HDI Seguros lança campanha com Luciano Huck

hdi campanha

Fonte: HDI

Após dois anos e 271 projetos que mudaram completamente a empresa, de sua sede a seu portfólio de produtos e serviços, a HDI Seguros lança uma campanha publicitária para marcar sua nova fase. “A transformação foi tão grande que somos praticamente uma nova companhia. O objetivo é apresentar essa nova HDI ao mercado”, diz Murilo Riedel, CEO da empresa.

A campanha é estrelada pelo apresentador Luciano Huck, que foi contratado para ser o garoto-propaganda da HDI pelos próximos dois anos. Pesquisas feitas pela empresa atestaram que milhões de consumidores veem no apresentador as mesmas características que a companhia pretende ressaltar e que estão expressas em seu slogan “humana, digital, inovadora”. Riedel explica que, mais que um slogan, os adjetivos representam o mantra da HDI: “tudo o que fazemos deve considerar as pessoas, a tecnologia e a necessidade de ser uma nova empresa todos os dias, em um mundo que muda todos os dias”.

A campanha terá filmes em TV aberta e fechada. Terá, ainda, peças digitais nos principais portais da internet e nos perfis da HDI no Instagram, Facebook, LinkedIn e Twitter; ativações em telões e mobiliário de aeroportos, em mobiliário urbano e em eventos setoriais e summits que serão promovidos pela empresa.

“A HDI iniciou 2019 sendo a seguradora que mais cresceu em automóvel, residência e empresa. Mesmo assim, continuamos a criar novos produtos e novos processos, que os corretores e os consumidores logo vão conhecer – e que vão explicar nosso 2020”, diz Riedel. “O triênio de 2017 a 2019 foi o melhor da companhia em 30 anos de Brasil, mas as expectativas para 2020 são ainda maiores. Estamos certos de que vamos crescer ainda mais”, conclui o executivo.

2020 promete transformação, tecnologia, lucro, crescimento e muitas notícias

2020 mercado segurador

Última segunda feira de 2019. Ano que veio a reboque de 2018, um ano de muitas mudanças no país e no mercado segurador. As notícias começaram com balanços de 2018 publicados em fevereiro. Todos previam resultados ruins e o setor encerrou 2018 com lucro, totalizando R$ 14,7 bilhões, acima dos R$ 13,4 bilhões de 2017, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) compilados pela consultoria Siscorp. Em 2019, até novembro, o lucro do setor totaliza R$ 15,7 bilhões. Feito conquistado mesmo com a queda da taxa de juros básica, a Selic, que remunera quase a totalidade das reservas técnicas. O ganho operacional do setor passa a ser mais representativo, compensando assim o declínio da taxa de juros e, consequentemente, do ganho financeiro.

Em vendas, o setor decresceu 0,7% em 2018, puxado pela queda no volume de arrecadação do VGBL e do DPVAT, de acordo com estatísticas da CNseg. Mas cresceu em algumas linhas importantes, mostrando a diversificação do setor, que na última década estava concentrado em automóvel e previdência aberta. A economia titubeou com confusões na política, mas avançou, levando junto o mercado segurador. Em junho, a CNseg reduziu as projeções do crescimento anual do mercado segurador do intervalo de 4,7% a 6,9% para 4,5% a 7,1%. Mas em dezembro, uma reviravolta. Marcio Coriolano anunciou nova perspectiva: crescimento de dois dígitos. Até outubro o indicador era de 12,6%  (sem considerar DPVAT e Saúde).

Em março, uma significativa mudança: Susep comandada por uma mulher, economista e cheia de energia para tirar as amarras que atrapalham o crescimento do setor. “Acredito no seguro e na força dele para o desenvolvimento do País. Estamos falando de um mercado gigante. Precisamos desregulamentar e desburocratizar o setor, aumentar a competição, garantir segurança jurídica e, acima de tudo, tornar o seguro um produto simples e acessível à população”, destacou Solange Vieira durante a cerimônia da sua posse.

