Lucro do mercado segurador sobe para R$ 7,1 bi até maio, segundo Siscorp

Lucro do mercado segurador sobe para R$ 5,6 bi até maio, segundo Siscorp

As seguradoras registraram lucro líquido de R$ 7,1 bilhões de janeiro a maio de 2019, bem acima dos R$ 5,6 bilhões registrados em mesmo período anterior, segundo dados da Superintendência de Seguros Seguros (Susep) analisados pela consultoria Siscorp. A Bradesco segue líder do ranking, com ganho de R$ 2,6 bilhões no período analisado. A BB Seguridade vem em segundo, com R$ 1,14 bilhão. Depois do clube do bilhão o ranking traz Caixa, com R$ 850 milhões, Itaú, com R$ 396 milhões e Porto Seguro, com R$ 381 milhões.

A Generali lidera o ranking de perdas, com R$ 27 milhões, seguida por Swiss Re, Sancor, Sura e AIG.

Veja abaixo o ranking completo preparado pela Siscorp:

Artigo: Os incidentes mais improváveis que podem comprometer os negócios

AIG Seguros

Fonte: AIG

Por Salvador Giuliano, especialista em sinistros complexos na AIG

Durante minha carreira, acompanhei grandes acidentes com impacto direto a empresas, pessoas e ao meio ambiente, como incêndios em hidrelétricas, rompimento de barragens e até a passagem de um furacão, o Maria, que atingiu Porto Rico, em 2017. Minha missão como regulador de incidentes como estes é ajudar os empresários e a sociedade a reconstruir e garantir a continuidade de seus negócios. Neste período, pude observar diversos incidentes que acabaram comprometendo, e muito, as empresas com perdas enormes. Conto abaixo algumas situações que às vezes passam despercebidas pelos empresários, mas que podem causar grandes prejuízos e deixo também algumas dicas para diminuir o risco da sua empresa.

Apesar de a legislação ser clara e considerar que soltar balões é crime, ainda há quem insista nessa prática, principalmente na época de festas juninas. O que podemos ter como resposta? Incêndios em casas, galpões, fábricas e outros estabelecimentos e a consequente destruição de um patrimônio. Além de acidentes como esse, causados pela ação do homem, outros, que fogem ao controle do ser humano, também podem nos pegar desprevenidos e causar um prejuízo enorme. Vendavais, ciclones tropicais e chuvas de granizo são alguns exemplos. E quem poderia imaginar que ocorreriam? Pois é. Ainda mais em tempos de mudanças climáticas é melhor se precaver!

Lembro-me bem de alguns casos inusitados ocorridos nos últimos anos: uma montadora de veículos que perdeu dezenas de carros estacionados no pátio, por conta de uma chuva de granizo, ou de áreas comuns e lojas destruídas em um aeroporto por conta de um tornado.

E o que fazer com ações que fogem ao nosso controle? Além de ter uma equipe treinada para saber como agir nessas situações, é importante se prevenir com a contratação de um seguro que proteja seu patrimônio para situações assim. Existem seguros e coberturas específicas que resguardam não apenas a perda material causada por um desses incidentes, mas também o lucro que uma empresa deixa de gerar durante o período de reconstrução. Imagine uma fábrica perdendo parte ou toda a sua produção e os seus lucros por ficar impossibilitada de operar em razão dos danos decorrentes de um sinistro. 

Por isso, é sempre bom avaliar os riscos aos quais o estabelecimento está submetido e contratar uma apólice à altura, sendo fundamental que o seguro contratado atenda às necessidades da empresa, devendo-se observar a abrangência das coberturas oferecidas e excludentes previstas.

Nós da AIG estamos presentes a mais de 100 anos no mundo e 70 anos no Brasil, respaldando empresas nos momentos mais desafiadores. Me orgulho em poder contribuir e levar a nossa experiência e o conhecimento técnico sobre riscos a fim de garantir o crescimento sustentável do seu negócio. 

Contate seu corretor e pergunte sobre as soluções da AIG para os riscos da sua empresa. Ele é a melhor pessoa para orientá-lo sobre a contratação mais adequada.

