Abrapp propõem Lei de Proteção ao Poupador Previdenciário

Fonte: Abrapp

O presidente da Abrapp, Luís Ricardo Martins, anunciou hoje (16/10) a proposta da Lei de Proteção ao Poupador Previdenciário (LPPP), que tem o objetivo de proteger e fomentar a poupança previdenciária dos trabalhadores. O projeto já foi apresentado ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. “Assim como existe uma legislação específica para proteger o consumidor, é preciso criar uma lei de proteção ao poupador previdenciário”, afirma Luís Ricardo Martins. “Afinal, a formação de poupança de longo prazo é capaz de gerar inúmeros benefícios sociais e econômicos para o Brasil”.

Ele informa que o projeto conta com a consultoria técnica do professor José Roberto Afonso, do IBRE-FGV. A Abrapp considera que a atual proteção ao poupador, pelo poder público e por instituições privadas, não é feita de maneira integrada e coordenada para proteger o investidor de longo prazo – o que reforça a necessidade de criação de mecanismos adicionais, como a Lei de Proteção ao Poupador Previdenciário. 

Entre os princípios que norteiam a proposta, a Abrapp destaca que o poupador tem direito a informações, entre outras, em relação a: 

• Transparência;

• Perfil de risco;

• Estratégia de investimento;

• Custos dos serviços;

• Portabilidade. 

As sugestões apresentadas pela Abrapp no projeto incluem:• Tratamento tributário adequado e consistente à formação de poupança de longo prazo;• Oferta de renda continuada;• Incentivo aos planos coletivos de adesão voluntária, como forma de estimular a participação de pequenas e médias empresas;• Opção de saída (“opt out”), que obriga os trabalhadores a se manifestar explicitamente quando não desejarem permanecer no sistema de aposentadoria. O projeto será levado ao Congresso Nacional e a previsão é de que a primeira versão esteja concluída no prazo de 60 dias.

Estatísticas – As entidades fechadas de previdência complementar (EFPCs) tiveram rentabilidade de 6,94% até junho, ficando acima da taxa padrão que foi de 5,54%, e acumularam R$ 940 bilhões de ativos, o que representa 13,4% do PIB, no primeiro semestre de 2019. Os dados foram divulgados hoje pela Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (ABRAPP), no 40º Congresso Brasileiro da Previdência Complementar Fechada, realizado no Transamérica Expo Center, na capital Paulista.  Quando considerado o longo prazo o resultado também foi positivo: a rentabilidade no acumulado (2003 a jun/19) foi de 790,44%, superior à meta atuarial do período, que foi de 569,80%. 

A distribuição por tipo de aplicação no primeiro semestre mostra que a maior parcela dos investimentos está alocado na Renda Fixa, totalizando 74,0% em junho, somando R$ 668,5 bilhões. Na modalidade Renda Variável os investimentos correspondem a uma parcela de 18,2%, com R$ 164 bi.  

Mesmo diante do cenário mais desafiador para os investimentos, o índice de solvência dos planos de previdência complementar fechada chegou a 100% em junho de 2019, compatível com padrões internacionais e superior a países como os Estados Unidos, Canadá e Reino Unido.  O índice de solvência representa a saúde financeira de um fundo de pensão. Isso quer dizer que ele indica a capacidade de honrar os pagamentos aos participantes no futuro. 

O total de participantes ativos das EFPCs supera 2,7 milhões e os assistidos chegam a mais de 857 mil, enquanto o número de dependentes fica acima de 3,9 milhões de pessoas.  O valor médio mensal da aposentadoria programada foi de R$ 6,26 mil, segundo o levantamento, enquanto a média da aposentadoria por invalidez foi de R$ 2,73 mil e o valor das pensões chegou à média de R$ 2,96 mil. Dos participantes ativos das EFPCs 64,6% são homens e 35,4% são mulheres.  A faixa etária predominante na carteira é de 35 a 54 anos (34,4% homens e 18,8% mulheres). Entretanto, vale destacar também a faixa etária de 25 a 34 anos (15,7% homens e 9,0% mulheres). 

