Insurance Meeting: reguladores debatem o projeto sandbox, com vistas a ampliar a competição e fomentar a inovação

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Fonte: CNseg

A Susep recebeu, dentro do processo de consulta pública de seu projeto de inovação, várias sugestões de aperfeiçoamento dos normativos apresentados. Dentro do projeto de inovação, serão testadas soluções pelo prazo máximo de 36 meses, oferecidas por seguradoras com autorização de operação temporária. O edital está previsto para ser publicado em janeiro de 2020, dentro do projeto coordenado pelo Ministério da Economia, que conta, também, com participação do Banco Central do Brasil e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A proposta dos reguladores é criar permissões temporárias a novos modelos de negócios e serviços para os quais ainda não existe regulação específica, de modo que possam se desenvolver e serem monitorados em um ambiente controlado.

O debate ocorreu durante o painel “A regulação em um ambiente de avanços tecnológicos”, realizado no 13º Insurance Service Meeting, que acontece simultaneamente ao 4º Encontro de Inteligência de Mercado, realizados pela CNseg em 6 e 7 de novembro, em São Paulo.

Segundo Eduardo Fraga, diretor da Susep, as exigências para participar do projeto de inovação, definidas na consulta pública, buscam evitar produtos com pagamento de prêmios únicos, além de limitarem os riscos subscritos e certos ramos de negócio. Por isso, não foram permitidos produtos de previdência e seguros de cauda longa. 

A empresa participante do projeto de inovação da Susep poderá solicitar a saída, autorização para funcionar de forma plena, transferir sua carteira ou ser adquirida por outra seguradora dentro do período de 36 meses. Se o prazo expirar, a autorização para funcionamento será cancelada. No entanto, há algumas premissas que podem cancelar a autorização. Uma das principais é o número de reclamações. “Se o número for elevado, a autorização para atuar será cancelada”, informou. Os possíveis participantes questionaram esse quesito, afirmando ser necessário analisar os tipos de reclamação para não serem penalizadas por aquelas fruto de má fé. “Estamos atentos a isso e buscando uma forma para lidar com esse tipo de distorção”, afirmou.

Segundo ele, a Susep “teve dificuldade para estimar a demanda. Por isso foi colocado o limite de 10 projetos. Mas pode ser que isso seja alterado. Se a demanda estiver muito grande, com a presença de projetos robustos, pode se alterar a abrangência inicial”, alertou. Algumas coisas não foram possíveis e temos de frisar que trata-se de sandbox regulatório e não de um sandbox legal. Ser uma sociedade de capital aberto, ter de cumprir normas de proteção de dados e de prevenção à lavagem de dinheiro, além de arcar com a taxa de fiscalização são alguns itens que não puderam ser flexibilizados, informou. 

A reinvenção na forma de regular o mercado

O chefe da Assessoria de Análise Econômica da CVM, Bruno Una, apresentou um gráfico mostrando que, na Inglaterra, onde o sandbox foi criado, 90% dos projetos seguiram adiante depois de finalizado o período de testes e que 40% destes conseguiram financiamentos. 

A CVM recebeu 26 contribuições ao normativo sobre sandbox regulatório durante a fase de audiência pública, que estão sendo analisadas e, assim como a Susep, pretende finalizar o processo em janeiro de 2020. A autarquia também recebeu cerca de 15 consultas. Um caso inédito para a CVM, que não está interessada apenas em produtos e, sim, em grandes ideias, que tragam ganhos de eficiência, redução de custos e ampliação de acesso a produtos. 

 A revisão do estoque regulatório como prioridade da ANS

O diretor presidente da Agência Nacional de Saúde (ANS), Leandro Fonseca, informou que a Agência não possui um projeto de sandbox, como Susep, CVM e BC. “Mas temos boas notícias. Quando se olha o arcabouço regulatório da ANS, temos mudanças relevantes no passado recente e outras que estão em discussão para viabilizar os mercados e também abrir espaço para novos entrantes”, comentou. 

Segundo ele, a revisão do estoque regulatório tem sido um tema prioritário na agenda da ANS nos últimos anos, visando fomentar a competição saudável do setor. “Por trás deste objetivo de incentivar a competição e regulação proporcional, a ANS já vem fazendo um árduo trabalho, sem a necessidade de criar uma regulação especifica como o sandbox. Vamos aguardar nossos amigos, aprender com eles e, se for o caso, trabalhar uma norma especifica como a do sandbox”, afirmou. 

