Simone Ramos participará da COP30 para conectar a agenda climática aos desafios dos portos, logística e seguros

A executiva Simone Ramos, diretora de Portos & Logística da Lockton, estará na COP30, que acontece em Belém em novembro de 2025. Reconhecida por sua expertise em riscos portuários, logísticos, ferrovias e seguros, Simone acompanhará os debates sobre mudanças climáticas e seus impactos diretos na infraestrutura e no setor empresarial.

Mestre em Estudos Marítimos pela Escola de Guerra Naval (Marinha do Brasil), diretora Voluntária da Sou Segura e Membro da Wista, sua trajetória alia prática executiva e produção acadêmica, com foco em resiliência climática, gerenciamento de riscos e sustentabilidade.

“Estar na COP30 em Belém será uma oportunidade única de aproximar as discussões globais sobre clima dos desafios reais de portos, logística, ferrovias e seguros no Brasil. A agenda climática impacta diretamente a infraestrutura e exige novas soluções de mitigação de riscos e de transferência para o mercado segurador”, afirma Simone.

Durante o evento, a executiva acompanhará painéis sobre adaptação climática, financiamento de obras sustentáveis e transição energética, trazendo reflexões estratégicas para o mercado brasileiro.

Além disso, Simone Ramos estará presente na Casa do Seguro, iniciativa inédita da CNseg – Confederação Nacional das Seguradoras, que estreia na COP30 com um espaço exclusivo de 1,6 mil m², localizado próximo ao centro oficial do evento.

O ambiente reunirá estrutura para debates, reuniões executivas, produção de conteúdo e experiências culturais, posicionando o setor segurador como protagonista ativo no enfrentamento dos desafios climáticos discutidos na COP30.

Com sua participação na COP30, Simone reforça o compromisso de conectar a agenda climática global aos desafios do setor portuário, logístico e de seguros, ampliando o diálogo entre infraestrutura crítica, sustentabilidade e o papel do mercado segurador na adaptação às mudanças climáticas.

Ambulatórios assinados pela Porto Saúde registram 786 atendimentos no The Town 

por Porto

Os ambulatórios do The Town, assinados pela Porto Saúde e operados pela equipe da Torre Emergências Médicas, realizaram 786 atendimentos no primeiro final de semana do festival, garantindo suporte rápido e seguro em casos de urgência, emergência e cuidados básicos.
 

Ao todo, são sete postos médicos espalhados pelo Autódromo de Interlagos, funcionando das 10h às 3h, cada um equipado com leito de UTI, além de 17 ambulâncias, equipes médicas e de enfermagem preparadas para acolher e tratar situações como desidratação, mal-estar, pequenas lesões e até casos ortopédicos. A equipe de apoio da Porto também circula por toda a Cidade da Música, pronta para auxiliar o público sempre que necessário.
 

Segundo Adriano Radin, endocrinologista do Time Médico Porto Saúde, alguns cuidados simples fazem diferença para aproveitar os próximos dias de The Town com mais tranquilidade:

  • Hidrate-se constantemente: A maioria dos atendimentos em grandes eventos está relacionada à desidratação. Beba água ao longo do dia, mesmo sem sede. No The Town, é permitida a entrada de garrafas plásticas sem tampa, e o festival conta com bebedouros espalhados pelo espaço.
  • Faça refeições leves e regulares: Evite ficar muitas horas sem comer. Prefira lanches rápidos, frutas e refeições balanceadas. Isso mantém a energia e ajuda a prevenir o mal-estar.
  • Proteja-se do sol e do calor: O uso de protetor solar é indispensável, mesmo em dias nublados. Bonés e chapéus ajudam a evitar insolação e queimaduras.
  • Respeite seus limites físicos: O festival é longo e exige disposição. Faça pausas, procure sombra quando necessário e não hesite em buscar atendimento caso sinta tontura, cansaço extremo ou dor.
  • Escolha roupas e calçados adequados: Calçados confortáveis são essenciais para evitar quedas, torções e bolhas. Roupas leves facilitam a circulação e o bem-estar durante horas em pé.
  • Atenção ao consumo de álcool: O excesso de bebidas alcoólicas potencializa riscos de desidratação, quedas e até desmaios. Evite o consumo elevado e intercale sempre o consumo de álcool com água.

