Rede Lojacorr Consórcios fecha 1º quadrimestre com R$ 10,3 milhões de produção

Meta anual da empresa é de 46 milhões até o final do ano, mesmo com a pandemia

Fonte: Lojacorr

Dados compilados pela Rede Lojacorr Consórcios informam que a empresa fechou o 1º quadrimestre com R$ 10,398 milhões de produção no País. A empresa, administrada pela BR Consórcios, faz parte da Rede Lojacorr, maior rede de corretoras de seguros independentes do Brasil. 

A meta anual está prevista em R$ 46,2 milhões, mesmo com a pandemia. Em 2018, a Lojacorr realizou R$ 28.219.587,05 em vendas de Consórcio, já em 2019 houve um crescimento de 31% com o total de vendas de R$ 37.035.401,33, encerrando o exercício com mais de 700 cotas vendidas, resultado creditado a 220 corretoras da Rede.

De acordo com Geniomar Pereira, diretor Comercial da Rede Lojacorr, estão sendo feitos esforços diários para minimizar os impactos causados pelo coronavírus. O empenho está sendo intenso para potencializar os resultados nesse período de crise econômica. “Estamos conseguindo reverter um cenário de queda na produção, investindo em públicos de poupadores, acreditando no perfil de público usuário do sistema de consórcios”.

A ABAC – Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios no Brasil divulgou que o impacto no sistema foi sentido mais a partir da segunda quinzena de março. O acumulado trimestral em relação a 2019 registrou alta de 9,7%, com evolução de 653,50 mil (jan-mar/2019) para 717,20 mil (jan-mar/2020).

José Roberto Luppi, diretor comercial da BR Consórcios, parceira da Rede Lojacorr, o sistema de consórcios é um mercado em potencial, inclusive porque em épocas de recessão, pode servir como um dinheiro poupado para outro fim que não o de início do consórcio, ou seja, a carta de crédito pode ser usada como dinheiro na mão. 

De acordo com Luppi, existe hoje, no Brasil, cerca de sete milhões de consorciados (ABAC), sendo que a população ativa no País gira em torno de 100 milhões de habitantes. Isso quer dizer que apenas 7% da população possui algum tipo de consórcio e, mesmo que a modalidade do consórcio já exista há 60 anos, a cultura ainda é desconhecida. “Isso porque o brasileiro continua não poupando e pensando pouco no futuro. A partir do momento em que ele passa a conhecer as vantagens do sistema, passa também a ser um potencial comprador, da mesma forma que o consumidor de seguro”, explica. 

Normalmente, é preciso ter disciplina para poupar recursos e garantir um futuro melhor. “O consórcio é uma ferramenta como um ‘personal trainer’ de suas finanças, pois força a separação de parte do orçamento para uma poupança, garantindo assim um futuro financeiro mais saudável. Ao final, o consorciado estará de posse do tão sonhado bem. Além do que, no caso de imóveis, poderá proporcionar uma renda extra através da locação do imóvel”, exemplifica.

Cinco estratégicas para o setor de seguros no mundo pós-crise

A PwC identificou alguns pontos considerados prioritários e que podem ajudar o setor de seguros a emergir da crise mais forte do que antes

Fonte: PwC Brasil

A COVID-19 mudou o mundo em questão de semanas. Conforme os meses passam, o foco das seguradoras se volta para o período pós-quarentena. Quando os governos iniciarem a flexibilização das restrições, o setor terá que preparar as companhias para a retomada das operações neste cenário de “novo normal”. Isso engloba determinar os impactos provocados pela pandemia nos médio e longo prazos e repensar as estratégias.

A resposta a estas questões exigirá análises e dependerá da própria natureza das seguradoras. A PwC identificou alguns pontos considerados prioritários e que podem ajudar o setor de seguros a emergir da crise mais forte do que antes, independentemente da linha de negócios oferecida aos clientes.

A pandemia aumentou a urgência destas ações como forma de manter a competitividade e a relevância no mercado. “A COVID-19 antecipou o futuro. Os planos que estavam previstos para daqui a cinco anos, foram antecipados para agora. Todo o mercado teve que se adaptar e não foi diferente com as seguradoras”, diz Carlos Matta, sócio da PwC Brasil e líder do setor de seguros.

