Mercado segurador comemora alta em 2019 e espera crescimento em 2020

Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) realiza evento anual para o balanço do setor  

Fonte: CNseg

O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, comemorou hoje a taxa de crescimento da arrecadação de 12,6% no setor, entre janeiro e outubro de 2019, muito superior à inflação do período e a maior dos últimos seis anos. O dado mostra que os desafios de 2018 foram superadas e abre espaço para uma previsão otimista para 2020. O discurso ocorreu no Rio de Janeiro durante o encontro anual que reúne as principais lideranças do mercado de seguros e os dirigentes da FenSeg, FenaPrevi, FenaSaúde e FenaCap. Também estiveram presentes Solange Paiva Vieira, superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e Leandro Fonseca, diretor-presidente daANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). 

“Tivemos marcos importantes que impulsionaram o mercado em 2019, como a votação da Reforma da Previdência e os novos marcos regulatórios que vão desde a Lei da liberdade Econômica até a prioridade dada, no Congresso Nacional, aos temas reformistas e a desregulamentação da economia. São mudanças que vão elevar o grau de competição entre agentes econômicos, gerando maior eficiência na vida nacional”, avaliou Coriolano. 

O presidente da CNseg lembrou ainda que o setor se destacou pela resiliência, com aumento de eficiência operacional, ganhos de produtividade e solvência, o que ajudou a ampliar a base de seguros. 

Durante a solenidade, Solange Vieira (SUSEP) lançou para as seguradoras o desafio de oferecerem produtos cada vez mais simples e específicos, com aumento da competição. O objetivo é estimular o crescimento do mercado com redução de preços nos serviços. 

– Estamos trabalhando com regulamentações para facilitar que o mercado de seguros opere de forma mais simples na palma da mão e que grande parte das operações possam ser feitas pelo celular. O setor ainda tem muito a se desenvolver, ponderou. 

Já Leandro Fonseca (ANS) mostrou o amplo crescimento da adesão da população aos planos de saúde complementar, que hoje já asseguram 47 milhões de pessoas no país. “Temos ainda muito o que fazer para renovar o mercado e acredito que o crescimento econômico do país previsto para 2020 vai acelerar ainda mais a ampliação do número de segurados”, previu. 

O presidente da Federação Nacional dos Seguros Gerais (Fenseg), Antonio Trindade, mostrou também otimismo com o atual cenário de juros e inflação baixos e espera um crescimento da arrecadação do setor de seguros gerais em 2020, visto que, em 2019, seu maior motor, que é o seguro de automóveis, foi muito impactado pela redução das vendas de veículos e, principalmente, pela “concorrência desleal das empresas de proteção veicular”. 

Para o presidente da Federação Nacional de Previdência Privada (Fenaprevi), Jorge Nasser, esse ano foi desafiador, com várias adversidades, mas é preciso celebrar o crescimento gerado no período. Para ele, o cenário econômico do próximo ano exigirá foco no cliente, transparência e inovação. Os planos de previdência somam R﹩ 1 trilhão em suas reservas, o que aumenta a reponsabilidade das empresas do setor. “Não somos gestores de fundos de investimentos. Somos gestores de planos que garantem a proteção das famílias e o planejamento da qualidade da qualidade de suas vidas”, avaliou. 

O presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar, João Alceu Amoroso Lima, mostrou que o grande propósito da Fenasaúde é suscitar um amplo debate sobre a regulamentação da cobertura de forma a permitir a inclusão de um número cada vez mais expressivo da população nos planos de saúde. 

Por sua vez, Marcelo Farinha, da Federação Nacional de Capitalização (Fenacap), mostrou que o mercado mudou completamente e comemorou o retorno do crescimento no patamar de dois dígitos. Ele também salientou a importância do novo marco regulatório do segmento de capitalização. 

