Webinar CNseg: Em tempos de depressão não se eleva impostos

“Pelo contrário. Vimos a redução dos tributos, especialmente para pequenas e médias empresas”, disse o economista José Roberto Afonso

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), promoveu na quarta feira (22) o webinar (debate por videoconferência) “O mercado segurador – questões tributárias em tempos de pandemia”,  que contou com mais de 450 participantes. Foram painelistas o economista José Roberto Afonso e os advogados Luís Gustavo Bichara, Francisco Giardina e Sandro Machado. O evento foi mediado por Patrícia Rocha, presidente da Comissão de Assuntos Fiscais (Cafis) da CNseg.

O surto do coronavírus tem causado um grande impacto em diversos setores econômicos do mundo e, com isso, um novo ambiente foi criado, inclusive no aspecto tributário. Desde o início da crise, até o dia 15 de abril, o governo federal editou 28 Medidas Provisórias e o Senado conta com 72 projetos em votação prioritária para o enfrentamento da pandemia. Há ainda várias medidas que mudam as regras de pagamento dos impostos adotadas pela Receita Federal. Diante deste cenário, três tópicos nortearam o debate: os principais projetos de lei relacionados a temas tributários de interesse do setor, as diferenciações para fins tributários entre instituições financeiras, seguradoras e entidades abertas de previdência e a substituição dos depósitos judiciais (em dinheiro) por seguro garantia em ações sobre tributos.

Empresas de diversos setores têm recorrido à Justiça para substituir o valor depositado em juízo por seguro garantia em processos em andamento para dar liquidez nos negócios. Com isso, as companhias pretendem garantir dinheiro em caixa para passar pelo período de crise gerado pela pandemia do Covid-19.

Os debatedores do webinar foram unânimes em avaliar que a arrecadação do governo já foi impactada negativamente pela queda do faturamento das empresas. Os Estados projetam queda entre 20% e 30% para a arrecadação de abril, referente às operações de março. Por outro lado, avaliaram também que não há como compensar essa queda com mais impostos, já que as empresas estão precisando de liquidez máxima. Segundo José Roberto Afonso, o aumento da carga tributária é um debate que não tem sido visto nos países da Europa e Estados Unidos, os mais afetados pelo Covid-19. “Pelo contrário. Vimos a redução dos tributos, especialmente para pequenas e médias empresas”, explicou o economista. 

Afonso também informou que muitos colegas seus avaliam que o Brasil pode caminhar para uma depressão (quando o mercado não tem mais segurança nem referências para funcionamento), a maior na história moderna. “Há uma grande incerteza com o cenário de paralisação de vendas e investimentos. Mas, há certezas: não voltaremos a ter um padrão social e econômico igual ao que tínhamos antes”, acrescentou. 

Em sua síntese, Afonso ressaltou dois grandes desafios: a digitalização da economia, que vai ser acelerada, com reflexos no setor de seguros. “Não só em como se vende o produto, mas também na aplicação dos recursos, uma vez que passaremos muito tempo com juros baixos. Isso deixa claro que as companhias levarão tempo para recompor as perdas financeiras e patrimoniais trazidas pela pandemia”, explica. O outro ponto é que os planos e seguros de saúde deverão ser a área mais impactada devido ao aumento da demanda e dos custos, seguida dos seguros de vida.

O economista ainda citou que quando se olha a literatura internacional, o setor de seguros tem mais riscos sistêmicos diante da pandemia do que os bancos. “É certo que há menos assaltos, menos carros na rua, portanto menos acidentes, o que traz ganhos ao setor, uma vez que cai a taxa de sinistros. Contudo, as seguradoras têm custos fixos e, certamente, não registrarão a expansão estimada um mês atrás, mesmo se considerar o aumento da demanda por planos de saúde e seguro de vida diante da maior consciência do risco que a pandemia vem explicitando ao consumidor”. 

É preciso, portanto, ter cuidado ao fazer cálculos. Para Afonso, “é preciso estimular o investimento privado e não tributá-los. O governo tem de pensar na tributação geral da economia dentro deste contexto, uma vez que o Brasil precisará do investimento privado e menos da dependência pública para a retomada econômica após a pandemia”.

