MDS Brasil divulga protocolo de saúde e segurança para retomada ao trabalho

Documento está fundamentado em recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), da Agência Nacional de Saúde 

Fonte: MDS

A MDS Brasil, uma das principais corretoras do País no segmento de seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos, divulga um Protocolo de Saúde e Segurança de Orientação de Retorno dos Colaboradores. Além de orientar seus profissionais, a iniciativa da companhia visa difundir a informação como uma ferramenta de combate à covid-19. Por isso, disponibiliza o Protocolo para todos, de forma gratuita. O documento contém importantes medidas de proteção, dicas e conteúdos destinados às novas rotinas de trabalho. Baixe o material neste link: https://materiais.mdsinsure.com.br/umnovonormalparatodos

O documento é uma sugestão às empresas, que podem e devem adaptar as diretrizes dadas conforme a sua necessidade. “A nossa recomendação é que seja realizado um trabalho em conjunto com os departamentos Jurídico, Recursos Humanos e área médica para a implementação destas orientações. Este é um dos momentos mais difíceis que já enfrentamos. Esta conjuntura demanda muita responsabilidade para com as nossas atitudes e, por isso, nos organizamos para tomar algumas medidas voltadas à preservação da saúde e qualidade de vida de nossos funcionários e famílias, e também à continuidade do atendimento próximo e personalizado a clientes e parceiros”, afirma o CEO da MDS Brasil, Ariel Couto.  

O executivo destaca que algumas ações da empresa – já implementadas e testadas antes da pandemia – ajudaram a implementar o home office rapidamente, mantendo o atendimento de qualidade aos clientes. “Agora, aos poucos, o dia de retomar as atividades presenciais se aproxima, e tenho a absoluta convicção que as competências que temos como empresa e a qualidade que temos como equipe nos levarão a sair desta fase ainda mais fortes e unidos”, disse o CEO. Os primeiros países afetados pela pandemia já começaram a flexibilizar suas medidas de isolamento, após longos e severos períodos de quarentena ou lockdown. As medidas são cautelosas e gradativas. O Brasil, no entanto, ainda registra um elevado número de casos. 

Nesta conjuntura, as previsões econômicas para 2020 devem ser encaradas com seriedade, já que o mundo enfrentará uma inevitável e acentuada recessão global. Ariel Couto afirma que a preservação da saúde de todos junto à retomada das atividades econômicas impõe um equilíbrio desafiador e inédito para os poderes públicos e empresas que operam parcial ou integralmente. Para ele, novas estratégias também deverão ser analisadas para os empreendimentos que estão com suas operações paralisadas. 

“No início da pandemia, a MDS – em Portugal e no Brasil – migrou em tempo recorde para o formato home office e continuou a funcionar a todo vapor, preservando colegas, clientes, parceiros e prospects. Estamos nos preparando para a retomada das atividades presenciais e bastante confiantes. Neste momento tão complexo, continuamos a ser uma voz positiva”, diz o CEO Global da MDS, José Manuel Dias da Fonseca

Além do Protocolo, a MDS Brasil criou um hotsite exclusivo sobre o assunto, no qual o público encontra notícias sobre a pandemia, materiais de apoio e também dicas de alimentação, saúde, higiene e atendimento médico. “Como consultores de seguros e riscos, sempre aconselhamos nossos clientes sobre como gerir seus ativos, sejam eles pessoas ou empresas. Sabemos que alguns riscos podem ser eliminados, outros apenas mitigados. Infelizmente, ainda não temos vacinas ou remédios contra o coronavírus. Resta-nos então conhecimento, adaptação e cuidado”, diz Beatriz Cabral, Head Global de Marketing e Comunicação do Grupo. 

Retomada na prática: como as empresas podem seguir em frente 

Os especialistas da MDS vêm acompanhando os desdobramentos da crise causada pela Covid-19 desde seus primeiros impactos no mundo e no Brasil e, por isso, já preveem alguns comportamentos e apontam direcionamentos para ganhar agilidade neste momento. Um ponto de atenção indicado pela companhia e que deve ser observado durante esta crise sanitária mundial é a saúde ocupacional. Além de planos específicos voltados à prevenção da Covid-19 no ambiente corporativo, muitos gestores vão enfrentar desafios orçamentários relacionados à oscilação inevitável dos custos dos benefícios de saúde no país. Não por acaso, atenta à situação nacional, em março de 2020, a Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS) estendeu, em caráter excepcional, os prazos máximos para realização de consultas, terapias, exames e cirurgias não urgentes.  

