NotreDame Intermedica compra Clinipam, por R$ 2,6 bilhões

A NotreDame Intermédica fechou um acordo para adquirir o Grupo Clinipam, operador de saúde verticalizada com atuação no Paraná e Santa Catarina, por R$ 2,6 bilhões. Segundo comunicado, com a compra, o grupo de saúde consolida sua plataforma verticalizada, entrando em uma nova região de atuação. “Essa aquisição é mais uma demonstração da continuidade da estratégia de crescimento e de fortalecimento da rede própria, impulsionando a presença nos Estados do Paraná e de Santa Catarina e reforçando o compromisso com a criação de valor para seus acionistas, clientes e sociedade”, diz trecho do comunicado.

A operação prevê o pagamento de R$ 2,25 bilhões à vista, em dinheiro, na data de fechamento da transação. Cerca de R$ 150 milhões serão destinados a constituição de uma conta garantia (“escrow”) para contingências futuras e R$ 200 milhões serão pagos mediante a emissão e entrega de 3.365.870 ações de emissão da NotreDame Intermédica, equivalente a R$ 59,42 por ação.

De acordo com o comunicado enviado a CVM, o grupo contratou uma linha de crédito de R$ 2,5 bilhões, por um prazo de 5 anos junto a um grupo de bancos.

O Grupo Clinipam tem dois hospitais, com 133 leitos, quatro unidades de pronto atendimento, 19 centros clínicos, um centro de diagnóstico por imagem, um centro de tratamento preventivo e dez laboratórios de análises clínicas. Ele possui uma carteira de 333 mil beneficiários de planos de saúde localizados majoritariamente na região metropolitana de Curitiba e no Norte e Vale do Itajaí, em Santa Catarina, sendo 52% pertencentes à categoria corporativa.

Nos 12 meses encerrados em 30 de junho, o grupo registrou receita líquida de R$ 635 milhões e a expectativa é de que ela encerre 2019 em R$ 720 milhões, com sinistralidade caixa estimada de 70,5% e uma margem do lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) estimada de 13,7%.

A conclusão da compra está sujeita ao cumprimento de determinadas condições precedentes, incluindo a aprovação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A operação não será submetida à aprovação dos acionistas porque está sendo feita por meio do Hospital Intermédica Jacarepaguá, subsidiária de capital fechado.

Tokio Marine e Grupo ZAP anunciam parceria para facilitar a contratação de Seguros para Imóveis

Seguradora vai disponibilizar produtos Imobiliário e Residencial para contratação nos portais Viva Real e ZAP 

Fonte: Tokio Marine

A Tokio Marine fechou uma parceria com o Grupo ZAP, líder nacional de portais do mercado imobiliário, com 67% dos anunciantes. Os compradores e locatários encontram o Seguro Tokio Marine Residencial diretamente no Viva Real e no ZAP. Já os corretores de imóveis e imobiliárias contam com o Seguro Tokio Marine Imobiliário entre os serviços do Grupo ZAP para oferecer aos seus clientes. 

Com o acordo entre as duas empresas, a adesão ao seguro poderá ser realizada totalmente em ambiente digital, potencializando o acesso para mais de 7 milhões de imóveis anunciados e toda a audiência dos portais, de mais de 46 milhões de acessos por mês. 

“Estamos sempre em busca de soluções inovadoras e que facilitem a vida de nossos Clientes, Parceiros de Negócios e Corretores de Seguros. A atuação em conjunto com o Grupo ZAP permite que estejamos cada vez mais próximos desses públicos, oferecendo as melhores garantias e coberturas para o mercado imobiliário. Para celebrar a parceria e reforçar a aproximação com o setor, fomos patrocinadores do Conecta Imobi, o maior e mais completo evento de tecnologia, marketing e vendas do mercado imobiliário, em setembro. E este é só o início. Em breve, queremos disponibilizar outros produtos nas plataformas”, afirma a Diretora de Canais Especiais da Tokio Marine, Marcia Silva.

Viva Previdência revê política de investimento com queda da taxa de juros

Planos da fundação superam a meta atuarial; com baixa de juros, política de investimentos será revista, afirma presidente, Silas Devai Jr.