Saúde criou mais de 123 mil postos de trabalho com carteira assinada no setor privado

Fonte: IESS

A cadeia de valor da saúde gerou 123,1 mil novas vagas privadas formais de trabalho entre maio de 2019 e o mesmo mês de 2018, alta de 3,6%. Neste período, descontando os empregos com carteira assinada do setor de saúde, a economia nacional gerou 279,2 mil postos de trabalho formais. De acordo com o Relatório de Emprego com Carteira Assinada na Cadeia da Saúde, do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), o resultado representa quase um terço (30,6%) do saldo de 402,4 mil empregos registrados na economia como um todo.

De fevereiro a maio deste ano, a saúde gerou 38 mil novos postos privados de trabalho com carteira assinada, correspondendo a um avanço de 1,1%. Enquanto isso, a economia (descontando o resultado do setor) teve crescimento de 0,2%, com um saldo de 80,8 mil empregos formais.

José Cechin, superintendente executivo do IESS, acredita que os números indicam a importância do setor para a recuperação da economia nacional e geração de emprego formal. “É evidente que, em um cenário de lenta recuperação do emprego com carteira assinada e da economia como um todo, a cadeia produtiva da saúde continua expandindo as contratações e agindo como um importante motor para o País”, analisa.

Nesta edição, o Relatório de Emprego com Carteira Assinada na Cadeia de valor da Saúde mudou de nome para explicitar que os empregos computados no setor são aqueles feitos de acordo com as normas da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), sem considerar os funcionários públicos estatutários que atuam na saúde pública (funcionários públicos CLT estão contabilizados). Além disso, ao considerar o setor de Saúde como um todo, enfatiza-se que outras atividades, como fornecedores, servem tanto à saúde suplementar quando à saúde pública.

Susep divulga desempenho dos fundos por seguradora; Itaú lidera RF em 12 meses

Com o objetivo de tornar o processo de decisão do consumidor (participante) mais eficiente com práticas transparentes e competitivas, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) passa a divulgar uma listagem com o desempenho dos fundos de investimento previdenciários. Certamente os jornalistas terão muitas notícias ao avaliarem os rankings divulgados. Neste primeiro, o Itaú registra e melhor rentabilidade em uma das categorias de fundo renda fixa nos últimos 12 meses e a XP a menor, segundo tabela divulgada pela autarquia.

A ferramenta desenvolvida pela Susep reúne no mesmo local a classificação de cada fundo por seguradora/entidade, considerando a performance ajustada ao risco. A metodologia adotada foi debatida com a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) e com a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi).

Dessa forma, o consumidor terá mais transparência na avaliação final, considerando não apenas a rentabilidade do fundo, mas também as bases técnicas, como taxa de juros e tábua biométrica, utilizadas na composição do produto. Com a iniciativa, a Susep espera ampliar a concorrência no mercado e, consequentemente, reduzir taxas e custos.

Os resultados seguem a classificação da Anbima e estão segregados por períodos de observação de 12, 18 ou 24 meses. A listagem com o desempenho dos fundos terá divulgação quadrimestral.

De posse do número do processo Susep referente ao plano contratado, o consumidor pode consultar as bases técnicas do produto por meio do link http://susep.gov.br/menu/servicos-ao-cidadao/calculo-vgbl, onde também estão disponíveis cálculos específicos para diferentes modalidades de renda.

A Susep ressalta que o histórico de rentabilidade do produto não garante o mesmo desempenho no futuro e que ganhos maiores podem estar acompanhados de riscos maiores.

O desempenho final de um produto de previdência não se restringe à performance do fundo de investimento onde são aplicados os aportes do participante.

A relação divulgada pela Susep não caracteriza sugestão de investimento e a autarquia não se responsabiliza por qualquer operação (portabilidade ou troca de produto) realizada com base nas informações.

Os dados são de livre interpretação do participante, conforme critérios e objetivos individuais, tendo em vista suas metas de aposentadoria e investimento.

Apenas os fundos que recebem recursos diretamente dos participantes (‘primeira camada’) e que possuem no mínimo quatro meses de histórico na data-base de análise foram listados.

Estadão destaca mercado segurador no caderno Finanças Mais

Fonte: CNseg

O Jornal O Estado de São Paulo trouxe encartado na edição de 28 de junho o caderno especial “Finanças Mais”, apresentando o ranking das empresas líderes do setor financeiro no Brasil e o que as mesmas estão fazendo para fortalecer suas carteiras de clientes.