Em dezembro, Solange Vieira tentou acabar com o DPVAT, mas não conseguiu desta vez. Mas avisou que o monopólio no seguro obrigatório acaba em 2021. Mas conseguiu feitos importantes. No segundo semestre do ano, a Susep permitiu o lançamento de seguros intermitentes e acabou com a regulação dos corretores de seguros, que segundo ela, estão aptos para atuarem com a auto-regulamentação. Também deu início a regulação das seguradoras por tamanho e ramos de atuação, algo que já acontece em mercados maduros. E promete para 2020 as normas regulatórias para as insurtechs. Certamente o número e o volume de prêmios já gerados pelas novatas irão surpreender a todos.

Tivemos várias notícias de fusões, aquisições e parcerias em canais alternativos, como varejo, bancos digitais e plataformas de investimentos. O Banco Central regulamentou as fintechs e deu a elas a liberdade de atuar com seguros de vida. Várias delas buscaram seguradoras e as parcerias andam a todo vapor. Algumas empresas deixaram de operar, como a Travelers, outras se uniram, como a Austral e a Terra Brasis. Muitas ampliaram o escopo de atuação, como a Tokio Marine em seguros cibernéticos, e outras reduziram o campo de atuação.

O tema diversidade definitivamente se instalou no setor como uma das prioridades das empresas. Agora precisa sair do discurso e partir para a prática. Algumas associações foram criadas e conseguiram patrocínios suficientes para apresentarem projetos concretos, que sejam algo muito além de gerar networking entre todos do setor.

Para 2020, certamente o ritmo frenético por conhecimento vai seguir, capitaneado por parrudos investimentos em tecnologia para possibilitar a redução de despesas, aumento de capilaridade, oferta assertiva de produtos e, principalmente, colocar o cliente no centro da estratégia. De verdade. Como diz Márcio Coriolano, presidente da CNseg, “precisamos de um ambiente de negócios mais amistoso, um processo de desregulamentação para ofertar produtos mais flexíveis para a população e um mercado aberto que estimule novos negócios”.

O setor definitivamente entrou no mundo dos dados para conquistar novos clientes e lidar com riscos emergentes. A tecnologia ficou mais barata, os smartphones e a comunicação digital geram um crescimento exponencial de dados praticamente em tempo real, tanto da própria carteira de clientes como pelos captados em redes sociais, drones, dados governamentais e corporativos. O blockchain permanece em banho maria à espera de regulação, mas o mundo digital faz explodir o campo de oportunidades para todos, gerando o mantra “como podemos estar em melhor posição para enfrentar essa nova dinâmica do setor” entre os que atuam e os que querem atuar com seguros, um mercado que movimenta anualmente mais de US$ 5 trilhões no mundo.

Estudo da Deloitte destaca algumas perspectivas para 2020:

  • 62% das seguradoras consideram que os produtos “não segurados” são os fatores mais importantes para a escolha de uma seguradora (ex.: serviços/facilidades associados ao seguro);
  • 57% dos participantes entendem que o acesso à uma equipe de assistência amigável e eficiente é o principal fator de retenção;
  • 45% dos participantes entendem que o principal desafio para o crescimento está associado ao entendimento das expectativas e necessidades dos clientes (nos últimos três anos o principal fator apontado eram obstáculos regulamentáreis/legais;
  • A receita de serviços associados aos seguros deve subir de 35% para 61% nos próximos 3 anos;
  • 33% dos prêmios virão de novas proposições em 2024;
  • As fusões e aquisições devem impulsionar cerca de 50% do crescimento da indústria nos próximos 5 anos (para 70% dos participantes);
  • 95% dos participantes acreditam que vão aumentar o uso de análises avançadas de dados nos próximos 3 anos;
  • 51% dos participantes entendem que o principal desafio de operar de forma digital consiste em atender aos requerimentos regulatórios de cyber segurança e privacidade de dados

2020 começa como os outros anos, cheio de otimismo. Que ele realmente aconteça e traga emprego, aumento de renda e proteção sob medida para todos. Sem excessos, pois a quarta revolução industrial deixa claro que menos é mais para se ter mais qualidade de vida, de relacionamentos, de negócios e de política.

