Artigo: Os impactos da longevidade no mercado segurador brasileiro

Nilton Molina MAG

Por Nilton Molina, presidente do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon

No último trimestre de 2019, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou estudo que revelou, novamente, que estamos vivendo cada vez mais. Segundo o Instituto, a expectativa de vida média do brasileiro ao nascer em 2018 chegou em 76,3 anos. Esse resultado representa um aumento de três meses e quatro dias no intervalo de um ano. A boa notícia é que não vamos parar por aí. Segundo as estimativas demográficas, a expectativa é de que este indicador, projetado para o ano de 2042, supere os 80 anos de idade. É importante incluirmos ao debate outro dado relevante. Também segundo o IBGE, a expectativa de sobrevida média à idade alcançada de uma pessoa de 70 anos em 2015 é de mais 15 anos. Há 20 anos, ou seja, em 2000, esse mesmo indicador apontava para uma sobrevida média de 12 anos. Quando projetamos a análise mais para frente, especificamente no ano de 2060, a expectativa média de sobrevida para um indivíduo de 70 anos será de mais 17,5 anos. É a manifestação clara e evidente do fenômeno da longevidade.

Mas, afinal, de que país estamos falando? Enquanto especialista e estudioso em longevidade, previdência e demografia, afirmo sem sombra de dúvidas: deixaremos de ser um país jovem nos próximos 40 anos. Este cenário traz impactos para vários segmentos econômicos. Neste momento, no entanto, vou especificar a minha análise ao mercado em que atuo há mais de 50 anos: o de seguros de vida e de previdência, ramo que, segundo dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), representou 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro no período de janeira a novembro de 2019.

O primeiro aspecto da minha análise é o da previdência social. Eu posso afirmar, sem sombra de dúvidas, que o fenômeno da longevidade exigirá reformas cada vez mais frequentes. A matemática é simples: se vamos viver mais, é preciso garantir o pagamento da chamada aposentadoria por mais tempo. Consequentemente, será fundamental, minimamente, contribuir por mais tempo. Adiciona-se a isso mais um ingrediente: a queda na taxa de reposição, fator que aliado às melhorias da saúde impulsionam a longevidade.

Isso revela uma oportunidade grande e única para o segmento de previdência complementar. No entanto, é preciso ressaltar uma questão importante. O esforço de poupança do brasileiro pensando a longo prazo, ou seja, para o futuro, mesmo na iniciativa privada, deverá ser ainda maior em volume e em tempo de contribuição para garantir a reserva financeira mais adequada na hora de desacelerar a rotina de trabalho.

Já quando olhamos o mercado seguro de vida, podemos visualizar algumas possibilidades de análises. Pelo ponto de vista dos produtos de risco de morte, a longevidade e o aumento da expectativa de vida da população favorecem diretamente que essas soluções fiquem, na verdade, mais baratas para o consumidor.

Quando temos tábuas atuarias mais atualizadas, o mercado pode oferecer seguro de vida cada vez mais competitivo, uma vez que o tempo de vida do indivíduo passa a ser maior, tendo impacto direto no preço. Ou seja, se tem a expectativa de viver mais, o cliente pagará mais tempo e, consequentemente, pagará um valor menor referente a esta proteção.

Outra questão é que as pessoas estão cada vez mais ativas. Dessa forma, permanecerão por mais tempo no mercado trabalho, o que tornará cada vez mais recorrente e crescente a contratação de produtos e soluções garantidoras da renda. São exemplos de seguros para esta finalidade o Diária por Incapacidade Temporária (DIT), Diária de Internação Hospitalar (DIH) e Renda por Invalidez.

O mercado de seguro de vida e previdência tem crescido ano a ano e de forma consistente. Não há dúvidas de que a longevidade, juntamente com a maior conscientização financeira da população e a estabilidade econômica, serão fatores que certamente contribuirão para alavancar ainda mais esta indústria e fazer com que esse segmento alcance patamares históricos.