Diante destas variáveis, as empresas ainda precisam eleger meios e viabilizar recursos para manter os benefícios e coberturas oferecidas aos colaboradores neste momento delicado, além de reforçar as iniciativas de prevenção e promoção à saúde enquanto os funcionários estão dentro do ambiente de trabalho ou em regime de home office. 

É necessário reavaliar a forma de monitorar e incentivar o uso consciente dos planos à distância, lapidar o acompanhamento dos gastos com benefícios de saúde e evitar despesas desnecessárias, como, por exemplo, o excesso de utilização do plano por parte de beneficiários e dependentes. Não menos importante, líderes também precisam estar atentos à saúde emocional dos colaboradores: é preciso acompanhar os que foram infectados e lutam contra o coronavírus, e também apoiar aqueles que passaram a fazer parte das estatísticas de aumento de casos de ansiedade ocasionada pelo isolamento. 

MAG Seguros lança novo produto voltado para pessoas com mais de 60 anos

 70% das quedas de idosos acontecem dentro de casa, sendo que 40% causam alguma lesão grave e pelo menos 30% destes acidentes levam à morte. 

Fonte: MAG Seguros

O fenômeno da longevidade já é uma realidade no Brasil. Segundo o IBGE, o país conta com mais de 30 milhões de pessoas que passaram dos 60 anos. Destes, mais de 21 milhões têm idade entre 60 e 74 anos, são independentes, ativos e são responsáveis pela tomada de decisão. Segundo o Ministério da Saúde, 70% das quedas de idosos acontecem dentro de casa, sendo que 40% causam alguma lesão grave e pelo menos 30% destes acidentes levam à morte. 

É neste cenário que a MAG Seguros, seguradora especializada em seguro de vida e previdência com 185 anos de atuação no Brasil, lança o seguro de vida voltado para pessoas entre 61 e 85 anos com foco na proteção deste público dentro da própria casa: o Master Acidentes Domiciliares. A expectativa da companhia é de gerar, pelo menos, R﹩ 500 mil em vendas novas nos próximos doze meses 

“Nós somos uma seguradora que oferece proteção para todas as fases da vida. Estamos acompanhando a evolução da expectativa de vida do brasileiro e as novas demandas que este público mais sênior traz. Percebemos que era importante e inovador no mercado trazer um seguro de vida que combinasse cobertura de acidentes pessoais dentro de casa com assistências que ajudassem a deixar o lar um ambiente com menos armadilhas”, explica Leonardo Lourenço, diretor de Serviços de Marketing da MAG Seguros. 

O seguro Master Acidentes Domiciliares oferece cobertura de Diária por Internação Hospitalar por Acidente, fratura óssea ou queimadura por acidente, morte acidental e reembolso de despesas de ambulância ou de atendimento hospitalar de emergência por acidente. Outro diferencial desta solução é o serviço de assistência voltado para a residência do segurado. 

“O Check-up Lar tem como objetivo melhorar a segurança em casa, oferecendo serviços como a instalação de barras de segurança no banheiro, reorganização de móveis e colocação de fitas antiderrapantes nos tapetes, o que garante ainda mais a sensação de segurança e a tranquilidade do segurado”, completa Lourenço. 

IRB contrata Cesar Cavalcante como assessor direto do CEO

Com mais de 40 anos de atuação no mercado de seguros e resseguros, Cesar Cavalcante reforça o time do IRB Brasil RE a partir de hoje. O executivo chega como assessor direto do CEO e presidente do Conselho de Administração do ressegurador, Antonio Cassio dos Santos.

“Seu papel será preponderante como executivo-chave. Ele tem sólida vivência nas áreas de gestão, técnica, comercial de seguros e, especialmente, em estratégia empresarial. Chega para somar esforços e contribuirá muito com a nossa administração”, diz Antonio Cassio.

Cesar Cavalcanti tem passagens por projetos em grandes empresas do setor, como Liberty, Porto Seguro, Mapfre e grupos Sulamérica, Allianz/RAS e Arbi, quer como executivo, quer como consultor.

