Antonio Cassio dos Santos deve assumir conselho do IRB nos próximos dias

Se os rumores forem oficializados, Santos tem um árduo trabalho para recuperar a credibilidade da empresa, que perdeu o status de queridinha dos analistas para virar “piada” entre muitos comentários do twitter

Antonio Cassio dos Santos, que deixa o cargo de CEO Americas do grupo italiano Generali, onde está há cinco anos, deve ser anunciado na próxima semana como o novo presidente do conselho do IRB Brasil Re, segundo informou uma fonte ao blog Sonho Seguro. Se isso for confirmado, ele sucederá o atual presidente da Caixa, Pedro Guimarães, e que assumiu o posto interinamente com a saída de Ivan Monteiro, que renunciou ao posto por divergências com os executivos que estavam no comando do maior ressegurador da América Latina.

O presidente do IRB, José Carlos Cardoso, e o diretor financeiro, Fernando Passos, foram demitidos na semana passada depois de confusões na comunicação sobre questionamentos sobre o balanço, renuncia do presidente do conselho e informações desencontradas envolvendo o fundo americano Berkshire Hathaway. Eles disseram em teleconferência que o fundo do mega investidor Warren Buffett tinha não só participação como havia aumentado sua fatia. A informação foi desmentida pelo próprio fundo de Warren Buffett e as ações do IRB caíram quase 40% num único dia. Desde do inicio da crise, 9 de fevereiro, o grupo perdeu algo próximo de R$ 10 bilhões em valor de mercado.

A provável ida de Antonio Cassio dos Santos é vista por profissionais que acompanham o assunto como uma tentativa de dar mais empreendedorismo ao IRB, ainda criticado por investidores por ter um “que” de governo no comando. Tanto que na quinta-feira, mesmo depois da teleconferência na qual Werner Süffert, diretor de relações com investidores da BB Seguridade, foi apresentado aos investidores como novo vice-presidente executivo da resseguradora, as ações do IRB continuaram em queda de 16%, com perda de mais R$ 2,8 bilhões em valor de mercado. Na sexta, o papel encerrou com alta de 2,5%, em R$ 15,97.

O novo presidente do conselho, qualquer que seja, tem um árduo trabalho pela frente para recuperar a confiança não só dos investidores e analistas como também dos clientes. Muitos deles estão apreensivos com os contratos de resseguros, que geralmente são de longa duração. E o que ninguém quer é ficar na mão quando mais precisa: pagar indenização ao seu cliente.

Outra complicação é o ranting, uma exigência mundial no setor de resseguros. Na sexta-feira, a AM Best Rating Services colocou em revisão, com implicações negativas, o rating de Força Financeira de A (Excelente) e o Rating de Crédito de Emissor de Longo Prazo da resseguradora. De acordo com a agência, as ações de classificação seguem as renúncias apresentadas pelo CEO e CFO do IRB em 4 de março de 2020. Para deixar o status de revisão, o IRB precisará apresentar uma transição bem-sucedida da administração, mantendo os níveis existentes de capitalização ajustada ao risco e desempenho operacional, bem como qualquer impacto potencial no perfil de negócios.

Esse fato é muito preocupante, pois muitas resseguradoras só podem fazer negócios no mercado internacional se tiverem um rating menino aceitável. Se não mudar rapidamente, o IRB terá muitas dificuldades em renovar contratos futuros e também em manter os que tem caso os participantes do negócio não possam manter em carteira empresas com rating com viés negativo.

O IRB é considerado uma empresa forte em seu mercado, por deter quase 40% de market share. No entanto, virou agora um grande case sobre a governança de empresas listadas no mais alto nível de governança da B3. Certamente será preciso rever as contas que são questionadas pela gestora Squadra, que tem o aval dos investidores que leram os dois documentos divulgados semanas atrás. Santos, tem 55 anos e já presidiu a Zurich e a Mapfre.

Outro nome cotado para ser um dos membros técnicos do conselho do IRB é de Ivan Passos, que trabalhou em grandes riscos na SulAmérica por 30 anos, sendo 20 deles como vice presidente técnico. Passos foi membro titular do Conselho Técnico do IRB por oito mandatos seguidos, de 1986 a 2002. A sua missão seria, segundo fontes, analisar os processos de sinistros que tiveram suas reservas reduzidas ou eliminadas, como questiona a Squadra.

