Valor: Susep reduz custo de apólice auto e mira mercado informal

Valor Econômico destaca que a Superintendência de Seguros Privados (Susep) decidiu acabar com a exigência do uso de peças originais, que levam a marca das montadoras, no atendimento dos sinistros de seguro de automóveis.

Além da redução do preço das apólices, a iniciativa embute um objetivo maior e menos óbvio. A autarquia quer nivelar o campo da concorrência contra a chamada proteção veicular, um sistema informal de cobertura, ou seja, fora da regulação e fiscalização do órgão, segundo o diretor de supervisão de conduta do regulador, Rafael Scherre.

“A gente espera que [com a iniciativa] as seguradoras passem a alcançar uma parte do mercado informal e a cobertura da frota aumente dentro da indústria formal”, afirma Scherre ao Valor. De acordo com Felipe Bastos, sócio do escritório Veirano Advogados, “o mercado de seguros tradicional é altamente regulado e com forte estrutura de governança, isso acarreta custos e barreiras de entrada e desequilibra a concorrência com o mercado marginal”.

A autarquia editou ontem uma carta-circular pela qual formaliza a flexibilização do uso de autopeças nos procedimentos de reparos de veículos. A Susep esclarece que as companhias podem utilizar peças similares em lugar das originais, que chegam a custar até o dobro do valor do genérico.

De acordo com o documento, para isso, será preciso autorização do cliente e que os contratos especifiquem qual tipo de peça pode ser usada e em quais casos. Na prática, significa que os clientes terão de optar por produtos distintos. “Se o consumidor quiser peças originais o seguro será mais caro, senão haverá uma redução de preço”, aponta Scherre.

O representante da Susep explica que, na verdade, não houve uma mudança efetiva de regulação. “O objetivo foi dar segurança jurídica às seguradoras.” Segundo Scherre, a legislação atual já permite o uso de similares, mas uma interpretação rígida do Código de Defesa do Consumidor restringia a possibilidade. “Emitimos uma carta-circular para esclarecer e ratificar o entendimento da Susep sobre o artigo 21 do Código, que permite a utilização de todos os tipos de peças desde que o consumidor tenha autorizado, esteja ciente nas condições contratuais e as peças mantenham as especificações dos fabricantes.”

Na visão de Bastos, do Veirano, a opção da Susep pela carta-circular ajuda a agilizar processos normativos. “Apesar de não ser uma norma formal, a carta-circulares é um conteúdo normativo importante”, afirma. Para o especialista, “o processo de uma nova norma seria muito mais moroso e a carta-circular acaba tendo uma eficácia vinculante”.

Allianz compra carteiras de seguro de carro, casa, condomínio e empresarial da SulAmérica por R$ 3 bilhões

Allianz compra Sulamerica auto

Depois de muito negociar, Allianz e SulAmérica chegaram a um acordo. A gigante alemã vai desembolsar R$ 3 bilhões para assumir as carteiras de seguros automóvel, condomínio e de riscos patrimoniais da centenária seguradora brasileira, segundo fato relevante publicado há pouco. “O excelente relacionamento da SulAmérica com corretores, assessorias e canais alternativos foi um dos grandes atrativos para o inicio das negociações”, disse Eduard Folch Rue, CEO da Allianz Brasil. ao blog Sonho Seguro. O total de receita em prêmios das unidades compradas totalizou aproximadamente R$3.629 milhões de reais (806 milhões de euros) em 2018, sendo R$ 3.427 milhões (762 milhões de euros) provenientes da carteira de automóvel e R$ 202 milhões (45 milhões de euros) das operações de Ramos Elementares.

“Esta negociação é extremamente importante para a SulAmérica, para nossos parceiros, corretores, assessorias, clientes e para o país. O mercado ganha mais relevância com esse novo investimento da Allianz, que reconhece o modelo de negócios desenvolvido pela SulAmérica, investindo ainda mais e acreditando no potencial do setor de seguros brasileiro”, afirma Gabriel Portella, presidente da SulAmérica.

A integração das carteiras depende da autorização da compra pelos órgão reguladores, prevista para um prazo de até doze meses. Enquanto isso, Allianz e SulAmérica seguem independentes, sem qualquer alteração no atendimento a corretores, clientes e fornecedores. Até lá, não haverá mudanças na administração, nas equipes, relações comerciais, fornecimento e oferta de produtos da SulAmérica. Ambas empresas continuarão trabalhando de forma independente uma da outra. “Até a conclusão, tudo continua igual”, enfatiza Portella.

Enquanto a negociação traz um enorme ganho de escala para a Allianz em seguro auto, residência e condomínio, a SulAmérica afirma que a venda permite à empresa focar nos segmentos de Saúde, Odontologia, Vida, Previdência e Gestão de Ativos. Saúde representa 80% de receitas do grupo e é um setor que requer atenção total tanto pelo grande potencial de crescimento, tendo em vista que ter um plano de saúde é um dos três principais desejos das famílias, como também porque o segmento passa por uma readaptação estratégica e regulatória para se tornar mais acessível para a população e rentável.