Desejo a todos um 2020 repleto de boas notícias. Que muitos saiam da zona de conforto para abraçar este novo mundo que exige estudo em algoritmos e que mescla robôs e humanos e também jovens e +50. Muitas vezes as notícias parecem ruins, mas no final elas surtem um efeito revigorante. Que nosso foco seja o crescimento sustentável, com a divulgação transparente dos fatos que tanto afetam nosso dia a dia e o futuro de toda uma nação.

Que venha 2020!!!! O blog Sonho Seguro praticamente dobrou em número de leitores, bem como de seguidores nas redes sociais em que atua (Facebook, Instagram, Twitter e LinkedIn). E inovou mergulhando no mundo dos podcasts. Espero contar com todos para a produção de conteúdos relevantes e diferenciados para agregar valor a este apaixonante mercado de seguros.

Veja abaixo as principais mudanças regulatorias em 2019 detalhadas pelo consultor Francisco Galiza:

   1) A MP 905 (apelidada de “Programa Verde e Amarelo”), entre outras coisas, desregulamentou a profissão do corretor de seguros. O objetivo do governo teria sido o de aumentar o volume de empregos, mas muitos questionam a estratégia empreendida para isso. Os sindicatos da categoria de corretores estão fortemente empenhados em revogar o item dessa medida que trata de tal assunto, pois a consideram inconstitucional. Em paralelo, muitas seguradoras declararam, em diversos vídeos, apoio ao corretor de seguros como figura essencial do mercado brasileiro. Ver a medida original… https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/139757

         2) Também pela mesma MP 905, os corretores de seguros foram excluídos da supervisão da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). Com isso, os corretores de seguros passariam agora a se autorregular. Essa MP não atingiu os corretores de resseguros, que seguiriam sendo regulados pela SUSEP. Essa medida abriu um grande espaço para a atuação do Ibracor (por enquanto, a única autorreguladora de corretores atuando no mercado brasileiro). Também pela urgência do momento, no final do ano passado, o Ibracor emitiu diversas orientações para os corretores de como eles devem proceder. A seguir, como ilustração, uma referência teórica sobre tal assunto. Ver… http://www.ratingdeseguros.com.br/pdfs/autorregulacaocorretoras.pdf

         3) A MP 904 (https://www.congressonacional.leg.br/materias/medidas-provisorias/-/mpv/139756) extinguiu o DPVAT, o seguro obrigatório de automóvel. Mas, logo em seguida, o STF reagiu, impedindo tal extinção. Em seguida, o CNSP alterou os valores a serem pagos pelos proprietários de veículos em 2020, diminuindo-os de forma expressiva . Mais uma vez, o STF impediu tal fato, argumentando que isso seria um “subterfúgio da administração para se furtar ao cumprimento da eficácia da decisão cautelar proferida pelo Plenário do STF na ADI nº 6.262/DF”, na qual foi suspensa o fim do seguro. Ressaltamos que algumas dessas decisões judiciais são em caráter liminar. Além disso, nesse vai e vem, o Congresso Nacional ainda não se pronunciou. Há argumentos econômicos favoráveis e desfavoráveis a tal medida. Desde incentivo à livre iniciativa até a necessidade de promover a segurança de passageiros e pedestres, em um trânsito que bem conhecemos. Por exemplo, a cada 15 minutos, uma pessoa morre de acidente de trânsito no país. Sinceramente, ainda não se sabe como toda essa história vai terminar.

         4) Também em dezembro último, a Susep abriu uma consulta pública para discutir a segmentação do mercado (http://www.susep.gov.br/setores-susep/noticias/noticias/susep-abre-consulta-publica-para-segmentacao-do-mercado). A ideia é que haja uma segmentação das seguradoras, de acordo com o porte e o perfil de risco das mesmas. No ano passado, inúmeras vezes, a SUSEP declarou que a concentração do setor de seguros, na sua visão, é elevada, uma declaração questionada por alguns. Assim, na prática, o objetivo dessa consulta pública é que, com isso, haja uma diminuição nas barreiras à entrada de novas companhas, aumentando a competição. O assunto deve ganhar destaque nesse ano. Como no caso anterior, há argumentos econômicos favoráveis e desfavoráveis. Por um lado, isso poderia teoricamente estimular a entrada de novas companhias; por outro, não se sabe o que isso pode afetar em termos de solvência do sistema.