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O plano Vivaprev, da Fundação Viva Previdência (Entidade Fechada de Previdência), com cerca de 49 mil participantes, teve um desempenho acumulado até setembro de 2019 de 11,86%, superando investimentos como a poupança (3,33%), a taxa referencial de juros de mercado CDI (4,66%) e a inflação medida pelO INPC (2,63%) no período. O resultado financeiro ficou bem acima da meta atuarial, de 5,74%.

O Vivaprev obteve ganho de R$ 317 milhões de receita financeira no período, com patrimônio R$ 2,828 bilhões. Já o plano Geaprev alcançou, no acumulado do ano, a rentabilidade 15,86%, ante o índice de referência (meta) de 5,84%. O Geaprev obteve aumento das reservas na ordem de R$ 10 milhões, fechando com patrimônio de R$ 74,7 milhões em setembro de 2019.

“Os últimos cortes de juros definidos pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil, que ontem (dia 30/10) fez mais um corte de meio ponto percentual, para 5% ao ano, vão levar a Viva Previdência a rever seu plano de investimentos para o próximo ano”, segundo o presidente da fundação, Silas Devai Jr. A fundação deve aumentar a participação da renda variável em sua carteira, hoje em 20%, com 80% em renda fixa, como forma de manter os bons resultados dos últimos anos.

Os investimentos dos planos Vivaprev e Geaprev capturaram a valorização incorporada nas cotas dos participantes. Na renda fixa, a rentabilidade refletiu os ganhos com a carteira de títulos públicos, indexados à inflação, enquanto a renda variável apresentou excelentes resultados, refletindo a valorização das ações da carteira dos fundos de investimentos.

Resultado em dois anos –  Em dois anos de operação, a Viva obteve em seus dois planos, que atendem a mais de 50 mil participantes, rentabilidade acima de 200% da meta atuarial. Além disso, o superávit obtido nos planos, que somam patrimônio de R$ 3 bilhões, foi acima de R$ 1 bilhão e a receita financeira somou R$ 750 milhões. No período, mais de meio bilhão de benefícios foram pagos aos participantes e atendidas 485 mil demandas.

Em função do superávit financeiro, a Viva Previdência ofereceu benefícios adicionais aos seus participantes. A contribuição mensal dos participantes ativos do Vivaprev, maior plano de fundação, está suspensa por um período de 3 anos e oito meses, entre maio de 2019 e dezembro de 2022, sem nenhuma mudança nos benefícios do plano.

CVG-SP discute o uso de teste epigenético como tendência para o seguro

Por Márcia Alves

Especialistas da RGA concluíram que o teste, que revela a idade biológica dos indivíduos, pode ser uma oportunidade para as seguradoras prevenirem riscos

“O impacto de testes genéticos em seguros de Vida” foi o tema do almoço promovido pelo CVG-SP em parceria com a RGA, dia 31 de outubro, no Terraço Itália. A análise do tema foi realizada pelos médicos Alma Vera, gerente sênior de Subscrição da RGA LatAm, e Ricardo di Lazzaro Filho, cofundador e CEO do laboratório Genera. O evento também contou com a presença do CEO da RGA no Brasil, Ronald Poon Affat.

De acordo com os especialistas, diversos países possuem legislações que proíbem o uso de testes genéticos em seguros, para evitar qualquer tipo de discriminação. No entanto, com a evolução da genômica, surgiram os testes epigenéticos, que podem ser úteis ao seguro na medida em que definem a idade biológica dos indivíduos. 

De acordo com Alma Vera, a epigenética revela as modificações na expressão dos genes causadas por fatores externos, como exposição a produtos químicos, doenças virais, uso de tabaco, álcool etc. Segundo ela, um jovem pode ter uma idade biológica maior que a sua idade cronológica e alguém mais velho pode ter idade biológica menor que a sua idade real.

A especialista acredita que não haverá restrições legais para uso de testes epigenéticos em seguros e que o seu melhor aproveitamento será na prevenção de doenças e melhoria do bem-estar das pessoas. Embora os testes sejam um importante preditor de mortalidade, seus resultados podem ser alterados com a mudança de estilo de vida. Por isso, ela enxerga como uma oportunidade para as seguradoras prevenirem riscos e orientarem seus clientes a terem uma vida mais saudável.

