Bradesco Seguros faz imersão no mundo agro, ajusta comunicação e atendimento, e vende mais

Leonardo Freitas bradesco seguros

Uma crítica direta mudou a rota da Bradesco Seguros no campo. Ao ouvir que “o setor de seguros não conhece o agro”, o diretor comercial Leonardo Freitas decidiu rodar polos agrícolas de Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Sorriso e Lucas do Rio Verde. O movimento, que uniu escuta ativa a ajustes concretos, resultou em uma guinada comercial: o portfólio de equipamentos agrícolas passou a cobrir mais de 350 máquinas e as vendas avançaram em dois dígitos.

“Eu não conhecia esse mundo”, admite Freitas. “Voltamos humildes — e transformados. Ao reconhecer que precisávamos aprender, as vendas de equipamentos avançaram em dois dígitos.” O executivo destaca a importância do agro, que responde por 26% do PIB brasileiro, para o grupo Bradesco, mas admite que a linguagem, as rotinas e o tempo de decisão do produtor rural nem sempre se conectavam com os processos de seguros. Formulários extensos, exigência de croquis e anexos eram entraves práticos que distanciavam a proteção das necessidades do cliente.

Para reduzir essas barreiras, a seguradora adotou uma estratégia de imersão. Em Brasília, esteve com representantes do governo; em Campo Grande, promoveu rodada de negócios com 40 empresários; em Cuiabá, dialogou com cooperativas; e em Sorriso e Lucas do Rio Verde percorreu a cadeia do campo, da semente à colheitadeira de R$ 10 milhões.

Dessa escuta nasceram mudanças tangíveis. A cobertura de equipamentos foi ampliada, a carteira da linha cresceu 22% e o vocabulário técnico da comunicação deu lugar à linguagem do produtor. Além disso, a Bradesco Seguros passou a acompanhar o calendário das principais feiras do setor — como Copavel, Cotrijal, Tecnoshow, Bahia Farm Show e Expointer.

O novo formato “Agro Show” consolida a virada: manhãs dedicadas a corretores especializados, em dinâmica de escuta e cocriação, e tardes ao lado dos clientes, vivenciando inovações tecnológicas e a realidade do campo. Inspirado no road show corporativo do grupo, o Agro Show adota a lógica de escuta, síntese e execução. Ideias que viram prática recebem o selo “Você pediu, a gente fez”, em um ciclo que inclui ajustes de produto, jornada e treinamento.

Para Freitas, a virada funcionou por três razões: respeito à cultura local, oferta de coberturas aderentes e corretores especializados no centro da estratégia. “Mais do que vender, buscamos mostrar valor. Em vez de culpar a falta de cultura de seguro, contamos vitórias e convocamos o mercado para crescer conosco”, afirma.

A abordagem também inspira outras frentes da seguradora, como o programa de sucessão “Ciclos”, voltado a famílias de corretores. O objetivo é auxiliar os corretores de seguros a prepararem a sucessão empresarial dos seus negócios. A “jornada” é o percurso de formação, que oferece conhecimento técnico e comportamental para garantir a continuidade das corretoras nas próximas gerações, através de aulas online ao vivo, materiais digitais e parcerias com especialistas. 

A estratégia da seguradora está alinhada as expectativas do banco. A carteira do agronegócio do Bradesco atingiu R$ 130 bilhões no primeiro semestre deste ano, considerando todas as linhas direcionadas a clientes do segmento, não somente as operações voltadas ao produtor rural, segundo informou o banco em agosto. A projeção apresentada pelo banco é expandir a carteira agro em 10% a 15%, impulsionados pela crescente demanda por crédito e pela eficiência do E-agro, que oferece a facilidade do acesso digital para o produtor rural, além do seguro.

A carteira da Bradesco abrange diversos produtos de seguro agro, incluindo o Seguro de Equipamento Agrícola, que protege máquinas como tratores e colheitadeiras contra riscos como incêndio, roubo e danos. Além disso, o banco oferece o Seguro Agrícola,que protege lavouras contra riscos naturais. A carteira também inclui o Seguro Prestamista para Produtor Rural, que oferece proteção financeira em caso de imprevistos, e opções de Seguro de Vida Agro para os produtores e suas famílias. 