Saúde, aliás, é uma das carteiras que a Allianz também quer apostar. O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, defende regras mais flexíveis para as operadoras de convênios médicos. Questionado se venderia a carteira de saúde de planos empresariais que possui para a SulAmérica, o CEO da Allianz afirmou que não vende nada. Pelo contrário, o grupo alemão segue atento a boas oportunidades de negócios. “Estamos criando uma nova Allianz no Brasil, combinando as melhores pessoas de ambos os lados e formando uma excelente equipe que aproveitará as oportunidades do mercado brasileiro com total comprometimento e confiança”, diz Folch Rue. “Nossa marca registrada será a inovação, a digitalização e o serviço aos nossos clientes por meio de nossos principais parceiros, os corretores e assessorias. Combinaremos o conhecimento local da SulAmérica com todos os pontos fortes que um grupo internacional como a Allianz possui. ”

“Esta é uma transação relevante, que une expertises de duas grandes companhias, gerando ainda mais oportunidades de negócios para os corretores e para as assessorias”, ressalta André Lauzana, vice-presidente comercial e de marketing da SulAmérica, que nas próximas semanas terá uma agenda de visitas para conversar pessoalmente com os parceiros comerciais, assim como outros executivos da companhia. O resultado da transação, além do reforço do posicionamento estratégico, agregará um montante importante de liquidez, que contribuirá para o desenvolvimento da companhia, inclusive em oportunidades de crescimento orgânico e inorgânico.

Além da carteira de ramos elementares, a SulAmérica vendeu a participação na Caixa Seguradora para a Icatu Seguros, por R$ 183 milhões; a carteira de grandes riscos para a francesa AXA, por R$ 135 milhões; e a carteira de seguros habitacionais para a Pan Seguros, por R$ 60 milhões. Além disso, a empresa informou investimentos na plataforma especializada em investimentos pessoais, a Órama.

Trata-se de um valor significativo para o Brasil, principalmente se considerarmos que o país perdeu quase R$ 20 bilhões em investimentos estrangeiros até meados de agosto. “O Brasil é um país muito promissor e apostamos na retomada do crescimento da economia nos próximos anos, com geração de empregos e aumento da renda familiar, indicadores que beneficiam muito o mercado segurador local, que ainda tem grande potencial de avanço se considerarmos a baixa penetração do setor no PIB brasileiro”, disse.

É a maior aquisição feita no Brasil neste ano, sem considerar o movimento do mercado acionário envolvendo a venda da participação de acionistas (governo, Caixa e Banco do Brasil) no IRB Brasil Re, que levantou cerca de R$ 10 bilhões. Outras negociações estão no forno, como a oferta do balcão de seguro da Caixa Seguridade. As seguradoras também disputam parcerias com bancos digitais, fintechs, varejos e concessionárias de serviços. Em 2018, foram 17 negociações locais de compra e venda. De 1999 a 2018, 295, segundo dados da KPMG.  Uma das maiores negociações anunciada nos últimos anos foi a suíça ACE adquirindo a americana Chubb, por US$ 28,3 bilhões, em 2015.

O estudo global da Deloitte “Perspectivas do setor de seguros 2019” destaca o movimento de fusões e aquisições como uma das formas para as seguradoras enfrentarem uma desaceleração econômica, ou mesmo uma recessão mundial já em 2020. Há também inquietudes com o potencial de disputas sobre tarifas e regras comerciais entre Estados Unidos, China e outros países. “A mensagem subjacente é que, embora a indústria tenha de lidar com inúmeras pressões internas e externas, o fator determinante será o quão comprometida e preparada cada seguradora estará em se adaptar a um ambiente de negócios em rápida transformação”.

E foi exatamente isso que motivou a negociação da Allianz com a SulAmérica. “Quando olhamos os mercados emergentes, o Brasil tem alto potencial. Na América Latina é o maior mercado. Atuamos em 73 países e para nós se a economia crescer um pouco menos do que o previsto é normal. O investimento do grupo é no longo prazo”, afirmou Folch Rue.

Ranking automóvel – O grande negócio desta aquisição é da carteira de seguro de carro, que leva a Allianz para o seleto grupo do bilhão, passando da oitava posição (R$ 971 milhões) para a segunda colocação do ranking ao somar os prêmios ganhos da SulAmérica (R$ 1,67 bilhão), totalizando R$ 2,6 bilhões em vendas no primeiro semestre deste ano. Superada apenas pelo grupo Porto Seguro, com R$ 4,7 bilhões (R$ 3,2 bilhões da Porto e R$ 1,5 bilhão da Azul).

Seguro automóvel é o terceiro maior segmento de seguros no Brasil, representando 11% de todos os prêmios de seguro no país. Os prêmios atingiram R$ 35,9 bilhões em 2018, um aumento de 6% em relação ao ano anterior, impulsionado em parte por um aumento de 15% na venda de veículos novos, comparado a uma queda de 7% em 2017.