Com um capítulo reservado exclusivamente para as companhias seguradoras e de capitalização, a matéria ouviu o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, que afirmou considerar importante, principalmente em momentos de crise, que o ambiente regulatório seja favorável ao setor, facilitando ações mais flexíveis que possam atender à população de forma geral, sobretudo a que perdeu renda.

Entretanto, apesar da crise, o setor continua crescendo e, segundo Coriolano, isso se deve, em parte, à digitalização em prol da eficiência e otimização do parque tecnológico das empresas de seguro, que permitiu a revisão das políticas tarifárias, otimização das vendas e atualização de produtos. Agora, para dar continuidade a esse processo, o presidente da CNseg defende que os órgãos reguladores ajustem as exigências para transações.

Para Marcio Coriolano a importância do seguro vai além dos aspectos financeiros simplesmente. “A questão do seguro é civilizatória porque prepara as gerações atuais para desonerar as gerações futuras”, afirmou, além de “desonerar o governo de intervenções para poder sanear desastres”.

As dez mais de auto: Tokio na liderança e grupo Liberty se destaca com o segundo e terceiro lugar do ranking. . “Fizemos o desenho de precificação mirando o menor custo porque nosso público-alvo para esse produto é quem pode arcar apenas com preços menores. Utilizamos muito o digital no Aliro”, explica Paulo Umeki, vice-presidente do grupo Liberty
Seguro patrimonial:  “Temos uma base de especialistas no setor que ajudam a melhorar o serviço na ponta, direto para o cliente”.- Alex Conrado Korner, superintendente de Produtos de Seguros Zurich Santander
Seguros Financeiros: “A questão do seguro é civilizatória porque prepara as gerações atuais para desonerar as gerações futuras. E envolve também as responsabilidades do Estado: O seguro desonera o governo de intervenções para poder sanar desastres. Se uma usina siderúrgica no País fundir, e não tiver seguro, o governo precisará agir”, exemplifica Coriolano, da CNseg
Saúde: Na operação da bicampeã SulAmérica, a tecnologia foi o motor dos destaques de 2018, como o lançamento do serviço de telemedicina para conectar médicos do trabalho das empresas-clientes a especialistas da rede referenciada. “Já há mil médicos e 120 mil pacientes cadastrados”, conta Gabriel Portella, presidente da companhia
Vida e Previdência: Para o presidente da Bradesco Vida e Previdência e da Bradesco Capitalização, Jorge Nasser, a longa discussão da reforma da Previdência, que já se estende por quase três anos, serviu para mudar a mentalidade do brasileiro sobre a necessidade de garantia de renda com uma poupança privada. O consenso sobre a necessidade de mudar o sistema à medida que a população envelhece foi absorvida pelo cidadão comum, em sua visão
Seguro Geral: Na visão de Coriolano, da CNseg, parte da evolução do setor se deve à digitalização em prol da eficiência e otimização do parque tecnológico, que permitiu a revisão das políticas tarifárias, otimização das vendas e atualização de produtos. Para continuar o processo, Coriolano defende que órgãos regulatórios ajustem as exigências para as transações com clientes. Isso resulta em oferta de produtos mais baratos e mais acessíveis para mais pessoas 
Capitalização: “Acreditamos que a oferta dessas duas novas opções ampliará as oportunidades de crescimento e desenvolvimento do mercado de capitalização no País”, diz Jorge Nasser, diretor-presidente da Bradesco Capitalização. Para além da nova regulação, a área trabalha para oferecer mais produtos populares. No radar estão os clientes do próprio banco. “A penetração ainda é baixa, principalmente no segmento Classic, de menor renda”

CVG-SP debate o crescimento do mercado marginal no seguro de vida

Fonte: Márcia Alves

Evento trouxe à tona o crescimento da venda de produtos piratas para o segmento empresarial, amparado por convenções coletivas de diversas categorias profissionais.

O workshop “O seguro do trabalhador do futuro e as convenções coletivas”, promovido pelo Clube Vida em Grupo São Paulo (CVG-SP), no dia 25 de junho, em São Paulo, com a participação representantes de seguradoras, expôs a preocupação do setor de seguros com o avanço do mercado marginal sobre os segmentos de seguro de vida e de benefícios. 

