SulAmérica promove Dia da Cidadania no Rio de Janeiro

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Fonte: SulAmérica

Com um olhar voltado ao cuidado com as pessoas, a SulAmérica receberá a população carioca neste sábado (26) em mais uma edição do Dia da Cidadania, evento de responsabilidade social que, desde 2009, oferece gratuitamente serviços de saúde, apoio social, cultura e lazer.

A ação ocorrerá na praça da estação Estácio do metrô, no bairro Cidade Nova, onde está localizada a sede da companhia no Rio de Janeiro, das 8h às 14h. Com o apoio de mais de 30 parceiros, incluindo organizações sociais locais, órgãos públicos, médicos referenciados e funcionários voluntários da seguradora, a edição deste ano espera receber mais de três mil pessoas. 

Durante o evento, a população terá acesso a serviços de saúde, como aferição de pressão e glicemia e consulta oftalmológica, inclusive com exame e entrega de óculos no próprio local. Também haverá cortes de cabelo, distribuição de preservativos e orientações sobre o câncer de mama. A ação ainda contará com uma caravana do emprego, com cadastros para vagas e regularização da carteira de trabalho, além de orientação e isenção de taxas para a retirada de documentos. 

“A ampliação do acesso à saúde e à qualidade de vida norteiam nossa estratégia de responsabilidade social e, por isso, temos muito orgulho de promover mais uma edição do Dia da Cidadania no Rio de Janeiro. O número de participantes tem crescido ano a ano, o que reforça a importância desta ação para os moradores da região, que encontram valor e comodidade nos serviços e atividades oferecidos”, afirma a vice-presidente de Capital Humano, Administrativo e Sustentabilidade da companhia, Patricia Coimbra. 

A programação contará, ainda, com atividades culturais e recreação infantil. Estão previstas apresentações de grupos culturais de ONGs da região, da escola de samba mirim Estácio de Sá e da banda da Guarda Municipal. O Dia da Cidadania é promovido em parceria com a ONG Arong e conta com apoio de Universidade Estácio de Sá, ONG Renovatio, Unicarioca, Sesi, Colégio Bezerra de Araújo, Associação Brasileira de Apoio aos Pacientes de Câncer, Instituto Embelleze, Fundação Leão XIII, Detran, Fundação Parques e Jardins, dentre outros. 

Destaques da programação:

· Consulta oftalmológica; 
· Aferição de glicemia e pressão; 
· Orientação sobre o câncer de mama; 
· Orientação sobre arbovirose; 
· Massagem; 
· Corte de cabelo, manicure e maquiagem; 
· Orientação e isenção de taxas para retiradas de documentos; 
· Retirada de documentos do Detran; 
· Isenção de taxa para emissão de documentos pessoais; 
· Cadastro para vagas de emprego e regularização da carteira de trabalho; 
· Inscrição para vestibular gratuito em universidades da região; 
· Sorteio de bolsas de estudo para curso de inglês; 
· Orientação sobre transporte público no Rio de Janeiro; 
· Desconto na conta de luz por meio da troca de materiais recicláveis; 
· Pintura em vidro e exposição de artesanato; 
· Doação de mudas de plantas e oficina de plantio com crianças; 
· Contação de histórias infantis. 

Dia da Cidadania SulAmérica — Rio de Janeiro
Data: 26 de outubro de 2019. 
Horário: Das 8h às 14h, com entrada gratuita 
Local: Praça da saída do metrô Estácio, no bairro Cidade Nova. 

Petrobras contrata seguro, informa Agência Estado

A Petrobrás concluiu a negociação de seu programa de seguros, o maior do Brasil e um dos maiores do mundo no setor de petróleo, de cerca de US$ 170 bilhões em importância segurada, informa a Agência Estado. Os prêmios totais somaram cerca de US$ 52 milhões, superando o contrato anterior, de pouco mais de US$ 40 milhões. O prazo do contrato é de 18 meses.