“Os reguladores terão a oportunidade de analisar os resultados positivos e negativos do sandbox, de modo que será possível transformar também as regras do ambiente plenamente estabelecido, mantendo a solvência, reduzindo custos e flexibilizando barreiras regulatórias”, concluiu Karini Madeira, superintendente de acompanhamento técnico da CNseg, moderadora do painel.

Insurance Meeting: revolução tecnológica moderniza mercado segurador

Marcio Coriolano, presidente da CNseg, Camilo Ciuffatelli, presidente da Comissão de Processos e Tecnologia da Informação da CNseg e Leandro Fonseca, presidente da ANS, participam da abertura dos eventos que acontecem hoje e amanhã, em São Paulo

“Há pouco tempo achávamos que uma nova revolução tecnológica no nosso mercado era apenas um conceito. Entretanto, a prática recorrente de inovação de instrumentos como a digitalização, a inteligência artificial e ferramentas poderosas de análise de dados, já é uma realidade e, cada vez mais, sabemos que os empresários que souberem se apropriar, ou pelo menos adaptar-se, a essa revolução tecnológica, terão melhores condiçôes competitivas. Ou de sobrevivência.”

Assim Marcio Coriolano, presidente da Confederação das Seguradoras (CNseg) deu inicio a dois importantes eventos do setor:  o 13º Insurance Service Meeting e o 4º Encontro de Inteligência de Mercado. Os debates acontecem nos dias  6 e 7 de novembro, no Transamerica Expo Center, em São Paulo e vão reunir um time multidisciplinar de especialistas para discutir “A Jornada da Transformação no Setor de Seguros”.

Coriolano pontuou alguns dos desafios do setor, pontuando os atuais, que determinarão o futuro do setor. “Temos feito bem a lição de casa. Afinal, não é por outra razão que estamos nos reunindo aqui pela 13ª vez”, ressalta o presidente.

Como experiente gestor de seguros, fez algumas consideraçōes e provocaçōes sobre o tema. Segundo ele, em qualquer movimento inovador, disruptivo ou progressivo, há o “caldo verdadeiro e a espuma”. Como representante setorial, ele se sente responsável por chamar a atenção das associadas da CNseg para as propostas e soluçōes que se encaixem nas necessidades de cada uma delas.

“Estamos vivendo hoje oportunidades e ameaças de propostas em, pelo menos, três direções”, enfatizou. A primeira direção, citou, são incrementos tecnológicos que chama de “eliminação de cotovelos”, com objetivo de encurtar processos. “Cabe escolher os melhores”, avisou.

A segunda oportunidade ou ameaça, são as inovações que agregam novos negócios, e que precisam de escala, de volumes, e de competências específicas do negócio. são aquelas que necessitam de capital e sinergias que apenas uma parceria com incumbentes – as estabelecidas – podem levar a efeito.

A terceira, citou, são as que podem mesmo ameaçar o “status quo” do negócio. Aquelas que estão implicando, ou poderão implicar, em um negócio que amplie a base de penetração dos seguros. um produto ou serviço que poupe capital, e, ao mesmo tempo, tenha viabilidade em escala ampliada.

Todas essas três vertentes merecem atenção atualmente, segundo ele. “Mas, intuo que não é nada fácil para as seguradoras e investidores navegarem no mercado “insurtech” e terem avaliação precisa sobre qual das três direções oferecem maiores perspectivas e factibilidade”, afirmou.

De um lado e do outro – das seguradoras e dos fornecedores de soluçōes – os melhores resultados serão vencedores. De acordo com Coriolano, é preciso muito preparo para a escolha. Talvez, em algum momento seja necessário um cardápio de critérios que ajude a identificar em qual vertente as insurtechs que disputam o mercado se situa.”Afinal, estamos saindo, mundialmente, da fase da prova de conceito da nova revolução tecnológica dos seguros, para a fase da prova de viabilidade”, finalizou.

