No ano passado, o setor registrou cinco unicórnios e nos últimos três, anos 184 insurtechs que haviam tido a capacidade de levantar capital, fecharam as portas
As insurtechs receberam US$ 6,37 bilhões em 2019, sendo quase US$ 2 bilhões dos investimentos no último trimestre do ano. “Mas a inovação tecnológica não está limitada a um punhado de novas empresas. A revolução digital atravessa o setor dos seguros de forma transversal e há já algum tempo que a maioria das empresas entende que a tecnologia e a sua utilização estão a mudar definitivamente o paradigma do mercado segurador”, afirma Nuno Arruda, diretor comercial da Willis Towers Watson, em artigo publicado no portal português Eco.
Só em 2019 foi investido cerca 40% do valor histórico em insurtechs, tendo testemunhado a criação de 5 novos unicórnios, num total de 10 Insurtechs que até à data atingiram esse estágio. É inevitável que assim seja, quando o padrão e a tipologia de consumidores e mercados evoluem a uma velocidade nunca antes vista.
Por outro lado, por muito atrativa e sexy que seja esta temática, a verdade é que nem sempre a história destas empresas tem um final feliz. “De acordo com os nossos dados, nos últimos três anos 184 insurtechs que haviam tido a capacidade de levantar capital, fecharam as suas portas”, informa.
Por Robert Bittar, presidente da Escola de Negócios e Seguros (ENS)
A indústria brasileira de seguros é dinâmica por natureza. A criação de produtos cada vez mais sofisticados, a entrada de novos players e as constantes alterações de cunho regulatório são fatores que exigem permanente atualização e qualificação da mão de obra do setor.
Por mais que a tecnologia tenha mudado as formas de distribuição do seguro e a experiência de consumo, são pessoas fazendo negócios com pessoas. Não há como substituir a relação interpessoal em uma atividade na qual os consumidores dependem da compra orientada.
Nesse cenário, os cursos de formação e qualificação em seguros têm agregado novas áreas de conhecimento, como Negócios, Marketing, Finanças, Gestão de Pessoas e transformação digital, entre outras. Essa interseção com atividades correlatas atrai profissionais em busca de oportunidades de trabalho e de ascensão na carreira. Portanto, 2020 será um ano para se investir em novos campos do saber.
Em um mercado tão competitivo e cada vez mais acirrado como o de seguros, as melhores oportunidades serão aproveitadas por quem estiver bem preparado. A necessidade de atualização é permanente, seja em cursos técnicos como de nível superior, incluindo Pós-Graduação e MBA.
A força do mercado de seguros pode ser traduzida em números. Ele responde por 6,5% do PIB e acumula reservas de R$ 1,2 trilhão. A receita do setor aumentou 12,1% no ano passado, somando R$ 270,1 bilhões (sem contar Saúde Suplementar e DPVAT). Foi a maior taxa de expansão desde 2012. Descontada a inflação, o crescimento chegou a 8,1%.
Esse desempenho foi obtido em um ano de magro crescimento do PIB real, de cerca de 1%. Já a taxa de desocupação ainda permanece elevada (cerca de 11% da População Economicamente Ativa). A retomada do consumo de bens duráveis, dos investimentos em ativos reais e em infraestrutura, e dos empréstimos imobiliários deve estimular os seguros de danos e propriedades (ramos elementares).
As projeções para 2020 indicam o reaquecimento de diversos setores produtivos brasileiros e, na esteira dessa boa notícia, espera-se também a tão aguardada retomada do crescimento econômico. Especialistas afirmam que haverá melhora substancial no desempenho macroeconômico do País. Recentes expectativas apuradas pelo Banco Central e publicadas no Boletim Focus sinalizam crescimento do PIB real de 2,2%, inflação estável em 3,6%
O crescimento da renda nacional somado à reforma da Previdência deverá manter em nível elevado os aportes aos planos privados de acumulação, a despeito da queda da taxa Selic. A ampliação do crédito e a maior conscientização da população quanto à necessidade de se precaver de riscos pessoais devem continuar a fortalecer os seguros prestamista, de vida e de acidentes, que têm sido justamente os de crescimento mais acentuado e estável nos últimos anos.
Em resumo, nesse que é o cenário projetado para a economia brasileira em 2020, o mercado de seguros certamente ganhará ainda mais penetração na sociedade e nas atividades econômicas. E um setor em desenvolvimento não pode prescindir de capacitar, atualizar e treinar seus profissionais.
