MetLife compra 20% da Klimber e amplia atuação na América Latina

A Klimber, insurtech que atua na ampliação do acesso a seguros na América Latina, anunciou que a MetLife, uma das maiores seguradoras globais, adquiriu 20% de participação na companhia. A operação consolida a presença da insurtech no mercado de seguros digitais da região.

No final de 2023, as empresas anunciaram um acordo comercial, criando a MetLife Xcelerator, célula de transformação digital dentro da seguradora. Com a parceria, a Klimber passa a ter participação no faturamento da venda de seguros da MetLife, em um modelo que não envolvia contratação de serviço ou pagamento de taxas.

Em recente entrevista ao Sonho Seguro, Marcelo Tomei, vice-presidente Comercial da MetLife Brasil, contou que a MetLife Xcelerator já impactou mais de 5 milhões de pessoas no Brasil, México e Chile. Com APIs e inteligência artificial, a plataforma permite integrar seguros ao ecossistema dos parceiros em momentos-chave, como contratação de crédito ou financiamento, além de simplificar indenizações, muitas delas pagas em poucas horas.

Com tecnologia própria, a Klimber permite que parceiros dos setores bancário, varejo, fintech e e-commerce integrem e distribuam produtos de seguros de forma ágil e em escala. “O investimento reflete a estratégia New Frontier da MetLife em ação: apoiar a inovação, impulsionar o crescimento e democratizar o acesso ao seguro na América Latina”, afirmou Naomi Johnson, diretora de Transformação de Negócios e Inovação da MetLife América Latina.

“Fundamos a Klimber com a missão de tornar o seguro simples e acessível por meio do uso de dados e inteligência artificial”, disse Julián Bersano, CEO e fundador da insurtech. Segundo ele, a empresa já administra cerca de US$ 300 milhões em prêmios e atende a mais de 13,9 milhões de pessoas na região.

Com um portfólio de parcerias e planos de expansão, Klimber e MetLife pretendem fortalecer a distribuição de seguros em mercados de baixa penetração, contribuindo para a redução da lacuna de proteção na América Latina.

Evento da Guy Carpenter discute os impactos econômicos de catástrofes e o papel do seguro

Na abertura do evento, o CEO da Guy Carpenter, Pedro Farme, declarou que o Brasil “deixou de ser um país não catastrófico” e que o mercado de seguros precisa se adaptar a essa nova realidade. Ele defendeu uma ação coordenada entre governo, indústria de seguros e entidades de classe para minimizar os impactos econômicos de eventos extremos.

Atualmente, com a baixa penetração de seguros, a maior parte dos prejuízos causados por desastres não possui cobertura, o que sobrecarrega os cofres públicos com gastos emergenciais que aumentam o déficit fiscal e comprometem a estabilidade econômica do País.

Em contrapartida, o mercado segurador oferece uma solução eficaz, ao injetar capital na economia, permitindo que empresas, famílias e o governo se recuperem sem consumir poupanças ou aumentar o endividamento.

Segundo Farme, experiências internacionais demonstram que, em países com alta penetração de seguros, a injeção desse capital impulsiona a recuperação econômica, permitindo que o PIB se restabeleça e até supere as expectativas após uma catástrofe.

A necessidade de aprimorar a avaliação de riscos encontra na tecnologia uma aliada fundamental. No evento, a Guy Carpenter apresentou a plataforma GC AdvantagePoint®, que apoia o mercado de seguros na mensuração e na precificação adequada de riscos ligados a eventos da natureza.

Trata-se de um modelo preditivo baseado em simulações estatísticas, capaz de converter dados complexos sobre perigos climáticos em um indicador financeiro claro. Dessa forma, o sistema capacita seguradoras a gerenciar suas carteiras com mais estratégia.

