A criação de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) duplo, um com tributos federais e outro com impostos estaduais e municipais, foi recebida com receio por debatedores ouvidos nesta terça-feira (3) em audiência pública da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A ideia, que é uma demanda do governo federal, foi um dos pontos discutidos no encontro, que teve como tema a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 110/2019, destinada a reformular o sistema tributário. Participaram do debate representantes dos setores de serviços, seguros, varejo, pequena e médias empresas e também dos trabalhadores.
“Nos últimos anos, desde o governo do Fernando Henrique Cardoso até hoje, houve um aumento da carga tributária de 24% para 35%. E boa parte desse aumento veio em cima do setor de serviços, em grande parte na forma de PIS e Cofins. E a gente está percebendo, com o conceito do IVA, que novamente a gente vai pagar a conta”, disse o presidente da Central Brasileira do Setor de Serviços (Cebrasse), João Batista Diniz.
Questionamento sobre como se dará a tributação dos seguros também foi apresentado pelo representante da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg) Alexandre Leal. Ele destacou que o setor arrecada R$ 41,3 bilhões de impostos e contribuições, fora as contribuições previdenciárias. “No nosso entendimento, a redação da proposta não é clara ao incluir o setor de seguros dentro do IVA. Não nos parece que seja o objetivo do legislador deixar o setor de seguros fora desse novo imposto, um tributo que vai substituir IOF e PIS/Cofins, dos quais as seguradoras são grandes contribuintes”, ressaltou.
Informalidade
Para o ex-deputado Flávio Gurgel Rocha, membro do Conselho do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), é preciso combater a clandestinidade econômica com uma reforma tributária, mas sem mudanças bruscas que possam trazer desequilíbrios ao sistema. Ele destacou as cadeias frágeis como o setor de serviços, com pouca tolerância ao “desaforo tributário”, que já estariam à beira da informalidade.
Rocha defendeu alterações graduais: um quarto da alíquota necessária, retirada da contribuição sobre a folha e do PIS/Cofins, redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) em bases internacionais, retirada do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e redução dos demais impostos.
— Não podem existir impostos bons em cima de alicerces podres. O que nós estamos fazendo é sobrecarregar esses três alicerces: a renda, o consumo e o patrimônio, que já têm 70 impostos em cima deles. Se o IVA fosse solução, nós estaríamos no primeiro mundo. Mas hoje a nova realidade digital exige que consideremos essa disrupção, que pode efetivamente transformar o pior sistema tributário do mundo no melhor sistema tributário, menos burocrático, menos vulnerável, menos imune à sonegação — argumentou.
Na opinião doconsultor legislativo da Câmara dos Deputados Marcelo Maciel, restringir a análise pela mera alíquota é enganoso. Ele citou o exemplo dos Estados Unidos, onde o Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) mantém média histórica de 8% do PIB e os dividendos são tributados, mas há progressividade. Ao contrário do Brasil, onde ocorre pejotização (substituição de trabalhador com carteira assinada por outro contratado como empresa) e regressividade (arrecadação proporcionalmente maior de quem ganha menos).
O diretor técnico do Sebrae Nacional, Bruno Lima, defendeu a redução da burocracia e custos de cumprimento de obrigação com tratamento favorecido e simplificado para pequenos negócios.
— Não podemos esquecer do tratamento diferenciado dentro da reforma tributária. Quando se constituiu o Simples Nacional, era para tornar a formalidade um bom negócio. Se houver uma simplificação, se se respeitar a capacidade contributiva e se houver uma desoneração da folha, nós observamos um crescimento expressivo de empresas formalizadas no Brasil. Um aumento expressivo no saldo de empregos — avaliou.
Renda
O diretor da Força Sindical Sérgio Leite apoiou a tributação das grandes fortunas e a desoneração da folha de pagamento. Ele fez críticas à defasagem da tabela do imposto de renda.
— A defasagem da tabela hoje é de mais de 90%. Nós estamos falando só de correção pela inflação. Será que isso é um sistema tributário justo? Será que salário, para quem ganha R$ 1,9 mil, que é a primeira faixa, será que é uma renda extraordinária que deva ser tributada dessa forma? — questionou.
O senador Roberto Rocha (PSDB-MA), relator da PEC 110/ 2019, adiantou como alguns desses pontos devem ser tratados na proposta. Ele é favorável à tributação de grandes fortunas na herança e na doação, mas contrário em relação ao patrimônio. Também defende a desoneração da folha.
— Nós estamos convictos da necessidade de diminuir, se não a zero, mas pela metade no primeiro momento, a contribuição patronal, pois 20% é uma loucura. É muito caro ter um empregado formal no Brasil — afirmou.
A SulAmérica informou que a Swiss Re Direct Investments Company Ltd. (“Swiss Re”) vendeu a totalidade das ações ordinárias e preferenciais que detinha desde 2013, representadas por 58.764.180 units, cerca de 14,9% da companhia. “Como resultado desta operação, a partir desta data, a Swiss Re deixa de ser acionista da Companhia e o acordo de acionistas celebrado em 2 de dezembro de 2013 entre a Swiss Re e a Sulasapar Participações, controladora da companhia, assim como os direitos e obrigações dele decorrentes, deixam de vigorar”.
Segundo informou pela manhã o Brazil Journal, a operação foi avaliada em R$ 2,7 bilhões e atesta o apetite pela seguradora no momento em que sua ação se encontra perto da máxima histórica. O bloco saiu a R$ 46,01, um desconto de 4,5% em relação ao fechamento de ontem, mas 3,8% acima do preço inicial do leilão. Quando a corretora do JP Morgan anunciou o leilão, investidores internacionais já haviam mostrado demanda por 70% da oferta.
O Grupo Zurich anuncia hoje um compromisso global de proteção de dados de seus clientes, que vai além dos requisitos legais. Pelo tratado, a companhia inclui a obrigação de nunca vender e nem compartilhar dados pessoais sem ser totalmente transparente, o que significa que os clientes sempre serão notificados, caso tenham dados partilhados.
O novo compromisso reflete os objetivos da estratégia de sustentabilidade da Zurich, que inclui a expectativa de inspirar confiança em uma sociedade digital. Para ajudar a atingir esse objetivo, a seguradora também se compromete a usar os dados para oferecer serviços inovadores aos clientes que ajudam a evitar acidentes, ampliando a proteção tradicional do seguro.
O compromisso global da Zurich inclui quatro pilares:
Manter os dados pessoais de clientes em segurança
Nunca vender dados pessoais
Não compartilhar dados sem o conhecimento do cliente
Utilizar os dados pessoais para oferecer serviços inteligentes de proteção
A Icatu Seguros manteve a liderança entre as seguradoras independentes no mercado brasileiro de Seguros de Vida, Previdência Privada e Capitalização e registrou uma arrecadação de R$ 8,6 bilhões no primeiro semestre de 2019, um crescimento de 63% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Combinando foco de gestão de riscos e controle de despesas, o resultado operacional apresentou uma evolução de 42% em relação ao primeiro semestre de 2018, somando R$ 269,5 milhões. O lucro líquido da seguradora atingiu R$ 167,3 milhões, 36% superior ao mesmo período.