Não bastasse o embate com as associações e cooperativas que vendem proteção veicular como alternativa ao seguro de automóvel, o setor de seguros tem agora pela frente uma batalha ainda mais difícil contra a venda de seguro pirata para o segmento empresarial. Por força de convenção coletiva de trabalho firmada por alguns sindicatos de classe, muitos empregadores são obrigados a trocar o tradicional de seguro de vida para seus funcionários por produtos similares, que não possuem qualquer regulamentação ou garantia de indenização. 

O alerta foi feito por Fabiana Resende, diretora executiva do PASI, empresa que detém uma das maiores carteiras de seguro de vida em grupo do país. Ela não apenas chamou a atenção para a gravidade da situação, como convocou o mercado de seguros a juntar forças contra o avanço do mercado marginal. Na avaliação da executiva, a invasão do seguro pirata na área de seguro de vida é mais prejudicial ao consumidor de seguros do que a proteção veicular. 

“É muito pior, porque, ao contrário da proteção veicular, em que o cliente tem a liberdade de escolher, no mercado trabalhista, a empresa não tem essa alternativa. Isso é muito sério”, disse. Segundo ela, se o empregador não contratar o produto similar ao seguro de vida com a empresa indicada na convenção coletiva da categoria profissional de seus funcionários, sofrerá sanções, desde ações na justiça até inclusão no SPC. “Se a empresa não quitar o boleto enviado pelo sindicato, será negativada, terá uma certidão negativa”, disse.

Ameaça ao seguro de vida

Fabiana explicou como o seguro de vida se tornou alvo do mercado marginal. Até pouco antes da reforma trabalhista, em 2017, havia no país 17,2 mil sindicatos ativos, cuja receita total proveniente de contribuições obrigatórias era superior a R$ 3,6 bilhões. Esse montante sofreu redução de 90% após a reforma trabalhista, obrigando os sindicatos a buscarem outras fontes de receita, como eventos, cursos, cartões de benefícios e, principalmente, seguro e previdência.

Para o presidente do CVG-SP, Silas Kasahaya, foi nesse momento que as associações e cooperativas encontraram um gap para oferecer produtos similares. Thiago Alberti, gerente de Subscrição e Precificação Vida e Dental da MetLife, concordou. “Não se pode colocar a culpa no órgão regulador, porque o mercado de seguros não se mexeu e as associações acharam esse gap para colocarem produtos irregulares”, disse. 

Segundo Fabiana, a reforma trabalhista fortaleceu os sindicatos ao prever que “o acordado vale sobre o legislado”. Isso significa que convenção coletiva tem a força de lei, o que na prática abre espaço para a aplicação de sanções às empresas que a descumprirem. O problema é que muitos sindicatos não apenas substituíram o seguro de vida pelo seguro pirata, como também indicam em suas respectivas convenções as empresas fornecedoras de proteção para vida, saúde, odontológico e outros.

“Esses produtos piratas não se apresentam como seguro, mas como uma solução. São oferecidos em pacotes com diversas firulas e valores mais altos que o seguro tradicional. Por exemplo: para a cobertura de morte do titular, oferecem ‘apoio emocional’ e ‘ajuda financeira’. A indenização é paga em parcelas”, disse. Segundo a debatedora Nancy Rodrigues, responsável pelas áreas de Produtos e Operações do Seguro de Pessoas na Tokio Marine, as empresas que se recusarem a contratar seguro pirata poderão ter problemas. “Precisarão guardar recursos para fazer frente a isso”, disse.

Para Cristina Vieira, responsável pela gerência de produtos de Vida e Previdência na Porto Seguro, a regulamentação dessas empresas que atuam à margem da lei é necessária. “É importante que o consumidor receba aquilo que comprou. Temos de trabalhar para preservar o nosso mercado, porque isso é também um direito do consumidor”, disse. “Precisamos nos unir porque todo o mercado está sendo afetado. Não são casos pontuais, todos os dias surgem novos produtos irregulares”, disse Fabiana.

