Tokio Marine reúne 2.500 participantes na 4ª edição do Movimento Vida Saudável

A Tokio Marine realiza neste domingo, dia 21, a 4ª edição do Movimento Vida Saudável, iniciativa voltada ao bem-estar, integração e promoção da saúde por meio da prática de atividades físicas. O evento deve reunir cerca de 2.500 participantes, entre Corretores, Assessorias e representantes da Seguradora – sendo 700 no Jardim Botânico, em São Paulo, e os demais em localidades onde a Companhia possui Sucursais pelo país. A programação inclui atividades como massagem, distribuição de lanches e outras ativações para recepcionar os convidados e proporcionar uma experiência completa.

Com o objetivo de incentivar hábitos saudáveis e, ao mesmo tempo, reforçar a importância e os benefícios do Seguro de Vida, os participantes poderão optar entre corrida de 6 km ou caminhada de 3 km. A Companhia também aproveitará a ocasião para apresentar diferenciais do produto, como os serviços de teleorientação com profissionais de saúde, disponíveis aos Segurados.

“Para nós, é um enorme prazer reunir nossos Parceiros de Negócios em um momento de alegria, saúde e conexão. O sucesso da iniciativa, agora em sua 4ª edição, mostra o quanto ela é relevante para reforçar os benefícios do Seguro de Vida da Tokio Marine, como telemedicina ilimitada com o Hospital Albert Einstein e atendimentos com nutricionistas, psicólogos, educador físico, fonoaudiólogo e fisioterapeuta”, afirma a Superintendente Comercial Vida, Rosangela Spak.

Fora de São Paulo, o evento contará com a participação de grupos regionais de Corretores, que realizarão as atividades junto às áreas comerciais da Companhia. 

O Movimento Vida Saudável faz parte de uma série de ações da Tokio Marine voltadas à conscientização e à promoção de uma rotina mais equilibrada e saudável. Este ano, a Seguradora também foi patrocinadora, por exemplo, de cinco edições do Circuito das Estações – em São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Salvador e Curitiba –, além da 6ª edição da “Eu Mulher Corrida e Caminhada”.

Serviço:

  • Evento: 4ª Edição Movimento Vida Saudável
  • Data: 21/09/2025
  • Local: Jardim Botânico – São Paulo – SP

Programação:

  • Abertura oficial da arena: 7h
  • Largada: 9h
  • Premiação: 10h30
  • Encerramento: 11h

Resiliência urbana depende de antecipar riscose acelerar a recuperação com ação integrada

Por Fábio Morita, diretor executivo de Automóvel, Massificados e Vida da Allianz Seguros

Urbanização acelerada, mudanças climáticas, fenômenos extremos… Os desafios são muitos e as cidades estão no epicentro de quase todos eles. Os eventos que acompanhamos em diversas regiões do Brasil e do mundo, como as enchentes devastadoras, os deslizamentos, os incêndios e os apagões, nos dão a dimensão de como os centros urbanos passam por crises sistêmicas e são vulneráveis a ocorrências repentinas. Com isso, construir cidades resilientes passou de conceito técnico para uma urgência humanitária, econômica e social.

Algumas iniciativas mostram que há um caminho sendo pavimentado. Lançado em 2020, o programa Making Cities Resilient 2030, da Organização das Nações Unidas, reúne mais de 1,8 mil cidades, de 95 países, que buscam se tornar mais resilientes a desastres naturais e riscos urbanos pelos próximos cinco anos. Entre eles, há mais de 350 municípios brasileiros, de Norte a Sul do país, que, com o apoio de especialistas, seguem no processo de diagnosticar e compreender os seus riscos, desenvolver estratégias e implementar ações para tornarem-se referência em resiliência urbana.