Werner Suffert assume como VP executivo, financeiro e de RI do IRB Brasil RE

Suffert foi eleito pelo Conselho de Administração da companhia após as saídas de José Carlos Cardoso, presidente, e Fernando Passos, até então vice-presidente Executivo, Financeiro e de Relações com Investidores, ocorridas nesta quarta-feira

O administrador Werner Suffert é o novo vice-presidente Executivo, Financeiro e de Relações com Investidores do IRB Brasil RE. O executivo, que ocupou o posto de CFO e diretor de Relações com Investidores da BB Seguridade pelos últimos seis anos, também assume a posição de CEO interinamente, até a nomeação de um profissional para a função.

“Werner é um profissional extremamente qualificado, reconhecido e reputado pela sua trajetória, que será fundamental para a boa relação do IRB Brasil com os acionistas e mercados em geral”, diz Pedro Guimarães, presidente interino do Conselho de Administração do IRB Brasil, que completa: “Sua extensa experiência no setor de seguros será fundamental para a sequência da companhia, que trilha o caminho da solidez e dos bons resultados”.

Administrador de empresas com mestrados pela Fipe e Coppead/UFRJ, Suffert iniciou sua carreira no Banco do Brasil, onde atuou em diversas áreas. Na Brasilseg, foi membro do Comitê Financeiro, e presidente também do Comitê Financeiro na Brasilcap. Foi membro de diversos conselhos da Brasilprev, incluindo o de Administração. Na BB Seguridade, além de CFO, também foi CEO durante um breve período. Suffert também foi membro do Conselho de Administração do IRB Brasil até fevereiro deste ano.

Suffert foi eleito pelo Conselho de Administração da companhia após as saídas de José Carlos Cardoso, presidente, e Fernando Passos, até então vice-presidente Executivo, Financeiro e de Relações com Investidores, ocorridas nesta quarta-feira. Ambos apresentaram suas cartas-renúncia, que foram aceitas pelo Conselho.

Ação do IRB Brasil Re recua 32% nesta quarta

Isso significa uma perda de cerca de R$ 8 bilhões em valor de mercado em relação ao fechamento de terça-feira. Se considerarmos o ano, lá se foram R$ 18 bilhões

Triste mês para o IRB Brasil Re, que vinha há mais de um ano como a ação preferida de diversos analistas. Nao so por perder valor de mercado, como levantar muitos questionamentos sobre governança corporativa. As recomendações de compra do papel por bancos de peso, como BTG, Credit Suisse, Brasil Plural levavam em consideração o potencial do mercado de resseguros, mesmo sem perspectivas de investimentos em grandes projetos no Brasil, que é onde atua um ressegurador. Mesmo no exterior, o mar não está para peixe pequeno.

Os analistas também desconsideravam um importante indicador: a rentabilidade muito maior em comparação com seus concorrentes, que foi o pulo do gato para a gestora Squadra montar uma posição contra a valorização do IRB e assim ganhar quando a ação caísse. A posição vencia no dia 17 de fevereiro, mas foi renovada. E agora deve gerar lucro para a Squadra. E perda para boa parte dos funcionários do IRB que compraram acoes no IPO, em 2017.

Nesta quarta-feira, os papeis chegaram a despencar mais de 40%, diante de comunicado da Berkshire Hathaway afirmar que não é acionista da resseguradora brasileira e nem pretende ser. A queda foi atenuada quase no final do pregão, para recuo de 32%, a R$ 18,98, depois ter de atingido a mínima de R$ 16,31. Isso significa uma perda de cerca de R$ 8 bilhões em valor de mercado em relação ao fechamento de terça-feira. Se considerarmos o ano, lá se foram R$ 18 bilhões.

O conselho do IRB esteve reunido durante todo o dia, presidido pelo presidente da Caixa. É dada como certa a saída do CEO Jose Cardoso e do CFO Fernando Passos. O nome mais comentado para assumir como CFO é do diretor de finanças da BB Seguridade, Werner Suffert, que era membro efeito do conselho do IRB até o final de fevereiro, quando renunciou.