Ariel Couto é nomeado gerente regional para Americas da Brokerslink

Ariel Couto brokerslink

Durante coquetel de abertura da 11a. Conferência Internacional da Brokerslink, que acontece em Bordeaux, França, Ariel Couto, foi nomeado para posição de Americas Regional Manager da corretora global representada pela MDS no Brasil, da qual é o CEO. Ele será responsável por identificar oportunidades de colaboração internacional e também pelo desenvolvimento de negócios entre corretoras independentes da organização nas Américas do Norte e do Sul. Além disso, o executivo também terá a função de facilitar a comunicação das parcerias americanas com a rede global.

“Estou orgulhoso por desempenhar um papel tão importante na construção e no fortalecimento da presença da Brokerslink nas Américas. O próximo passo é formar uma equipe regional para me apoiar no gerenciamento das atividades de negócios e também para termos um olhar mais estratégico e aprofundado das peculiaridades dos mercados das Américas”, diz Couto.

“As Américas são uma região de grande importância estratégica para a Brokerslink. Neste ano, continuamos fortalecendo nossas representações tanto na América do Norte como na do Sul, com uma nova afiliada no Canadá, um novo parceiro estratégico de serviços jurídicos e, o mais importante, a entrada da Alliant como acionista. Para nós, é vital termos a capacidade de coordenar essas e outras futuras ações para maximizar nossas oportunidades de negócios e aumentar a comunicação nessa grande região”, disse o presidente da Brokerslink, José Manuel Dias da Fonseca.

Fonseca ressaltou que desde que assumiu a posição de CEO da MDS Brasil, há um ano, Couto sempre atuou como um defensor apaixonado da Brokerslink. “Tenho uma expectativa positiva em relação ao trabalho que ele desenvolverá junto à equipe regional para avançarmos em novas oportunidades de negócios”. 

Ariel Couto, da MDS e Brokerslink, e Daniela Reia, da Zurich: parceria de longo prazo

A 11ª Conferência Anual da Brokerslink acontece em Bordeaux, França, entre os dias 16 e 18 de outubro. O evento conta com 330 participantes de 82 países. O coquetel desta quarta-feira, realizado na La Cité du Vin, um dos cartões postais de Bordeaux, foi patrocinado pela Zurich. “É uma honra poder estar aqui com vocês. A Brokerslink é um dos nossos principais parceiros tanto local, regional como também global. Queremos estreitar cada dia mais a nossa parceria, que tem sido vencedora, não só em grandes riscos e afinidades como também em riscos para pequenas e médias empresas”, disse Daniela Reia, superintendente comercial da seguradora suíça.

iFood passa a oferecer seguro de acidente

O iFood passou a oferecer aos entregadores da Grande São Paulo um seguro de acidente pessoal para entregadores de todos os modais, moto ou bicicletas. 0 seguro será gratuito e em caso de acidentes as despesas médicas e odontológicas estão cobertas no pacote de seguros desenvolvido e garantido pela corretora MDS e pela seguradora MetLife. Todos os modais utilizados pelos entregadores cadastrados na plataforma serão contemplados.

“A MDS Brasil tem um papel estratégico na parceria. Avaliamos as coberturas necessárias aos entregadores do iFood, levando em conta a necessidade do entregador, conforto da sua família e dependentes em caso de acidente. Por se tratar de um novo risco para as seguradoras, temos a missão de manter esse programa atraente para o mercado segurador”, diz Thomaz Tescaro, vice-presidente de varejo e IT da MDS Brasil e head global de inovação e transformação digital do MDS Group.

Segundo nota da Ifood, até o final de novembro, o produto estará disponibilizado em todas as 662 cidades onde o iFood opera. 0 seguro faz parte de um conjunto de ações do foodtech para valorizar “os mais de 72 mil parceiros de entrega que utilizam a plataforma”, segundo a empresa. No pacote, estão cursos profissionalizantes em parceria com o Sesi-SP, um programa de benefícios por ponto, e um portal de informações dirigido para os entregadores.

Outros pacotes de seguros estão no forno. Este certamente será um programa que vai exigir muitas mudanças de paradigmas das seguradoras.

MetLife Brasil anuncia nova Head de Marketing

Fonte: MetLife

Carolina Montanino chega com a missão de continuar a evolução da companhia no setor de seguros, contribuindo com sua sólida formação e experiência profissional desempenhados ao longo de 20 anos em diferentes funções na área de Marketing e Experiência do Cliente.

“Estou muito feliz em fazer parte de uma companhia sólida como a MetLife, com mais de 150 anos no mundo e 20 no Brasil. O segmento de seguros está a todo vapor. Tenho certeza de que esta é uma grande oportunidade e também um desafio valioso para a minha carreira”, acrescenta Carolina.

