MP 905/19: Fenacor participa de audiência pública

Fonte: Fenacor

O presidente da Fenacor, Armando Vergilio, participou, nesta terça-feira (11/02), da audiência pública realizada, no Senado, pela Comissão Mista que analisa a Medida Provisória 905/19. Na ocasião, ele revelou que a categoria é, atualmente, composta por mais de 100 mil corretores, sendo aproximadamente 50 mil empresas, que geram 450 mil empregos diretos e indiretos, R$ 10 bilhões em impostos (dados de 2019) e ampla proteção para a sociedade. “A quantidade de novas empresas cresce significativamente a cada ano”, frisou.

Segundo ele, a MP 905/19 pode gerar um fator inverso ao pretendido, dada à insegurança jurídica e à instabilidade causadas no mercado. Como reflexos negativos, apontou a possibilidade de aumento do nível de desemprego no setor e redução da produção global de seguros no Brasil. 

Armando Vergilio observou que a categoria gera mais de 85% da produção do mercado, mesmo não sendo obrigatória a contratação de seguros através do corretor. 

De acordo com o presidente da Fenacor, como o contrato de seguro é complexo, com características únicas e praticamente desconhecido do consumidor, os segurados costumam contratar seguros com o assessoramento do profissional corretor de seguros.

Ele rebateu ainda a alegação de representantes do governo presentes à audiência pública, segundo os quais a participação do corretor de seguros encarece o preço final do seguro. “Sem os corretores de seguros, as seguradoras terão que contratar muitos funcionários e fazer altos investimentos em estruturas regionais, que certamente impactariam nos custos finais do seguro.”, argumentou. 

Para Armando Vergilio, os seguros privados desoneram o Estado e o papel do corretor de seguros é fundamental para a disseminação da cultura do seguro, pois está presente em 4.000 municípios, atuando na proteção do consumidor.

O presidente da Fenacor enfatizou também a importância da habilitação técnico-profissional do corretor e classificou a autorregulação como a mais eficaz forma de disciplinamento ético e de produção de normas de boa conduta, levando a uma condução e regulação profissional adequada. “É prática contemporânea, verificada em todo o mundo”, disse Vergilio, acrescentando que a atuação preventiva é a mais recomendável, orientando os profissionais ao exercício de suas atividades e ao zelo com as normas de conduta e de respeito ao consumidor.

Ele afirmou ainda que a MP 905/19 aponta para um caminho inexorável e importante que é a autorregulação. Porém, o faz de forma equivocada e exagerada. 

Nesse contexto, defendeu a atualização e não revogação da Lei 4.594/64, inclusive para melhor tratar da questão relacionada à autorregulação como forma de desonerar o Estado.

CEO do Itaú afirma estar confortável com participação no IRB Brasil Re

Candido Bracher afirmou que tanto IRB como XP investimentos fazem parte da estratégia de segmentos que o banco quer crescer

“A participação que o Itaú Unibanco tem no IRB Brasil RE e XP Investimentos é estratégica”, afirmou o CEO Cândido Bracher quando questionado pelo analista da Felipe Salomão, do Citibank, na teleconferência realizada nesta terça-feira, para comentar os resultados do balanço do maior banco privado do país divulgado ontem. “A XP faz parte da nossa estratégia para avançarmos no mundo dos investimentos e o IRB na área de seguros”, pontuou ele ao ser questionado sobre o imbroglio criado desseque a gestora carioca Squadra divulgou dois documentos questionando os dados do balanco divulgados pelo IRB no terceiro trimestre.

Leia mais IRB vive tempestade antes da divulgação do balanço de 2019

“Temos participação de 11% no IRB, temos um membro no conselho de administração, que é o Alesxandro Groebel, e não temos nenhum reporte de desconforto com as demonstrações contábeis do IRB nesses últimos anos”, disse Bracher, passando a palavra a Groebel. “As demonstrações do ressegurador são auditadas e passam por diversos órgãos de governança. Não temos nenhuma observação, reporte ou indício qualquer que seja de irregularidade que me chame atenção ou de que nós tenhamos conhecimento. Estamos bastante confortáveis com a companhia até o momento”, afirmou Broedel aos analistas.

Itaú colhe frutos depois de anos reestruturando seguros

Plataforma aberta está pronta para receber novos produtos e serviços, como seguros para empresas, incluindo o saúde, diz Luiz Fernando Butori, diretor do Itaú Unibanco, ao blog Sonho Seguro

Depois de anos reestruturando a Itaú Seguridade, o banco passa a colher frutos com o novo formato de plataforma aberta, ou seja, ofertar seguros de seguradoras parceiras aos clientes por meio digital. O relatório das operações ainda é um pouco complexo de entender, mas com a ajuda dos profissionais do grupo tudo fica claro.

