ouvir o ministro da economia, Paulo Guedes, afirmar que o país está no fundo do poço foi desolador. Mas nem mesmo isso tira o fôlego dos profissionais que trabalham com seguros, que estão a todo vapor para viabilizar o Open Insurance. Gente! Isso mesmo, Open Insurance.

A discussão sobre melhorias marginais no produto e na experiência do cliente não serão mais suficientes. Agora seguradoras, corretoras, resseguradoras e prestadores de serviços transformam suas organizações para realmente oferecer uma nova experiência ao usuário batizada como Open Insurance!

Esse debate já é recorrente em países da Europa, Ásia e nos EUA, e agora chega ao Brasil com mais força. Dia 27 de maio acontece na Distrito Fintech, centro de inovação do mercado financeiros, que tem a segurdora HDI como parceira, um talk sobre o tema Open Insurance. Em junho, dois eventos de peso também trazem o debate internacional para o Brasil, como o CQCS Inovation, que acontece dias 12 e 13, e o CIAB Febraban, entre os dias 11 a 13. 

Basicamente o que se espera é que o Open Insurance siga os passos do Open Banking, sistema financeiro aberto, com consulta pública prevista para o segundo semestre pelo Banco Central. Os dados bancários vão passar a pertencer aos clientes e não às instituições financeiras. Isso, na prática, vai permitir que o setor financeiro como um todo tenha as informações de cada consumidor.

Ontem, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou para jornalistas que, diante das inovações tecnológicas, das demandas da sociedade e da entrada de novos players no sistema financeiro, o “open banking” é inevitável e deve ser visto pelas instituições financeiras como uma oportunidade e não uma ameaça, citou o Valor. “Para o sistema financeiro, essa mudança tecnológica significa: democratizar; digitalizar; desburocratizar; e desmonetizar”, completou. 

Campos Neto tem dado todo o apoio para Solange Vieira, titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e que comandará uma autarquia maior, ao agregar fundos fechados hoje sob o comando da Previc. A Medida Provisória que criará essa nova entidade deve ser publicada nos próximos dias. Mas a economista já esta a todo vapor. Sinalizou que inovação é um dos focos da sua gestão, tanto com depoimentos em entrevistas como em atitudes. Colocou em consulta pública uma norma que torna a regulação online, com as seguradoras enviando ao órgão regulador tudo de forma digital. Praticamente decreta o fim do “face to face”. 

Tal normativo, quando aprovado, deverá ter pouco impacto nas seguradoras, que de uns três anos para cá vem apostando forte no digital. A realidade muda a cada dia, com ofertas de seguros sob medida pelo celular, preços acessíveis e serviços diferenciados para serem usados mesmo sem que tenha acontecido o pior, como uma morte, doença ou acidente compensados, em parte, por uma indenização financeira. A cobertura de doença grave, por exemplo, vendida no contrato de seguro de vida, é um exemplo. Ela pode ser usada em vida, diante de um diagnóstico de enfermidade coberta pelo seguro. Isso não invalida o pagamento de indenização por morte, que deve ser pago se houver óbito. Com isso, a venda do seguro de vida cresce na casa dos dígitos, mesmo diante do fraco desempenho da economia do Brasil.

Há vários exemplos de seguros hoje comprados com apenas alguns cliques e que tornam a experiência do usuário mais amigável. Não que isso vai mudar por completo o quadro institucional do setor. Em qualquer país do mundo as pessoas torcem o nariz para seguros. Um custo para quem nunca usou, mas um santo protetor para quem precisou acionar diante de um situação trágica.  O que vemos agora é uma fase realmente empolgante de transformação, com projetos inovadores que, depois de testados, chegam para transformar a experiência do usuário de seguro. 

Estudos revelam bilhões em dólares de investimento em startups que visam “democratizar; digitalizar; desburocratizar; e desmonetizar”, como se refere o presidente do BC ao Open Banking. Praticamente todas as seguradoras têm iniciativas de Open Insurance em andamento. Três seguradoras locais já participam da iniciativa mundial lançada no ano passado por Fouad Husseini, fundador da The Open Insurance Initiative (OPIN): a insurtech Kakau e as seguradoras SulAmérica e HDI. Apesar do fundador passar muito tempo em Londres, berço do mercado segurador, a sede da OPIN fica em Dubai, Emirados Árabes.