Carolina reportará localmente a Breno Gomes, VP Strategy, Business Development & Engagement e regionalmente a Federico Acuna, VP CMO LatAm. Antes de se juntar à MetLife, construiu uma trajetória de sucesso em empresas, como Mastercard, Multiplus e Santander.

Amil lança nova grade de produtos com planos a partir de R$ 94

Lançamento marca nova fase da empresa, que busca a retomada de clientes

Fonte: Amil

A Amil lançou em São Paulo sua nova grade de produtos. O objetivo é retomar o crescimento de vendas e reforçar a entrega do cuidado certo aos clientes, conforme posicionamento da marca desde 2018. “Estamos lançando uma grade de produtos disruptiva, que busca oferecer mais por menos. Muito mais que o tamanho da rede, estamos investindo na oferta de uma série de serviços realmente diferenciados. Desde um plano regional com preço acessível e atendimento de urgência nacional, até um plano com os melhores hospitais do país, coberturas além das obrigatórias e seguro internacional. Segurança, acesso, comodidade e qualidade é o que estamos disponibilizando ao mercado”, conta Carolina Lorenzatto, diretora de produtos da Amil.

Com produtos a partir de R$ 94,00, a operadora quer se tornar ainda mais competitiva no segmento popular, lançando dois níveis de planos (Amil Fácil S60 e S80). Apesar de regional, o plano garante assistência de urgência e emergência nacionalmente e passa a ter uma abrangência de municípios maior. Com até 104 hospitais disponíveis na rede de atendimento, o plano Amil Fácil dá acesso ainda a unidades de atendimento com médico de família, parcerias para desconto em farmácias, serviços digitais de agendamento de consultas e exames por aplicativo e canal telefônico 24 horas para tirar dúvidas sobre saúde (Amil Ligue Saúde).

Já os planos de saúde intermediários (Amil S380, S450 e S750) têm como característica principal a cobertura em hospitais, maternidades e laboratórios de referência, com cobertura nacional e centros de especialidade em Oncologia, Cardiologia e Neurologia reconhecidos internacionalmente. Alguns exemplos de prestadores credenciados, variando conforme plano contratado, são os hospitais Samaritano (SP), Oswaldo Cruz (SP), Pró-Cardíaco (RJ), Perinatal (RJ), Beneficência Portuguesa (SP), Hospital Vitória (RJ) e Casa de Saúde São José (RJ), Hospital Nipo-Brasileiro (SP) e São Lucas (RJ).

Outros adicionais são os serviços de emergência médica domiciliar, cobertura de transplantes mais ampla do que a obrigatória e sessões de fonoaudiologia, RPG, escleroterapia e cirurgia oftalmológica refrativa sem limite de grau. Os clientes que adquirirem os planos dessa linha poderão optar, ainda, por incluir o serviço Amil Resgate e assistência para viagens internacionais.

Essas e outras coberturas estão previstas também nos planos Amil One (S2500 e S6500). Além dos serviços comuns aos outros planos, a linha premium da operadora oferece atendimento em hospitais de referência como Sírio Libanês (SP), Einstein (SP) e Samaritano (RJ), além de acesso a uma lista de médicos exclusiva, a Rede Black, da qual fazem parte alguns dos principais especialistas do país.

Outro diferencial é o atendimento virtual por vídeo-chamada através do celular ou tablete, para orientações médicas com profissionais do Einstein, disponível 24horas por dia, 7 dias por semana. Reembolso simplificado em até 24 horas, vacinas – inclusive as exigidas para viagens – check-up, coleta domiciliar e courier são outras vantagens. Seguro internacional de até US$ 300 mil e resgate domiciliar aéreo e terrestre nas cidades do Rio e São Paulo, além de transferência intra-hospitalar nacional completam os serviços exclusivos a esses planos.

Os produtos estão disponíveis para empresas de todos os portes a partir de dois beneficiários e alguns planos contam com a opção de coparticipação que podem deixar a mensalidade até 25% mais barata. “Acredito que essa é uma ótima novidade para o corretor. Para impulsionar ainda mais as vendas, lançaremos uma série de campanhas, mas sabemos que o melhor estímulo é termos um produto competitivo. Aliado a isso, estamos desburocratizando o processo de vendas, com menos papelada e mais informatização”, destaca Fabio Almeida, diretor de Vendas e Pós-Vendas da Amil.