O lucro liquido das operações de seguros foi de R$ 2,6 bilhões em 2019, alta de 6,8% em relação aos R$ 2,4 bilhões de 2018. As receitas somaram R$ 7,8 bilhões, 2,6% acima dos R$ 7,6 bilhões nos períodos analisados. Neste campo estão incluídos seguros, capitalização, taxas de administração dos planos de previdência (ainda tem um pouco da taxa de carregamento que foi zerada no fim de 2019) e também tem a equivalência patrimonial do resultado obtido com a joint venture com a Porto Seguro.

É um resultado expressivo, considerando-se o lucro líquido do Itaú Unibanco de R$ 28,4 bilhões em 2019, alta de 10,2% em relação a 2018. Em relação a seus pares privados, o resultado com seguridade parece pequeno, inferior a 10%. No Bradesco, por exemplo, a participação de seguros no ganho do banco chega a 30%. Mas ambos têm estratégias bem diferentes para a contabilização da atividade de seguros, previdência, saúde e capitalização.

As receitas totais com prestação de serviços e resultados de seguros e previdencia subiram 5,9% no ano, para R$ 43,9 bilhões. Desta fatia, receitas com tarifas tem o maior peso. Seguros representa apenas R$ 6,5 bilhões. O grupo praticamente saiu de um gestor de risco ao vender a carteira de saúde, de grandes riscos e parado de atuar em garantia estendida para ser uma plataforma de oferta de produtos e serviços para clientes. “Olhando o resultado somente de seguro, voltamos a crescer 9,5% depois de anos de reestruturação. Esse resultado considera somente seguro puro, com vida e prestamistas como carros chefes e a equivalência patrimonial da parceria com a Porto Seguro e outros parceiros”, segundo Luiz Fernando Butori, diretor do Itaú Unibanco, responsável por seguros e capitalização.

A estratégia de plataforma aberta se mostrou correta com seguros de pessoas e agora o Itaú parte para entrar forte em pessoa jurídica. “O foco, a quantidade de produtos, a sofisticação, quando traz outros seguros de outras companhias, nos ajudou a mudar de patamar e em 2020 vamos colher os frutos”, disse Butori ao blog Sonho Seguro. Segundo ele, a equipe está debruçada na escolha de novas seguradoras parceiras para seguros voltados aos riscos empresariais, incluindo também um plano de saúde”, finalizou.

Com tudo pronto para avançar, a expectativa é crescer no topo da projeção do banco para 2020. O guindace para prestação de serviços e seguros para o ano está entre 5% e 8%. Considerando-se apenas seguros, o guidance de Butori é de avançar entre 9 a 10%. “Nossa expectativa está muito otimista com o final do ano. Fizemos um quarto trimestre forte, o que nos sinaliza que entramos em outro patamar em seguros”, disse.

Segundo ele, nem mesmo as expectativas de perdas para as seguradoras, como sinalizou ontem a queda das ações das principais companhias listadas na B3, assusta. “A Porto Seguro é considerada uma das mais bem preparadas para atuar com riscos de inundação, tanto na precificação do risco como na gestão dos sinistros”.

Em comparação a 2018, o aumento no resultado de seguros, previdência e capitalização ocorreu por aumento nos prêmios ganhos de seguros prestamista, cartão protegido, de vida e de acidentes pessoais. Também houve aumento no resultado de equivalência patrimonial e nas receitas de prestação de serviços de previdência, além de menores des- pesas de comercialização. Em compensação, o teste de adequação de passivos na previdência, as receitas líquidas de capitalização e a margem financeira gerencial foram menores no período, resume o relatório do balanço do Itau divulgado dia 10.

IRB vive tempestade antes da divulgação do balanço de 2019

irb squadra

Apesar da queda de R$ 11 bilhões em valor de mercado na B3 desde o dia 3, os analistas do Credit Suisse enxergam bons resultados para a companhia e aumentaram o preço-alvo dos papéis

O maior ressegurador do Brasil, o IRB Brasil Re, que tem entre seus acionistas Bradesco e Itaú, enfrenta um mês turbulento. Perto de divulgar seu balanço, previsto para a semana que vem, vê o valor de mercado despencar 26%, ou perda de R$ 11 bilhões, na B3 desde o último dia 3, quando a gestora Squadra divulgou um relatório de 50 páginas questionando dados financeiros divulgado até setembro passado. Usando da prerrogativa de que estava em período de silêncio pela divulgação próxima do balanço, os executivos do grupo não deram esclarecimentos públicos. No entanto, mudaram a estratégia após cobrança da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), uma vez que o período de silêncio é para dados futuros e não para dados passados.