A carteira apresentou avanço de 3% no primeiro semestre deste ano, para R$ 17,2 bilhões. As perspectivas para o segmento são otimistas. Para 2019, a associação nacional de montadoras (Anfavea), prevê crescimento de vendas de veículos de 11% ao ano. Isso é um grande motivador para o seguro. No ano passado e neste primeiro semestre, a combinação de um melhor ambiente econômico, aumento nas vendas de veículos e menor roubo de veículos resultou em prêmios mais altos e menores taxas de perda em todo o setor.

Existem atualmente mais de 55 milhões de veículos circulando no Brasil, correspondendo a aproximadamente um veículo por cada quatro brasileiros, segundo o Sindipecas, a Associação Nacional de Peças para Veículos Automotores. Entre 2009 e 2017, o total de frota circulante cresceu de 39 milhões em 2009 para 57 milhões em 2017. A maioria dos veículos no Brasil é relativamente antiga, com uma idade média de 6,8 anos.

Apenas 8% dos veículos são novos, enquanto 22% têm de 1 a 3 anos e 70% têm mais de 4 anos. Da frota circulante, 64% são automóveis, 9% são veículos comerciais, 3% são caminhões e 23% são motocicletas. Mas apenas 20% são segurados, representando espaço adicional para crescer, destaca estudo divulgado neste ano pelo Morgan Stanley. Ainda mais agora que a Susep editou nesta semana uma carta-circular pela qual formaliza a flexibilização do uso de autopeças nos procedimentos de reparos de veículos. As companhias podem utilizar peças similares em lugar das originais, que chegam a custar até o dobro do valor do genérico. Será preciso autorização do cliente e que os contratos especifiquem qual tipo de peça pode ser usada e em quais casos.

A expectativa é de que o seguro popular de auto passe a ser mais ofertado pelas seguradoras, que aguardavam mais segurança jurídica para atuar neste nicho, hoje liderado pela Tokio Marine. Em grande parte, a baixa penetração do seguro de automóvel é consequência da idade média do veículo no Brasil, uma vez que carros mais antigos perdem atratividade diante do elevado custo do seguro. A penetração do seguro auto varia dramaticamente de acordo com a idade do veículo, com 79% dos novos veículos sendo segurados em 2018, em comparação com 34% dos veículos com até 6 anos e apenas 3% dos veículos com mais de 11 anos.

O alto custo do seguro de automóvel tem contribuído historicamente para a baixa penetração no mercado. Os brasileiros pagam, em média, R$ 3,5 mil por seguro de carro a cada ano, 71% a mais que a renda mensal média de R$ 2,1 mil, segundo pesquisa realizada em 2018 pela Tex Technology, plataforma de cálculo para corretores de seguros. Os prêmios de automóveis são ainda mais caros em regiões com altas taxas de criminalidade ou fronteiras com outros países, com um custo anual de até R$ 8,7 mil. Há que se considerar também que as famílias ricas, com mais de quatro carros, fazem o auto seguro diante dos preços praticados até 2018.

Cenário que pode mudar se a oferta for mais amigável. A boa novidade é que os preços do seguro de carro apresentaram queda no primeiro semestre, tanto pela redução da sinistralidade (menos roubos e acidentes) como também pelo uso da tecnologia que tem proporcionado economia de custos administrativos significativos. “Além de apostarmos na retomada das vendas de veículos novos, acreditamos que o brasileiro está cada dia mais consciente da importância de ter seguro de responsabilidade civil para indenizar terceiros em caso de um acidente”, argumentou Eduard Folch Rue.

Com a retomada da economia, o sonho de ter um carro novo voltará a embalar os brasileiros e isso impulsionará as vendas de seguros, segundo especialistas. Ganhará mercado aquelas seguradoras que já iniciaram um processo de atendimento digital ao corretor e ao consumidor. Embora em outros países a Allianz já tenha seguros inovadores como “on demand” e uso de telemetria, no Brasil a experiência do grupo com tais produtos virá da SulAmérica. “A inovação da SulAmérica em auto foi outro atributo que contou pontos para a negociação”, disse o executivo da Allianz.

Em países desenvolvidos, com boa infraestrutura de transportes, o seguro de carro segue sendo um dos líderes de vendas, pois o conforto proporcionado pelo automóvel ainda motiva o investimento em veículos que conquistam usuários diante das inovações tecnológicos. “O que muda é a oferta. O segmento passa a contar com diversos tipos de produtos, desde o seguro tradicional anual até o que pode ser feito por apenas algumas horas; seguros diferenciados para carros compartilhados e também elétricos, por exemplo”, cita o CEO da Allianz. “Estamos muito empolgados com esse significativo investimento feito pelos acionistas do grupo Allianz”.