Trabalhador do futuro

Para a diretora executiva do PASI, o mercado de trabalho está em transformação com o surgimento de novas profissões e novos formatos de jornada. “Muitos trabalhadores hoje prestam serviço como pessoa jurídica para mais de uma empresa. São múltiplos empregos. Como precificar esse risco?”, questionou Fabiana. Para ela, o modelo de seguro de vida e de benefícios para grupos pode não funcionar mais no futuro. “A tendência é que as coberturas de seguros sejam personalizadas”, disse.

Para o presidente do CVG-SP, o seguro de vida deve embarcar na onda digital e desenvolver produtos mais simples e fáceis de serem contratados, com a devida participação do corretor de seguros. Diante da importância dos temas apresentados, Silas Kasahaya considera que o CVG-SP está cumprindo o seu papel ao promover o debate. “O CVG-SP representa seguradoras, corretoras, resseguradoras e prestadores de serviços e temos de dar voz a esses assuntos”, disse.

CNseg reúne representantes de seguradoras e Procons para debater as relações de consumo

Fonte: CNseg

7ª edição dos Colóquios de Proteção do Consumidor de Seguros aconteceu em Cuiabá, nos dias 25 e 26 de junho

Contribuir para a harmonização das relações de consumo por meio da construção de consensos entre o setor segurador e os órgãos de defesa do consumidor é a razão da realização dos Colóquios de Proteção do Consumidor de Seguros, organizado pelas Comissões de Ouvidoria e de Relações de Consumo da CNseg, em parceria com a Associação Brasileira de Procons – ProconsBrasil. Em sua sétima edição, o evento aconteceu nos dias 25 e 26 de junho, na cidade de Cuiabá, reunindo mais de 100 participantes, com quase 50 representantes de 22 Procons dos 3 Estados do Centro-Oeste e o Distrito Federal, além de executivos de 28 seguradoras e representantes das redes varejistas.

Nesta edição, que retorna ao Mato Grosso, marcou o início do segundo ciclo após seis encontros em todas as regiões do Brasil desde 2014. Os representantes dos Procons apontaram as principais reclamações relacionadas aos seguros como o de Automóveis, de Acidentes Pessoais, de Vida, Prestamista, entre outros, que servirão de subsídio para que a CNseg e Federações associadas, relacionadas com os temas, elaborem um documento com recomendações de melhoria a ser encaminhado para as seguradoras.

A diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, reforçou o reconhecimento conferido pelo setor à aproximação com as entidades do consumidor para ajudá-los – enquanto representantes qualificados dos consumidores – a navegar pela complexidade do seguro, tornando mais compreensíveis os fundamentos técnicos e a linguagem que orienta a formulação dos contratos. Ela também reiterou o compromisso da CNseg de tratar, nas comissões de relações de consumo e de ouvidoria, as questões mais críticas pontuadas pelos Procons, a fim de que os Colóquios apresentem entregas efetivas nesse novo ciclo que se inicia.

O vice-presidente da FenaPrevi, Francisco Alves de Souza, apresentou os fundamentos da Assistência Financeira, destacando especialmente a diferença para o crédito consignado. Ana Flávia Ribeiro Ferraz, Presidente da Comissão de Produto por Sobrevivência da FenaPrevi, abordou o Seguro de Acidentes Pessoais, ressaltando a importância da compreensão pelo consumidor da definição de invalidez permanente, no momento de decisão pela compra do produto. Karina Massimoto, membro da mesma Comissão na FenaPrevi, tratou do Seguro de Vida e de sua importância para recompor rendas na ausência do principal provedor familiar.

O presidente da Comissão Jurídica da CNseg, Washington Silva, apresentou o Seguro Prestamista, que protege o contratante de crédito em caso de morte, invalidez, desemprego involuntário ou perda de renda do segurado. Os seguros Habitacional, Residencial e de Condomínio, foram apresentados pelo presidente da Comissão de Riscos Patrimoniais Massificados da FenSeg, Jarbas Medeiros Bacianio, a pedido dos Procons, que queriam entender as diferenças entre os ramos.