Nesta quarta-feira, 16/10, será lançada a primeira campanha de incentivo da Amil após o lançamento da nova grade de produtos. A campanha “Seleção Premiada” sorteará 2 carros Gol 0KM, além de smartphones e notebooks. Os “corretores CPF” receberão cupons para concorrer aos prêmios a cada venda de plano médico e poderão participar aqueles que converterem a partir de 15 vidas no período de 16/10/2019 a 29/2/2020. Mais informações estarão disponíveis no site www.selecaopremiadaamil.com.br.

Seguradoras lucram R$ 11,3 bilhões até agosto deste ano

lucro seguradoras

O mercado segurador brasileiro registrou lucro líquido, ainda não auditado, de R$ 11,3 bilhões de janeiro a agosto deste ano, segundo dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), organizados pela consultoria Siscorp. Apesar da queda na taxa Selic, que remunera quase a totalidade da carteira de investimento das seguradoras, o ganho superou os R$ 9,9 bilhões obtidos no mesmo período de 2018.

A Bradesco Seguros segue com grande vantagem no topo do ranking, com R$ 4 bilhões em lucro, quase R$ 700 milhões (o que equivale ao ganho da quarta maior seguradora) a mais do que o registrado em mesmo período do ano anterior. Ainda no clube do bilhão, Banco do Brasil e Caixa. Veja o ranking da Siscorp abaixo:

Como atender às novas demandas por seguros dos consumidores em um mundo incerto?

brokerslink 2019

Este será um dos temas em debate na 11a. Conferência Global Brokerslink, que acontece na França entre 16 e 18 de outubro

Começa nesta quarta-feira (16), em Bordeaux, cidade que é a porta de entrada para as vinícolas francesas mais visitadas do mundo, a 11a. Conferência Global Brokerslink, uma companhia global de corretores especialistas em riscos e empresas de consultoria presente em mais de 110 países. “A Brokerslink foi fundada em 2004, com o sonho de ser uma rede global para apoiar corretores independentes locais a maximizarem as oportunidades multinacionais aos seus clientes. E esse sonho é hoje uma realidade, graças ao empenho de uma equipe fantástica”, conta José Manuel Fonseca, fundador e chairman da Brokerslink e também CEO do MDS Group, maior corretora de seguros de Portugal com presença no Brasil, Angola, Moçambique e Espanha.

O evento conta com debates em importantes áreas da indústria de seguros. Como se desenha o futuro do mercado segurador 4.0 diante da revolução digital e mudanças de hábitos de consumo? Qual o papel da indústria no dia a dia da sociedade? Como atender às novas demandas dos consumidores em um mundo incerto? Como a longevidade impacta o seguro de saúde? Como o seguro de entretenimento tem se reinventado para os novos riscos mundiais?

“A cada ano, o evento reúne um número maior de participantes, oriundos de várias partes do mundo, incluindo corretores de varejo, especializados em segmentos específicos e em resseguros, além de empresas de consultoria de risco e gerentes de risco. O objetivo do encontro é discutir tendências importantes, desafios e inovações que impactam a comunidade de seguros e o gerenciamento de riscos”, diz José Manuel.

Mais de 330 profissionais, de 82 países, estarão reunidos durante três dias para debater temas relevantes. Michael J. Morrissey, presidente e CEO do International Insurance Society (IIS), abordará o futuro da indústria de seguros. Thomas Buberl, CEO mundial da seguradora AXA, abordará o tema “Como seguro pode ajudar e preparar a sociedade para riscos globais?”.

O painel sobre “Os desafios da longevidade e os impactos no seguro saúde” contará com Jose Brem, diretor do centro de competência em saúde da Munich Re para a Espanha, Portugal e América Latina; Humphrey Cuzner, da Allianz; Jean-Louis Etienne, doutor e cientista; e Maria do Carmo Fonseca, professor da University of Lisbon Medical School & President e do Institute of Molecular Medicine João Lobo Antunes (IMM).