Ranking residencial – Com a compra, a Allianz sobe da décima segunda posição no ranking de seguro residencial para a quinta colocação no ranking das seguradoras independentes, segundo cálculo do blog Sonho Seguro com base nos dados divulgados pela Susep de janeiro a junho deste ano. Com vendas de R$ 1,5 bilhão de seguro residencial no primeiro semestre, as companhias ligadas a bancos lideram o ranking, com Bradesco (R$ 290 milhões) e Itaú (R$ 232 milhões). Já o bloco das seguradoras independentes é liderado pela Porto Seguro (R$ 166,7 milhões), Zurich (R$ 166,2 milhões), HDI (R$ 73 milhões), Mapfre (R$ 57 milhões) e agora a Allianz (R$ 22 milhões) mais a SulAmérica (R$ 34 milhões), totalizando R$ 56 milhões.

Ranking Condominio – No seguro condomínio, a Allianz já é líder há alguns anos e agora alarga muito a distancia do segundo colocado. As vendas totais de seguro condomínio no primeiro semestre totalizaram R$ 222,1 milhões. Desse valor, a Allianz responde por R$ 41,9 milhões e a SulAmérica com R$ 30,5 milhões, totalizando R$ 72,4 milhões. Na vice liderança está a Sompo Seguros, com R$ 40,8 milhões, seguida pela Porto Seguro, com R$ 30,9 milhões, Tokio Marine com R$ 29,5 milhões e Mapfre, com vendas de R$ 25 milhões.

PREMIO JAN A JUNHO 2019
( em R$ mil)
SHARE
AUTOMÓVEL
ALLIANZ 971.0045,63%
SULA1.678.0649,74%
TOTAL A+S2.649.06815,37%
MERCADO TOTAL17.236.621100%
RESIDENCIAL
ALLIANZ 22.7921,48%
SULA 34.6352,26%
TOTAL A+S 57.4273,74%
MERCADO TOTAL1.535.486100%
CONDOMINIO
ALLIANZ 41.99518,90%
SULA 30.51213,73%
TOTAL A+S 72.50332,63%
MERCADO TOTAL222.187100%
FONTE: SUSEP E BLOG

Títulos de capitalização: mercado avança com novos produtos

Fonte: FenaCap

No ano em que completa 90 anos, a Capitalização espera iniciar um novo ciclo de crescimento

Em vigor desde abril, o novo marco regulatório da Capitalização já produziu efeitos: a arrecadação das novas modalidades alcançou R$ 577,0 milhões no último trimestre, contribuindo para que o mercado fechasse o semestre com uma receita global R$ 11,5 bilhões, avanço de 11,5% em relação a igual período de 2018. Os dados são da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap).

“Embora o momento ainda seja desafiador,  a Capitalização, aos poucos, vem retomando seu ritmo de crescimento. O lançamento das novas modalidades abriu espaço para a criação de cerca de 400 novos produtos somente no primeiro semestre do ano e as perspectivas são as melhores possíveis para os próximos anos”, analisa Marcelo Farinha, presidente da FenaCap.

Performance no semestre – Ainda de acordo com o balanço da Federação, no primeiro semestre do ano as provisões técnicas – montante correspondente a recursos de títulos de capitalização ativos – somaram R$ 30,3 bilhões, avanço de 3,7% no em relação ao primeiro semestre do ano anterior. O valor relativo aos resgates parciais e finais de clientes de títulos de capitalização atingiu R$ 8,6 bilhões, um recuo de 1,0% em relação ao primeiro semestre de 2018. Em todo o país, foram entregues R$ 570 milhões em prêmios em dinheiro, o que equivale ao pagamento de R$ 4,6 milhões de prêmios em dinheiro, por dia útil, para clientes com títulos de capitalização sorteados.

90 anos de Capitalização – Em 1929 foi comercializado o primeiro Título de Capitalização, de lá pra cá o produto passou por diversas mudanças tornando-se cada vez mais aderente as necessidades dos consumidores.

O produto, que combina soluções de negócios com sorteios, conta atualmente com seis modalidades:  

Instrumento de Garantia – funciona como garantia para contratos de qualquer natureza, incluindo empréstimos e aluguel de imóveis, por exemplo ;

Filantropia Premiável – oconsumidor cede o direito de resgate da sua reserva para uma instituição filantrópica previamente credenciada pelas empresas de capitalização. 

Popular – Permite que o consumidor adquira um título de valor acessível, em torno de R$ 7, e participe de sorteios de prêmios em dinheiro, com direito ao resgate de até 50% do valor pago;

Tradicional – O objetivo dessa modalidade é a formação de uma reserva, de maneira programada, por um prazo previamente conhecido e valor pré-determinado. Dá direito à participação em sorteios ao longo de toda a vigência e ao resgate de 100% do que foi pago, atualizado pela TR, ao fim do prazo de contrato. É uma solução para as pessoas que não têm disciplina para guardar dinheiro;

Incentivo – Nessa modalidade, uma empresa de varejo, por exemplo, adquire uma série exclusiva de títulos e cede aos seus clientes o direito a participar de sorteios. É uma forma de alavancar vendas, ampliar mercado, girar estoque e estreitar o relacionamento com os consumidores;

Compra Programada – Essa modalidade permite a acumulação mensal vinculada à aquisição de bens duráveis com sorteio de prêmios.