Nos primeiros seis meses de 2019, o patrimônio líquido da companhia atingiu a marca de R$ 1,4 bilhão. Além do sólido desempenho financeiro e operacional, a Icatu registrou aumento de marketshare em todas as linhas de negócio.
O semestre foi marcado ainda por iniciativas em inovação, transformação digital e lançamento de produtos, sempre buscando a melhor experiência para os clientes e corretores. As parcerias estratégicas seguem em ritmo acelerado e pautadas em capilarizar cada vez mais as opções de proteção e planejamento financeiro.
“Tivemos um semestre muito positivo, que reflete nossos esforços em eficiência operacional e em prover as melhores experiências aos nossos clientes e parceiros de distribuição”, afirma Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros.
Desempenho dos segmentos
Em Previdência Privada, a Icatu foi a mais escolhida entre os brasileiros que migraram seus fundos de previdência, conquistando a liderança absoluta no ranking de portabilidade. As provisões, considerando as modalidades PGBL e VGBL, bateram a marca inédita entre as seguradoras independentes de R$ 32 bilhões em ativos. O volume é 62% superior ao fechamento do primeiro semestre de 2018. Além disso, a companhia alcançou R$ 5,5 bilhões em captação líquida. Hoje a Icatu conta com 77 gestores e 259 fundos, apostando em diversificação para todos os perfis de investidores, cada vez mais atentos à comparação de produtos e melhores alternativas disponíveis.
Já o segmento de Vida obteve um faturamento de R$ 1,1 bilhão, crescimento de 19% em relação ao primeiro semestre de 2018. Destaque para o desempenho do Canal Corretor, que avançou mais de 30% em faturamento e número de clientes. Essa performance foi motivada, em grande parte, pelo investimento em inovação e na aposta em produtos que já nascem 100% digitais, uma facilidade para clientes, corretores e parceiros de distribuição que reflete diretamente no aumento das contratações.
O primeiro semestre foi favorável também para a Capitalização. A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a aquisição da carteira de capitalização da SulAmérica pela Icatu, incluindo ainda a compra das ações da SulAmérica da CaixaCap, na qual a Icatu aumentou a sua participação para 49%. A Icatu Capitalização é líder de mercado no Rio Grande do Sul e vem, por meio de parcerias estratégicas com o sistema cooperativista, ampliando sua atuação em todo território nacional.
O patrimônio administrado pela Icatu Fundos de Pensão somou R$ 3,5 bilhões no primeiro semestre de 2019, um crescimento de 13%. O segmento é responsável pela gestão de cinco planos instituídos e 40 planos do fundo Icatu Multipatrocinado, com 64 patrocinadoras e mais de 86 mil participantes.
“Através de 270 parceiros comerciais e uma ampla rede que ultrapassa 5 mil corretores conseguimos levar soluções e serviços a mais de 6,5 milhões de clientes. Estamos vivendo um momento significativo, com o aumento da conscientização sobre a importância da proteção e do planejamento financeiro. Nosso objetivo segue em continuar uma trajetória de sucesso por meio de diversificação de carteiras, investimento em inovação e fortalecimento do relacionamento com o canal de corretores”, destaca Snel.
A pesquisa apresenta ainda uma intenção de compra de 20%, com destaque para o público jovem
Em parceria com o IBOPE, a Prudential do Brasil – maior seguradora independente do país no ramo de vida – apresenta um diagnóstico sobre o perfil das pessoas que contratam o seguro de vida, individual ou em grupo, e qual é a intenção de compra do produto no Brasil. De acordo com a pesquisa, que ouviu mais de duas mil pessoas de todo país, 15% dos entrevistados afirmaram ter um seguro de vida, seja ele pago de forma individual, por um familiar, ou mesmo pela empresa em que trabalha.
O levantamento foi feito com homens e mulheres, a partir de 16 anos, e de diferentes classes sociais, renda e escolaridade, em uma amostra com representatividade nacional. Os resultados indicam que os homens são os que mais contratam o seguro de vida, com 18%, enquanto entre as mulheres este percentual é de 13%. Entre as faixas etárias, o grupo de meia idade (de 35 a 44 anos), que reflete o período de consolidação da estabilidade financeira e formação familiar, chama a atenção com 19% de segurados.
Quando se analisa as classes sociais é possível perceber que a penetração do seguro de vida ainda é maior entre as classes A/B, com 28%, seguida da classe C, com 15%, e D/E com apenas 5%. Em relação à escolaridade, a pesquisa mostra que quanto maior o grau de instrução, maior é o esclarecimento das pessoas sobre a importância da proteção financeira. Entre os que possuem ensino superior, 26% já contam com seguro de vida.
Na divisão de regiões do país, a pesquisa revelou que o Sudeste e Sul lideram a lista de segurados, com 20% e 19%, respectivamente. Norte/Centro-Oeste, com 11%, e Nordeste com 8%.
“A pesquisa reforça o potencial que ainda temos no Brasil. Existe um enorme campo para desenvolver a cultura da educação financeira, trazendo o seguro de vida para essa discussão. As pessoas precisam compreender que o seguro de vida pode ajudar em momentos delicados da vida como um acidente, invalidez, doenças graves e até a perda de uma pessoa, trazendo uma tranquilidade financeira nessas situações. Por isso, precisa ser contemplado em um planejamento”, acentua Aura Rebelo, vice-presidente de Marketing & Digital.
Expectativas positivas para o futuro
A pesquisa também aponta que 20% dos entrevistados afirmaram ter interesse de adquirir um seguro de vida, individual ou em grupo, nos próximos 12 meses e revela ainda um contraste interessante nesse quesito. Dentre os jovens de 16 a 24 anos, onde apenas 12% possuem seguro de vida, 31% demonstraram interesse em adquirir o produto. Já as classes sociais com maior interesse são a C e D/E, que alcançaram o expressivo percentual de 21% e 20%, respectivamente, enquanto a classe AB registrou 18% de interesse na contratação.
O público que possui até o ensino médio também pensa em adquirir um seguro de vida, com 22%. Entre os que possuem nível superior, o número chega a 20%. Também foi observado que regiões fora dos grandes centros urbanos e financeiros do país têm interesse por esse tipo de proteção: Norte/Centro Oeste lidera a lista de intenção de compra do produto, com 29%. Em seguida, vem o Nordeste, com 21%.