Os aspectos fundamentais no Seguro de Garantia Estendida foram apresentados por Washington Silva e Luiz Alexandre Liporoni Martins, diretor do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), que reiterou o compromisso do varejo no combate à venda casada e a outras demandas relacionadas aos seguros vendidos nesse canal. No painel sobre o Seguro de Automóveis, o consultor da FenSeg Neival Freitas detalhou as coberturas do produto e abordou os principais pontos de dúvida e reclamações dos consumidores.

O presidente da Comissão de Ouvidoria da CNseg, Silas Rivelle, disse que o total apoio dado pelos presidentes e conselhos diretores das seguradoras aos ouvidores é o que os possibilita trabalhar com total ética e dedicação em prol do consumidor, “que é para quem trabalhamos”, concluiu. Silas também informou que já se encontra no Portal da CNseg a versão atualizada do Guia de Acesso dos Consumidores às Empresas de Seguro, com todas as informações necessárias para acessar com facilidade os diversos canais de relacionamento das seguradoras.

A superintendente do Procon Mato Grosso, Gisela Simona, afirmou reconhecer a importância dos Colóquios para, entre outras finalidades, “estabelecer um laço de confiança” entre as partes, que contribui para a evolução do relacionamento e elimina qualquer presunção de má fé. 

O idealizador dos Colóquios, o professor Ricardo Morishita, consultor da CNseg, destacou que o propósito do evento, em última instância, não é atender aos Procons ou às seguradoras, mas aos consumidores, destacando que, sem a confiança da CNseg no diálogo e na construção de pontes, “a gente não estaria aqui hoje”.

A Superintendente Jurídica da CNseg, Glauce Carvalhal, fez um alerta sobre as associações que oferecem o serviço de proteção veicular, que não contam com a regulação e fiscalização dos órgãos reguladores, nem possuem todas as garantias financeiras das seguradoras, necessárias para honrar seus compromissos. “O consumidor pensa que está contratando um seguro, mas está entrando em um sistema de rateio”, afirmou.

Tokio Marine lança seguro para riscos digitais

Um relatório global divulgado no início deste ano pela empresa de segurança digital Symantec mostra que o Brasil é um dos países que mais sofrem com ataques cibernéticos no mundo. Isso reforça a importância e a necessidade de as empresas estarem conscientes destes riscos e dos prejuízos que podem causar. Atenta à importância de oferecer essa proteção, a Tokio Marine amplia seu portfólio de produtos para Pessoas Jurídicas e apresenta o Tokio Marine Riscos Digitais. O novo seguro garante cobertura para perdas causadas por interrupção de negócios e prejuízos causados a terceiros devido a ataques cibernéticos. 

Caro: ” toda empresa que armazena informações no mundo digital está exposta à riscos desta natureza”

“Como uma Seguradora Multiprodutos, nosso desafio é identificar, junto com nossos Parceiros de Negócios, novos nichos que surgem em um cenário de profunda transformação, causado pelas novas tecnologias. O Tokio Marine Riscos Digitais nasce da necessidade de proteger as organizações das ameaças digitais. Afinal, toda empresa que armazena informações no mundo digital está exposta à riscos desta natureza”, afirma a Gerente de Garantia e Linhas Financeiras da Tokio Marine, Carol Ayub.

O produto garante cobertura para a responsabilidade que pode ser imputada à empresa por conta de danos causados por ataques digitais como: perda ou suspeita de perda de informações não-publicas, violação de privacidade ou transmissão de códigos maliciosos através dos sistemas do Segurado. O Seguro também inclui cobertura para os danos sofridos pelo próprio Cliente, como custos de remediação de um sistema ou rede comprometida, custos de avaliação do estrago ou associados à extorsão cibernética. 

Um dos focos principais da atuação da Tokio Marine no nicho são as Pequenas e Médias Empresas, que estão mais expostas aos riscos digitais, muitas vezes por falta de conhecimento ou por não possuírem uma estrutura dedicada. Com a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, em 2020, os empresários precisarão ficar ainda mais atentos a este tema. “Vale ressaltar, porém, que as grandes corporações, apesar de contarem com políticas de segurança digitais mais desenvolvidas, não estão imunes aos ataques e também podem contratar o Tokio Marine Riscos Digitais”, explica a Gerente Carol Ayub.

A Tokio Marine montou uma equipe com expertise técnica, experiência e conhecimento global para fornecer aos Corretores e Clientes o acompanhamento e a capacitação necessários para atender a demanda por proteção a ataques cibernéticos.