A maioria das apólices da Petrobrás ficou nas mãos do consórcio formado pela americana Chubb Seguros, na condição de líder, ao lado da japonesa Tokio Marine e da espanhola Mapfre via a corretora de seguros Aon. O consórcio ficou com as apólices do pós-refino (com prêmios da ordem de US$ 21 milhões), transporte (US$ 4,4 milhões) e responsabilidade civil (US$ 4,6 milhões). Chubb e Mapfre também ganharam a disputa no seguro dos executivos, conhecido como D&O. Os prêmios nessa modalidade alcançaram US$ 10 milhões e o prazo de duração da apólice é de 12 meses.

A Austral, controlada pela gestora Vinci Partners arrematou os seguros que cobrem o processo de pré-refino e somam US$ 12 milhões em prêmios. A corretagem ficou a cargo da irlandesa Willis Towers Watson, que já estava no contrato anterior da estatal.

HDI Seguros debate mobilidade urbana

29/05/18 - HDI - Murilo Riedel

Evento reúne líderes de startups e empresas para a troca de ideias sobre boas práticas de locomoção urbana em cenário com multi-modais de transporte

HDI

Como introduzir a mobilidade no dia a dia dos consumidores mais conservadores, que não abrem mão do conforto do carro próprio para todo e qualquer trajeto, e de que forma a mobilidade pode transformar o caos das grandes cidades, são alguns dos tópicos que serão debatidos no 1º Summit de Mobilidade HDI, que acontecerá no Distrito Fintech, no dia 23 de outubro, a partir das 15 horas.

A iniciativa da seguradora, que tem transferido seu eixo de atuação para a proteção da mobilidade das pessoas, alinhada à campanha#vamojunto, visa reunir líderes de startups e de empresas que se dedicam ao fomento de melhores práticas de locomoção urbana para debater os desafios e oportunidades inerentes ao novo contexto de multi-modais de transporte e priorização da otimização do tempo durante os deslocamentos.

“Hoje, o que mais importa ao indivíduo que quer ir de um ponto a outro é quando ele vai chegar, e não como. Comodidade e conforto deram lugar à eficiência”, pondera Murilo Riedel, Presidente da HDI Seguros, que tem guiado a companhia na estruturação de suas bases operacionais para o enfoque em assegurar a jornada de locomoção dos clientes, sendo ela o verdadeiro patrimônio a ser preservado.

Os painéis de debate serão mediados por Ana Luiza Dal Pian, Gerente de Produto da HDI Seguros, que justifica a relevância do evento pelos dados. “Apenas em São Paulo, estima-se que quase 400 mil pessoas utilizem a bicicleta como meio de transporte. É um contingente representativo, que demanda uma postura proativa de sociedade, empresas e poder público no sentido de proporcionar um ambiente de convivência harmonioso nesse trânsito”, comenta a executiva.

Na programação, estão confirmados representantes da Bikxi, Riba Share, Santuu, Turbi, VAH e Waze Carpool. O 1º Summit de Mobilidade da HDI será aberto ao público, que pode se inscrever on-line, pelo link oficial do evento.

Agenda – 1º Summit de Mobilidade HDI Seguros

Local: Distrito Fintech – Avenida Rebouças, 1.585

15:00 – Abertura
15:20 às 16:30 – Painel 1 – Debatedores: Danilo Lamy, Fundador e CEO da Bikxi; Rodrigo Del Claro, CEO da Santuu; e Márcio Bern, CEO da VAH

Tema: Principais desafios da mobilidade para a geração atual e as gerações futuras?

•  Como introduzir a mobilidade no dia a dia dos consumidores mais conservadores que não abrem mão do bom do conforto do carro próprio para todo e qualquer trajeto?;

•  A infraestrutura da cidade está preparada para a revolução da era da mobilidade? Quais os principais desafios neste quesito?;

•  Economia de tempo ou recursos financeiros? O que devemos levar em consideração na hora de escolher a melhor forma de locomoção?;

•  Centros urbanos e os desafios de se locomover com segurança.