Contribuição Social sobre Lucro Liquido (CSLL) 

Além das justificativas para evitar o aumento da carga tributária, os participantes do webinar da CNseg não concordam com a elevação da alíquota da Contribuição Social sobre Lucro Liquido (CSLL) de 15% para 50% nem com a inclusão das seguradoras no âmbito de instituições financeiras, como apresentado no projeto de lei 1.276 do senador Ciro Nogueira (Progressistas/PI). O advogado Luís Gustavo Bichara comentou que o atual ambiente legislativo pode estar está propenso à aprovação de um projeto nesses moldes. 

– Há no Congresso um clima de que tudo pode acontecer. Tudo vai depender da matriz ideológica de cada um. Uns entendem que a tributação deve ser aumentada, outros que será necessário diminuir. A alíquota escandaliza. Seria praticamente um confisco de 50%. Trata-se de uma inconstitucionalidade. Além de ser incorreta a premissa de que bancos e seguradoras lucram muito mais do que outros segmentos – avalia Bichara.

O advogado traz uma dúvida: “Por meio do ministro da economia, Paulo Guedes, o governo federal já anunciou que não quer o aumento de impostos, mas o que acontecerá se o Congresso criar um pacote de aumento e votar? Temos de conferir”, pondera. Em sua participação no webinar, o advogado Francisco Giardina ressaltou que o judiciário vinha se posicionando de forma menos protecionista. Tanto seguro quanto plano de saúde representam um sonho do brasileiro e isso ajudou a sensibilizar o poder judiciário sobre a relevância do seguro e dos planos de saúde na sociedade. “Tanto que vínhamos observando um decréscimo na curva contra as empresas, sob pena de quebra do sistema.” 

Seguro judicial  

O último assunto debatido foi a substituição de depósitos judiciais por seguro garantia. O advogado Sandro Machado lembrou que, em 2010, o STF julgou que o seguro e a fiança não se equiparavam aos depósitos em dinheiro. “Só que agora temos um fato novo, complexo e que requer soluções extraordinárias, como a necessidade das empresas de ter fluxo de caixa. Isso faz o judiciário ter um olhar diferente sobre a substituição de dinheiro por seguro garantia. É um assunto de extrema relevância diante de uma crise como esta”, afirmou.

Por meio do seguro, as empresas poderão liberar parte dos recursos retidos, a título de provisões, de depósitos judiciais constituídos em virtude de ações de natureza tributária, utilizando-os como capital de giro ou em outras obrigações. O seguro poderá facilitar a liberação de algo entre R$ 20 bilhões e R$ 40 bilhões – ao todo são R$ 250 bilhões em depósitos judiciais dependendo das tratativas com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). 

Patrícia Rocha, mediadora do debate virtual, finalizou lembrando que, apesar do exemplo de outros países, e também da carga tributária, no Brasil, já ser acima da média, há diversos projetos sobre o tema no Congresso Nacional. Não há justificativas econômicas e jurídicas que sustentem aumentar a tributação em um setor já muito tributado. Além de seguradoras e dos bancos terem atividades distintas. Será preciso fazer essa distinção”.

Luto: Dedicação ao ramo de seguros

A cerimônia de sepultamento será realizada nesta quinta-feira, 23 de abril, das 8 às 11 horas, na Igreja do Divino Espirito Santo, no Cemitério Itacorubi São Francisco de Assis, localizado na Praça Getúlio Vargas, 212, 
no Centro de Florianópolis

“O mercado segurador brasileiro perdeu ontem um dos seus maiores expoentes, Mario José Gonzaga Petrelli. É impossível tentar sumarizar a sua imensa contribuição para os seguros, tamanho o trabalho que desenvolveu em todas as dimensões de nossa atividade ao longo de sua carreira. Mario Petrelli foi um gênio político, comercial e dos negócios do nosso setor. Doravante, devemos cultuar a sua memória e guardar a sua sabedoria. Ao nosso Mestre, os desejos que Deus lhe acolha em toda a Sua misericórdia. Aos familiares e amigos, respeitosas condolências”. Marcio Coriolano, presidente da CNseg.