Além do apoio aos ambulatórios, a Porto também marca presença no The Town em diferentes frentes. A Porto Seguro disponibiliza lockers, garantindo praticidade e segurança para o público, enquanto a Porto Serviço conta com uma Central de Serviços — ponto de apoio para tirar dúvidas, receber orientações e garantir suporte rápido e atencioso. Toda essa estrutura reforça o compromisso da companhia em oferecer cuidado, proteção e bem-estar em todas as situações.

MAG Seguros separa Varejo e Corporate para ampliar presença nos salões de venda e expertise nos parceiros do B2B2C

MAG Seguros Marcio Batistuti e Carice Weber

A MAG Seguros anunciou mudanças na sua área comercial. A reestruturação tem como objetivo dar foco estratégico, aumentar a velocidade de resposta às demandas de cada público e criar as bases para novos ciclos de expansão. Marcio Batistuti assume a Diretoria Comercial de Negócios Individuais (B2C) e Carice Weber lidera a Diretoria Comercial de Negócios Corporativos (B2B e B2B2C).

O Varejo reúne uma rede de 38 unidades, 200 líderes comerciais e 470 colaboradores, com uma base ativa de aproximadamente 17 mil corretores, dos quais cerca de 3 mil realizam vendas mensais. Já a frente Corporate tem como missão o relacionamento com grandes contas, cooperativas e parceiros estratégicos de distribuição. Atualmente, são mais de 70 coberturas e soluções, todas disponíveis para qualquer modelo de negócio.

“Essa nova estrutura veio para reforçar o nosso protagonismo no setor de seguros. Tenho como certo que abrirá espaço para um ciclo de crescimento ainda mais sólido, pautado por inovação e sustentabilidade”, afirma Helder Molina, CEO da MAG Seguros. “Estamos confiantes de que este movimento vai nos permitir ampliar nossa presença nos salões de venda, que são a força motriz da empresa, além de consolidar ainda mais a nossa expertise no atendimento aos parceiros do B2B2C — modelo no qual temos investido nos últimos anos e que se mostrou fundamental para a estratégia de crescimento da companhia.”

Batistuti e Carice nasceram em 1976, são do signo de Peixes e trabalham juntos na MAG há mais de 20 anos. A sinergia entre eles se mostra poderosa para enfrentar os desafios de um segmento que ganha novos concorrentes e acelera a transformação das seguradoras especialistas em seguro de vida, com a promessa de aumentar a penetração de seguros no Brasil. “Cerca de 17% da população do país tem seguro de vida, segundo estatísticas da CNseg, a confederação das seguradoras. Mas se tirarmos dessa conta o seguro prestamista, por exemplo, que é contratado quando se toma um empréstimo, este percentual cai para um dígito, o que mostra o potencial de crescimento que temos como desafio”, comenta Batistuti. “A mudança não alterou o dia a dia das operações, mas foi fundamental para que possamos crescer mais, explorar os atuais modelos e criar novos. Nosso único objetivo é expandir”, acrescenta Carice.

Batistuti reforça que a MAG Seguros, com seus 190 anos de história, se consolidou como uma companhia empreendedora, que combina tradição e inovação para oferecer proteção financeira às mais diversas camadas da população. Essa vocação de se reinventar e criar estruturas adequadas para cada momento do mercado tem permitido à seguradora se manter em expansão contínua, mesmo diante de cenários regulatórios em transformação e de um ambiente de concorrência cada vez mais acirrado.

Ao longo de quase dois séculos, a MAG participou de diferentes ciclos do setor de seguros, sempre com a coragem de se adaptar. Nos últimos anos, reforçou a aposta em inovação, na digitalização de processos, na diversificação de canais de distribuição e na ampliação de produtos. A companhia adota a estratégia de manter a mesma base técnica — capital segurado, coberturas e taxas — para todos os parceiros. O que muda é a “embalagem” de distribuição, sempre preservando o propósito central de colocar o cliente no centro das decisões.

