Octávio Bromatti toma posse como presidente da ABGF

octavio bromatti

Caberá à nova gestão cumprir as orientações governamentais relativas ao processo de desestatização da ABGF

O executivo Octávio Luiz Bromatti atualizou sua rede social LinkedIn. Agora ele é diretor presidente da ABGF. Ele foi nomeado pelo Conselho de Administração no dia 19 de dezembro de 2019, mas tomou posse no dia 2 de janeiro 2020. Octávio desenvolveu carreira executiva em empresas do setor de seguros (seguradoras, resseguradoras  e corretoras) na formação e desenvolvimento de equipes com atuação e iniciativas estratégicas em diversas áreas. Passou por empresas como AXA no Brasil & Latam, Zurich Seguros, Mapfre Seguros, AGF Brasil Seguros/Allianz Seguros. Atuou como representante nas associações FENSEG, Fenaber, ABCSI, RIMS, ALARYS e FIDES. Foi professor da Funenseg e de MBA em Seguros e Previdência na FIA/FEA-USP. Caberá à nova gestão cumprir as orientações governamentais relativas ao processo de desestatização da ABGF.

Aon nomeia Alejandro Galizia como CEO para AL

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Fonte: AON

A Aon nomeou Alejandro Galizia como CEO de Commercial Risk, Health, Retirement e Data & Analytics para a América Latina. Recentemente, Galizia atuou na Aon como CEO de Reinsurance Solutions na América Latina, cargo que ocupava desde 2014. O executivo iniciou sua carreira de desenvolvimento de clientes corporativos na Argentina. Em 1994, ingressou na Reinsur (representante de resseguros da Bain Hogg), adquirida pela Aon em 1998. Foi nomeado CEO da Aon Re Argentina em 2000, depois foi Vice-Presidente da Aon Re América Latina, ajudando a desenvolver soluções de seguros e resseguros para grandes clientes corporativos da região.

“Alejandro é um líder experiente com vasto conhecimento do mercado regional e estará bem posicionado para trabalhar com a nossa liderança, a fim de continuar servindo nossos clientes com excelência e de acelerar nosso crescimento”, diz Eric Andersen, Co-Presidente da Aon. “A indicação de um líder com o histórico e a experiência de Alejandro reforça nossa crença na importância que a região desempenha no sucesso contínuo da Aon”, completa.

Globalmente, a Aon tem investido significativamente em competências regionais e locais. Juntamente com a inovação e insights das linhas de solução, a empresa poderá ter uma entrega mais impactante na região da América Latina.

“Temos uma equipe diversa e experiente, cujo conhecimento de nossos mercados e clientes locais é excepcional”, afirma Alejandro Galizia. “Estou honrado por liderar este time, pois traremos o melhor da Aon para nossos clientes em toda a América Latina.”

Galizia assume o cargo de CEO após a aposentadoria de Fernando Pereira, em 1º de janeiro de 2020. Pereira atuou como CEO da América Latina desde 2012 e está na Aon há mais de 20 anos. “Fernando deixa uma marca duradoura e positiva na Aon. Todos nós nos beneficiamos de sua liderança e das equipes fortes que ele construiu”, afirma Andersen.

Pablo Munoz foi nomeado CEO de Reinsurance Solutions da Aon na América Latina. Ele assume a liderança do negócio que anteriormente era ocupada por Galizia.

Munoz ingressou na Aon em 2007 e ocupou diversos cargos de liderança na empresa, desempenhando um papel fundamental no sucesso dos negócios na América Latina. Mais recentemente, Munoz atuou como Líder Estratégico de Crescimento para a região e foi responsável por determinar os recursos necessários para alcançar os objetivos e resultados para a América Latina. O executivo ficará baseado no escritório da Aon em Miami, Flórida.

Sura e corretora It’sSeg fecham seguro de primeira frota de carros elétricos no Brasil

Corretora responderá pelo gerenciamento de até 100 veículos da beepbeep

Fonte: It’sSeg e blog sonho seguro

A corretora It´sSeg fechou o seguro da primeira frota de carros elétricos do Brasil. Os veículos pertencem à beepbeep, startup de compartilhamento de carros elétricos. O acordo prevê que a It’sSeg faça o gerenciamento ativo de toda a frota, que deve chegar a 100 unidades até o final do primeiro semestre do ano. O risco ficou com a seguradora Sura, e não com a Zurich como informado anteriormente neste post agora corrigido.