Abaixo, uma matéria tocante sobre o grande profissional Petrelli.

Fonte: Jornal Notícias do Dia, Santa Catarina

Uma das maiores paixões e especialidades profissionais da vida do Dr. Mário Petrelli era o ramo de seguros, no qual atuou 55 anos com grande dedicação e pioneirismo, de 1965 até os seus últimos dias, quando ainda desempenhava as funções de diretor do Grupo Icatu, membro do conselho fiscal da Caixa Capitalização e vice-presidente da ex-Fenaseg, atual CNsegConfederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização.

Foi também, nesse ramo, vice-presidente executivo do Grupo Atlântica-Boavista até 1982, quando o Grupo Bradesco adquiriu o controle e o Dr. Mário passou a vice -presidente do Bradesco Seguro, o maior grupo segurador da América Latina. Foi ainda fundador, acionista e presidente do Grupo Roma Seguradora, junto com Roberto Marinho, a Golden Cross e a Burg Born.

Foi fundador do Top Club Turismo Organização e Previdência, em 1966, e que em 1970 foi transformado em Top Clube Bradesco, quando destacou-se, na década de 1980, como a maior apólice aberta de Seguro de Vida do mundo, com 1,6 milhão de segurados. O empresário também foi o idealizador e responsável pelo projeto de implantação, em 1982, do Seguro Saúde Bradesco; o fundador da Seguradora Golden Cross S/A; e o fundador e membro do Conselho Administrativo da Santa Catarina Seguros e Previdência, em 1996, com sede em Florianópolis, numa associação do Besc com a SeguradoraIcatu e a Paulista de Seguros, hoje incorporadas ao Banco do Brasil.

Foi Sempre inovando, destaca-se ainda em seu currículo o fato de ter sido um dos fundadores da Brasilcap (do Banco do Brasil), em 1996/97, e membro de seu Conselho Fiscal por sete anos; e um dos fundadores da Federalcap (da Caixa Econômica Federal), em 1998, uma associação da CEF, Icatu e Grupo Sul América. Atuou como diretor e membro do Conselho de Consultivo da Icatu Hartford Seguros Previdência e da Icatu Hartford Capitalização e membro do Conselho Consultivo do Grupo Icatu-Itaboraí Participações S/A, ambos com sede no Rio de Janeiro, além de outras empresas de seguros em que teve ativa participação por décadas.

Cargos em entidades

Tais expertises e competências o levaram a cargos em entidades de representação de classe, como a CNseg(Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), com sede no Rio de Janeiro, além de ter sido o primeiro presidente da Comissão Permanente de Propaganda e Publicidade (CPPRP) da Fenaseg e do IRB – Instituto de Resseguros do Brasil, de 1971 a 1973.

Foi fundador e membro do Conselho Superior da Academia Nacional de Seguros, Previdência e Capitalização, com sede em São Paulo.Participou de inúmeros seminários, conferências e eventos especializados da área de seguros no Brasil e no exterior, ganhando notoriedade e reconhecimento nacional no ramo.

IRB Brasil RE retira guidance para este ano

Tão logo a diretoria tenha conforto sobre as premissas que norteiam a definição das projeções, irá avaliar a conveniência e a oportunidade de voltar a divulgar os guidances revisados

Fonte: IRB

O IRB Brasil RE anunciou hoje, por meio de fato relevante divulgado aos acionistas e ao mercado após o fechamento do pregão, que retirou seus guidances para este ano. As projeções para 2020 haviam sido publicadas em 18 de fevereiro.

A decisão da nova diretoria executiva da companhia foi tomada com base nas condições atuais de mercado, diante das incertezas sobre o real impacto decorrente dos efeitos da pandemia de Covid-19 no Brasil e no mundo. 

“As últimas semanas trouxeram uma grande incerteza para o cenário macroeconômico, com a Covid-19, o que certamente altera os parâmetros com os quais estávamos trabalhando antes”, diz Werner Suffert, CFO do IRB Brasil RE. 

O ressegurador destaca que os guidances dependem, substancialmente, das condições gerais da economia, das condições do mercado de seguros e resseguros, bem como das condições regulatórias, que ficarão sujeitas às mudanças em função do novo cenário.