O presidente do CVG-SP, Silas Kasahaya, concordou. “Os testes genéticos não podem ser usados na subscrição de riscos dos seguros de pessoas. Mas, o teste epigenético pode ser utilizado pelas seguradoras para melhorar a qualidade de vida de segurados por meio da oferta de planos de assistência que se adequem ao seu estilo de vida, evitando o surgimento de doenças e, consequentemente, o agravamento de risco”, disse. 

Na abordagem do tema “A Nova era da Genômica”, Ricardo di Lazzaro Filho informou que os custos dos testes genéticos caíram na proporção de sua evolução. Os testes direct-to-consumer (diretamente ao consumidor) já foram realizados por mais de 26 milhões de pessoas nos Estados Unidos. No Brasil, o laboratório Genera é o primeiro a oferecer o teste por um custo abaixo de R$ 500. O mapeamento genético feito pelo teste revela desde a ancestralidade até a tendência para a obesidade, calvície e doenças, como o Alzheimer.

Nova associada – Durante o almoço, o CVG-SP deu as boas-vindas à nova associada Lojacorr, representada, na ocasião, por Luiz Longobardi Jr. e Julio Tucci. A nova sócia-parceira do CVG-SP é formada por uma rede de corretoras de seguros independentes, fundada em 1996, que está presente em 22 estados e Distrito Federal por meio de 55 unidades de negócios.

Fotos: 1-Alma Vera. 2- Ricardo di Lazzaro Filho. 3-Silas Kasahaya e Luiz Longobardi Jr.

Crédito: Antranik Photos

Liberty Seguros oferece plataforma gamificada de treinamento online para corretores

A companhia premia corretores a cada treinamento realizado na plataforma

Fonte: Liberty Seguros

Pensando no desenvolvimento e crescimento constante de seus corretores parceiros, a Liberty Seguros apresenta novidade na sua plataforma online de treinamento, que só nesse ano já registrou 14 mil treinamentos realizados. Agora, a cada curso, o usuário acumula pontos, que podem ser trocados por prêmios e bônus exclusivos, seguindo o conceito da gamificação, que utiliza a técnica de jogos para engajar pessoas por meio de desafios constantes e bonificações.

Com a novidade, a Liberty se torna a primeira empresa do setor a oferecer essa experiência para seus corretores. Além disso, todos os funcionários das corretoras podem ser premiados, já que os acessos não são únicos por corretora. Desde o lançamento oficial para os corretores parceiros, a seguradora já contabilizou o triplo de acessos a plataforma de treinamento.

A companhia vem investindo fortemente em projetos que levam ao crescimento dos parceiros, como por exemplo os treinamentos focados em seguros de Vida, realizados ao longo deste ano em formatos presenciais e por webinars. Até o final do ano, serão lançados os treinamentos de produtos, focados em Liberty Frota Fácil e Liberty Riscos de Engenharia; em atendimento ao cliente com o “Jeito Disney de Encantar Clientes” e “Conheça seu Cliente com Clientômetro”

O programa é dividido em três academias e segue a metodologia do “Treinou, Pontuou, Ganhou!”:

Como funciona – A cada treinamento concluído, os corretores acumulam pontos que podem ser trocados por brindes exclusivos dentro da plataforma. Além disso, todos os parceiros que concluíram algum curso este ano, antes do lançamento, receberão a pontuação retroativa correspondente. Para consultar se já existem pontos acumulados referente a treinamentos anteriores e resgatar prêmios, basta acessar a plataforma da companhia.

Para facilitar o acesso dos parceiros aos treinamentos, os cursos de plataforma foram regionalizados em duas novas áreas: academias e suas respectivas trilhas com conteúdos especiais.

Cada academia tem um foco de aprendizado para os corretores, sendo elas: Academia de Produtos, Academia Digital e Academia de Negócios. A Academia de Produtos tem como objetivo fornecer mais detalhes sobre os produtos da Liberty para os parceiros, enquanto a Academia Digital oferece treinamentos para que os profissionais promovam suas corretoras nas mídias sociais. Já a Academia de Negócios visa aprimorar o conhecimento de corretores em vendas, liderança, ferramentas e desenvolvimento de negócios.

Para conferir a tabela completa de treinos e saber sobre os próximos cursos, acesse a plataforma de treinamento no Meu Espaço Corretor.