“Vou ficar frustrada”, diz titular da Susep, caso o STF suspenda o fim do DPVAT

A votação online deve terminar até a meia noite desta quinta feira

O fim ou a continuidade do seguro obrigatório DPVAT roubou a atenção dos executivos do mercado segurador, reunidos nesta quinta-feira no almoço de confraternização do setor e da premiação dos vencedores do Prêmio Inovação de Seguros, promovido pela CNseg, a confederação das seguradoras. Aliás, foi o foco do discurso da economista Solange Vieira, que comanda a Superintendência de Seguros Privados (Susep), e apareceu no evento vapt vupt somente para dar o seu recado para quase 400 profissionais do setor reunidos no salão do Copacabana Palace

“Vou ficar muito frustrada se perdermos essa questão no Supremo. Eu gostaria muito de discutir com o Congresso e com a sociedade sobre o assunto”, frisou a um público que luta para que ela realmente se frustre. O DPVAT é defendido pelo setor por diversas razões, principalmente porque atende milhões de pessoas que nunca compraram seguro, mas sofreram acidentes de transito.

Hoje se encerra o julgamento virtual iniciado o dia 13, que suspenderá ou não a MP 904 que acaba com o DPVAT a partir de 2020. O ministro Edson Fachin votou pela suspensão da MP, em uma ação de inconstitucionalidade protocolada pela Rede no Supremo Tribunal Federal (STF). Até as 16h havia um voto a favor de manter a MP, dois suspendendo e um que segue parcialmente o relator. O ministro Luís Roberto Barroso declarou-se impedido. Acompanhe a votação no link do STF.

Caso a MP seja suspensa, Solange Viera deverá divulgar várias medidas nesta sexta. Ou seja, falta muito ainda para o ano acabar para as seguradoras, acostumadas a serem supreendidas por diversas medidas nos últimos dias do ano.

Vamos acompanhar!!!

Leia a posição da Susep

Leia a posição da Líder Seguradora

Veja os vencedores do 9º Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros

Em solenidade realizada nesta quarta-feira (19/12), a Confederação das Seguradoras (CNseg) anunciou os vencedores do 9º Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, no Hotel Copacabana Palace (RJ). O prêmio reconhece as soluções inovadoras para potencializar o mercado de seguros e ficou conhecido por prestigiar e reconhecer a criatividade dos prestadores de serviço do setor segurador. Os vencedores foram anunciados pelo presidente da CNseg, Marcio Coriolano, no evento anual que reúne as principais lideranças do mercado e conta com a presença também de dirigentes da FenSeg, FenaPrevi, FenaSaúde e FenaCap.

“Nossa intenção é valorizar a contribuição das empresas e dos seus profissionais para o setor na criação de soluções e no desenvolvimento de tecnologias inovadoras para o mercado segurador. Buscamos de forma permanente aumentar cada vez a eficiência promovida pela interação da tecnologia com o cliente, o que gera bem-estar para todos:, afirma, Coriolano.

Nesta edição, 129 projetos foram inscritos nas categorias de Produtos e Serviços; Comunicação; e Processos e Tecnologia. Após avaliação, quinze cases foram pré-selecionados e, por fim, os nove vencedores foram revelados na premiação anual. Todos os participantes estão inseridos no mercado de seguros e buscam soluções práticas que podem ser implantadas no dia a dia das empresas e prestadoras de serviço.

“São projetos recentes e já implementados pelas empresas que geram resultados e significativos valores para os segurados”, afirma Solange Beatriz Palheiro Mendes, diretora de relações de consumo e comunicação da CNseg.

Confira os premiados:

Categoria: Produtos e Serviços

Em primeiro lugar, o projeto escolhido foi Idoso Bem Cuidado: Integração da cadeia de saúde como estratégia do cuidado, da SulAmérica Companhia de Seguro Saúde e de autoria da Katia Weber com coautores. Trata-se de um programa de promoção à saúde e prevenção de doenças para pessoas a partir de 65 anos, que envolve uma visão geral do paciente e propõe um modelo de atenção integral e personalizada.

Já o segundo e terceiro lugar também foram para a SulAmérica destinados aos projetos “Médico na Tela – Teletriagem médica por vídeo” e “Auto. Vc: Acelerar demais? Só na inovação”, criados, respectivamente, por Viviane Mathias e Patrícia Ornellas com apoio de coautores. O Médico na Tela é um serviço de teletriagem que possibilita interação entre beneficiários e médicos por meio de videochamada para tirar dúvidas rápidas em casos de baixa complexidade. Já o case Auto. Vc: Acelerar demais? Só na inovação usa aplicativos como de telemetria para monitorar a direção e o comportamento dos motoristas, que, se apresentarem boas práticas, podem receber brindes e descontos no seguro auto da SulAmérica.