“Com as mudanças nas premissas e a incerteza em relação à conjuntura, vemos a retirada do guidance como algo natural e em linha com uma postura mais conservadora e prudente”, completa Werner.

O IRB informa que tão logo a diretoria tenha conforto sobre as premissas que norteiam a definição das projeções, irá avaliar a conveniência e a oportunidade de voltar a divulgar os guidances revisados. A companhia reiterou ainda o compromisso com a transparência e informou que manterá seus acionistas e o mercado informados sobre quaisquer desdobramentos relevantes a respeito dos guidances.

Brokerslink expande parceria na América Latina

A Brokerslink, empresa global de corretagem, tem dois novos afiliados na América Latina: a Asescor S.R.L. Corredor de Seguros (Asescor), com sede na Bolívia, e CyR Consultores em El Salvador.

A Asescor, com sede em Santa Cruz de la Sierra, é especialista em energia, bancos e comércio e atua na Bolívia desde 2000. Com mais de trinta anos de experiência no mercado latino-americano, a CyR Consultores é especializada em seguros patrimoniais, transporte, vida e saúde, automóveis e responsabilidade civil.
 
“A América Latina é uma região importante para a Brokerslink e estamos comprometidos em buscar oportunidades para ajudar nossos corretores nesta região a identificar e criar oportunidades de crescimento internacional. Temos o prazer de dar as boas-vindas à Asescor e à CyR Consultores como nossas afiliadas mais recentes”, comentou Ariel Couto, gerente regional das Américas da Brokerslink, em nota.

Segundo Couto, ambas equipes têm experiência no mercado local, que parceiros e afiliados em toda a rede podem solicitar para desenvolver seus próprios portfólios. Em troca, eles se beneficiarão dos produtos exclusivos, oportunidades de negócios internacionais e treinamento oferecido como parte de nossa comunidade global.

A Brokerslink combina uma empresa global de corretagem com uma rede mundial de corretagem. Ela fornece a seus parceiros independentes (acionistas da empresa) e afiliadas (empresas que têm a opção de se tornarem acionistas) em mais de 113 países conexões internacionais de mercado e serviços de consultoria de classe mundial. A Brokerslink e seus acionistas são proprietários e gerenciam uma rede de corretores independentes e consultorias de risco, com cerca de 18 mil profissionais.

Atualmente, a Brokerslink possui 55 acionistas independentes de 40 países nos cinco continentes. Uma parcela significativa dos clientes da Brokerslink são organizações multinacionais ou complexas que buscam suporte na avaliação de riscos, gerenciamento de riscos e no design e colocação de soluções de seguros econômicas. Segundo o grupo, o diferencial da oferta tem como base a experiência de múltiplos corretores da Brokerslink e nos serviços de risco de ponta, além de capacidade de fornecê-los em qualquer lugar do mundo.

AXA XL anuncia nova equipe de liderança

Fonte: AXA XL

A AXA XL anunciou uma nova equipe de liderança e propôs mudanças no modelo operacional de seus negócios de seguros após uma revisão estratégica. 

As principais alterações propostas ao modelo operacional incluem a criação de uma única função global de subscrição de seguros e o estabelecimento de três Unidades de Negócios geográficas nas Américas, Eurásia e no mercado do Reino Unido e Lloyd’s. 

A Função de Subscrição será liderada por um diretor global de subscrição (Chief Underwriting Officer – CUO), que trabalhará para projetar a estrutura do novo modelo proposto. O CUO seria responsável pela governança, precificação e P&L da subscrição, e pelo gerenciamento dos chefes globais de linhas de negócios, a fim de definir e impulsionar a estratégia de produto. 