O fim do mercado de seguros como conhecemos” é tema de debate nos dias 6 e 7

Painel do especialista Rob Galbraith sobre o tema será moderado pelo presidente da CNseg, Marcio Coriolano

Rob Galbraith, diretor de Inovação do AF Group e autor do livro “O fim do mercado de seguros como conhecemos” (“The end of insurance as we know it”, em inglês), é uma das principais atrações aguardadas no 13º Insurance Service Meeting e no 4º Encontro de Inteligência de Mercado – eventos simultâneos promovidos pela CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras, de 6 a 7 de novembro, no Transamerica Expo Center, na cidade de São Paulo. As inscrições encerram nesta sexta-feira, 1° de novembro. 

O especialista norte-americano discutirá as profundas mudanças previstas no setor segurador nos próximos anos, tendo em vista o acelerado avanço tecnológico. Galbraith apresentará dicas para a longevidade das companhias em um ambiente digital, falará sobre algumas das tecnologias que deverão se consolidar no setor, como a telemetria, a inteligência artificial e a chamada Tecnologia de Registro Distribuído (DLT, na sigla em inglês), cuja primeira infância é representada pelo Blockchain, e o novo perfil da mão de obra. 

— As seguradoras devem fazer três coisas importantes para se adaptar a esse mundo de mudanças aceleradas: primeiro, devem enfrentar com afinco suas ineficiências e pendências técnicas causadas por sistemas e processos desatualizados, procurando maneiras de avançar no século XXI; em segundo lugar, devem estar dispostas a encontrar parceiros confiáveis que possam ajudá-las nessa jornada, incluindo as insurtechs, em vez de seguirem sozinhas, e devem preparar seus funcionários para esse novo mundo, fornecendo treinamento e comunicação contínuos para ajudá-los a trabalhar efetivamente com a tecnologia, pois os funcionários que não o fizerem serão substituídos por essa mesma tecnologia –, destaca Rob Galbraith (leia mais na entrevista concedida por Rob Galbraith ao portal da CNseg) 

Para o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, a participação de palestrantes internacionais, como Rob Galbraith, ratifica o pioneirismo do Insurance Service Meeting e do Encontro de Inteligência de Mercado na discussão de tendências e de novas tecnologias voltadas para o setor segurador. Além da moderação de Coriolano, o painel “The end of insurance as we know it” terá o Presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap) e presidente da Brasilcap, Marcelo Farinha, e o CEO da Mapfre, Luis Gutiérrez, como debatedores 

O Insurance Service Meeting reúne executivos e especialistas das áreas de Tecnologia da Informação, Negócios, Produtos e Serviços, interessados em avaliar inovação e avanços tecnológicos no setor. Nessa 13ª edição, os participantes vão debater também temas como ética e a tecnologia usada para ampliar a compreensão de doenças e oferecer alternativas de tratamento.

OUTROS DESAFIOS – No 4º Encontro de Inteligência de Mercado, especialistas se debruçarão sobre tendências do mercado segurador brasileiro. Entre as quais, destacam-se: “os desafios para a ampliação da base de clientes”, “o público sênior e sua relação com o setor de seguros” e “a transformação digital em curso na China e seus impactos econômicos e sociais”.

O estudo “Panorama Digital do Mercado Segurador”, realizado pela Comissão de Inteligência de Mercado da CNseg, revelou que 90,3% das empresas que participaram dessa pesquisa possuem uma área dedicada ao tema transformação digital. O trabalho contou com empresas que respondem por 48,5% do market share dos mercados supervisionados pela Susep (Superintendência de Seguros Privados) e ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

A pesquisa revelou que as empresas, de uma forma geral, possuem planos de uma transformação digital mais abrangentes e que envolvem mudanças profundas no modo de realizar negócios e na cultura corporativa. E indica que a transformação digital no setor segurador está em desenvolvimento, mas precisará ser mais célere para que as empresas se mantenham competitivas (61,4%), assinalando que todas as seguradoras serão impactadas em larga escala pela transformação digital (79%). 