Boa sorte a nova gestão. Que realmente recuperem o IRB, que tem muitas historias para contar sobre a reconstrução de muitas empresas destruídas por catástrofes naturais ou feitas pelo homem. E é admirado até mesmo por seus concorrentes. Na torcida!

FGV realiza seminário sobre o papel do seguro nos projetos de infraestrutura no Brasil

Evento será no dia 10 de março, a partir das 15h, em São Paulo. O objetivo é abordar o novo modelo do Seguro Garantia de Performance, que está em pauta no Congresso

Fonte: FGV

O Grupo de Economia da Infraestrutura & Soluções Ambientais da FGV, promoverá no dia 10 de março, a partir das 15h, o seminário “O Papel do Seguro nos Projetos de Infraestrutura no Brasil”. A finalidade do evento é debater sobre a importância dos instrumentos de seguro na retomada do investimento em infraestrutura no Brasil. Além disso, será abordado o novo modelo do Seguro Garantia de Performance, em pauta no Congresso, e quais são as fontes e instrumentos de financiamento necessários para suportar os investimentos em infraestrutura nos próximos anos.

O evento é aberto ao público. As inscrições podem ser realizadas pelo link: https://portal.fgv.br/eventos/papel-seguro-projetos-infraestrutura-brasil .

Confira a programação:

15h Abertura Institucional
Gesner Oliveira – Professor da FGV e coordenador do Grupo de Economia da Infraestrutura & Soluções Ambientais da FGV
Jorge Sant’Anna – Presidente da BMG Seguros – colocação inicial acerca da importância do tema a ser abordado
15h15 O Contexto da Infraestrutura no Brasil
Pedro Calhman de Miranda – Subsecretário de Política Microeconômica e Financiamento da Infraestrutura
15h45 Os Projetos de Investimento em Infraestrutura no Brasil
Gesner Oliveira – Professor da FGV e coordenador do Grupo de Economia da Infraestrutura & Soluções Ambientais
16h05 O Desenvolvimento do Seguro Performance na visão do Regulador
Danilo Macedo Moura – Diretor da SUSEP
16h25 O Papel do Seguro Performance no Desenvolvimento da Infraestrutura
Diogenes Mendes Gonçalves Neto – Pinheiro Neto Advogados
16h45 Hedge Cambial via Seguros para Debêntures Incentivadas
Renata Oliver – Vice-Presidente de Negócios da BMG Seguros
17h05 Painel de Perguntas e Respostas
17h25 Encerramento
Jorge Sant’Anna – Presidente da BMG Seguros

O Papel do Seguro nos Projetos de Infraestrutura no Brasil
Data: 10 de março de 2020
Horário: 15h às 17h30
Local: Sala FGV 9 de Julho – Térreo – Rua Itapeva, 432 – São Paulo-SP

Lucro da Austral Seguradora avança 77%, para R$ 39,1 milhões em 2019

Em 2019, companhia ampliou portfólio e prêmios emitidos cresceram 52%, somando R$ 644 milhões

Fonte: Austral

A Austral Seguradora inicia 2020, ano em que completa 10 anos de operação, entregando seu melhor resultado financeiro e operacional. Os prêmios emitidos pela companhia em 2019, desconsiderando sua participação no consórcio DPVAT, somaram R$ 644 milhões em 2019, um aumento de 52% frente aos R$ 422 milhões apurados em 2018. O resultado financeiro mais que dobrou e contribuiu para o bom desempenho do ano, atingindo R$ 41,4 milhões. 

Superando as expectativas, o lucro líquido em 2019 atingiu R$ 39,1 milhões, montante 77% superior ao apurado em 2018. O patrimônio líquido também cresceu e bateu a marca de R$ 183,1 milhões, volume 20% maior do que o ano anterior. A seguradora encerrou 2019 com ativo total de R$ 1,4 bilhões.