Icatu Seguros promove “Arraiá das Vendas” no Nordeste

Icatu seguros

Fonte: Icatu

Uma das celebrações mais tradicionais do Brasil, as festas juninas embalam a campanha “Arraiá de Vendas” promovida pela regional Nordeste da Icatu Seguros. De 8 a 12 de junho, todos os corretores de Salvador, Aracaju, Maceió, Recife, João Pessoa, Natal, Fortaleza e Teresina podem participar da ação, que terá como foco a comercialização dos produtos de Seguro de Vida Individual, Empresarial PME e coberturas de risco de previdência.

Ao final da ação, aqueles que alcançarem as metas estabelecidas serão premiados com um Vale Compras IFood. A premiação não é cumulativa.

‘”Promover este tipo de ação é fundamental tanto para motivar quanto para reconhecer o trabalho realizado por estes profissionais, que são nossos parceiros estratégicos. E nesse momento em que as pessoas estão em casa, pensamos em uma premiação fácil de resgatar e que possa ser aproveitada pelo corretor e sua família”, explica Henrique Jenkins, diretor Regional da Icatu no Nordeste.

Covid-19 acelera processo de regulação digital da NEWE Seguros em agronegócio

Em segmento disputado por 14 seguradoras, NEWE se destaca por ser especialista em Agronegócio e priorizar agilidade na regulação e pagamento de sinistro

Quem imaginava, tempos atrás, que um sinistro de seguro rural seria regulado por meio de um aplicativo. Certamente ninguém. Somente o setor agrícola vendeu em 2019 cerca de R$ 2,4 bilhões em  prêmio de seguros e pagou R$ 1,95 bilhão em indenizações. Trata-se de um seguro volátil por depender das condições climáticas. Por mais evoluído que o agronegócios possa estar, ele ainda é refém do clima. 

Tanto que a safra inverno mal começou e a NEWE Seguros, antiga Markel, já registra centenas de avisos sinistros. “Nossa previsão é de que a safra inverno termine com cerca de 2 mil sinistros comunicados”, contou ao blog Sonho Seguro Rodrigo Motroni, vice-presidente comercial da seguradora, que conduz a área Sinistros que já é referência no Brasil entres os peritos especializados no ramo.

Ser digital é o foco da NEWE Seguros, que tem dois importantes projetos em andamento. O aplicativo, no qual o perito será acionado pela área de sinistro. Algo semelhante ao que acontece no aplicativo Uber. Se o perito aceitar, vai ao local e faz tudo virtualmente. “Digita o relatório no próprio celular, tira fotos e o produtor já aprova, com ou sem ressalvas. Com um clique, a seguradora recebe a regulação e já pode avaliar e iniciar o processo de regulação e pagamento da indenização. 

Outro projeto que já está em andamento é o sensoriamento remoto, que permite fazer uma análise prévia da área, assim a seguradora não fica tão dependente de dados do IBGE e do próprio produtor. “Isso ajuda a fazer uma análise de risco mais próxima da realidade, beneficiando o produtor com um preço de seguro ajustado a sua realidade”, explica o executivo. 

Ele afirma que a seguradora conseguiu se reinventar nessa crise do Covid-19, pois acelerou o processo de digitalização. “Já nascemos tecnológica e agora estamos a um passo de sermos 100% digitais de ponta a ponta, ou seja, da subscrição ao pagamento das indenizações”, afirma Motroni. “Todos nos caímos nesta pandemia desencadeada pelo coronavírus. Ninguém imaginava algo como esta crise sanitária sem precedentes. E tivemos que rapidamente tomar decisões para manter a operação dentro das necessidades dos nossos clientes. Muitos dependem da regulação do sinistro para plantar a próxima safra ou da vistoria prévia para ter acesso ao seguro. E nós conseguimos achar um caminho de atender a todos, sem perder a técnica exigida em seguro rural”, afirmou.

Quando a pandemia chegou ao Brasil, a NEWE estava em plena regulação de centenas de sinistros no Sul do País, causados pela seca. Tivemos mais de 200 sinistros avisados em uma semana. São poucos peritos para atender 14 seguradoras que atuam no segmento”, disse ele. Como ainda não tem o aplicativo pronto, a saída foi criar um protocolo de atendimento diferenciado, dentro das condições inusitadas que a pandemia impôs ao mundo com as restrições de circulação de pessoas e do fechamento do comércio. 