Valores do DPVAT são reduzidos e motorista poderá escolher seguradora, informa Susep

Seguro de carro vai custar R$ 5,23 e de moto R$ 5,67, redução de 68% e 71%, respectivamente

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) fez uma coletiva em sua sede no Rio de Janeiro para alguns jornalistas com o objetivo de divulgar os valores do DPVAT 2020, aprovados pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), vinculado ao Ministério da Fazenda. Outra novidade foi a Susep anunciar mudanças para o DPVAT em 2021. O motorista vai poder escolher qual seguradora ele vai querer contratar, retirando o atual monopólio da Seguradora Líder.

Quanto aos valores, o seguro obrigatório sofreu ainda mais redução de preço do que em anos anteriores. O pagamento continua na data de vencimento da cota única de IPVA ou na da primeira parcela de cada estado, informou a Seguradora Líder, que é a administradora do DPVAT. Os boletos devem ser gerados no site da seguradora. Motos tiveram os preços reduzidos em 71% e automóvel em 68%:

Automóvel, táxi e carro de aluguel – R$ 5,23 (R$ 16,21 em 2019)

Ciclomotores: R$ 5,67 – ( R$ 19,65 em 2019)

Caminhões: R$ 5,78 – (R$ 16,77 em 2019)

Ônibus e micro-ônibus (sem frete): R$ 8,11 – (R$ 25,08 em 2019)

Ônibus e micro-ônibus (com frete): R$ 10,57 – (R$ 37,90 em 2019)

Moto: R$ 12,30 – redução de 86% ( R$ 84,58 em 2019)

“O objetivo da redução do prêmio foi para consumir recursos que foram acumulados ao longo do tempo, de contribuições do próprio segurado em preços de seguros que foram majorados por processos de corrupção, que a operação Tempo de Despertar começou a apurar em 2015”, disse Solange Vieira, superintendente da Susep, segundo noticiaram as agências presentes na coletiva.

Segundo a Susep, a precificação do seguro ficou maior durante um período de tempo e isso foi formando um fundo na instituição. O valor total desse fundo chegou a R$ 5,8 bilhões. Com o objetivo de devolver esses recursos para o contribuinte, a Susep considerou esse total no cálculo para os novos valores do DPVAT.  “O objetivo nosso foi montar um cálculo onde a gente maximizava a utilização desses recursos pelo consumidor. A gente vai consumindo esse fundo em três anos”, disse Solange Vieira, da Susep. 

Fim do monopólio – Em release, a Susep informou que o CNSP aprovou por unanimidade que a Susep deverá apresentar as mudanças regulatórias necessárias, até agosto de 2020, para que o Dpvat possa ser comercializado por qualquer seguradora que esteja habilidade a operar seguros pela Susep. A medida deve entrar em vigor a partir de 2021. A entrada em vigor a partir de 2021 permite um período de adaptação ao mercado e confere tempo para que o CNSP e a Susep implementem às regulamentações necessárias ao novo modelo. Com a nova determinação, a parte do seguro operada em consórcio ficará limitada ao exigido pelo art. 7º da Lei nº 6.194/74 (veículos não identificados e inadimplentes).

Novo normativo contábil – Em linha com recomendação do TCU foi editado normativo que adequa o registro do Dpvat aos padrões internacionais de contabilidade. A norma determina a criação de quatro provisões de forma a adaptar as regras do seguro Dpvat às regras aplicáveis aos demais ramos de seguro.

Líder contesta monopólio – A Seguradora Líder também que mantenha o monopólio da cobrança da taxa, como afirmou a titular da Susep, uma vez que trabalha com outras seguradoras. “O Seguro DPVAT é operacionalizado por um consórcio de 73 seguradoras de um total de 118 em atividade no Brasil, aberto a todas as seguradoras de vida, previdência e seguros gerais que tenham interesse em participar das operações do seguro, figurando a Seguradora Líder apenas como administradora de tal consórcio”, afirmou a Líder em nota.