Camilo Ciuffatelli, presidente da Comissão de Processos e Tecnologia da Informação da CNseg, afirmou que os desafios são muitos. “Frequentei dezenas e tenho certeza que serão centenas de eventos sobre inovação diante da grande demanda que temos e teremos daqui para frente. E saio de todos ele com propostas que me ajudam a tomar decisões importantes no meu dia a dia como executivo de seguradora”, citou ele, que é gerente de tecnologia da seguradora japonesa Tokio Marine. “Agradeço imensamente a toda a equipe da comissão da CNseg, que durante 4 meses conciliou o trabalho nas companhias para as quais trabalham, com a organização de evento”.

Leandro Fonseca, presidente da Agência Nacional de Saúde (ANS), destacou a importância de participar de eventos que discutem melhorias para os mercados. “Sabemos que o sentido de inovação é muito diferente para o setor privado e público. No público se faz o que é possível, enquanto no privado de vai muito além, uma vez que o debate com prestadores de serviços junto com seguradoras é um movimento que agrega a todos”, afirmou.

Concordando com Coriolano sobre a incerteza sobre o futuro, Fonseca destacou um ponto bom deste cenário que permeia diversos segmentos no mundo. “Todos acabam buscando soluções que necessitam de colaboração, parcerias e estratégias conjuntas. E esse é o principal ganho que eventos como esse trazem para todos nós”.

Economia prateada: Eles têm dinheiro, querem consumir, são diversos e a longevidade vai além de saúde e previdência

A economia prateada é a terceira maior do mundo. Seria o terceiro maior pais do globo, superado pelas economias dos EUA e da China. Já movimentam mais de R$ 1 trilhão no Brasil e mais de US$ 15 trilhões nos Estados Unidos. “Uma população é enorme”, diz Clea Klouri, sócia da Hype 60, durante o painel “Publico Senior, Oportunidades e Desafios para o mercado segurador”, no 4o, Encontro de Inteligência do Mercado, promovido pela CNseg, em São Paulo. “Eles têm dinheiro, querem consumir, são diversos e a longevidade vai muito além de saúde e previdência”, afirma.

A especialista mostrou diversos videos que mostram os desafios e as oportunidades para todos aqueles que se dedicam a ajudar os mais de 60. “F@da-se. É uma questão de sobrevivência. Não sou uma velhinha de bengala aos 68 anos. Vou ser uma senhora de bicicleta”, citou uma senhora de 74 anos em um dos videos mostrados pela especialista neste público 60+, que segundo pesquisas 55% deles são independentes financeiramente. Tanto ajudam os filhos como os pais, conhecidos como geração sanduíches. Dados de pesquisas sobre longevidade conduzidas pela universidade de Oxford mostram também que 71% das pessoas acima de 60 são digitais, 70% são assinantes do Netflix e 27% usam aplicativos de relacionamentos.

Outro vídeo interessante, que mostra o potencial de ideias que podem ajudar o idoso, mostra um case de sucesso para millennials mas que beneficiou o publico senior. Quem poderia imaginar que a febre do aplicativo Pokemon Go traria uma nova vida a um senhor de mais de 75 anos, com dificuldades para se locomover, mas que passou a caminhar com bengala 8 horas por dia para se divertir com a caça aos mostrengos. Isso mostra que não há limites para pensar em negócios para o público que forma a economia prateada.

Realmente temos uma realidade muito deturpada do envelhecimento, disse Joao Paulo Merlin, superintende de BI da Zurich. O brasileiro esta amadurecendo. Ele mostrou um gráfico que mostra a evolução da expectativa de vida nos últimos anos. Em 2060, 81,2 anos. em 1920 era 35 anos. Em breve isso deve aumentar. Estamos falando de uma expectativa de vida média. Já nasceu a pessoa que vai viver 200 anos. É uma informação um pouco forte”, afirma.

Já há expectativa do IBGE que mostra que o público millennials, até 35 anos, cai para 37% e os 50+ passam a representar 45% da população. “Isso mostra que o mercado segurador precisa se preparar. Vemos algumas companhias agindo de forma tímida. Hoje tudo tem foco nos milleniuns nas estratégicas de inovação e produtos. E isso atrapalha um pouco olharmos com mais estratégia para a economia prateada”, disse Merlin. “Não digo que é para deixar de focar nos jovens, mas sim equilibrar o direcionamento de investimentos em estudos entre as duas faixas. Temos de pensar que o nicho 60+ crescerá 40% nos próximos 10 anos e representará 20% da população brasileira”.