Categoria: Comunicação

A medalha de ouro desta categoria foi para o case da Amil Assistência Médica Internacional. Desenvolvido por Eduardo Gil e coautores, o JurisHealth é uma multiplataforma com conteúdo educativo e informativo para esclarecer os principais temas que geram judicialização no âmbito de saúde suplementar (planos de saúde).

A prata foi para o projeto Dress CODE – Seu jeito, Sua Agenda da SulAmérica de autoria da Julia Nejaime e coautores. O case consiste no conjunto de ações realizadas para o lançamento do novo dress code (código de vestir) da seguradora com a intenção de garantir o alinhamento das equipes, aumentar o engajamento e impactar na retenção e atração de talentos a partir de uma mudança cultural na companhia.

Por fim, o bronze foi para a Liberty Seguros.Sob criação de Luiza Maia, o projeto Mulheres Seguras busca inspirá-las e capacitá-las para que tenham mais representatividade, presença no mercado e em cargos de liderança, e que conquistem cada vez mais salários melhores e justos.

Categoria: Processos e Tecnologia

O pódio máximo desta categoria foi para o case Solicitação de Medicamentos, desenvolvido por Paolo Marini e coautores da SulAmérica Saúde. O projeto busca melhorar a experiência do beneficiário que realiza tratamento com medicamentos especiais, além de trazer acolhimento, transparência, segurança e qualidade nos processos.

O segundo lugar ficou com a Seguradora Líder com o projeto Novo Modelo de Prevenção e Combate a Fraudes de autoria da Mariza Trancho e coautores. A meta é garantir à seguradora meios mais eficientes para o gerenciamento dos riscos de fraude em processos de indenização de sinistros do Seguro DPVAT e, assim, potencializar a sustentabilidade do produto, principalmente com foco no beneficiário.Já o projeto Venda Digital, criado por Bruno Ferreira e coautores, consagrou-se em terceiro lugar representando a Mongeral Aegon Seguros e Previdência. A inovação desenvolvida foi a digitalização do processo de venda atual, que utiliza formulários, guias e folders em papel, em uma solução digital simples, integrada e eficiente, que melhore os processos internos e oferece dinamismo.

Viva Futuro marca processo de inovações em 2019

Plataforma de cashback, que transforma consumo em contribuição, é novo benefício da fundação aos participantes

Fonte: Viva Previdência

A Viva Previdência, entidade Fechada de Previdência Complementar (EFPC), lança, hoje, 19 de dezembro, o Prev4U, uma plataforma decashback (programa de recompensa por reembolso) que, nesta primeira etapa, está vinculada ao plano patrocinado Geaprev, em operação desde 2005, e ao plano familiar e associativo Viva Futuro, novo produto da fundação, ambos destinados ao planejamento de longo prazo. “Essa é uma inovação que dará um salto nos nossos produtos. Entramos na sua segunda onda, revertendo consumo em contribuição”, define Silas Devai Júnior, diretor presidente da Viva.

O Prev4U está alinhado com o propósito da Fundação de levar educação financeira aos participantes, estimulando a poupança previdenciária. Com a nova plataforma os participantes dos planos Geaprev e Viva Futuro terão benefícios: descontos revertidos em contribuição adicional e consequente aumento da reserva no plano complementar, tudo a custo zero.

Para obter o benefício, o participante realiza o cadastro no portal e, a partir daí, todas as suas compras realizadas nas lojas credenciadas retornam, em um percentual em dinheiro. Esse valor será utilizado como novo aporte na previdência complementar do participante.

O processo é simples: o participante identifica lojas ou produtos na Prev4U, visualiza os descontos que serão revertidos em cashback e faz a compra. Assim que a compra for finalizada, recebe uma mensagem informando o valor do cashback, que será utilizado como aporte de seu plano, de acordo com as regras de cada plano. “Em breve estenderemos esse benefício para os demais participantes. No momento, havendo algum interessado, basta aderir ao Viva Futuro”, adianta Devai.