Cardoso assumiu o IRB em 2017, indicado pelos sócios Itaú, com 11,1%, e Bradesco, com 15,2%, por ser considerado um executivo que agregaria mais valor para o momento do IPO. Ele já tinha presidido o IRB anteriormente, substituindo Leonardo Paixão. Mas foi recolocado como vice-presidente, para que Tarcísio Godoy, que foi por pouco tempo secretário-executivo do Ministério da Fazenda e presidente de uma das seguradoras da Bradesco, assumisse.

No twitter, o assunto está em alta. Segundo operadores, se o valor da ação dobrasse desde o IPO até 2021, o trio presidente, CDO e risco Officer levaria R$ 62 milhões no Programa Superação, segundo postou o gestor Pedro Cerize. “Bônus tem que ser atrelado a resultados da empresa se não os executivos ficam determinados em fazer o valor das ações aumentar a qualquer preço”, citou uma fonte que pediu anonimato.

Certamente, caso realmente entrem novos gestores, haverá uma varredura para os dados financeiros não sejam mais questionados. Certamente esse assunto permanecerá na pauta dos investidores e dos jornalistas por mais um tempo.

CNseg recebe novos presidentes dos SINDSEGs

cnseg sindesegs

Reunião foi para inaugurar a segunda fase do projeto “Sinergias entre a Confederação e os Sindicatos das Seguradoras”

Fonte: CNseg

O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, reuniu-se no dia 2 de março com todos os novos presidentes dos oito Sindicatos Regionais das Seguradoras para inaugurarem a segunda fase do projeto “Sinergias entre a Confederação e os Sindicatos das Seguradoras”. O projeto objetiva alinhar as atividades das entidades para obter todas as sinergias que resultem em coordenação compartilhada da estratégia representativa ao nível nacional, padronização de procedimentos operacionais, redução de custos através da escala de contratações para todos e incremento da interlocução sistemática entre os entes representativos do setor segurador.

A primeira fase, já concluída, constou da harmonização de estatutos, publicação das diretrizes nacionais, instituição de regime de alçadas e constituição de comitê executivo das mudanças. O comitê, presidido pelo Presidente da Confederação, Marcio Coriolano, é também integrado pelo 1º Vice-Presidente e mais um Vice-Presidente da CNseg, respectivamente, Roberto  Santos e Gabriel Portella, pelos Presidentes dos Sindicatos Regionais das Seguradoras de São Paulo e do Rio de Janeiro e Espírito  Santo, respectivamente, José Rivaldo Leite e Antonio Carlos de Melo Costa, e dos Diretores Executivos Luiz Tavares e Paulo Annes, que também estiveram presentes no encontro, assim como os Diretores Executivos Alexandre Leal, Miriam Miranda e Solange Beatriz Palheiro Mendes.

Marcio Coriolano ressaltou e agradeceu o empenho dos Presidentes que encerraram suas gestões. “Eles participaram ativamente da primeira fase do projeto. Mais do que nunca, o atual ambiente de desafios para o setor de seguros exige essas transformações, que ampliarão decisivamente a nossa capacidade de representação setorial”, declarou o presidente da CNseg.

Os vice-eresidentes Gabriel Portella e Roberto Santos enfatizaram que as sinergias têm “mão dupla”, assinalando que a Confederação deve estar preparada para internalizar as avaliações e projetos próprios da atuação sindical, que melhor capturam as características e oportunidades ao nível local.

Essas avaliações dos três dirigentes da CNseg foram unânimes e contaram com a aprovação entusiástica de todos os presentes. “Agora, é colocar em prática todas as recomendações do projeto”,  continuou Coriolano, aproveitando, junto com Tavares e Paulo Annes, para endereçar os próximos passos da implementação das sinergias. A interlocução envolverá todas as diretorias executivas da CNseg, lideradas também por Alexandre Leal, Solange Beatriz, e Míriam Miranda, de modo a garantir  a integração e suporte operacional  aos Sindicatos e suas equipes.