“ A intenção de compra reforça que muitas pessoas, de diferentes perfis, apesar de não terem ainda um seguro de vida por diversos motivos, desejam contar com essa proteção em um curto prazo. Isso é fundamental, pois mostra que aos poucos os brasileiros estão pensando no seu futuro, nas opções de proteções financeiras e nos riscos a que estão expostos. Além disso, os números provam que o segmento tem muitas oportunidades de crescimento nos próximos anos. O Brasil ainda tem muito a crescer comparado com países onde a cultura do seguro já é mais consolidada e permeia muitas gerações como o Japão. Com esse cenário, esperamos proteger cada vez mais vidas. Esse é o propósito da Prudential do Brasil”, afirma Aura.
A Porto Seguro passa a oferecer a opção de crédito em aplicativos de transporte para seus clientes. O segurado tem a opção de receber créditos para Vá de Táxi ou Uber em caso de acidentes com o veículo. Segundo Jaime Soares, diretor do Porto Seguro Auto, o benefício de créditos para viagens em aplicativos de transporte atende aos novos perfis de pessoas que preferem utilizar esse serviço. “O Porto Seguro Auto, que acompanha esse ritmo, passa a oferecer opções para facilitar o deslocamento dos segurados que nos acionam devido algum sinistro”, completa.
A Vá de Táxi, que é uma alternativa à mobilidade urbana, acredita que a parceria incentiva os segurados a passarem pela experiência de utilizar o transporte por aplicativo, ainda que seja exclusivamente durante o sinistro. “A utilização do aplicativo de transporte tem o foco principal na comodidade por meio do uso da tecnologia. A opção permite a utilização do táxi de forma prática, rápida e segura, de acordo com a preferência do cliente, e uma experiência de alta qualidade em atendimento”, afirma Tatiana Vecchi, CEO da Vá de Táxi.
Para Phil Chaves, diretor do Uber Para Empresas no Brasil, “o Porto Seguro Auto busca proporcionar a melhor experiência aos seus segurados, por isso vemos essa parceria como um reconhecimento ao Uber Vouchers, um sistema inovador que as empresas podem usar para oferecer viagens de Uber a seus clientes de maneira personalizada. Quem já é usuário do Uber, aplicativo com mais de 22 milhões de adeptos só no Brasil, ganha agilidade para se deslocar como já está acostumado. Quem não é, tem a oportunidade de conhecer o serviço de uma forma muito prática”.
Londres pode perder até £ 61 bilhões em negócios de seguros como resultado da decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia (UE), de acordo com relatórios da Bloomberg.
A publicação observou que grandes quantidades de negócios estão sendo transferidas para centros financeiros rivais no continente, que continuarão independentemente dos termos eventuais do acordo Brexit.
A Autoridade Européia de Seguros e Pensões Ocupacionais (EIOPA) já ordenou que todos os subscritores sediados no Reino Unido transferissem apólices mantidas como clientes europeus para unidades na UE.
A maior parte desse passivo total será transferida para outras jurisdições européias, mas cerca de 5 bilhões de libras permanecerão no Reino Unido se o país partir até 31 de outubro, afirmou um relatório recente do Banco da Inglaterra.
O Lloyd’s de Londres pode ficar em uma situação particularmente embaraçosa se o Reino Unido deixar a UE sem um acordo abrangente, pois pode não ser capaz de pagar legalmente reivindicações sobre apólices europeias subscritas durante os 25 anos antes de abrir uma subsidiária em Bruxelas.
O mercado de seguros e resseguros diz que todas as apólices relevantes, no valor de cerca de £ 3 bilhões, serão transferidas para o continente até 31 de outubro de 2020.
Lloyd’s argumenta que os estados membros da UE adotam medidas para garantir que 90% das apólices possam ser pagas mesmo após um Brexit sem acordo e disse a seus sindicatos para honrar todas as reivindicações de clientes continentais.
Atualmente, Londres ainda é responsável por cerca de um décimo do mercado mundial de seguros e resseguros, mas com um Brexit desordenado agora parecendo mais provável, essa posição pode continuar se deteriorando.
O furacão Dorian, que devastou as Bahamas, causará pelo menos US$ 25 bilhões em perdas para as seguradoras, de acordo com analistas do UBS Group AG, número que o tornaria o desastre natural mais caro para o setor desde 2017, informa a Bloomberg.
Dorian pode causar perdas de até US$ 40 bilhões, dependendo se a tempestade atingir a costa leste da Flórida nos próximos dias, disseram os analistas em nota. O furacão já é a tempestade mais poderosa a chegar ao Atlântico desde o furacão do Dia do Trabalho de 1935, segundo o Serviço Nacional de Meteorologia. O último desastre natural que causou mais de US$ 25 bilhões em danos garantidos foi o furacão Maria há dois anos, segundo a Munich Re, que compila um banco de dados das maiores perdas.
O setor de seguros se beneficia de relativamente poucos desastres importantes desde Maria, permitindo que as maiores resseguradoras do mundo – que carregam grande parte do risco de um furacão – mantenham um excesso de capital de US$ 30 bilhões, de acordo com o UBS.
O banco estimou que as perdas prováveis de Dorian poderiam corroer esse capital, potencialmente fazendo com que as resseguradoras alterassem seus preços. O furacão trouxe velocidades máximas sustentadas do vento de 185 milhas por hora, de acordo com o National Hurricane Center.
Segundo a S&P, um furacão de categoria 4 ou 5 pode causar danos severos na região. A Florida Power & Light (FP&L) tem duas centrais nucleares na região com dois reatores que atingem um total de 3900 MW. Ainda a FP&L tornou-se o maior fornecedor de energia fotovoltaica da Flórida com 1250 MW, disponível em 18 instalações desde maio passado, sendo o Dorian ou o primeiro teste real à sua resiliência. Só esta empresa tem 5 milhões de consumidores e, em 2017, o ciclone Irma, impactou cerca de 97% dos clientes.
A Tokio Marine entra na terceira fase da campanha de valorização do corretor de seguros, que ao mesmo tempo destaca a importância que o seguro pode ter na vida das pessoas. Claro que ninguém pensa em enfrentar uma dificuldade. Mas elas são inerentes a vida. O corretor pode ajudar muito no planejamento da vida financeira das famílias e das empresas. Quem tem um bom corretor, certamente garante seu sonho seguro.
“Denise, sabe o que eu gostaria de ler no blog? O lado B dos executivos. Onde essa gente toda do mercado segurador, que tem tantas ideais geniais para conquistar clientes, corretores, investidores dia e noite, se inspira?”, me pediu Zeca Vieira, vp de marketing da SulAmérica.
Taí Zeca. Espero que vocês curtam, compartilhem e se inspirem. Afinal, já está comprovado que é preciso parar a mente e se conectar consigo mesmo para ter mais qualidade de vida.
Vou atualizar este post com freqüência, seguindo a ordem alfabética dos nomes. Mande uma foto linda e um textinho para o email denisebueno@sonhoseguro.com.br: onde busca inspiração? como recarrega suas energias?