As apostas são de que o Brasil terá uma plataforma “open insurance” ainda neste semestre

Trata-se de uma iniciativa voltada para a indústria de seguros que permite que os dados sejam compartilhados com segurança com terceiros usando APIs (Application Programming Interfaces) abertas. Como acontece com o Uber, por exemplo. O usuário clica no aplicativo para pedir um motorista e a informação do endereço é enviada a uma API, que retorna ao aplicativo sobre os motoristas mais próximos. Depois outra API é acionada para confirmar e mostrar o roteiro do motorista e outra API entra em cena depois que o passageiro entra no veiculo para acompanhar trajeto e pagamento.

“Tudo começou com uma visão para acelerar a adoção de tecnologias inovadoras e uma integração mais profunda com as startups da insurtech, que foi traduzida no primeiro whitepaper da Open Insurance”, define a OPIN em seu blog. O whitepaper foi lançado em setembro do ano passado e depende da colaboração ativa de uma comunidade de desenvolvedores e especialistas em serviços financeiros para padronizarem APIs abertas para o setor global de seguros. “A indústria de seguros agora tem sua própria iniciativa aberta detalhada em um whitepaper, com uma visão geral dos processos e estratégias que podem permitir aos segurados compartilhar com segurança seus dados relacionados a seguros com terceiros”, explica Fuad, em suas diversas falas para contar mais sobre o tema.

Os fundadores explicam que o avanço se tornou mais rápido graças as APIs, que nada mais são do que tecnologias de autenticação e autorização da interconexão entre empresas. As APIs resolveram uma importante questão que barrava o crescimento do setor: dos sistemas legados das companhias que não conversavam com os sistemas modernos criados pela força da Inteligência Artificial e Analytics. 

Especialistas afirmam que a partir de agora tudo será mais veloz e mais barato. E também seguro, com o uso do blockchain, o cartório virtual que armazena na nuvem toda as informações criptografadas e acessíveis apenas para os donos das informações. Assim como o Open Banking oferece às fintechs e aos bancos oportunidades significativas para transformar a forma como os cidadãos realizam transações, como poupança, empréstimos e investimentos, o Open Insurance promete transformar também a experiência do usuário em relação ao mercado segurador.

Certamente as APIs facilitam a vida dos envolvidos. Tudo agora vai depender da boa fé, que rege o mercado segurador, mas que quando depende do compartilhamento de dados entre as companhias poucos avanços são notados. A aposta é de que isso tem mudado rápido e é exatamente por isso que o setor se transforma. A conferir nos eventos, que contarão com a cobertura do blog Sonho Seguro. 

Caixa Seguridade eleva capital em R$ 220 milhões, para R$ 1,4 bilhão

IPO Caixa Seguridade

A Caixa Seguradora decidiu elevar o capital social em  R$ 220 milhões, para R$ 1,4 bilhão, segundo portaria da Superintendência Seguros Privados (Susep) divulgada no Diário Oficial. O órgão regulador autorizou as  deliberações tomadas pelos acionistas em reunião realizada em 29 de março deste ano.

Segundo citou uma fonte que pediu anonimato, o valor se refere a retenção de lucro por parte da empresa para fazer frente às exigências de capital diante das mudanças em curso. O grupo seleciona parceiros para atuar nos ramos habitacional e residencial; capitalização; consórcio e automóveis. O grupo também afirma que pode ampliar esse escopo e que notificará o mercado caso lance novos processos para outros ramos.

Ontem o grupo divulgou lucro líquido de R$ 395,6 milhões no primeiro trimestre deste ano, alta de 6,9% em relação ao mesmo período do ano passado. As vendas totalizaram R$ 1,9 bilhão, avanço de 8,1%, impulsionado pelo crescimento de 21,2% na arrecadação de planos de previdência privada no período, para R$ 4,7 bilhões. 

SulAmérica lança novo cotador para venda coletiva de seguro residencial

Fonte: SulAmérica

Com o objetivo de facilitar ainda mais o dia a dia de seus parceiros de negócios, a SulAmérica acaba lançar um novo cotador para a venda simultânea de seguros residenciais, os chamados seguros coletivos. Batizada de Cota+, a ferramenta criada em conjunto com os corretores permite cotar, contratar ou renovar ao mesmo tempo vários seguros, tornando o processo ainda mais rápido.