Ações como essa representam um passo importante, mas a complexidade dos desafios urbanos também exige uma articulação coordenada. Um estudo publicado pela consultoria Deloitte, em 2024, aponta que 81% dos gestores públicos ao redor do mundo estão priorizando parcerias estratégicas com o setor privado – incluindo empresas de tecnologia e instituições financeiras – como um meio para enfrentar as questões das cidades no século XXI. Neste contexto, um fator deve ganhar protagonismo: a capacidade de antecipar riscos, proteger pessoas e se reconstruir com rapidez. E o seguro tem um papel crucial nessa equação.

Sem seguro, não há cidade resiliente. Isso porque o mercado segurador combina proteção financeira com soluções de prevenção que ajudam a evitar perdas e a fortalecer a capacidade de resposta dos municípios. Para isso, o setor tem investido no aprimoramento de modelos preditivos e na incorporação de tecnologias avançadas para enfrentar os riscos crescentes associados às mudanças climáticas. Combinando modelos estatísticos tradicionais e específicos para eventos naturais em larga escala, as seguradoras utilizam variáveis geodemográficas, topográficas e climáticas para estimar perdas causadas por fenômenos como enchentes, vendavais e ciclones.

O uso de ferramentas como geoprocessamento, inteligência artificial, machine learning e big data permite, ainda, mapear com precisão as áreas mais vulneráveis, personalizar a avaliação dos riscos e acelerar a resposta a desastres. Além disso, as políticas de precificação e subscrição estão cada vez mais sofisticadas e consideram fatores que estimulam comportamentos mais resilientes dos próprios segurados, garantindo uma precificação mais justa e alinhada ao risco real.

No Brasil, também contamos com o fato de que as apólices de seguros têm, em sua maioria, vigência anual, o que permite às seguradoras incorporar dados mais recentes em suas avaliações e realizar ajustes necessários tanto na precificação quanto nas coberturas e na aceitação de riscos.

Na construção de cidades verdadeiramente resilientes, o seguro não é acessório. Ele transforma incertezas em previsibilidade, perdas em recuperação e vulnerabilidades em capacidade de resposta. Junto do governo, das empresas e da sociedade, o setor deve ser visto como um agente estratégico da adaptação climática e da sustentabilidade urbana. A COP30, que acontecerá no Brasil em novembro, será uma grande oportunidade de reconhecer esse papel e ampliar essa agenda. Porque onde há resiliência, há seguro. E, onde há seguro, há futuro.

Seguros Unimed amplia portfólio com produto de doenças graves

São Paulo, 19 de setembro de 2024 | Seguros Unimed | Foto: Nilton Fukuda

por Seguros Unimed

A Seguros Unimed, braço segurador e financeiro do Sistema Unimed, anuncia o lançamento do Unimed Doenças Graves Cuidado Exclusivo, novo produto que chega ao mercado com uma proposta mais flexível e alinhada às necessidades atuais dos clientes: a possibilidade de contratar proteção para doenças graves sem a obrigatoriedade de incluir a cobertura por morte.

Com essa novidade, a companhia amplia seu portfólio de soluções em seguros de pessoas, reforça o cuidado com o segurado em vida e oferece mais autonomia para que cada pessoa monte sua proteção conforme suas prioridades. “O mercado tem sinalizado cada vez mais por produtos que ofereçam liberdade de escolha. Nosso objetivo é acompanhar essa movimentação e disponibilizar alternativas que estejam em sintonia com o que as pessoas realmente precisam”, afirma Rodrigo Aguiar, superintendente Comercial e de Produtos da Seguros Unimed.

Voltado exclusivamente para o público pessoa física, o novo produto tem abrangência nacional e cobre 24 patologias, incluindo enfermidades de alta incidência, como câncer e Alzheimer. Traz ainda o benefício da telemedicina, garantindo mais conveniência no acompanhamento da saúde, além da possibilidade de contratar assistências adicionais, como serviços residenciais e assistência automotiva 24h.