Boa leitura!!!
Alexandre Leal, diretor Técnico e de Estudos da CNseg
Alexandre Leal com o filho Guilherme
Gosto muito de ler, assistir filmes e séries e de uma boa mesa. Mas o meu hobby mais “diferente” são jogos de tabuleiro. Sempre gostei de jogar, desde criança (War, Jogo do Poder, Eleições…), em uma época em que havia pouca variedade aqui no Brasil. Tenho uma coleção de cerca de 80 jogos, dos mais variados estilos. Com a internet, passamos a ter acesso a um mercado que é bem desenvolvido lá fora e o primeiro jogo que importei foi o Settlers of Catan, em 1998. Hoje em dia já há uma oferta bem grande de jogos de tabuleiro por aqui.Com esse hobby, posso confraternizar, divertir e socializar com os amigos no mundo real. Hoje todo mundo está grudado nas telas de celulares. Para curtir, relaxar e recarregar as energias, tenho preferência por montanha e gosto de fugir para Itaipava, onde meus pais têm casa. Apesar de preferir montanha, a viagem mais especial que fiz foi para o Havaí, em 2008. Foi um misto de pedal pela Big Island, natureza em Maui e a efervescência de Oahu. Sempre penso em voltar para lá, dessa vez acompanhado dos filhos.
André Dabus, diretor de infraestrutura, power e utilities da corretora Marsh
André e Alvaro: atualmente tocam no All OF Jazz, eventos e outras casas especializadas em música instrumental
Neste ano estamos comemorando 40 anos de música. Eu e meu irmão Alvaro Dabus começamos a tocar Bateria e Trumpet, respectivamente, com 12 anos de idade por influência do nosso irmão Alberto Dabus que já tocava piano. Estudamos música toda adolescência e aprendemos a gostar do Jazz. Durante a universidade e já morando em São Paulo, tocamos em diversos lugares como Sesc, Tasting, O Bar, Clyde’s, entre outras casas da época . Atualmente tocamos no All OF Jazz, eventos e outras casas especializadas em música instrumental . Sou baterista e em conjunto com Álvaro, escolhemos o repertório, os arranjos e locais para apresentações, sempre em sintonia com demais componentes da Banda Dabus Brothers. O Jazz é uma linguagem universal e nos proporciona além da prazer de tocar com amigos, a oportunidade para excitar a criatividade e inovação. Cada show é diferente do outro com desafios a serem superados e aprendizados valiosos. A banda é formada por André Dabus (Bateria), Alvaro Dabus (Flugelhorn, Trompete), Airton Fernandes (Contrabaixo), Giba Esteves (Piano).
A música é a somatória de vários ingredientes como harmonia, melodia e ritmo que quando executada com disciplina e profissionalismo, produz uma sonoridade incrível que agrada a todos ouvintes. Quando alguém desafina, toca fora do ritmo ou não tem habilidade necessária para tocar um instrumento ou executar uma determinada música, o resultado é insatisfatório. Na atividade empresarial, ter disciplina, foco, habilidade e atitude são ingredientes que não podem faltar e precisam ser dosados na medida certa para proporcionar as metas e resultados esperados. Assim como na música, a atividade empresarial precisa de um líder ( Maestro ) de uma “partitura” (Planejamento) direcionando todos executivos (Músicos ) para o mesmo objetivo que é atingir as metas, resultados e satisfação dos Clientes.
André Gregori, ex-BTG Pactual e fundador e CEO do grupo ThinkSeg
O boxe entrou na minha vida há dois anos, busquei o esporte por dois principais motivos: condicionamento físico e disciplina, principalmente para ajudar no meu dia a dia que sempre é muito corrido e sempre parece ter mais do que 24 horas. É uma injeção de energia, por isso, sempre inicio meu dia com ele. É uma descarga muito grande de energia no treinamento, depois de tanto esforço o dia fica até mais leve. Quando o assunto é recarregar energia, eu gosto muito de viajar para o interior e recarregar minhas energias ao lado da minha família e para isso a nossa casa é o lugar ideal. Se tem um lugar que representa muito para mim é a Itália, foi lá que me formei, que tive minha primeira experiência em empreender.
Antonio Trindade, presidente da Chubb Brasil
Amo Golfe. Pratico há 20 anos. Comecei com 40. Este esporte me traz disciplina, humildade, foco, concentração e competição. Virou um hábito, que me proporciona momentos divertidos na companhia de amigos. Durante a partida, eu fico o tempo todo em movimento, por aproximadamente 4 horas, até completar os 18 buracos do campo. Jogo todos os finais de semana no São Paulo Golfe Clube ou em campos do interior do Estado de São Paulo.
Ariel Couto, CEO da corretora MDS Brasil
Férias em família é a fórmula perfeita para recarregar as baterias. Eu, minha esposa e meus filhos adoramos viagens de esqui. A prática do esporte é sempre cercada de lindas paisagens e as baixas temperaturas também são ideais para a degustação de bons vinhos (para os adultos, é claro!). Já conhecemos diversos destinos por conta do esqui e a boa notícia é que há ainda muitos mais por conhecer!”
Bruno Garfinkel, presidente do Conselho de Administração da Porto Seguros
O gosto pela prática de corrida foi fruto da influência direta do meu pai. Ele via que eu gostava de ir à academia mas não tinha muito pique. Em janeiro de 2014 ele me convidou para fazer os 10 km da Cidade de São Paulo. Essa prova foi o meu primeiro desafio no mundo do esporte. Como sempre gostei de natação, acabei sendo inspirado por um amigo de infância, o Cadu, que já praticava triathlon e me incentivou a entrar neste universo. O desafio de colocar três modalidades na rotina de quem atua como empresário requer muitos sacrifícios, num primeiro momento. Além de treinar com mais vigor é preciso se alimentar direito e dormir cedo. Por mais incrível que pareça, essa adaptação aumentou minha produtividade no trabalho. Passei a me organizar melhor, balanceando trabalho, família e triathlon. Nesta modalidade, minha primeira prova foi o Troféu Brasil, em Santos. Depois de um ano de treinos eu completei o Ironman 70.3, em Miami. Como naquele ano a prova foi realizada no dia do meu aniversário de 37 anos, achei legal investir em algo que seria um presente para mim mesmo. Resultado dessa jornada dentro do mundo esportivo: ganhei em saúde, mudei meus hábitos e me sinto mais disposto aos 41 anos do que quando tinha 30 anos.
Carla Almeida, diretora de P&C da AXA no Brasil
“Desde pequena sempre gostei de esportes radicais, me sinto muito motivada com a adrenalina, com a sensação de liberdade, de bem-estar e de conquista. Estes são elementos que influenciam em minha autoestima e confiança. Asa delta, mergulho e voo de balão são alguns exemplos de atividades que eu já fiz, e ainda tenho muitas outras por fazer.”
