SulAmérica é grande revelação no Prêmio Inovação, da CNseg

A SulAmérica é a seguradora mais inovadora do Brasil de acordo com a Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg). A companhia venceu cinco das nove premiações distribuídas no Prêmio de Inovação CNSeg, realizado nesta quinta-feira (19), no Rio de Janeiro. Nas categorias Produtos e Serviços, a SulAmérica figurou nas três primeiras posições. Em Processos e Tecnologia ficou em primeiro lugar e, em Comunicação, em segundo. 

“A inovação é um dos pilares mais importantes de atuação da SulAmérica e esse reconhecimento nos orgulha muito. As conquistas são reflexo do trabalho impecável de nossos colaboradores, que atuam com foco no cliente e totalmente imersos nas novas tendências, tecnologias e inovações que movem a sociedade diariamente”, comemorou Gabriel Portella, presidente da SulAmérica. “É a partir da inovação que estamos atingindo novos patamares de excelência, com foco em cuidar das pessoas, qualificar os nossos parceiros de negócios e entregar experiências únicas para o cliente”, completou. 

Em Produtos e Serviços, a SulAmérica venceu com o programa de promoção de saúde e prevenção de doenças para pessoas de 65 anos ou mais, o Idoso Bem Cuidado. O modelo de atendimento proposto abrange uma visão 360º do paciente, por meio da interação entre os profissionais envolvidos no atendimento, para que estabeleçam um modelo de atenção integral e personalizado, tendo como objetivo primordial o paciente no centro do cuidado. Atualmente, são mais de 18 mil idosos ativos em âmbito nacional. 

Na mesma categoria, o serviço Médico na Tela, voltado à orientação por vídeo com pediatras e clínicos gerais sem que o paciente precise sair de casa, ficou em segundo lugar. Na terceira posição ficou o Auto.Vc, aplicativo que atua com sistema de telemetria para ajudar a companhia a entender os hábitos de segurados e não segurados ao volante. O usuário garante descontos de até R$ 400 na contratação ou renovação da apólice. 

Na categoria Processos e Tecnologia, a seguradora foi a vencedora com o serviço de solicitação de medicamentos. Lançado em julho deste ano, a conveniência inovadora no aplicativo SulAmérica Saúde permite a segurados solicitar e acompanhar a entrega de medicamentos imunobiológicos e quimioterápicos orais em domicílio de forma rápida e segura. A companhia foi a primeira do mercado a disponibilizar esse tipo de serviço mobile. 

Por fim, a SulAmérica foi vice-campeã na categoria Comunicação com o projeto Dress Code, que consiste em um conjunto de ações com o objetivo de garantir o alinhamento do time, aumentar o engajamento e impactar na retenção e atratividade de talentos. Esse projeto vai ao encontro de uma mudança cultural em construção na companhia. 

Icatu Seguros anuncia mudança de sua sede para o Porto Maravilha

Reforçando expansão no Rio de Janeiro, seguradora irá ocupar os cinco andares da zona alta do moderno AQWA Corporate

Fonte: Icatu

A Icatu Seguros acaba de anunciar a mudança da sua matriz no Rio de Janeiro para o AQWA Corporate, no Porto Maravilha. A nova sede, que passará a funcionar no final de 2020, marca o forte ritmo de expansão da seguradora, aliado a investimentos constantes em inovação e novos modelos de cooperação.

A empresa irá ocupar os cinco andares mais altos do edifício, contando com um hall de elevadores e recepção próprios, somando 18.350m² de área total, a maior locação do mercado carioca em 2019. O movimento representa a confiança da Icatu na cidade, na qual está acelerando seus investimentos e contratações, como força propulsora do país. Especialista em pessoas, a seguradora acredita no propósito de ajudar a criar uma realidade onde cada vez mais brasileiros estejam financeiramente protegidos e assistidos em todas as fases da vida. 

O novo escritório, além de atender às demandas de crescimento da companhia para os próximos 15 anos, representa o espaço ideal ao objetivo de unir os times da matriz corporativa e do Centro de Relacionamento com Clientes (CRC) em um mesmo local. A estrutura irá permitir modelos mais ágeis de trabalho para os funcionários através de um novo conceito de interação e colaboração. 