Especialistas da Guy destacaram, na apresentação, que a modelagem de riscos é fundamental para ampliação da oferta de seguros e redução da lacuna de cobertura para catástrofes – atualmente, na faixa de 90% a 95%. Assim, o setor tem a oportunidade de liderar essa transformação de forma proativa e colaborativa, fortalecendo a resiliência da sociedade.

Trazendo o debate para a esfera municipal, o Secretário Executivo de Mudanças Climáticas de São Paulo, José Renato Nalini, detalhou como a metrópole enfrenta os impactos do clima. A cidade conta com um ambicioso Plano de Ação Climática, com 54 metas em cinco eixos, sendo 86% delas já em andamento.

Nalini destacou que o crescimento vertical e a falta de solo permeável na cidade intensificam fenômenos climáticos extremos, como vendavais e enchentes. Ele apontou o transporte como o principal vilão do clima, responsável por 61% da emissão de gases de efeito estufa. Para minimizá-las, a prefeitura busca eletrificar a frota de ônibus e estuda usar biometano como combustível alternativo.

Nalini também expressou preocupação com a saúde da população, uma vez que a poluição do ar reduz a expectativa de vida do paulistano em relação a outras cidades. O impacto é ainda maior na periferia.

O papel estratégico do seguro na agenda climática

Diante de desafios como os da capital paulista, o CEO da CNseg, Dyogo Oliveira, apresentou propostas para reforçar a participação do mercado segurador na agenda climática. Entre as ideias, está a criação de um seguro social de catástrofe, a exemplo de países como a França.

Ele também falou sobre a importância de desenvolver canais de investimento do setor em projetos sustentáveis e incentivou a criação de um hub de parcerias para aprimorar avaliação de riscos climáticos na subscrição, buscando maior assertividade na precificação de apólices.

Além disso, defendeu a criação de uma taxonomia sustentável para classificar atividades econômicas com base em critérios ambientais e sociais, posicionando o mercado como facilitador de práticas responsáveis. 

Por fim, Oliveira ressaltou a necessidade de uma visão de longo prazo e maior planejamento para otimizar a alocação de recursos públicos, que hoje são mais utilizados na resposta a desastres do que na prevenção. Nesse sentido, o know-how de análise de riscos do mercado de seguros pode apoiar um direcionamento estratégico dos investimentos.

Ituran Brasil anuncia Murilo Riedel, ex- Santander e HDI, como conselheiro

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A Ituran Brasil, líder em tecnologia e telemetria veicular, anuncia Murilo Riedel ao seu quadro consultivo como conselheiro da companhia. O executivo passa a atuar de forma estratégica no canal de soluções da Ituran para o segmento de seguros e demais frentes de negócio da companhia, com foco no fortalecimento da marca Ituran e do portfólio de produtos.

“É uma honra contar com a experiência e a visão estratégica do Murilo em nosso board consultivo. Sua trajetória no setor de seguros, aliada ao conhecimento em inovação e desenvolvimento de produtos, será crucial para impulsionarmos nossa atuação em todo o ecossistema automotivo, através da conexão direta com os veículos, e reforçarmos a posição da Ituran como referência em mobilidade, tecnologia de dados e segurança”, destaca Amit Louzon, CEO da Ituran Brasil.

Formado em Administração pela FEA-USP, com especialização em Estatística Aplicada pela USP e MBA pela FIA-USP, Riedel acumula mais de 40 anos de experiência no setor de seguros. Foi diretor estatutário do Banco Santander, responsável por toda a área de seguros no Brasil, e CEO da HDI Seguros, onde também atuou como membro do Conselho de Administração no Chile e na HDI Global. Sua trajetória inclui ainda passagens por AGF Seguros, Liberty Seguros e foi também conselheiro da Santander Auto Seguros e da Zurich-Santander Seguros.