No Brasil, a MDS Seguros representa a rede Brokerslink composta por 18 mil profissionais dedicados a atender às necessidades de proteção de multinacionais. Para conectar tantos profissionais, a Brokerslink lançou uma plataforma de relacionamento chamada Agora. “Neste marketplace estão produtos e serviços de seguros especializados, recursos humanos e beneficios dos colaboradores desenvolvidos com várias seguradoras e parceiros estratégicos. Há também disponível na rede materiais de formação e uma base de dados global de contatos para o desenvolvimento de novos negócios”, destaca o executivo.

A jornalista Denise Bueno viajou a Bordeaux para cobrir a conferência à convite da MDS Seguros.

Grupo SURA está no Índice Global de Sustentabilidade Dow Jones

Fonte: Grupo Sura

O Grupo SURA está entre as 318 empresas que compõem o Índice Global de Sustentabilidade Dow Jones (DJSI, sua sigla em inglês), publicado nesta sexta-feira o qual destaca às organizações com melhores práticas de sustentabilidade, após avaliar sua gestão econômica, social e ambiental. A companhia foi incluída pelo 9° ano consecutivo e está entre as três primeiras a nível mundial no setor de Serviços Financeiros Diversos e Mercados de Capitais, com uma qualificação superior a 98% entre as 16 companhias do setor que foram incluídas no índice global. Além disso, está posicionada como a única de origem latino-americana nesta indústria e, novamente, foi incluída no índice DJSI Mercados Emergente e o índice MILA.

O Grupo SURA, que tem entre seus acionistas a Munich Re, obteve uma pontuação de 72 em 100, que analisa o resultado em três dimensões: econômica (67), social (80) e ambiental (82). Destaca-se a liderança na avaliação dos capítulos de inclusão financeira e relatório social, assim como avanços nas políticas e medidas anticrime, impacto na dinâmica pública e eco eficiência operacional.

Com esse reconhecimento, o Grupo SURA, como holding, e suas filiais Suramericana (seguros, tendências e riscos) e SURA Asset Management (aposentadorias, poupanças, investimentos e gestão de ativos), demonstram seu compromisso de gerenciar práticas que respondam a um ambiente de constantes mudanças, que lhes permitam permanecer vigentes e aproveitando oportunidades.

“Para nós, o Índice Global de Sustentabilidade Dow Jones é importante porque nos permite avaliar nossa gestão e identificar oportunidades de transformação e crescimento, com base nas melhores práticas empresariais. A cada ano, os padrões são mais exigentes e precisamos nos repensar para definir como permanecer relevantes e úteis para a sociedade, em um ambiente dinâmico e de mudanças constantes”, afirmou David Bojanini, presidente do Grupo SURA.

O setor privado é um parceiro chave no cumprimento dos objetivos da agenda de 2030 relacionados ao desenvolvimento sustentável. Fazer parte do DJSI mostra um maior compromisso com a gestão responsável, o desenvolvimento de novos modelos de inovação e a convicção de contribuir desde os fatos para os maiores desafios da sociedade.

“A sustentabilidade tem sido uma busca permanente nesses 75 anos de Suramericana, em nosso trabalho diário de contribuir para o bem-estar e para a competitividade das pessoas e das empresas, primeiro na Colômbia e depois em nove países da América Latina. Avaliações como a da Dow Jones reafirmam a convicção de sermos coerentes e promover um crescimento harmonioso entre o econômico, o social e o ambiental, para nos fortalecer como gestores de tendências e riscos”, disse Gonzalo Pérez, presidente da Suramericana.

Da mesma forma, o Índice Dow Jones mostra que a sustentabilidade é um critério cada vez mais relevante nas decisões de investimento, uma vez que apoia e justifica estratégias abrangentes em aspectos financeiros e não financeiros que influenciam as melhores decisões de investimento.

“Fazer parte do índice Global de Sustentabilidade Dow Jones ratifica nosso compromisso de gerar confiança e relacionamentos de longo prazo com aqueles que nos escolhem na região para gerenciar seus recursos para a aposentadoria, assim como outros objetivos de poupança e investimento em diferentes momentos da sua vida. É também um sinal do nosso compromisso de ir além dos negócios e contribuir para o desenvolvimento dos países nos quais estamos presentes”, afirmou Ignacio Calle, presidente da SURA Asset Management.

Iniciativas destacadas

A perspectiva e a vocação de longo prazo do Grupo SURA têm sido fundamentais em sua experiência de crescimento e expansão na América Latina, para gerenciar tanto os investimentos quanto os relacionamentos. O objetivo tem sido permanecer e contribuir para os 10 países em que está presente, além das conquistas imediatas e dos resultados, pois a Organização se foca na forma de como alcançá-los.