16:30 às 16:45 – Coffee Break
16:45 às 18:00 – Painel 2 – Debatedores: Ricardo Cabral, CEO da Riba Share; Thiago Mendonça, CEO da Turbi; e Douglas Tokuno, Diretor LATAM da Waze Carpool

Tema: Novos hábitos de consumo exigem novas soluções e segurança

• Como transformar o caos das grandes cidades com a mobilidade?;

•  O que podemos esperar do futuro da mobilidade para os próximos anos?;

• Mobilidade e segurança: como garantir a segurança dos usuários?;

• Carpool: desafios para introduzir a solução no mercado atual, pelo ponto de vista da segurança;

•  O papel das iniciativas governamentais para a melhor gestão da mobilidade nas grandes cidades.

Liberty Seguros personaliza campanha publicitária com logo dos corretores

Liberty Seguros

Fonte: Liberty Seguros

A Liberty Seguros lança mais uma novidade pensando no desenvolvimento e crescimento dos seus corretores parceiros: a nova campanha institucional da seguradora, com foco em Vida, agora pode ser personalizada com o logo do corretor, para que possa ser compartilhada com seus potenciais clientes e nas redes sociais de forma ainda mais profissional.

O vídeo, que ressalta a importância do seguro de vida para o planejamento familiar, está disponível em sua forma personalizada, para todos os corretores inscritos no Meu Marketing. A plataforma oferece uma série de materiais de comunicação pré-formatados para que os corretores possam personalizar com seus logos, dados para contato e conteúdos, de acordo com as suas necessidades. Para os corretores que ainda não são cadastrados na ferramenta, basta solicitar o acesso no Meu Espaço Corretor.

“Para a Liberty Seguros, o corretor tem extrema importância e por isso, trabalhamos constantemente para que ele esteja envolvido em todos os momentos, até na comunicação da marca,  e assim possamos crescer juntos” diz Felippe Alves, gerente de marca e comunicação da Liberty Seguros “Com seu vídeo personalizado, nossos parceiros podem divulgar seu trabalho aos seus possíveis clientes de forma profissional e única”, completa.

Operadoras querem planos de saúde específicos e no formato ‘pay-per-view, destaca o Estadão

O Estadão traz interessante notícia numa semana em que o tema Saúde deve ser o grande destaque na mídia, com a realização do 5. Congresso de Saúde, que acontecerá em Brasília, no dia 24.

Segundo a reportagem, o Congresso e governo receberam de operadoras de saúde uma proposta para abrandar as regras que regulamentam o setor. A ideia apresentada pelo grupo é facilitar a oferta de planos individuais, permitindo a criação de contratos com menor cobertura e mensalidades mais baixas.

Caso a solicitação seja atendida, será possível a oferta de planos para atender apenas determinados tipos de doença – como cardíacas ou renais – ou para procedimentos específicos. A ideia é fazer um “pay-per-view” da saúde, em que clientes montam o plano de atendimento conforme seu interesse e pagam de acordo com as opções que incluírem.

Se a proposta for aceita, poderá haver no mercado convênios que não façam atendimento para câncer ou problemas renais, por exemplo. Pacientes que necessitarem do tratamento, e não tiverem previsão de cobertura, terão de recorrer ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Especialistas em saúde preventiva e direito do consumidor ouvidos pelo Estado dizem temer que, uma vez aceita essa modalidade, planos deixem de colocar no mercado modalidades de coberturas que impliquem tratamentos muito caros. Ou, então, que cobrem preços proibitivos.

Pela proposta, esses novos contratos não responderiam às regras atuais para reajuste. Os porcentuais seriam determinados caso a caso, de acordo com a característica de cada carteira. Operadoras reivindicam ainda o fim da proibição do reajuste por idade para usuários com mais de 60 anos, a possibilidade de o setor privado “alugar” equipamentos do SUS para atender clientes, a permissão do uso da telemedicina, prazos mais longos para a regra que fixa um limite de espera para a obtenção de uma consulta ou terapia e punições mais leves em caso de descumprimento de regras.