Antonieta Scariassari, controller da Alfa Seguradora, reforçou todos os dados apresentados e acrescentou dados inéditos de uma pesquisa da comissão de inteligência da CNseg, com dados do Brasil e vários países do mundo. “Todos eles deixam claro que é preciso reformas para atualizar as politicas e economias para as pessoas acima de 60 anos”.

No Japão, por exemplo, hoje se vende mais fraldas para idosos do que para crianças. Na Alemanha, Nos EUA, startup que oferecem monitoramento e diagnósticos de doenças. Na China, o Alibaba e-commerce especifico para este publico. Por dia 1,3mil desaparecem por conta de esquecimento. 83% no ramo de saude ja se utilizam de tecnologia de monitoramento de idosos.

As cidades têm projetos que aproximam jovens de idosos. Nos EUA, um app tem uma rede de apoio que conecta jovens com o público senior. Eles levam os idosos para passeio, ajudam com a tecnologia entre outros serviços que são remunerados por horas de trabalho. Os jovens também alugam quarto nas casas de idosos em troca de alguma ajuda nas limitações físicas ou mentais do dia a dia. A carência no cuidado por parte dos responsáveis é outro ponto convergente nos países pesquisados pela CNseg.

Priscila Aguiar, economista da Superintendência de Estudos e Projetos da CNseg e mediadora do painel, questionou os participantes sobre se o mercado brasileiro realmente ainda nao despertou para o publico senior. “O mercado resiste um pouco para despertar para isso. Mas deve evoluir, pois vem ai um perfil de população que precisa de muitos produtos, que podem ser ofertados pelo mercado segurador. É possível ganhar dinheiro com isso como mostram as estatísticas de vários estudos”, enfatizou Clea Klouri.

SulAmérica é premiada pelo CVG-RJ

Os investimentos da SulAmérica em comodidade e tranquilidade dos clientes por meio de medicina conectada e coordenação de cuidado levaram a companhia à vitória na categoria Seguradora de Saúde/Dental do prêmio Destaques do Ano. A cerimônia de entrega da premiação ocorreu na noite de quinta-feira (31), no Clube de Aeronáutica, no Rio de Janeiro, em evento foi promovido pelo Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ). 

“Para a SulAmérica, é uma grande honra receber este reconhecimento do CVG-RJ, entidade que contribui para o fortalecimento do mercado segurador no Rio de Janeiro. Trabalhamos diariamente em parceria com o corretor de seguros para oferecer a melhor experiência e cuidado aos nossos beneficiários, e essa premiação mostra que estamos no caminho certo”, disse Raquel Giglio, vice-presidente de Saúde e Odonto da SulAmérica, que participou da premiação. 

A SulAmérica também foi representada por Solange Zaquem, diretora Comercial do Rio de Janeiro e Espírito Santo, com sua equipe comercial, além de Bruno Ferreira, superintendente de Relacionamento com Prestadores de Saúde RJ e ES, e Celso Rocha, superintendente de Relacionamento com Clientes de Saúde e Odonto PME. O prêmio, conhecido no mercado como Oscar do Seguro, é promovido pelo CVG-RJ com o objetivo de reconhecer empresas e profissionais que mais se destacaram no mercado segurador nos últimos 12 meses. 

Liberty Seguros vence Prêmio Reclame Aqui da Revista Época pela quarta vez consecutiva

Seguradora é destaque em sua categoria com mais de 38 mil votos

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros recebeu, pelo quarto consecutivo, o primeiro lugar na categoria de seguros do prêmio Reclame Aqui, ranking que homenageia as empresas com a melhor reputação em atendimentos a serviços do Brasil, realizado anualmente pela Revista Época Negócios. A premiação ocorreu na última segunda-feira (4), em São Paulo.  

Das 200 mil empresas cadastradas no site do Reclame Aqui, 350 foram selecionadas para participar do prêmio – resultado das interações que tiveram com cerca de 15 milhões de consumidores por mês. As empresas indicadas foram divididas em 93 categorias de consumo, como turismo, finanças, eletrônicos, seguros, bebidas, higiene, PET, bebês – incluindo seguros.