“Nosso grande desafio era precificar de maneira competitiva uma atividade tão inédita como esta. Como estamos lidando com um produto relativamente novo e de difícil precificação, promovemos vários encontros nos últimos meses para ajustarmos a viabilidade de toda a operação”, explica Fernando Martinez, diretor de ramos elementares da It’sSeg. “Nossa maior dificuldade em termos uma precificação competitiva foi pela pouca experiência com veículos elétricos e também pelo fato do sinistro parcial ser mais alto, impactado pelo custo de reposição das baterias do veículo”, revela o executivo.

A beepbeep, comandada pelos executivos André Fauri e Fábio Fagianoto, estreou sua operação em agosto de ano na cidade de São Paulo. Com investimento inicial de R$ 3 milhões, conta hoje com 30 veículos espalhados por estacionamentos parceiros da empresa.

Tokio Marine faz parceria com a Caixa em seguros habitacional e residencial

Será criada uma nova empresa, na qual a Tokio irá subscrever capital de R$ 1,52 bi

A Caixa Seguridade e a Tokio Marine fecharam acordo de R$ 1,5 bilhão nos segmentos habitacional e residencial, segundo anunciou a Caixa Seguridade. Segundo a nota, o contrato será por por 20 anos para a venda dos produtos na rede de distribuição da Caixa Econômica Federal. A Caixa terá 75% de participação no capital da companhia, com 49,99% das ações ON e 100% das PN, enquanto a Tokio Marine terá 50,01% das ações ON e 25% do capital.

A Tokio Marine será responsável por realizar um aumento de capital na nova empresa, que vai remunerar a Caixa Seguridade com as despesas totais de venda por produto em valores pré-definidos, com uma comissão de distribuição de 36,4% para o seguro residencial e de 20% para o habitacional.

De acordo com o comunicado, a nova Companhia terá gestão e governança compartilhada entre Caixa Seguridade e Tokio Marine de forma a potencializar os pontos fortes de cada acionista, observando as melhores práticas de governança corporativa. Nesse sentido, cada acionista indicará quatro membros para o Conselho de Administração, com a presidência rotativa e alternada entre os acionistas. A diretoria executiva da nova companhia será composta por quatro membros, com indicação paritária por parte dos acionistas e funcionará de forma colegiada e compartilhada.

O prazo para o fechamento da operação (cumprimento de todas as condições precedentes ao fechamento da operação) encerra-se em 4 de janeiro de 2021. O fechamento da operação e a implementação da parceria estão sujeitos ao cumprimento de diversas condições suspensivas, incluindo a obtenção das aprovações necessárias pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), pelo Banco Central do Brasil (BACEN) e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

ESTADÃO: Caixa prevê que braço segurador chegue a B3 valendo até R$ 60 bilhões

Parceiras podem ser reveladas em breve; Tokio Marine é tida como certa

Fonte: Estadão

A Caixa Econômica Federal prepara para abril a abertura de capital da Caixa Seguridade, divisão de seguros do banco. A expectativa do banco público, segundo apurou o ‘Estadão/Broadcast’, é de que a empresa chegue valendo entre 50 bilhões e R$ 60 bilhões na B3, marcando a primeira oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da história da instituição financeira e da equipe econômica do presidente Jair Bolsonaro. Segundo fontes próximas ao banco, a Caixa já organiza um calendário extenso de reuniões com investidores (roadshow, no jargão do mercado) para garantir uma boa precificação do ativo. Parte dos recursos obtidos com o IPO deve ser utilizada para a Caixa amortizar sua dívida com o Tesouro Nacional no âmbito dos chamados instrume ntos h&i acute;bridos de capital e dívida (IHCD). O banco já teria pago R$ 11,3 bilhões de um saldo de cerca de R$ 40 bilhões.