Carlos Eduardo Sarkovas, mais conhecido como Cadu, sócio e co-fundador do grupo ThinkSeg
Eu nado desde os 3 anos de idade, começou como uma brincadeira que depois virou paixão. Me proporciona saúde e bem-estar, além de aliviar o stress do dia a dia. O dia que não “caio” na água, eu consigo perceber o quanto faz falta me desligar um pouco de tudo e não há melhor lugar do que embaixo d´água. Renovo minhas energias com minha família, com meus amigos e praticando esportes. E estou passando isso para os meus filhos, o Bento e o Martin, sempre quando posso vamos juntos ao clube. A molecada adora praticar esporte! E o lugar para sempre voltar é para minha casa, todo dia antes de dormir agradeço a Deus de estar lá protegido e com saúde!
Carlos Magnarelli, presidente da Liberty Seguros no Brasil
Faz mais de 10 anos que eu pratico bike MTB (Mountain Bike). Comecei tranquilamente, bem devagar, mas com o passar do tempo tenho melhorado bastante, andando cada vez mais quilômetros, subindo montanhas mais íngremes e ficando mais tempo nas trilhas. Atualmente, faço mais de 50 km em cerca de duas horas. É muito legal fazer esportes ao ar livre, sem ter de se manter fechado numa academia. Sinto que essa prática é uma oportunidade única de me sentir livre de qualquer responsabilidade e curtir um esporte que exige bastante esforço, mas que ao mesmo tempo me traz muita satisfação. Além disso, é uma boa oportunidade para compartilhar aventuras com colegas da Liberty, amigos e com minha esposa, a Lucila. Sem dúvida nenhuma, andar pelos morros e montanhas é algo fantástico. As paisagens são maravilhosas, muito verde, terra, animais. Durante as corridas, também é muito bacana ter a oportunidade de conhecer a rede de apoio dos ciclistas, como eles se ajudam. Eu mesmo recebi a ajuda de dois atletas, em um episódio no qual a correia da bike travou enquanto eu estava no meio da lama na última corrida – mesmo após ter pedido para eles continuarem o percurso sem mim pois iria demorar muito para consertar. Eu sempre penso em voltar para corridas de MTB no estado de São Paulo ou Minas Gerais, em cidades como Jarinú, Atibaia, Itu, entre outras, pois todas são maravilhosas e têm paisagens memoráveis.
Carlos Tejeda, diretor de distribuição corporativa de vida e previdência da Zurich
“Pratico corrida de kart há 12 anos. Quando estou na pista, busco superar limites, porém com um único objetivo: diminuir tempo de volta e ser o mais rápido possível. Depois, meu desejo é voltar para casa após me desligar totalmente do mundo externo. Quando estou no kart, me desligo de tudo, e me concentro apenas no tempo da volta, em cada curva, na aceleração, no barulho do motor.”
Danilo Gomes, diretor comercial Minas, Centro-Oeste, Norte e Nordeste da AXA Brasil
Em 1999, tive meu primeiro desafio de morar fora a trabalho. Até então morava com meus pais e não sabia nem fritar um ovo (risos). De uma hora para outra me vi morando sozinho e tive que passar a cozinhar, entre outras coisas… Um dia, voltando do trabalho, vejo uma faixa dizendo: “Curso de Culinária para Iniciantes”. Foi amor à primeira vista. De lá para cá foram vários cursos, algumas experiências com renomados “Chefs” e, principalmente, o hábito de receber os amigos em minha casa. O ritual nesta prática é que me fascina. Receber as pessoas queridas, preparar os ingredientes, tomar um boa bebida e, principalmente, colocar a conversa em dia, algo que nós mineiros gostamos e valorizamos muito. A minha cozinha é meu psicólogo e o local onde eu estou com minha amada família e meus queridos amigos. Me faz um bem indescritível! Vive la Cuisine!
Denise Keiko Inamine, gerente de Resseguros da Generali
Na correria da semana, aos domingos busco inspiração tocando contrabaixo acústico, numa orquestra de uma ONG voltada para paz cultura e educação através da música. Música clássica para inspirar meu trabalho.
Dennis Milan, diretor de operações e sinistros da Liberty Seguros
Eu comecei a tocar bateria há 29 anos, quando me formei em Engenharia, em 1990. Desde então, participei de diversas bandas do gênero de Rock, e, em 2003, formei a minha banda atual, chamada NoScript, com alguns de meus amigos. Atualmente, a NoScript conta com 5 integrantes. Meu dia exige um alivio nas tensões do cotidiano. Tocar bateria e ter uma banda alivia as tensões semanais pois é um momento de descontração, leveza e divertimento. No entanto, embora seja um hobby, levamos bem a sério os ensaios, a escolha dos repertórios, as preparações das músicas, agendas de shows, etc, pois é uma atividade em grupo. Temos ensaios semanais de 3 horas, normalmente de segunda-feira a noite, pois é um dia no qual dificilmente temos eventos corporativos ou viagens. Além dos ensaios, utilizo algumas horas do final de semana para passar as músicas novas em casa, e este também é um momento de relaxamento. Fazemos cerca de 4 shows por ano em pubs ou festas particulares, que normalmente contam com a presença de muitos amigos e familiares que já nos acompanham por muitos anos. Com a NoScript, já tive a oportunidade de me apresentar em 4 eventos/festas corporativas da Liberty, inclusive em evento um internacional no ano passado com presença de executivos do Grupo Liberty de vários países. E, por fim, durante um Summit da Liberty em Lisboa, toquei com a Liberty Big Band de Portugal, banda que a companhia mantém com funcionários. Foi uma experiência internacional muito interessante.
Eduardo Takahashi, vice-presidente executivo para Soluções Comerciais de Riscos da Aon Brasil
“Para aliviar o stress da correria do dia a dia, comecei a praticar boxe há cerca de dois anos, esporte que além de melhorar o meu condicionamento físico, me traz bem-estar. Recarrego minhas energias em viagens, com a minha família, em jogos do Palmeiras ou passeando com o meu cachorro Charles. Se tiver que escolher um lugar que sempre penso em voltar, eu escolheria sem sobra de dúvidas Portugal!”