Das empresas cadastradas no site do Reclame Aqui, uma parcela foi selecionada para participar do prêmio – a partir de interações que tiveram com milhões de consumidores no período de um ano. As companhias indicadas foram divididas em categorias de consumo – incluindo seguros. Este ano, foram contabilizados mais de 8,7 milhões de votos no total de todas as categorias. A Liberty foi eleita a melhor seguradora com mais de 38 mil pontos do total de 95 mil pontos em sua categoria.

Em 2019, a empresa investiu em diversas ações para promover seu principal objetivo: oferecer atendimento ágil e acolhedor aos seus segurados. Dentre as iniciativas destacam-se o compromisso da companhia em oferecer a melhor experiência ao cliente por meio da assistência 24 horas. Recentemente, a seguradora adquiriu a Fácil Assist, empresa renomada de assistência ao cliente e call center. Com a movimentação, a Fácil passou a atender toda a carteira da companhia, oferecendo um atendimento ainda mais próximo aos segurados.

Além disso, a Liberty monitora constantemente a satisfação dos clientes em importantes momentos de utilização de serviços da empresa, através de mais de 4600 contatos mensais. A partir desses insights, todas as áreas da companhia trabalham para melhorar continuamente a experiência dos clientes nesses pontos chave. Em 2018, foram mais de 4 mil melhorias implantadas.  

“Para a Liberty Seguros, é extremamente importante que nossos clientes tenham a melhor experiência possível, com um atendimento ágil e acolhedor”, diz Dennis Milan, Diretor de Operações e Sinistros da Liberty Seguros. Receber um prêmio como este pela quarta vez consecutiva é um reflexo desse esforço coletivo na companhia, além de um indicativo de que estamos no caminho certo”, completa.

“O foco no cliente é um dos pilares da nossa estratégia. Todos os funcionários trabalham todos os dias motivados por esse grande propósito, que está presente em tudo o que fazemos. Queremos que nossos segurados saibam que possam contar com a Liberty e que estaremos sempre prontos para prestar um atendimento cada vez melhor” afirma Carlos Magnarelli, Presidente da Liberty Seguros.  

Prudential do Brasil lança ação de oportunidade com comediante Fábio Rabin

A proteção do seguro de vida é um assunto muito sério e importante. Mas falar sobre o assunto pode ser feito de forma leve, quem sabe até com humor! Foi pensando nisso que a Prudential do Brasil visualizou uma oportunidade única ao tomar conhecimento do conteúdo do stand-up do comediante Fábio Rabin. Em um show realizado no mês passado, Rabin brincou com a Prudential e contou sua experiência com uma abordagem de seguro de vida.

“Vimos na história do Rabin o retrato do brasileiro: acha o assunto chato, não quer falar sobre morte, pensa que nunca vai acontecer com ele”, conta Fernanda Riezemberg, gerente de Marketing Institucional da Prudential do Brasil. “Foi aí que pensamos em aproveitar a oportunidade para refletir sobre o tema a partir da brincadeira. Quando conversamos com o comediante, ele adorou saber que lidamos com muito bom humor com a situação”, comenta.

CNseg promove encontro de gerações em websérie

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Fonte: CNseg

Para destacar temas relevantes que serão discutidos no 13º Insurance Service Meeting e no 4º Encontro de Inteligência de Mercado, a CNseg produziu a websérie “Encontro de Gerações” para redes sociais. São dois vídeos que tratam de discussões que serão aprofundadas durante os eventos que começam amanhã (6/11), em São Paulo.

No primeiro vídeo participam a vice-presidente de Marketing & Digital da Prudential do Brasil, Aura Rebelo, e o analista de Produtos da Capemisa Seguradora, Henrique Ennes. Eles conversam sobre o tema “Millennials e Planejamento Financeiro”. A segunda produção avalia “Como utilizar o digital como um canal de vendas”, reunindo, mais uma vez, duas gerações distintas: o sênior Eugênio Velasques, consultor de seguros e presidente da Comissão de Seguros Inclusivos da CNseg, e o millennial Natã Galdino, analista de Relacionamento com o Cliente da SulAmérica. 

Os vídeos demonstram as diferenças entre millennials e as outras gerações, os pontos de contato e os caminhos para harmonizar o relacionamento intergeracional.  Até 2050, a geração millennials representará ao menos 50% da força de trabalho. As conversas aproximam o seguro da realidade das diferentes gerações e demonstram sua relevância.