O vice presidente financeiro do IRB, Fernando Passos, afirmou que as demonstrações contábeis já eram transparentes e terão uma abertura ainda maior de dados. Passos afirmou que, com mais informações, todos os interessados poderão fazer suas próprias contas e chegar à “conclusão correta”.

O Estadão informa que a nova carta aos cotistas da carioca Squadra foi publicada às vésperas do vencimento de uma opção de venda de ações do IRB Brasil Re, que estão nas mãos da gestora. “Isso significa, em miúdos, que quanto mais os papéis do ressegurador caírem até lá, melhor para a ‘asset’, visto que ela tem posição vendida, que aposta na queda das ações. Como a gestora havia acumulado perda de cerca de R$ 360 milhões, uma vez que os papéis do ressegurador estavam em alta na bolsa, a reviravolta nas ações ocorrida após a primeira carta que questionou os resultados da companhia na semana passada tem ajudado a atenuar o prejuízo. A Squadra tem uma opção de venda correspondente a 910,9 mil lotes com 100 ações do IRB cada e que vencem na próxima segunda-feira, dia 17, conforme informações públicas da CVM”, destaca o jornal.

Depois da nova carta endereçada aos cotistas, o IRB acionou ontem a CVM, acusando a Squadra de “manipulação de mercado” e de “insider trading”. Depois da correspondência da gestora, a XP Investimentos colocou o IRB Brasil em revisão. A XP tem um volume considerável de ações do ressegurador.

Segundo relatório da maior plataforma de investimento do país, “dada a alta incerteza gerada pela falta de esclarecimentos por parte da empresa” coloca sua cobertura de IRB sob revisão. Segundo o analista Marcel Campos, ainda não há esclarecimentos suficientes por parte da companhia para que a XP pudesse reavaliar os questionamentos levantados pela Squadra. “Segundo o documento da gestora, muitas das análises envolvem interações com reguladores (locais e estrangeiros), além da interpretação independente de dados contábeis. Dessa forma, dada a falta de visibilidade, estamos colocando nossa cobertura das ações do IRB sob revisão”, disse, segundo informa o portal de notícias Infomoney.

“Nossa recomendação anterior e estimativas não são mais válidas a partir da publicação desse relatório. A empresa atualmente encontra-se em período de silêncio, em função da divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2019. Nossa expectativa, entretanto, é de que maiores esclarecimentos sejam compartilhados com o mercado na divulgação. Até então, investidores devem esperar volatilidade no curto prazo, conforme o mercado continue a assimilar as informações.”

Diante do forte tombo dos papéis do IRB em fevereiro, muitos investidores têm se perguntado se isso abre uma oportunidade de compra dos papéis. Para o Credit Suisse, não, informa o Infomoney. Em relatório divulgado a clientes, os analistas do banco disseram que o papel ainda não está em um entry point (ponto de entrada) interessante mesmo depois do sell-off recente. Ainda assim, eles enxergam bons resultados para a companhia e aumentaram o preço-alvo dos papéis.

“As nossas projeções de earnings para o papel estão razoavelmente otimistas, incluindo um crescimento forte nos prêmios emitidos, custos bem menores de retrocessão e apenas uma pequena queda no loss ratio em relação ao histórico”, afirmou o Credit. As projeções do banco suíço para o IRB em 2020 e 2021 indicam um lucro líquido de R$ 1,83 bilhão para 2020 (+12,7% na comparação anual; 7% abaixo do consenso) e R$ 2,14 bilhões em 2021 (+16,5% na comparação anual; 2% abaixo do consenso).

“Vale destacar que, mesmo estando abaixo do consenso, estamos dando o benefício da dúvida em alguns pontos, como incorporar uma relevante redução de custos de retrocessão de 27% em 2019 para 17% em 2020.” Segundo o banco, os resultados financeiros devem ficar bem acima dos 100% do benchmark e o crescimento de top line (receitas) deve permanecer resiliente, acima dos 20% tanto em 2020 quanto 2021.

“Assumimos apenas uma pequena deterioração na sinistralidade. A redução de nossas estimativas está lastreada em boa parte pela queda de resultados financeiros (-6% em 2020 e -1,5% para 2021) e o nosso preço-alvo para as ações subiu de R$ 38 para R$ 43, principalmente em função de um menor risk-free.” No entanto, para justificar a falta de visão de um ponto de entrada nas ações do IRB neste momento, os analistas do Credit disseram que a relação entre risco e retorno não parece muito atrativa.