Elisabete Prado, diretora comercial e de marketing da Delphos
A relação com a terra e com as plantas está no meu DNA. Tudo começou quando eu era criança. Meu pai era agricultor e, como eu estava sempre “rondando-o”, ele me designava pequenas tarefas, tais como arrancar matos dos canteiros de verduras e legumes; participar do processo de armazenamento dos caquis, abacates e mamões para amadurecerem; montar maços de cenouras e cheiros-verdes, etc. Já na vida adulta, na década de 90, e completamente distante dessas práticas, me dei conta de que gostaria de resgatá-las. Comecei a me dedicar à jardinagem, criando um “jardim de vasos” no apartamento onde morava, até que um dia, meu marido e eu resolvemos mudar o estilo de vida e construir uma casa na Granja Viana. Na escolha do local, privilegiamos aquele que tinha um bom espaço para a criação de um jardim grande, para, assim, poder ampliar as minhas experiências, que já estavam se tornando a minha ocupação predileta nos fins de semana. Usando todo o meu tempo livre fui fazendo as minhas criações, e, num dado momento, notei que precisava de um espaço protegido para servir de hospital das plantas. Surgiu daí o meu “Jardim da Tia”. Vão para lá, para se recuperarem, tudo o que não está dando certo no jardim visível – vasos que perderam as flores, plantas que estão ficando sem vida, bromélias em fases de replantio etc. E como acho que um hospital não pode ser feio, esse espaço ficou tão convidativo para o meu relaxamento e recarga das energias, que se tornou o meu cantinho predileto. Cada pessoa tem o seu modo de desestressar. No meu caso, muitas coisas me dão prazer, como viajar, assistir bons filmes ou espetáculos, ou me ajudam fisicamente, como me exercitar e correr no parque três vezes por semana. Mas é a jardinagem que me dá completude, me reorganiza e me dá energia e criatividade. Dá trabalho e quem desejar praticá-la deve saber que nunca mais terá “mãos de seda” ! Mas eu recomendaria ainda assim. Faz um bem enorme para a mente!
Fabio Protasio Oliveira, CEO da AIG
Há mais de 10 anos, ainda quando morava nos Estados Unidos, comecei a correr. De volta ao Brasil, após intervalo de alguns anos, retomei a prática com mais frequência e hoje treino para maratonas. Durante a semana, treino logo pela manhã (às 6h) no parque e também costumo aproveitar umas horas do final de semana, logo cedo, para manter o ritmo. Nas maratonas minha esposa me acompanha, pois também pratica o esporte. Participei da maratona do Rio de Janeiro e agora me preparo para viajar à Alemanha, unindo o turismo a mais uma competição de rua. Também me dedico à natação e vejo, como próximo passo, me aventurar pelo mundo do triatlon. Encontrei na corrida uma atividade que alia o bem-estar à disposição física e mental. Apesar do dia a dia corrido, a rotina dormir tarde/acordar cedo é aliviada com a corrida, pois nos dá mais energia. Gosto de me concentrar no treino, mas também não deixo de pensar nas atividades que tenho que fazer. Não me desligo, ao contrário, me ajuda no foco”. Para recarregar as energias, as brincadeiras com os filhos são as melhores atividades. Costumamos jogar partidas de futebol juntos, jogos de tabuleiro e videogame. Outro lugar para recarregar a energia é o Rio. Como carioca, o lugar ideal é a praia. Água gelada e mar agitados são sinônimos do melhor cenário para surfar.
Felipe Smith, diretor executivo de Produtos Pessoa Jurídica da Tokio Marine
Sempre gostei de esportes. Tanto que já pratiquei, como amador, futebol, windsurf, skate, squash, surf e stand up paddle (SUP), mais recentemente. Mas hoje, o esporte que mais pratico é o tênis, pelo seu dinamismo. Jogar tênis me ajuda a descarregar o estresse do dia a dia, e ao mesmo tempo, pelo fato de ser praticado, na maioria das vezes, em lugares abertos, me ajuda a relaxar. Além de esportes, gosto muito de viajar e conhecer países, cidades, suas culturas e o dia da dia das pessoas . É realmente o que me faz desligar e recarregar as minhas energias. Apesar de haver ainda muitas cidades e países para conhecer, gosto muito da França, e sempre que posso, volto lá. Outro lugar incrível que conheci foi a Croácia, e penso em retornar um dia.
Flavia Maia, diretora da Gard Marine & Energy
Sempre soube da importância do profissional buscar também uma atividade que pudesse recarregar as energias para a vida e durante muitos anos deixei isso de lado. Apaixonada por esportes, porém sedentária por muitos anos, descobri o Triathlon no ano passado e desde então participo de algumas provas amadoras, tanto de Triathlon, quanto de ciclismo de estrada, esta última minha verdadeira paixão. Esta foto foi tirada ontem da Vista Chinesa, contemplando o nascer do sol, após treinar na orla da zona sul e com a equipe MFT subimos rumo aos Alpes Cariocas, como chamamos aquela região de montanhas do Rio.Que mais mulheres e homens busquem sua fonte de energia para equilibrar suas vidas, seja esporte, música, etc. O importante é lembrar que esta atividade precisa ser prazerosa, do contrário, será difícil colocá-la em suas rotinas.
John Liu – Diretor-executivo de Investimentos da Zurich no Brasil
“Meu grande hobby é jogar tênis. Já são 10 anos praticando este esporte. Uma ou duas vezes por semana me reúno com um grupo de amigos para jogar. O tênis proporciona momentos de relaxamento, descontração e oportunidade para encontrar estes amigos. Além de praticar o esporte, uma outra forma de recarregar as energias é viajar e acompanhar torneios de tênis, seja no Brasil ou no exterior.”
Jorge Nasser, presidente da Bradesco Vida e Previdência e da Fenaprevi
Celebro a vida com a principal fonte de inspiração para viver melhor: família. Outra paixão é curtir a vida em duas rodas. Apaixonado por passeios com “a moto” nas estradas em dias ensolarados.
Luis Ricardo Almeida, COO da AIG
Pratico pescaria desde o início dos anos 2000, quando foi convidado por outro colega de trabalho a conhecer a Amazônia em uma experiência de pesca. Desde então, participo de um grupo de pescadores bastante variado, de profissões, repertórios e até nacionalidades diferentes, que se encontraram periodicamente para o planejamento e confraternização. E, uma vez ao ano, partem para uma expedição de uma semana em barco hotel na Amazônia para contemplar a natureza, pescar e desconectar-se completamente. São viagens de 200 a 350km por barco, que chegam aos extremos da floresta. Nas viagens recentes já temos acesso às notícias via TVs, ou fazemos curtos contatos por celular por satélite , ainda que mais difícil. Mas a proposta é desligar-nos do nosso dia a dia de correria, cobranças e problemas e conectar-se com a floresta. É aí que aprendemos a valorizar o silêncio e as surpresas que vêm dele. A pescaria em si já é um grande aprendizado. Primeiro: nada será do jeito que você planejou. É necessário paciência, muitas vezes tem-se que lidar com frustrações e surpresas. Segundo: tem-se a noção do seu tamanho e lugar no mundo. “É maravilhoso deparar-se com peixes de diferentes cores, tamanhos e formatos. Procuramos pescar de forma bem consciente em um exercício de contemplação para que o animal volte a seu hábitat em seguida, ileso”. Outra preocupação é o impacto da atividade na natureza. “Somos responsáveis por todo o resíduo que geramos. Não deixamos nada para trás e procuramos sempre retirar o lixo que encontramos nos rios, sempre que nos deparamos com ele”. A pescaria também proporciona uma limpeza mental e relaxamento. É fisicamente desafiador: o calor intenso, às vezes tempestades, a falta da estrutura a que estamos acostumados em nosso dia a dia, a dificuldade para chegar, mas ele volta mentalmente recarregado.