A cobertura de Doenças Graves pode ser contratada de forma independente ou combinada com outras proteções, como indenização por morte, invalidez permanente por acidente, diárias por incapacidade temporária ou por internação hospitalar, entre outras. A principal inovação está justamente nessa liberdade de escolha, que torna o produto mais acessível financeiramente e reforça o compromisso da Seguros Unimed com o cuidado preventivo e a proteção à vida.

Grupo Bradesco Seguros fortalece presença regional com agenda em Curitiba

por Bradesco

O presidente do Grupo Bradesco Seguros, Ivan Gontijo, acompanhado por lideranças das empresas que compõem o Grupo, participou de uma agenda estratégica em Curitiba (PR), na última semana. Durante os encontros com as sucursais e corretores, foram destacadas as ações direcionadas ao fortalecimento da atuação regional, com foco no desenvolvimento de produtos e serviços que atendam de forma cada vez mais aderente às necessidades dos corretores e clientes do estado.

“Acreditamos que ouvir, dialogar e estar presente são atitudes estratégicas. Os corretores têm papel central na nossa missão de ampliar o acesso à proteção, e as lideranças regionais nos ajudam a entender com clareza o cenário local. Essa proximidade nos permite avançar com mais precisão, consistência e impacto positivo”, afirma Gontijo.

Participaram da agenda Bernardo Castello e Fábio Tobias, da Bradesco Vida e Previdência, Flávio Bitter, da Bradesco Saúde, Ney Dias e Leonardo Freitas, da Bradesco Auto/RE, Elsen Carvalho, da Odontoprev, e Américo Gomes, da Bradescor.

Os resultados obtidos no Paraná ao longo do primeiro semestre de 2025 reforçam a eficácia da estratégia adotada. Em segmentos estratégicos, o Grupo Bradesco Seguros superou a média de crescimento do mercado. No ramo de Vida e Acidentes Pessoais, o avanço foi de 11,5%, frente a um crescimento de 2,2% do mercado, garantindo a liderança estadual com 16,9% de participação. No segmento de Seguro Residencial, o desempenho também foi expressivo: alta de 14,8% (acima dos 12,5% do mercado), com a terceira colocação no estado, com 14,9% de market share.

Esses indicadores evidenciam o alinhamento da companhia com as demandas regionais e o papel estratégico da proximidade com o corretor para a consolidação da cultura do seguro em todas as regiões do país.

MAG Seguros abre última turma do ano do Programa de Formação de Especialistas em Proteção Financeira

por MAG

No mês de setembro, marcado pela conscientização sobre a importância do seguro, a MAG Seguros — companhia especializada em vida e previdência com 190 anos de atuação ininterrupta no país — abre inscrições para a última turma de 2025 do Programa de Formação de Especialistas em Proteção Financeira. As inscrições vão até o dia 30 de setembro, pela plataforma Gupy. As aulas começam no dia 3 de novembro.

Criado em parceria com a Escola de Negócios e Seguros, o programa tem o objetivo de preparar novos profissionais para atuar no setor, reconhecendo o papel fundamental dos corretores como protagonistas na difusão da cultura de proteção financeira no Brasil.
 

No último ano, a iniciativa formou mais de 400 especialistas em vida e previdência, com índice de aprovação de 91,4% no exame obrigatório da SUSEP apenas no primeiro semestre de 2025. “O programa de formação de corretores é um investimento da MAG para a expansão do setor. É também a oportunidade para profissionais que querem ingressar em um mercado em crescimento.”, afirma Márcio Batistuti, diretor comercial da MAG Seguros.
 

Informações gerais sobre o programa

  • Custo: o treinamento é gratuito
  • Local: exclusivo para atuação presencial em São Paulo (SP);
  • Pré-requisitos: ensino médio completo, aptidão para vendas e bom relacionamento interpessoal;
  • Diferenciais: experiência prévia em atividades autônomas ou vendas consultivas;
  • Perfil: pessoas com rede de relacionamentos ativa e disposição para empreender;
  • Participação: aberto a candidatos de todo o Brasil, desde que tenham disponibilidade para atuar em São Paulo;
  • Número de vagas: limitado.