As três Unidades de Negócios geográficas serão lideradas por CEOs, que seriam responsáveis ​​pelos balanços de suas geografias e pela gestão de talentos.  Scott Gunter, CEO da AXA XL, confirmou a seguinte equipe de liderança para desenvolver o modelo operacional *: 

· Nancy Bewlay, Diretora de Subscrição 
· Joseph Tocco, Diretor Executivo, Américas 
· Scott Gunter, Diretor Executivo interino da Eurásia 
· Sean McGovern, Diretor Executivo interino do mercado do Reino Unido e Lloyd’s 
· Charles Cooper, Diretor Executivo, Resseguro 
· Brent Hoffman, Diretor de Sinistros 
· Karen le Duc, Diretora de Recursos Humanos 
· Matthieu Caillat, Diretor de Operações 
· Noel Richardson, Diretor de Riscos 
· Rainer Schoellhammer, Diretor Financeiro 
· Sean McGovern, Diretor Jurídico 

Scott Gunter disse: “a AXA XL é o resultado de aquisições e fusões e, com o aumento da nossa escala, agora é a hora de otimizar nossa estrutura, alcançando o equilíbrio certo entre a tomada de decisões em nível local e global, para permanecermos ágeis e flexíveis”. 

E acrescentou: “Passei meus primeiros 60 dias como CEO, avaliando nossas prioridades e nossa estrutura e montando a equipe certa para impulsionar a AXA XL. Queremos continuar a servir nossos clientes e corretores da melhor maneira possível e, ao mesmo tempo, ser uma organização mais simples de navegar. A estrutura regional significa que as decisões podem ser tomadas mais rapidamente no país, enquanto as funções globais significam que nossos clientes e corretores continuam a se beneficiar de nossa experiência e conhecimento globais.”

O executivo acrescentou que a equipe de liderança é uma internacional: cerca de metade da equipe tem experiência no legado da XL Catlin, enquanto a outra metade traz uma experiência diversificada e valiosa de todo o Grupo AXA. “Este é um passo positivo para a AXA XL e acredito firmemente que esta nova equipe de liderança garantirá que somos o parceiro de seguro preferido nas linhas de negócios e em todo o mundo”. 

Covid- 19: Kakau implementa campanha para o seguro residencial em tempos de crise

Henrique Volpi Kakau e associação das insurtechs

Durante a quarentena, ação da seguradora facilita e amplia as opções para quem possui planos de seguro residencial, além de oferecer mensalidade grátis para novos clientes

Fonte: Kakau

Se sentir em casa é saber que ali, no seu lar, você está seguro e com tranquilidade para vivenciar tudo o que deseja e te faz bem. Muitas pessoas não sabem, mas um seguro residencial não se resume em deixar a casa mais protegida contra roubos e furtos. Principalmente em tempos de quarentena, segurança envolve, também, cuidados para evitar pequenos acidentes domésticos – que podem ser mais frequentes em tempo de isolamento social.

Sabendo disso, a Kakau Seguros, em parceria com a Essor, criou uma solução inovadora para os planos da Kakau Residencial, que envolve os seguros de proteção e segurança para casas e apartamentos. Quem já é cliente será isento da mensalidade no mês de abril e maio; e para quem é novo e quer adquirir o seguro, o primeiro mês de assinatura será totalmente grátis. 

“Entendemos que neste momento de crise as necessidades dos clientes se modificam. Nossa ação se estende também para novos assinantes. Será uma oportunidade para quem sempre quis assinar um plano de seguro para sua casa, pois o novo cliente será isento do valor integral de uma mensalidade” explica o co-fundador e sócio da Kakau Seguros, Henrique Volpi.

A campanha vale para as três opções de planos da Kakau Residencial. Todos protegem a residência e garantem indenização para diferentes categorias, que vão desde problemas com incêndio e quebra de vidros até com o pagamento do aluguel, por exemplo. Além disso, os planos da Kakau oferecem 35 assistências, entre serviços de chaveiro e encanador, disponíveis 24 horas por dia para os assinantes.

Em tempos de coronavírus, o cenário de maior instabilidade financeira passa a existir para quase todos os setores da sociedade. Por isso, a plataforma de seguros tem buscado novas maneiras e soluções para ajudar os clientes a passarem por este período de forma mais tranquila, além de criar opções para quem ainda precisa fazer um seguro.

“A Kakau trabalha justamente com segurança e proteção. É importante lembrar que não está fácil para ninguém, mas que tudo isso vai passar. Enquanto estamos em quarentena, nada mais justo que tratar, quem nos é fiel, de maneira empática e reforçar, mais uma vez, o quanto nos importamos com a segurança e bem-estar de nossos clientes” ressalta Volpi.