O ambiente foi também de grande confraternização da equipe da Confederação com os Presidentes dos Sindicatos recém-empossados.

Veja abaixo os Presidentes dos Sindicatos:

– SINDSEG-BA/SE/TO  – Alexandro Luciano Barbosa, dirigente da Allianz Seguros

– SINDSEG-PR/MS  – Altevir Dias do Prado, dirigente da Bradesco Seguros

– SINDSEG-RJ/ES  – Antonio Carlos de Melo Costa, dirigente da HDI Seguros  

– SINDSEG-RS  – Guilherme Bini, dirigente da Mapfre Seguros

– SINDSEG-SP  – José Rivaldo Leite da Silva, dirigente da Porto Seguro

– SINDSEG-MG/GO/MT/DF – Marco Antonio Neves, dirigente da Sul América

– SINDSEG-N/NE  – Ronaldo Dalcin, dirigente da Tokio Marine

– SINDSEG-SC – Waldecyr Schilling, dirigente da Zurich Minas Brasil Seguros

AXA no Brasil tem novo diretor para a regional São Paulo

Gustavo Rey de Carvalho chega à companhia para ampliar parcerias com corretores e vê com bons olhos a competitividade da capital e o potencial das cidades do interior

Fonte: AXA

A AXA no Brasil anuncia o novo diretor responsável pela regional São Paulo, que abrange a capital e o interior do Estado. Com mais de 15 anos de carreira no mercado de seguros, Gustavo Rey de Carvalho tem vasta experiência em desenvolver estratégias e canais para o corretor e chega para contribuir com os planos de expansão da AXA no mercado de PME.
“A companhia está focada em expandir sua atuação em pequenos e médios riscos e a minha missão, junto com as equipes, é mostrar aos corretores os benefícios da parceria com a AXA. Nosso objetivo é crescermos juntos, estreitar o relacionamento com o mercado e entregar a melhor experiência para corretores e clientes”, afirma Gustavo, que já passou por empresas como Unibanco AIG, Allianz, Chubb onde contribuiu com o processo de fusão com a Ace e mais recentemente Mitsui.  

Berkshire, de Warren Buffett, afirma que não é acionista do IRB Brasil Re

“A Berkshire Hathaway Inc. atualmente não é acionista do IRB, nunca foi acionista do IRB e não tem intenção de se tornar acionista do IRB”, informa comunicado do grupo americano

Em um release curto e claro, a Berkshire Hathaway, do megainvestidor Warren Buffett, afirmou que não tem relações ou interesse no IRB Brasil Re, como insinuam fofocas de bastidores desde a época da realização do IPO do ressegurador brasileiro, em 2017, quando levantou R$ 2,003 bilhões.

“Há notícias recentes na imprensa brasileira de que a Berkshire Hathaway Inc. é acionista do IRB Brasil Re (“IRB”). Essas histórias estão incorretas. A Berkshire Hathaway Inc. atualmente não é acionista do IRB, nunca foi acionista do IRB e não tem intenção de se tornar acionista do IRB”, informa o release publicado no portal do grupo americano.

“A Berkshire Hathaway e suas subsidiárias participam de diversas atividades comerciais, incluindo seguros e resseguros, serviços públicos e energia, transporte ferroviário de carga, fabricação, varejo e serviços. As ações ordinárias da empresa estão listadas na Bolsa de Valores de Nova York, com os símbolos BRK.A e BRK.B.”, finaliza o texto.

O ressegurador foi destaque entre as quedas do Ibovespa (-8,72%, aos R$ 30,35), na segunda feira, e novamente perdeu 7,05% no pregão desta terça-feira, com a ação cotada a R$ 28,21. A derrocada começou com os questionamentos da gestora carioca Squadra em fevereiro, antes da publicação das demonstrações financeiras de 2019, sobre dados do balanço referente ao terceiro trimestre.