Vantagens do Programa

Durante a formação, os participantes terão acesso a aulas preparatórias para o exame de Habilitação Técnico Profissional da Susep. Após aprovação, estarão aptos a atuar como corretores de seguros, iniciando seu próprio negócio com suporte e expertise da MAG Seguros.

Entre os diferenciais do programa estão:

  • Treinamento gratuito e acompanhamento próximo, desde as aulas em sala até a prática em campo;
  • Cobertura do valor da prova da SUSEP;
  • Oferta de bolsa de estudos por 2 meses, conforme critérios de elegibilidade;
  • Benefícios exclusivos no primeiro ano de profissão, mediante critérios de produtividade;
  • Subsídios de até 70% para aquisição de produtos como plano de saúde, telefonia, seguros de vida, notebook e smartphone;
  • Comissionamento vitalício sobre grande parte das coberturas comercializadas;
  • Reconhecimento em campanhas de vendas, com prêmios, viagens e distinções.

Investidor brasileiro mira aposentadoria, mostra pesquisa da CVM

Por Reuters

O objetivo em comum dos investidores brasileiros é a formação de reservas para a aposentadoria, de acordo com a pesquisa Perfil e Comportamento dos Investidores 2024, publicada nesta terça-feira (16) pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A pesquisa, que coletou 1.371 respostas válidas, mostrou também predominância masculina (87%), com 75% das pessoas se autodeclarando brancas, 18% pardas e 2,3% pretas. Uma parcela de 2,4% preferiu não responder.

Realizado entre 15 de janeiro e 15 de fevereiro deste ano, o levantamento também revelou que 31% têm de 46 a 59 anos e 49% têm renda familiar entre cinco e 20 salários-mínimos, enquanto 89% têm curso superior ou pós-graduação e 63% estão no Sudeste.

O relatório final do estudo mostrou que a maioria se identifica com o perfil arrojado (52%), ou seja, com mais tendência a correr riscos. Outros 36% se enquadram no perfil moderado, e 9% como conservador.

No caso dos arrojados, 76% citaram que o objetivo principal é criação de renda passiva e 74% apontaram formação de reservas para aposentadoria —esta última foi a resposta de 68% no caso dos moderados e de 63% no caso dos conservadores.

Entre os produtos financeiros, o perfil arrojado apresenta maior exposição ao mercado de renda variável e ativos mais sofisticados, com destaque para ações (85,56%) e fundos imobiliários (58,33%).

No caso dos conservadores, os aportes estão concentrados em aplicações de renda fixa e baixa volatilidade, como CDB/RDB (55,04%), fundos de renda fixa ou multimercado (37,98%), LCI/LCA/LF (34,88%) e Tesouro Direto (31,78%).

Os moderados, por sua vez, diversificam mais seus investimentos, com forte presença em ações (74,29%), mas mantendo também percentuais elevados em CDB/RDB (62,55%) e Tesouro Direto (60,73%).

De acordo com a pesquisa, a maioria (86%) afirmou estar preparada para lidar com imprevistos financeiros, com 45% buscando rentabilidade, 42% procurando diversificação da carteira e 42% com interesse por educação financeira.

“Esses dados são importantes para traçar estratégias mais assertivas e promover campanhas de educação financeira, visando um ambiente mais acessível e inclusivo”, afirmou Paulo Portinho, gerente de educação e inclusão financeira da CVM.

Cresce a busca por seguros de motocicletas no Brasil, aponta novo Mapa de Seguros da Serasa

por Serasa

Os motociclistas brasileiros estão cada vez mais atentos à proteção de seus veículos, como revela novo Mapa de Seguros da Serasa. De acordo com o levantamento exclusivo, em agosto de 2024, 72% das cotações eram para automóvel e apenas 28% para motocicletas. Um ano depois, a diferença diminuiu significativamente: 59% das buscas foram direcionadas para automóvel e 41% para motocicletas.