O Valor Econômico destaca que o Banco Central (BC) vai autorizar o uso de investimentos em PGBL ou VGBL como garantia de empréstimos. Esses recursos são normalmente utilizados para a complementação de aposentadoria. Ao longo da vida de trabalho, os empregados são estimulados a fazer depósitos mensais nessas aplicações financeiras, muitas vezes acrescidos de contribuição da empresa onde trabalham.
A medida do BC faz parte do esforço para reduzir as taxas de juros cobradas no crédito a pessoas físicas. E deve corrigir uma distorção existente no país, pela qual, um cidadão endividado que tenha imóvel, saldo no FGTS ou PGBL/VGBL enfrenta problema idêntico ao de quem não tem nada para oferecer como garantia ao credor. Nos dois casos, os indivíduos pagam as mesmas taxas elevadas do mercado.
O Banco Central também pretende estimular o uso do FGTS como garantia de financiamentos. No fim do governo Dilma Rousseff, em 2016, o então ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, propôs ao Congresso Nacional mudança na lei para permitir essa utilização do Fundo, até o limite de 10% do saldo. A medida foi aprovada, mas não saiu do papel. No ano passado, o governo fez nova regulamentação, que também não funcionou. Agora, o BC, com ajuda do Ministério da Economia, vai reformular o mecanismo para que ele passe a ser utilizado nos financiamentos.
O uso de imóveis como garantia, autorizado no ano passado, também enfrenta problemas. Os mutuários já podem renegociar a hipoteca de seu imóvel com o banco para levantar empréstimo, mas o mecanismo não vem sendo utilizado porque, segundo o BC, há “pedras no caminho”.
Um exemplo: os bancos cobram, indistintamente, taxa de R$ 3 mil para avaliar os preços dos imóveis. Sem entender o valor dessa taxa, o BC questionou as instituições e elas disseram que a autoridade deveria falar com os peritos. Estes foram procurados e deram a seguinte explicação: “A gente cobra R$ 300; R$ 2.700 vão para os bancos”. Devolvida a questão aos bancos, estes admitiram: “É margem”, ou seja, lucro.
O Valor Econômico relata que as mudanças previstas para os corretores de seguros na medida provisória 905, que cria o Contrato de Trabalho Verde e Amarelo, colocaram a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Fenacor, que representa os corretores, em um embate. A MP acaba com a exigência de habilitação e registro dos profissionais pela superintendência. O Brasil tem cerca de 100 mil corretores e cerca de 140 seguradoras.
De um lado, a Susep aponta que as comissões cobradas no país são as mais altas do mundo – 20%, em média. De outro, os corretores defendem que os valores não são elevados e que há distorções, por exemplo, nos mercados varejista e imobiliário. Além disso, a federação afirma que os profissionais assumem todos os custos da operação de venda dos seguros, folha de pagamento e demais despesas administrativas e operacionais.
A expectativa é que o texto-base do projeto de lei seja entregue pelo relator, deputado Christino Áureo (PP-RJ), hoje. O trâmite prevê análise pela comissão mista designada para apreciar o assunto, além de votações pela Câmara e pelo Senado. A MP entrou em vigor em novembro passado e atinge diversos setores.
Leia a reportagem completa no link acima, aberto para assinantes do jornal.
APPGroove analisa aplicativos de diversos segmentos, incluindo seguros
Liberty Mutual tem o melhor APP entre seguradoras, segundo pesquisa feita pela AppGroove. Notícia captada pelo consultor Francisco Galiza. A escolha foi feita a partir dos estimados 7 milhões de aplicativos atualmente existentes no mercado. A AppGroove, fundada em 2011, desenvolveu um ranking dos melhores produtos nos diversos tipos de segmentos.
Os critérios usados na seleção são variados, como a quantidade de avaliações positivas, o volume de utilização, a velocidade de processamento, etc. Na seleção, todos os posicionamentos são calculados em termos de algoritmos.
A empresa dividiu a análise em impressionantes 600 temas de interesse. Assim, há um capítulo específico para seguradoras, onde, nesse caso, foram avaliados 544 produtos.
Ressegurador afirma que as demonstrações foram auditadas pela PricewaterhouseCoopers e Ernest Young
Dia intenso para o IRB Brasil Re, que divulga seus resultados e concede teleconferência com analistas ao longo do dia. Há grande expectativa com os debates sobre os questionamentos da gestora carioca Squadra feitos nas últimas semanas, que devem ser melhor esclarecidos durante esta quarta-feira com as perguntas dos analistas e jornalistas.