“A administração do consórcio do DPVAT (Líder) é vítima das fraudes de pessoas e quadrilhas especializadas que atuam na tentativa de obter indenizações ou vantagens ilícitas com este seguro universal”, afirmou a Líder, informando que nos últimos dois anos os ataques de quadrilhas contra o DPVAT caíram 80%, por conta de várias ações estratégicas da administração do consórcio.

“A seguradora reforça que sempre esteve aberta e disposta a construir, junto ao Ministério da Economia, Susep e Congresso, um modelo de administração do seguro de acidente de trânsito que seja sustentável, eficiente, simples, moderno e ágil, para garantir o amparo e a proteção para as milhares de vítimas de acidente de trânsito no Brasil”, finaliza a gestora do consórcio de seguradoras.

Dúvidas – O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu, no dia 19 de dezembro, os efeitos da Medida Provisória nº 904, que extinguia o Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT) a partir de 1º de janeiro de 2020. Com a decisão, tanto as indenizações às vítimas de acidentes de trânsito de todo o país quanto o pagamento anual pelos proprietários de veículo seguem normalmente.  Para esclarecer as dúvidas relacionadas ao tema, confira as principais perguntas respondidas pela administradora do consórcio neste link.

Seguradoras otimistas

Francisco Galiza

Em dezembro, ao fechar o ano de 2019, as seguradoras brasileiras aumentaram o seu grau de otimismo, com o ICES (índice de confiança das seguradoras) se aproximando dos 130 pontos, informa o consultor Francisco Galiza. “Nesse momento, 80% de tais empresas acreditam que a economia brasileira estará melhor nos próximos seis meses.”

Ticket faz parceria com Zurich e Aon para distribuir seguros

zurich ticket aon

Fonte: Ticket

Marca de benefícios da Edenred Brasil é a primeira do setor a incorporar as opções dos seguros de vida, residencial e patrimonial para todos os seus públicos 

A Ticket, marca de benefícios de refeição e alimentação da Edenred Brasil, fez uma parceria com a seguradora Zurich e a corretora Aon e está incluindo em suas soluções a distribuição de seguros. As modalidades disponíveis são as de vida em grupo, residencial e patrimonial, que contam com valores diferenciados se comparados aos dos praticados pelo mercado e podem ser contratadas diretamente pelo aplicativo ou portal da Ticket, garantindo que o processo seja ágil e seguro. 

“Essa parceria é muito importante e representativa para a Ticket, pois reforça nossos investimentos na diversificação de soluções oferecidas a nossos públicos. A ampliação da gama de serviços que disponibilizamos reflete nossa paixão pelo cliente, uma característica presente em nosso DNA e que nos estimula diariamente a buscar mecanismos para multiplicar os benefícios e estreitar o relacionamento com nossos públicos”, afirma Felipe Gomes, diretor-geral da Ticket. 

A modalidade residencial indeniza por prejuízos em decorrência de incêndio, raio, explosão ou implosão e roubo de bens. Também inclui a oferta de serviços especializados e assistências em geral, como chaveiro, hidráulica, elétrica, vidraceiro, vigilância, guarda de móveis, reparações em telhado, serviços de limpeza e manutenção de caixa d’agua. 

Já o bolsa protegida, oferece indenização para os casos de roubo ou furto de bolsas, mochilas, pastas e sacolas. Estão cobertos itens, como carteira, óculos de sol, cosméticos, perfumes, chaves, documentos pessoais, notebook, tablet, câmera fotográfica, music player, calculadora, compras não identificadas nos cartões Ticket e aparelhos celulares, incluindo modelos smartphones. 

A proteção para acidentes pessoais cobre casos de morte ou invalidez permanente e o auxílio internação, oferece a cobertura do pagamento de até 15 diárias de internação hospitalar. 

Os custos das modalidades disponibilizadas aos trabalhadores variam de R$ 7,50 a R$ 29,50 e as contratações abrem espaço para participação em sorteios mensais no valor bruto de R$ 5 mil, pela Loteria Federal. 