Para Murilo Riedel, o novo desafio reforça o papel da Ituran como empresa inovadora no mercado de seguros e com alta tecnologia de mobilidade urbana: “Ao longo da minha trajetória, atuei em diversas áreas do setor de seguros, como produtos, inovação, digital, resseguros e sinistros. Minha expectativa é usar essa expertise que acumulei para contribuir com a expansão das soluções da Ituran no setor de seguros, que unem tecnologia de ponta e propósito claro: oferecer mais segurança e tranquilidade aos brasileiros”, finaliza Murilo Riedel.

Zurich apresenta campanha institucional e reforça posicionamento como “A nova geração de seguros” 

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A Zurich Seguros inicia uma nova fase de sua campanha institucional de marca com o conceito “Zurich. A nova geração de seguros”. A proposta reforça o posicionamento da companhia como uma seguradora preparada para os desafios contemporâneos, que alia tecnologia, empatia e impacto positivo, sem abrir mão da solidez de mais de 150 anos de experiência global. 

A iniciativa representa a evolução da estratégia lançada anteriormente e se materializa agora em uma abordagem ainda mais abrangente, conectada com os diferentes perfis de clientes em todo o Brasil. Com foco nas linhas pessoais, como automóvel, residencial, celular, vida e previdência, a Zurich destaca os atributos que caracterizam seus produtos como parte de uma nova geração: mais sustentáveis, simples, transparentes e inovadores, com coberturas e serviços adaptados às necessidades reais do dia a dia. 

Para impulsionar essa nova etapa, a Zurich escalou como embaixadores de marca dois nomes reconhecidos do jornalismo esportivo nacional: Felipe Andreoli, apresentador com trajetória em programas como Globo Esporte e Esporte Espetacular, e Fernando Nardini, narrador e comentarista da ESPN. Ambos representam os valores da marca em temas como performance, disciplina, resiliência e confiança, e atuam como importantes pontes com o público brasileiro. 

“A nova geração de seguros é aquela que acompanha as transformações do mundo e das pessoas. É um mote que valoriza a experiência, a conveniência, a responsabilidade social e ambiental e a clareza no que está sendo contratado. A Zurich quer estar ao lado de seus clientes em todos esses momentos, entregando proteção de forma leve, acessível e eficiente”, afirma Lucía Sarraceno, diretora de Marketing e Clientes da Zurich. 

A campanha também está diretamente conectada à estratégia de expansão regional da companhia, que vem sendo implementada desde 2022. Em complemento às veiculações em grandes mídias nacionais, a Zurich fará um amplo investimento em mídias locais, com inserções em emissoras regionais, presença em plataformas digitais segmentadas e ações de relacionamento em praças prioritárias. 

“A comunicação regional tem papel fundamental na nossa estratégia de marca. Ao adaptar a linguagem e o canal, conseguimos gerar mais conexão com o cliente final e facilitar a atuação dos nossos parceiros comerciais em cada região do Brasil”, complementa Lucía. 

A campanha reforça ainda o compromisso da Zurich com o clientecentrismo, modelo adotado pela companhia para garantir que todas as etapas da jornada, do produto ao atendimento, estejam orientadas pelas reais necessidades do consumidor. Além disso, a seguradora mantém sua aposta no corretor como peça-chave para ampliar o acesso ao seguro no Brasil, com ações que incluem capacitação, suporte comercial, escuta ativa e valorização contínua. 

Outro destaque da campanha é o investimento no território do esporte, com foco em três modalidades que expressam valores compartilhados pela marca: tênis, flag football e skate. O apoio da Zurich vai além do patrocínio a grandes eventos e contempla também jovens atletas e projetos sociais voltados à inclusão e ao desenvolvimento humano. A seguradora é apoiadora, por exemplo, das Irmãs do Tênis, Agatha e Tabatha Carvalho – jovens atletas são um exemplo da inclusão de meninas no esporte –, do atleta de skate Zion Furegato,  e das seleções brasileiras feminina e masculina de flag football. 