O lucro líquido registrou expansão de 44,7% em relação a 2018, passando de R$ 1,2 bilhão para R$ 1,7 bilhão. No resultado de 2019 foram reconhecidos alguns eventos específicos que ora contribuíram positivamente ora negativamente. No ano de 2019, o segmento rural no Brasil contribuiu negativamente para o resultado de subscrição, em decorrência do efeito do El-Niño, com isso reportou um acréscimo na sinistralidade desse ramo específico de R$ 697 milhões, quando consideramos os sinistros líquidos de retrocessão.
Além do impacto atípico por conta do efeito do El-Niño, verificado no seu sinistro retido, o IRB também deixou de utilizar parte relevante do benefício fiscal decorrente desse segmento no Brasil de acordo com o Decreto Lei no 73 de 1966, o qual reduziu a tributação do ano de 2018 em R$ 123,9 milhões e em 2019 reduziu a tributação em apenas R$ 31,6 milhões, conforme Nota Explicativa 25.10 das Demonstrações Financeiras. Assim tal fator influenciado pelo fenômeno do El-Niño, que ocorre a cada quatro anos, gerou expressivo impacto negativo no resultado, informa nota do balanço.
O volume total de prêmio emitido foi de R$ 8,5 bilhões, 22,3% acima do registrado em 2018. Do total de prêmio emitido, R$ 4,8 bilhões foram emitidos no Brasil (56,7% do total) e R$ 3,6 bilhões no exterior (43,3%). O maior volume de prêmios emitidos no Brasil refere-se ao segmento patrimonial, correspondente a 33% do total. Outros destaques foram: rural (23%) e riscos especiais (14%).
O total do prêmio emitido no exterior cresceu 34,4%, com destaque para o segmento vida, o qual assumiu a liderança, com 37% do volume total de prêmio emitido, seguido por patrimonial (25%) e rural (19%), mesmos setores em que tem expertise em sua atuação local.
O índice de sinistralidade total foi de 51,1%, contra 55,9% em 2018, uma melhora de 5 pontos percentuais. O resultado de underwriting totalizou R$ 1,5 bilhao, evolução de 30,9% sobre R$ 1,1 bilhão registrados em 2018. Esse avanço reflete a combinação dos principais fatores demonstrados anteriormente.
O resultado financeiro consolidado da controladora e de suas subsidiárias/sucursais foi R$ 733,5 milhões em 2019, ante R$ 628,9 milhões em 2018, incremento de 16,6% no período.
Para 2020, as projeções apontam para crescimento entre 22% a 27% no premio emitido no Brasil e entre 23% e 28% no exterior.
A BB Seguridade Participações aprovou orientação à BB Corretora de Seguros e Administradora de Bens (“BB Corretora”), subsidiária integral da BB Seguridade, para votar favoravelmente ao aumento de capital da Ciclic Corretora de Seguros, até o limite de R$ 34.133.048,00.
Considerando a participação no capital da Ciclic, cabe à BB Corretora a integralização de até R$ 25.598.754,21, segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A integralização do aporte de capital poderá ser realizada em tranches, sendo a primeira no valor de R$ 17.001.400,00 e as demais até o final do exercício de 2022, a depender do desempenho da Ciclic em indicadores de performance.
Confederação apoia ação em prol de pessoas com deficiência
Fonte: CNseg
A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) patrocinará a participação da organização não governamental “Escola de Gente” na Zero Project Conference, que ocorrerá na Áustria de 19 a 21 de fevereiro. Na ocasião, a Escola de Gente – que produz e realiza projetos acessíveis sobre os temas de inclusão e crianças com deficiência em diversas plataformas, jogando luzes sobre os direitos dos deficientes – apresentará seu guia para a produção de eventos acessíveis, feito em parceria com a Fundação Essi, promotora da conferência de Viena.
Por meio do patrocínio da CNseg, o guia da entidade será traduzido para o português, servindo de um manual para os realizadores de eventos interessados em serem mais inclusivos. “É mais uma prova de nosso compromisso com a diversidade e inclusão, disponibilizando um rico material para inspirar e fortalecer iniciativas no plano da mobilidade em favor dos grupos vulneráveis, como as pessoas com deficiência”, destacou a diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, lembrando que as melhores práticas de diversidade e inclusão estão no radar do mercado, a ponto de haver uma data sua celebração no setor segurador, todo dia 25 de setembro.
A Escola de Gente é uma das cinco ONGs mais premiadas do mundo. É a única da América Latina a acumular seguidos prêmios na Zero Project Conference, tendo em vista o nível de inovação de seus projetos (2014, 2016 e 2019). Por conta disso, a ONG brasileira terá direito de apresentar seu mais novo projeto no evento na Áustria. Desta vez, um aplicativo (‘Vem Cá’), que reúne opções de cultura acessível, por meio de 12 tipos de atividades culturais e 12 recursos de acessibilidade.