São elas:

1) Realinhar a estrutura de custos e focar na produtividade – Desde a crise global de 2008, a maioria das seguradoras buscou reduzir custos, embora nem sempre com resultados positivos. Com a crise da COVID-19, o foco deve ser a eficiência e a produtividade. Para isso, é necessário pensar a médio e longo prazo, certificando que eventuais economias de curto prazo – como reduzir gastos ou interromper investimentos – não prejudiquem a capacidade de se operar e grande escala no futuro.

2) Impulsionar a transformação digital de forma a criar uma seguradora altamente digital – Embora a maior parte das seguradoras já tenha iniciado um processo de transformação digital, as operações na indústria vêm sendo ainda guiadas por um excesso de processos e pessoas, fluxo de trabalhos manuais, tecnologia fragmentada e dificuldades em aproveitar ao máximo as informações disponíveis (BIG Data). A criação e implantação de uma agenda digital tornará a seguradora mais ágil e adaptada aos novos tempos como foco relevante na experiência dos clientes de forma superior – com vendas ativadas digitalmente, envolvimento online real time com o consumidor e mais agilidade e satisfação dos segurados na resolução de sinistros.

3) Criar novos fluxos de receita – Após a pandemia, é provável que o cenário seja de competição por uma parcela maior em um mercado eventualmente reduzido e altamente competitivo, bem como carteiras menores de consumidores e empresas. Com isso, encontrar novas oportunidades de gerar receita torna-se crucial para crescimento. Um caminho é pensar em produtos e serviços que reflitam as necessidades que vêm se desenhando hoje. Alguns exemplos: seguro baseado em uso, maior proteção contra perda laboral, riscos financeiros, além de segurança cibernética para exercer o trabalho remoto inevitável e que será aplicado daqui para frente de forma relevante.

4) Preparar sua força de trabalho para o novo mundo – A quarentena forçada pela COVID-19 obrigou as empresas a reavaliarem seus processos e formas de trabalhar. Em quaisquer dos cenários do “novo normal”, é necessário garantir que os profissionais tenham as habilidades adequadas e vontade de abraçar as mudanças do mundo digital. O isolamento demonstrou que as empresas que já contavam com um processo de transformação digital em desenvolvimento saíram em vantagem em meio à crise. Assim, é necessário pensar não apenas num possível aprimoramento, mas sim em um processo complexo e holístico de upskilling digital, promovendo o desenvolvimento de habilidades e competências voltadas para o trabalho e o investimento em um ambiente de aprendizagem constante. Esta iniciativa exige comprometimento significativo por parte de todas as áreas envolvidas – a começar pelas lideranças das companhias.

5) Reforçar a eficiência do capital e da marca – Após as tensões imediatas de capital e liquidez provocadas pela crise, será importante manter o foco na gestão do impacto do gerenciamento de capital de longo prazo (com taxas de juro mais baixas), custo de hedge mais elevados, maior volatilidade e inadimplência do mercado e eventual aumento das taxas de impostos.

“Com a perspectiva de uma recessão global, a possível recuperação da economia se torna mais difícil e as perspectivas de crescimento são menores. Com a pandemia, é essencial atuar de forma rápida, correta e humanitária, demonstrando agilidade, empatia e habilidade em resolver as questões se colocando no lugar do outro, a fim de atrair novos clientes e fidelizar os antigos. Nesse novo mundo, um serviço lento, burocrático e impessoal não terá lugar”, conclui Carlos Matta.

Fórum do sandbox gera 40 respostas aos comentários recebidos

sandbox seguradoras susep

Questões abordaram temas relacionados ao edital do Sandbox

Fonte: Susep

O Fórum do Sandbox Regulatório chegou a um total de 40 perguntas respondidas pelas equipes técnicas da Superintendência de Seguros Privados (Susep) durante o período de abertura à participação – de 4 a 8 de maio. As questões abordaram diversos temas relacionados ao edital, como: atendimento, etapas do sandbox, riscos e projeções financeiras. É possível consultar as respostas e os depoimentos sobre a iniciativa por meio do endereço https://www.sandbox.susep.gov.br/.