Estas são algumas iniciativas que contribuem para materializar a estratégia de sustentabilidade do Grupo Empresarial SURA:

  • 4 milhões de beneficiários na América Latina com soluções de seguros e produtos de poupança e investimento com foco em inclusão financeira.
  • Aproximadamente 27.000 colaboradores formados virtualmente sobre o Sistema de Ética e Governo Corporativo.
  • 1.600 líderes de equipes da SURA na América Latina formados na Escola para o Desenvolvimento da Liderança.
  • USD 5.738 milhões foi a soma em 2018 dos investimentos temáticos de bônus verdes, sociais, laranjas, entre outros.
  • USD 1.926 milhões totalizaram os novos investimentos em renda fixa feito por SURA AM em 2018 que consideraram critérios ambientais, sociais e de governo corporativo (ASG).
  • A Suramericana trabalha visando incrementar um 10% os investimento de portfólio com qualificação ASG em 2020.

Finalmente, vale apontar o que foi mencionado pela firma Deloitte no seu relatório “2030 Purpose: Good Business and a Better Future”, baseado em diferentes estudos econômicos: as empresas que assumiram um forte compromisso com a sustentabilidade alcançaram resultados superiores a 11%, em relação aos resultados de seus concorrentes no mercado de valores.

Por esse motivo, na atualidade as empresas se deparam com ter de eleger entre focar nos rendimentos a curto e médio prazo ou, em vez disso, redirecionar sua estratégia de negócios para objetivos de longo prazo, alcançando desta forma a diferenciação e tendo uma avaliação mais positiva frente aos grupos de interesse.

AIG disponibiliza e-books sobre gestão de risco

aig ebooks

A AIG Seguros criou seis e-books para ajudar clientes, corretores e o público interessado em seguros a entender mais sobre riscos. As publicações podem ser lidas neste link. Quem quiser, pode fazer também o download. Basta apenas fazer um rápido cadastro. Entre os temas já disponíveis estão:

  • Produtos contaminados e o risco para as empresas
  • Riscos tributários e o seguro D&O
  • Guia de planejamento estratégico para viagens corporativas
  • Infográfico camadas da Deep Web
  • Supermercados estão expostas a riscos?
  • Agora é lei – Empresas são responsáveis pela proteção e privacidade de dados de seus clientes

C6 Bank compra a Som.us, informa Estadão

O banco digital já fechou parcerias comerciais com players como a canadense Fairfax, a suíça Zurich, a alemã HDI, a americana Chubb e a brasileira Porto Seguro

O C6 Bank, de ex-executivos do BTG Pactual, comprou a empresa Som.us, que atua com seguro e resseguro nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Distrito Federal, informa o Estadão. Segundo a reportagem, a companhia vai agregar uma carteira de R$ 300 milhões em prêmios de seguros e uma plataforma que assessora mais de 3 mil corretoras, que somam uma força de vendas de 10 mil profissionais. O valor do negócio não foi revelado.

Essa é a quinta aquisição do C6 desde que a instituição foi fundada, há quase 18 meses. As conversas entre o C6 e a Som.us começaram em dezembro. O negócio marca a entrada do banco na área de resseguros, que é o seguro das seguradoras. Outros alvos foram avaliados, mas, segundo o responsável pela área comercial do C6, Marcos Massukado, a empresa tem sentido estratégico à medida que se encaixa no plano do banco de ser um marketplace (plataforma aberta em seguros).

“Nosso objetivo é reinventar a oferta de serviços financeiros com tecnologia e o seguro se encaixa perfeitamente. É um mercado grande – apesar da baixa penetração no Produto Interno Bruto (PIB), ao redor de 6,5% – e com mais oportunidade de reinvenção do que o próprio setor bancário”, afirmou o executivo ao Estadão/ Broadcast.

O foco do C6 é operar em diversos ramos de seguros com maior foco no varejo como automóvel, prestamista (atrelado a financiamentos) e outros, mas sem ser uma seguradora. Nesse sentido, já fechou parcerias comerciais com players como a canadense Fairfax, a suíça Zurich, a alemã HDI, a americana Chubb e a brasileira Porto Seguro. “Não temos a mínima intenção de sermos uma seguradora”, disse Massukado.