Antes do lançamento do Cota+, o corretor que trabalha com a venda de seguros residenciais coletivos – como venda por call center, imobiliárias e balcão de negócios – inseria as informações individualmente. Agora, o novo cotador oferece, além de agilidade para fechamento de negócios, uma navegação ainda mais intuitiva e fácil.

“Com uma penetração do seguro Residencial no País na faixa dos 15%, fica claro que o corretor tem muitas oportunidades a explorar neste segmento. Esta é uma solução que, além de facilitar seu dia a dia, otimizando o tempo para a execução de outras atividades, permite a eles expandir negócios e prestar um serviço de excelência ao cliente com a entrega de uma oferta completa com ainda mais agilidade e conveniência”, comenta o vice-presidente Comercial da SulAmérica, André Lauzana.

Cota+ foi construído em conjunto com os corretores e pode ser acessado via Portal do Corretor por parceiros de todo o Brasil. O cotador para seguros residenciais individuais continua disponível na mesma plataforma da companhia.

“Nossos parceiros participaram de todas as etapas de construção da ferramenta. Nós ouvimos suas necessidades e desejos e depois testamos juntos as ideias, oferecendo a experiência de toda a jornada através de protótipos. A nova ferramenta surge como um importante reforço para os negócios, ao permitir que o corretor ganhe tempo para focar em prospecção e fidelização dos clientes”, destaca o vice-presidente de Auto e Massificados da SulAmérica, Eduardo Dal Ri.

SulAmérica Residencial

Com a cobertura básica do SulAmérica Residencial, o consumidor fica protegido contra incêndio, queda de raio, explosão, fumaça e queda de aeronave. As contratações adicionais, por sua vez, agregam coberturas como roubo ou furto qualificado, danos elétricos, quebra de vidros, vendavais e a recente cobertura de ruptura ou vazamento de tubulações.

Além disso, os segurados podem contar com diversos serviços de Assistência 24 Horas, como chaveiro, desentupimento, encanador, eletricista, Assistência Pet e Assistência Bike, entre outros.

Prefeitura de SP determina que seguro é obrigatório no uso de patinetes

patinetes, seguro obrigatório

A Prefeitura de São Paulo divulgou nesta semana regras para o uso de patinetes. O seguro é obrigatório. Segundo o normativo, as empresas do ramo deverão ter campanhas educativas, manuais de condução defensiva, ter seguro de responsabilidade civil para indenizar terceiros e informar mensalmente o número de acidentes registrados no sistema. O trânsito está permitido apenas nas ciclovias, ciclorrotas e em ruas cuja velocidade máxima de veículos seja de 40 km/h. Calçadas é proibido. A velocidade máxima de 20 km/h.

O uso de capacete é obrigatório e caberá às empresas que alugam as patinetes fornecer os equipamentos. As empresas, 11 no total até o mês de maio, devem ainda recolher equipamentos estacionados irregularmente e evitar a concentração dos equipamentos estacionados em locais públicos. Vale lembrar também que o uso das patinetes é individual.

As multas vão de R$ 500 a R$ 20 mil e serão encaminhadas às empresas do ramo, que decidem se repassam ou não o valor a seus clientes.

Segundo informou o Estadão na edição do dia 13, o Hospital 9 de julho tem registrado, em fins de semana, uma média de 5 acidentes por dia envolvendo patinetes elétricos. A maioria dos casos é na Avenida Paulista. Já um levantamento do Hospital Samaritano Higienópolis mostra que houve um aumento de 19,6% em internações relacionadas a acidentes com veículos alternativos (bicicletas, patinetes e skates) no primeiro trimestre de 2019, na comparação com o mesmo período de 2018. Para comparação, o número de acidentes com veículos alternativos no primeiro trimestre deste ano superou até o de acidentes de carro na unidade de saúde.

Zurich, Liberty, AIG e Chubb divulgam balanços globais

seguradoras estrangeiras

As quatro seguradoras listadas entre as maiores do mundo e presentes no Brasil divulgaram crescimento do lucro no primeiro trimestre deste ano, comparado ao mesmo período do ano anterior. Outro ponto em comum entre as declarações é que o preço do seguro está caindo com a concorrência e investimentos em tecnologia, que agregam inovação em todos os processos das companhias.