Tokio Marine desenvolve ferramenta online que dispensa vistoria presencial na importação de cargas

Tokio Marine, Adilson Lavrador.

De forma pioneira, Seguradora pretende reduzir a burocracia e o tempo de espera na nacionalização de cargas no Transporte Internacional

Fonte: Tokio Marine

A Tokio Marine disponibiliza uma ferramenta online que dispensa a vistoria presencial para a nacionalização de cargas em portos, aeroportos e armazéns alfandegários. A solução foi pensada para dar maior agilidade e reduzir os trâmites no processo de despacho aduaneiro do Seguro de Transporte Internacional. 

“A inovação é um dos pilares de atuação da Tokio Marine, e estamos sempre atentos a novas tecnologias que possam facilitar o dia a dia dos nossos Parceiros e contribuir para a geração de negócios. Esta solução é uma facilidade inédita para solucionar uma das principais dificuldades no processo logístico nacional. Dessa forma, toda a cadeia produtiva é beneficiada”, afirma o Diretor Executivo de Operações, Tecnologia e Sinistros da Tokio Marine, Adilson Lavrador. 

Itaú Unibanco possibilita contratação digital de seguros odontológicos MetLife

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Fonte: Itaú

A MetLife é a primeira parceira externa do Itaú a disponibilizar produtos direcionados à saúde bucal dos clientes para contratação direto no aplicativo do banco. O plano odontológico estará disponível a partir da segunda quinzena de outubro e permitirá aos correntistas do Itaú a contratação, consultas e pós-venda em um processo 100% digital através do aplicativo do banco.

A novidade, além de ser uma das iniciativas mais recentes da estratégia digital do banco para potencializar a gama de soluções oferecidas, mantendo a experiência simples para os clientes, também reforça a plataforma aberta de seguros da instituição, lançada no último ano. Os planos disponíveis no app são MetLife, MetLife Gold e MetLife Diamond e o titular da conta pode contratar o plano para si próprio, familiares ou terceiros.

ARTIGO: A revolução tecnológica mudou a assistência 24h?

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Por Vincent Bleunven, CEO da Allianz Partners

O perfil do consumidor final já não se equivale ao mesmo que era há dez anos. Suas demandas se modificaram proporcionalmente aos avanços da tecnologia e exigiram consequentes adaptações do mercado, para se atualizar e manter a excelência no seu atendimento. 

Assim como nas demais áreas do segmento de serviços, o cliente que os solicita – seja uma refeição ou um guincho – espera ter informações e transparência a todo momento, configurando um cenário que impulsiona não apenas a implementação de ferramentas eficazes para agilizar a prestação integral de serviços, como também, o treinamento frequente para solucionar qualquer tipo de dúvida. 

É preciso entender as motivações daquele que realiza o contato, como ele espera ser recepcionado e realizar o diagnóstico mais adequado à situação. Nesse processo, diversas esferas são envolvidas e o cuidado com a experiência do cliente e com a segurança de suas informações são peças fundamentais. A questão é ir além da oferta do básico. Cada cliente é único e será ele que indicará a melhor forma de ser atendido, seja por inteligência artificial ou interação humana. 

O que temos que ter como premissa é que vivemos um momento em que os desejos das gerações convergem em certos pontos e que, sem dúvidas, todos buscam a eficiência, o menor custo de serviço e o aumento da qualidade. Ao passo que os millenials preferem uma jornada digital, os baby boomers também estão abertos a testar novas tecnologias e ampliar o seu leque de opções. Um momento, sem dúvidas, desafiador! 

E, definitivamente, um novo cenário exige um novo horizonte, ainda incerto, mas que segue rumo à tecnologia para deixar a vida de todos mais fácil e ágil. Neste meio, o papel da assistência 24h é romper o modus operandi atual, as barreiras, criar mais serviços e, principalmente, estabelecer e manter o relacionamento de confiança com todas as pontas da cadeia. Há muita expertise a ser aproveitada, interna e externamente – com parcerias – e esse é o caso de buscar alternativas que sejam assertivas e façam a diferença na oferta de serviços para o mercado como um todo. Lembre-se:  não é preciso ter medo da mudança. É por meio dela que nasce uma nova conduta, a qual permite que estratégias sejam repensadas, novos procedimentos sejam colocados em ação e a revolução na relação empresa-cliente chegue a outro patamar: o de satisfação plena.