Especialista em riscos corporativos, a seguradora avançou em todas as linhas de negócio. Em Óleo e Gás, registrou 61% de market share ealcançou a liderança do segmento. Com novos negócios e uma estratégia focada em inovação, agilidade operacional e especialização, o volume de prêmios emitidos pela área de Riscos de Petróleo foi de R$ 395 milhões em 2019, 88,4% maior do que o ano anterior. A empresa também obteve forte expansão de suas operações de Riscos Marítimos e seguro de casco, que apresentou uma evolução de prêmios emitidos de 58,5% de 2018 para 2019. 

Refletindo os ganhos em eficiência, as despesas administrativas mantiveram uma proporção estável em relação aos prêmios emitidos de 3,4% em 2019 frente aos 4,7% no ano de 2018. A evolução operacional evidencia a trajetória sustentável de crescimento, combinando uma política de subscrição técnica e focada em controle de despesa.

Em 2019, a companhia investiu na jornada de clientes e corretores e entregou facilidades como a consulta de apólice e o aviso de sinistro online pelo site e a criação de um novo portal. Com um portfólio cada vez mais completo, a Austral lançou um seguro para remoção de plataformas e marcou sua entrada em D&O.

“Os números refletem o momento especial vivido pela companhia. Este foi um ano em que evoluímos em nossa transformação digital e no desenvolvimento de novos produtos. Estamos prontos para entregar soluções customizadas e inovadoras na transferência de risco tanto para clientes quanto para parceiros”, destaca o CEO da Austral Seguradora, Carlos Frederico Ferreira.

“Acreditamos que a Austral chega ao 10º ano de operação muito bem posicionada para aproveitar um novo ciclo de desenvolvimento no país e continuar sua trajetória de crescimento e presença relevante no mercado, com produtos de qualidade e um balanço patrimonial sólido”, conclui o CEO da Austral Seguradora.

Susep simplifica contratação de seguro em moeda estrangeira

Fonte: Estadao

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) quer facilitar a contratação de seguros comercializados em moeda estrangeira. A partir de proposta da autarquia, o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) aprovou na última quarta-feira, 4, a alteração de sua Resolução 197/2008.

A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, 6, e prevê que a contratação de seguro em moeda estrangeira no País poderá ser efetuada mediante acordo entre seguradora e segurado, salvo regulamentação específica em contrário. A Resolução 379/2020 entra em vigor em 1º de abril de 2020.

Com a simplificação, a contratação de seguros em moeda estrangeira poderá ser feita em quase todas as modalidades de seguro. A exceção será o ramo de pessoas, com seguros como o de vida e planos de previdência, que tem normas específicas. 

Até aqui a contratação era autorizada para alguns ramos específicos, como transporte internacional e riscos de petróleo. A medida é parte de um conjunto de iniciativas da Susep para desregulamentar e modernizar o mercado segurador brasileiro.

CNSP aprova regras para o sandbox de seguros

susep sandbox

Kakau, Ciclic, ThinkSeg, Too Seguros são algumas das interessadas, segundo apurou o blog Sonho Seguro

O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) aprovou, na última quarta-feira (04/03/20), as condições para que a Superintendência de Seguros Privados (Susep) possa dar início ao processo de seleção dos projetos do Sandbox. Entre os critérios para escolher as iniciativas que ajudarão a transformar o setor nos próximos anos estão a proposição de novos produtos, novas tecnologias e redução de custos para o consumidor.

Incialmente, a Susep avaliará os dez primeiros projetos que chegarem à autarquia e que atendam aos requisitos do edital de seleção, que ainda será divulgado. Os proponentes precisarão comprovar que possuem produtos ou serviços prontos para entrar no mercado. Kakau, Ciclic, ThinkSeg, Too Seguros e Onsurance são algumas das interessadas, segundo apurou o blog Sonho Seguro.

Capital mínimo reduzido – As empresas que quiserem operar a partir destes projetos terão seu capital mínimo exigido reduzido de R$15 milhões para R$1 milhão. Outras facilidades são a atuação em uma nova plataforma de comunicação tecnológica com a Susep e a redução do número de auditorias exigidas e do custo regulatório de forma geral.