“Essa filosofia garante que não haja canibalização entre canais. Não importa se é um corretor recém-formado, uma assessoria ou uma grande cooperativa: quando a oferta chega ao cliente final, ela é igual em termos de capital, cobertura e taxa. O que diferencia é a capacidade consultiva e de relacionamento de cada parceiro”, explica Batistuti. Para ele, essa prática reforça a equidade e protege a saúde das relações de longo prazo: “Se um cliente já está bem atendido, não faz sentido desestabilizar essa relação apenas com um preço menor. Nossa visão é de sustentabilidade e bom senso.”

Carice destaca que o diferencial da MAG está na proximidade com os parceiros e na capacidade de acompanhar toda a jornada do cliente, reduzindo atritos. “Se houver dificuldade em alguma etapa, isso impacta no fim da linha. Por isso, circulamos por todas as áreas da empresa. Mesmo eu, formada em Direito, dialogo diariamente com tecnologia para ajustar jornadas digitais. Essa integração faz parte da nossa estratégia e nos permite entregar soluções completas”, afirma.

O momento é de oportunidades, mas também de desafios. A entrada em vigor do Marco Legal dos Seguros, as consultas públicas da Susep e o avanço do Open Insurance exigem preparo das seguradoras. Para Batistuti, o maior desafio do modelo, que vai permitir que clientes comparem produtos de diferentes seguradoras, está em comparações simplistas que não refletem a realidade dos produtos.

“No seguro de vida individual, não basta olhar apenas idade e capital segurado. É preciso considerar se a cobertura é temporária ou vitalícia, se há reserva, qual a política de reenquadramento etário e quais riscos são excluídos. Do contrário, o cliente pode achar que encontrou um preço melhor, mas na prática está contratando algo menos robusto. Esse é um desafio para o mercado, e queremos contribuir para que a regulação traga clareza”, avalia.

O histórico da MAG mostra que a empresa sempre soube navegar em ambientes de mudança. A cultura de intraempreendedorismo é um traço forte da companhia: negócios começam em um canal, ganham escala e muitas vezes se transformam em novas linhas ou até em empresas, como aconteceu com a Simple2You, com parcerias em cooperativas e agora com a Favela Seguros. “Temos instinto empreendedor. Criamos, testamos e damos espaço para que iniciativas floresçam. Isso vale para a companhia e para nossos colaboradores”, reforça Batistuti.

O modelo de remuneração da área comercial é um exemplo dessa mentalidade. Embora o salário fixo esteja na média de mercado, o potencial de remuneração variável é bem acima. Gerentes e executivos que performam em alta intensidade podem alcançar ganhos totais significativamente maiores. “Queremos que as pessoas gerem resultado e sejam bem recompensadas por isso. Esse é um diferencial que motiva e eleva o nível do time”, comenta Carice.

Esse espírito se reflete também na longevidade da equipe. Batistuti e Carice têm 49 anos, são amigos de quase duas décadas e somam mais de 20 anos de empresa cada um — no caso dela, incluindo o início como corretora formada pelo programa da própria MAG. Entre os principais executivos, a média é de 50 anos de idade e 25 anos de casa, um retrato raro no mercado. “Isso mostra que crescemos junto com a companhia, que se renova e cria novas oportunidades internas. É um ambiente que valoriza a experiência e, ao mesmo tempo, incentiva a inovação”, completa Batistuti.

Ao celebrar 190 anos, a MAG reafirma sua vocação de crescer junto com a sociedade brasileira, levando soluções de proteção financeira para diferentes perfis de clientes, da população de baixa renda a grandes grupos corporativos. A criação de novas estruturas, como a divisão da diretoria comercial, reflete a convicção de que a coragem de mudar é parte essencial da tradição da companhia. “Temos frio na barriga porque acreditamos no potencial de crescimento do seguro de vida no Brasil. O mercado está em um momento propício e a MAG está preparada para continuar crescendo acima da média”, resumem os diretores comerciais.

Porto leva ao The Town pocket show inédito do musical “Homem com H”, sobre Ney Matogrosso

O público do The Town poderá conferir uma experiência cultural exclusiva no Lounge da Porto, na noite de 14 de setembro, último dia do festival: um pocket show inédito do espetáculo “Homem com H”, que celebra a trajetória de Ney Matogrosso.