Ao contrário da visão do Credit, o Morgan Stanley já havia se pronunciado a seus clientes indicando que a queda dos papéis do IRB na semana passada abriu, sim, um ponto de entrada. “Achamos que os investidores estão comparando maçãs e laranjas”, disse em nota o diretor do banco Jorge Kuri. “Contratos de curto prazo e falta de risco catastrófico geram uma lacuna no ROE (retorno sobre o patrimônio) e produzem modelos de negócios fundamentalmente diferentes.” O diretor do Morgan Stanley ressaltou ainda outros diferenciais do IRB em relação aos seus pares globais. “O rendimento dos títulos é significativamente maior no IRB do que em pares globais, principalmente devido a um ambiente de taxa de juros mais alto que permite spreads maiores e ao fato de que, diferentemente das empresas de resseguros globais, o IRB não precisa proteger seu risco cambial. Apesar do maior rendimento, a receita financeira representa uma parcela menor da receita líquida no IRB do que nos pares globais, outra diferença fundamental no modelo de negócios do IRB. Além disso, a receita financeira do IRB, como uma porcentagem do lucro total, tem diminuído constantemente à medida que as operações de subscrição da empresa se tornam mais eficientes.”

Isabel Azevedo assume como VP de RH da corretora MDS

Estimular um conjunto diverso de práticas para motivar e influenciar as pessoas é a aposta da nova executiva para impulsionar os resultados da MDS Brasil

Fonte: MDS

A MDS Brasil contratou Isabel Azevedo para a posição de Vice-Presidente de Recursos Humanos. “Pesquisas apontam que praticamente qualquer pessoa pode melhorar suas habilidades quando querem e quando as circunstâncias são adequadas. Em poucas palavras, quando os líderes estabelecem condições para o desenvolvimento, este pode acontecer para todas as pessoas. Ninguém nasce pronto”, diz Isabel, com 15 anos de experiência no mercado.

De acordo com o CEO do Grupo MDS, José Manuel Dias da Fonseca, a chegada da nova VP de RH está alinhada às estratégias de longo prazo da companhia e visa gerar mais sustentação para o crescimento dos negócios nos próximos anos. “Somos uma empresa de serviços e as relações interpessoais são primordiais no nosso universo. Acreditamos que talentos somados a serviços, produtos e soluções eficientes são o segredo para galgarmos ainda mais espaço no mercado”, ressalta. O executivo ainda destaca que entre os desafios da área de RH estão novas iniciativas de engajamento interno, fortalecimento de marca e do sentimento de pertencimento.

Com experiência em diferentes segmentos do mercado, Isabel possui MBA Executivo Empresarial pela Fundação Dom Cabral e PMBA na Kellogg School of Management.

NEWE Seguros: meta para 2020 é dobrar faturamento e lançar produtos

Newe Seguros

Seguradora lança sua nova marca em festa no Rio de Janeiro e afirma que está pronta para crescer em 2020 num dos setores mais promissores do mercado segurador

A NEWE Seguros começou 2020 com tudo. Afinal, atua no setor que apresentou um dos maiores índices de crescimento em 2019 e que também recebe os principais indicadores de potencial de crescimento dos especialistas do setor. Segundo dados da CNseg, a Confederação das Seguradoras, o seguro rural apresentou alta de 15,9% de janeiro a novembro de 2019.  

Segundo o presidente da CNseg, ramo rural é a maior evidência do progresso de um setor econômico que mitigou os efeitos da recessão. Em 2019, 58 mil produtores rurais do País aderiram ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), demandando R$ 440 milhões, ou 100% dos recursos ofertados pelo governo federal para subsidiar parte do valor das apólices. Diante destes números, o governo elevou o subsídio para R$ 1 bilhão em 2020 e estuda elevar para R$ 1,5 bilhão em 2021.Disposta a dobrar o faturamento em 2020 e lançar novos produtos, a NEWE parte para a conquista de mercado.

Em janeiro fez um festão para as equipes de São Paulo e Rio de Janeiro para marcar o lançamento da nova marca que substituiu a antiga Markel. A sugestão de nomes foi feita pelos colaboradores e os demais conceitos pela empresa de comunicação contratada, Rangabuana Design. Eduardo Oliveira, da área de TI da seguradora foi o autor do nome escolhido, por meio de votação interna: NEW (Novo) + (We) Nós – Uma alusão aos executivos da companhia que compraram a seguradora, Carlos Caputo, Gabriel Boyer e Rodrigo Motroni. No sentido de passar a ideia de “Um novo nós”. 