O AQWA Corporate é considerado o edifício mais moderno no Rio de Janeiro e foi desenvolvido pela Tishman Speyer. Único projeto do renomado escritório de arquitetura Foster+Partners no Brasil, o complexo fica em um terreno de 19 mil m² na Via Binário, com acesso à rede de transportes (ônibus, metrô e VLT) e muita infraestrutura: bicicletário, vestiário, coleta seletiva de lixo, entre outros serviços.

Para a mudança, foram levadas em consideração soluções inovadoras do empreendimento, como o sistema próprio de reaproveitamento de água, e outros mecanismos que garantem o uso renovável dos recursos naturais. A sede conta com o selo LEED Gold (Leadership in Energy and Environmental Design), concedida pelo Green Building Council dos Estados Unidos, que reconhece projetos de alto desempenho que adotam as melhores práticas na construção.

“A saída da Praça 22 de Abril, sede da companhia por 18 anos, marca a mudança para um ambiente planejado para privilegiar a interação entre as equipes com ainda mais dinamismo. O movimento também reafirma a ligação histórica da Icatu com o Rio de Janeiro e ratifica nosso compromisso com o presente e o futuro da cidade, berço do nascimento do grupo”, avalia Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros

“A mudança da Icatu para o AQWA, maior operação imobiliária do Rio de Janeiro em 2019, fecha um ano de importantes anúncios, que consolidaram o Porto Maravilha como destino de empresas comprometidas com uma visão de inovação e transformação tecnológica. A região é o eixo mais moderno de desenvolvimento da cidade, que certamente continuará atraindo grandes companhias, de diferentes segmentos”, afirma o presidente da Tishman Speyer, Daniel Cherman.

Em processo constante de transformação e modernização, a região do Porto Maravilha vem recebendo no último ano grandes empresas brasileiras e multinacionais dos mais diversos segmentos, de cosmética a petróleo, além de um vibrante ecossistema de startups e techs. São 700km de redes de infraestrutura urbana reconstruídas e 95km de rede de fibra ótica de última geração para receber corporações e também atrações culturais de grande porte. O Museu do Amanhã, o AquaRio, o Museu de Arte do Rio e a recém-inaugurada Rio Star, a maior roda-gigante da América Latina, estão no entorno do edifício.

É mais do que uma mudança de endereço. Estamos investindo em um novo ambiente de trabalho, onde as pessoas se sintam bem e os processos fluam com muita comunicação, colaboração e inovação entre as equipes da Icatu, para proporcionarmos as melhores soluções e experiências aos nossos clientes, parceiros e corretores”, completa Luciano Snel.

Setor de seguros cresce 10,3% até outubro, informa CNseg

A Agência Brasil destaca que a receita do setor de seguros cresceu, no acumulado janeiro a outubro, 12,6%, com faturamento de R$ 220,6 bilhões, excluindo a saúde suplementar e o seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores Terrestres (Dpvat). De novembro de 2018 e outubro de 2019, a expansão foi de 10,3%.

O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg), Márcio Coriolano, durante encontro nacional das seguradoras, que os meses de novembro e dezembro, historicamente, são característicos de um crescimento maior do seguro Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), que, até outubro, registraram alta de 18,7%, o que fez com que a expansão do setor este ano ultrapassasse os dois dígitos.

“Uma base maior de pessoas está comprando planos VGBL. Há, sim, um efeito da aprovação da reforma da Previdência”, admitiu. De acordo com Marcio Coriolano, o crescimento do mercado segurador brasileiro este ano, como ocorreu em 2018, não foi homogêneo. O setor de seguros automotivos cresceu apenas 0,41%, até outubro, devido à produção menor de automóveis, à queda da renda média do trabalhador, ao aumento do transporte de aplicativos ou “uberização”, entre outros fatores. Já os seguros de danos e responsabilidades, que incluem automóveis, cresceram 5,4% em dez meses.

Maioria do STF decide pela volta do seguro DPVAT, informa O Globo

Fonte: O Globo

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou para suspender a medida provisória (MP) editada pelo presidente Jair Bolsonaro que acabava com a cobrança do DPVAT, o seguro obrigatório pago pelos donos de veículos e que serve para indenizar as vítimas de acidentes de trânsito. A MP começaria a valer em 2020 e também extinguiria o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Embarcações ou por suas Cargas (DPEM). Assim, com a decisão do STF, o DPVAT e o DPEM continuarão sendo cobrados no ano que vem.