Dentro das cotações de novos contratos em cada categoria, as cotações de automóveis passaram de 47% para 53%. No caso das motocicletas, o salto foi de 78% para 82%, evidenciando a expansão do mercado e a busca crescente por proteção sobre duas rodas.

“A popularização dos aplicativos de mobilidade ampliou as opções de transporte, levando o consumidor a avaliar o custo-benefício entre carro próprio, moto ou transporte por aplicativo. Nesse cenário, a moto se consolidou como uma alternativa prática e acessível, tanto para deslocamento diário quanto para geração de renda”, analisa Emir Zanatto, head de seguros da Serasa. “Ao mesmo tempo, o carro segue sendo um bem de longo prazo, muitas vezes associado a famílias que priorizam segurança e estabilidade.”

Perfil de quem cota: Automóveis X Motocicleta

O levantamento também mostra diferenças de perfil entre quem busca cada tipo de seguro. Enquanto a cotação de automóveis concentra homens casados, entre 36 e acima de 55 anos, o público das motocicletas é majoritariamente solteiro, com idades entre 26 e 45 anos. Essa variação reflete momentos de vida distintos: consumidores mais velhos e casados tendem a priorizar a proteção da família, enquanto os mais jovens veem a motocicleta como sinônimo de mobilidade, independência e praticidade.

As diferenças aparecem também no perfil financeiro. Quem busca seguros para automóveis tem renda mais concentrada entre R$ 3.037 e R$ 4.554, enquanto entre motociclistas predomina a faixa de R$ 1.519 a R$ 3.036. Apesar dessa diferença, em ambos os públicos, destaca-se a preocupação com a saúde financeira: 74% dos interessados em seguros de automóveis e 80% dos de motocicletas estão adimplentes, ou seja, não possuem dívidas negativadas.

Além disso, mais de 70% dos consumidores têm pontuação de crédito considerada “boa” ou “excelente” – acima de 500 e 700 pontos, respectivamente. “O Serasa Score é o principal termômetro de crédito do país, e essa visão reforça a importância de manter bons hábitos financeiros para garantir ainda mais autonomia e acesso a melhores condições crédito e seguros”, destaca Emir.

Análises Regionais

Analisando os dados por região, as cotações para automóveis são realizadas principalmente no Sudeste, representando 67,4% do todo. Esse dado reflete tanto a densidade populacional da região, quanto a concentração das principais montadoras de automóveis nesses estados. No entanto, os números de cotações de seguros para motocicletas são mais distribuídos: a região Nordeste representa 40,2%, seguido pelo Sudeste (32%,) Norte (10,5%), Centro-oeste (9,3%) e Sul (8%).

“Essas diferenças evidenciam o potencial de ampliar o acesso a seguros em todo o país. Com mais de 100 milhões de usuários em nossa plataforma, temos condições de democratizar a proteção financeira e ajudar mais brasileiros a manterem sua estabilidade diante de imprevistos”, completa Emir.

Seguros Unimed amplia coberturas de seguro de responsabilidade civil para administradores e diretores

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A Seguros Unimed, braço segurador e financeiro do Sistema Unimed, anuncia uma atualização estratégica em seu Seguro de Responsabilidade Civil para Administradores e Diretores (D&O). O produto, que já tinha como premissa proteger o patrimônio pessoal de executivos, conselheiros e administradores diante de responsabilizações em atos de gestão, chega ao mercado mais moderno, acessível e com diferenciais relevantes para empresas de diversos setores.

Entre as principais inovações estão as coberturas de Custos com Investigações, Fiança e Caução Judicial, além da ampliação para casos de Demissões Voluntárias e proteção estendida a executivos aposentados. A nova versão do D&O também traz mais clareza ao apresentar garantias que antes ficavam em cláusulas pouco visíveis, agora destacadas de forma simples e transparente.
 