O Viva Futuro, plano família da Viva Previdência, vai completar seis meses em dezembro. Desde a primeira fase da capacitação, os resultados do Viva Futuro registram crescimento. Até novembro, o número de participantes ativos cresceu 134% em relação ao seu primeiro trimestre de operação.

Para aderir ao Viva Futuro, não existe limite de idade.  O participante define quanto pode investir mensalmente, além de escolher quando irá receber o seu benefício (a partir de 18 anos). Se algum imprevisto acontecer, tem a possibilidade de efetuar resgate parcial ao longo do tempo. O plano possui uma contribuição mensal, com valor bem acessível, a partir de R$ 30,00.  

SulAmérica lança fundo de ações que investe em empresas com as boas práticas de governança

Total Impacto FIA doará 100% da taxa de administração para o incremento de projeto de incentivo à leitura na Amazônia

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica lança por meio da SulAmérica Investimentos um fundo de ações socialmente responsável, o Total Impacto FIA. A carteira será composta por empresas comprometidas com boas práticas de gestão socioambiental e 100% da taxa de administração será doada para o desenvolvimento dos projetos da ONG Vaga Lume de incentivo à leitura na Amazônia. “Contribuir para o desenvolvimento da sociedade e da educação está em linha com nosso posicionamento de sustentabilidade”, explica Marcelo Mello, vice-presidente de Vida, Previdência e Investimentos da SulAmérica.

Desde 2009, a SulAmérica Investimentos é signatária dos Princípios para o Investimento Responsável, rede apoiada pela Organização das Nações Unidas (ONU) com mais de 1.500 signatários em mais de 50 países, que representam mais de US$ 60 trilhões em ativos administrados, visando a estruturar um sistema financeiro global eficiente e sustentável. “O fundo Total Impacto é uma boa opção de investimento neste momento de juros baixos, além de chegar também para reafirmar nossa estratégia de investimento para fomentar melhores práticas em nossa cadeia de atuação, em linha com nossa visão de longo prazo”, completa Marcelo. 

A iniciativa tem como parceira a ONG Vaga Lume, que promove a leitura e gestão de bibliotecas comunitárias nas comunidades rurais da Amazônia. Com a contribuição da SulAmérica para a organização, mais de 90 bibliotecas serão mantidas em 22 municípios da região. “Nossa expectativa é que consigamos ainda abrir quatro novas bibliotecas em 12 meses”, conta Marcelo. Os recursos obtidos com o fundo vão ajudar a promover o acesso das crianças da região à literatura e, consequentemente, a informações que abrem caminho ao empoderamento das comunidades amazônicas. 

A carteira do fundo Total Impacto FIA é formada pela seleção das melhores ações a partir de critérios de qualidade (rentabilidade, crescimento e segurança) e de compromisso com questões ambientais, sociais e de governança corporativa (ASG). Os profissionais da SulAmérica Investimentos acompanham o desempenho das ações e fazem os ajustes necessários para alcançar os objetivos de retorno do fundo. Desde o início da aplicação, todo investidor passa a contribuir com a destinação da taxa de administração para a ONG Vaga Lume e para o projeto de bibliotecas na região rural da Amazônia. Para mais informações sobre este projeto, acesse o site vagalume.org.br 

Quer estatísticas sobre seguros? Acesse estudos analíticos avançados da Conjuntura CNseg no portal

Confederação disponibiliza artigos de análise do mercado, jurídicos, regulatórios, produção acadêmica de seguros e glossário ampliado no portal

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) dá mais visibilidade aos seguros com estudos analíticos avançados publicados na Conjuntura CNseg nº 13. São nove capítulos que tratam de temas estratégicos ou relevantes do mercado segurador, permitindo uma visão mais clara de uma atividade que cumpre um papel central no desenvolvimento, ao proteger bens e vidas seguradas e fomentar outros setores econômicos, na condição de investidor institucional.