Votaram pela suspensão da MP e continuidade do pagamento do seguro obrigatório o relator, ministro Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Luiz Fux, Marco Aurélio Mello, Rosa Weber e o presidente da Corte, Dias Toffoli. Até agora, apenas Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes se manifestaram contra. Já Luís Roberto Barroso se declarou suspeito para participar do julgamento e, por isso, não votou. Faltam ainda os votos de Cármen Lúcia e Celso de Mello.

Fachin argumentou que a medida provisória diz respeito ao Sistema Nacional de Seguros Privados, que integra o sistema financeiro nacional. E, segundo ele, é necessário aprovar uma lei complementar, em vez de uma Medida Provisória, para “dispor sobre os aspectos regulatórios do sistema financeiro nacional”.

Caso a decisão se confirme, ela não será definitiva ainda. Terá o efeito de suspender a MP, mas seus efeitos serão temporários, até que o plenário do STF analise novamente a questão. Não há prazo de quando isso vai ocorrer. A ação que levou o tribunal a analisar a medida provisória de Bolsonaro foi apresentada pelo partido Rede.

A votação de ontem foi no plenário virtual, ou seja, os ministros se manifestam no sistema eletrônico da Corte, sem a necessidade de reunião presencial. Hoje, tem início o recesso do STF, que volta a funcionar normalmente apenas em fevereiro de 2020.

Bolsonaro editou a MP em novembro deste ano. Um dos argumentos do governo federal é que a MP não desampara os cidadãos no caso de acidentes, já que, para as despesas médicas, “há atendimento gratuito e universal na rede pública, por meio do SUS”.

O DPVAT é gerido pela Seguradora Líder, um consórcio de 73 empresas, como AIG Seguros, Caixa Seguradora, Bradesco Seguros, Itaú Seguros, Mapfre, Porto Seguro, Omint, Tokio Marine e Zurich Santander.

Dos recursos arrecadados pelo DPVAT, 50% vão para a União. O repasse é dividido entre os 45% remetidos ao SUS para custeio da assistência médico-hospitalar às vítimas de acidentes de trânsito e os 5% que cabem ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) para investimento em programas de educação e prevenção de acidentes. Os outros 50% são direcionados para despesas, reservas e pagamento de indenizações às vítimas – mais de 4,5 milhões de pessoas foram beneficiadas na última década.

CMN aperfeiçoa regulamento que trata da aplicação de recursos das seguradoras

Fonte: Ministério da Economia

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou Resolução que altera a Resolução CMN nº 4.444, de 2015, para aperfeiçoar o regulamento que trata da aplicação dos recursos das seguradoras, das entidades abertas de previdência complementar e de outros entes regulados.

As alterações buscam garantir maior simplificação regulatória, aprimorar a gestão de risco e a política de investimentos, além de permitir maior diversificação nos investimentos das entidades reguladas.

As alterações foram objeto de discussão no âmbito da Iniciativa de Mercado de Capitais (IMK), em grupo de trabalho coordenado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) e que contou com a participação de associações representativas do setor.

Destaca-se a elevação do limite para investimento na modalidade “Investimentos Sujeitos à variação Cambial”: i) de 10% para 20% dos ativos garantidores, para planos de previdência durante o prazo de acumulação, para investidores em geral; e ii) de 10% para 40% dos ativos garantidores, para planos de previdência durante o prazo de acumulação, para investidores qualificados.

Em adição a essa flexibilização, passará a ser ativo elegível nessa modalidade os títulos de governos centrais de países com classificação de grau de investimento por agência de classificação de risco registrada na CVM ou reconhecida por essa autarquia. Outro novo ativo elegível é o fundo de investimento classificado como “Ações – Mercado de Acesso”, que terá limite de até 15% dos ativos garantidores.

O objetivo dessas inclusões é permitir maior diversificação dos investimentos por parte das entidades reguladas.

Em relação às regras para investimento em instrumentos financeiros derivativos, foram estabelecidos critérios objetivos: i) margem requerida limitada a 15% do valor do patrimônio líquido do Fundo de Investimento Especialmente Constituído (FIE); e ii) valores pagos a título de prêmio de opções limitados 5% do valor do PL de cada FIE.