AIG reverte prejuízo em lucro de US$ 648 mi no 3o. tri de 2019

A American International Group (AIG) registrou lucro de US$ 648 milhões no terceiro trimestre, ao reverter prejuízo de US$ 1,26 bilhão de igual período do ano passado. Os prejuízos líquidos com catástrofes recuaram a US$ 404 milhões, ou US$ 0,45 por ação, de US$ 1,3 bilhão, ou US$ 1,45 por ação, de igual período de 2018. O lucro operacional da AIG ficou em US$ 505 milhões, ou US$ 0,56 por ação. Na comparação anual, o lucro operacional havia sido de US$ 301 milhões anteriormente, ou US$ 0,34 por ação.

Brian Duperreault, presidente e CEO da AIG, disse: “Os resultados estão alinhados às nossas expectativas, principalmente em seguros gerais, que demonstrou uma melhora significativa em relação ao trimestre do ano anterior, impulsionada por nosso foco em excelência de subscrição, disciplina de despesas e estratégia aprimorada de resseguro. Vida e previdência continuaram com resultados sólidos, apesar dos ventos contrários do ambiente sustentado de baixa taxa de juros. Esse negócio continua no caminho certo para fornecer retornos de dois dígitos durante o ano inteiro”.

Mongeral Aegon lança podcast para corretores, o Podcorretar

O PodCorretar já está disponível no Sound Cloud e no Spotify e, em breve, estará também no iTunes e no Deezer

Em constante acompanhamento nas tendências, a Mongeral Aegon saiu na frente e lançou o primeiro podcast desenvolvido exclusivamente para corretores que atuam no segmento de seguros de vida e previdência. O PodCorretar tem periodicidade quinzenal e está disponível nos principais serviços de streaming de áudio.

O primeiro episódio traz como tema inicial dicas sobre boas práticas nas redes sociais, e participam Patrícia Campos (diretora de Gente e Gestão da Mongeral Aegon), Vera Lorenzo (especialista em LinkedIn) e Hiury Linhares (corretor parceiro da seguradora em Goiás). 

O segundo episódio traz um bate-papo sobre as diferenças entre PGBL e VGBL. Participam Carlos Heitor Campani, professor de Finanças na escola de negócios da UFRJ e especialista em previdência, e José Luiz Martins, corretor parceiro da Mongeral Aegon de Brasília e especialista em planejamento financeiro com foco na aposentadoria.

A iniciativa de criar um podcast para estes profissionais surgiu da Universidade Mongeral Aegon, que entendeu que esta seria uma boa oportunidade de expandir a promoção de conteúdos de desenvolvimento e capacitação tanto para corretores parceiros da seguradora quanto para os de mercado.

“A Mongeral Aegon é uma referência quando o assunto é formação e desenvolvimento dos profissionais que atuam no mercado de vida e previdência. O PodCorretar passa a ser mais um ponto de contato da Universidade com os corretores, garantindo conteúdos confiáveis e de qualidade sobre temas relevantes para o dia a dia destes profissionais de forma rápida e prática.  Entre uma visita e outra, o corretor poderá aprender com as informações dos especialistas e com as dicas de colegas que compartilham boas práticas, mantendo-se sempre atualizado”, conta Luciana Rosa, gerente de Educação Corporativa.

O projeto conta, ainda, com o apoio do time Comercial e de Comunicação da seguradora no seu dia a dia. “Além de ser uma iniciativa pioneira no nosso mercado, o podcast é, sem dúvida, mais um valor gerado da marca Mongeral Aegon para os nossos atuais parceiros e para os corretores que ainda não atuam conosco, uma vez que se trata de uma excelente e prática forma de consumo de informação e conteúdo”, comenta a superintendente  de Marca e Comunicação da Mongeral Aegon, Mirella Lavrini.

Braço segurador responde por 28,7% do lucro do banco Bradesco

O resultado das operações de seguros, previdência e capitalização do grupo Bradesco totalizou R$ 3,473 bilhões de julho a setembro, o que representa aumento de 7,5% frente ao terceiro trimestre de 2018. No acumulado do ano, o lucro total ficou em R$ 10,8 bilhões, acima dos R$ 9,5 bilhões do mesmo pedido do ano anterior.

No comparativo com o 2T19, o grupo destaca a evolução de 5% no faturamento, influenciado pela melhora nas contribuições de VGBL/PGBL e prêmios dos ramos auto/re e saúde, alem das menores despesas com comercialização, que compensaram, parcialmente, as maiores despesas com sinistro do ramo saúde.