“Esse Programa de Seguros representa de maneira exemplar a nossa missão de apoiar nossos parceiros a criar valor para seus clientes. Trata-se de um projeto personalizado com foco no desenvolvimento de produtos aderentes a cada público e aos diferentes canais de relacionamento da Ticket, com preços acessíveis e contratação fácil para gerar a melhor experiência de compra e utilização dos seguros”, afirma Alexandre Boccia, Diretor Executivo da Aon. 

“Como líderes de mercado em seguros massificados e em linha com nossa estratégia global, a Zurich segue ampliando e melhorando o seu portfólio de produtos e seus canais de distribuição de seguros. Essa nova parceria acompanha as tendências de consumo e diversifica opções para que, cada vez mais, as pessoas tenham acesso aos nossos produtos”, afirma Luis Reis, Diretor de Afinidades da Zurich. 

Revista de Seguros: Brasil busca reinserção no mapa do comércio mundial

cnseg

Edição traz entrevista exclusiva com Marcos Troyjo,  Secretário Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia

Fonte: CNseg

O protagonismo do comércio exterior, que poderá responder por 30% do PIB brasileiro até 2022, é a reportagem de capa da nova edição da Revista de Seguros, já disponível no portal da CNseg. Em entrevista exclusiva, o economista Marcos Troyjo, um dos sete Secretários Especiais do Ministro Paulo Guedes, que cuida da área de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais, detalha ações estruturais que defende para tornar os assuntos um elemento estratégico para o crescimento sustentável do País. Durante a entrevista ele também aborda o futuro do Mercosul, o comércio com os EUA e a manutenção da parceria com a China, todas elas medidas indispensáveis para assegurar nossa maior inserção internacional.

A Revista de Seguros mostra ainda a emigração de milhares de brasileiros para outros países. Nos últimos oito anos, esse número quase quadruplicou. Segundo a Receita Federal, com base na declaração de saída definitiva — um documento entregue pelo contribuinte ao emigrar —, em 2011 foram 8.170 declarantes. No ano passado, esse número chegou a 22.538 e, até julho deste ano, já alcançava 21.873 declarações. Possivelmente, 2019 vai bater novo recorde da série histórica.

E os drones? A frota brasileira desses dispositivos aéreos mais que dobrou desde 2017. De norte a sul do Brasil, mais de 77 mil dessas pequenas aeronaves estão registradas na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac): 28 mil de uso profissional e 49 mil de utilização recreativa, no aeromodelismo. Nos últimos 12 meses, cerca de dois mil novos aparelhos foram cadastrados mensalmente. Em outubro deste ano, 59 mil pessoas físicas e 4,2 mil empresas tinham drones oficializados perante a Anac. Mercado promissor para o seguro.  

Entre as reportagens setoriais, atenção deve ser dada ao suplemento especial que repercute os momentos mais relevantes da Conseguro 2019 – o maior evento do setor segurador brasileiro. Atenção também à contagem regressiva para a vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), de grande repercussão para todas as atividades securitárias. Em razão disso, a CNseg decidiu publicar um guia inédito para ajudar o mercado a cumprir as exigências dessa nova legislação, já disponível no portal da Confederação.

Uma reportagem sobre incêndio mostra que, sem exagero, preparar-se sempre para o pior é a melhor forma de proteção e o caminho para limitar as perdas. E confira a estreia da série Fides- conjunto de matérias sobre a conjuntura de cada país integrante da Federación Interamericana de Empresas de Seguros. O mercado argentino de seguros abre a série especial da Revista de Seguros.

Nesta edição, também são abordados os benefícios da chamada Medida Provisória do Contribuinte Legal, que deve favorecer 1,9 milhão de devedores inscritos na dívida ativa e com débitos acima de R$ 1,4 trilhão com a União.

Marcelo Mello, VP de previdência, fala sobre vida e investimento da SulAmérica

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O episódio #6 do Sonho Seguro News traz o tema: Como buscar melhor rentabilidade para o dinheiro guardado para a aposentadoria diante da queda da taxa de juros? Convidamos Marcelo Mello, vice-presidente de vida, previdência e investimentos da SulAmérica, para falar sobre as oportunidades de negócios que a reforma da previdência traz para todos que atuam no mercado de seguros e previdência.