Outra evolução importante está nas novas coberturas de Termos de Compromisso (TC) ou Conduta (TAC), Responsabilidades Tributárias e bem como na ampliação de escopo para Custos com extradição, agora com deportação.O prazo para pagamento em casos de bloqueio de bens ou penhora online também foi reduzido de 20 para 15 dias, garantindo mais agilidade e eficiência no atendimento ao segurado.
 

Com essas melhorias, o seguro D&O da Seguros Unimed se consolida como uma solução robusta e competitiva, oferecendo mais segurança para as empresas e tranquilidade para seus executivos, além de representar uma oportunidade de expansão de negócios para os corretores parceiros.
 

“Essa atualização fortalece nossa presença em um mercado estratégico e amplia o leque de oportunidades para corretores. O produto está mais completo e atrativo, gerando valor tanto para os segurados quanto para os parceiros de distribuição”, afirma Tatiane Cruz, gerente de Produtos e Soluções Vida, Previdência e Ramos Elementares da Seguros Unimed.

Empresários projetam 2026 com cautela em meio a instabilidade global

As 28 companhias brasileiras que lideram seus setores no país, segundo o prêmio Valor 1000, mantêm planos de crescimento, apesar do cenário internacional instável e das guerras — comerciais, como a tarifária promovida pelos Estados Unidos, e armadas, como na Ucrânia e na Faixa de Gaza. Executivos presentes à 25ª edição da premiação, realizada ontem em São Paulo, destacaram que os desafios devem afetar direta ou indiretamente os negócios, mas que as empresas já se adaptam com estratégias voltadas à eficiência e à gestão flexível, capazes de responder rapidamente a diferentes conjunturas.

O tema fiscal e seu impacto na taxa de juros aparece no topo das preocupações para 2026. Em enquetes feitas durante o evento, representantes das companhias premiadas também apontaram efeitos das questões de segurança nas operações, investimentos em ESG e o uso da inteligência artificial como fatores que vão moldar o ambiente de negócios no próximo ano.

SEGUROS

O setor de seguros brasileiro enfrenta uma pressão sem precedentes, com potencial para afetar principalmente aqueles que não estiverem na vanguarda tecnológica. O grupo Bradesco Seguros, a SulAmérica e o grupo Porto foram os grandes destaques nesta edição do Valor 1000 no segmento de seguros, resseguros e capitalização. Com a entrada em vigor do novo Marco Legal dos Seguros, em dezembro de 2025, e um ambiente econômico mais desafiador, a indústria se prepara para 2026 com estratégias centradas na disciplina técnica, digitalização e, sobretudo, no aprimoramento da jornada do cliente. A meta é ampliar a base segurada e reduzir a enorme lacuna de proteção que ainda caracteriza o Brasil: apenas 3% do Produto Interno Bruto (PIB) é coberto por seguros (excluindo saúde), ante média de 8% em países europeus.

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Segundo Dyogo Oliveira, presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), as mudanças climáticas e a necessidade de maior resiliência social expõem o setor a um desafio histórico: “As mudanças climáticas deixaram de ser um alerta distante para se tornarem um desafio concreto, diário e crescente. O setor de seguros está na linha de frente desse impacto e, por isso, a CNseg atua para ampliar a cobertura, fomentar a criação de soluções inovadoras e fortalecer a resiliência econômica, climática e social do país”, afirma. Entre as iniciativas destacadas pela entidade estão a proposta de criação do Seguro Social contra Catástrofes – que prevê indenizações rápidas para famílias vulneráveis afetadas por desastres climáticos; o incentivo a green bonds para infraestrutura resiliente e a formação de um Hub de Inteligência Climática para apoiar seguradoras no desenvolvimento de novos produtos.