O diretor da Susep Eduardo Fraga explica que a autarquia espera receber produtos e serviços que tragam, de fato, tecnologia diferenciada para o mercado de seguros. “Nosso objetivo é ampliar a cobertura de seguros no País, estimulando a concorrência e a inovação, por meio de uma experiência diferenciada para os segurados”, afirma. “Estamos falando de empresas que venham com novas propostas para subscrição e retenção de riscos”, completa Fraga.

Após a aprovação, a Susep concederá uma autorização para que essas empresas possam operar no setor de seguros com regras diferenciadas por até 36 meses. Entre os critérios de análise técnica e de pontuação dos projetos também está a apresentação de produtos ou serviços que possam ser comercializados em escala. O foco do Sandbox Regulatório está em produtos massificados de curto prazo e, com isso, estão excluídos os segmentos previdência, resseguros, grandes riscos e responsabilidade civil, por exemplo.

KPMG revela que o Brasil tem 113 insurtechs

Insurtech – Levantamento feito pela KPMG em parceria com a Distrito apontou que o número de startups ligadas ao setor de seguros (InsurTechs) aumentou 47% de 2018 até hoje. Segundo o relatório, o Brasil tem atualmente 113 empresas desse tipo, sendo que quase metade delas tem foco em infraestrutura e backend (processo interno) com 47,8% trabalhando em parceria com seguradoras já existentes e resolvendo problemas de eficiência do mercado. As outras atuam com produtos e distribuição (31%), marketplace (mercado de comércio eletrônico), comparação (14,2%) e serviços adicionais (7,1%).

De acordo com o estudo, pela divisão geográfica, três entre quatro insurtechs brasileiras estão localizadas na Região Sudeste, sendo 52,2% delas em São Paulo. O estado representa, por exemplo, metade dos seguros residenciais do país. Do total de startups ligadas ao setor de seguros, 74,3% estão no Sudeste, 17,7% no Sul, 4,45% no Centro-Oeste, 2,7% no Nordeste e 0,9% no Norte.

O levantamento apontou ainda que as insurtechs estão em estágio inicial, sendo que 66% delas têm o faturamento presumido de até R$ 5 milhões. Já cerca de 15 insurtechs têm faturamento presumido de mais de R$ 25 milhões. Com relação ao tamanho, quase 70% (79) delas têm menos de 20 funcionários, sendo infraestrutura e backend a categoria que possui o maior número de colaboradores. Apenas 15 têm mais de 50 funcionários.

Os desafios da nova gestão do IRB

Apesar da demissão de executivos do IRB Brasil Re, o CEO José Carlos Cardoso e Fernando Passos, ex-diretor financeiro, da contratação de  Werner Suffert, que chegou da BB Seguridade, e da teleconferência com analistas, as acoes do maior ressegurador do Brasil recuaram 16% na quinta-feira, com perda de mais R$ 2,8 bilhões em valor de mercado. Na semana, encolheu R$ 13,4 bilhões. “Uma pena que o CFO novo entrou ratificando o passado ao invés de se posicionar como um reformador”, comentou um especialista.

Além da queda na bolsa, clientes estão preocupados com seus contratos de resseguros e já começam a questionar a nova direção e também buscar cotações nos concorrentes para uma possível troca de fornecedor de resseguros. “Ainda não houve procuras formais nesse sentido, apenas a expressão de uma preocupação. O cenário ficará mais claro à medida que os contratos forem renovados ao longo do ano. Alguns contratos preveem o direito da seguradora de rompê-los em situações específicas. Mas não saberíamos dizer se seria o caso dada a complexidade envolvida”, informou um executivo que pediu anonimato.

A advogada Marcia Cicarelli, indicada para o conselho fiscal do IRB, divulgou nota reiterando que seu convite para o cargo partiu do própria empresa e não foi uma indicação da Berkshire Hathaway, como chegou a ser comentado.

A vaga da presidência do Conselho do IRB, ocupada interinamente por Pedro Guimaraes, ainda está vaga. Segundo fontes, o nome escolhido deve ser Antonio Cassio, executivo que está deixando a presidência das Américas do Grupo Generali, cargo que ocupa desde abril de 2015. Procurado, ele não confirmou a noticia. Nem para o blog Sonho Seguro e nem para amigos.