Tokio Marine incentiva corretores a investirem em novos negócios

Por Márcia Alves

No almoço com associados do CCS-SP, seguradora apresentou produtos e ferramentas criadas para profissionais que desejam fugir do “rouba-monte”.

O Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) recebeu no dia 20 de agosto, no Circolo Italiano, em seu tradicional almoço mensal, a diretoria da Tokio Marine Seguradora. Acompanhado de outros executivos, o presidente José Adalberto Ferrara expôs no encontro os números detalhados do desempenho da empresa nos últimos sete anos, produtos e ferramentas recém-lançados e o planejamento estratégico para os próximos três anos. 

Sexta colocada no ranking do mercado segurador, de acordo com dados da Susep até junho deste ano, a Tokio Marine cresceu 10,7% nos últimos doze meses, de agosto de 2018 a julho de 2019, superando a média do mercado, que atingiu 6,8% no mesmo período. Mas, o bom desempenho da empresa não se restringe apenas ao último ano, quando a economia apresentou fraco desempenho. Entre 2011 e 2018, a Tokio Marine cresceu 200%. 

Com 60 anos de atuação no Brasil, atualmente, a seguradora conta com um cadastro de 25 mil corretores e 1,8 milhão de veículos segurados. Nos últimos doze meses, a Tokio Marine apresentou crescimento expressivo em diversas carteiras. No seguro automóvel, que representa 62,8% da sua produção, o crescimento foi de 5,9%, enquanto o mercado decresceu 0,9%. 

Para Ferrara, o crescimento negativo do seguro automóvel é um dado preocupante também para os corretores que concentram sua atuação nesse ramo. “Esse crescimento foi muito em cima do rouba-monte, e isso não é bacana”, disse. Por esse motivo, a companhia decidiu expandir sua atuação em outros ramos, desenvolvendo ações para estimular os corretores a fazerem o mesmo.

Novos produtos

Um dos recentes lançamentos da seguradora é o Tokio Marine Aluguel, tanto para pessoa física com jurídica. Segundo Ferrara, o diferencial é a garantia do preço cotado. “O nosso preço está garantido lá na ponta, sem acréscimos, e isso faz a diferença no mercado de fiança locatícia”, disse. Outra novidade é o seguro para safras agrícolas, que abrange 82 culturas. “Lançamos há três meses e já alcançamos R$ 60 milhões em produção”, revelou.

Ferrara também citou os seguros D&O e o RC Eventos, que pode ser acessado por aplicativo, além do seguro para frotas de 3 a 50 veículos, com preço online, e o seguro para pequenos embarcadores e transportadores. “Gostaria que os corretores enxergassem esses produtos como oportunidades de negócios que farão crescer o bolo securitário”, frisou.

De acordo com o executivo, o seguro Auto Popular da companhia passou por reformulações e agora cobre desde veículos zero quilometro até com 25 anos de idade. “A vantagem é que podemos usar peças compatíveis, o que torna o preço 30% menor que outras modalidades de seguro de automóvel”, disse. Em sua visão, a expansão desse produto beneficiaria não apenas os segurados, como também o mercado ao enfrentar a concorrência com as associações e cooperativas. “Por isso, já convidei outros presidentes de seguradoras a também entrarem no Auto Popular”, afirmou.

O mentor do CCS-SP, Evaldir Barboza de Paula, elogiou a iniciativa de Ferrara de tentar envolver mais seguradoras como meio de combater o mercado irregular. “Quanto maior a oferta de produtos legais e com custos adequados, mais anêmicas ficarão essas associações. Precisamos dar uma resposta ao mercado marginal”, disse.

Estratégias

Um dos focos no planejamento da empresa para 2020/2022, segundo Ferrara, é a tecnologia, tanto que a seguradora já investiu R$ 100 milhões nessa área. Dentre as inovações estão o Brokertech, para estimular o empreendedorismo digital dos corretores em diversas áreas, incluindo o e-commerce. Uma das ferramentas oferecidas é o Youtokio, um canal de vídeo para treinamento e divulgação da corretora. “São soluções para o corretor entrar na era digital”, disse. 

Para o mentor do CCS-SP, os corretores precisam conhecer melhor os produtos digitais. “O ciclo do seguro de automóvel está se encerrando e os corretores devem ficar atentos às novas oportunidades de negócios, como os seguros para riscos cibernéticos. Por isso, é importante entender como esses produtos funcionam”, disse.

O almoço do CCS-SP foi prestigiado pelos diretores da Tokio Marine, Valmir Rodrigues, João Luiz de Lima, Marcelo Goldman e Adilson Lavrador, pelo superintendente George Dutra e por autoridades do setor: Alexandre Camillo, presidente do Sincor-SP, Arnaldo Odlevati Jr., presidente CCS-ABCDMRR, Ednir Fornazzari, mentor CCS-Osasco e Região, Luiz Ioels, presidente Credicor-SP, Marcos Colantonio, presidente Aconseg-SP, Paulo de Tarso Meinberg, diretor do Ibracor, Octavio Milliet, presidente da APTS, e Pedro Barbato Filho, presidente Camaracor-SP.