A ação voltou a subir no dia 27 de fevereiro, quando a Agência Estado publicou nota informando que a Berkshire Hathaway praticamente triplicou a fatia que detinha do IRB Brasil Re em fevereiro. “Entre os dias 6 e 18, o fundo aproveitou a baixa das ações da resseguradora – causada pelo entrevero com a gestora Squadra– para aumentar sua posição”, diz o texto. Neste dia, o papel chegou a subir 10% durante o pregão e encerrou com ganho de 6,66%, em R$ 34,13.

No entanto, a situação voltou a se agravar com a divulgação de que o presidente do conselho, Ivan Monteiro, havia pedido demissão. O Estadão também informou que a advogada Márcia Cicarelli, indicada ontem a ocupar uma cadeira no conselho fiscal do IRB Brasil, representa o Berkshire Hathaway no País. Ela é procuradora do ressegurador eventual Berkshire Hathaway International Insurance Limited no Brasil. “Não foi feito um pedido formal pela nomeação de Cicarelli por Buffett, mas o movimento é visto como de aproximação entre as empresas”, diz o texto.

Agora, com essa declaração da Berkshire, a situação deve se agravar para o ressegurador. A CVM, que já tem três procedimentos de análise do IRB, desde que a gestora Squadra questionou em carta a sustentabilidade dos resultados da empresa, deve abrir um novo agora que o grupo presidido por Warren Buffett publicou release negando seu envolvimento.

Vamos acompanhar o próximo capítulo.

Até que o Coronavírus seja declarado uma epidemia, clientes estarão protegidos

Esse é o posicionamento da Assist Card, empresa do grupo Starr Companies, que deve ser adotado por outras empresas de assistência e de saúde

A Assist Card, empresa do grupo Starr Companies, que tem como CEO mundial o lendário Maurice R. Greenberg, sai na frente no Brasil e traz uma boa notícia. Em nota, informa que até que o Coronavírus (Covid-19) seja declarado uma epidemia seus clientes estarão protegidos, com acesso a toda a assistência necessária, exceto em viagens realizadas a países restritos pela OMS (Organização Mundial da Saúde), como é o caso da China, por exemplo. Caso o passageiro queira reprogramar sua viagem por motivos relacionados ao Coronavírus, o produto está válido para ser ativado com a confirmação da nova data. 

A OMS informou hoje que não existe motivo para que o coronavirus seja declarado uma pandemia, principalmente na América Latina onde os casos são limitados. Mas a entidade alerta que todos precisam preparar planos em caso de uma transmissão maior entre a população. A entidade insiste que a proliferação em grande escala estava sendo registrada apenas em cidades chinesas, com casos fora do país asiático ainda podendo ser contidos. Isso, em termos técnicos, não representaria uma pandemia.

Segundo a OMS, já foram registrados 90.893 casos de coronavírus no mundo, com 3.110 mortes. A entidade afirmou que 12 novos países reportaram os primeiros casos e 21 têm apenas um caso confirmado. “As ações que esses países recém-afetados adotam hoje serão a diferença entre um punhado de casos e um cluster maior”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

O número de casos suspeitos de coronavírus no Brasil praticamente dobrou entre sábado e segunda. Já são 433 pacientes monitorados, segundo o Ministério da Saúde. Houve mudança de método na contagem. Até agora, dois casos foram confirmados, ambos de pessoas de São Paulo que tinham viajado para a Itália.

Um deles é funcionário da XP Investimentos, cliente da SulAmérica Saúde. Segundo comunicado interno da gestora, todos os funcionários que tiveram contato com o paciente estão sendo acompanhados e orientados por médicos especialistas e por enquanto nenhum apresenta sintomas da doença.  A companhia orientou ainda que todos os funcionários que estiveram em países da chamada “zona de risco” trabalhem de casa por pelo menos 14 dias. “Essa é uma medida de cautela e preventiva, com o objetivo de evitar uma eventual transmissão do vírus no ambiente de trabalho”.