Veja os principais trechos da teleconferência liderada por Pedro Guimaraes, presidente interino do conselho do IRB e também presidente da Caixa Econômica Federal:

Quanto aos questionamentos da gestora Squadra: “Os números foram auditados por duas auditorias do ‘big four’. Nunca houve um questionamento, uma ressalva ou ênfase. Se fosse preciso contrataríamos a terceira, quarta auditoria. É credibilidade acima de tudo, mas os balanços não têm ressalva, nem ênfase.”

Quanto a transparência: “Um dos trabalhos do IRB a partir de agora será de aumentar o nível de transparência e incluirá a maior abertura de itens recorrentes e não-recorrentes do demonstrativo financeiro. Suffert terá essa missão: conseguir resgatar a credibilidade do mercado”.

Quanto ao guidance: “É pouco provável que mude e, se mudar, é pouco. Mas em nome da transparência não queremos prometer nada. O nome do jogo é prometer e cumprir”.

Quanto ao programa de bônus: “Os executivos que chegarão a partir de agora terão remuneração de acordo com a prática de mercado, com olhar de longo prazo e de governança”.

Marcia Cicarelli foi indicada ao conselho do IRB pela própria direção

Em teleconferência ontem, o novo presidente interino do IRB Brasil Re, Werner Suffert, disse que a indicação de Márcia Cicarelli também está sob investigação. Ela, que foi indicada para o conselho fiscal do IRB, divulgou nota reiterando que seu convite para o cargo partiu do própria empresa e não foi uma indicação da Berkshire Hathaway, como chegou a ser comentado.

“O convite para integrar o conselho fiscal do IRB foi feito à advogada Marcia Cicarelli pelo próprio IRB em razão de sua experiência no mercado de seguros e resseguros e conhecimento jurídico. Marcia confirmou expressamente à imprensa que não tinha conhecimento de qualquer envolvimento da Berkshire Hathaway International Insurance Ltd, ressegurador eventual de quem é procuradora no país, na indicação de seu nome”, informou a advogada, em nota.

Liberty lança seguro de proteção financeira para imobiliárias

alexandre monteiro liberty seguros

Novidade protege proprietários e inquilinos de dificuldades financeiras inesperadas

Fonte: Liberty Seguros

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), atualmente, dos 71 milhões de domicílios brasileiros, mais de 13 milhões são alugados. Por isso, empresas atuantes no mercado de imóveis e de seguros estão constantemente investindo em produtos e serviços que facilitam a vida e dão segurança a proprietários, imobiliárias e inquilinos.

Atenta às tendências de mercado e oportunidades em novos segmentos, a Liberty Seguros lança o produto Liberty Proteção Financeira. O seguro já está disponível e oferece aos segurados suporte financeiro com o objetivo de garantir amortização do aluguel ou condomínio do cliente. 

“O produto garante ao segurado cobertura em caso de Morte, Invalidez Permanente Total por Acidente, Perda Involuntária de Emprego (CLT) e por Incapacidade Temporária (Acidente ou Doença) e está disponível para contratação dos inquilinos.”

O Liberty Proteção Financeira faz parte do pacote de produtos e serviços imobiliários da Liberty Seguros, que também oferece duas outras coberturas com foco no setor: o Liberty Fiança Locatícia – alternativa para inquilinos sem as garantias financeiras normalmente exigidas para locar um imóvel – e o Liberty Incêndio – cobertura contra incêndios de diversas causas, que pode incluir pagamento de aluguel, danos elétricos, vendaval, impacto de veículos, responsabilidade civil familiar ou operações comerciais e assistência 24 horas.

“Em um cenário crescente de aluguéis de imóveis no Brasil, o objetivo da Liberty Seguros é facilitar a vida dos nossos clientes e trazer tranquilidade para seu dia a dia”, afirma Alexandre Vicente, diretor de seguros de pessoas da Liberty Seguros. “O Liberty Proteção Financeira oferece maior autonomia ao inquilino e mais segurança ao locatário, garantindo que nenhuma das partes seja prejudicada em momentos de dificuldade”, completa.