Tokio Marine – A Caixa já tem praticamente fechado três, conforme apurou o Estadão Broadcast , faltando apenas detalhes como, por exemplo, aprovações dos respectivos lados. A primeira joint venture a ser anunciada será a de seguro habitacional e residencial. Quem levou o negócio, segundo fontes próximas à operação, foi a seguradora japonesa Tokio Marine. O valor teria ficado bem acima do patamar de R$ 1,5 bilhão, considerando uma fatia de 25% na joint venture e os outros 75% nas mãos da Caixa Seguridade. As parcerias terão prazo de 20 anos, podendo ser renovadas. As próximas joint ventures na fila de anúncio, segundo fontes, seriam a de capitalização e a sociedade que vai concentrar os ramos de saúde e odontologia. Cada negócio teria ficado com um sócio diferente.

Unisincor prepara colaboradores de corretoras de seguros para atuarem no setor

Fonte: Sincor-SP

Com o objetivo de auxiliar as empresas corretoras de seguros a preparar seus colaboradores para atuar na corretagem, a Unisincor (Universidade Corporativa Sincor) oferece o curso presencial “Preparatório para funcionários de corretoras de seguros”, entre os dias 20 e 23 de janeiro, em São Paulo.

“Não há nada melhor do que contar com uma equipe de trabalho atualizada, oferecendo ferramentas de direcionamento e planejamento. Todo empreendedor evitará o conhecido problema dos erros constantes, evitando o retrabalho e o os consequentes desperdícios de tempo e dinheiro”, explica Sidney Dias, diretor da Conhecer Seguros, empresa parceira da Unisincor na gestão dos cursos.

Dias reforça que é fundamental para uma empresa, independentemente do porte, assegurar-se de que seus colaboradores conheçam os fundamentos do seguro e os conceitos gerais do setor, além dos procedimentos administrativos e operacionais específicos da atividade de corretagem. “Sabemos que tudo isso leva um tempo precioso, caso seja feito no próprio ambiente de trabalho e, por isso, o empregador pode contar com toda a estrutura da Unisincor para fazer essa parte, capacitando sua equipe e tornando o dia a dia da sua corretora mais produtivo”, destaca.

O curso é aplicado pela docente Angélica Martins Valverde, especialista em Administração e Marketing, com mais de 30 anos de atuação no mercado de seguros. O investimento, por pessoa, é de apenas 4x de R$ 74,25, no cartão de crédito, sendo que corretores de seguros associados ao Sincor-SP contam com 30% de desconto.

Para inscrever o colaborador, basta acessar o site da Unisincor e fazer a inscrição online. O curso vai acontecer nos dias 20 a 23 de janeiro, das 19h às 22h, na Rua Líbero Badaró, 293, 29º andar, no centro de São Paulo.

Essor Seguros fecha 2019 com crescimento de 20%

essor seguros

“Esperamos que 2020 seja um ano motivador, com crescimento entre 15% a 20%”, afirma o CEO

Fonte: Essor

O ano de 2019 foi de crescimento para a Essor Seguros. O avanço estimado pela companhia foi de 20%, alavancado pela movimentação, em prêmios, de aproximadamente R$ 500 milhões.   Todos os ramos da companhia apresentaram aumento de produção, com a rentabilidade esperada.  A Seguradora se mantém entre as 15 melhores companhias no mercado, quando considerado o Retorno sobre o Patrimônio Liquido, ou seja, a rentabilidade de suas operações frente ao capital investido.

Os últimos 12 meses também foram marcados pela solidificação dos ramos em que a Essor já atuava, como Agrícola e Ônibus, assim como o lançamento do seguro Bike e Aeronáutico, com parceiras diferenciadas.  Para o Seguro Bike, o produto conta com a inovadora opção de contratação por assinatura, no qual o segurado escolhe quando ativar e desativar a vigência do seguro. A perspectiva é de que a novidade torne a seguradora um dos maiores players neste segmento ao longo de 2020.

“Sem dúvida, o ano de 2019 foi intenso e desafiador. Agradecemos aos nossos parceiros e corretores de seguros por fazermos diferença”, afirma Fabio Pinho, CEO da Essor. Ele complementa: “esperamos que 2020 seja um ano motivador, com crescimento entre 15% a 20%”.

Caixa Seguridade prevê abertura de capital “bilionária”

Vamos ver como seguro pode ajudar na capitalização da Caixa. Interesse há. Insegurança dos investidores para decidir o tamanho do investimento também. Sempre é muito para quem coloca dinheiro e pouco para quem recebe

Para 2020, o objetivo do presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, é capitanear a bilionária abertura de capital da Caixa Seguridade, informou o Estadão na edição do dia 28 de dezembro. Em paralelo, concluir a reestruturação da operação de seguros, com a chegada de novos sócios a partir de fevereiro de 2021, quanto termina o contrato de exclusividade com a atual acionista, a francesa CNP Assurances.