O CEO Carlos Caputo está satisfeito com o resultado do trabalho pelo Feedback positivo que tem tido dos clientes, parceiros, além das próprias equipes internas. Ser especialista em Agro é outro ponto que tem tornado a seguradora mais demandada pelos corretores. “Com certeza o que conta muito neste segmento é a expertise do assunto pelos gestores do negócio, pois com isso é prestado um atendimento focado e altamente diferenciado, o que agrega muita confiabilidade e tranquilidade em trabalhar com a NEWE. Temos canal direto o que nos dá rapidez e agilidade , além da abertura comercial para elaboração e melhoria de produtos. Isso sem contar no profissionalismo da equipe que compõe a seguradora”, conta ao blog Sonho Seguro Maurício Kappke, da corretora Kappker Seguros.

Jorge Daniel Malheiros de Oliveira, sócio da JDM Corretora de Seguros, concorda. “Como corretora de seguros que tem foco no seguro agrícola e atendimento às demandas do produtor rural, faz toda diferença ter o apoio de uma seguradora também focada como é o caso da Newe. Temos percebido que a Newe é uma empresa que honra seus compromissos, tem uma boa análise de risco o que também a torna muito competitiva. Para nós, a principal vantagem que faz com que tenhamos alinhamento com a Newe é o foco no agro com atendimento próximo, ágil e personalizado.”

Gabriel Boyer, Carlos Caputo (centro) e Rodrigo Motroni: 2020 será um grande ano para a NEWE Seguros!

Para 2020, Caputo quer tornar a NEWE ainda mais “atraente” para seus clientes e parceiros. “Nosso quadro vai ficar ainda mais qualificado, pois estamos fazendo novas contratações de pessoas-chave, oriundas dos mais importantes players do setor, com o objetivo de elevar ainda mais o padrão dos serviços prestados pela seguradora”, disse.

A companhia trabalha com um conceito mais ampliado de atuação. Seguro é o serviço mais importante, mas não é o único. Ela oferece benefícios e serviços agregados, tanto para o produtor, quanto para o corretor de seguros. Todos são treinados, não só para vender, mas para fazer par com a companhia no esclarecimento de dúvidas sobre as melhores práticas no dia a dia das propriedades cobertas.

O mesmo é feito com os peritos, alguns deles, exclusivos da NEWE. Além do aspecto técnico do treinamento, a NEWE prioriza o lado humano no trato com o produtor, que no ato da apuração do sinistro está passando por um momento difícil. 

“Entender quais são as principais dúvidas sobre as coberturas, dar transparência ao trabalho, e compreender determinadas situações que fogem à regra, são diferenciais positivos que a NEWE deseja estabelecer neste mercado. Afinal, trabalhar com risco climático envolve uma série de variáveis que precisam ser do conhecimento de quem adquire uma apólice de seguro para sua lavoura”, comenta Motroni, vice-presidente comercial e de sinistros.

Esse entendimento amplo sobre o negócio, que requer conhecimento profundo de seguro e agricultura, parece ser fundamental para justificar o fato de uma empresa tão nova no mercado ter realizado resultado positivo, em apenas dois anos e meio de atuação, mantendo-se altamente capitalizada.

Segundo dados apresentados pelo vice-presidente de operações, Gabriel Boyer, no dia do lançamento da marca em 24 de janeiro deste ano, a expectativa é ainda maior nesta nova fase: dobrar o faturamento em 2020 e lançar novos produtos voltados para o setor rural.

Emissões no mercado de capitais somam R$ 14,8 bi em janeiro

flavio sa aig

Seguradoras disputam emissores que buscam proteção financeira para problemas relacionados aos lançamentos de papéis

A disputa para vender seguros para emissões no mercado de capitais está acirrada. Não é para menos. Dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), divulgados no dia 10 de fevereiro, revelam que as emissões de companhias brasileiras no mercado de capitais somaram R$ 14,8 bilhões em janeiro. As debêntures representam 43,2% desse volume, com R$ 6,4 bilhões a partir de 25 operações — 9,1% do montante foi adquirido pelos fundos de investimento. 

Na sequência das debêntures, aparecem as ofertas vinculadas ao setor imobiliário, com 26,3% do total de emissões, sendo R$ 2 bilhões (13,4%) em fundos imobiliários e R$ 1,9 bilhão (12,9%) em CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários). As pessoas físicas ficaram com a maior parte do volume de fundos imobiliários (64,3% do total). Uma operação de renda variável foi realizada em janeiro: o follow-on da Minerva, que alcançou R$ 1,2 bilhão. No mercado externo, as empresas brasileiras levantaram US$ 5,7 bilhões (ou R$ 23,7 bilhões) no primeiro mês do ano, o que equivale a alta de 653,3% sobre janeiro de 2019 (US$ 750 milhões). O volume representa seis operações de dívida. 