Porto Serviço inicia ativação de marca nas lojas Pontofrio 

São Paulo, Brasil 25-11-2021 Retrato de Lene Araújo, VP corporativo e institucional da Porto Seguro na sede da empresa em São Paulo. Foto: ©Fernando Martinho

A Porto Serviço, empresa do Grupo Porto especializada em soluções de assistência e conveniência para carro, casa e empresa, acaba de iniciar a ativação da marca em 22 lojas Pontofrio, distribuídas pelo Rio de Janeiro. 

As lojas selecionadas nessa fase inicial já estão com comunicação visual da marca Porto Serviço para divulgação das assistências disponíveis para contratação, como instalações de TVs e eletrodomésticos (refrigerador, fogão, lava e seca, lavadora e cooktop). 

O objetivo da ativação é ampliar a atuação da Porto Serviço e fortalecer a presença no mercado varejista, além de reforçar que as soluções de serviços da Porto estão disponíveis para todo mundo, até para quem não é cliente Porto. 

 
“Estamos muito felizes com essa nova fase da nossa parceria com o Pontofrio e com a inserção da nossa marca nos pontos de venda físicas. A ação reforça nosso compromisso de democratizar os serviços que oferecemos”, comenta Lene Araújo, CEO da Porto Serviço. 
 
Segundo Rafael Rocha Diretor de Serviços Financeiros do Grupo Casas Bahia, empresa responsável pelas lojas Pontofrio, “a presença da marca Porto Serviço nas lojas reforça o nosso cuidado no pós-venda, oferecendo aos clientes serviços de conveniência executados por uma rede de prestadores qualificada e experiente, com grande capilaridade, confiança e qualidade da marca Porto”. 

 
Em breve, as demais lojas da rede distribuídas pelo Brasil também estarão envelopadas com a marca, bem como o e-commerce.

Indenizações terão valores diferentes conforme idade e renda das vítimas

Fonte: Globo

Um mês depois do trágico acidente com o Elevador da Glória, em Lisboa, que deixou 16 mortos e pelo menos 22 feridos, as famílias das vítimas ainda aguardam pelo início formal do processo de indenização. A seguradora Fidelidade, responsável pelo funcionamento do ascensor para a Carris, criou uma comissão técnica independente, presidida por Duarte Nuno Vieira, professor da Universidade de Coimbra. No entanto, o grupo ainda não se reuniu.

Segundo informações do jornal local Público, já está definido que os montantes a atribuir às famílias das vítimas mortais serão diferentes, de acordo com a idade e os rendimentos anuais de cada uma. No caso dos feridos, o valor dependerá da gravidade das lesões e do grau de incapacidade.

Devido à complexidade, os feridos deverão receber adiantamentos para despesas imediatas de recuperação, que serão posteriormente descontados no valor final da indenização. 

A Fidelidade informou que as compensações levarão em conta fatores como idade, rendimentos, existência de dependentes, despesas médicas e danos não patrimoniais. Nos casos de morte, é necessário apresentar habilitação de herdeiros e declaração de rendimentos. Para os feridos, a avaliação só ocorrerá após estabilização clínica. 

A situação é ainda mais delicada porque as vítimas são de diferentes nacionalidades. Entre os mortos, estão cinco portugueses e 11 estrangeiros de oito países. Entre os feridos, 24 pessoas constam no auto de ocorrência, mas quatro ainda não foram localizadas pela seguradora. 

Há também casos em que coexistem dois seguros, como os das vítimas portuguesas, abrangidas por seguros de acidentes de trabalho. Nestes cenários, as famílias terão de optar por qual seguro acionar. Caso escolham o laboral, o processo seguirá para tribunal de trabalho, que definirá o valor da indenização. 

Enquanto o processo não avança, a seguradora afirma estar a suportar despesas diárias, incluindo funerais, transladações, viagens, alojamento de familiares, reembolsos médicos e repatriamentos. 

Paralelamente, seguem quatro investigações independentes: uma criminal, uma preventiva e duas conduzidas pela Carris — uma interna e outra por auditoria externa.