Um artigo demonstra que as mudanças climáticas geram convergências entre reguladores e supervisores globais, destacando o movimento prudencial convergente dos reguladores e supervisores globais em torno das mudanças climáticas. Há uma evidente preocupação de seus membros com o potencial de risco sistêmico com a severidade das catástrofes. No setor de seguros, o Sustainable Insurance Forum (SIF), rede internacional com as mesmas características do NGFS, foi estabelecido ainda em 2016 e conta com 25 supervisores de seguros como membros – tendo entre eles a Superintendência de Seguros Privados (Susep). Ou seja, as mudanças climáticas já entraram definitivamente no radar de reguladores e supervisores.

Já o artigo “Seguros de automóvel no Brasil: concentração e demanda de mercado” avança seu diagnóstico para além da avaliação estrita do desempenho das empresas do setor, identificando o tipo de concorrência existente entre as firmas. A partir disso, procura estimar a demanda por seguros no País, incluindo as elasticidades-preço e renda. De posse das conclusões, os autores afirmam que é possível propor políticas estratégicas, tanto do ponto de vista individual das firmas, quanto setorial, aumentando a eficiência das operações.

Outro tema é a esperada guinada do perfil dos investimentos das seguradoras, em razão da forte queda da taxa Selic. Esta mudança deverá levar as seguradoras a se desfazer de parte dos títulos públicos, majoritários no seu portfólio de investimentos, e alocar mais recursos em ativos de maiores riscos, como crédito privado, ações e private equity, justamente em busca dos ganhos perdidos com contração da Selic. Com isso, as companhias vão potencializar seu papel de investidor institucional, com ativos de diversas classes em sua carteira de investimento, encerrando o ciclo de aplicações majoritárias em renda fixa.

Há ainda temas de Saúde Suplementar, Capitalização e números que demonstram a firme reação do mercado e seu passaporte para crescer dois dígitos nesse ano.

Liberty Seguros disponibiliza parcelamento de até 12x sem juros para clientes Auto

liberty seguros

Novidade permitirá que os segurados das marcas Liberty, Aliro Seguro e Indiana realizem seus pagamentos de forma mais acessível 

Fonte: Liberty

Buscando atender cada vez mais as necessidades de todos os seus públicos, a Liberty Seguros lança mais uma forma de pagamento para seus segurados: a opção de contratação das apólices em até 12x sem juros no cartão de crédito.  A novidade já está disponível para produtos Auto da Liberty, Aliro e Indiana.  

A condição é válida para os seguros com cotações realizadas a partir do dia 09 de dezembro, e renovações de apólices da própria seguradora com vigência a partir do dia 05 de janeiro de 2020. No momento da negociação com o corretor, o cliente pode escolher a quantidade das parcelas, podendo ser 12 ou menos, ficando a critério do segurado. 

“A Liberty Seguros trabalha fortemente para sempre oferecer o melhor atendimento para os nossos clientes e aumentar as vendas dos nossos parceiros”, afirma Neide Pinotti, Superintendente de Tesouraria da Liberty Seguros. “Com a nova opção de pagamento, segurados podem acertar suas apólices de forma mais simples e acessível, sem pesar em seu orçamento familiar, e corretores passam a ter mais um diferencial na hora de vender seus serviços”, completa. 

Posicionamento sobre a extinção do Seguro DPVAT

Fonte: Seguradora Líder

Em relação às documentações publicadas pela Secretaria de Política Econômica (SPE) e pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), apresentando as justificativas que motivaram a escolha pela extinção do Seguro DPVAT, a Administradora do Consórcio DPVAT publicou uma nota técnica nesta sexta-feira, dia 13, aprofundando e esclarecendo alguns dados sobre a gestão deste seguro social. O documento, na íntegra, pode ser conhecido aqui

A nota esclarece, entre outras informações, que: 

– O Seguro propicia uma importante reparação social, já que protege os mais de 210 milhões de brasileiros em casos de acidentes de trânsito, especialmente os de renda mais baixa. Dos 42% de beneficiários que informaram a renda em todos os pedidos de indenização já computados pelo Consórcio do Seguro DPVAT, cerca de 80% possuem até um salário mínimo. Além disso, de cada 10 veículos na rua, menos de três possuem seguro facultativo, que em grande parte, também dá cobertura a eventual responsabilidade civil contra danos materiais e pessoais. Portanto, mais de 70% dos veículos brasileiros transitam somente com o Seguro DPVAT