Em outubro, a SulAmérica Investimentos bateu a meta do ano inteiro. “Você não precisa mais explicar para cliente e para o corretor que uma seguradora independente tem um portfolio competitivo”, afirma. “O mais interessante é a forma como esse crescimento acontece. O cliente de previdencia não está confortável com esse cenário de juros baixos e por isso tem migrado para fundos mais sofisticados. É um momento diferenciado em relação ao passado. Há muitos negócios nestes segmentos de previdência e vida, pois todos precisam poupar e todos estão expostos a riscos”, afirma.

Ouça o podcast com Marcelo Mello disponível no Spotify, Apple Podcast e Deezer, e saiba mais. Se gostar, compartilhe com os amigos.

“Esperamos, com otimismo, um 2020 também desafiador”, diz CEO da Crawford Brasil

Leonardo Semenovitch vê uma exigência cada vez maior dos clientes e dos corretores por uma experiência melhor no processo de regulação e liquidação de sinistros

Em 2019, muitos executivos mudaram de emprego, abraçando novos desafios. Um deles foi Leonardo Semenovitch, que presidia a Travelers no Brasil. Por decisão da matriz, a unidade brasileira foi fechada e o executivo se recolocou na prestadora de serviços Crawford, depois e 23 anos trabalhando em seguradoras. “Espero que nossa equipe possa contribuir para a evolução e o crescimento desse mercado tão rico em oportunidades e desafios”, disse o CEO da Crawford Brasil ao blog Sonho Seguro.

“Vejo uma exigência cada vez maior dos clientes e corretores por uma experiência melhor no processo de regulação e liquidação de sinistros. O número de interações, solicitações de documentos e prazo para indenização ou encerramento precisam diminuir. Agora na Crawford, conhecendo as necessidades das seguradoras, tenho a oportunidade de oferecer serviços customizados e adequados para cada tipo de operação.”

Semenovitch avalia que em 2019 o mercado segurador brasileiro teve um desempenho um pouco aquém do esperado. “Não temos os números finais, contudo, um certo grau de incerteza política, além de reformas e crescimento mais lentos foram determinantes. Esperamos, com otimismo, um 2020 também desafiador”, diz.

Segundo ele, em um cenário de desaceleração global da economia, a competitividade e a concorrência serão cada vez mais intensas. Taxas de juros baixas demandando maior eficiência das seguradoras, que se dará, principalmente, através de automação e transformação digital. “A tecnologia está revolucionando o setor, melhorando processos, simplificando e facilitando o acesso a seguros para as novas gerações. Inovação não é só fundamental, é uma questão de sobrevivência. Além disso, exigências ambientais e sociais fazem com que as empresas sejam mais responsáveis e proativas na gestão de riscos, o que exige especialização”.

Especificamente no Brasil, acrescenta o executivo, o aumento previsto dos investimentos em infraestrutura, novos produtos, canais de distribuição e até mudanças regulatórias vão estimular um crescimento significativo do mercado. Seguro garantia, riscos de engenharia, transportes e linhas de produtos de pessoa física têm tudo para crescer substancialmente, avalia. O produto para riscos cibernéticos deve ter uma evolução acelerada também, apesar de ainda ter pouca penetração.  

Decisão do STF sobre DPVAT abre debate para o seguro obrigatório

Fonte: Seguradora Líder

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, na noite de quinta-feira, suspendeu a Medida Provisória (MP) do governo Jair Bolsonaro que extinguiria, a partir de janeiro, o Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT), será uma oportunidade para abrir o debate, no Legislativo, em torno do seguro obrigatório. A avaliação é de Wilson Toneto, presidente do Conselho de Administração da Seguradora Líder, que lidera o consórcio operador do DPVAT, formado por 73 empresas.