Também foram incorporados à norma avanços obtidos na regulação dos Fundos de Investimento em Participações (FIP). Será obrigatória a aplicação em FIP qualificado como Entidade de Investimento, na forma regulamentada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Ademais, o investimento em FIP pelo mercado regulado foi condicionado a que o gestor do fundo ou o grupo econômico a ele ligado mantenha, no mínimo, 3% do capital subscrito do fundo, vedando-se cláusula no regulamento do FIP que estabeleça preferência, privilégio ou tratamento diferenciado de qualquer natureza ao gestor e/ou pessoas ligadas em relação aos demais cotistas.

Foi criado capítulo específico que trata do desenquadramento passivo dos FIE, situação na qual os entes regulados extrapolam os limites de aplicação da norma por fatos alheios ao seu controle, como, por exemplo, de oscilação de valor dos ativos. O prazo para reenquadramento será de um ano, e os excessos verificados não poderão ser agravados nesse período.

Por fim, nas diretrizes para aplicação dos recursos, os entes regulados observarão, sempre que possível, os aspectos relacionados à sustentabilidade econômica, ambiental, social e de governança dos investimentos, em linha com as boas práticas internacionais.

Mercado segurador comemora alta em 2019 e espera crescimento em 2020

Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) realiza evento anual para o balanço do setor  

Fonte: CNseg

O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, comemorou hoje a taxa de crescimento da arrecadação de 12,6% no setor, entre janeiro e outubro de 2019, muito superior à inflação do período e a maior dos últimos seis anos. O dado mostra que os desafios de 2018 foram superadas e abre espaço para uma previsão otimista para 2020. O discurso ocorreu no Rio de Janeiro durante o encontro anual que reúne as principais lideranças do mercado de seguros e os dirigentes da FenSeg, FenaPrevi, FenaSaúde e FenaCap. Também estiveram presentes Solange Paiva Vieira, superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e Leandro Fonseca, diretor-presidente daANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). 

“Tivemos marcos importantes que impulsionaram o mercado em 2019, como a votação da Reforma da Previdência e os novos marcos regulatórios que vão desde a Lei da liberdade Econômica até a prioridade dada, no Congresso Nacional, aos temas reformistas e a desregulamentação da economia. São mudanças que vão elevar o grau de competição entre agentes econômicos, gerando maior eficiência na vida nacional”, avaliou Coriolano. 

O presidente da CNseg lembrou ainda que o setor se destacou pela resiliência, com aumento de eficiência operacional, ganhos de produtividade e solvência, o que ajudou a ampliar a base de seguros. 

Durante a solenidade, Solange Vieira (SUSEP) lançou para as seguradoras o desafio de oferecerem produtos cada vez mais simples e específicos, com aumento da competição. O objetivo é estimular o crescimento do mercado com redução de preços nos serviços. 

– Estamos trabalhando com regulamentações para facilitar que o mercado de seguros opere de forma mais simples na palma da mão e que grande parte das operações possam ser feitas pelo celular. O setor ainda tem muito a se desenvolver, ponderou. 

Já Leandro Fonseca (ANS) mostrou o amplo crescimento da adesão da população aos planos de saúde complementar, que hoje já asseguram 47 milhões de pessoas no país. “Temos ainda muito o que fazer para renovar o mercado e acredito que o crescimento econômico do país previsto para 2020 vai acelerar ainda mais a ampliação do número de segurados”, previu. 

O presidente da Federação Nacional dos Seguros Gerais (Fenseg), Antonio Trindade, mostrou também otimismo com o atual cenário de juros e inflação baixos e espera um crescimento da arrecadação do setor de seguros gerais em 2020, visto que, em 2019, seu maior motor, que é o seguro de automóveis, foi muito impactado pela redução das vendas de veículos e, principalmente, pela “concorrência desleal das empresas de proteção veicular”. 

Para o presidente da Federação Nacional de Previdência Privada (Fenaprevi), Jorge Nasser, esse ano foi desafiador, com várias adversidades, mas é preciso celebrar o crescimento gerado no período. Para ele, o cenário econômico do próximo ano exigirá foco no cliente, transparência e inovação. Os planos de previdência somam R﹩ 1 trilhão em suas reservas, o que aumenta a reponsabilidade das empresas do setor. “Não somos gestores de fundos de investimentos. Somos gestores de planos que garantem a proteção das famílias e o planejamento da qualidade da qualidade de suas vidas”, avaliou. 

O presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar, João Alceu Amoroso Lima, mostrou que o grande propósito da Fenasaúde é suscitar um amplo debate sobre a regulamentação da cobertura de forma a permitir a inclusão de um número cada vez mais expressivo da população nos planos de saúde. 

Por sua vez, Marcelo Farinha, da Federação Nacional de Capitalização (Fenacap), mostrou que o mercado mudou completamente e comemorou o retorno do crescimento no patamar de dois dígitos. Ele também salientou a importância do novo marco regulatório do segmento de capitalização. 

“Vou ficar frustrada”, diz titular da Susep, caso o STF suspenda o fim do DPVAT

A votação online deve terminar até a meia noite desta quinta feira

O fim ou a continuidade do seguro obrigatório DPVAT roubou a atenção dos executivos do mercado segurador, reunidos nesta quinta-feira no almoço de confraternização do setor e da premiação dos vencedores do Prêmio Inovação de Seguros, promovido pela CNseg, a confederação das seguradoras. Aliás, foi o foco do discurso da economista Solange Vieira, que comanda a Superintendência de Seguros Privados (Susep), e apareceu no evento vapt vupt somente para dar o seu recado para quase 400 profissionais do setor reunidos no salão do Copacabana Palace

“Vou ficar muito frustrada se perdermos essa questão no Supremo. Eu gostaria muito de discutir com o Congresso e com a sociedade sobre o assunto”, frisou a um público que luta para que ela realmente se frustre. O DPVAT é defendido pelo setor por diversas razões, principalmente porque atende milhões de pessoas que nunca compraram seguro, mas sofreram acidentes de transito.

Hoje se encerra o julgamento virtual iniciado o dia 13, que suspenderá ou não a MP 904 que acaba com o DPVAT a partir de 2020. O ministro Edson Fachin votou pela suspensão da MP, em uma ação de inconstitucionalidade protocolada pela Rede no Supremo Tribunal Federal (STF). Até as 16h havia um voto a favor de manter a MP, dois suspendendo e um que segue parcialmente o relator. O ministro Luís Roberto Barroso declarou-se impedido. Acompanhe a votação no link do STF.

Caso a MP seja suspensa, Solange Viera deverá divulgar várias medidas nesta sexta. Ou seja, falta muito ainda para o ano acabar para as seguradoras, acostumadas a serem supreendidas por diversas medidas nos últimos dias do ano.

Vamos acompanhar!!!

Leia a posição da Susep

Leia a posição da Líder Seguradora

Veja os vencedores do 9º Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros

Em solenidade realizada nesta quarta-feira (19/12), a Confederação das Seguradoras (CNseg) anunciou os vencedores do 9º Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, no Hotel Copacabana Palace (RJ). O prêmio reconhece as soluções inovadoras para potencializar o mercado de seguros e ficou conhecido por prestigiar e reconhecer a criatividade dos prestadores de serviço do setor segurador. Os vencedores foram anunciados pelo presidente da CNseg, Marcio Coriolano, no evento anual que reúne as principais lideranças do mercado e conta com a presença também de dirigentes da FenSeg, FenaPrevi, FenaSaúde e FenaCap.

“Nossa intenção é valorizar a contribuição das empresas e dos seus profissionais para o setor na criação de soluções e no desenvolvimento de tecnologias inovadoras para o mercado segurador. Buscamos de forma permanente aumentar cada vez a eficiência promovida pela interação da tecnologia com o cliente, o que gera bem-estar para todos:, afirma, Coriolano.

Nesta edição, 129 projetos foram inscritos nas categorias de Produtos e Serviços; Comunicação; e Processos e Tecnologia. Após avaliação, quinze cases foram pré-selecionados e, por fim, os nove vencedores foram revelados na premiação anual. Todos os participantes estão inseridos no mercado de seguros e buscam soluções práticas que podem ser implantadas no dia a dia das empresas e prestadoras de serviço.

“São projetos recentes e já implementados pelas empresas que geram resultados e significativos valores para os segurados”, afirma Solange Beatriz Palheiro Mendes, diretora de relações de consumo e comunicação da CNseg.