Boa parte das emissões conta com um seguro para proteger os executivos envolvidos no lançamento dos papéis. Mas não está tão fácil conquistar um seguro. É preciso realmente fazer uma gestão apurada do risco diante das perdas registradas pelas seguradoras. “À medida que diversos casos tiveram repercussão nacional, o seguro D&O ganhou destaque e o interesse das empresas e dos executivos pelo seguro aumentou consideravelmente”, afirma Flavio Sá, gerente de Linhas Financeiras da AIG, responsável por trazer o seguro para o Brasil.

Quando a AIG trouxe o seguro para ofertas de valores mobiliários (tais como IPO, ofertas secundárias ou qualquer outra emissão de valores mobiliários como debêntures) ou POSI (Public Offering Securities Insurance) ao Brasil, em 2007, a responsabilização dos executivos ainda era um tema em desenvolvimento e com poucos casos públicos de responsabilização dos administradores e neste contexto estava a preocupação referente às transações e emissões de valores mobiliários.

O seguro POSI, por amparar tanto o executivo quanto a empresa pela responsabilização nas informações prestadas ao mercado via prospecto de lançamento das ações, passou a ser uma importante ferramenta de gestão nas ofertas de valores mobiliários, principalmente por oferecer uma cobertura específica para o momento que a companhia passa a ter a sua estrutura acionária alterada e, por consequência, trazer uma série de exposição à companhia.

Na Susep, ainda não há a separação das estatísticas de D&O e POSI. No geral, o setor registrou vendas de R$ 619,2 milhões em 2019. Mas tem em pedidos de indenizações já avisados estimados em R$ 825,7 milhões, mais do que recebeu em prêmios. Em 2018, as vendas somaram R$ 450,5 milhões e as indenizações R$ 358,8 milhões. Em 2019, a Chubb lidera as vendas de D&O, com R$ 182 milhões, seguida pela Zurich, com R$ 123,5 milhões, pela AIG, com 82,2 milhões, pela Tokio Marine, com R$ 50,5 milhões e pela Fator Seguradora, com R$ 23 milhões.

Outro ponto relevante destacado por Sá é que o POSI oferece um limite segurado específico para a cobertura da oferta, separado da cobertura de D&O contratada, e nesse sentido oferece maior segurança para operação por amparar reclamações que possam surgir contra os acionistas vendedores (dos valores mobiliários), do acionista controlador da companhia e também do banco coordenador da oferta.

“Nos últimos anos já percebemos um movimento de maior preocupação e conscientização do aumento do risco, com a busca por uma apólice específica à emissão de títulos, deixando o seguro D&O para eventualidades já mapeadas nos negócios dos administradores”, afirma o especialistas em riscos financeiros.

A perspectiva de aumento do número da oferta de valores mobiliários para 2020 é grande devido ao cenário econômico propício às empresas buscarem essa forma de financiamento. Outro fator é a estratégia de saída clássica dos fundos de private equity nos investimentos que já estão maduros. Segundo Sá, esses fatores, somado à maior preocupação e conscientização dos empresários, traz grande potencial ao mercado de POSI, que está se consolidando como um diferencial para trazer mais segurança aos executivos no momento de captação de investimentos, sem interferir nas coberturas do seguro D&O contratado para as operações do dia a dia.

Principais coberturas:

O POSI oferece cobertura para reclamações referente à oferta de valores mobiliários que podem ser de oferta de abertura de capital da empresa (IPO), as ofertas subsequentes (follow-on) ou então a emissão de dívida (ex. debêntures). A emissão de todos esses valores mobiliários podem ser questionadas pelos investidores referente ao processo de divulgação das informações da oferta e, consequentemente, causar reclamações contra a empresa e/ou seus administradores, também amparadas pelo seguro.

Quem paga a conta dos estragos causados pela chuva?

Chuvas fortes e alagamentos são quase sinônimos do verão. Mas e a responsabilidade pelos danos, fica com quem? Sérgio Máximo de Souza, sócio do Máximo de Souza & Coriolano Advogados, escritório especializado em Direito Securitário, responde as principais dúvidas.

Qual o procedimento em caso de prejuízo decorrente das chuvas?

O segurado deve entrar em contato com a seguradora, podendo, inclusive, fazer o Aviso de Sinistro online por meio dos aplicativos disponibilizados pela própria companhia, ou por telefone. Após o contato, o segurado deve enviar a documentação necessária para que a seguradora inicie a análise do sinistro.

Além disso, o segurado precisa estar ciente de que a seguradora somente cobrirá eventuais danos, quando houver contratação especifica para o sinistro decorrente do fato.

Quais os casos mais comuns em época de grandes chuvas?