O pocket show marca o retorno do musical ao palco do Teatro Porto no dia 19 de setembro. Para celebrar a novidade, quem adquirir ingressos para o espetáculo diretamente no Lounge da Porto durante o The Town terá10% de desconto.

No palco, o camaleônico Ney Matogrosso é interpretado pelo ator Renan Mattos, acompanhado por uma banda ao vivo. O espetáculo recria momentos marcantes da carreira de um dos maiores ícones da música brasileira, em uma performance que mistura intensidade e emoção.

Com essa ativação, a Porto aproxima o público do maior festival de música de São Paulo, o The Town, ao seu espaço cultural, o Teatro Porto, reforçando sua conexão com o entretenimento e o compromisso em apoiar a cena cultural brasileira.

O Lounge da Porto recebeu outro pocket show no primeiro final de semana de The Town: a atriz Mel Lisboa interpretando Rita Lee, que foi um sucesso e encantou o público com uma performance marcante.

Pocket show do musical Homem com H, sobre Ney Matogrosso

Data: 14/09, domingo, após às 20h
Local: Lounge Porto — The Town

Aposentadoria invisível: o futuro financeiro com a Geração Z

Uma das principais preocupações econômicas latentes no Brasil é o envelhecimento em ritmo acelerado. Estima-se que em menos de 40 anos, mais de um quarto da população terá mais de 65 anos. Analisando essa nova realidade tanto no mercado de trabalho quanto na sociedade, se faz necessário um olhar atento e esclarecedor sobre o planejamento financeiro para o futuro. 

De acordo com o 8º Raio-X do Investidor, divulgado esse ano pela Anbima, cerca de 37% dos brasileiros investem de alguma forma. Na análise por faixa etária, a geração X (44 a 63 anos em 2024) e os millennials (29 a 43 anos) são os que mais se preocupam em se planejar para a velhice, com índices de 12% cada. O dado se torna ainda mais alarmante quando falamos da geração Z (16 a 28 anos), pois seu índice de investimento é de apenas 10%. 

Segundo Gleisson Rubin, diretor do Instituto de Longevidade MAG e diretor de previdência da MAG, esse número reflete a nova realidade vivida na sociedade, ainda assim, destaca que se torna cada vez mais importante debater previdência e planejamento para os jovens obterem um futuro tranquilo. “Culturalmente, as gerações anteriores como os Boomers, X e Millennials foram constituídos com a necessidade de crescer, trabalhar e planejar um futuro desde muito jovens. Hoje, a geração Z busca priorizar sua saúde mental, bem-estar, independência financeira e qualidade de vida, prioridades que nas gerações anteriores eram aspirações para a aposentadoria,” comenta o executivo.

Para trazer um olhar para o futuro, o mercado têm buscado soluções para alcançar esse público, reformulando a narrativa e focando em “estratégias de renda” e “autonomia financeira” quando falam em aposentadoria, buscando desmistificar a ideia de previdência como um fim de carreira e de produtividade, mas um meio para se alcançar a independência, flexibilidade e a autonomia das escolhas também na longevidade. 

“Se faz necessário recuperar a confiança da juventude no mercado, pois essa geração cresceu em meio a diversas instabilidades econômicas globais, inseguranças políticas e mudanças sucessivas no mercado de trabalho. É preciso adequar a linguagem, trazer à tona cases reais de sucesso com o qual possam se identificar e investir em programas de educação financeira, tanto nas empresas quanto nas escolas. O maior aliado do futuro longevo é o tempo, algo que muitos da geração Z ainda não perceberam, pois quanto mais estratégico for este jovem, menor será seu esforço e maior a sua liberdade no futuro”, finaliza Rubin.

Seguros na COP30: o seguro como estratégia brasileira na crise climática, com Dyogo Oliveira

por CNseg

O segundo episódio da série especial “Seguros na COP30” vai ao ar nesta quinta-feira (11), às 13h, dentro do canal SeguroPod. O convidado é Dyogo Oliveira, presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), que discute como o setor segurador está se preparando para enfrentar os impactos das mudanças climáticas e o papel estratégico da Casa do Seguro, espaço oficial da entidade na COP30, em Belém.
 