Uma carta com as diretrizes gerais foi encaminhada para o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEMRJ). O assunto também é debatido por um grupo restrito de parlamentares. De acordo com assessores de Maia, ele ainda não fez uma análise aprofundada do tema. A intenção de operadoras é de que a pauta comece a ser debatida tão logo a reforma da Previdência seja concluída.

Governo. A reportagem apurou que parte das mudanças conta com o apoio do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, que no passado foi presidente da Unimed. O setor tem ainda outro aliado no governo: Rogério Marinho, atual secretário especial de Previdência. Há dois anos, como deputado federal, Marinho foi relator de um projeto na Câmara para reformular a atual Lei de Planos de Saúde.

Em vigor desde 1998, essa legislação fixa garantias mínimas de atendimento para usuários. Atualmente não é permitida a existência de planos segmentados que ofereçam, por exemplo, apenas alguns tipos de consultas. Há ainda a garantia de acesso a um rol mínimo – uma lista de exames e terapias que são de oferta obrigatória. O rol é atualizado periodicamente pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

O relatório apresentado por Marinho apresentava muitas semelhanças com as sugestões agora feita pelas operadoras de saúde. Na época, no entanto, a discussão não avançou, uma vez que havia resistência de empresas que atuam como administradoras de planos.

O presidente da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), Reinaldo Scheibe, avalia que o relatório inicial era muito extenso, o que aumentava os riscos de pontos divergentes. A estratégia agora é apresentar uma proposta enxuta, com pontos em que todo o setor esteja de acordo.

O Estado teve acesso à carta encaminhada para o Legislativo com as principais reivindicações. Com 11 páginas, o documento sugere ainda a reativação do Conselho de Saúde Suplementar, uma instância que, para analistas, esvaziaria as atribuições da ANS. Caberia ao conselho definir as estratégias principais do setor, incluindo as regras para reajustes de planos.

Procurado, o ministro da Saúde afirmou que não teria como comentar as propostas neste momento. Mandetta argumentou que planos são de responsabilidade da ANS, quando envolvem resoluções e normas para o setor, e do Congresso, em relação à legislação.

Ideia é estancar perda de clientes; coletivos também estão na mira

Em outra reportagem, o Estadão afirma que a mudança na lei e a criação de formatos mais acessíveis é considerada por empresários do setor uma alternativa para atender pessoas que deixaram o mercado de trabalho formal e hoje estão sem cobertura. A saúde suplementar perdeu, entre 2014 e junho de 2019, cerca de 3 milhões de beneficiários. Atualmente, 47 milhões de pessoas têm algum tipo de plano de saúde. Desse total, 30 milhões têm planos coletivos empresariais.

Contratos individuais foram aos poucos deixando de ser ofertados no mercado com a lei de 1998. Ela estabelece uma lista de procedimentos mínimos e regras claras para o reajuste das mensalidades. O documento a que o Estado teve acesso, preparado pelas entidades, argumenta haver um risco de a saúde suplementar se transformar em um “artigo de luxo destinado a uma pequena parcela da população”. O documento atribui o cenário atual ao aumento de custos médicos, à tributação excessiva e às distorções na regulação do setor.

As entidades criticam ainda o rol de procedimentos médicos. E reivindicam que a lista seja substituída por protocolos – que contariam com a participação de representantes de operadoras de saúde. “Está clara a intenção de reduzir o acesso”, critica a professora da Universidade Federal do Rio Lígia Bahia.

E a proposta não se restringe à criação de planos individuais com regras mais brandas. Há também um esforço por convênios empresariais com coberturas menos extensas. O presidente da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), Reinaldo Scheibe, afirma haver uma demanda de empresários por contratos mais simples. “A lei exige uma Ferrari, mas o mercado consegue pagar por um carro mais simples. Não seria melhor atender?”