Nos últimos 15 anos, a Scor mantinha parceria com a AgroBrasil, inicialmente como resseguradora, e desde 2013 por meio da seguradora brasileira, a Essor Seguros
A resseguradora francesa SCOR anunciou a aquisição da corretora voltada para a agricultura familiar, da AgroBrasil Administração e Participações Ltda (AgroBrasil), informa o grupo para agências de notícias internacionais. A aquisição de uma participação majoritária na empresa marca um passo significativo no desenvolvimento contínuo da estratégia de Seguros Especiais da Scor e fornece à resseguradora acesso a um mercado crescente e lucrativo para suas operações de resseguro e operações especializadas de P&C.
Ao mesmo tempo, a SCOR afirma que a aquisição fortalece sua experiência na agricultura, permitindo o compartilhamento de conhecimento aprimorado, melhor atendimento ao cliente e mais oportunidades de negócios em sua plataforma global de P&C.
Laurent Rousseau, vice-presidente executivo da Scor Global P&C e CEO da unidade de seguros especializados, comentou: “Através dessa aquisição, a SCOR está construindo ainda mais seu knowhow em seguros especializados e a plataforma MGA. A Scor também fortalecerá sua experiência em seguros agrícolas, uma especialidade altamente complexa: estar na vanguarda do conhecimento técnico de riscos e promover a inovação de produtos para o benefício de nossos clientes em todo o mundo é parte integrante de nosso DNA. ”
A Scor atua no mercado agrícola brasileiro como resseguradora há algum tempo e agora adquiriu um especialista reconhecido com forte acesso aos produtores, apoiado por uma rede de engenheiros agrônomos especializados e uma plataforma digital proprietária.
Após o fechamento da transação, as operações da AgroBrasil permanecerão inalteradas, e Laura Neves continuará atuando como CEO da empresa e, sujeita a aprovação regulatória, ingressará no Conselho da Essor. “O apoio total da AgroBrasil por uma resseguradora global de Nível 1 fortalecerá nosso posicionamento único no mercado brasileiro, permitirá ampliar nossa oferta de mercado e aprofundar nossa infraestrutura. Nosso pessoal se conhece há muito tempo e estou ansioso para ingressar na equipe Scor ”, disse Laura.
Com 36 startups inscritas e três dias de evento, a etapa nacional do Campeonato de Inovação da seguradora recebeu grandes iniciativas, com destaque para a PAI Health
Fonte: Zurich
A rodada nacional do Campeonato de Inovação da seguradora Zurich ocorreu em janeiro, na própria sede da empresa no Brasil. Nessa etapa, as 26 startups inscritas tiveram a oportunidade de apresentar os seus projetos para serem avaliados e seguirem na etapa regional da competição.
Dentre as finalistas, PAI Health conquistou o primeiro lugar com o projeto de prevenção de doenças cardiovasculares por meio da tecnologia. Essa é a primeira startup a utilizar métricas de atividades físicas, cientificamente comprovadas, para ajudar a reduzir o risco de doenças cardiovasculares em uma média de 25%, por meio de orientações personalizadas para exercícios que otimizam os níveis de aptidão cardiorrespiratória, tudo com a utilização de tecnologias presentes em smartphones e smartwatches.
O segundo lugar ficou com a Pet Assist, serviço de proteção e cuidado para o PET em caso de falecimento do dono. Já Surfly obteve a terceira colocação com a utilização da tecnologia de co-browsing, que permite a humanização do atendimento digital.
“Nesses três dias de evento, tivemos a chance de conhecer projetos inovadores que trazem revoluções com o uso da tecnologia para as mais diversas áreas do mercado. Ficamos muito felizes em recebê-los e fazer parte dessa seleção, que foi muito difícil, pois todos trouxeram iniciativas maravilhosas,” diz Rodrigo Barros, Diretor de Estratégia e Inovação da Zurich no Brasil.
O vencedor nacional continuará para a próxima rodada global, divididas em Ásia-Pacífico, América do Norte, América Latina, Europa e Oriente Médio. Já os vencedores gerais da rodada regional, a serem selecionados em junho de 2020, participarão de uma rodada global final, que acontecerá em agosto de 2020.
Os três finalistas da rodada global terão a oportunidade de desenvolver um projeto piloto com a respectiva unidade de negócio, na qual ele foi eleito na rodada local.
“Nossa finalidade é disponibilizar produtos e serviços inovadores aos nossos clientes em seus respectivos países e regiões, podendo ser expandidos globalmente para proteger as próximas gerações com impactos sociais e ambientais positivos no mundo”, afirma o Diretor da Zurich.
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