Pequenas empresas, grandes impactos na saúde corporativa

Por Flávio Bitter, diretor-gerente da Bradesco Saúde

Quando pensamos em saúde corporativa, é comum associarmos esse investimento a grandes companhias. No entanto, a verdadeira revolução silenciosa vem ocorrendo entre as pequenas e médias empresas (PMEs), que têm assumido um papel cada vez mais relevante na promoção de saúde preventiva no ambiente de trabalho. Ao oferecer planos de saúde aos seus colaboradores — o terceiro maior desejo da população brasileira, atrás apenas da casa própria e da educação, segundo pesquisa do Instituto Vox Populi/IESS, essas empresas mostram que tamanho não limita impacto, além de ser uma estratégia de mercado para atração e retenção de talentos.

Das mais de 21 milhões de empresas ativas no Brasil, quase 94% são micro ou pequenas, conforme a base nacional do CNPJ. Apenas nos três primeiros meses de 2025, mais de 1,4 milhão de novos CNPJs foram abertos, segundo o Sebrae. As PMEs respondem por quase 30% do PIB brasileiro, e têm contribuição que varia de 60% a 80% na geração de empregos em carteira assinada no nosso país, segundo dados do Ministério do Trabalho nos últimos anos.

Cada vez mais, a oferta de plano de saúde deixa de ser vista como custo e passa a ser compreendida como investimento estratégico entre os pequenos negócios. Esse investimento se reverte em benefícios tangíveis, como redução de afastamentos, menos gastos com tratamentos emergenciais e, sobretudo, um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo. A Bradesco Saúde testemunha isso de perto: apenas no primeiro trimestre de 2025, registramos crescimento de 7,3% na base de beneficiários dos produtos SPG (Seguro Para Pequenos Grupos) no estado do Rio de Janeiro em relação ao mesmo período de 2024.

Esse cenário também encontra paralelo em outras economias. Na Alemanha, por exemplo, mais de 60% das PMEs oferecem benefícios de saúde ocupacional estruturados, segundo o Institute for Employment Research (IAB). Já no Reino Unido, políticas públicas incentivam pequenas empresas a adotarem programas de bem-estar por meio de deduções fiscais – e os resultados incluem maior produtividade e menor rotatividade. Uma pesquisa de 2024, da Intuit QuickBooks e Allstate Health Solutions (EUA), mostra que 2/3 dos funcionários veem benefícios de saúde como fator crucial no emprego; 78% mudariam se fossem ruins, e mais de 90% ligam satisfação e produtividade a eles. O Brasil começa a trilhar esse mesmo caminho, e o protagonismo das PMEs nesse contexto é essencial.

Na Bradesco Saúde, por exemplo, temos mais de 1 milhão de vidas atendidas em produtos voltados a pequenos grupos, com mais de 166 mil empresas desse porte como clientes. Número significativo, que mostra a relevância das PMEs para o nosso setor. Além disso, das dez empresas PME mais bem avaliadas do ranking publicado pela GPTW – Great Place to Work de 2024 –, que divulga as melhores empresas para se trabalhar no Brasil, 40% contratam os produtos da Bradesco Saúde como política de valorização da saúde dos funcionários e seus familiares. Esse dado reforça que o investimento em saúde corporativa está diretamente relacionado a ambientes de trabalho mais humanizados, colaborativos e com maior retenção de talentos. Empresas que priorizam o bem-estar são também aquelas que crescem com mais consistência e sustentabilidade.

Outro ponto importante é que muitas dessas pequenas e médias empresas também estão investindo em iniciativas complementares, como campanhas de vacinação internas, programas de saúde mental, orientação nutricional e atividades físicas. Essas ações, muitas vezes em parceria com operadoras de saúde, contribuem para a redução de riscos à saúde e promovem uma cultura de prevenção que vai além do consultório médico.

O avanço do aumento do acesso aos cuidados com a saúde no país passa pelas pequenas e médias empresas. Ao investirem em programas de prevenção e promoção da saúde, além de planos odontológicos, as PMEs tornam-se mais do que motor da economia, passando a exercer, também, o papel de agentes de transformação social, promovendo uma assistência contínua e sustentável a seus colaboradores. E mais: elas contribuem para a diminuição da sobrecarga do sistema público de saúde, ao ampliar o acesso ao atendimento médico de qualidade por meio da saúde suplementar. Se quisermos construir um futuro mais saudável, é imprescindível olhar para essas empresas como parte central da solução, em linha com o papel gigantesco que elas têm na nossa sociedade.