Os casos mais comuns de sinistros são enchentes, alagamentos, quedas de barreiras e árvores decorrentes de:

Insuficiência de esgotos, galerias pluviais, desaguadouros e similares (casos de omissão do Poder Público);

Ruptura de encanamentos, canalizações, adutoras e reservatórios, desde que estes não pertençam ao estabelecimento segurado; 

Transbordamento de rios, lagos, lagoas e represas; 

Tromba d’água, chuva ou aguaceiros.

Por que desastres naturais geralmente são excluídos das apólices de seguro e não cobrem os danos aos veículos? 

Recomenda-se que o segurado, ao contratar o serviço oferecido pelas seguradoras, observe os termos e condições da apólice e opte pela contratação da cobertura acessória. Em linhas gerais, as coberturas acessórias, geralmente, também abarcam os desastres naturais. Afirmar que as seguradoras não cobrem desastres naturais não é verdade. Muitas das seguradoras cobrem, desde que haja o requerimento expresso do segurado deste serviço, no momento da contratação.

Quando há a contratação da cobertura acessória para desastres naturais, as seguradoras indenizam seus segurados desde que os mesmos não agravem o risco do dano, ou seja, é imprescindível que o segurado observe todos os procedimentos necessários para não ocasionar maiores danos ao bem segurado. Alguns exemplos de prevenção são: evitar estacionar seu veículo perto de rios que estejam na iminência de transbordar, embaixo de árvores que já apontem sinais de tombamento, encostas que apresentem sinais de possível deslizamento de terras, entre outras. 

Muitos alagamentos acontecem por falta de conservação de vias públicas, drenagem e manutenção de árvores, que são responsabilidade do município. Qual o papel do seguro nestes casos?

Diante da constatação do dano, a seguradora observa as cláusulas contratuais e o limite da importância segurada para cada apólice indenizando, assim, seus segurados. Verificada a omissão do Poder Público como causador efetivo do dano, as seguradoras podem recorrer ao Judiciário para pleitear o ressarcimento da quantia despendida ao consumidor.

O município do Rio de Janeiro, por exemplo, foi condenado no ano de 2019, em primeira instância, ao pagamento de indenização a uma seguradora pelos danos causados em decorrência de enchente ocorrida na Praça da Bandeira, em 2011 (processo nº 0222363-72.2012.8.19.0001). Em ações similares, as seguradoras demonstraram que a causa do sinistro foi a omissão do Poder Público ao deixar de adotar medidas preventivas essenciais para evitar a ocorrência de enchentes e alagamentos nas ruas.

Jurisprudência – O julgamento da ação mencionada acima, teve como base uma importante decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal que se manifestou pela responsabilização do Poder Público quando há omissão diante da reiteração de fatos que causem danos previsíveis aos cidadãos em uma mesma localidade. A previsibilidade desses danos configura a obrigação do Poder Público de indenizar, uma vez que não houve uma ação para evitar novas ocorrências com iguais características (STA 223-AgR/PE, Min. Celso de Mello, informativo n° 502). 

Algumas seguradoras criaram planos de contingência para atender os segurados. Como avalia a iniciativa?

É uma excelente iniciativa que visa dar celeridade às indenizações pleiteadas pelos segurados, atendendo com eficiência as solicitações feitas. As seguradoras avançam a cada ano no investimento em tecnologia para gerar facilidades aos seus clientes, como a criação do Aviso de Sinistro online por meio dos aplicativos disponibilizados pelas próprias companhias.

O resseguro, por exemplo, é uma medida adotada pelas seguradoras para atender casos em que a sinistralidade é muito grande, como na ocorrência de grandes tragédias, chuvas torrenciais, alagamentos, etc. Com isso, a garantia prestada pelas seguradoras aos seus segurados é mais célere e eficiente, pois concede, em grande número, as indenizações requeridas.

De forma geral, os planos de contingência e uma jornada cada vez mais digital facilitam as indenizações devidas pelas seguradoras aos seus segurados.

AIG alerta empresas sobre impactos da LGPD

As penalidades da lei pode chegar a multas de até R$ 50 milhões por ocorrência”, adverte Victor Perego, especialista em Riscos Cibernéticos da AIG

Fonte: AIG

Ao permitir que um grupo de hackers roubasse dados de pagamentos de cerca de 500 mil pessoas, a British Airways foi multada em 204,6 milhões de euros pela ICO (sigla em inglês para Escritório do Comissário de Informações) do Reino Unido. Pela exposição de 339 milhões de registros de hospedagem, a Marriott International em 119,4 milhões. Por não explicar com clareza aos usuários sua política de uso de dados, nem dar a eles controle suficiente sobre suas informações, a Google também recebeu uma multa de 50 milhões da CNIL (sigla em francês para Comissão Nacional de Informática e Liberdade). Segundo o site de segurança cibernética PreciseSecurity, essas foram as principais multas entre as 10 maiores aplicadas no ano passado na Europa por vazamento de dados, que somaram 402,6 milhões de euros (mais de R$ 1,8 bilhão)

As penalidades aplicadas provam que as autoridades europeias estão severas com as organizações que não zelam adequadamente pelas informações de seus usuários e que a GDPR (Regulação Geral de Proteção de Dados, na sigla em inglês), que entrou em vigor na União Europeia em 2016, está sendo seguida com rigor, dando mostras do que será a  LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), que começa a valer em agosto, no Brasil.