O Coronavirus beneficia algumas ações da bolsa e prejudica outras. Segundo levantamento do Valor Economico, os papéis do Fleury, que lançou há duas semanas o teste para detecção da doença, subiram ontem 3,83%, para R$ 30,90. Na sexta-feira, o papel encerrou o dia com a maior alta do Ibovespa, de 2,7%. As ações da Alliar avançaram ontem 6,53%, negociadas a R$ 20,03, após a empresa informar que os laboratórios da marca CDB iniciaram a coleta domiciliar para o mesmo teste. Outros destaques do segmento, a Hermes Pardini fechou em alta de 3,79%, a R$ 29,84.

Nos cálculos de analistas do banco UBS, empresas como Notredame Intermédica, SulAmérica e Bradesco detém 50% de seus planos de saúde ativos nos Estados mais afetados. Assim, o banco prevê que o MRL (Medical Loss Ratio, em inglês) destas empresas deve ser alto, devido a procura dos pacientes por seus seguros de saúde. O MRL calcula a proporção do total de perdas incorridas em sinistros, somadas as despesas de ajuste e divididas pelo total de prêmios ganhos.

A Assist Card montou central para atender e orientar seus clientes por meio de sua central telefônica, aplicativo e/ou diretamente nos centros de atendimento, 24h por dia, durante 7 dias na semana, nos casos de dúvidas sobre o processo de remarcação de voos ou em relação a exames quando exista a suspeita de contágio. Toda a rede de prestadores de serviços e parceiros Assist Card seguem protocolos padronizados e estão preparados para ajudar os viajantes que eventualmente apresentem sintomas. 

“A Bradesco Saúde informa que, em caráter preventivo, divulgou aos seus segurados, corretores e estipulantes uma cartilha educativa com orientações sobre a doença, as formas de transmissão, os principais sintomas e como se prevenir. Estamos monitorando a evolução e aguardando eventuais novas orientações do Ministério da Saúde ou da ANS”, informou a assessoria de imprensa.

Depois de um bom tempo fora da mídia, Allianz volta com campanha de seguro auto

Eduardo grillo allianz

Campanha inicia posicionamento da companhia, que comprou a carteira de auto da SulAmérica no ano passado, mas que deve ser concluída ainda neste semestre

Todo mundo já viveu a experiência de sair de casa com algo em mente e ser surpreendido por algum imprevisto com o carro, sendo obrigado a mudar de planos em cima da hora. Em sua nova campanha, a Allianz Seguros mostra que não precisa ser sempre assim. Criada pela Ogilvy Brasil, a comunicação reforça o conceito “Plano A” e ressalta a cobertura completa dos seguros da marca, que podem ser acionados nas mais variadas situações de emergência e garantem a tranquilidade dos consumidores.

A campanha foi desenvolvida para múltiplas plataformas e já está no ar na TV paga, com dois filmes de 30 segundos, além de mídia exterior, rádio e digital. TV aberta completa o plano. Ela faz parte de um planejamento de marketing que colocará a marca em destaque na mídia nacional ao longo do ano, com reforços pontuais em regiões e públicos estratégicos.

Nas peças, a marca apresenta pessoas de diferentes perfis sendo surpreendidas por problemas no carro, enquanto estão a caminho de seus compromissos: um show e um jogo de futebol no Allianz Parque, uma maratona e um dia de surfe na praia. Graças ao seguro Allianz Auto, os personagens conseguem manter seu Plano A, mesmo diante dos imprevistos.

“A Ogilvy e a Allianz mantêm uma parceria de anos, resultando em projetos que ajudaram a posicionar a seguradora no Brasil e que marcaram alguns de seus momentos mais importantes no país. Com a nova campanha integrada de seguros para auto demonstramos mais uma vez a força dessa parceria, além de reafirmar que com a Allianz o consumidor não precisa deixar nenhum plano A de lado”, comenta Denise Caruso, Head of Client da Ogilvy Brasil. 