MAPFRE lança ‘Seguro Reverso’, modelo que parte do bolso do cliente e foca em canais digitais

mapfre

A MAPFRE lançou no Brasil um novo modelo de produto voltado à inclusão de consumidores no mercado de seguros, por meio de uma proposta flexível e integrada ao ambiente digital dos parceiros. Batizada de ‘Seguro Reverso’, a solução permite que o cliente escolha o quanto deseja pagar e, a partir disso, recebe automaticamente uma proposta com coberturas ajustadas ao valor informado, conforme a necessidade do cliente. 

Com isso, a empresa aposta num modelo de seguro sob demanda, integrado a plataformas de bancos, fintechs, varejos e outros parceiros, dentro da lógica de embedded insurance, formato em que o seguro é oferecido diretamente no fluxo digital do parceiro, como parte da jornada de contratação de crédito, consultoria financeira ou patrimonial, abertura de conta e compra parcelada, por exemplo.

“O Seguro Reverso é uma proposta que respeita o orçamento do cliente e simplifica a jornada de contratação. Ele pode escolher pagar o valor que desejar, como por exemplo R$ 20, R$ 50, R$ 100 mensalmente, e com isso montamos automaticamente o pacote de proteção possível dentro desse valor”, afirma o superintendente comercial de bancassurance e parcerias financeiras da MAPFRE, Lucas Feliciano. “É uma solução pensada para públicos que muitas vezes nunca tiveram acesso a um seguro ou consideravam o produto caro e complexo”, complementa o executivo. 

A cobertura pode incluir diferentes modalidades, como seguro de vida, invalidez, perda de renda, acidentes pessoais, assistência funeral, proteção financeira e residencial, entre outras. O pagamento pode ser feito mensal ou anualmente, e toda a contratação ocorre de forma digital, diretamente no aplicativo ou site do parceiro.

“A lógica foi construir algo que pudesse ser absorvido com naturalidade na jornada e sem ser invasivo. O cliente entende o que está contratando, tem clareza sobre coberturas e limites e pode cancelar a qualquer momento. Em vez de tentar empurrar um produto fechado, damos ao cliente o controle da equação desde o início. A contratação fica mais leve, rápida e objetiva”, explica o executivo. 

MAPFRE fortalece parcerias
 

Segundo Feliciano, o produto foi desenvolvido ao longo de meses em conjunto com parceiros do varejo financeiro, que conhecem profundamente o comportamento dos seus usuários. A iniciativa faz parte da estratégia da MAPFRE de expansão no modelo B2B2C, com foco na distribuição digital e em parcerias estratégicas.
 

Para isso, a seguradora estruturou uma operação dedicada ao desenvolvimento de soluções customizadas para terceiros, com tecnologia modular, APIs abertas e esteiras de integração prontas para diferentes jornadas, desde apps e carteiras digitais até plataformas de crédito e marketplaces. “Hoje conseguimos entregar uma solução completa, que prevê integração técnica, precificação automatizada, emissão digital e gestão regulatória. Isso nos permite operar com agilidade nos ecossistemas dos parceiros e chegar a novos públicos”, afirma Feliciano. 

Além da proposta sob medida, o ‘Seguro Reverso’ também reflete um movimento estratégico na atuação da MAPFRE no país. A seguradora tem ampliado parcerias com plataformas digitais e bancos para operar como fornecedora de produtos modulares, prontos para serem incorporados por diferentes tipos de canais. Com esse modelo, a MAPFRE quer ocupar uma posição diferente no ecossistema, focada não só na venda da apólice, mas também como uma infraestrutura de proteção que pode ser incorporada ao dia a dia de outros negócios.

Nos últimos meses, a companhia reestruturou as áreas de parcerias estratégicas e reforçou a equipe com profissionais do mercado para acelerar essa frente. “A MAPFRE é uma seguradora multiproduto e multicanal, e isso nos dá flexibilidade para entregar proteção de um jeito que realmente funcione para cada público. Estamos abrindo um novo canal de crescimento para o setor. É por isso que apostamos tanto em parcerias estratégicas e reforçamos nosso time para acelerar essa frente com mais consistência”, explica Luciano Bezas, diretor-geral de canais estratégicos da MAPFRE. 