A Susep promoveu o fórum para esclarecimento de dúvidas sobre o Sandbox Regulatório, que constitui um ambiente regulatório experimental, no qual as companhias participantes possuem, por um prazo determinado, condições especiais, limitadas e exclusivas para operar.

O Edital do Sandbox está suspenso devido à pandemia causada pelo coronavírus (Covid-19) e o estado de calamidade pública estabelecido no país. A nova data de vigência do edital será informada oportunamente, de acordo com os desdobramentos de cenários que a autarquia segue monitorando.

D’Or Consultoria cria quiz sobre o Coronavírus

Questionário já teve mais de 300 mil acessos e tem como objetivo ajudar no combate à doença por meio da informação

Fonte: D’Or

A D’Or Consultoria uniu informação e entretenimento ao criar o quiz “Fato ou Fake?” sobre o Coronavírus. Com a chamada “E se as chances de contrair o novo coronavírus forem inversamente proporcionais ao seu conhecimento sobre ele?”, a empresa convida as pessoas a responderem a 20 afirmações sobre a COVID-19 e descobrirem se estão se protegendo contra a doença da forma adequada.

O quiz está fazendo tanto sucesso que já teve mais de 300 mil acessos e lidera o ranking de questionários desse tipo sobre Coronavírus no Google. “Essa é mais uma das iniciativas da D’Or Consultoria para levar informação interativa e de qualidade para a população. A ideia é utilizar o conhecimento como forma de auxiliar na prevenção contra a doença”, afirma o CEO da empresa, Bruno Iannuzzi.

Todas as afirmações são relacionadas a hábitos do dia a dia que devem ser adotados durante a pandemia. A cada resposta a que o usuário responde com “fato” ou “fake”,  há uma mensagem indicando se ele acertou ou não, seguida por uma explicação mais detalhada sobre a situação. 

Acesse em: www.dorconsultoria.com.br/coronavirus/quiz

Susep amplia acesso ao app da carteira de corretor Susep para Iphone

A partir de hoje o aplicativo “Corretores Susep” está disponível também para download via aparelhos com sistema operacional iOS. A inovação é parte do novo sistema de registro da Susep, que já reúne 24.740 profissionais

Fonte: Susep

Usuários de aparelhos com sistema operacional iOS, da Apple, já podem obter o app CORRETORES SUSEP para realizar o registro de corretor e obter a carteira digital pelo celular. A facilidade, que coloca o registro “na palma da mão” dos profissionais da área, foi lançada na última terça, inicialmente para usuários do sistema Android. A inovação é parte do novo sistema de registro da Susep, que já reúne 24.740 profissionais.

A autarquia investiu em tecnologia de ponta, segurança da informação e na experiência do usuário para agilizar a vida do corretor de seguros neste momento de desafio da pandemia. Assim, os profissionais podem fazer seu cadastro no celular, checar e compartilhar suas informações com clientes, além de ter à mão um canal direto com o órgão supervisor. Tudo de forma simples, online e gratuita.

A carteira de habilitação digital da Susep viabilizará a identificação dos profissionais cadastrados na autarquia, com foto e o número do registro e será mais uma opção para manter o corretor diretamente conectado com a Susep. O aplicativo abre caminho para outras facilidades que a Susep pretende garantir por meio da tecnologia, como acesso a notícias, informações atualizadas e pesquisas de opinião, que podem ser operacionalizados com o aplicativo.

Conexão – De acordo com o chefe do Departamento de Tecnologia da Informação da Susep, Leonardo Brasil, o app CORRETORES SUSEP também será uma ferramenta de conexão entre o corretor e o consumidor, seja para confirmação do registro do corretor na autarquia ou mesmo para funcionar como um cartão de visitas. “Haverá um QR Code exclusivo à disposição dos profissionais que pode conectá-lo a seus contatos, além de outros processos de identificação digital no futuro”, diz.

Terão direito à habilitação digital da Susep os profissionais em situação regular no novo sistema de registro da Susep. O cadastro é gratuito e pode ser feito através do link. O recadastramento pode ser feito até o dia 31 de julho. A autarquia disponibilizou também um canal direto para dúvidas e sugestões de aprimoramentos: corretores@susep.gov.br.