Zurich – A seguradora reportou crescimento em todas as regiões dentro de seus negócios de seguro de bens e acidentes (P&C) no primeiro trimestre de 2019, divulgado em 9 de maio. O segmento de P&C registrou crescimento de prêmios de 4% no primeiro trimestre de 2019, para US$ 9,2 bilhões. Em dólares, os prêmios de P&C caíram 2% em relação ao ano anterior. No segmento de P&C, a região EMEA registou um crescimento de prêmios de 4%, a América do Norte de 4% e a Ásia-Pacífico e a América Latina registaram um crescimento de prémios de 2% e 1%, respectivamente. O diretor financeiro do Grupo Zurich (CFO), George Quinn, disse: “Estamos satisfeitos com o forte desenvolvimento do grupo no primeiro trimestre do ano, enfatizando nosso foco em cumprir nossa estratégia e nossos planos financeiros. Esperamos atender ou superar todas as nossas metas este ano e estamos confiantes de que o grupo atingirá ou excederá todas as metas de 2017 a 2019.” “Se você olhar toda a indústria em geral, o trimestre foi relativamente benigno. Você não viu a escala de eventos que dizem que vimos, por exemplo, no terceiro trimestre do ano passado “, informam as agências internacionais.

Liberty Mutual – A Liberty Mutual Holding Co. Inc. e suas subsidiárias registraram lucro líquido de US$ 671 milhões nos três meses encerrados em 31 de março de 2019, um aumento de US$ 23 milhões ou 3,5% em relação ao mesmo período de 2018. Os prêmios emitidos líquidos no trimestre foram de US$ 9,7 bilhões, um aumento de US$ 265 milhões ou 2,8% em relação ao mesmo período de 2018. O aumento foi produzido principalmente pelo forte desempenho em seguros de especialidade, disse a empresa. O índice combinado consolidado antes das catástrofes no primeiro trimestre foi de 92,9, uma queda de 2,3 pontos em relação ao mesmo período de 2018. Incluindo o impacto de catástrofes e perdas líquidas incorridas atribuíveis a anos anteriores, o índice combinado total para os três meses encerrados em 31 de março de 2019 foi de 96,3, uma queda de 2,7 pontos em relação ao mesmo período de 2018. David H. Long, presidente e diretor executivo da Liberty Mutual, disse que o aumento dos lucros foi “impulsionado por melhores margens de subscrição” e o benefício de ganhos não realizados relacionados a títulos de participação.

Allianz – A Allianz teve lucro líquido no primeiro trimestre 1,6% maior na comparação anual, para € 1,97 bilhão. As receitas cresceram 9,1%, para € 40,3 bilhões. Na divisão de gestão de ativos, que inclui a Pimco, o lucro operacional caiu 3,7%, para € 573 milhões. Ainda assim, os ativos totais sob gestão cresceram para o nível recorde de € 2,101 trilhões.

AIG – A seguradora americana divulgou lucros no primeiro trimestre que superaram as estimativas de Wall Street no dia 7 de maio, quando a companhia de seguros gerais registrou seu primeiro lucro com subscrição desde a crise financeira. O lucro líquido ajustado da AIG subiu para US$ 1,39 bilhão, ou US$ 1,58 por ação, no primeiro trimestre encerrado em 31 de março, de US $ 963 milhões, ou US$ 1,04 por ação, um ano antes. Os prêmios brutos emitidos aumentaram 11%, para US$ 10,2 bilhões, no negócio de seguros gerais, ajudados principalmente pelo desempenho de seus seguros de linhas comerciais na América do Norte. As ações da empresa subiram mais de 6% depois que o executivo-chefe Brian Duperreault disse que espera que a empresa registre um lucro de subscrição para o ano inteiro, informa a Reuters. A receita de subscrição da unidade de seguro geral, que é a diferença entre os prêmios que uma seguradora cobra em apólices e sinistros que pagou, foi de US $ 179 milhões no último trimestre, comparada a uma perda de subscrição de US $ 251 milhões no ano anterior. A renda ajustada dos negócios subiu mais de duas vezes, para US $ 1,27 bilhão. Duperreault, que assumiu o comando em maio de 2017, vem reformulando a cultura de subscrição, que há anos se concentra em buscar crescimento de receita sem avaliar adequadamente os riscos. O CEO e seus representantes têm dito aos funcionários para serem mais seletivos em relação aos clientes e reduzir ou rever políticas não lucrativas. A AIG também está comprando resseguro para mitigar perdas em negócios antigos. O índice combinado da unidade de seguros geral – que exclui as alterações das perdas incorridas nos últimos anos – foi de 96,1 para o trimestre, em comparação com 99,7 no ano anterior. Um índice abaixo de 100% significa que a seguradora ganha mais em prêmios do que paga em sinistros.