Liberty Seguros patrocina 9ª edição da Virada Sustentável de São Paulo

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros é, pelo 2º ano consecutivo, patrocinadora da Virada Sustentável de São Paulo. O evento, que acontece entre os dias 22 e 25 de agosto, contará com mais de 600 atrações gratuitas em diversos locais nas cinco regiões da capital paulista, como Parque Ibirapuera, Instituto Tomie Ohtake, Centro Cultural da Juventude, Teatro Sérgio Cardoso e MIS, entre outros. 

O projeto da Virada Sustentável começou em 2011 em São Paulo e tem o objetivo de apresentar uma visão positiva e inspiradora sobre a sustentabilidade e seus diferentes temas para a população. A arte e atividades lúdicas são utilizadas como as principais ferramentas, inspirando as pessoas a enxergarem na sustentabilidade um valor coletivo.

Neste ano, a Liberty vai oferecer duas ações personalizadas relacionadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), uma por meio do programa Liberty Mulheres Seguras e uma atividade esportiva, são elas: 

Oferecido pelo programa Liberty Mulheres Seguras, o projeto apoia o empreendedorismo e empoderamento feminino, e será realizado em parceria com a empresa de Inteligência de Gênero ImpulsoBeta. O Fórum ocorrerá no dia 23 de agosto na Unibes Cultural, na Oscar Freire, das 8h30 às 10h30. 

Durante o painel, a equipe vai apresentar os benefícios da participação equilibrada e responsabilidades compartilhadas entre homens e mulheres no ambiente de trabalho e como essa equalidade impacta positivamente a economia brasileira. 

Além disso, participantes dessa ação irão ouvir depoimentos de convidadas especiais que trarão três diferentes pontos de vista sobre o assunto: a Rede Mulher Empreendedora, primeira e maior plataforma de apoio ao empreendedorismo feminino do Brasil, abordará o assunto sob a perspectiva da sociedade; Simone Martins, corretora e vice-presidente do SINCOR reforçará a importância do equilíbrio de gênero para as  empresas e Renata Santos, funcionária da Liberty e Embaixadora do Liberty Mulheres Seguras, trará essa visão sob a perspectiva das famílias. 

Entre os dias 24 e 25 de agosto, a Liberty Seguros também vai realizar, no Parque Ibirapuera, uma atividade de tênis com aulas monitoradas pela Fundação Tênis, ONG parceira da companhia que promove a inclusão social e a construção de valores éticos por meio do esporte.

“O patrocínio da Virada Sustentável é mais uma forma da Liberty Seguros se engajar em um dos nossos principais pilares: a sustentabilidade”, diz  Felippe Alves, gerente de marca e sustentabilidade da Liberty Seguros. “Com o projeto, além de contribuirmos positivamente com a comunidade, nós agregamos ainda mais iniciativas ao nosso programa de sustentabilidade”, completa.

Para mais informações sobre a programação da Virada, acesse: https://www.viradasustentavel.org.br/programacao/virada-sustentavel-sao-paulo-2019

Banco Inter lança seguro auto da Liberty para danos causados a terceiros

banco inter seguros


Objetivo é oferecer uma alternativa 100% digital para clientes que não são atendidos pelos produtos disponíveis atualmente no mercado

Com o objetivo de oferecer uma alternativa para clientes que não são atendidos pelos produtos disponíveis atualmente no mercado, o Banco Inter, que tem a Liberty com parceira, lança a opção de seguro auto contra danos causados a terceiros, com contratação 100% digital.

A adesão é feita sem a necessidade de vistoria do veículo e garante exclusivamente cobertura para danos materiais e corporais causados a outras pessoas envolvidas no acidente, com proteção, inclusive, para carros antigos, com até 25 anos de fabricação. Também inclui assistência 24 horas, com chaveiro, socorro mecânico, táxi e guincho, além de sorteio de mensal de capitalização no valor de R$ 5 mil.

Segundo informações do banco enviadas ao blog Sonho Seguro, o seguro auto contra terceiros irá complementar o portfólio de cuidados com automóvel, junto com o seguro auto tradicional, que é comercializado desde 2017. “Dessa forma, nossa expectativa é ampliar nossa carteira de seguros digitais, atraindo clientes que não têm interesse ou necessidade de contratar um seguro tradicional e agora contam com uma nova opção de contratação”, disse Paulo Padilha, diretor executivo da Interseguros, corretora do banco.