Susep reinicia cadastro de corretores de seguros com processo automatizado

A autarquia criou plataforma online e gratuita, facilitando a atuação dos profissionais que seguem sujeitos à previa habilitação e registro na Susep

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) reinicia, hoje, o processo de registro dos corretores de seguros. Para tanto, foi criado um sistema online e gratuito para automatizar e simplificar esse procedimento para os profissionais do setor que, com o fim da validade da Medida Provisória (MP) 905/2019, voltam a necessitar de registro prévio na autarquia para o exercício da atividade.

Para manter sua situação regularizada na Susep, os intermediários dos negócios de seguros devem seguir os procedimentos orientados no novo sistema da autarquia (https://www2.susep.gov.br/safe/Corretores/). O novo processo de cadastramento é bem mais simples e rápido, possuindo, ainda, uma interface amigável e intuitiva. Ao cumprir todas as etapas, o profissional receberá seu novo número de registro por e-mail.

Os profissionais que, porventura, estavam realizando intermediação de contratos de seguros sem registro, por força da vigência da MP 905/2019, deverão efetivar seus registros imediatamente perante a Susep. A lista de corretores devidamente habilitados ficará disponível para consulta no próprio sítio da Susep.

As evoluções promovidas nesta etapa são parte de um conjunto de ações para modernização do mercado que vêm sendo implementadas pela autarquia. Os interessados poderão esclarecer eventuais dúvidas sobre o novo sistema dentro da própria plataforma ou utilizando o e-mail corretores@susep.gov.br

Mercado automotivo global deve apresentar queda de mais de 10% em 2020

Economistas da Euler Hermes avaliam os impactos do Covid-19 na indústria

Fonte: Euler

Um novo relatório divulgado pelo time de economistas da Euler Hermes, líder mundial em seguro de crédito e especialista em seguro garantia, aponta os principais setores que correm maior risco de serem afetados pela pandemia do Coronavírus em 2020, sendo o setor automotivo um dos mais impactados.

Desde o início do surto de Covid-19, os setores globais enfrentam crescentes desafios. A primeira rodada de impactos chegou por meio de medidas drásticas de contenção da China, que fecharam várias grandes cidades, provocando um congelamento na produção, varejo e atividades comerciais no país. Agora, com grandes áreas da economia global sob bloqueio, especialmente na Europa e na América do Norte, o consumo local sofreu um forte golpe, além da produção e do comércio.

Para o primeiro trimestre de 2020, a seguradora registrou um nível recorde de 126 rebaixamentos na classificação de risco do setor, o mais alto desde o início do monitoramento em 2012. Todos esses rebaixamentos são causados pelos impactos do Covid-19, diretos ou indiretamente.

Setor automotivo: grandes desafios

Segundo as análises, o mercado automotivo global deve enfrentar uma grande queda de -10% em 2020 (depois de -4% em 2019), pois está altamente exposto à China, que é o maior mercado automotivo do mundo e centro de produção de automóveis. Representa aproximadamente 30% do total, com mais de 25 milhões de veículos novos por ano, portanto a queda nas vendas por conta das medidas de contenção deverá ser massiva no primeiro trimestre: fevereiro registrou uma queda de 80% a / a, após uma queda de dois dígitos em janeiro.

O impacto é significativo em primeiro lugar para varejistas e atacadistas locais e segue dois anos consecutivos de queda no volume de novos registros. Segundo o relatório, os próximos mais impactados são as montadoras domésticas, principalmente as mais frágeis que operam no segmento de EV (veículos elétricos). No entanto, o impacto também é significativo para as montadoras globais, uma vez que a maioria fabrica os veículos vendidos na China localmente com parceiros domésticos por meio de joint ventures.

Além disso, o lado da oferta é atingido com força porque Wuhan, o epicentro do surto do Covid-19, não representa apenas 10% dos veículos fabricados no país, mas também reúne centenas de fornecedores de peças de carros, que atendem a operadores locais e exportar para o resto do mundo. De fato, estes últimos representam a maioria das exportações chinesas da indústria automotiva. O fechamento prolongado de fábricas está aumentando o risco de escassez e interrupções na cadeia de suprimentos em nível global.