“O esporte é uma ponte poderosa entre pessoas, gerações e valores. Ele conecta princípios como disciplina, resiliência, empatia e superação, os mesmos que movem a Zurich e nos aproximam dos nossos clientes e parceiros. Mais do que visibilidade, buscamos gerar impacto positivo e ampliar o acesso à cultura do seguro de forma leve, inclusiva e transformadora”, pontua Lucía. 

Na esfera digital, influenciadores como Gudan, o Husky (linha residencial), Inspire Outras (automóvel), Matheus Wobeto (celular) e Marieli Mallmann (vida e previdência) reforçam os atributos da campanha com conteúdos leves, acessíveis e conectados ao cotidiano. Juntos, esses criadores ajudam a traduzir os diferenciais dos produtos da Zurich para públicos diversos, com linguagem simples e próxima. 

“A escolha dos embaixadores e influenciadores foi pensada como uma estratégia para dialogar com toda a nossa audiência. O Felipe Andreoli e o Fernando Nardini são os rostos mais amplos da campanha, com grande identificação com o universo esportivo e forte conexão com o público geral. Já os influenciadores de produto nos ajudam a chegar em nichos específicos, falando de forma leve e direta sobre as soluções que a Zurich oferece. E, por fim, os três nomes ligados ao esporte, as Irmãs do Tênis, o Zion Furegato e a CBFA, representam, com autenticidade, os nossos investimentos em modalidades que traduzem os valores da marca”, conclui a diretora de Marketing e Clientes da Zurich. 

A nova fase da campanha será oficialmente apresentada ao mercado durante a participação da Zurich no CONEC 2025, que acontece entre hoje (25) e 27 de setembro, no Distrito Anhembi, em São Paulo. Considerado o maior congresso de corretores de seguros da América Latina, o CONEC reunirá milhares de profissionais do setor e será palco para a Zurich reforçar sua proposta de valor, com estande institucional, ativações interativas e conteúdos voltados à valorização e ao relacionamento com os corretores. 

Festival da Inovação, do Grupo Bradesco Seguros, chega a mais uma edição com programação inédita

por Bradesco

Entre os dias 7 e 9 de outubro, o Grupo Bradesco Seguros promove Festival da Inovação com o tema “O algoritmo humano”. Em um cenário de transformações aceleradas, impulsionadas pela inteligência artificial e pela automação, o evento propõe uma reflexão sobre o papel essencial da adaptação e desenvolvimento de competências humanas, como criatividade, empatia, senso crítico e visão de comunidade. 

A programação contará com uma imersão conceitual nos cinco sentidos, explorando novas habilidades e competências de futuro, tendências e tecnologias que estão transformando o mercado e sobre o impacto das mudanças em nossas rotinas pessoais e profissionais. “O Festival reforça nosso compromisso com uma inovação que valoriza as pessoas. Mais do que automatizar processos, buscamos entender como a tecnologia pode ampliar nossas capacidades humanas e contribuir para um futuro mais equilibrado e consciente”, afirma José Loureiro, diretor de Inovação, Digital e Dados do Grupo Bradesco Seguros.

Além dos executivos do Grupo Bradesco Seguros, entre os convidados dos painéis estão o filósofo Luiz Felipe Pondé, a futurista Martha Gabriel, o criador do canal “Ei Nerd” Peter Jordan e executivos, Microsoft e StartSe, entre outros.

O público poderá acompanhar as sessões nos dias 7 e 8, de forma gratuita, pelo link exclusivo: Festival da Inovação. No dia 9 de outubro, a programação será dedicada aos funcionários, com o tema “Sentindo na pele”, conectando os insights à realidade da companhia e trazendo interações com tecnologias na prática e startups, além de um momento para os corretores de seguros.