O produto está disponível para contratação por qualquer cliente com acesso ao app do Banco Inter. Em junho, o banco digital contabilizava 2,5 milhões de correntistas.”Nossa estratégia de comunicação é feita de forma segmentada, com comunicações específicas para grupos com maior fit com o produto. A estratégia inclui envio de e-mails, pushes, posts em redes sociais do Banco, como por exemplo, vídeo explicativo no canal do YouTube. Com essas ações, nossa ideia é reforçar o posicionamento da Interseguros e a oferta diversificada de seguros digitais”, acrescentou.

O pagamento pode ser feito em 10 vezes de R$ 54,08. “Nosso objetivo é garantir uma proteção com preço mais acessível para quem dirige com responsabilidade, mas não quer assumir o risco no caso de se envolver em um acidente, provocando danos materiais ou físicos a outras pessoas”, explica Paulo Padilha, diretor executivo da Inter Seguros.

A cobertura contempla qualquer veículo, incluindo carros, motos, ônibus, vans, caminhões e bicicletas. Também se estende a eventuais prejuízos causados contra imóveis residenciais e comerciais, públicos e privados. A apólice também contempla pedestres vítimas de danos corporais ou morte.

Wiz passa a ofertar assistência para clientes da Berkley por meio de plataforma com vistoria remota

leandro leite wiz

A Wiz BPO (Business Process Outsourcing) informa que fechou acordo com a seguradora Berkley. Os serviços inicialmente prestados serão para os seguros RCPM, RC Garagista, SGPE e Riscos de Engenharia. Para o atendimento à Berkley, a Wiz BPO, com matriz em Brasília, reforça seu time da filial em São Paulo. “Esse é mais um importante passo no processo de expansão da empresa, que nasceu em 2019 e já ocupa a posição de um dos maiores players de do Brasil em atuação no mercado de seguros”, informa nota divulgada.

“A chegada da Berkley, que já é grande parceira da Wiz, reforça os resultados obtidos por meio da implementação de uma plataforma inovadora e do nosso reconhecido e premiado modelo de atendimento ao cliente final”, explica Leandro Leite, diretor executivo da corretora.

Para esta operação a Wiz BPO traz uma ferramenta de vistoria remota, gerida por meio de equipe própria de engenheiros. Além de reduzir o tempo da regulação do seguro, evitando o deslocamento de um vistoriador, a solução diminui o custo da operação por meio da atuação online. Os segurados da Berkley contarão com atendimento completo da Wiz BPO, desde o início do sinistro ao encerramento do processo, afirma o executivo.

Recentemente, a Wiz BPO anunciou parceria com a seguradora Argo e segue em expansão da carteira de clientes. “A Wiz BPO busca crescimento no mercado ao oferecer soluções completas em toda cadeia seguradora, sempre com foco em eficiência operacional e satisfação ao cliente”, completa o executivo.

A companhia realiza a gestão de uma base de 13 milhões de clientes e regula mais de 6 mil seguros ao mês. Com relação a gestão de documentos, a companhia acumula 120 milhões de documentos digitalizados, 100 milhões de imagens em custódia e 150 mil caixas de documentos em custódia.

A Wiz atua na distribuição de seguros e produtos financeiros por meio de suas diversas unidades de negócio. Empresa de capital aberto, com ações listadas na B3 desde junho de 2015 e mais de 2.300 funcionários, tem como destaque a operação bancassurance nas agências da Caixa. A Caixa Seguridade, por sua fez, tem informado a analistas que negocia com a Wiz um acordo para permitir a sua permanência no balcão de seguros do banco até 2021, ficando a corretora própria com ramos como o seguro habitacional, associado ao crédito imobiliário, que praticamente não precisa de um corretor, por estar associado ao financiamento do imóvel.

Valor 1000 traz tendências sobre seguro, previdência e saúde

valor 1000 seguros

O Valor Econômico publica hoje o anuário Valor 1000, com matérias abrangentes de Vida e Previdência (Fôlego curto para virar o jogo), Seguros e Capitalização (O pior já passou) e Saúde (Custo menor com redes próprias). O Bradesco venceu em Seguros e Capitalização, BrasilPrev em Previdência e Vida, o IRB em Resseguros e a Amil em Saúde. 

Numa premiação especial, a Rede D’Or foi eleita a Empresa de Valor do ano. É a primeira companhia de capital fechado a vencer o prêmio em 19 edições anuais, informa o jornal. O grupo hospitalar firmou parcerias com a Bradesco e a SulAmérica que criaram modalidades de seguro saúde em que a maior parte da rede de prestadores de serviço, como os hospitais, é da Rede D’Or. Com isso, o grupo hospitalar ganha uma fatia dos clientes perdidos com a Amil e as seguradoras conseguem concorrer com as operadoras verticalizadas que oferecem produtos mais baratos.

Para os representantes das melhores empresas brasileiras, premiadas ontem pelo Valor, o governo deve persistir nas reformas, mesmo com a frustração das previsões de crescimento do primeiro semestre e com as ameaças de uma possível recessão global. 