O setor automotivo registrou uma queda notável de sua capitalização de mercado, com um declínio superior a -15% para montadoras e -20% para fornecedores automotivos, durante as seis semanas seguintes ao início do surto. O choque relacionado ao Covid-19 é um importante avanço adicional para o setor, que já foi – e continua sendo – desafiado pelo declínio dos principais mercados e pela necessidade de investimentos maciços em veículos elétricos, carros conectados e serviços de mobilidade.

Por fim, o relatório analisa que a disseminação do Covid-19 fora da China, com bloqueios nos mesmos moldes chineses na Europa e nos EUA, é uma grande ameaça, primeiro porque representam o segundo e o terceiro maiores mercados (com uma participação de 23% e 19%, respectivamente) e centros de produção (24% e 12%, respectivamente) – ou seja, 2/3 do mercado global, juntamente com a China.

O choque na demanda excederá o esperado no nível macro, uma vez que a compra de um carro é um bem durável típico que os consumidores adiariam a compra, concentrando-se em produtos “necessários”. Além disso, os especialistas da Euler Hermes, apontam ainda que a queda do mercado em 2020 pode chegar a -15% e possivelmente atingindo –25% em caso de crise prolongada. De fato, as indústrias automotivas estão reagindo forte e negativamente às recessões econômicas – e muitas vezes forçando as autoridades a implementar medidas de apoio para limitar o impacto social.

“Cuidando do Hoje” será o tema da D’Or Talks desta quarta, 22

Live faz parte de série sobre saúde mental promovida pela D’Or Consultoria

Questões relacionadas à imprevisibilidade, à insegurança e à angústia sentidas pelas pessoas durante esse período atípico de distanciamento social durante a pandemia de COVID-19 estarão em pauta na live desta quarta-feira, dia 22 de abril, da D’Or Talks. 

Para a transmissão de hoje, a D’Or Consultoria convidou a psicóloga e sócia-fundadora do Instituto Entrelaços Cecília Rezende, que estará ao vivo no Youtube da empresa a partir das 18h30. O debate vai girar em torno da necessidade de focar no que podemos controlar, vivendo o hoje a cada dia.

Para assistir e participar enviando perguntas, basta acessar www.youtube.com/dorconsultoria no horário marcado. Os vídeos das lives já realizadas também estão disponíveis nesse endereço. 

A série D’Or Talks é uma iniciativa da D’Or Consultoria para levar informações relevantes sobre saúde mental aos seus parceiros, clientes, colaboradores e à população durante a pandemia da COVID-19. Toda semana, um especialista diferente irá participar das transmissões ao vivo. Para acompanhar, inscreva-se no canal e ative as notificações.

Bradesco Seguros contribui com 26 mil testes de COVID-19 para profissionais da saúde de SP

Bradesco Seguros lucro

Iniciativa é fruto da parceria entre a seguradora, o Grupo Fleury, a Coca-Cola Brasil e a Coca-Cola FEMSA

Fonte: Bradesco

Líder no mercado segurador brasileiro, a Bradesco Seguros se uniu a Coca-Cola FEMSA, Coca-Cola Brasil e ao Grupo Fleury para ampliar a capacidade de processamento de exames para diagnóstico da COVID-19 aos profissionais de saúde do Estado de São Paulo, que estão na linha de frente do atendimento à população, devido ao crescente volume de casos suspeitos. Para viabilizar a ação, foi firmado acordo com a Secretária de Saúde do Estado de São Paulo e com o Instituto Butantan.

O investimento total é da ordem de R$ 4 milhões. Pela parceria estabelecida, as empresas estão aportando os recursos para realização dos exames pelo Grupo Fleury, que fará o processamento e análise dos exames a preço de custo por uma equipe composta por mais de 1.000 técnicos e médicos, assim como a entrega dos resultados à Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo.

Para Vinicius Albernaz, presidente do grupo Bradesco Seguros, “neste momento, todas as instituições têm o mesmo objetivo: apoiar o combate à pandemia. E, para isso, precisamos somar forças e apoiar as ações em prol da saúde da população. Reafirmamos com esta parceria nosso propósito de proteção e cuidado com as pessoas”, ressalta.