Hoje o perito é demandado por e-mail, vai a campo e devolve o laudo em arquivo PDF, ritual que demanda alguns dias. “Mesmo sendo assim, temos um processo rápido por ter um time experiente”, diz Sergio Kumoto, um dos principais nomes do mercado quando o assunto é perito agrônomo. Todos no mercado o conhecem, pois treina cerca de 200 profissionais por ano, participa de vários comitês sobre o tema e passa o dia viajando para vistoriar perdas. “Me sinto um passarinho na gaiola nesta pandemia”, comentou. 

“Já temos quase 1.200 avisos de sinistros para a safra de inverno, que acaba de começar,

Como boa parte dos peritos na região Sul do Brasil está no estado do Paraná, eles deixaram as regulações no Rio Grande do Sul, pois os hotéis e restaurantes fecharam e a circulação era restrita, com barreiras policiais. Para resolver a questão, a NEWE criou um protocolo no qual o produtor poderia colher 90% da área, desde que deixasse uma faixa testemunha das lavouras, para quando o perito pudesse retornar para fazer a avaliação. 

“O protocolo foi criado em 48 horas, por ser uma situação atípica, e atendeu a todos satisfatoriamente. Com isso não tivemos prejuízo na avaliação da vistoria e ajudamos que o produtor pudesse fazer a colheita. “Usamos imagem de satélite para acrescentar alguma informação e conseguimos finalizar a safra de verão. Outro problema enfrentado é que muitos produtores, acima de 60 anos, não queriam atender o perito. “Mas como precisavam começar a fazer a colheita da soja, delegaram a tarefa para corretores ou representante das cooperativas”, conta Sergio. 

Com a safra verão finalizada, a NEWE vive intensamente a safra inverno. “Já temos quase 1.200 avisos de sinistros para a safra de inverno, que acaba de começar, boa parte pelo evento seca, na cultura milho e no Paraná, o que ajuda, pois é onde está a maioria dos peritos, permitindo que todas as vistorias sejam feitas no método usual”, comenta Sérgio.

Segundo Motroni, já foram vendidas mais de 6 mil apólices de seguros no ano de 2020 e a seguradora já contabiliza mais de 1.200 sinistros avisados. A previsão é chegar a 2 mil avisos de sinistros até o final da safra de inverno. “E isso nos motiva a tornar a companhia ainda mais digital e especializada, com peritos experientes, que são os responsáveis por nos ajudar a prestar um atendimento de qualidade, com técnica e transparência.  Continuaremos investindo na melhoria dos processos da NEWE e seguiremos com o objetivo de sermos reconhecidos como a melhor pelos nossos clientes”, finaliza.

“Moro em apartamento. Devo investir em um seguro residencial?”

Data: 25.05.2018 Local: Rio de Janeiro, RJ. Cliente: Bradesco Seguros Assunto: Ney Dias, diretor do Bradesco Auto/RE. Fotógrafo: Julio Bittencourt Assistente: Luiz Michelini

Executivo da Bradesco Auto/RE esclarece dúvidas e apresenta informações sobre seguro residencial

Fonte: Release Bradesco Seguros

Muitas pessoas têm dúvidas sobre contratar ou não o seguro residencial para um apartamento por acreditar que os riscos são mais baixos nesse tipo de imóvel, principalmente em relação à ocorrência de roubos e furtos. Apesar de estar amparado pela estrutura do edifício e por um seguro do condomínio, afinal é necessário contratar seguro para um apartamento?

Segundo dados do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro, o número de incêndios em edificações (residenciais, comerciais, públicos e privados) cresceu 10% entre 2017 e 2018 – de 7.416 casos para aproximadamente 8.165. Por sua vez, o Sindicato das Seguradoras do Rio revelou que o número de indenizações pagas por seguros residenciais até julho de 2019 aumentou 21% em relação ao mesmo período de 2018 em todo o Brasil. Esses dados só corroboram a necessidade de proteção ao imóvel.