Confira os premiados:

Categoria: Produtos e Serviços

Em primeiro lugar, o projeto escolhido foi Idoso Bem Cuidado: Integração da cadeia de saúde como estratégia do cuidado, da SulAmérica Companhia de Seguro Saúde e de autoria da Katia Weber com coautores. Trata-se de um programa de promoção à saúde e prevenção de doenças para pessoas a partir de 65 anos, que envolve uma visão geral do paciente e propõe um modelo de atenção integral e personalizada.

Já o segundo e terceiro lugar também foram para a SulAmérica destinados aos projetos “Médico na Tela – Teletriagem médica por vídeo” e “Auto. Vc: Acelerar demais? Só na inovação”, criados, respectivamente, por Viviane Mathias e Patrícia Ornellas com apoio de coautores. O Médico na Tela é um serviço de teletriagem que possibilita interação entre beneficiários e médicos por meio de videochamada para tirar dúvidas rápidas em casos de baixa complexidade. Já o case Auto. Vc: Acelerar demais? Só na inovação usa aplicativos como de telemetria para monitorar a direção e o comportamento dos motoristas, que, se apresentarem boas práticas, podem receber brindes e descontos no seguro auto da SulAmérica.

Categoria: Comunicação

A medalha de ouro desta categoria foi para o case da Amil Assistência Médica Internacional. Desenvolvido por Eduardo Gil e coautores, o JurisHealth é uma multiplataforma com conteúdo educativo e informativo para esclarecer os principais temas que geram judicialização no âmbito de saúde suplementar (planos de saúde).

A prata foi para o projeto Dress CODE – Seu jeito, Sua Agenda da SulAmérica de autoria da Julia Nejaime e coautores. O case consiste no conjunto de ações realizadas para o lançamento do novo dress code (código de vestir) da seguradora com a intenção de garantir o alinhamento das equipes, aumentar o engajamento e impactar na retenção e atração de talentos a partir de uma mudança cultural na companhia.

Por fim, o bronze foi para a Liberty Seguros.Sob criação de Luiza Maia, o projeto Mulheres Seguras busca inspirá-las e capacitá-las para que tenham mais representatividade, presença no mercado e em cargos de liderança, e que conquistem cada vez mais salários melhores e justos.

Categoria: Processos e Tecnologia

O pódio máximo desta categoria foi para o case Solicitação de Medicamentos, desenvolvido por Paolo Marini e coautores da SulAmérica Saúde. O projeto busca melhorar a experiência do beneficiário que realiza tratamento com medicamentos especiais, além de trazer acolhimento, transparência, segurança e qualidade nos processos.

O segundo lugar ficou com a Seguradora Líder com o projeto Novo Modelo de Prevenção e Combate a Fraudes de autoria da Mariza Trancho e coautores. A meta é garantir à seguradora meios mais eficientes para o gerenciamento dos riscos de fraude em processos de indenização de sinistros do Seguro DPVAT e, assim, potencializar a sustentabilidade do produto, principalmente com foco no beneficiário.Já o projeto Venda Digital, criado por Bruno Ferreira e coautores, consagrou-se em terceiro lugar representando a Mongeral Aegon Seguros e Previdência. A inovação desenvolvida foi a digitalização do processo de venda atual, que utiliza formulários, guias e folders em papel, em uma solução digital simples, integrada e eficiente, que melhore os processos internos e oferece dinamismo.

Viva Futuro marca processo de inovações em 2019

Plataforma de cashback, que transforma consumo em contribuição, é novo benefício da fundação aos participantes

Fonte: Viva Previdência

A Viva Previdência, entidade Fechada de Previdência Complementar (EFPC), lança, hoje, 19 de dezembro, o Prev4U, uma plataforma decashback (programa de recompensa por reembolso) que, nesta primeira etapa, está vinculada ao plano patrocinado Geaprev, em operação desde 2005, e ao plano familiar e associativo Viva Futuro, novo produto da fundação, ambos destinados ao planejamento de longo prazo. “Essa é uma inovação que dará um salto nos nossos produtos. Entramos na sua segunda onda, revertendo consumo em contribuição”, define Silas Devai Júnior, diretor presidente da Viva.