Para Eduardo Grillo, diretor comercial da Allianz Seguros, a campanha amplia a visibilidade e o conhecimento da marca em locais estratégicos para o negócio no Brasil e faz parte do objetivo de colocar a empresa como a opção certa para o consumidor em todas as ocasiões. “Aqui na Allianz, trabalhamos para que as pessoas sigam seus caminhos do jeito que sonharam e incentivamos o nosso cliente a viver seu plano A, enquanto nós cuidamos para que tudo sempre saia como planejado. Esse é o nosso posicionamento para todos os produtos e serviços oferecidos pela companhia”, explica. 

Susep estimula a concorrência em fundos de previdência ao criar portal

susep previdencia

O sistema permite a comparação de até cinco fundos, com visualização da rentabilidade em gráficos

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) reformulou a consulta ao desempenho dos fundos de investimento previdenciários. A partir de agora, a atualização dos dados passa a ser mensal e os consumidores (participantes) terão uma ferramenta mais prática, intuitiva e com novo layout.

A ferramenta da Susep reúne, no mesmo local, a classificação de cada fundo por seguradora/entidade, considerando a performance ajustada ao risco. Os resultados seguem a classificação da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) e estão segregados por períodos de observação de 12, 18 ou 24 meses.

O investidor pode fazer comparações da rentabilidade entre os fundos, bem como verificar a performance comprando com indicadores referenciais como CDI, Ibovespa e Índice de Mercado Anbima (IMAB).

O sistema permite a comparação de até cinco fundos, com visualização da rentabilidade em gráficos. Segundo a autarquia, ao consultar o site da Susep o consumidor ganha mais transparência na sua avaliação final, considerando não apenas a rentabilidade do fundo, mas também as bases técnicas, como taxa de juros e tábua biométrica, utilizadas na composição do produto.

Em 2019, o ranking dos 11 melhores na classe multimercado livre ficou assim, segundo dados da planilha divulgada pela Susep que permite a comparação dos fundos e gestores. A Icatu e o Itau tem cada um quatro fundos classificados com melhor rentabilidade. SulAmérica, BTG e Bradesco completam o quadro.

EZZE Seguros contrata Simone Libonati como diretora de massificados

ezze massificados

Simone Libonati chega para somar sua experiência ao time de especialistas da seguradora

A EZZE Seguros, seguradora 100% nacional apresenta Simone Libonati como nova Sócia e Diretora Comercial de Massificados da empresa. Com mais de 25 anos de experiência em Seguros, sendo 16 dedicados a Massificados, a executiva que atuou em importantes empresas como Tokio Marine, Alfa Seguros, Chubb, e Zurich, a partir de agora faz parte do time de talentos da EZZE. 

Diego Azevedo, Sócio e Vice-Presidente de Massificados e Digital, comemora a chagada da nova executiva que terá um papel fundamental para estruturar a área de massificados, que busca resultados expressivos para o próximo período. “Temos uma expectativa bastante positiva para nos estruturar, ampliar nosso portfólio de produtos e ganhar mercado. A chegada da Simone certamente contribuirá para alcançarmos esse objetivo”, concluiu. 

“É uma oportunidade desafiadora e por isso extremamente empolgante pra mim, especialmente por poder fazer parte de um grupo de executivos tão experientes como os da EZZE.”, complementa Simone Libonati, que assume a posição de Sócia Diretora Comercial de Massificados da companhia a partir do mês de março. 

A seguradora que iniciou suas atividades no início de outubro na modalidade de linhas financeiras, a partir de dezembro do último ano passou a investir no segmento de massificados. De acordo com dados do FenSeg – Federação Nacional de Seguros, esse mercado teve taxa de crescimento acima da média nos últimos dez anos e a tendência é que esse segmento continue a crescer.