Na liderança isolada do mercado no Valor 1000, o grupo Bradesco Seguros segue mostrando consistência. “Tivemos avanços importantes em várias frentes no primeiro semestre de 2025, como planos de saúde regionais, crescimento em seguros de vida e prestamista, além de expansão em ramos elementares como condominial, empresarial e habitacional”, afirma Ivan Gontijo, presidente do grupo. O executivo destaca o retorno médio sobre o patrimônio líquido acima de 20% e a melhora significativa do índice combinado, reforçando eficiência e disciplina técnica. A estratégia para 2026 seguirá ancorada em diversificação e inovação, com foco em previdência, vida individual e produtos para pequenas e médias empresas (PMEs), além de soluções para riscos climáticos e digitais. “Temos buscado crescer de forma estratégica, priorizando parcerias que fortaleçam nosso ecossistema de proteção, sempre com sustentabilidade e inovação”, completa.

PREVIDÊNCIA

Conforme costuma acontecer no mercado de previdência privada, as seguradoras ligadas aos tradicionais bancos de varejo mantiveram inalteradas as cinco primeiras posições do ranking Valor 1000 em relação ao ano passado, o que se deve principalmente aos seus amplos canais de distribuição. Também não foi surpresa o recorde histórico nas captações brutas, que atingiram R$ 196,1 bilhões em 2024, com alta de 15%, em comparação aos números de 2023. Isso reflete uma gradual mudança de comportamento do brasileiro quanto à necessidade de poupar a longo prazo pensando na aposentadoria — no ano não tão distante de 2020, as captações brutas haviam fechado em R$ 126,6 bilhões, segundo aponta a série histórica da Fenaprevi.

“Fomos surpreendidos pela cobrança de IOF nos planos VGBL. É uma medida que atinge mais a classe média do que a elite. É o caso da pessoa que não iniciou sua acumulação aos 25 anos, mas que tem a oportunidade de investir o valor de uma herança ou da venda de um imóvel por volta de 40 anos. Segundo levantamento interno, nos últimos dez anos, aportes únicos entre R$ 600 mil e R$ 1 milhão no mesmo ano foram realizados em uma única vez em 82% dos casos. Aportes regulares neste montante são pontuais. Com esta medida, é compreensível que haja produtos mais atraentes no mercado para esses valores”, afirma Edson Franco, presidente da FenaPrevi. A partir de 2026, a incidência passa a valer para aportes anuais acima de R$ 600 mil.

PLANOS DE SAÚDE

O setor de planos de saúde está em expansão, graças ao bom momento do nível de emprego, animando operadoras a investir em tecnologia, novas unidades, produtos e parcerias. Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) mostram que em junho de 2025 havia 52,88 milhões de beneficiários de planos de assistência médica — 815, 4 mil a mais do que em dezembro de 2024 —, cerca de 83% em planos coletivos, especialmente os empresariais.

REDE D’OR

Ano em que foram inaugurados cinco novos hospitais, totalizando 70, e com um resultado final de R$ 50,5 bilhões de receita, 2024 foi marcante para a Rede D’Or, vencedora do segmento de serviços médicos no Valor 1000. Entre os hospitais inaugurados estão as primeiras unidades da Atlântica D’Or, uma nova rede hospitalar em parceria com a Bradesco Seguros. “Essa parceria pavimentou um caminho de crescimento importante”, avalia Paulo Moll, presidente da Rede D’Or.

BANCOS

Mesmo diante de um 2024 que começou com projeções macroeconômicas mais positivas do que encerrou, a atividade de concessão de crédito não teve do que reclamar. E os grandes bancos também não. Os empréstimos aceleraram 12,4% e superaram R$ 6 trilhões, o que resultou em ganho líquido conjunto dos bancos que chegou a R$ 191 bilhões, sendo que, deste total, R$ 161,54 bilhões — quase 85% — ficaram na conta das dez maiores instituições financeiras do país. Com a atividade econômica aquecida e a taxa de desemprego na mínima de 6,2%, o desafio foi entrar em 2025 com a inflação pressionada, em 4,83%, e a Selic alta, de 12,25% ao ano. Seguros é um foco dos bancos para elevar a rentabilidade e criar uma vínculo duradouro com o cliente.