O Prev4U está alinhado com o propósito da Fundação de levar educação financeira aos participantes, estimulando a poupança previdenciária. Com a nova plataforma os participantes dos planos Geaprev e Viva Futuro terão benefícios: descontos revertidos em contribuição adicional e consequente aumento da reserva no plano complementar, tudo a custo zero.

Para obter o benefício, o participante realiza o cadastro no portal e, a partir daí, todas as suas compras realizadas nas lojas credenciadas retornam, em um percentual em dinheiro. Esse valor será utilizado como novo aporte na previdência complementar do participante.

O processo é simples: o participante identifica lojas ou produtos na Prev4U, visualiza os descontos que serão revertidos em cashback e faz a compra. Assim que a compra for finalizada, recebe uma mensagem informando o valor do cashback, que será utilizado como aporte de seu plano, de acordo com as regras de cada plano. “Em breve estenderemos esse benefício para os demais participantes. No momento, havendo algum interessado, basta aderir ao Viva Futuro”, adianta Devai.

O Viva Futuro, plano família da Viva Previdência, vai completar seis meses em dezembro. Desde a primeira fase da capacitação, os resultados do Viva Futuro registram crescimento. Até novembro, o número de participantes ativos cresceu 134% em relação ao seu primeiro trimestre de operação.

Para aderir ao Viva Futuro, não existe limite de idade.  O participante define quanto pode investir mensalmente, além de escolher quando irá receber o seu benefício (a partir de 18 anos). Se algum imprevisto acontecer, tem a possibilidade de efetuar resgate parcial ao longo do tempo. O plano possui uma contribuição mensal, com valor bem acessível, a partir de R$ 30,00.  

SulAmérica lança fundo de ações que investe em empresas com as boas práticas de governança

Total Impacto FIA doará 100% da taxa de administração para o incremento de projeto de incentivo à leitura na Amazônia

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica lança por meio da SulAmérica Investimentos um fundo de ações socialmente responsável, o Total Impacto FIA. A carteira será composta por empresas comprometidas com boas práticas de gestão socioambiental e 100% da taxa de administração será doada para o desenvolvimento dos projetos da ONG Vaga Lume de incentivo à leitura na Amazônia. “Contribuir para o desenvolvimento da sociedade e da educação está em linha com nosso posicionamento de sustentabilidade”, explica Marcelo Mello, vice-presidente de Vida, Previdência e Investimentos da SulAmérica.

Desde 2009, a SulAmérica Investimentos é signatária dos Princípios para o Investimento Responsável, rede apoiada pela Organização das Nações Unidas (ONU) com mais de 1.500 signatários em mais de 50 países, que representam mais de US$ 60 trilhões em ativos administrados, visando a estruturar um sistema financeiro global eficiente e sustentável. “O fundo Total Impacto é uma boa opção de investimento neste momento de juros baixos, além de chegar também para reafirmar nossa estratégia de investimento para fomentar melhores práticas em nossa cadeia de atuação, em linha com nossa visão de longo prazo”, completa Marcelo. 

A iniciativa tem como parceira a ONG Vaga Lume, que promove a leitura e gestão de bibliotecas comunitárias nas comunidades rurais da Amazônia. Com a contribuição da SulAmérica para a organização, mais de 90 bibliotecas serão mantidas em 22 municípios da região. “Nossa expectativa é que consigamos ainda abrir quatro novas bibliotecas em 12 meses”, conta Marcelo. Os recursos obtidos com o fundo vão ajudar a promover o acesso das crianças da região à literatura e, consequentemente, a informações que abrem caminho ao empoderamento das comunidades amazônicas. 

A carteira do fundo Total Impacto FIA é formada pela seleção das melhores ações a partir de critérios de qualidade (rentabilidade, crescimento e segurança) e de compromisso com questões ambientais, sociais e de governança corporativa (ASG). Os profissionais da SulAmérica Investimentos acompanham o desempenho das ações e fazem os ajustes necessários para alcançar os objetivos de retorno do fundo. Desde o início da aplicação, todo investidor passa a contribuir com a destinação da taxa de administração para a ONG Vaga Lume e para o projeto de bibliotecas na região rural da Amazônia. Para mais informações sobre este projeto, acesse o site vagalume.org.br