Luis Henrique Affonso Magalhães Brito, gerente de Modelagem de Catástrofe do IRB Brasil RE
O judô entrou na minha vida aos 4 anos, mas tive que parar aos 17 para me dedicar ao vestibular e, depois, ao trabalho. Sempre senti falta de voltar a treinar. No ano passado, aos 35 anos (18 anos depois), voltei ao judô. Durante minhas férias, comprei um quimono e encontrei um clube para treinar. Estava passando por um período estressante e sentia a necessidade de aliviar esse estresse. Foi uma alegria voltar a executar as técnicas, aprender novas, reencontrar os amigos de infância e relembrar histórias de viagens para disputar campeonatos brasileiros. Esta foto é um registro meu, de quimono branco, treinando com o atleta olímpico Marcel Aragão. Hoje, o judô proporciona: aliviar o estresse — e minha esposa agradece —, cuidar da minha saúde com a prática de exercícios e melhor alimentação, servir de exemplo para as minhas filhas de 4 anos, assim como ter objetivos fora do trabalho, já que voltei a participar de competições. Fui campeão Panamericano e quinto lugar no Mundial do ano passado. Estou me preparando para disputar, mais uma vez, o Mundial, em outubro no Marrocos. Treino duas vezes por semana (pós-trabalho) e faço corrida e musculação três vezes por semana (antes trabalho), além de ter acompanhamento com nutricionista, fisioterapeuta e preparador físico. Em função das competições nacionais e internacionais, tive oportunidade de viajar com a minha família para lugares diferentes — que não tínhamos conhecido antes —, como Natal (Brasil) e Cancún (México). A próxima parada é o Marrocos. Essas viagens também são oportunidades muito ricas para recarregar as energias e ter novas experiências.
Marcel Giacon, partner head comercial e produtos do grupo Thinkseg
Há cerca de 15 anos comecei a correr. Comecei motivado pelas viagens corporativas, a corrida sempre foi uma maneira fácil de conhecer lugares e simples de ser praticado, bastava um par de tênis na mala! Logo vieram as provas de rua com 5, 10, 21, 42 km.… logo surgiu a paixão pela bike e veio o questionamento “já que estou correndo e pedalando, porque não começar a nadar?!”, e assim vieram algumas participações em provas de Triathlon, na modalidade olímpico. É a minha válvula de escape! É neste momento que reorganizo minhas ideias e me conecto com o meu corpo. Além dos benefícios para a saúde e para o corpo, a sensação de “dever cumprido” após terminar um treino é recompensadora! Gosto muito de correr em praias, o tempo e os quilômetros param que você nem percebe! Sempre que viajo, reservo um espaço na agenda para uma corrida de “reconhecimento” ou até mesmo uma prova que possa estar acontecendo na cidade, no período em que estou na região. Existem duas provas de corrida no Brasil que são as minhas preferidas: “Volta à Ilha de Florianópolis”, em Florianópolis/ Santa Catarina, e “Ultramaratona de Revezamento Bertioga-Maresias”, no litoral paulista. Sempre que a agenda permite, faço questão de participar.
Paulo Peret, presidente SIS Soluções
Paulo Peret, presidente SIS Soluções, curte cavalgada e ciclismo. A cavalgada é algo que traz muita plenitude pela oportunidade de conhecer lugares maravilhosos com total integração com a natureza. Geralmente as cavalgadas da qual Peret participa acontecem nos finais de semana e anualmente, por cerca de seis dias, em algum lugar onde geralmente não há pessoas, telefone celular, carros. “As mais marcantes foram nos Lagos chilenos, Machu Picchu, no Peru, no Pantanal, em Mato Grosso, na Patagonia, Argentina, e em Cochila Rica, em Santa Catarina. Já o ciclismo, por ser uma atividade mais para o dia a dia, de longa duração (2h a 6h), além do condicionamento físico ajuda no foco e controle da ansiedade. “Sempre fiz mountain bike e mais recentemente tenho me dedicado ao esporte de estrada”, disse. Ele já participando de algumas provas como Granfondo e L’Étape. O estresse do dia a dia vai embora diante do horizonte que o passeio abre. “Possibilita passeios em regiões muito bonitas como a serra do Rio do Rastro em Santa Catarina, pico do Itatiaia, Campos do Jordão”.
Sérgio Frade, presidente da Solutions Gestão de Seguros
Busco inspiração e motivação na minha vida pessoal e empresarial na possibilidade de construção de um novo Brasil, através de uma sociedade mais educada, ética, democrática, que valorize a livre iniciativa e o trabalho, a geração sustentável de riqueza e a sua justa distribuição, resultando no desenvolvimento humano integral com harmonia e paz. Na liderança da Associação dos Dirigentes Cristãos de Minas Gerais incentivo os empresários e dirigentes de empresas a praticar e difundir a ética com base nos valores cristãos. Os problemas atuais do Brasil e do mundo são tão complexos que sua solução depende da colaboração de todas as forças vivas da sociedade. Para enfrentá-los precisamos contribuir de forma efetiva, com atitudes e exemplos concretos, visando à reorganização da Sociedade, para que ela seja ética, honrada, justa e fraterna.
Sérgio Hilgert, sócio Euroamerica Corretora de Seguros
Onde busco energia e inspiração? Corrida. Sou um amante da corrida, já participei de 12 Maratonas , inúmeras Meias Maratonas e diversas corridas de revezamento como a Volta da Ilha em Florípa e Maresias à Bertioga. A mais emocionante para mim foi a Maratona de Berlin. Na chegada você passa sob o Portão de Brandemburgo , e como descendente de Alemães, foi uma emoção indescritível. Correr para mim significa relaxar, ter novas ideias e logicamente manter uma vida mais saudável. Consegui com que minha esposa Christina também participe e juntos adoramos fazer viagens para correr mundo à fora.
Ricardo Gimenez, deputy director da Auto Reg Brazil
Denise, eis o que faço para recarregar as energias desde os meus 11 anos de idade!