Programação – Festival de Inovação 2025

Dia 07 – Visão de habilidades do futuro [público geral]

  • 9h – Abertura
  • 9h10 – ‘Criatividade em tempos de algoritmo: um convite à reinvenção’, com Luiz Felipe Pondé, professor e filósofo.
  • 10h – ‘Futuro do trabalho: as habilidades do século’, com Martha Gabriel, futurista e professora de inteligência artificial.
  • 11h – ‘Tendências comportamentais e o impacto no mercado segurador’, com João Schmitz, gerente sênior global de Inovação, e Marcella Campos, gerente de inovação, ambos da MJV, e Aline France, coordenadora de pesquisa e inovação na área de Inovação do Grupo Bradesco Seguros.
  • 13h30 – ‘Momento Viva Bem: Saúde mental e criatividade em tempos de algoritmo’, com Marina Nascimento, coordenadora de Recursos Humanos e do programa Viva Bem no Grupo Bradesco Seguros.
  • 14h – ‘Construindo comunidades: o poder de influenciar o consumo de gerações inteiras’, com Peter Jordan, youtuber e criador do canal “Ei Nerd”.
  • 15h – ‘Sustentabilidade 4.0: GreenSkills e a Era dos Dados’, com Ivani Benazzi, superintendente na área de Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros, e Magda Maya, geocientista e doutora em desenvolvimento e meio ambiente.

Dia 08 – Escutando sinais da disrupção [público geral]

  • 9h – ‘Criando um ambiente próspero para agentes de IA em seguros’, com Guilherme Haraguchi, superintendente sênior de Customer Insights, Inovação, Transformação Ágil e Dados do Grupo Bradesco Seguros, e Marcus Rocha, executivo de vendas de LowCode & Automação na Microsoft.
  • 10h – ‘Decisões digitais, resultados reais’, com Carolina Kia, CEO e fundadora da Weme; Roberto Celestino, head de ESG na NTT Data Brasil; Nina Silva, CEO e fundadora do Movimento Black Money; e Ivo Cândido, consultor de pesquisa e inovação na área de Inovação no Grupo Bradesco Seguros.
  • 11h – ‘Interconexão de setores: parcerias estratégicas de valor’, com Sofia Pimenta, sócia e CMO da The Bakery; Gabriela Comazzetto, head de negócios LATAM no TikTok; e Felipe Szuster, gerente na área de Inovação do Grupo Bradesco Seguros.
  • 13h30 – ‘Momento Viva Bem: Escutando os sinais do corpo em tempos de disrupção’, com Marina Nascimento, coordenadora de Recursos Humanos e do programa Viva Bem no Grupo Bradesco Seguros.
  • 14h – ‘Mudanças radicais versus aprendizado contínuo’, com Piero Franceschi, CEO e sócio da escola internacional de negócios Startse.
  • 15h – ‘Uma Viagem para o Futuro’, com Bruno Natal, fundador e apresentador do podcast de tecnologia “Resumido”.

Dia 09 – Sentindo na pele [corretores e funcionários]

  • 14h – Momento corretor em foco: “O futuro em suas mãos: IA como aliada no dia a dia”, com Daniela Klaiman CEO da FutureFuture, empresa de consultoria de negócios do futuro.

Porto Serviço e LG Electronics do Brasil anunciam parceria para instalação especializada de produtos

por Porto

A Porto Serviço, unidade de negócios do Grupo Porto especializada em atendimentos emergenciais e de conveniência, anuncia uma nova parceria estratégica com a LG Electronics do Brasil, que tem como objetivo oferecer uma experiência de instalação de eletrodomésticos com a qualidade e a agilidade que são marcas registradas da Porto Serviço.

Por meio dessa parceria, a Porto Serviço passa a realizar a instalação de eletrodomésticos da LG Electronics do Brasil, como aparelhos de ar-condicionado, lava e seca e refrigeradores. Os clientes terão acesso a um atendimento ágil e seguro, com a garantia de um processo de instalação prático e eficiente.

“Estamos muito satisfeitos com essa parceria, que reforça nosso compromisso em oferecer soluções completas para os consumidores. É mais um passo na nossa jornada de aprimorar a experiência do cliente e ampliar nossa presença no mercado,” afirma Tomas Trabulsi, diretor de Negócios e Parcerias Estratégicas da Porto Serviço.