Integração. O documento propõe ainda a integração entre saúde pública e privada. Scheibe afirma que isso pode ser feito com base no compartilhamento do histórico do paciente. Hoje, afirma, se um paciente do SUS é atendido na rede privada não há como ter acesso a exames ou prontuários. Essa interação, completa, poderia se dar também por meio do pagamento direto de empresas de planos de saúde para o SUS. Hoje, a regra determina o ressarcimento dos gastos.

O presidente da Abramge cita como exemplo o caso de um usuário de plano de saúde que sofre um acidente e é encaminhado para um hospital do SUS. “Por que não pagar diretamente a diária e, numa segunda etapa, transferi-lo para uma unidade do plano?” Questionado sobre a carta enviada para alguns parlamentares, Scheibe afirmou se tratar apenas de linhas gerais, um primeiro passo para fazer discussões mais aprofundadas.

Brasil sediará conferência do grupo mundial de corretores Brokerslink

Ariel couto MDS

O Brasil foi escolhido para sediar a 12ª conferência anual da rede internacional de corretores Brokerslink, em outubro de 2020. É a primeira vez que o evento acontece na América Latina. Ariel Couto, CEO da MDS Brasil, que representa a Brokerslink no país, fala sobre esse privilégio de trazer para São Paulo o encontro que reúne mais de 300 executivos de 80 países e sempre é realizado em cidades charmosas como Bordeaux, Marrakech, Amsterdã, Nova York, Hong Kong entre outras. 

O Sonho Seguro News está no Spotify e no Apple Podcasts. Escute aqui apenas a apresentação. As gravações dos primeiros episódios começam a partir de outubro. Sugestões são bem-vindas. Participem e mandem temas que gostariam de ouvir. 

Swiss Re Corporate é a mais nova parceria da Brokerslink

A Swiss Re Corporate Solutions é a mais nova parceira da Brokerslink, rede internacional de corretores, fundada em 2004. “Estamos muito felizes de ter assinado nossa parceria. Uma parceria que vínhamos perseguindo há anos e agora a Swiss Re, formada por uma equipe extraordinária de especialistas, disponibilizará a nós e nossos clientes soluções e tecnologias diferenciadas, assim como mais capacidade para enfrentarmos os desafios mundiais”, anunciou José Manuel Fonseca, CEO da Brokerslink e também do MDS Group. A parceria estratégica foi assinada ontem, em Bordeaux, França, onde acontece o evento.

Fonseca conta que 15 anos atrás cinco amigos se reuniram em Porto, Portugal, e tiveram a ideia de criar uma corretora com amigos de países diversos, incluindo o Brasil, para atender clientes em várias partes do mundo. Passados 15 anos, somos agora uma rede global, presente em mais de 80 países. Com investimentos em pessoas, parcerias estratégicas e tecnologia, a Brokerslink hoje é uma corretora considerada como importante parceiro estratégico pelas maiores seguradoras do mundo, como as americanas AIG e Chubb, a francesa AXA, a alemã Allianz, a africana Sunu, a suíça Zurich e a italiana Generali. 

Segundo Ariel Couto, CEO da MDS Brasil, a entrada do grupo no pool de seguradoras parceiras traz ganhos para toda a rede Brokerslink, especialmente para o Brasil, país que tem um elevado nível de otimismo entre todos em que o grupo atua. “Estamos certos de que essa parceria será muito produtiva, principalmente com a retomada dos investimentos esperada para 2020”, comentou Ariel. 

Andreas Berger, CEO da Swiss Re Corporate Solutions, está igualmente animado em ser uma das seguradoras parceiras da Brokerslink. “Desenvolvemos uma plataforma que traz uma experiência diferenciada aos clientes e que passará por um desenvolvimento conjunto para a criação de uma versão de uso exclusivo dos corretores da Brokeslink. Segundo Berger, o grupo suíço identificou uma grande deficiência no mercado de uma plataforma para a gestão de programas internacionais de seguros. 