A nova identidade digital do corretor de seguros é parte de um processo de modernização que a Susep vem implementando em todo o setor. Com esta iniciativa, evitam-se também os custos da emissão de um documento físico, além de permitir agilidade no envio e manutenção das habilitações para os corretores cadastrados.

Thiago Tristão assume a MDS RE

Objetivo é desenvolver e implementar soluções inovadoras de seguro e resseguro 

O Grupo MDS e a MDS Brasil, uma das principais corretoras do País no segmento de seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos, anunciam Thiago Tristão como novo CEO da MDS Re.  

A MDS RE é uma empresa do Grupo MDS especializada no desenvolvimento e negociação de soluções em Resseguro. A marca opera em países como Brasil, Portugal e África. Além de ser o único Lloyd’s Broker lusófono, é reconhecida por seu completo modelo de atuação, que abrange desde a concepção do programa de transferência de riscos até a colocação dos mesmos. A empresa, que oferece suporte aos clientes, consultoria customizada e colocação de resseguro para riscos tradicionais e emergentes, tem se mostrado fundamental para a integralização dos maiores riscos do Grupo, sobretudo nas carteiras de Property, Liability e Marine.  

O posicionamento de Tristão à frente da empresa permitirá ampliar ainda mais os negócios e a competitividade da marca, oferecendo soluções melhores e mais diversificadas aos clientes. Além do comando da MDS Re, o executivo também permanece como Vice-Presidente de Riscos Corporativos da MDS Brasil. “Este é um novo desafio, e nós da MDS Re estamos preparados para gerir todas as necessidades e requisitos de nossos clientes no que diz respeito a resseguro. Temos trabalhado com os principais mercados globais e atuamos na resolução de quaisquer colocações de riscos/demandas”, diz o executivo.  

Graduado em Administração de Empresas pela Universidade Estácio de Sá e pós-graduado em Gestão Estratégica de Pessoas pela Fundação Getúlio Vargas, Thiago acumula mais de 20 anos de carreira, com sólido conhecimento nos Ramos Elementares e de Resseguros. O profissional tem passagem por alguns dos principais grupos seguradores do mundo e experiência em atividades relacionadas a planejamento estratégico, relacionamento com clientes e parceiros comerciais e geração de clima organizacional em altos patamares. 

“Temos certeza de que Thiago vai cumprir muito bem a missão de desenvolver e implementar soluções inovadoras de seguro e resseguro e trazer ainda mais valor à empresa. Acreditamos no enorme potencial de crescimento do mercado de resseguros e nas possibilidades que esse segmento proporciona ao cliente final”, afirma José Manuel Dias da Fonseca, CEO Global da MDS, que destaca a experiência de Thiago na condução dos negócios. “A capacidade técnica da equipe, somada ao aumento do apetite de riscos das seguradoras no Brasil, abre precedente para um aumento contínuo do número de negócios e justifica o reforço da estrutura da marca”, conclui o líder. 

Como os consumidores se comportarão no pós Covid-19, segundo estudo da Swiss Re

Swiss Re covid

A Swiss Re realizou o estudo COVID-19: dealing with the impact of a pandemic sobre o comportamento do segurado na Ásia em um mundo pós pandemia, a partir de pesquisa com 2,5 mil pessoas.  Apesar das diferenças culturais, muito pode ser aprendido. Leia as principais conclusões do estudo ressaltadas pelo consultor Francisco Galiza:

·         Crescimento dos problemas de saúde mental. No momento, 25% das pessoas estão com ansiedade ou excitadas.

·         Seguros devem ser vistos mais do que simplesmente o pagamento de sinistros. Outros pontos devem ser também agregados, como serviços médicos, além de excelência no atendimento on-line.

·         O seguro passou a ser considerado bem mais importante, com o aumento de interesse do consumidor por tal produto.

·         Ainda há um bom espaço para crescer. O texto estima uma lacuna na proteção da mortalidade – a falta de recursos financeiros que as famílias precisam para manter os padrões de vida antes de algum sinistro – de mais de US$ 80 trilhões em toda a região Ásia-Pacífico.