Fato é que a ocorrência de algum evento inesperado no seu imóvel — seja ele próprio ou alugado — pode gerar perdas significativas. Além de oferecer uma boa relação custo x benefício para o segurado, se comparada a outras modalidades, o seguro residencial também possui uma variedade de assistências que simplificam a vida de quem contrata, como chaveiro, eletricista e encanador, por exemplo, na cobertura básica. Para esclarecer as principais dúvidas, Ney Dias, diretor-geral da Bradesco Auto/RE – empresa integrante do Grupo Bradesco Seguros –, explica como funciona o produto, esclarece as dúvidas e orienta sobre como adquirir uma proteção vantajosa para seu imóvel.

Patrimônio protegido: segurança e tranquilidade – O seguro residencial é uma opção para lidar melhor com imprevistos e proteger contra acidentes e danos causados, não somente à estrutura física do imóvel, que pode ser habitual ou de veraneio, mas também móveis, roupas, eletrodomésticos, entre outros bens. “O seguro pode ser contratado pelo proprietário ou pelo inquilino do imóvel. É possível contratar coberturas apenas para a residência, só para o que estiver dentro dela ou para ambos”, destaca Ney Dias.

A cobertura básica inclui proteção contra incêndio, queda de raio e explosão. Os planos também oferecem diversas coberturas adicionais, as principais são: danos elétricos, desmoronamento, despesas emergenciais, quebra de vidros, vendaval, roubo e furto, entre outros.

Moradia Temporária – Há casos em que o prejuízo causado ao imóvel impossibilita a permanência dos moradores no local. Neste momento conturbado, seja o segurado proprietário ou inquilino, ainda há preocupação adicional com custos para permanência em outro lugar temporariamente. Assim, em caso de interdição do imóvel segurado, a cobertura acessória para moradia temporária garante despesas como hospedagem e aluguel que o segurado tenha que arcar nesse período.

Cobertura envolvendo terceiros – Outro ponto importante que deve ser observado é cobertura de Responsabilidade Civil Familiar (RCF), que contempla ocorrências envolvendo terceiros. “Se a reforma que você realizou no seu apartamento afetou a casa do vizinho ou se uma planta cai da sua varanda e atinge uma pessoa, se o seu cachorro morde alguém, você pode ficar despreocupado, pois se você contratou esta cobertura, logo, estará protegido das consequências desses episódios”, explica Ney Dias. Estes são exemplos de danos involuntários, corporais ou materiais, causados a terceiros pelo segurado ou por menores de idade sob sua responsabilidade que estão previstos neste tipo de cobertura.

Por fim, é importante não confundir o seguro residencial do apartamento com o seguro de condomínio. No Brasil, por exigência legal, é obrigatório que edifícios possuam seguro de condomínio, que ofereça, no mínimo, proteção contra incêndio ou destruição, parcial ou total. “A maior aceitação do seguro residencial está relacionada à conscientização das pessoas sobre a necessidade de garantir proteção a um dos patrimônios mais importantes que alguém pode conquistar em vida, que é a residência e os seus bens. Esse tipo de seguro oferece diversos benefícios, adequados aos mais variados perfis de clientes”, conclui.

SulAmérica compra Paraná Clínicas por R$ 385 milhões

sulamerica

A SulAmérica informou aos seus acionistas e o mercado em geral que sua controlada indireta Sul América Companhia de Seguro Saúde assinou no dia 5 com o grupo Rede D’Or São Luiz (“Rede D’Or”), contrato para aquisição da Paraná Clínicas, com sede na cidade de Curitiba pelo preço base de R$ 385 milhões.

Fundada em 1998, a Paraná Clínicas é a 5ª maior operadora de planos de saúde do estado do Paraná, com mais de 90 mil beneficiários e com centros clínicos que suportam a eficiência de sua operação, assim como o credenciamento do Hospital Santa Cruz. Em dezembro de 2019 a Rede D’Or divulgou a transação para aquisição destas operações e, com a conclusão da Transação ora anunciada, a operadora Paraná Clínicas passará a ser gerida pela SulAmérica e o Hospital Santa Cruz pela Rede D’Or.

A Paraná Clínicas conta com liderança e corpo clínico de excelente perfil técnico e altamente comprometido com o futuro da empresa. Em 2019, de acordo com dados da ANS, a Paraná Clínicas registrou receitas que totalizaram aproximadamente R$ 200 milhões.