A SRCS definiu, então, há algum tempo, como prioridade o desenvolvimento de uma solução que atendesse a essa necessidade e investiu recursos ao longo do processo. A plataforma já está em uso pela seguradora com cerca de 160 clientes e a versão exclusiva para uso da Brokerslink estará disponível a partir do segundo trimestre de 2020.

Steve Hearn, vice-presidente da Brokerslink, afirma que o grupo está preparado para atender as necessidades de clientes globais. “Temos uma equipe global, parceiros globais, estratégias globais. Estamos organizados e crescendo por fazer o mercado melhor, mais protegido, com produtos inovadores, enquanto nossos concorrentes como Marsh, Aon e Willis enfrentam processos de consolidação. Este é um momento único para todos nós”.

Brasil é escolhido para sediar #brokerslink2020

brokerslink 2020

Festa brasileira em Bordeaux, França. O Brasil foi escolhido para sediar a 12a. Conferência Internacional da Brokerslink. O evento acontecerá em outubro de 2020. Será em São Paulo, capital. É a primeira vez que o evento anual, que começou em 2009,  acontece na América Latina. Ariel Couto, CEO da MDS Brasil e gerente regional America da Brokerslink, será o anfitrião e já tem algumas novidades para contar sobre a grande conquista.

“É uma honra para nós sediarmos um evento que sempre acontece em cidades importantes como neste ano em Bordeaux, a capital mundial do vinho, Hong Kong, Marrakech, Amsterda, Nova York. Será um prazer receber mais de 300 convidados de mais de 80 países em São Paulo por quatro dias, sendo três para debates e um reservado para um passeio cultural. Faremos de tudo para que todos tenham uma experiência incrível, como experimentaram em outras edições da conferência Brokerslink”.

Sem citar o investimento, Couto conta que o hotel já foi escolhido. Será o renomado e novíssimo internacional Four Seasons. “Certamente teremos um número de convidados semelhante ao que temos aqui em Bordeaux, 330. Os temas dos debates serão definidos futuramente, pois queremos trazer discussões atuais e que agreguem conhecimento aos nossos parceiros e afiliados”.

Ouça abaixo o podcast com Ariel Couto para saber mais sobre a próxima conferência #brokerslink2020.

AIG celebra 70 anos de Brasil com ação para as próximas gerações

Fonte: AIG

Na manhã de 17 de outubro, data que marca os 70 anos da AIG no Brasil, líderes e funcionários da companhia celebraram o aniversário da AIG com uma ação de voluntariado a alunos do Ensino Médio para falar sobre o futuro . Entre os presentes, o CEO da AIG América Latina & Caribe Paride Della Rosa, e Nélia Soares, Diretora de RH para a região, além de executivos da AIG Brasil, funcionários e parceiros de negócios. Durante toda a manhã, eles foram os professores de cerca de 180 alunos e compartilharam um pouco de suas trajetórias profissionais com os jovens que se preparam para entrar no mercado de trabalho. 

A ação foi na E.E. Prof. Willlian Rodrigues Rebuá, em Carapicuíba (SP), em mais uma parceria com a Júnior Achievement São Paulo. É o terceiro ano que a AIG trabalha em parceria com a ONG no modelo de voluntariado focado na educação e desenvolvimento de jovens, sempre em escolas públicas. O diferencial da interação entre alunos e os voluntários AIG é a possibilidade do contato mais próximo com profissionais de diferentes áreas e histórico acadêmico, uma forma de trocar experiência, aprender e ensinar, e enxergar o mundo de uma forma diferente — todos saem diferentes. 

Indústria 4.0, nova economia, inovação tecnológica, competências para as novas profissões e como o setor de seguro é impactado por essa realidade foram alguns dos assuntos discutidos com os alunos. “Procuramos contribuir com nossa experiência e visão de futuro, incluindo a comunidade em nossas celebrações, por meio de ações de voluntariado, da mesma forma que comemoramos com nossas pessoas e corretores parceiros”, explica Fabio Protásio Oliveira, CEO da AIG no Brasil. 