Para a LG Electronics do Brasil, a parceria representa um movimento estratégico alinhado à sua visão de entregar conveniência e confiança em todas as etapas da jornada do consumidor. “Sabemos que a praticidade é um fator decisivo para nossos clientes. Com a Porto Serviço, estamos simplificando o processo de instalação de nossos eletrodomésticos e garantindo a segurança de um serviço especializado. Essa colaboração reforça nosso compromisso de tornar a vida dos consumidores mais fácil e prazerosa, desde a compra até o uso dos produtos LG,” comenta Adriano França, Diretor de Serviços para América Latina da LG Electronics.

Com a iniciativa, a Porto Serviço amplia sua capilaridade e segue avançando em sua estratégia de expansão e inovação em soluções, oferecendo um atendimento de qualidade em todo o território nacional, sendo a LG Electronics do Brasil a primeira fabricante a ter essa parceria com a empresa.

CNseg: Augusto Braun fala sobre a realidade dos municípios frente a crise climática

por CNseg

O quarto episódio da série especial “Seguros na COP30” vai ao ar nesta quinta-feira (25), às 13h, dentro do canal SeguroPod. No programa, Augusto Braun, assessor especial da presidência da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), fala sobre a realidade dos municípios brasileiros, que, muitas vezes, precisam esperar mais de ano e meio para receber os recursos previstos.

Braun também detalha por que os municípios decretaram estado de emergência mais de 59 mil vezes na última década, acumulando prejuízos que ultrapassam R$ 400 bilhões. Além disso, aponta como o seguro climático e os consórcios de defesa civil podem ser a chave para construir um futuro mais seguro e resiliente no nível local.

Apresentado pelo jornalista Vagner Ricardo, editor da Revista de Seguros, o programa será transmitido no Spotify e no YouTube da CNseg, todas as quintas-feiras, às 13h, até o dia 6 de novembro, e reforçam o protagonismo da CNseg na construção de soluções que unem inovação, proteção financeira e sustentabilidade.
 

Ao longo das semanas, outros especialistas, executivos e autoridades públicas compõem a programação:

  • Roberto Santos, presidente do Conselho Diretor da CNseg destaca como seguradoras estão se preparando para o novo cenário climático;
  • Vinícius Brandi (Ministério da Fazenda) e Helena Venceslau (Ministério do Planejamento e Orçamento)abordam os desafios legislativos e regulatórios;
  • Gilberto Martins (Anfavea) fala sobre os impactos da transição climática na indústria;
  • Manoel Renato (Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos) destaca os desafios da infraestrutura e da resiliência urbana;
  • Deputado Fernando Monteiro (Republicanos-PE) comenta o papel do Legislativo na agenda climática;
  • Claudia Prates, diretora de Sustentabilidade da CNseg, e Gustavo Brum, superintendente-executivo da CNseg encerram a temporada com reflexões sobre adaptação e governança climática.

CNseg: setor de seguros debate novos padrões rumo à COP30

Screenshot

por CNseg

Transparência não é mais diferencial, é exigência. E no setor de seguros, o reporte ASG ganha cada vez mais protagonismo como instrumento de credibilidade e confiança. Essa foi a conclusão do o webinar “Reporte ASG e Transparência no setor de seguros”, realizado pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) em 23 de setembro. 

O quarto e penúltimo encontro da série “Jornada do Setor de Seguros Rumo à COP30” reuniu especialistas para discutir a regulação internacional de reporte de sustentabilidade e seus impactos para o mercado segurador.

A abertura ficou a cargo do gerente de Sustentabilidade da CNseg, Pedro Werneck, e as apresentações foram conduzidas por Elanne Almeida, sócia de Mudanças Climáticas e Sustentabilidade da EY Brasil, e Diego de França Pereira, sócio de ESG para o setor financeiro da EY Brasil.