A transação representa um importante movimento para reforçar a posição e relevância da SulAmérica no Sul do Brasil, com um novo padrão de ticket médio, ampliando seu portfólio de produtos e market share na região. Adicionalmente, este movimento representa um marco na história da SulAmérica com a aquisição de uma operação que muito tem a contribuir para melhorar ainda mais a experiência da SulAmérica na sua estratégia de Gestão de Saúde e de Cuidado Coordenado.

A conclusão da transação está condicionada ao cumprimento de determinadas condições precedentes usuais, conforme previstas no respectivo contrato, incluindo a aprovação prévia dos órgãos reguladores competentes. A companhia esclarece, ainda, que a Transação não depende de aprovação em assembleia de acionistas e não ensejará direito de recesso aos acionistas da companhia, uma vez que não se enquadra no art. 256 da Lei nº 6.404/76.

Zurich é reconhecida por suas melhores práticas de diversidade e inclusão do Brasil

Seguradora se destacou, na segunda edição do Guia Exame de Diversidade, por suas iniciativas na promoção de um ambiente de equidade

Fonte: Zurich

A Zurich, seguradora global com 80 anos de atuação no mercado brasileiro, foi reconhecida como uma das empresas com as melhores práticas de diversidade e inclusão do Brasil, na segunda edição do Guia EXAME de Diversidade.

Como uma das duas únicas empresas do setor de seguros que figuraram entre as mais bem pontuadas pelo ranking, a companhia se posiciona no seleto grupo das 52 organizações com nota superior a 7 na avaliação das políticas de desenvolvimento.

Diversidade e equidade são princípios da Zurich e a companhia sempre esteve na liderança de políticas e práticas no sentido de criar um ambiente que ofereça as mesmas condições para cada colaborador desenvolver o seu potencial.

“É muito gratificante estar entre as empresas mais diversas do Brasil no Guia EXAME de Diversidade. É um reconhecimento do nosso compromisso de sempre acolher e valorizar os profissionais e respeitar as diferenças. Estamos no caminho certo”, afirma Edson Franco, CEO da Zurich no Brasil.

O reconhecimento faz parte de uma iniciativa da EXAME em parceria com o Instituto Ethos, que há 22 anos ajuda empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável. Neste ano, o ranking avaliou o desempenho em diversidade de 96 companhias em todo o país. 

Inadimplência é mais perigosa para saúde suplementar do que para outros setores

Fonte: FenaSaúde

 A diretora executiva da FenaSaúde, Vera Valente, afirmou hoje que há uma verdadeira “pandemia de projetos de lei” atingindo os planos de saúde. Ao congelar prestações, suspender reajustes ou permitir a inadimplência, essas iniciativas comprometem não apenas o setor, mas todo o sistema de saúde. 

“A inadimplência na saúde suplementar é mais perigosa do que em qualquer setor. Compromete a liquidez do sistema, as relações contratuais e pode levar à insolvências de várias empresas. E vai se refletir na assistência às pessoas”, disse ela durante o webinar “Saúde Suplementar pós-covid 19: o que deve mudar”, promovido nesta quinta-feira, 4/6, pela Central Nacional Unimed, uma das 16 associadas da FenaSaúde.

A maior parte das propostas legislativas nesse sentido deriva da falta de compreensão sobre o funcionamento da saúde suplementar. “Não existe conhecimento, o que leva a políticas populistas que afetam o setor”, lamentou ela. 

O setor de saúde suplementar funciona como uma espécie de “caixa d’água”, que irriga toda a cadeia: 90% do que hospitais privados recebem e 80% das receitas dos laboratórios de medicina diagnóstica têm como origem os repasses dos planos de saúde. Essas interconexões, contudo, nem sempre têm sido levadas em conta pelos legisladores. 

O PL 1.542/2020, por exemplo, aprovado no Senado nesta semana, impôs congelamento no valor das prestações por 120 dias, sendo que operadoras ligadas à FenaSaúde, por iniciativa própria, já haviam suspendido todos os reajustes de contratos de planos individuais, coletivos por adesão e empresariais até 29 vidas por 90 dias, até 31 de julho. 

“As operadoras estão muito sensíveis ao que os contratantes estão sofrendo. Existem negociações acontecendo o tempo todo. Ninguém quer deixar ninguém desassistido. Mas o PL, infelizmente, não permite iniciativa da operadora de ir de cliente em cliente. Que se chame a ANS para que ela seja ouvida”, pediu a diretora executiva da FenaSaúde.  