Generali lança seguro para patinetes e bicicletas

generali seguro patinete bike

Fonte: Generali

A Generali Brasil Seguros lançou seguro para bicicletas e patinetes, elétricos e manuais. São cinco modalidades: roubo, furto qualificado, transporte, perda total e acidentes pessoais. O produto foi lançado, inicialmente, na Itália e chega ao Brasil em um momento no qual as principais cidades discutem questões de segurança e mobilidade desses meios de transporte.

A apólice pode ser adquirida a partir de R$ 0,48 por dia ou R$ 14,46 por mês para bicicletas e patinetes com valor até R$ 3 mil. Cada bem assegurado será considerado pela Generali como um risco individual, devendo ser contratada uma cobertura para cada item. O Seguro Mobilidade também oferecerá o produto a bicicletas e patinetes, elétricos ou manuais, que custem mais de R$ 50 mil.

“A área de massificados da Generali investe cada vez mais na estratégia B2B2C e esse novo produto abrirá as portas de nossa filial no Brasil para novas parcerias com grandes empresas que se dedicam à mobilidade urbana e pensam em melhorar a qualidade e o transporte dos usuários”, afirma Claudia Papa, Head de Mass Channels da Generali Southern East Europe e Américas e Vice Presidente do Brasil.

Veja as coberturas:

  • Roubo: subtração do bem mediante ameaça ou violência ao segurado, ou depois de tê-la, por qualquer outro meio ilegal, reduzido à impossibilidade de resistência.
  • Furto Qualificado: subtração do bem mediante a arrombamento, destruição e rompimento de obstáculo com vestígios materiais comprovados mediante inquérito policial.
  • Transporte: danos causados pela movimentação do Bem segurado por via terrestre, marítima ou aérea, desde que devidamente transportado da forma apropriada.
  • Perda Total: dano causado por risco coberto, quando este for tão extensamente danificado que o torna, de forma definitiva, impróprio para o uso a que se destinava, ou ainda, situação em que as despesas para reparação ou recuperação do mesmo forem igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) do valor de reposição.
  • Acidentes Pessoais: acidentes pessoais causados ao passageiro da bicicleta ou patinete utilizado.

Atenção Primária avança em São Paulo por meio da saúde privada

Fonte: Amil

Modelo focado na medicina de família propõe cuidado preventivo e coordenado por equipes de saúde

Tendência em todo o país, o resgate da Atenção Primária pela saúde privada tem ganhado espaço também em São Paulo. Esse modelo de atendimento é centrado no médico de família, que pode atender a pacientes de todas as idades, através da promoção da saúde, prevenção de doenças, tratamentos e reabilitação. Entre os benefícios desse modelo estão a melhora na qualidade de vida dos usuários, o reforço do vínculo entre médicos e pacientes e a redução da internação hospitalar desnecessária. 

Na Amil, nove em cada 10 pacientes atendidos por médicos de família em suas unidades próprias têm seus problemas de saúde resolvidos nesse primeiro nível de atendimento, sem necessidade de encaminhamento. Este ano, para ampliar ainda mais o acesso de seus clientes à atenção primária, a empresa iniciou o credenciamento de clínicas focadas nesse modelo e acaba de fechar mais uma parceria em São Paulo, com o Centro Médico Dom Pedro.

“A integração da Amil com o Centro Médico Dom Pedro nos permitiu exercer a medicina de família em sua maneira plena, assim como acolher e conhecer o universo dos nossos pacientes, com uma atuação positiva nas melhores escolhas de tratamento e acompanhamento lado a lado”, afirma Felipe Brissi Bonventi, diretor clínico do Centro Médico Dom Pedro.

“A atenção primária propõe o acompanhamento integral do paciente, resultando em uma melhor gestão da sua saúde. O principal objetivo dessa expansão é proporcionar o acesso a um atendimento de qualidade, alinhado com o serviço prestado nas unidades próprias da Amil, com o apoio de credenciados que mantêm a mesma proposta de valor do nosso grupo: oferecer aos clientes o cuidado certo, com base na atenção primária”, comenta Nulvio Lermen Junior, diretor do Programa Amil de Atenção Primária.