Elanne Almeida iniciou sua apresentação abordando os IFRS S1 e S2, as normas internacionais de reporte de sustentabilidade elaboradas pelo International Sustainability Standards Board (ISSB). Segundo ela, essa nova regulação visa atender à necessidade de divulgação do setor segurador em relação ao seu desempenho ASG (Ambiental, Social e de Governança) e como esse desempenho impacta as demonstrações financeiras.

O objetivo é criar uma base global de informações claras, comparáveis e úteis para investidores e demais stakeholders, conectando relatórios financeiros e de sustentabilidade em um modelo de relato integrado.

A executiva destacou que o Brasil já iniciou a adaptação às normas, com exigência obrigatória para companhias abertas a partir de 2026, conforme decisão da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Até lá, haverá período de adoção voluntária.

Diego de França Pereira ressaltou as diferenças entre o IFRS e a Circular Susep nº 666, em vigor desde 2024. Enquanto a Susep adota um modelo mais prescritivo, com tabelas padronizadas a serem preenchidas pelas supervisionadas, o IFRS estabelece uma abordagem baseada em princípios, exigindo divulgações mais detalhadas e com foco direto no investidor e no mercado de capitais.

Apesar das diferenças, ambos os modelos compartilham a base do TCFD (Task Force on Climate-related Financial Disclosures), com quatro pilares: governança, estratégia, gestão de riscos e métricas/metas.

Riscos, oportunidades e materialidade financeira

O debate também abordou como as seguradoras devem identificar e reportar riscos e oportunidades relacionados ao clima e à sustentabilidade. Isso inclui desde o impacto de desastres naturais sobre os sinistros e reservas técnicas até a possibilidade de desenvolver novos produtos e serviços para setores expostos a riscos climáticos.

Um ponto central, segundo os palestrantes, é a materialidade financeira: as informações divulgadas devem demonstrar de que forma as mudanças climáticas e outros fatores ASG afetam diretamente o desempenho econômico da companhia.

Os especialistas destacaram que a adoção dos novos padrões demandará maior integração entre as áreas de sustentabilidade, governança, controladoria, riscos e tecnologia. Também será necessário definir claramente os horizontes temporais de curto, médio e longo prazo, de acordo com as especificidades de cada setor.

“Para uma mineradora, longo prazo pode significar mais de 30 anos, enquanto no setor de moda o horizonte é de apenas cinco”, exemplificou Elanne Almeida.

Encerrando o webinar, Pedro Werneck reforçou que a série da CNseg prepara o setor de seguros para os desafios e oportunidades que estarão em evidência na COP30, em Belém, em 2025. “Transparência e reporte estruturado de informações ASG são fundamentais para consolidar a confiança do mercado e dos investidores”, concluiu.

Plataforma da CNseg registrou mais de 250 incidentes cibernéticos no 1º semestre

por CNseg

A era digital potencializou avanços inéditos, mas também impôs uma nova camada de vulnerabilidade. Somente no primeiro semestre deste ano, 253 alertas de incidentes foram emitidos pela plataforma de Compartilhamento de Incidentes Cibernéticos (CIC), da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). Uma média mensal de 42 eventos. 
Dos incidentes, o Alerta de Vulnerabilidade se destaca como o tipo mais comum de comunicação, com 43% do total, somando 108. Notícias sobre incidentes, Curiosidades e Fatos de cyber estão em segundo com 17%; e Campanhas de Phishing ou Fraudes em terceiro, com 16%.

O CIC promove a troca de informações sobre ataques entre empresas com confidencialidade garantida, visando reduzir o tempo de resposta e aumentar a resiliência do setor. A notificação das vulnerabilidades, com agilidade, ajuda as organizações a tomarem ações preventivas, como o isolamento de sistemas em risco ou a aplicação imediata de correções. 