O tema da atividade deste ano – O Futuro do Trabalho – alavancou discussões importantes sobre protagonismo dos jovens, sonhos e objetivos, e as infinitas possibilidades existentes no mercado de trabalho. “Os 70 anos da AIG no Brasil são marcados pelo pioneirismo e inovação. Abrimos mercado com produtos inéditos até então, como D&O, Ambiental, Riscos Cibernéticos e M&A. E nossa celebração não poderia ser diferente! Continuamos olhando para o futuro e às demandas de seguros que devem surgir com as novas relações e economia. Neste sentido, compartilhar e crescer com a sociedade é essencial”, completa Fabio. 

Susep e Previc veem regras convergentes, informa Valor

Fonte: Valor

Valor Econômico relata que a fusão entre Susep e Previc para criação de um novo órgão que reúne as previdências aberta e fechada ficou para 2020, depois da aprovação das reformas. Independentemente do prazo, já é possível realizar mudanças na regulação para aproximar as duas categorias antes da criação da autarquia, de acordo com a economista Solange Vieira, que irá comandar o novo regulador, e que atualmente está à frente da Superintendência de Seguros Privados.

“A fusão das autarquias é assunto para o ano que vem”, disse Solange depois de sua apresentação no congresso da Abrapp, associação que representa os fundos de pensão. Segundo a economista, tem havido discussões sobre a elaboração de normas equânimes para o setor de previdência. “Nossa preocupação é a formação de poupança de longo prazo. No momento em que falamos de um mundo sem fronteiras, não faz sentido discutir previdência aberta ou fechada e sim uma convergência”, disse.

O superintendente da Previc, Lúcio Capelletto, lembrou que o tema da fusão precisa passar pelo Congresso Nacional. “A matéria será analisada pelo Congresso, que vai dar a decisão e o encaminhamento. Os órgãos técnicos elaboram e trabalham o tema, mas a decisão final é do Congresso”. Um ponto a ser abordado seria os custos para um participante manter um plano de previdência fechado, que é mais caro do que no setor aberto, segundo Capelletto.

No caso dos fundos de pensão, o custo mensal médio fica em R$ 100 enquanto na previdência aberta, em média, é de R$ 40. “Com os novos entrantes no mercado de trabalho, há a necessidade de produtos diferenciados, é importante ter novos produtos e serviços que atendam as necessidades dos clientes”.

“Estamos administrando mal o sistema. O sistema complementar acumula R$ 2 trilhões de poupança no país. Do lado de lá, temos uma torneira de gastos de R$ 500 bilhões com déficit, que não acumula recursos. Está na hora de se começar a pensar as regras de incentivo”, afirmou Solange.

A economista voltou a falar da necessidade de se incentivar uma maior competitividade entre os setores, com a implementação de fato da portabilidade nos fundos de pensão. Por outro lado, lembrou que o “duration” dos planos de previdência aberta é muito curto – 1,5 ano.

“Talvez por regras flexíveis demais. Temos que ter uma estrutura de incentivo tributário focada em alongar prazos. Vamos ter de conversar com as abertas a esse respeito”, disse. Em relação aos fundos de pensão, Capelletto mencionou o impacto do aumento da longevidade nos passivos das fundações de previdência fechadas. “A cada ano adicional de sobrevida, o passivo aumenta de 3% a 4%, um impacto de R$ 30 bilhões para os planos de benefício definido. Em dois ou três anos, são R$ 90 bilhões. Essa tem que ser uma preocupação das entidades”, afirmou.

O superintendente também falou sobre o impacto dos elevados benefícios. “Se não cuidarmos dos planos é claro que a conta não fecha. Além da queda da taxa de juros, da longevidade, os benefícios têm que ser trabalhados, tem que se atacar os planos. Vamos incentivar que isso seja realizado”, disse. Capelletto falou da intenção do regulador dos fundos de pensão em melhorar a governança dos processos sancionadores no âmbito da Previc, com a criação de um comitê para avaliar a abertura dos casos. Segundo ele, há uma uniformização da aplicação dos autos de infração.