– O Seguro DPVAT devolve aos cidadãos brasileiros quase 90% de sua arrecadação anual total. A parcela destinada à margem de resultado e às despesas gerais do Consórcio DPVAT soma cerca de 12% do valor total pago pelo cidadão. Excluindo este percentual, todo o restante da arrecadação do Seguro DPVAT é destinado à sociedade. 50% são destinados à União, sendo 45% ao SUS para atendimento às vítimas de trânsito na rede hospitalar de saúde; e 5% ao Denatran, para campanhas de educação e prevenção de acidentes de trânsito. Além desses 50%, mais de 38% da arrecadação são destinados ao pagamento das indenizações às vítimas de acidentes de trânsito e revertidos diretamente à sociedade. Sendo assim, constata-se que, de cada R$ 1 pago pelos cidadãos no processo de arrecadação do Seguro DPVAT, há uma reversão de mais 88% para toda a sociedade (ou R$0,88). Nos últimos 11 anos, foram mais de R$ 37,1 bilhões destinados aos cofres públicos, além de 4,5 milhões de indenizações pagas às vítimas de acidentes em todo o país, por morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médicas

– O Seguro DPVAT não substitui o atendimento do SUS, nem os benefícios concedidos pelos INSS de invalidez parcial ou total e o BPC (Benefício de Prestação Continuada). Ele complementa tais benefícios quando um acidente de trânsito causa danos pessoais, principalmente numa realidade social, na qual mais de 20% das famílias brasileiras vivem com um orçamento mensal de até dois salários mínimos, segundo o IBGE. O seguro garante uma indenização à vítima, além do atendimento já prestado pelo SUS, e não leva em consideração renda mensal e capacidade laboral do beneficiário, como previsto pela cobertura do BPC. 

– A eficiência da administração do negócio é um dos principais pilares de atuação da Administradora do Consórcio DPVAT, que, inclusive, já foi atestada pelo próprio Ministério da Economia e pelo Tribunal de Contas da União. De janeiro a outubro deste ano, a Seguradora reduziu suas despesas (custeadas pelo pagamento anual do Seguro DPVAT), em 9,9%, se comparado ao mesmo período do ano passado. De 2017 até hoje, já foram economizados quase R$ 600 milhões nas despesas do Consórcio

– O trabalho eficiente da administração da Administradora do Consórcio DPVAT também se reflete nos resultados de combate às fraudes contra o Seguro DPVAT. Nos últimos dois anos, o volume de fraudes identificadas foi reduzido em torno de 80%. Somente no ano passado, foram 11.898 fraudes detectadas, com perdas evitadas de cerca de R$ 70 milhões. Hoje, as fraudes representam apenas 2% dos sinistros avisados. Ou seja: 98% dos casos são referentes a sinistros legítimos. 

– A determinação do valor do prêmio do Seguro DPVAT é feita, anualmente, pelo Conselho Nacional de Seguros Privados — CNSP, após a realização de estudos técnicos, semelhantes àqueles utilizados em qualquer outro contrato de seguro privado. A eficiência da administração do Consórcio DPVAT e as melhorias na gestão e nos processos refletiram na redução no custo do seguro ao proprietário de veículos nos últimos três anos. A universalidade e abrangência do Seguro DPVAT são possíveis mesmo com custos acessíveis (Automóveis — R$ 16,21 / Caminhões — R$ 16,77 / Ciclomotores — R$19,65/ Ônibus — R$ 37,90 e Motocicletas — R$ 84,58), devido à contribuição anual de mais de 65 milhões de proprietários de veículos. 

– A legislação atual permite que qualquer cidadão eleja um procurador para representá-lo. Porém, a Seguradora não estimula ou faz qualquer tipo de pagamento aos intermediários para realização de serviços aos beneficiários. A companhia vem investindo em medidas de simplificação para os pedidos de indenização, facilitando o acesso direto pelo beneficiário e possibilitando o pagamento do Seguro DPVAT no prazo entre 7 e 9 dias úteis, após a entrega da documentação correta e completa — o prazo previsto em lei é de até 30 dias. De janeiro a outubro de 2019, já foram pagas mais de 289 mil indenizações aos beneficiários, número 7,7% superior ao do mesmo período do ano passado, mostrando o aumento da eficiência no processamento, análise e liberação dos pagamentos. 