Arley Boullosa assume gestão comercial na Lojacorr no RJ

A Unidade Rio de Janeiro da maior rede de corretoras independentes do país, tem um novo reforço. Arley Boullosa assume a Gestão Comercial, com objetivo de aumentar a produção com a adesão de novos corretores na expensão dos negócios. Ele é professor, palestrante, diretor comercial da Moby Corretora de Seguros, idealizador da Kuantta Consultoria, do Projeto Kuantta Digital, da Supporty e Diretor de Ensino do Sincor-RJ. Iniciou sua carreira no mercado de seguros na Bradesco Seguros, tendo passagem pelas seguradoras AIG e Allianz Seguros. É especialista em tecnologia, estratégia empresarial e venda de seguros de automóveis pela internet.

CCS-RJ Connection reunirá especialistas em assuntos que mais interessam aos corretores

Fonte: CCS-RJ

O Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ) em parceria com o Educa Seguros reunirá no CCS-RJ Connection – que será realizado no dia 31 de março, no Centro de Convenções do Prodigy Hotel Santos Dumont – os principais especialistas em diferentes assuntos que interessam diretamente aos profissionais do mercado, especialmente nos processos de comercialização, inovação e relacionamento com os clientes. “Esse evento será um marco no fortalecimento do mercado de seguros, conectando todos os seus players, através de palestras e debates de temas relevantes trazidos por profissionais qualificados e de sucesso do setor”, afirma o presidente do CCS-RJ, Fabio Izoton.

Ele acrescenta que a programação inclui ainda a Feira de Negócios, o networking entre os participantes e o momento final de descontração, com “happy hour”. O foco do evento, que conta com o patrocínio de seguradoras, entidades de seguros e empresas parceiras do setor, é totalmente direcionado para o desenvolvimento profissional do corretor de seguros.

A programação contará com as presenças de expoentes do mercado, incluindo o ex-superintendente da Susep e atual presidente do Ibracor, Joaquim Mendanha de Ataídes, participante do painel que abordará o atual cenário do setor, ao lado do fundador do CQCS, Gustavo Doria, e do sócio da Aris Corretora, Thiago Fecher.

Também estão confirmadas as palestras do colunista dos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo e da rádio CBN, Pedro Doria, que abordará o tema “Como o digital está mudando o mundo”; do vice-presidente nacional da ABCOMM – Associação Brasileira de Comércio Eletrônico Rodrigo Bandeira, que apresentará sua visão sobre a importância de conhecer o comportamento do consumidor.

A idealizadora do PACS – Programa de Alta Performance para Corretores de Seguros, líder e fundadora da MegaLuzz Negócios, Bruna Garcia, vai falar sobre resultados e vendas.

Já o sócio-diretor da LUCRUS Treinamentos de Alto Impacto, Founder e Mentor na MENTORCOR, Rodrigo Maia, especialista no desenvolvimento de pessoas com foco em competências relacionadas 

às estratégias do negócio, vai listar para os corretores de seguros presentes argumentos práticos para vender mais.

FEIRA. Outra atração será a “Feira de Negócios” com mais de 20 expositores. Entre os confirmados, estão: Allianz, Bradesco Seguros, ENS, Capemisa, Fator Seguradora, SulAmérica, Carglass, NotreDame Intermédica, MBM Seguros, Previsul e TGL Consultoria.

O encontro também tem o apoio institucional da ABCOMM, Aconseg-RJ, Fenacor e Ibracor, e a parceria da Educa Seguros.

Todas as informações sobre ingressos, programação e patrocínios estão disponíveis no site: https://ccsrj.com.br/connection. Acompanhe todas as novidades por meio das redes sociais do CCS-RJ:

Facebook: www.facebook.com/ccsriodejaneiro.

Instagram: https://www.instagram.com/ccsrj/

SERVIÇO |

Data: 31 de março

Horário: das 8h às 17h

Local: Centro de Convenções do Prodigy Hotel Santos Dumont

PROGRAMAÇÃO |

08h00 – Credenciamento (Faça seu check-in com antecedência, chegue cedo ao evento)

09h00 – Abertura – participação de Anderson Ojope (Educa Seguros)

09h10 – Conectando Pessoas – Fábio Izoton, Sonia Marra e Luiz Mário Rutowitsch

09h30 – Palestra – “Mude seus hábitos e transforme seus resultados”

– Objetivo: tirar o corretor da zona de conforto.