Chubb – A Chubb divulgou lucro líquido e lucro operacional por ação de US$ 2,25 e US$ 2,54, respectivamente, no primeiro trimestre deste ano, crescimento de 8,5% em comparação ao mesmo período do ano passado. O lucro líquido da empresa foi de US$ 1 bilhão e o lucro operacional chegou a US$ 1,2 bilhão, registrando um crescimento de 6,7%. Desconsiderando a flutuação do dólar, o lucro operacional cresceu de 9% para 10,9% por ação. O prêmio retido foi de US$ 7,3 bilhões, crescimento de 2,9% ou 5,1% em dólares constantes. O Índice Combinado de seguros gerais foi de 89,2. As perdas por catástrofes antes dos impostos foram de US$ 250 milhões, ou US$ 201 milhões após os impostos no trimestre, quando comparados com US$ 380 milhões, ou US$ 303 milhões após os impostos do ano anterior. A receita líquida de Investimentos antes dos impostos foi de US$ 836 milhões. O retorno sobre o patrimônio, anualizado e operacional foi de 8,1% e 9,2%, respectivamente. Conforme anunciado no trimestre, após aprovação do governo, a empresa está aumentando a participação no Huatai Insurance Group na China, que converte a seguradora em uma companhia de investimento estrangeiro. No trimestre, a companhia também assinou um acordo de 15 anos de distribuição exclusiva com o Banco de Chile.


 

Estudo mostra que mulheres são mais cuidadosas no trânsito

dpvat líder mulheres

Fonte: Líder

Mulheres tendem a ser mais atentas e cuidadosas no trânsito. É isso que mostra o Relatório Anual da Seguradora Líder, divulgado na 73ª edição da newsletter Líder Informa. Das 328 mil indenizações pagas em 2018, apenas 25% foi destinada às vítimas do sexo feminino. Dos motoristas indenizados em 2018, apenas 15% eram mulheres, enquanto os homens representaram 85%. Outro dado que chama atenção é que as jovens do sexo feminino de 18 a 34 anos são as mais atingidas quando acontecem os acidentes nas vias.

Quando olhamos para os números regionais, Rondônia (31%), Roraima (31%) e Mato Grosso do Sul (31%) lideram o ranking com maiores índices de indenizações pagas a mulheres, seguidos pelo Rio Grande do Sul (28%), Goiás e Acre, ambos com (27%), e Rio de Janeiro (26%). Quanto às regiões brasileiras, o Centro-Oeste tem o maior número de indenizações pagas por acidentes envolvendo mulheres, com 28% do total de pagamentos por ocorrências com o sexo feminino. Na sequência, estão Norte e Sul com 27%, Sudeste (26%) e Nordeste (21%).

O período do dia com maior incidência de ocorrências é o anoitecer, com 23% dos benefícios pagos às mulheres. Já a madrugada concentrou o menor número de sinistros, com apenas 9% dos pagamentos.

Sancor faz parceria com CodeIT Solutions para entrar em seguro viagem

CodeIT Solution seguro viagem

O segmento de seguro viagem tem chamado atenção de várias empresas, tanto de seguradoras como também de empresas de tecnologia para viabilizar projetos. Neste mês, a notícia vem da Sancor Seguros, que decidiu em 2018 lançar o seu Seguro Viagem, tendo como prazo o começo do ano seguinte, devido as férias e datas comemorativas de dezembro. A companhia tem know-how com seguros de pessoas, sendo reconhecida recentemente pelo destacado crescimento de 72% nesse ramo, porém, tinha como principal desafio o curto prazo de dois meses para o lançamento do produto.