A Bradesco Seguros tem a saúde como um dos seus principais pilares e, desde o início da pandemia, atua em diversas frentes para auxiliar seus beneficiários da Bradesco Saúde e Mediservice em possíveis dúvidas e fornecendo ferramentas, como o Canal 0800 e hotsitewww.bradescosaude.com.br/coronavirus. Para os casos que necessitam de atendimento presencial, o grupo criou uma rede de apoio, por meio da rede de clínicas Meu Doutor Novamed, consultórios do programa Meu Doutor e clínicas referenciadas, com assistência exclusiva e sem a necessidade de agendamento prévio. Em paralelo, a Bradesco Seguros também apoiou a construção de um hospital de campanha no Rio de Janeiro, com 200 leitos para atendimento de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). 

Testes para detecção do Covid-19: parceiros destacam ação em conjunto  

De acordo com o presidente do Grupo Fleury, Carlos Marinelli, essa iniciativa uniu três empresas de setores totalmente distintos que têm em comum a compreensão exata da gravidade da questão de saúde pública que o mundo enfrenta, bem como a necessidade de todos se unirem para ajudar na superação deste momento. “Estamos diante de uma crise de saúde pública sem precedentes na história recente. O impacto dessa parceria será fundamental para beneficiar a população, principalmente os profissionais de saúde que estão na linha de frente, dedicando suas vidas ao atendimento às pessoas que mais necessitam de assistência”, afirma Marinelli.

“No momento grave que vivemos com a pandemia, além de decisões baseadas em empatia e solidariedade, acreditamos na força da atuação conjunta. É nosso papel, como Sistema Coca-Cola Brasil, como parte da sociedade brasileira, buscar trabalhar juntos, com empresas e parceiros, no combate ao Coronavírus e no apoio aos que mais precisam”, afirma Henrique Braun, presidente da Coca-Cola Brasil.

“Participar de iniciativas como essa faz parte da missão da Coca-Cola FEMSA Brasil de gerar valor social nos lugares que estamos presentes. Estamos cientes desse nosso compromisso com a sociedade e queremos fazer a diferença na vida de quem mais precisa nesse momento. A união e a parceria nos permitem ir mais longe no atendimento à população e superar qualquer barreira”, destaca o presidente da Coca-Cola FEMSA no Brasil, Ian Craig.

Teste molecular pelo método de PCR para diagnóstico do novo coronavírus

O exame preconizado para o diagnóstico da covid-19 é a identificação do RNA do vírus SARS-CoV-2 por métodos de biologia molecular, principalmente o RT-PCR quantitativo em tempo real. Quando há suspeita clínica da doença, este exame é realizado em amostra de secreção respiratória coletada por meio de um swab introduzido na nasofaringe e na orofaringe do indivíduo. Este é o exame considerado padrão-ouro para o diagnóstico da covid-19, com a melhor sensibilidade e especificidade em indivíduos com sintomas compatíveis com a doença. A metodologia RT-PCR é considerada padrão ouro em diagnósticos.

A equipe de Pesquisa & Desenvolvimento do Grupo Fleury desenvolveu e validou o teste molecular para detectar o novo coronavírus – denominado SARS-CoV-2 – baseado no método PCR, em tempo recorde na primeira quinzena de fevereiro, seguindo protocolo da Universidade Charité (Berlim, Alemanha) e normas do Colégio Americano de Patologistas (CAP).

Desde então, o teste foi destinado exclusivamente a hospitais parceiros do Grupo Fleury, a preço de custo subsidiado, com direcionamento exclusivo a pacientes internados para garantir a adequada aplicação aos casos que apresentavam quadro clínico indicado para o teste, uma vez que há escassez global de kits para realização dos testes, entre outros insumos, conforme tem sido amplamente noticiado. Mais recentemente, a empresa estendeu esse exame a profissionais de saúde para prestar a esses profissionais o suporte que precisam para atuar na linha de frente de assistência à população, modelo que agora se amplia com essa parceria com Bradesco Seguros, Coca-Cola Brasil e Coca-Cola FEMSA.