Bruna Garcia – Idealizadora do PACS – Programa de Alta Performance para Corretores de Seguros; Líder e fundadora da MegaLuzz Negócios, empresa criada e desenvolvida para transformar a realidade de pequenas, médias e grandes empresas por meio do seu principal ativo: pessoas.

10h20 – Feira de negócios

10h55 – Produtividade

11h05 – Painel – Mercado de Seguros: As atualidades

O INTERLOCUTOR

Gustavo Doria – Fundador da Essenius Inclusão & Conectividade e do CQCS – Centro de Qualificação do Corretor de Seguros (www.cqcs.com.br), que conta com mais de 90.000 inscritos e tem mais de 25.000 participantes ativos. Atua há mais de 30 anos no mercado de seguros, passou por algumas seguradoras, corretoras de seguro, inclusive Bankassurance, corretor de resseguros, 1º especialista no Brasil em Resseguro Saúde, com diversas formações no mercado Londrino e Americano.

A AUTORREGULAÇÃO

Joaquim Mendanha – Foi superintendente da Susep, presidente do Sincor-GO e diretor secretário na FENACOR. Atualmente, é o presidente do IBRACOR. Corretor de Seguros desde 1989. Graduado em Administração e Marketing pela Universidade Católica de Goiás (PUC- GO) e Pós graduado em Seguros e Resseguros pela ENS.

A LGPD

Thiago Fecher – Coordenador da Comissão de Seguros de Transportes do Sincor/SP, membro da cátedra de Educação em Seguros da ANSP, sócio da Aris Corretora de Seguros e ex-diretor de Cultura e Ética do Clube dos Corretores de Seguros do Grande ABC. É corretor de seguros e advogado com atuação voltada para seguros empresariais e de transporte. Possui experiência em análise e gestão de risco em empresas que possuem aceitação restrita no mercado de seguros e presta serviço de consultoria para outras corretoras de seguros sem expertise nestes ramos.  

INOVAÇÃO NO MERCADO DE SEGUROS

Silvio Andrade – Com mais de 18 anos de experiência como gestor de empresas de tecnologia. Silvio Andrade é focado em projetos digitais e inovação, se dedica cada vez mais em observar os impactos da evolução de novas tecnologias, o surgimento e atuação dos novos empreendimentos digitais.

12h00 – Almoço – Feira de negócios

14h00 – Oportunidades

14h10 – Palestra: Como o digital está mudando o mundo

TRANSFORMAÇÕES TECNOLÓGICAS DO ÚLTIMO SÉCULO E LGPD

Objetivo: trazer um panorama do que está acontecendo no mundo

Pedro Dória – Co-fundador do Meio, uma startup de jornalismo que conta todo o essencial do dia em apenas 8 minutos. É também colunista dos jornais O Globo, O Estado de S. Paulo e da rádio CBN. Em suas palestras, trata do período radical de inovação que vivemos, juntando sua larga experiência com tecnologia digital, gestão, política e história. É autor de sete livros. O último é “Tenentes, A Guerra Civil Brasileira”.⠀

15h15 – Feira de negócios

15h50 – Transformação Digital

16:05 – Palestra: Você conhece o seu cliente? Entenda mais sobre o comportamento do consumidor

Objetivo: capacitar o corretor para identificar o cliente que está preparando para comprar

Rodrigo Bandeira – Vice-presidente da ABCOMM – Associação Brasileira de Comércio Eletrônico. Formado em Publicidade e Propaganda, pela Faculdade FACHA, com MBA em comércio eletrônico da INFNET. O especialista é professor e palestrante da Escola de Negócios e Seguros (ENS).

16h55 – Sucesso na Prática

17h05 – Palestra – Venda, causa ou consequência? Como manter o foco mesmo diante das turbulências do mercado

Objetivo: oferecer ao corretor argumentos práticos para vender mais

Rodrigo Maia – Sócio-diretor da LUCRUS Treinamentos de Alto Impacto, Founder e Mentor na MENTORCOR. É especialista no desenvolvimento de pessoas com foco em competências relacionadas às estratégias do negócio. Também certificado em coaching pelo Integrated Coaching Institute.

18h10 – Happy Hour