A tragédia ambiental no Rio Grande do Sul expôs uma preocupante vulnerabilidade no Brasil: uma imensa lacuna de proteção. Na prática, significa dizer que a maioria dos danos registrados dependeu exclusivamente de recursos públicos, quando falamos de infraestrutura, por exemplo, ou de recursos próprios, quando o bem que se perde é a casa ou o carro.
 

Neste episódio, o presidente da CNseg aborda temas cruciais como: 

  • O “gap de proteção” no Brasil: por que somente 6% dos R$ 100 bilhões em perdas no Rio Grande do Sul estavam segurados e como reverter este quadro crítico.
  • A “Casa do Seguro” na COP30: o que é a iniciativa inédita que levará o setor segurador para o centro das negociações climáticas globais em Belém.
  • Os 3 Papéis do Seguro: Como a indústria atua como gestora de riscos, consultora de mitigação para governos e empresas, e grande investidora na economia verde.
  • Seguros e Políticas Públicas: A importância de integrar a expertise do setor no planejamento de infraestrutura, cidades e na política nacional de adaptação climática.
  • O Hub de Dados Climáticos: A nova ferramenta que o setor vai lançar para mapear riscos de enchentes, secas e outros eventos extremos em todo o território nacional.
  • O “Novo Anormal”: Por que eventos climáticos extremos se tornaram a nova realidade do Brasil e como o seguro se adapta a este cenário de maior frequência e severidade?

Apresentado pelo jornalista Vagner Ricardo, editor da Revista de Seguros, o programa será transmitido no Spotify e no YouTube da CNseg, com episódios semanais que buscam traduzir, em linguagem acessível, os principais debates globais sobre clima, riscos e adaptação.

O episódio está disponível no Spotify e no YouTube, e integra a programação que inclui entrevistas semanais com especialistas, representantes do governo, executivos e lideranças do setor privado. As entrevistas serão publicadas todas as quintas-feiras, às 13h, até o dia 6 de novembro, e reforçam o protagonismo da CNseg na construção de soluções que unem inovação, proteção financeira e sustentabilidade.

Ao longo das semanas, outros especialistas, executivos e autoridades públicas compõem a programação:

  • Lincoln Muniz Alves (Ministério do Meio Ambiente) comenta o papel dos dados climáticos para precificação de riscos;
  • Augusto Braun (Confederação Nacional dos Municípios) fala sobre a gestão municipal diante dos desafios da emergência climática;
  • Roberto Santos, presidente do Conselho Diretor da CNseg destaca como seguradoras estão se preparando para o novo cenário climático;
  • Vinícius Brandi (Ministério da Fazenda) e Helena Venceslau (Ministério do Planejamento e Orçamento)abordam os desafios legislativos e regulatórios;
  • Gilberto Martins (Anfavea) fala sobre os impactos da transição climática na indústria;
  • Manoel Renato (Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos) destaca os desafios da infraestrutura e da resiliência urbana;
  • Deputado Fernando Monteiro (Republicanos-PE) comenta o papel do Legislativo na agenda climática;
  • Claudia Prates, diretora de Sustentabilidade da CNseg, e Gustavo Brum, superintendente-executivo da CNseg encerram a temporada com reflexões sobre adaptação e governança climática.

Zurich cresce 11,5% em seguro auto no semestre com investimento em corretores e inovação

Zurich Seguros auto

Em um mercado cada vez mais competitivo, a Zurich Seguros vem consolidando sua estratégia de expansão no segmento de automóvel no Brasil com uma fórmula clara: fortalecer a rede de corretores e assessorias, inovar em coberturas que atendem lacunas do setor e investir em sustentabilidade. A companhia, que começou o processo de aceleração neste ramo há apenas cinco anos, já soma 550 mil veículos de pessoas físicas segurados e mantém um crescimento consistente. No primeiro semestre deste ano avançou 11,5%, enquanto a média do setor foi de 5,9%, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). 

Segundo Fabio Leme, diretor executivo de Seguros Pessoais e Marketing, o resultado reflete o foco em levar aos corretores de seguros, principais parceiros comerciais da companhia, produtos aderentes a realidade econômica e desejos dos consumidores brasileiros. “A aceleração no seguro auto tem sido sustentada pela parceria com corretores e assessorias, com crescimento médio de 20% ao ano da nossa base. São profissionais que tradicionalmente vendem auto, residência e vida, e encontram na Zurich a solidez de uma multinacional com a agilidade de seguradoras menores”, afirma.

A Zurich reforça sua aposta no corretor de seguros como elo essencial da distribuição. Os corretores de seguros são consolidados como o principal canal de distribuição para os produtos de linhas pessoais, o que, segundo os executivos, garante proximidade com o cliente e amplia as oportunidades de receita para a Zurich, que vem construindo com eles um elo de confiança e prestação de serviço. A companhia também mantém parcerias estratégicas com bancos, como a joint venture com o Santander, e com grandes varejistas, mas enxerga no corretor o vetor principal para a expansão de produtos massificados.

Segundo Leme, com a consolidação do segmento de seguro auto diante de aquisições e fusões recentes entre seguradoras, o corretor busca mais opções ao cliente. “E a Zurich tem trazido inovações que sustentam esse relacionamento. Nossa proposta é ser uma companhia multiproduto, mas com serviços diferenciados em auto”. 

Entre as novidades, João Merlin, diretor de Negócios em Automóvel, destaca a cobertura Pequenos Reparos Premium. Ela cobre danos de até R$ 15 mil, como a substituição de para-choques e itens complementares (grades, frisos, etc), que são danificados em 90% dos casos de colisão. O diferencial é que o acionamento dessa assistência não caracteriza sinistro e não impacta a classe de bônus do cliente. 

“O consumidor muitas vezes se frustrava ao descobrir que o valor da franquia podia ser até três vezes maior do que o prêmio pago pelo seguro. Criamos uma solução que cobre 75% das colisões, é adicional ao seguro tradicional e garante também receita extra para o corretor”, explica. A cobertura já registra elevada taxa de adesão e contribui para os índices de satisfação. O NPS do seguro auto Zurich para clientes está entre os mais altos do mercado, segundo a companhia.

A seguradora também tem investido em uma jornada 100% digital, que permite abertura de sinistros e acompanhamento de processos via WhatsApp, e-mail ou portal, tanto para clientes quanto para corretores. Ainda assim, o atendimento humano permanece como opção em todas as etapas. “Existe uma busca mundial por contato humano, fruto da falta de confiança ou autoconfiança em processos digitais. Nosso papel é oferecer flexibilidade, permitindo que o cliente se auto sirva quando quiser, mas que também tenha acesso a um atendimento próximo sempre que desejar”, observa Leme.

Outro pilar estratégico é a sustentabilidade. A Zurich possui hoje mais de 300 oficinas credenciadas com Selo Verde, certificadas pelo IQA, que seguem padrões ESG em descarte de resíduos, iluminação e eficiência energética. Além disso, a seguradora mantém a oferta pioneira para veículos híbridos e elétricos desde 2019, com coberturas que chegam a R$ 800 mil.

Mesmo com toda a polêmica envolvendo carros elétricos, Leme afirma que esta é uma tendência e uma forma de buscar a redução da emissão de carbono. “Monitoramos cada marca e modelo, trocando informações com nossas filiais no mundo todo. Isso nos permite administrar riscos de uma tecnologia ainda em formação e oferecer soluções alinhadas à transição energética”, destaca.

Ciente da falta de infraestrutura ainda para carregamento dos veículos, com diversos relatos na mídia de usuários de carros elétricos, a Zurich tem o atendimento específico para veículos elétricos em caso de descarregamento completo da bateria durante o percurso. “Disponibilizamos guincho para o eletroposto mais próximo, integrando mobilidade sustentável à experiência de assistência do cliente”, afirma Merlin. 

Com foco em inovação, digitalização e sustentabilidade, a Zurich projeta fechar 2025 com crescimento de dois dígitos no seguro auto, mesmo diante de uma projeção da CNseg, a Confederação de Seguradoras, que não ultrapassa 5% para a carteira neste ano. Em meio à maior competição do setor e à pressão de custos, a estratégia é manter a diferenciação com serviços exclusivos e fortalecer ainda mais a rede de corretores, sem deixar de praticar um preço técnico, mesmo com o benefício das taxas de juros elevadas. “A disciplina na subscrição é essencial para a sustentabilidade da carteira, tendo-se como expectativa o desejo do governo em criar um ambiente econômico que permitirá o retorno ao ciclo de queda dos juros”, argumentam os executivos. 

“Temos o DNA global de riscos industriais e afinidades, mas o auto no Brasil tornou-se um case de sucesso, com crescimentos de duas a três vezes maior que o mercado nos últimos anos. Queremos seguir nesse caminho, entregando soluções que façam sentido para corretores e clientes”, conclui Fabio Leme.

Reposicionamento do corretor de seguros na era digital é debatido em evento da UCS e Porto

por Thais Ruco

A União dos Corretores de Seguros (UCS) realizou, na última terça-feira (09 de setembro), a 7ª edição do programa Trocando Ideias 2025, recebendo executivos da Porto em um encontro que lotou o espaço do Charles Pizza Grill, em São Paulo. O tema central foi o reposicionamento do corretor de seguros diante das transformações digitais e do avanço da Creator Economy.

Na abertura, o presidente da UCS, Augusto Esteves, destacou a relevância do momento: “É uma satisfação para nós estarmos aqui com a Porto, companhia que desde a fundação da UCS esteve ao nosso lado. Juntos, corretores e seguradoras constroem um mercado mais forte. Esta parceria é prova de que unidos conseguimos valorizar ainda mais a profissão e levar proteção para a vida das pessoas”, afirmou.

Durante a noite, os executivos da Porto – Emerson Valentim (diretor Comercial Brasil), Rodrigo Vasconcellos (diretor Comercial Capital e Metropolitana SP) e Luiz Arruda (vice-presidente Comercial e Marketing) – apresentaram a recém-lançada Porto AcademIA, plataforma de desenvolvimento digital que busca preparar os mais de 45 mil corretores parceiros para um ambiente cada vez mais conectado.

O destaque foi o programa Corretor Influenciador, que une letramento digital com inteligência artificial, construção de marca pessoal e estratégias de conteúdo. A meta é formar milhares de corretores criadores de conteúdo até 2030, garantindo relevância na geração de leads e no relacionamento com clientes.

Luiz Arruda reforçou: “Se o corretor não se reposicionar, corre o risco de perder relevância. O mercado está mudando rápido e os clientes buscam hoje relacionamento, autoridade e presença digital. O que nos trouxe até aqui não será suficiente para nos levar adiante”.

Rodrigo Vasconcellos ressaltou a missão da Porto em caminhar lado a lado com os corretores, oferecendo ferramentas e suporte. Já Emerson Valentim destacou a escuta ativa como diferencial: “Nossa parceria com os corretores é estratégica. Queremos ser facilitadores nesse processo de evolução”.

Os executivos também compartilharam resultados recentes, como o recorde histórico no consórcio em agosto e os primeiros números do ‘turbo de saúde’, além de anunciarem investimentos de R$ 4 bilhões em tecnologia nos próximos anos.

Outro momento marcante foi a participação de Miriam Mesquita, do Instituto Porto, que apresentou os programas sociais da companhia. Iniciativas como contraturno escolar, jovens aprendizes, voluntariado corporativo e inclusão produtiva despertaram o interesse da UCS em firmar futuras parcerias. “Queremos os corretores conosco também nas causas sociais, construindo impacto positivo na comunidade”, destacou Miriam.

A noite também foi marcada pela diplomação de novos associados da UCS, reafirmando o crescimento constante da entidade e homenagens – ingressaram Ana Pantaleão, Daniela Armani da Silva Santos e Luís Alberto d’Almenery. A UCS recebeu uma placa de homenagem da Revista Apólice, que celebrou 30 anos de trajetória, pela parceria.

O presidente Augusto Esteves relembrou a ligação histórica da Porto com a fundação da UCS e entregou uma placa de homenagem pelos 80 anos da companhia. Para Augusto Esteves, o evento simboliza a força da união da categoria: “Corretores unidos constroem um mercado mais sólido. A Porto esteve conosco desde o início e segue sendo parceira fundamental nesse caminho de transformação”.

Encerrando a noite, sorteios e confraternização reforçaram o clima de proximidade. Entre pizzas e debates, a mensagem que ficou foi clara: o futuro do corretor exige presença digital, visão multiproduto, educação contínua e capacidade de influenciar com credibilidade.

Yelum celebra o sucesso do Festival Internacional de Luzes de São Paulo 2025

por Yelum

Reforçando seu compromisso com a cultura, a inovação e a inclusão social, a Yelum Seguradora celebrou sua participação como patrocinadora do Festival Internacional de Luzes de São Paulo 2025, projeto viabilizado pelo Grupo HDI – um dos principais conglomerados seguradores do país – por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Realizado pela Visualfarm, o evento transformou a capital em um palco de experiências imersivas que uniram arte digital, tecnologia e cultura urbana, com programação gratuita e aberta ao público.

Ao longo de três fins de semana, entre 22 de agosto e 6 de setembro, milhares de pessoas puderam vivenciar apresentações de grande impacto visual em pontos icônicos da cidade de São Paulo. Entre os dias 22 e 23, o Beco do Batman foi transformado em uma galeria imersiva a céu aberto, com instalações de vídeo mapping e lasers que destacaram a arquitetura e as intervenções artísticas do espaço. 

Já nos dias 30 e 31, o Monumento às Bandeiras foi palco para o espetáculo com projeção mapeada e a Praça Armando de Sales Oliveira reuniu um show multimídia com lasers e a performance de 300 drones sincronizados, compondo uma narrativa visual sobre o universo marinho.

“O Festival de Luzes representou muito mais do que uma agenda cultural, ele foi um convite para a cidade se reconectar com sua identidade criativa, tecnológica e inclusiva”, afirma Daniel Mello, diretor de Transformação do Grupo HDI. “Para a Yelum, estar presente como patrocinadora reforça a essência da marca de iluminar o mercado de seguros com clareza, inovação e inspiração por meio de experiências únicas e impacto positivo não só com os nossos públicos, mas em toda população.”

Para o encerramento, nos dias 5 e 6 de setembro, a Avenida Paulista recebeu ativações no Boulevard das Artes, na Praça dos Arcos e em diversos pontos da região. O coração da cidade foi tomado por instalações visuais que conectaram arte, arquitetura e tecnologia, proporcionando ao público uma experiência urbana vibrante e inesquecível.

Com realização da Visualfarm, a edição de 2025 do Festival Internacional de Luzes de São Paulo foi apresentada pelo Ministério da Cultura e pela Yelum Seguradora, com financiamento via Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Resseguradoras latino-americanas se reposicionam com demanda aquecida

resseguro

relatório de segmento de mercado da AM Best, “Resseguradoras latino-americanas se reposicionam à medida que a demanda se fortalece”, afirma que as perdas seguradas por catástrofes naturais totalizaram US$ 11,6 bilhões em 2024;no entanto, apenas US$ 1,5 bilhão foi segurado, pois a penetração dos seguros continua muito baixa. As resseguradoras globais reforçaram seu interesse na região. Ao mesmo tempo, os participantes locais pretendem continuar crescendo e fortalecendo suas marcas, aproveitando os espaços criados pelo mercado sólido do passado.

“Embora as linhas expostas a catástrofes envolvam negociações mais complexas, especialmente em países com grande exposição, como México, Guatemala, Costa Rica, Peru e Chile, os preços têm sido muito competitivos, com condições flexíveis em geral”, disse Inger Rodriguez, analista financeira da AM Best.

Embora o setor de seguros primários do Brasil seja mais rentável do que o setor de resseguros, a principal seguradora do país se dedica exclusivamente ao resseguro. No entanto, o relatório observa que a empresa começou a reduzir seu volume de subscrição, selecionando cuidadosamente seus riscos e, consequentemente, proporcionou a outros participantes do mercado a oportunidade de diversificar os riscos entre diferentes empresas.

“Embora o volume de resseguro aceito pelas resseguradoras brasileiras tenha crescido, a participação das resseguradoras brasileiras no total de prêmios cedidos pelas seguradoras locais diminuiu, indicando que as seguradoras locais estão cedendo significativamente mais para resseguradoras offshore”, disse Ricardo Rodriguez Perez, analista financeiro sênior da AM Best.