“A Lei Geral de Proteção de Dados define regras para o uso, proteção e transferência de dados pessoais coletados pelas empresas, independentemente de seu segmento de atuação, porte ou faturamento. Os negócios que registram informações dos clientes sem sua autorização, ou que os repassem, armazenem sem necessidade comprovada, ou que tenham esses dados vazados de alguma forma também estarão sujeitos aqui às penalidades da lei, que variam de advertências a multas de até R$ 50 milhões por ocorrência”, adverte Victor Perego, especialista em Riscos Cibernéticos da AIG. 

Perego recomenda que todas as empresas implementem controles para prevenir, detectar e resolver violações de dados pessoais. Isso garantirá, segundo ele, um negócio confiável e seguro para os clientes, mantendo a saúde financeira e continuidade de seus negócios, principalmente das empresas menores.

Segurança contra riscos cibernéticos – O primeiro passo para estar em conformidade é elaborar um check list das principais providências a serem tomadas por conta da LGPD, para que a operação das empresas ocorra de forma ainda mais segura, e com tranquilidade. Em seguida, o recomendado é que se contrate um Seguro de Riscos Cibernéticos. “No caso do seguro AIG, oferecemos ampla cobertura em caso de vazamento de dados armazenados, inclusive o pagamento de multas. Também estão inclusos na apólice os custos de notificação da empresa a seus clientes e a responsabilidade pela segurança de dados, ato, erro ou omissão que resulte na divulgação dessas informações devido a uma violação de segurança, além do ressarcimento por lucros cessantes”, explica o especialista em Riscos Cibernéticos, em post divulgado no blog do grupo.

Baixe o e-book exclusivo da AIG “Agora é Lei! Empresas são responsáveis pela gestão dos dados de seus usuários”

Os segurados AIG das apólices de Riscos Cibernéticos contam ainda com atendimento especializado exclusivo dos profissionais da Deloitte em caso de ocorrência de incidentes cibernéticos.  O Canal de Primeira Resposta é um atendimento emergencial aos segurados AIG em casos de ataques virtuais em andamento ou suspeitas de violação de segurança que podem causar danos à operação do segurado.

“Os profissionais da Deloitte atuam em um primeiro atendimento aos nossos segurados vítimas de um ataque cibernético, com a intenção de, no mínimo, conter as ações danosas. O serviço está disponível 24h por dia, sete dias por semana, 365 dias por ano, sem custo adicional e sem consumir recursos ou limites da apólice contratada”, informa Perego.

“O tempo é essencial quando se trata de cyber e as primeiras 48 a 72 horas são o período crítico em que a interrupção, a queda na reputação e as perdas gerais podem ser mitigadas com o aconselhamento e as medidas corretas. Também temos uma política padrão disponível em mais de 70 países. Quando ocorrer um evento que afete clientes em lugares e com regimes regulatórios diferentes, a resposta será rápida, consistente e compatível”, garante.

Prudential registra alta nas indenizações do seguro de vida

seguro de vida

Levantamento feito pela Prudential do Brasil mostra que mais de 89% das indenizações pagas pela empresa em 2019 foram para casos de sinistros em vida. Entre os principais tipos de coberturas acionadas estão Renda Hospitalar e Doenças Graves, que juntos somaram 87% do total de benefícios concedidos.

No ano passado, as principais causas para o uso do seguro de vida foram câncer e infarto, respectivamente, somando 30,9% dos casos. Em relação às faixas etárias que mais comunicaram pedidos de pagamento do capital segurado, a variação foi de 29 a 43 anos englobando ambos os sexos. 

“O seguro de vida não cobre apenas casos de morte. A cada ano, aumenta o número de brasileiros que buscam a segurança e proteção de um seguro de vida. Os dados reforçam o desenvolvimento cada vez maior na sociedade brasileira da cultura da educação financeira, mostrando que o seguro de vida é uma importante ferramenta de proteção diante dos imprevistos da vida e deve ser incluído desde cedo no planejamento financeiro pessoal e familiar”, explica Sandro Cespes, gerente de Produtos da Prudential do Brasil.