Zurich lança programa +Resiliência e oferece créditos para contratação de serviços no seguro cibernético

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A Zurich Seguros anuncia o lançamento do programa +Resiliência, uma iniciativa que visa ampliar ainda mais o leque de soluções ofertadas no Zurich Cyber Solutions, consolidando o apoio da companhia à gestão de riscos cibernéticos das empresas. A novidade é que, ao contratar o seguro, os clientes passam a contar com créditos que podem ser usados para adquirir serviços especializados em segurança cibernética. 

Os serviços incluem diagnósticos técnicos para identificar pontos frágeis na proteção de dados, avaliações estruturadas sobre o nível de preparo da empresa para lidar com ameaças cibernéticas, simulações de phishing (um dos golpes mais comuns de crimes cibernéticos) e treinamentos de conscientização. Todos os serviços são oferecidos pela equipe da Zurich Resilience Solutions (ZRS), braço de engenharia de riscos da companhia. Vale mencionar que a cartela de serviços disponíveis está customizada tanto para grandes empresas quanto para pequenas e médias. 

O cardápio de serviços que integra o programa foi construído com base nas principais lacunas identificadas em um estudo inédito da própria Zurich, que analisou mais de 500 empresas de grande porte no Brasil (seguradas e não seguradas), ao longo de cinco anos (2020 a 2024).  

Apesar de revelar avanços na maturidade da segurança cibernética das organizações brasileiras, o estudo apontou fragilidades recorrentes na gestão de riscos, como ausência ou deficiências nos planos de resposta a incidentes, falta de governança e frágil capacitação de equipes, o que levou a Zurich a desenvolver o programa +Resiliência

“Transformamos os aprendizados do estudo em uma ferramenta prática de apoio aos nossos clientes. O fato de as empresas receberem os créditos e terem a possibilidade de escolher os serviços de que querem dispor transforma o seguro uma solução cada vez mais personalizada e sob medida, de acordo com os desafios atuais do seu negócio e do mercado”, afirma Hellen Fernandes, gerente de Linhas Financeiras e Cyber da Zurich Seguros. 

Ela continua: “Nosso objetivo é ajudar na redução de riscos e, ao mesmo tempo, fortalecer o papel do corretor como consultor de confiança em temas cada vez mais estratégicos, como a segurança da informação”, complementa a executiva. 

Voltado para empresas de todos os portes, o Zurich Cyber Solutions oferece coberturas amplas para resposta a incidentes, perdas financeiras, responsabilidade civil e procedimentos regulatórios, incluindo casos envolvendo a LGPD. Agora, com a integração do programa +Resiliência ao produto, a companhia amplia ainda mais a sua atuação na prevenção, uma abordagem diferenciada adotada pela companhia há anos na gestão de riscos. 

Confira os serviços na íntegra

Os serviços podem ser contratados diretamente com a Zurich por meio dos créditos recebidos com a apólice.  

Segundo Hellen Fernandes, entre os benefícios destacados do programa estão a flexibilidade (com soluções adaptáveis a cada perfil de cliente), o aumento da proteção cibernética e a otimização dos recursos financeiros. Além disso, os segurados ainda contam com um voucher de desconto de 10% para contratação de outros serviços da ZRS.  

O programa já está disponível e inclui os seguintes serviços para grandes empresas: 

  • Treinamentos: acesso à plataforma online de treinamento e conscientização em cibersegurança; treinamentos personalizados de conscientização em cibersegurança; simulações de ataque e aviso de phishing. 
  • Avaliações: diagnóstico de riscos cibernéticos; diferentes tipos de avaliação de maturidade cibernética; desenvolvimento de plano de respostas a incidentes. 
  • Serviços técnicos: processo automatizado de detecção de vulnerabilidades internas e externas; simulação de ataques do mundo real (hacking) para identificar riscos potenciais. 

Para pequenas e médias empresas, a companhia está disponibilizando pacotes de serviços que incluem campanhas de phishing e acesso ao portal de treinamento em cibersegurança.