Segundo comunicado, a empresa tinha pela frente também os desafios próprios do lançamento de um novo produto, como a necessária adaptação tecnológica e operacional. O modelo de negócio desenhado consiste em parcerias comerciais para ofertar e negociar o novo produto, ficando a cargo da Sancor Seguros a configuração dos planos e coberturas, emissão e administração das apólices.

Encolheu no mercado CodeIT Solutions, empresa de tecnologia para o mercado de seguros com sede em São Paulo já havia trabalhado com a Sancor Seguros no desenvolvimento de projetos sob medida, assim como nas adaptações de sustentação de parte desse legado.

A CodeIT possui um Núcleo de Desenvolvimento na cidade de Maringá, no Paraná, cidade onde a Sancor Seguros possui sua sede brasileira. O Gerente de Projetos e Inovação da Sancor Seguros, Alfredo Tulian. “Nosso modelo de negócio preza pelo crescimento em conjunto com nossos parceiros, assim como com a nossa comunidade, e tendo isso em mente é muito satisfatório para nós da Sancor Seguros podermos contar com o trabalho da CodeIT. Esse novo produto vem se agregar aos nossos seguros de pessoas, e tivemos todo o cuidado para garantir a reconhecida qualidade da entrega dos produtos Sancor Seguros e assim continuarmos crescendo e nos destacando”, comenta Tulian.

“Tínhamos quase dois meses para colocar a solução em produção e conseguimos. Estabelecemos as prioridades de negócio junto com a Sancor e assim conseguimos desenhar o modelo SAS (Software as a Service)”, explicou o Executivo de Negócios da CodeIT, Rubens Neto (foto). Ainda segundo Neto, o modelo SAS garantiu uma independência um pouco maior para a CodeIT na comparação com o modelo tradicional de licenciamento de ferramentas.

O Seguro Viagem da Sancor Seguros começou a ser disponibilizado em janeiro de 2019, com expressivos números de produção. Já nos três primeiros meses de operações foram mais de cem mil apólices emitidas para o produto. O novo seguro está disponível em planos nacionais e internacionais em mais de 8 mil agências de turismo espalhadas por todo Brasil e também pela internet.

Valor publica entrevista com Solange Vieira, da Susep

ATUALIZAÇÃO: CORREÇÃO SUSEP – Diferente do que publicou o Valor, o blog Sonho Seguro foi informado que acabam o CNSP e o CNPC. Os dois se fundem em um único conselho, o CNSPC, que dará as diretrizes gerais do marco regulatório do setor.

Valor Econômico publica entrevista com Solange Vieira, da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Segundo ela, se aprovada pelo Congresso, a fusão entre a Susep e a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) criará autarquia responsável pela regulação de R$ 1,9 trilhão em ativos geridos pelos dois segmentos.

A expectativa de Solante é que em 15 dias o projeto de lei ou medida provisória propondo a fundação do novo órgão chega ao Legislativo. Ela acredita que a mudança permitirá convergir as regras de previdência no momento em que tramita a reforma das regras de aposentadoria.

“Esperamos um pouco mais de autonomia regulatória e imaginamos que o conselho de recursos [Câmara de Recursos da Previdência Complementar] acabe. Os julgamentos passam para nossa estrutura. O CNSP [Conselho Nacional de Seguros Privados] fica como um grande guarda-chuva regulatório. O CNPC [Conselho Nacional de Previdência Complementar] continua e será a diretriz do marco regulatório que trabalharemos”. 

“Serão R$ 1,9 trilhão de recursos [sob supervisão]. Com a mudança do regime para capitalização, é fundamental que estejamos estruturados e tenhamos um trabalho de educação financeira da população. O Brasil é carente de poupança de longo prazo”

Quanto ao tratamento dado às insurtechs, startups financeiras voltadas para seguros, Solange afirma que “esse processo de inovação que estamos passando no mundo todo nos pressiona a evoluir tecnologicamente e evoluir o marco regulatório para permitir maior flexibilidade. Estamos discutindo a possibilidade de fazer uma regulação por segmentação, de acordo com a estrutura da seguradora”.