O menor resultado financeiro reflete, em grande parte, o desempenho de aplicações indexadas ao IPCA. Em relação ao 3T18, o bom desempenho do resultado operacional foi impulsionado, principalmente, pelo crescimento de 12,3% no faturamento, observado em todos os ramos, com destaque para a evolução dos ramos vida, saúde e auto/re. O crescimento do resultado financeiro é reflexo do melhor desempenho das aplicações financeiras, com destaque para renda variável e multimercado, informa o banco em relatório divulgado nesta manhã.

A participação do lucro da seguradora no ganho do conglomerado Bradesco ficou em 28,7% do lucro liquido recorrente do banco, de R$ 19,2 bilhões de janeiro a setembro deste ano.

No terceiro trimestre, o banco Bradesco obteve lucro recorrente de R$ 6,542 bilhões, com alta de 19,6% na comparação com o mesmo período do ano passado. O lucro contábil foi de R$ 5,837 bilhões nos três meses até setembro, com crescimento de 16,5%. As receitas de prestação de serviços totalizaram R$ 8,423 bilhões no trimestre, um aumento de 3,7% ante igual período do ano passado.

Lucro da Mapfre avança 82% no Brasil, para R$ 307,4 mi até setembro

Fernando Pérez-Serrabona

O volume de prêmios alcança R$ 13,6 bilhões no país. Em todo o mundo, valor chegou a 17,2 bilhões de euros, alta de 2,5%

Fonte: Mapfre

A Mapfre Brasil apresentou um lucro de R$ 307,4 milhões nos primeiros nove meses de 2019, um crescimento de 82% em relação ao mesmo período no ano passado. O desempenho foi impulsionado pela evolução dos negócios de Auto e Seguros Gerais, com melhora significativa de mais de 12 pontos percentuais do índice combinado, que ficou em 91,1%. O ROE (Retorno sobre Patrimônio Líquido) também melhorou em mais de três pontos, chegando a 8,9%.

O volume de prêmios subiu 5%, totalizando R$ 13,6 bilhões. O segmento de Vida cresceu 18% na comparação com os primeiros nove meses de 2018, com resultado positivo no negócio de Vida Risco 20%. Os prêmios de Seguros Gerais tiveram incremento de 7%. Já no segmento de Auto, houve uma redução de 15%, o que se justifica pela estratégia aplicada de maior controle técnico na área e pelo reposicionamento de taxas, permitindo que o índice combinado (soma dos índices de sinistralidade e índice de despesas) continuasse melhorando em 14 pontos, para 107,4%.

Para Fernando Pérez-Serrabona, CEO da Mapfre no Brasil, o resultado está atrelado principalmente ao trabalho voltado para eficiência operacional, que tem garantido crescimento sustentável da companhia.  Conseguimos manter o mesmo ritmo das nossas operações e números anunciados no primeiro semestre de 2019. Nossa expectativa é muito positiva para o fechamento do ano, mostrando que o Brasil ocupa um papel importante para a companhia mundialmente”, afirma o executivo.

No Mundo – A receita da Mapfre no período foi de 21,6 bilhões de euros, 6,5% a mais do que no mesmo período de 2018, graças ao aumento dos prêmios – que passaram para 17,2 bilhões de euros (o que representa acréscimo de 2,5%) – e a maiores receitas financeiras. O lucro líquido da companhia ficou em 563 milhões de euros (decréscimo de 12,5%), devido principalmente à deterioração do ágio do negócio de Assistência.

É notável a boa evolução dos negócios na América Latina, onde os prêmios crescem 13,3%. É importante observar que todos os países da região da América Latina apresentaram lucro, com uma excelente relação combinada.

Essa evolução dos negócios é acompanhada por maior força técnica. O índice combinado continua melhorando (1,7 ponto percentual), atingindo 96,4%.

O patrimônio líquido foi de 10,3 bilhões de euros, 12% a mais do que em dezembro de 2018. O total de ativos, por outro lado, aumentou 10,5%, para 74,3 bilhões de euros.

A liquidez da companhia em junho de 2019 era de 198%, com 87% do capital da mais alta qualidade (Nível 1), mantendo grande força e estabilidade, graças à diversificação e políticas rígidas de investimento e gestão do grupo.