Solange Beatriz Palheiro Mendes, diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg
Sempre gostei de atividades ao ar livre e de esporte. Mas, ao longo da vida, o esporte foi sendo deixado de lado e as atividades ao ar livre ganharam mais importância. Nas horas vagas, busco sempre estar em lugares para ficar mais perto da natureza e dos animais. Geralmente essa preferência também permeia as minhas férias. Escolho lugares para fazer trilhas e caminhadas, seja aqui, seja no exterior.Um lugar inesquecível é o Parque Nacional Torres Del Paine, na Patagônia chilena. É um lugar do outro mundo, com suas grandes montanhas, seus icebergs azuis, suas pradarias que abrigam animais raros, seus lagos, rios, cascatas e glaciares, tudo em perfeita harmonia. Mas, a pessoa tem que ter disposição para fazer caminhadas e descobrir seus lugares encantadores. Voltaria para lá muito feliz. Para completar, adoro jardinagem, paisagismo e não vivo sem animais por perto. As minhas plantas e bichos me dão paz no espírito e me inspiram a reflexões sobre os nossos valores e comportamentos como seres humanos. Tenho carinho especial pelos cachorros, que são muito inteligentes e sensíveis. Atualmente, além de quatro cachorros, tenho um mini zoológico com dois gatos, três coelhos, três cágados e doze calopsitas.
Tarcísio Godoy, diretor geral da Escola Nacional de Seguros
Desafio, colaboração, pertencimento! É de amplo conhecimento que o hormônio da felicidade é a endorfina. E é em busca da felicidade que pauto minhas ações. Pensar sobre o meu lado B me trouxe lembranças muito distantes do dia de hoje, mas todas me remeteram à felicidade de participar de desafios que foram vencidos com a colaboração de um time que se sentia parte da solução. Qual a alegria de um líder pode ser maior do que aquela de ver o seu time conquistar uma vitória, vencer um desafio? Ou que alegria maior um pai poderia ter do que aquela de ajudar o seu filho a vencer um desafio, a ter sucesso pessoal? Portanto, minha inspiração no trabalho é a motivaçãoe o crescimento de cada colaborador e a minha realização pessoal é sentir o desenvolvimento e a harmonia reinando em minha família. Para que isso flua, cuido da minha saúde física e mental, curto meus momentos de descanso com meus amigos, minha mãe Marília, meus filhos Lucas e César e com a minha querida esposa Roberta, tomando um vinho, viajando, dançando e namorando. Isso me inspira. Muito!
Thomaz Menezes, sócio da co-fundador e CEO da It’sSeg
Acredito que todo executivo tem que ter um hobby uma paixão , além do trabalho! Fundamental para o equilíbrio emocional e stress! No meu caso eu crio quarto de milha , cavalo de esporte e participo das competições de Rédeas a nível Nacional através da ABQM ( Associação Brasileira de Quarto de Milha ) e ANCR ( Associação Nacional do Cavalo de Rédeas).
Valter Hime, consultor de benefícios
Mergulhar é uma paixão que carrego comigo, desde criança, quando assistia séries como Viajem ao Fundo do Mar, Aventuras Submarinas (Sea Hunt) e os documentários com o famoso oceanógrafo francês Jacques Cousteau. Prático está atividade desde meus 14 anos, quando tive a oportunidade de fazer um mergulho autônomo. Desde aí se vão mais de 45 anos de paixão. Não consigo ficar mais de uma semana, sem “afundar”. É um ambiente onde você é o estranho, e flutuamos como se não houvesse gravidade. Um mundo de serenidade e paz. Quem experimenta nunca mais deixa o esporte. É considerado como um esporte radical, porém há menos acidentes fatais que outras práticas esportivas como ciclismo e lutas. O praticante de mergulho olha o mundo de um outro prisma, no qual o resultado tem que ser equilibrado. Isso por que a natureza tende ao equilíbrio. Nós os humanos que não deixamos
Zeca Vieira, diretor de marketing da SulAmérica
Whey, o mais novo membro da família
Meu amor pelos animais vem desde a infância. Eles me ensinam a entender de gente. Quando eu era uma criancinha, nossa casa no Alto de Pinheiros foi uma das primeiras do bairro. Nessa época as ruas não tinham asfalto, nem iluminação pública. As crianças corriam soltas pelo bairro cheio de terrenos baldios e ruas esburacadas. E eu, para desespero da minha mãe, colecionava bichos. De todos os tipos: pintinhos, patos, coelhos, sapos, muitas aves, cães e até um cavalo. Filho temporão e caçula de uma família de cinco irmãos, eu me sentia meio solitário e meus bichos eram minha melhor companhia.
Um dos meus primeiros cães foi o Biguá. Um vira lata preto e grandão que perseguia qualquer carro ou caminhão que passava na nossa rua. Biguá foi um presente de Dona Yolanda, esposa do prefeito Faria Lima e apaixonada por cães. Eu me lembro que Dona Yolanda tinha algo como 25 cães em sua casa. A maioria que ela salvava do triste destino dos cães recolhidos pela “carrocinha” e levados para o canil público da prefeitura. Lembro-me que quase todos seus cães tinham nomes humanos compostos: Maria Eduarda, João Pedro, Francisco José, Ana Carolina e por aí vai.
Quase como naturalmente eu escolhi estudar veterinária. Entrei na faculdade em Botucatu, uma conceituada escola da Universidade Estadual Paulista. Meio para atender meus sonhos e seus próprios sonhos meu querido pai, hoje já falecido, resolveu comprar um sítio perto do campus da faculdade. Aos poucos fomos fazendo melhorias na simples propriedade, plantamos um pomar, reformamos a casa, compramos vaquinhas, cavalos e colecionamos muitos cães.
Eu sempre tive um espírito empreendedor e o mantenho até hoje. Insisti para iniciarmos uma pequena criação de porcos. Não muito tempo depois tínhamos quase 1.000 porcos e aquilo se tornou um negócio que dava um trabalho danado. Comprar ração, aumentar as instalações, cuidar da saúde dos animais, administrar os funcionários, comprar as matrizes e vender os porcos após a engorda… Eu era um jovem que estudava em tempo integral e morava sozinho em um local distante da minha família. Mas sempre perto dos meus bichos. Com certeza, esta experiência, apesar de não muito bem-sucedida financeiramente, foi fundamental para minha capacitação profissional. Eu não sabia disso, mas foi meu primeiro MBA Empresarial.
Vocês devem estar se perguntando como eu virei o diretor de marketing de uma das maiores e mais tradicionais seguradoras do país. Pois bem, esta é uma interessante história que não envolve uma formação formal em publicidade ou marketing, nem passagem por empresas que são verdadeiras universidades, como Unilever, AMBEV, Procter, Mastercard, Burger King ou Disney. Eu brinco que eu cheguei onde cheguei porque eu aprendi a ler a cabeça de um bicho que não sabe falar o que quer: O CONSUMIDOR. Esse bicho não soube falar para o Akio Morita, da Sony, em 1979, que queria ouvir música com fones de ouvido; nem disse para o Steve Jobs, em 2007, que ele adoraria usar um celular sem teclas.
Sansão (in memoriam) e Tapioca
É apenas uma brincadeira, mas, só quem tem e ama os animais consegue entender o que eles querem nos dizer com um olhar ou com um abano de rabo. Este foi meu segundo MBA. Fiz outros, mas isso não vem ao caso.”
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