Segundo noticiou a Reuters, a Caixa Seguridade e a francesa CNP Assurances receberam aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para formar uma nova parceria na área de seguros de vida, prestamista e planos de previdência privada, conforme publicado no Diário Oficial da União do dia 19 de dezembro.

A nova parceria vai começar a operar em 2021, após a expiração do atual acordo, no final de 2020. As empresas, que já formavam um joint venture que controla a Caixa Seguros Holdings, haviam anunciado o novo acordo de R$ 7 bilhões em setembro.

A reorganização da parceria está em linha com o planejamento estratégico da Caixa Seguridade para seguir com o desenvolvimento dos negócios de seguros com maior governança e transparência, afirmaram as empresas segundo comunicado do Cade.

No meio de tudo isso, o governo enviou ao Congresso Nacional um projeto de Resolução Bancária, encaminhado no dia 23 de dezembro, que prevê o uso de recursos públicos no socorro a bancos em dificuldade, o que é proibido hoje pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O dinheiro do Tesouro Nacional – ou seja, dos contribuintes – só seria usado depois de esgotadas as demais fontes, segundo texto da proposta obtido pelo Estadão/Broadcast.

Antes, há uma série de etapas para o reequilíbrio das instituições financeiras. O projeto cria dois regimes de resoluções: o Regime de Estabilização (RE) e o Regime de Liquidação Compulsória (RLC). Os dois substituirão três mecanismos usados atualmente pelo BC: liquidação extrajudicial, intervenção e Regime de Administração Especial Temporária (Raet).

Um suspiro para o segmento de seguro automóvel

A Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores) divulgou ontem que a indústria automobilística teve no ano passado o melhor desempenho desde 2014, com vendas totais de 2,78 milhões de veículos no País. Apenas em dezembro, foram 262,7 mil emplacamentos, alta de 12,04% ante 2018.

Mais de 70% da venda de seguro auto vem da demanda de quem compra um carro zero. O setor de seguros automotivos cresceu apenas 0,41%, de janeiro a outubro de 2019, devido à produção menor de automóveis, à queda da renda média do trabalhador, ao aumento do transporte de aplicativos ou “uberização”, entre outros fatores, informou a Confederação das Seguradoras, a CNseg, no último boletim de estatísticas divulgado no portal em dezembro.

Segundo da Fenabrave, 2,78 milhões de unidades foram emplacadas no ano passado, um aumento de 8,65% em relação a 2018. O dado é o melhor desde 2014, quando as vendas de novos veículos somaram 3,5 milhões. São considerados automóveis, veículos comerciais leves, caminhões e ônibus.

Segundo a Fenabrave, a melhora é resultado da queda nos juros básicos da economia e do recuo das taxas de inadimplência e de desemprego, que colaboram “diretamente no aumento da confiança do consumidor e, também, do empresário brasileiro”.

Os automóveis comerciais e leves, que representam mais de 90% do setor, registraram 2,65 milhões de emplacamentos no ano passado, alta de 7,65% frente a 2018. Já em dezembro, as vendas somaram 251,9 mil unidades, uma escalada de 12,07% na comparação anual. Entre os veículos pesados, houve alta significativa nas vendas de caminhões (33,12%) e de ônibus (38,94%). Foram 128,9 mil unidades vendidas em 2019, a maior parte delas de caminhões (101,7 mil).

Celso Damadi assume RI e Marcelo Picanço passa a ser VP de seguros na Porto

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Em nota enviada ontem à Comissão de Valores Mobiliários, a Porto Seguro informou que Celso Damadi assumiu o cargo de vice-presidente de relações com investidores da companhia, em substituição a Marcelo Barroso Picanço, que passa a ser vice-presidente de Seguros, conforme aprovado pelo Conselho de Adminstração em reunião realizada em 23 de dezembro de 2019 e com efeitos desta substituição a partir de 2 de janeiro de 2020. Vários cargos de diretores agora passaram a ter status de vice-presidentes, como os acima mencionados.