Lloyd’s of London estima pagar entre US$ 3 bi e US$ 4,3 bi em indenizações por Covid-19

John Neal

Fonte: Reuters

O Lloyd’s de Londres estima pagar entre US$ 3 bilhões e US$ 4,3 bilhões em pedidos de indenizações relacionadas à pandemia de coronavírus, valor semelhante às perdas dos ataques de 11 de setembro, informou nesta quinta-feira. As perdas globais com subscrição e investimentos podem atingir um recorde de US$ 203 bilhões em 2020, acrescentou.

A Zurich Insurance anunciou na quinta-feira que espera US$ 750 milhões pela pandemia no segmento de seguros gerais (no life) neste ano. As seguradoras também perderam dinheiro devido à queda dos mercados financeiros, com perdas em investimentos que usam para pagar os sinistros relatados. “Acho que ninguém em nosso setor jamais viu os dois fatos acontecerem ao mesmo tempo”, disse à Reuters o presidente-executivo do Lloyd’s, John Neal. As perdas de investimento foram de US$ 96 bilhões.

As previsões globais de perdas seguradas de US$ 107 bilhões são semelhantes às perdas por catástrofes naturais em 2005, lideradas pelos furacões Katrina, Rita e Wilma e em 2017, incluindo os furacões Harvey, Irma e Maria, informou o Lloyd’s.

As estimativas do Lloyd’s não incluem seguro de vida e consideram medidas contínuas de distanciamento e lockdown em 2020, bem como uma queda no PIB global. A maior parte das perdas de seguros considera o cancelamento ou adiamento de grandes eventos em todo o mundo, incluindo as Olimpíadas, reclamações lucros cessantes e crédito comercial.

Neal disse que o setor de “Property” do Reino Unido representa menos de 2% do mercado dos negócios do Lloyd’s, acrescentando que “quaisquer reivindicações válidas devem ser pagas”.

As seguradoras de vida também estão sendo atingidas pela crise, principalmente porque as medidas de lockdown impedem que os agentes atendam aos clientes. A Prudential disse na quinta-feira que suas vendas no primeiro trimestre na Ásia caíram 24% e espera um segundo trimestre desafiador.

Mas a crise também cria oportunidades para novos produtos. O Lloyd’s está subscrevendo riscos de ensaios clínicos e está considerando o seguro de longo prazo após o evento para ajudar as empresas a se recuperarem de pandemias, incluindo o COVID-19.

É improvável que a sala de subscrição do Lloyd’s, que recebe quase 50 mil pessoas, seja aberto antes de agosto, disse Neal. Mas parte da equipe do Lloyd’s pode começar a retornar à torre da City de Londres em junho, acrescentou.

Liberty Mutual lucra US$ 519 milhões no 1. tri de 2020

liberty mutual

A exposição do COVID-19 no setor de seguros “ainda está sendo apurada e não impactou materialmente nossos resultados no primeiro trimestre”, afirmou David Long, presidente e CEO da Liberty Mutual

A Liberty Mutual Holdings Co. reportou lucro líquido de US$ 519 milhões no primeiro trimestre de 2020, US$ 150 milhões a menos que o ganho obtido no mesmo período do ano passado, mas uma recuperação do prejuízo líquido de quase US$ 300 milhões divulgado no quarto trimestre de 2019. Os prêmios emitidos totalizaram US$ 10,04 bilhões no trimestre, um aumento de 3,5% em relação ao mesmo trimestre de 2019.

A seguradora teve perdas líquidas realizadas de US$ 247 milhões no primeiro trimestre de 2020, em comparação com US$ 250 milhões em ganhos líquidos realizados no trimestre do ano anterior, em grande parte devido a um declínio no valor de mercado da Liberty Mutual, com ações afetadas pela volatilidade do mercado em torno do COVID-19.

A exposição do COVID-19 no setor de seguros “ainda está sendo apurada e não impactou materialmente nossos resultados no primeiro trimestre”, afirmou David Long, presidente e CEO da Liberty Mutual, em comunicado divulgado nesta quinta-feira. “No futuro, esperamos que o impacto no seguro seja semelhante ao que experimentamos para uma perda de catástrofe de tamanho médio”.

O índice combinado da seguradora no primeiro trimestre de 2020 retornou a 96,3%, o mesmo relatado no primeiro trimestre de 2019 e uma melhoria em relação ao índice combinado de 106,7% reportado no quarto trimestre de 2019. A empresa registrou uma receita de US$ 10,5 bilhões, queda de 2% em relação ao mesmo trimestre de 2019.