– Em caso de acidente envolvendo um proprietário inadimplente, não há cobertura por força da legislação vigente e de atos normativos expedidos pela própria Susep. O proprietário perde o direito à indenização caso ele seja o condutor do veículo no momento do acidente. Os demais envolvidos, sejam passageiros ou pedestres, permanecem cobertos pelo Seguro DPVAT. 

Todos os argumentos apresentados pela Administradora do Consórcio DPVAT foram disponibilizados com o objetivo de informar e esclarecer a importância da manutenção do benefício, assim como os prejuízos que sua extinção pode gerar à sociedade. 

SIS Soluções cresce 9% no ano e prevê um 2020 melhor com inovação em produtos e serviços

Com a criação da SIS Mobile e da Neo Business Solution, o Grupo SIS completa a plataforma de tecnologia para o mercado segurador

O Grupo SIS Soluções, que provê soluções de venda, pós-venda e regulação de sinistros para os mercados segurador e varejista, comemora crescimento de 9% em 2019, mantendo a trajetória de expansão dos últimos anos, segundo contou o presidente da companhia, Paulo Peret, ao blog Sonho Seguro. O grupo já conta com nove clientes de seguros, com uma média de 90 mil processamentos de vendas e 20 mil sinistros atendidos mensalmente.

Além de manter clientes de peso como Bradesco, Mapfre, Mitsui, Sura, Zurich, entre outros, o grupo conquistou a seguradora italiana Generali, o que alavancou o crescimento e abriu novas perspectivas para o futuro.  “Passamos a auxiliá-la no processo de captação de vendas até a regulação do sinistro, abrindo ainda mais oportunidades de crescer com a parceria”, afirma Peret.

Outro ponto importante para o crescimento da SIS foi dar vida própria a duas unidades de negócios, a SIS Mobile e a Neo Business Solution. A SIS Mobile é especializada em soluções para celulares, que incluem reparo do aparelho, venda de acessórios, suporte técnico e gestão de aparelhos novos e remanufaturados, que conta com garantia de seis meses, o dobro da ofertada pelos concorrentes de mercado. Também integra o portfólio de soluções o programa de buy back presente e futuro, serviço inovador que fideliza o consumidor ao oferecer desconto na troca do aparelho usado por um novo.

A SIS apostou na tecnologia para disponibilizar, através do seu portal, um markeplace personalizado, para cada seguradora, onde o cliente escolhe o produto para reposição. “Nossa preocupação está em tornar a experiência do cliente mais positiva, sobretudo no momento delicado de uma perda”, afirma o executivo.

“Esse negócio tem potencial para caminhar sozinho, mas com total sinergia com a operação da SIS Serviços, que está focada em regulação de sinistros e atendimento ao consumidor. Além dos ganhos que vamos capturar com essa empresa, estamos propiciando maior rentabilidade às seguradoras clientes”, afirma Peret.

Outra novidade é a Neo Business Solution, plataforma de soluções focada nos segmentos de seguros e varejo que tem como proposição de valor desenvolver produtos e serviços que contribuam para a conversão de venda de seguros massificados, como roubo e furto de celular, garantia estendida, acidentes pessoais, prestamista, entre outros.  “Com a criação da Neo Business Solution o Grupo SIS torna-se a mais completa plataforma tecnológica do mercado, oferecendo soluções que vão da venda de seguro à liquidação completa do sinistro, nos mais variados ramos de seguros de forma 100% digital”, conta Marcello Diorio, vice-presidente do Grupo SIS e responsável pela Neo Business Solution.

Outro nicho de negócio com grande potencial de expansão é o serviço que envolvem danos elétricos no seguro residencial. Trata-se de um nicho de mercado que já é sucesso em outros países há uma década e que no Brasil começa a se consolidar. Além de indenizar o cliente, A SIS faz o serviço de reparo ou substituição do equipamento, evitando que o cliente tenha de correr atrás de orçamentos. Tem companhias que pedem até três orçamentos para autorizar o conserto do equipamento.