Toneto lembrou que a tramitação da MP no Congresso Nacional poderia se estender até abril, deixando as vítimas de acidentes de trânsito descobertas nesse período. Um estudo da Seguradora Líder estima que, apenas em 2020, poderiam ficar descobertos 314.589 acidentados, que fariam jus a um total de R$ 1,3 bilhão em indenizações, como revelou o Estado no início do mês.

“Trata-se de abrir um debate. O debate foi proposto por nós desde o ano passado, no sentido do aperfeiçoamento do seguro DPVAT. Reconhecemos a necessidade desse aperfeiçoamento”, afirmou Toneto.

A decisão do STF, numa ação movida pela Rede Sustentabilidade, foi uma derrota para o governo Bolsonaro. O relator do caso, ministro Edson Fachin, defendeu a suspensão da MP por entender que a Constituição Federal exige “lei complementar para dispor sobre os aspectos regulatórios do sistema financeiro nacional”. Portanto, extinguir o DPVAT por meio de MP seria inconstitucional.

Na ação, a Rede Sustentabilidade argumentou que o Planalto não apresentou argumentos suficientes para justificar a extinção do DPVAT, que pode ter sofrido com “potencial desvio de finalidade” ao ser utilizado para atingir um desafeto político do presidente. Como revelou o Estado no mês passado, a extinção do DPVAT atinge em cheio os negócios do presidente do PSL, deputado Luciano Bivar (PE), que se tornou desafeto do presidente Bolsonaro em meio a disputas partidárias. Bivar é o controlador e presidente do conselho de administração da seguradora Excelsior, uma das integrantes do consórcio que opera o DPVAT.

Segundo Toneto, embora o consórcio de seguradoras venha tentando, desde 2018, iniciar discussões com o governo sobre o “aperfeiçoamento do seguro DPVAT”, as propostas das seguradoras não foram levadas em consideração na MP que extinguiria o seguro obrigatório.

As sugestões do consórcio incluíam o aumento das indenizações – que hoje variam de R$ 135 a R$ 13.500, valores “congelados há 11 anos”, conforme Toneto -; a simplificação das regras de indenização, para torna-las mais objetivas e simples de verificar; a criação de mais categorias de seguros, para levar em conta diferenças de características dos veículos e localização geográfica; e a possibilidade de liberar a concorrência na oferta do seguro.

Segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep), a decisão de extinguir o DPVAT foi tomada porque o seguro seria pouco eficiente. Apenas a fiscalização do consórcio operador consome 19% do orçamento para esse fim da Susep. O órgão argumenta também que a ação está em linha com a Lei de Liberdade Econômica, que estabelece garantias de livre mercado e escolha à população. Além disso, a camada mais pobre da população segue protegida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), para pessoas pobres com deficiência ou invalidez.

Por lei, o DPVAT é obrigatório, pago por cerca de 65 milhões de brasileiros que possuem veículos, e é oferecido apenas pelo consórcio de seguradoras. Uma liberação à concorrência, com mais de uma seguradora oferecendo o produto, deveria passar por regras específicas para o seguro obrigatório, disse Toneto. Já a simplificação das regras para as indenizações ajudaria a combater as fraudes – nos últimos dois anos, houve queda de 80% nos casos de fraudes, segundo o consórcio operador; de 600 mil pedidos de indenização por ano, 43% são negados.

“Um dos grandes ofensores de fraude no seguro DPVAT é a lei que estabelece cinco níveis de indenização por invalidez. E a caracterização da invalidez tem que ser comprovada por laudo médico. Hoje, chega a 90 variações de valores de indenização”, disse o diretor-presidente da Líder, José Ismar Alves Tôrres.

Susep adia edital de seleção para sandbox

sandbox seguradoras susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulgou nesta sexta-feira em seu site que o edital de seleção para o projeto de inovação (Sandbox) não terá início no dia 1º de janeiro de 2020, conforme previsto na consulta pública nº 11/2019. A autarquia esclarece ainda que o edital será lançado no primeiro trimestre de 2020 e que o prazo de vigência será previamente comunicado. Em outubro, a previsão da autarquia era de que a seleção começasse em janeiro.

Leia mais: Susep abre consulta pública para sandbox para produtos massificados