Ministro da AGU promete apoio à luta contra associações

Fonte: Fenacor

O deputado Lucas Vergilio (SD-GO) foi recebido, nesta terça-feira (20/08), em Brasília, pelo ministro da AGU (Advocacia-Geral da União), André Mendonça. A principal pauta do encontro foi a recente decisão da 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que acolheu os argumentos da AGU e confirmou julgamentos de instâncias inferiores, declarando ilegal a atuação de sete associações de proteção veicular.

Segundo Lucas Vergilio, o ministro se comprometeu a despachar essa matéria para “todos os órgãos possíveis” e a apoiar as ações que visam a coibir a atuação irregular de associações de proteção veicular que operam totalmente à margem da lei no mercado de seguros. “O ministro também vai provocar a Senacon (Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor) para se manifestar sobre essa questão e a monitorar todas as ações que tramitam em relação a isso. Foi uma pauta muito positiva. Acredito que a mais positiva entre todas que tivemos até agora em relação a essa luta”, afirma o deputado, que é vice-presidente da Fenacor e presidente do Sincor-GO.

ENCONTROS. Vale lembrar que, para tratar dessa questão relevante para toda a sociedade, Lucas Vergilio já entregou para a Procuradora-geral da República, Raquel Dodge, um ofício solicitando a adoção urgente de medidas enérgicas contra a atuação irregular das associações e cooperativas de proteção veicular.

Além disso, a diretoria da Fenacor, acompanhada pelo deputado Lucas Vergilio, já foi recebida pelos ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, a quem foram feitos relatos detalhados e entregue ampla documentação sobre os riscos trazidos a todos os consumidores pelas associações de proteção veicular. 

Em outra ação importante, os Sincors de todo o Brasil enviaram várias correspondências às mais altas autoridades do Poder Judiciário, ao Ministério Público, Polícia Federal, Secretaria de Segurança Pública e Susep, denunciando as atividades ilegais das tais associações de proteção veicular.

DECISÃO. A ação julgada pela Justiça Federal foi impetrada pela AGU sob a alegação que a atuação irregular das associações desestabiliza todo o mercado legal de seguros no país, pois não cumprem as exigências legais e, por isso, conseguem oferecer valores mais baratos em uma concorrência desleal que “pode levar à quebra das instituições regulares”.

De acordo com a AGU, a ação decorreu de constatação da Susep de que essas associações estariam oferecendo proteção veicular a associados, prevendo garantia de indenização por danos causados aos veículos em acidente, incêndio, roubo ou furto, interesse segurável, risco e prêmio. No entanto, não havia garantias de que tais coberturas seriam honradas porque as associações não cumpriam a legislação.

Octavio Milliet será reeleito presidente da APTS

Por Márcia Alves

Atual presidente concorre em chapa única para a gestão 2019/2021

A Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS), entidade com 36 anos de atuação voltada à disseminação do conhecimento técnico sobre seguros aos profissionais do setor, será comandada nos próximos dois anos por Octavio Milliet. A chapa liderada por ele foi a única registrada até o dia 19 de agosto, conforme prazo definido no edital de eleição. A aprovação da chapa única será realizada em Assembleia Geral, no dia 9 de setembro, e, na mesma ocasião, a eleição por aclamação.

Milliet, que no início da gestão atual, em 2017, ocupava o cargo de conselheiro, foi eleito presidente da APTS em Assembleia Geral Extraordinária realizada em fevereiro, um mês após o falecimento do então presidente Osmar Bertacini. “Temos muitos planos para a nova gestão. Pretendemos revitalizar a APTS e incrementar a área de eventos, com a realização de seminários sobre temas importantes para o setor, além de resgatar os consagrados eventos do meio-dia, como palestras e debates”, disse Milliet.

A composição da diretoria da APTS para a gestão 2019/2021 mantém nos cargos da diretoria Executiva o secretário Luiz Macoto Sakamoto e o tesoureiro Evaldir Barboza de Paula. Já o Conselho Administrativo passa a contar com dois novos integrantes: Jayme Brasil Garfinkel e Claudio Macedo Pinto. Permanecem no Conselho: Hélio Opipari Jr., José Luis S. Ferreira da Silva, Alexandre Milanese Camillo e Cesar Bertacini. 

Trajetória profissional

Milliet construiu carreira de 42 anos na corretagem de seguros, ocupando posições de destaque no mercado, como as presidências da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), da Escola Nacional de Seguros (ENS), do Sindicato dos Corretores de Seguros de São Paulo (Sincor-SP) e do Codiseg (órgão que cuidava das ações de marketing do setor de seguros), além de também ter atuado como membro do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP). Atualmente, ele exerce a função de Ouvidor do Sincor-SP.

Diretoria da APTS – Gestão 2019/2021

Diretoria Executiva

Presidente: Octávio José Milliet

Secretário: Luiz Macoto Sakamoto

Tesoureiro: Evaldir Barboza de Paula

Conselho Administrativo

Efetivos: Jayme Brasil Garfinkel, Hélio Opipari Junior e José Luis S. Ferreira da Silva. 

Suplentes: Alexandre M. Camillo, Claudio Macedo Pinto e Cesar Bertacini.