“Antes, só havia regulação de mesa – orçamento e indenização. Hoje, o mercado entende que o reparo e a substituição são soluções mais interessante para todos. O consumidor tem o problema resolvido com mais comodidade e a seguradora aumenta a rentabilidade da carteira, graças à redução do custo médio e mitigação de fraudes. Aumentamos em 400% o volume de sinistros administrados”, comenta Peret. Segundo ele, o custo médio do sinistro recuou mais de 20% e houve significativa redução das fraudes. Com essa proposta de valor, além da Mitsui,  Bradesco e Mapfre passaram a ser clientes também nesse ramo e há outras operações para iniciar.

Peret lembra ainda que linhas tradicionais como Garantia Estendida e Proteção Financeira também cresceram e o produto de Roubo e Quebra Acidental está ganhando cada vez mais relevância, puxado pela percepção de risco e pelo incremento da venda de novos e pela expansão do mercado de seminovos. 

Para 2020, o grupo já tem no forno diversos produtos e serviços para alavancar o crescimento. “Se 2019 foi bom, 2020 e os anos seguintes serão melhores ainda”, diz Peret com grande empolgação com os planos futuros do grupo. “Todos eles têm a concepção de facilitar a vida dos nossos clientes, aderentes às necessidades dos negócios, como encantar o cliente final, reduzir custos e mitigar fraudes”, diz.

No alvo da SIS estão seguradoras, corretores, bancos digitais, plataformas de investimentos e redes varejistas para as quais oferece uma solução completa e digital para a comercializar e distribuir produtos de seguros, que vão desde a apresentação, precificação, cobrança, emissão de certificado, gestão e atendimento dos sinistros. “Nosso propósito é buscar solução para o mercado se rentabilizar, dando suporte para seguradoras que queiram entrar em novos mercados.

O otimismo de Peret vem tanto das projeções de economistas para 2020, de que a economia do país vai trilhar um caminho melhor do que 2019, bem como pelo potencial ainda a ser explorado em todos os segmentos de seguros devido ao baixo consumo per capita. “Os economistas afirmam que o próximo ano será mais positivo. Com crescimento do PIB, tudo se movimenta e seguros geralmente tem um ritmo mais intenso, pois há muitas oportunidades para explorar dentro dos segmentos como residencial, auto, condomínio e seguros massificados, principalmente com o produto celular, com mais de 220 milhões de aparelhos que já compõem esse mercado. Ainda tem muita solução para ser desenvolvida no campo de aparelhos usados com inovação e tecnologia”. 

Segundo ele, quando o consumidor compra um celular novo, o vendedor já oferece a possibilidade de dar o usado para obter desconto. O empenho da SIS, que já atua neste segmento de usados na Novo Mundo e Ricardo Eletro, é agregar mais tecnologia para evitar que o vendedor perca tempo na negociação. Além do varejo, as seguradoras têm colocado como opção nas apólices a reposição de aparelhos remanufaturados. “Eles ficam novos, tem todas as características de um aparelho novo, com garantia de seis meses, o dobro da oferta que concorrentes oferecem”, afirma.

Fundación MAPFRE investe R$ 3,7 milhões em projetos sociais internacionais

Fernando Pérez-Serrabona

Iniciativas beneficiaram mais de 17 mil crianças e adolescentes em todas as regiões do Brasil

Fonte: Mapfre

Em 2019, a Fundación MAPFRE, instituição sem fins lucrativos, investiu R﹩ 3,7 milhões em programas sociais de 14 entidades, beneficiando mais de 17 mil pessoas em 13 estados brasileiros: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. 

Por meio de projetos sociais voltados à educação, saúde, nutrição e capacitação profissional, a Fundación MAPFRE fomenta o trabalho desenvolvido por essas entidades, contribuindo para o fortalecimento da cidadania e inclusão social dos beneficiados. 

“O acesso à informação e a autonomia para que as pessoas tenham capacidade de decisão são fundamentais para que expandam suas oportunidades e compreendam as novas realidades deste mundo em constante mudança. Cada vez mais, o investimento social tem se tornado indispensável para a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e igualitária”, afirma Fernando Pérez-Serrabona, representante da Fundación MAPFRE no Brasil. 

Confira a lista de entidades e projetos apoiados pelo programa: