Diante do caos em São Paulo desde a madrugada de ontem, com a cidade travada devido a alagamentos, Saint´Clair Lima, diretor técnico e de produtos da Bradesco Auto/RE, pontua algumas informações importantes em caso de situações desta natureza.
“Em primeiro lugar, é preciso deixar claro, que na Bradesco Auto/RE, o segurado do produto automóvel tem garantia plena em casos de intempéries, como chuva, vento ou queda de árvore sobre o veículo. Isso está no pacote básico de coberturas. Existe um grupo de fenômenos excludentes, mas que não se aplicam em situações comuns no Brasil, como vulcão, terremotos, maremotos”, explica Saint’Clair.
O executivo afirma também que, em todos os casos, a seguradora faz uma verificação em oficinas credenciadas para avaliar o grau da avaria. Caso seja detectado algum dano grave, principalmente nos componentes eletrônicos que comprometam o funcionamento do veículo, a seguradora pode indenizar integralmente o segurado. Em caso de danos menores, a Bradesco Auto/RE realiza o conserto do veículo e o devolve em perfeito estado de funcionamento.
“Há umas dicas de segurança importantes:
o limite para atravessar um alagamento é quando a água está no máximo até metade da roda. Em caso de travessia, mantenha a primeira marcha e o motor sempre cheio (a rotação alta do motor).
Dose o pé esquerdo na embreagem, para que o carro não peça segunda marcha, e tente manter a rotação em uma faixa fixa
Nunca entre correndo na água. Isso pode formar uma onda sobre a frente do veículo, que pode invadir a entrada de ar do motor e causar calço hidráulico
Caso não conheça a via, não atravesse, pois ela pode conter buracos e outros obstáculos encobertos pela água
Se a água subir muito rapidamente, procure um local mais alto, desligue o carro e proteja-se
Nunca tente dar a partida se o carro morrer dentro d’água, pois o motor pode aspirar água e ser danificado
Mesmo quando o motorista é uma pessoa precavida e cuidadosa, o veículo está exposto a riscos diários. SaintClair assegura que, nos últimos anos, pode-se perceber um aumento na conscientização dos motoristas em relação à importância da contratação de um seguro auto.
“O carro é um importante patrimônio no dia a dia das pessoas. Apesar do cenário econômico do país, que aos poucos se recupera de uma forte recessão, a carteira de auto da Bradesco Auto/RE apresentou crescimento de 3,2% em 2019, enquanto o mercado geral cresceu 0,6% em prêmio emitido líquido”. “A prevenção é o melhor caminho para gerar mais segurança, garantir a tranquilidade do motorista e ainda estimular um trânsito melhor”, conclui Saint´Clair
Captação líquida (diferença entre depósitos e resgates) encerra o ano em R$ 55,5 bilhões, aumento 40,4% frente ao ano anterior
Fonte: FenaPrevi
A indústria de previdência complementar aberta fechou 2019 em forte crescimento. Os novos depósitos em planos mantidos por participantes do sistema somaram R$ 126,4 bilhões, valor 16,9% maior que o verificado em 2018. Os dados são da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), entidade que representa 67 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.
A captação líquida (diferença entre novos depósitos e resgates) registrou a marca de R$ 55,5 bilhões, consolidando expansão de 40,4% frente ao ano anterior. “Os brasileiros estão mais conscientes de que precisam fazer reservas para complementar a renda na aposentadoria e isso se refletiu de forma significativa nos resultados do setor”, diz Jorge Nasser, presidente da FenaPrevi.
De acordo com os dados da Federação, as reservas acumuladas pelos participantes do sistema já somam R$ 946,8 bilhões. A indústria fechou 2019 com 13,5 milhões de participantes, sendo 10,2 milhões inscritos em planos individuais e 3,2 milhões em planos coletivos. Em 2018, eram 13,1 milhões. “Experimentamos crescimento no número de participantes e a indústria ruma para superar a marca de R$ 1 trilhão em reservas, o que mostra o vigor do setor neste momento de recuperação da economia”, avalia Nasser.
Os planos VGBL fecharam 2019 respondendo por 90,8% dos novos depósitos. Os planos PGBL responderam por 8,5% das contribuições registradas no ano. E 0,7% dos novos depósitos foram direcionados para os planos tradicionais, não mais comercializados pelas seguradoras e entidades de previdência complementar aberta.
A queda dos juros continuou mudando a configuração da alocação de recursos dos planos de previdência em 2019. Em busca de melhor remuneração, os participantes seguem se deslocando para fundos multimercado, que fecharam o ano respondendo por 13% das aplicações. O índice era de 9,8%, em 2018, e de 7,3%, em 2017.
“Um fator importante para o crescimento de nossas reservas foi o aumento das opções no portifólio do mercado de previdência. Com a queda da taxa de juros, ampliamos a oferta de fundos multimercado, o que foi decisivo para fortalecer a atratividade dos planos de previdência”, complementa.
O balanço da FenaPrevi aponta que 88,1% dos prêmios e contribuições foram direcionados para planos individuais. Os planos coletivos absorveram 10,4% dos aportes e 1,5% dos recursos foram direcionados para planos para menores.
Resultado no mês de Dezembro de 2019 – O resultado de dezembro seguiu a tônica do ano. As contribuições cresceram R$ 13,9% frente ao mesmo mês do ano anterior, totalizando R$ 13,8 bilhões em novos depósitos. A captação líquida do mês atingiu a marca de R$ 7,7 bilhões, valor 16% maior que o verificado em igual período do ano anterior.
A BB Seguridade informou que obteve o lucro líquido R$ 6,7 bilhões, alta de 88,1%, impulsionado pelo incremento observado nas receitas de investimentos em participações societárias, que por sua vez foram positivamente impactadas.
Em 10 de julho de 2019, foi aprovado o lançamento de uma oferta secundária de ações com esforços restritos de colocação (“Oferta Restrita”) para a alienação da totalidade das ações ordinárias de emissão do IRB Brasil RE detidas pela BB Seguros. Após o procedimento de coleta de intenções de investimento, o preço de venda das ações foi fixado em R$88,00. Pelo desinvestimento total no IRB Brasil RE, a BB Seguros recebeu o montante de R$ 4,2 bilhões, o que lhe produziu um ganho líquido, considerando a baixa contábil do investimento e deduzidos os valores dos tributos incidentes sobre o ganho de capital obtido na venda, de R$ 2,3 bilhões.
Além disso, outros impactos positivos foram o aumento do resultado proveniente da BB Corretora, explicado em grande parte pelo incremento de 19,1% das receitas de corretagem e pela melhora de 0,2 p.p. na margem operacional; e pelo crescimento do resultado oriundo da Brasilprev, sustentado principalmente pela evolução do resultado financeiro, favorecido pela dinâmica dos indexadores de inflação que atualizam os ativos e passivos financeiros atrelados aos planos de benefício definido.
As ações da BB Seguridade, negociadas na B3 – Brasil, Bolsa, Balcão (“B3”) sob o código BBSE3, encerraram o ano cotadas a R$ 37,70. Com base na cotação de encerramento do exercício, o valor de mercado da BB Seguridade atingiu R$ 75,4 bilhões, posicionando a Companhia como a 13a maior empresa listada na bolsa brasileira pelo critério de valor de mercado. Em 2019, o volume financeiro médio diário de negociação com ações da Companhia foi de R$ 118,3 milhões, representando 0,8% do volume médio diário negociado na B3.
BrasilSeg – No segmento de seguros, operado pela Brasilseg, o lucro líquido contraiu 4,9%. Vale ressaltar que em 2018, o resultado foi positivamente impactado em R$ 309,1 milhões pela redução de provisão após a aplicação da nova regra que regula o Teste de Adequação de Passivos – TAP (Circular SUSEP 517, alterada pela Circular SUSEP 543). Segregando este efeito, o lucro líquido do segmento teria crescido aproximadamente 19,2%, justificado pela melhora da sinistralidade parcialmente compensada pela redução do resultado financeiro.
Em 2019, os prêmios emitidos totalizaram R$ 9 bilhões, volume 10% superior ao registrado em 2018. O desempenho no ano foi sustentado pelo incremento nas emissões de seguro prestamista (+44,1%), rural (+11,5%) e habitacional (+6,8%).
Cabe mencionar que a base de comparação entre os exercícios de 2019 e 2018 foi comprometida pela reestruturação societária concluída em novembro de 2018. Para uma melhor comparação das informações financeiras da Brasilseg, considerando a nova estrutura societária e de negócios, consulte o relatório de Análise de Desempenho, o qual pode ser obtido no Portal de RI da BB Seguridade
Brasilprev – No segmento de previdência, operado pela Brasilprev, o lucro líquido cresceu 43,5% em 2019, atingindo R$1,4 bilhão. O desempenho no período foi suportado pela evolução de 455,8% do resultado financeiro, motivado pela dinâmica favorável dos índices de inflação que atualizam os ativos e passivos financeiros atrelados aos planos de benefício definido. O resultado operacional não decorrente de juros permaneceu praticamente estável, com incremento de 8,4% das receitas com taxas de gestão, compensado pela piora de 0,6 p.p. do índice de eficiência, impactado pela retração das receitas com taxa de carregamento.
As contribuições totais de previdência e seguros cresceram 21,5% e alcançaram R$ 42 bilhões em 2019. As reservas de previdência apresentaram expansão de 12,9%, totalizando R$ 289,8 bilhões ao final de 2019, garantindo à companhia a liderança de mercado, com 30,3% de participação, conforme dados de dezembro disponibilizados pela SUSEP.
Brasilcap – O lucro líquido do segmento de capitalização, operado pela Brasilcap, contraiu 10,4% em 2019, em razão do aumento de 34,1% do custo de aquisição e do menor resultado com sorteios, efeitos que foram parcialmente compensados pelo aumento de 4,7% do resultado financeiro e por uma menor alíquota efetiva de impostos. O volume arrecadado com títulos de capitalização cresceu 16,7% em 2019 e somou R$ 5,4 bilhões, impulsionado pelo incremento na arrecadação média com títulos de pagamento único. As reservas de capitalização encerraram o ano com saldo de R$ 8,3 bilhões.
Brasildental – No segmento de planos odontológicos, operado pela Brasildental, a receita operacional bruta totalizou R$ 120 milhões em 2019, evolução de 4,6% em relação a 2018. A margem EBITDA cresceu 2,0 p.p. e atingiu 25,1%, permitindo que o lucro líquido da companhia avançasse 18,3% no ano. O total de beneficiários alcançou a marca de 540 mil em 2019, redução de 3,5% frente ao ano anterior.
BB Corretora – A BB Corretora registrou lucro líquido de R$ 1,9 bilhão em 2019, crescimento de 18,6% no ano. O desempenho é explicado em grande parte pelo aumento de 19,1% nas receitas de corretagem, pela melhora de 0,2 p.p. na margem operacional e pela evolução de 4,9% do resultado financeiro.O crescimento das receitas de corretagem em 2019 foi impactado pela contabilização de R$ 446,5 milhões a título de bônus de performance referente à superação das metas de comercialização dos seguros prestamista e vida do produtor rural, enquanto em 2018 essas receitas somaram R$276,1 milhões, relativas ao período de abril a dezembro, conforme acordado no âmbito da renegociação da parceria com a MAPFRE.
por Marcio Coriolano, presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg)
Aprovada pelo Congresso Nacional em 2018, entrará em vigor este ano, precisamente no dia 16 de agosto, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A aplicação da lei será acompanhada por uma nova agência reguladora, a APPD. Em um mundo cada vez mais digital, no qual transações econômicas e financeiras são realizadas em velocidade instantânea, pela internet, via computadores e smartphones, com essa nova legislação o Brasil busca acompanhar a experiência de economias mais avançadas, seja para orientar os que conduzem as informações ou a todos que zelam por suas privacidades.
Na União Europeia, está em vigor, há um ano, uma legislação com essas mesmas características. E os resultados até agora têm sido positivas. Pesquisas junto às empresas mostram que houve um aumento da confiança do consumidor, e isso tem sido favorável aos negócios. 67% das pessoas ouvidas em diferentes países da União Europeia mostraram saber da existência de uma autoridade nacional voltada para a proteção de dados. Acreditamos que, no Brasil, teremos um impacto semelhante da LGPD.
As mudanças no mundo digital ocorrem de maneira surpreendente. Os legisladores do Congresso Nacional, sabiamente, tiveram a preocupação de não “amarrar” a LGPD a uma realidade momentânea. A lei terá impacto sobre a maioria das atividades econômicas no Brasil, mas não entra na especificidade de cada um deles. O que significa que cada atividade terá de se adequar ao espírito da lei.
O mercado segurador, tal qual as instituições financeiras, lida com uma série de informações de seus clientes que terão de ser absolutamente protegidas. Para avaliação de riscos, de modo a se chegar à mais correta precificação dos produtos oferecidos, as seguradoras utilizam muitas vezes de dados, fornecidos pelos segurados, que, pela nova lei, não ficarão mais disponíveis ou nem mesmo poderão ser obtidos. A elaboração de um pré-perfil do segurado será prejudicada ou as seguradoras terão de readequar seus instrumentos de avaliação. Produtos como seguro de automóveis, saúde e vida, geralmente individualizados, estão entre os que terão de passar por essa revisão de métodos de avaliação.
Uma das questões mais sensíveis de que trata a lei, no caso do mercado segurador, por exemplo, é a portabilidade. É prerrogativa do segurado, de acordo com condições contratuais, recorrer à portabilidade de alguns tipos de seguro, especialmente os de médio e longo prazos. A portabilidade também abrange planos de previdência privada. Na portabilidade, os dados dos clientes são transferidos de uma instituição para outra com o devido sigilo e cuidado. Isso vem exigindo mais investimentos em tecnologia, multiplicando o esforço em criptografia e mais segurança na transmissão e proteção de dados. A habilidade dos chamados hackers e daqueles que fazem mal-uso das informações parece não ter limites.
Atenta às mudanças que estão por vir, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) consultou especialistas e, a partir desse entendimento, elaborou um Guia de Boas Práticas do Mercado Segurador Brasileiro sobre a Proteção de Dados Pessoais. O Guia está disponível no site da CNseg, dentro do programa de educação em seguros. Ainda que esteja voltado principalmente ao mercado segurador, o Guia pode auxiliar outras atividades que serão impactadas pela LGPD e necessitam de uma orientação.
Não temos dúvida que o Brasil está amadurecendo em relação à proteção de dados pessoais. Com toda razão, há muitas queixas sobre como dados pessoais chegam a fontes não autorizadas. Quem nunca recebeu em casa uma correspondência, um telefonema, uma mensagem por SMS ou e-mail de algum canal de venda com o qual não tem, ou tinha, qualquer relação anterior? Como esses dados pessoais se tornaram acessíveis a tais canais de venda?
Não só em função da nova lei, mas por uma questão de princípio e da essência do nosso negócio, o mercado segurador certamente estará entre os que mais rapidamente se adaptarão ao espírito da LGPD.
André Lauzana, vice-presidente comercial e marketing da SulAmérica, conta tudo para você em um bate papo com o Boris Ber, sobre as novidades da venda da operação de Auto e Massificados da SulAmérica.
Florianópolis foi escolhida como o primeiro destino do encontro de relacionamento do ano, promovido pela seguradora Zurich em conjunto com os corretores
Fonte: Zurich
A primeira edição de 2020 do Experiência Zurich, programa de relacionamento realizado pela seguradora com os principais parceiros de negócios da companhia, aconteceu na última quarta-feira (5). A cidade Florianópolis recebeu pela primeira vez o evento, que contou com a presença de 40 convidados.
Para receber os corretores, o Ostradamus, restaurante especializado na confecção de pratos com ostras e outras especiarias gastronômicas, foi o escolhido como destino inicial. Nele, os convidados puderam ter momentos de descontração falando de negócios.
O programa foi criado em 2017 e tem o propósito de estreitar o relacionamento com os corretores, aproximando cada vez mais esse público das ações e projetos da companhia. Ao longo desse ano, ainda serão realizadas mais 18 edições até dezembro, em diversas cidades.
“Ficamos muito felizes com o nosso primeiro encontro. No ano de 2020, ainda teremos mais diversas oportunidades neste modelo, além de outras iniciativas para nos aproximar dos nossos parceiros de negócios, apresentar tudo que estamos desenvolvendo e firmar o nosso compromisso com os corretores”, diz Márcio Benevides, Diretor Executivo de Distribuição da Zurich.
Além de Benevides, estiveram presentes no evento: Luiz Gasperi, Gerente de Relacionamento com Corretores; Waldecyr Schilling, Diretor Regional Sul; Everson Carvalho, Gerente Regional SC; e a equipe da filial da seguradora em Florianópolis.
Do total de pagamentos do ano passado, 67% foram para pessoas que ficaram com algum tipo de sequela permanente: foram mais de 235 mil indenizações pagas nesta cobertura
Fonte: Líder Seguradora
Em 2019, o número de indenizações pagas por acidentes de trânsito no Brasil cresceu 8% em relação ao ano anterior, chegando a marca de 353.232 pagamentos. As informações fazem parte do Relatório Anual 2019 da Seguradora Líder, administradora do Seguro DPVAT. Quando observados os números por tipo de cobertura, foram 40.721 indenizações por Morte, 235.456 por Invalidez Permanente e 77.055 por reembolso de Despesas de Assistência Médica e Suplementares (DAMS).
Do total de pagamentos em 2019, a cobertura de invalidez permanente continua responsável pela maioria das indenizações, representando 67% dos casos e com crescimento de 3% no número de pagamentos em relação ao ano anterior. Na cobertura de Morte, o número de indenizações pagas cresceu 6% na comparação com o mesmo período.
A cobertura de DAMS foi a que apresentou o maior crescimento, com 25% mais reembolsos. O documento também traz um recorte específico para os acidentes envolvendo motocicletas. Apesar de representar apenas 29,3% da frota nacional, esta categoria de veículos concentrou 77% dos pagamentos, ou seja, mais de 273 mil indenizações. Mais de 80% das indenizações por morte em acidentes com motocicletas foram para vítimas do sexo masculino. Os motociclistas foram as principais vítimas nas indenizações pagas por Morte e Invalidez Permanente por acidentes nesse tipo de veículo em 2019 (62%).
Em um levantamento inédito, a Seguradora Líder apresenta a idade média dos veículos circulantes do país. O cálculo é feito a partir da base de veículos com potencial para pagamento do Seguro DPVAT, que estão sujeitos ao licenciamento anual.
Perfil das vítimas – A maior incidência (75%) de indenizações pagas foi para vítimas do sexo masculino. Os motoristas representam 57% das indenizações pagas (22.276) para acidentes fatais. Os pedestres ficaram em 2º lugar nas indenizações por acidentes fatais no período (29%), assim como nos acidentes com Invalidez Permanente (35%).
A faixa etária mais atingida foi de 18 a 34 anos, idade economicamente ativa, representando 46% do total das indenizações pagas (163 mil). A maior incidência de acidentes indenizados ocorreu no período do Anoitecer, entre 17h e 19h59, representando 23% das indenizações, seguido pela Tarde, que representou 20% das indenizações no período.
Destaques por Região – Nordeste: teve a maior concentração (32%) das indenizações pagas em 2019 e registrou a segunda maior incidência do país de acidentes com vítimas fatais (32%) e as motocicletas representam 65% destes registros. Quando olhado apenas o recorte de motocicletas, a Região Nordeste concentrou 37% das indenizações por Morte e Invalidez Permanente envolvendo esse tipo de veículo em 2019.
Sul: foi a única região em que todos os estados apresentaram reduções nos números totais de indenizações pagas no comparativo dos últimos dois anos (2018 e 2019). Considerando todas as coberturas, o Rio Grande do Sul teve queda de 5,57%; o Paraná de 5,39% e Santa Catarina de 1,23%. A Região Sul concentrou 15% das indenizações por morte em 2019, sendo 49% dos acidentes fatais envolvendo automóveis.
Sudeste: concentrou a maior incidência no país dos acidentes com vítimas fatais (34%), especialmente com predomínio de motocicletas (42%). Sua frota representa 48% do total nacional de veículos do país.
Centro-Oeste: registrou o segundo maior crescimento regional do país (8,43%) em indenizações pagas no comparativo dos últimos dois anos. Nesta mesma avaliação de período, teve o maior índice de indenizações pagas por morte (8,02%) no país e se posicionou em segundo lugar nas indenizações pagas por invalidez (4,48%).
Norte: registrou o segundo maior crescimento no país (37,41%) em indenizações pagas por reembolso de despesas médicas no comparativo entre os últimos dois anos. Ainda concentrou o segundo maior índice nacional (64%) de indenizações pagas por mortes originadas em acidentes proporcionados por motocicleta em 2019.
O objetivo é aumentar o acesso ao produto e atrair mais de 100 mil novos planos em dois meses, com comerciais em TV aberta e por assinatura, mídias sociais e outdoors nas principais capitais nacionais.
Fonte: Brasilprev
Este mês terá uma grande campanha de vendas do Brasilprev Fácil, produto em prol da democratização da previdência privada no país, da especialista e líder de mercado em previdência privada, a Brasilprev. Voltado ao público que ainda não tem a cultura de acumular recursos para o futuro, a solução tem contratação simples, valor de aporte acessível (a partir de R$ 100) e visa inserir a consciência previdenciária na vida dos brasileiros.
“Com o aumento da longevidade as pessoas precisarão se preparar financeiramente para viver mais e melhor. O Brasilprev Fácil é um meio que traz acesso a esse produto de acúmulo de recursos de longo prazo e faz com que cidadãos de diferentes estratos sociais iniciem desde cedo a ação de planejar o seu amanhã. A união do sucesso desse produto com a força de distribuição do Banco do Brasil é um elo diferenciado a fim de democratizar a previdência privada em nosso país.”, comenta Carlos Motta, vice-presidente de Distribuição de Varejo do BB.
O Brasilprev Fácil é um dos grandes sucessos da companhia: em menos de dois anos de lançamento soma 325 mil planos. Com a campanha, a meta é conquistar mais de 100 mil novos planos nos meses de fevereiro e março, com a veiculação de peças e vídeos no meio digital, propaganda em mídias sociais (Facebook, Instagram e YouTube), comerciais em TV aberta e fechada e outdoors em Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre e Curitiba. Além disso, parte da rede de agências do Banco do Brasil ganhará uma roupagem referente à campanha, contando com móbiles, pancards, folders, moleskines e coletes. A ação terá os atuais campeões mundiais de vôlei de praia, Bruno Schmidt e Evandro, nas peças promocionais.
“Essa é uma campanha ampla, que vai atingir diferentes cidadãos, principalmente na faixa entre 25 e 45 anos”, adianta o diretor-presidente da Brasilprev, Marcio Hamilton. “Nós acreditamos que essas pessoas estão entendendo a necessidade de acumular recursos para subsidiar um futuro mais tranquilo, seja para complementar a aposentadoria ou realizar um outro projeto, como viajar ou até mesmo abrir um negócio. O Brasilprev Fácil é um excelente caminho para construir objetivos de longo prazo”.
Brasilprev Fácil – Lançado em agosto de 2018, o Brasilprev Fácil foi desenhado para o público com renda entre R$ 2.000,00 e R$ 10.000,00, com possibilidade de contribuições mensais a partir de R$ 100,00. Traz como default, na largada, um plano na modalidade VGBL na Tabela Progressiva do IR e aportes num fundo Premium. No entanto, caso a cliente queira, essas características podem ser alteradas, de acordo com o perfil desejado.
Houve movimentação entre os dez maiores lucros, com ligeiras trocas de posição, bem como no ranking das maiores perdas, com Mapfre e AXA XL revertendo elevadas perdas em ganhos significativos
O mercado segurador encerrou 2019 com lucro líquido de R$ 17,8 bilhões, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) analisados pela consultoria Siscorp. Em razão disso, o ranking traz apenas os valores de seguros e exclui saúde, sob supervisão de outro regulador, a Agência Nacional de Saúde (ANS). O valor ficou 21% acima dos R$ 14,7 bilhões registrados no mesmo período do ano passado, mesmo com o recuo da Selic, taxa de juros que remunera boa parte das reservas técnicas, ter iniciado 2019 em 6,5% ao ano e terminado em R$ 4,5% ao ano. Em fevereiro deste ano, novo corte, para 4,25% ao ano, décimo sétimo corte desde quando a taxa atingiu o pico de 14,25% ao ano, entre julho de 2015 e outubro de 2016.
A maior parte dos balanços financeiros será divulgado e comentado pelas seguradoras ao longo deste mês. Boa parte delas opta por deixar para os dois últimos das do mês. Mas já é possível ter uma noção do que ajudou e o que piorou o desempenho de algumas delas. Houve certa movimentação entre os dez maiores lucros, com ligeiras trocas de posição.
Já no ranking dos piores prejuízos, um movimento interessante. Mapfre, que liderava as perdas com R$ 468 milhões, agora ocupa a 15a. posição, com lucro de R$ 122,2 milhões. A AXA XL, que em 2018 amargou perdas de R$ 197 milhões, passou para a 22a. colocação, com ganhos de R$ 57,5 milhões. Já a AIG ainda pertence ao grupo de perdas, que foram reduzidas de R$ 51 milhões para R$ 13 milhões.
Segundo os balanços 2019 já divulgados no inicio deste ano, as seguradoras têm conseguido baixar custos operacionais e com melhor subscrição de riscos reduzir o volume de indenizações, o que traz uma melhora significativa para a lucratividade expressa no índice combinado (receitas de venda menos indenizações e custos operacionais), que mede a eficiência das companhias. Quanto mais abaixo de 100%, melhor. índice de sinistralidade tem sido reduzido.
Seguradoras ligadas a bancos seguem liderando as três primeiras posições do ranking de lucro, com exceção do Itaú, que caiu para a sétima posição. A Bradesco Seguros segue sendo a líder do ranking. O grupo divulgou lucro líquido de R$ 7,5 bilhões em 2019, expansão de 16,6% em relação ao obtido em 2018. Já no ranking consta R$ 5,6 bilhões, pois não considera o ganho de saúde, área supervisionada pela ANS. Segundo o grupo, o resultado foi beneficiado pelo crescimento de 12,7% no ganho operacional e pela alta de 10,9% do resultado financeiro. Aqui fica claro a importância do ganho financeiro para a número um do ranking de lucro do setor. As projeções para o resultado com seguros estimam um crescimento entre 4% e 8%.
A BB Seguros vem em segundo lugar, com ganho de R$ 2,8 bilhões. Em setembro, o grupo informou que decidiu fazer uma redução de capital depois de concluir que tem recursos de sobra no balanço e devolveu R$ 2,7 bilhões aos acionistas.
A Caixa Seguridade, que tem costurado parcerias e se prepara para um IPO ainda neste semestres, vem em terceiro, com R$ 2,1 bilhão. A Caixa estima que o IPO de sua subsidiária valerá entre R$ 50 bilhões e R$ 60 bilhões na Bolsa de Valores de São Paulo (B3). Já anunciou a reformulação da parceria que tinha com a francesa CNP, num negócio avaliado em R$ 7,8 bilhões; parceria com a Icatu, que deverá fazer um aumento de capital de R$ 180 milhões na nova sociedade para a venda de títulos de capitalização; e com a Tokio Marine para a venda de seguro habitacional e residencial, no valor de R$ 1,5 bilhão. Icatu e Tokio terão 25% de participação nas sociedades específicas de cada ramo de negócio. O grupo promete ainda anúncios de novos sócios nas áreas de grandes riscos, saúde e odontologia, assistência 24 horas e também com um ressegurador. Em janeiro, houve troca de CEO. Para presidir a Caixa Seguridade foi escolhido Eduardo Dacache, até então vice-presidente de atacado e braço direito do presidente da Caixa, Pedro Guimarães.
A Zurich Seguros, que tem uma joint venture com o Santander, segue em quarto lugar, com R$ 1,3 bilhão. O grupo se destacou em 2019 por parcerias fechadas com bancos, varejos e fintechs após ter investido fortemente em uma plataforma digital que já está preparada para se conectar com parceiros para a venda de seguro em a intervenção humana, o que no jargão do mercado é conhecido como APIs, “ponte”, ou sistema de “plugue e use”. Com tal tecnologia já embarcada, a expectativa é de grande crescimento para 2020.
A SulAmérica saltou da sétima posição em 2018 para a quinta em 2019, com ganhos de R$ 996,4 milhões. Por pouco não entrou no restrito clube do bilhão. Anunciou a venda da carteira de seguros de ramos elementares, que envolve autos, residências, condomínios e pequenas e médias empresas para a Allianz. O negócio ainda aguarda o fechamento para este ano. Com foco em saúde e munida de tecnologia que já atende as exigências de rapidez e facilidades que o consumidor digital exige, as ações do grupo tem apresentado valorização destacada.
A Porto Seguro, segundo dados da Siscorp, perdeu uma posição no período analisado e vem na sexta colocação, com ganhos de R$ 982 milhões. Segundo Celso Damadi, vice-presidente de Finanças, Controladoria, Investimento e Planejamento da Porto Seguro, o resultado financeiro da Porto Seguro alcançou R$ 269,7 milhões, queda de 9,3%. Apesar da redução, o executivo citou que os resultado vieram dentro do esperado beneficiado por uma sinistralidade abaixo da média histórica e uma taxa básica de juro mais alta, proporcionando uma rentabilidade melhor ao negócio.
O Itaú caiu para a sétima posição, com R$ 996 milhões, ultrapassado pela Porto Seguro, agora em quarto lugar no ranking, com lucro de R$ 725 milhões no período analisado pela Siscorp com base nos dados enviados à Susep. O ajuste de ganho faz parte ainda do reposicionamento estratégico de deixar de operar em alguns segmentos e focar esforços na plataforma digital, que já conta com vários parceiros de negócios, como MetLife em dental, Prudential em vida resgatável e outros que em breve devem ampliar o Portfolio do banco, com saúde e seguros empresariais. Bastidores de mercado indicam a Amil para saúde. Já o parceiro em seguros para PME ainda não foi revelado.
A Allianz saiu de um prejuízo de R$ 15,5 milhões em 2018 para a nona colocação no ranking de 2019, com ganho de R$ 349 milhões. O grupo vem retomando seu crescimento, depois de um período de perdas. Um dos impactos no balanço de 2019 pode ter vindo de recuperação de impostos (CS e IR) dos prejuízos acumulados. Em 2019 anunciou a compra da carteira de ramos elementares da SulAmérica, por R$ 3 bilhões, que deve ser concluída neste ano e desta maneira os impactos só serão observados no balanço de 2020.
E fechando o ranking dos 10 maiores lucros de 2019 temos a Icatu, que trouxe muitas novidades ao longo do ano passado. Liderou o ranking de portabilidade de recursos dos fundos de previdência praticamente em todos os meses do ano, ao ofertar uma gestão mais ativa e taxas menores. Além disso, ampliou de forma significativa os canais de distribuição de seus produtos, tanto fundos como títulos de capitalização.
O Projeto de Lei Complementar (PLP) 281/19 cria dois mecanismos para socorrer instituições financeiras em dificuldade, como bancos, seguradoras, bolsas e entidades de previdência privada: o Regime de Estabilização (RE) e o Regime de Liquidação Compulsória (RLC). Eles substituem os instrumentos atuais usados pelo Banco Central (intervenção, liquidação e Regime de Administração Especial Temporária – Raet).
A proposta, que tramita na Câmara dos Deputados, é de autoria do Poder Executivo. Segundo o BC, que elaborou o texto, o projeto segue orientação do Financial Stability Board (FSB), que o Brasil se comprometeu a adotar. O FSB é um organismo criado pelos países mais ricos do mundo para promover a estabilidade financeira mundial.
Dependendo do mercado regulado, os dois regimes poderão ser instaurados pelo BC, Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ou Superintendência de Seguros Privados (Susep), nomeados no projeto como “autoridades de resolução”. Além de aplicar os “regimes de resolução” (RE e RLC), elas poderão exigir que as instituições sob a sua competência elaborem plano de recuperação, com medidas para restaurar a viabilidade do negócio, e plano de saída organizada, com medidas pós-regime.
Características
Pela proposta, a autoridade de resolução poderá decretar o regime de resolução que considerar mais adequado ao caso. As pessoas jurídicas que mantém vínculo com instituição sob RE ou RLC também poderão ser incluídas nas medidas determinadas pela autoridade.
O RE deverá ser aplicado, preferencialmente, em instituições de importância sistêmica, que não podem ter suas atividades paralisadas repentinamente sem risco de causar instabilidade na economia. Ele será executado por um administrador nomeado pela autoridade de resolução, que deverá buscar uma solução privada para a retomada dos negócios.
De imediato, o RE suspende o exercício dos direitos dos acionistas e afasta os administradores da instituição. Poderá haver suspensão temporária da cobrança de débitos da instituição, a exceção de alguns, como tributos.
O RLC será aplicado quando não houver riscos à estabilidade financeira. O regime, executado por liquidante nomeado, implica o encerramento das atividades da instituição, a submissão ao regime concursal (que classifica os credores por ordem de prioridade) e a venda dos ativos.
O texto também detalha as situações que podem levar à decretação do RE e do RLC. Entre elas estão a insolvência, a exposição a risco incompatível com o patrimônio, a insuficiência de ativos para cobrir perdas e reiteradas violações às normas legais e regulamentares.
Fundos
O projeto do Executivo prevê ainda a criação de Fundos Garantidores de Créditos, para fornecer liquidez ao sistema, e Fundos de Resolução, para prover empréstimos às instituições financeiras em dificuldade. Os recursos para a capitalização dos fundos sairão do próprio sistema financeiro, que também cuidará da administração deles.
Em caso de RE, o fundo de resolução poderá constituir uma instituição financeira de transição (conhecida como “banco ponte”), que será capitalizada para receber os ativos e passivos da instituição sob resolução até que eles sejam assumidos por terceiros ou descontinuadas.
Se os recursos privados não forem suficientes para assegurar a estabilidade financeira, a União poderá emprestar recursos aos fundos de resolução. Nesse caso, algumas condições devem ser atendidas, como o esgotamento de recursos dos acionistas e a possibilidade de grave ameaça ao sistema financeiro.
O texto prevê ainda que a União será a primeira a ser reembolsada quando houver a recuperação da instituição.
Tramitação
A Câmara criará uma comissão especial para analisar a proposta do governo. O texto aprovado será posteriormente submetido a votação no Plenário, antes de ser enviado ao Senado.
Este site utiliza cookies para aprimorar a sua experiência enquanto navega. Desses cookies, os que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador visto que são essenciais para o funcionamento básico do site. Nós também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa o site — esses só são armazenados no seu navegador mediante a sua autorização. Você também tem a opção de cancelar esses cookies, mas isso pode impactar a sua experiência de navegação.
Cookies necessários são absolutamente essenciais para este site funcionar de forma apropriada. Esta categoria só inclui cookies os quais garantem funcionalidades básicas e recursos de segurança do site. Esses cookies não armazenam nenhuma informação pessoal.