Embora o portfólio geral de investimentos da seguradora estivesse “relativamente bem posicionado” antes do início da pandemia, a empresa espera que o COVID-19 tenha impacto sobre os seguros com maior exposição em crédito comercial, responsabilidade geral, remuneração dos trabalhadores e cancelamento de eventos, segundo Long. “Com relação à lucros cessantes, não esperamos ter perdas materiais em nossas apólices”, disse ele.

Justiça do Rio nega liminar para pedido de suspensão de cadastro de corretores; Fenacor vai reagir

23.614 profissionais já fizeram registro/recadastramento na Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) informa que depois da Justiça de Tocantins e da 5ª Vara Federal do Rio de janeiro terem negado liminar contra o sistema de recadastramento de corretores implantado pela Susep, agora foi a vez da 2ª Vara da Justiça Federal do Rio negar o mesmo pedido. Na decisão, o Juiz ressaltou as informações da autarquia: “A Susep demonstrou que, com a revogação da MP 905/2019, que desregulamentar o mercado de intermediação, extinguindo a necessidade de habilitação e registro de corretores de seguro, os profissionais não registrados que começaram a atuar na vigência dela foram jogados em uma espécie de “limbo”, do qual só poderiam sair com a criação de um sistema de registro rápido e eficaz para que pudessem voltar a operar no mercado de seguros. Nessa linha, foi criado o sistema combatido pela autora, que simplificou e agilizou o cadastramento e o recadastramento dos corretores, afastando a necessidade de intermediação por entidade autorreguladora (…)”

O juiz destacou ainda que “Desenvolvimento de software não é atividade que se encerra com a implantação do programa; a etapa de manutenção, tão ou mais relevante, é perene: perdura enquanto ele estiver em uso.”
Acesse aqui a decisão proferida pelo Juiz titular da 2ª Vara Federal do Rio de Janeiro.

Realizado em plataforma exclusiva, o cadastro online e gratuito é feito por meio do novo sistema de registro de corretores, implementado pela Susep no dia 22 de abril. Neste período, 23.614 profissionais já se cadastraram na plataforma, garantindo o exercício pleno e regular da profissão. Desses, 3.201 são novos registros e 20.413 são profissionais que fizeram o recadastramento.

O recadastramento poderá ser realizado até o dia 31 de julho. O registro para o exercício da atividade de corretor de seguros voltou a ser obrigatório com a revogação da MP 905/2019. Para garantir agilidade e eficiência no processo para a categoria neste momento, a Susep inovou com a plataforma digital.

Fenacor – A Federação Nacional dos Corretores informou em nota aos corretores de seguros e ao mercado que continuará buscando na Justiça a suspensão do processo de recadastramento realizado pela Susep “através de um sistema frágil, falho e sujeito a fraudes, embora respeite a decisão inicial do juiz da 2ª Vara Federal do Rio de Janeiro, que não deferiu a liminar solicitada por esta Federação, sem, contudo, julgar o mérito da questão, que ainda será discutido.”.

Leia a íntegra: A Fenacor continua tendo a convicção que a utilização desse sistema, que não atende aos requisitos básicos exigidos por lei, coloca em risco e pode trazer prejuízos consideráveis para milhares de profissionais corretores de seguros e para as empresas corretoras de seguros.

Portanto, a Federação recorrerá e permanecerá lutando em todas as instâncias possíveis na defesa da categoria e dos interesses dos corretores de seguros. Não desistiremos diante de um percalço inicial nesta batalha, pois nossa causa tem o necessário suporte da justa razão como será provado mais adiante.

Nesse contexto, destacamos ainda que, embora tenha indeferido o pedido de tutela de urgência, o próprio juiz ressaltou, em um trecho do seu despacho, “ser bem possível que o Sistema de Registro de Corretores padeça de diversos defeitos”.

Por fim, confiamos que, em sua decisão final, o magistrado levará em consideração os consistentes argumentos apresentados para justificar a suspensão do uso desse sistema e, consequentemente, do recadastramento feito dessa forma e neste momento inadequado.