No ano passado, o Brasil registrou 356 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos, movimentando cerca de R$ 17 bilhões em investimentos em segurança digital. Ainda assim, os prejuízos estimados chegaram a mais de R$ 2,3 trilhões, afetando cerca de 40 milhões de brasileiros.

No contexto corporativo, o aumento da superfície de exposição, impulsionado pela transformação digital, uso de serviços em nuvem e terceirização de processos, exige mais do que ferramentas tecnológicas: requer uma abordagem estratégica de gestão de riscos. Nesse cenário, o seguro de riscos cibernéticos vem ganhando protagonismo. Voltado exclusivamente para empresas, o produto oferece proteção contra danos causados por ataques virtuais, como vazamento de dados, interrupção de serviços, perdas financeiras e até ações judiciais por uso indevido de informações.

Essa necessidade não se limita às grandes corporações. As médias empresas, embora em crescimento e cada vez mais digitalizadas, enfrentam desafios ainda maiores diante da falta de estrutura para mitigar incidentes cibernéticos. Estudo da AON mostra que 55% delas ainda não buscam nenhuma proteção contra riscos digitais.
Para Victor Perego, membro da subcomissão de Linhas Financeiras da FenSeg, o seguro precisa estar alinhado à estratégia de gerenciamento de risco da empresa: “A interrupção do negócio, por exemplo, é uma das coberturas mais sensíveis. Mas é preciso entender qual o tempo de paralisação que a empresa consegue suportar antes de sofrer perdas irreversíveis. Essa análise define o melhor desenho de apólice e o período de carência de lucros cessantes.”

A legislação brasileira também evoluiu. A Circular SUSEP 638/2021 inseriu a cibersegurança no centro do sistema de controle interno das seguradoras, exigindo que todas as supervisionadas tenham políticas compatíveis com seu porte, grau de exposição e complexidade operacional. A norma também impõe o registro e comunicação de incidentes, capacitação contínua e monitoramento de terceiros com acesso a dados sensíveis.

Susep prorroga o prazo da consulta pública sobre Cobertura de Alagamento e Inundação

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) aprovou hoje (24), na Reunião do Conselho Diretor, a prorrogação do prazo da Consulta Pública nº 4/2025, que trata da minuta de Análise de Impacto Regulatório (AIR) sobre Cobertura de Alagamentos e Inundação. A Consulta Pública, que inicialmente se encerrou em 17 de setembro, foi reaberta e poderá receber sugestões dos interessados até o dia 29 de setembro de 2025.

As sugestões podem ser realizadas por meio do preenchimento de questionário disponível no site da Susep, com posterior encaminhamento para o e-mail cgeco@susep.gov.br.

Para conhecer a minuta de Análise de Impacto Regulatório (AIR) sobre cobertura de alagamento e inundação e baixar o questionário, acesse a página da Susep sobre a Consulta Pública n° 4/2025.

Sobre a Consulta Pública nº 4/2025:

O objetivo central da AIR é analisar o padrão de oferta da cobertura de alagamento e inundação no seguro compreensivo residencial e avaliar alternativas para ampliar sua penetração no mercado brasileiro.

A proposta de submissão da AIR à consulta pública apresenta-se como um instrumento inovador para a autarquia e que abre a possibilidade de participação social antes mesmo da decisão sobre a necessidade de medidas regulatórias. Dessa forma, o estudo em tela busca apresentar as análises realizadas até o momento e obter o retorno da sociedade sobre as alternativas consideradas e os critérios identificados, possibilitando a participação social antes da decisão final.

O objetivo principal da consulta é colher percepções, críticas e sugestões amplas da sociedade quanto à metodologia utilizada; às dimensões consideradas e seus respectivos pesos; aos possíveis impactos e seus respectivos pesos; e às notas atribuídas para cada alternativa, permitindo que tais contribuições enriqueçam o estudo e subsidiem eventuais medidas futuras.