 Como a cadeia é toda interconectada, um eventual enfraquecimento da saúde suplementar afeta também o SUS. Hoje são 47,1 milhões os usuários dos planos e seguros de saúde. Em caso de insolvência de operadoras, principalmente pequenas, beneficiários podem migrar para o sistema público, afetando ainda mais os conhecidos gargalos do SUS. 

Também participaram do webinar o presidente da Central Nacional Unimed, Alexandre Ruschi; o superintendente executivo do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), José Cechin; e o presidente do Grupo Dasa (reúne mais de 40 marcas de laboratórios referência no país), Pedro Godoy Bueno.  A mediação foi do superintendente executivo da Central Nacional Unimed, Rodrigo Guerra.   

Ruschi defendeu mais flexibilização na legislação, a fim de permitir que mais pessoas consigam dispor da cobertura dos planos e seguros de saúde privados. “Chega desse debate ideológico entre sistemas públicos e privados. De que adianta esse enfrentamento? De que adianta ter um órgão regulador que não estimula o aumento do mercado?”

José Cechin previu para o futuro próximo aumentos nas despesas da saúde suplementar, quando os efeitos da covid se somarão à inevitável realização de procedimentos eletivos, por ora postergados. “Teremos o custo covid e o custo não covid”. Hoje, argumentou ele, por um lado a pandemia fez as pessoas desejarem ainda mais contar com um plano de saúde, e por outro estão sendo afetadas pela crise. O balanço final ainda é incerto. 

Enquanto as mudanças na legislação não vêm, Pedro Bueno, do Grupo Dasa, acredita que a união de todos no setor da saúde, algo que já está ocorrendo, é imprescindível para a superação da crise. “Os agente não encontrarão saídas isoladas para esse desafio”, alertou.  

Assista aqui a íntegra do webinar promovido pela CNU

Liberty neutraliza 100% do carbono emitido por seus Guinchos em atendimentos da assistência 24h

A companhia compensa mais de 6 mil toneladas de gases de efeito estufa emitidas em 2019 por meio de projetos de combate ao desmatamento na Amazônia

Fonte: Liberty

No Dia do Meio Ambiente, a Liberty Seguros anuncia sua nova iniciativa de sustentabilidade, focada na compensação dos gases de efeito estufa (GEE) emitidos pelos guinchos leves em atendimentos em 2019 e amplia as ações do Plano Liberty mais Sustentável.

O cálculo para chegar à quantidade de CO2 emitida considerou como base a estimativa de combustível utilizado pela frota de assistência nos mais de 14 milhões de km rodados ano passado. A medição foi realizada pelo Amigo do Clima, programa ambiental voluntário da WayCarbon, cujo objetivo é garantir a transparência e rastreabilidade de atividades de responsabilidade climática feitas por empresas e instituições. 

Com a iniciativa, a Liberty compensa mais de 6 mil toneladas de CO2 por meio da compra de créditos de carbono do Projeto REDD Cikel, que foca em evitar emissões derivadas do desmatamento de áreas amazônicas no município de Paragominas, no Pará. A viabilização do projeto foi feita pela WayCarbon, empresa de assessoria especializada no desenvolvimento de estratégias focadas em ecoeficiência e economia de baixo carbono.

A iniciativa cumpre com um dos objetivos estratégicos de sustentabilidade do Plano Liberty mais Sustentável, que prevê melhorias na gestão ambiental e de resíduos da companhia e está alinhado também aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, que preveem uma série de ações contra a mudança global do clima – ODS 13.

“A mudança climática é um tema latente em nossa sociedade, principalmente quando pensamos no futuro e bem-estar das próximas gerações. É necessário que as companhias se comprometam cada vez mais com ações concretas para mitigar sua pegada de carbono”, comenta Carlos Magnarelli, CEO da Liberty Seguros.

“A sustentabilidade é um dos principais pilares da Liberty Seguros, pois acreditamos que é nosso papel trabalhar constantemente para diminuir nosso impacto ambiental. Começamos com a categoria de guinchos e outros veículos de socorro e, a médio prazo, vamos compensar 100% do carbono emitido pela nossa operação. “, finaliza.