Porto Serviço inicia 5ª turma do programa Técnico do Futuro com 64% de empregabilidade

por Porto

A Porto Serviço, unidade de negócios da Porto especializada em assistências para automóveis, residências e empresas, anuncia o início da 5ª turma do programa “Técnico do Futuro”. Destinado à capacitação profissional em assistências elétricas, hidráulicas e linha branca, o projeto visa preparar novos profissionais para atuar na própria rede, e promover empregabilidade.

Com duração de três meses, o programa oferece treinamentos técnicos e comportamentais, alinhados às exigências dos prestadores atuais da Porto. Na edição anterior, 64% dos participantes foram contratados pelas bases parceiras para prestar serviços para a Companhia. O ciclo atual, iniciado em 15 de setembro, conta com 22 alunos em formação.

Além das habilidades técnicas, os participantes recebem treinamentos comportamentais, preparando-os para o mercado de trabalho e alinhando-os às práticas dos prestadores da Porto. Com um índice de desistência de apenas 10%, o programa demonstra seu compromisso com a formação de novos profissionais e com a inclusão no mercado de trabalho.

“O programa Técnico do Futuro reflete o compromisso da Porto Serviço com a geração de oportunidades reais de trabalho. Ao capacitar pessoas para as áreas de assistência elétrica, hidráulica e linha branca, estamos não apenas atendendo à nossa própria demanda, mas também oferecendo um começo ou recomeço em uma carreira promissora”, comenta Marcelo Sebastião, diretor da Porto Serviço.

Os ciclos de treinamento têm três meses de duração, e os participantes são selecionados a partir da indicação dos próprios prestadores de serviços da Companhia, que já enxergam a aderência dos perfis.

MAG Seguros investe em tecnologia para reforçar relacionamento com corretores e parceiros

A MAG Seguros, seguradora referência em vida e previdência com 190 anos de atuação, anuncia o lançamento do WhatsApp Bot de Campanhas e Incentivos, solução digital desenvolvida para otimizar a comunicação com corretores e parceiros de negócios. A ferramenta será utilizada tanto para autoatendimento – com consultas rápidas e acesso a informações oficiais – quanto para o envio de comunicados e atualizações sobre as campanhas de vendas e incentivos.
 

A novidade amplia o ecossistema conversacional da seguradora, que já conta com um bot voltado ao atendimento. Agora, o foco está no relacionamento comercial, com a proposta de aumentar a oferta de canais de comunicação com corretores e parceiros. A expectativa é alcançar um aumento de 20% na taxa de conversão em comparação ao uso exclusivo de e-mails.
 

“O futuro é conversacional. Com o WhatsApp Bot, damos um passo importante para fortalecer a experiência dos especialistas e corretores, oferecendo um canal direto, ágil e alinhado aos hábitos digitais do mercado”, afirma Leonardo Lourenço, Diretor Estatutário de Marketing, Comercial, Tecnologia e Operações do Grupo MAG.
 

Pilares da comunicação 360º da MAG

O lançamento do WhatsApp Bot da MAG se soma aos principais canais que compõem a estratégia de Comunicação 360º da seguradora, cada um direcionado a públicos específicos:

A solução foi desenvolvida sobre a plataforma oficial da Meta e integra a estratégia de inovação da MAG Seguros, que vem investindo em comunicação digital para tornar sua operação mais acessível, interativa e escalável. O novo canal já está disponível no número (21) 97361-9895, dedicado exclusivamente a fornecer informações sobre as campanhas de vendas e incentivos da seguradora.

Setor de seguros realiza evento para apresentar temas que serão debatidos durante a COP30

A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) realiza, no dia 8 de outubro, às 14h, em Brasília (DF), o evento Pré-COP30 – A Casa do Seguro. O objetivo principal é apresentar a agenda climática do mercado segurador, destacando os eixos centrais que guiarão a programação de conteúdo da Casa do Seguro durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que será realizada em Belém (PA).

O encontro reunirá autoridades governamentais, parlamentares, lideranças setoriais, executivos de sustentabilidade, além de representantes do Terceiro Setor, e apresentará a estratégia de posicionamento do mercado brasileiro de seguros diante das mudanças climáticas extremas.

A abertura do evento será feita pelo presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, que dará destaque às ações que o setor já vem desenvolvendo sobre o tema das mudanças climáticas, com ênfase na atuação inédita do tema de seguros inserido na programação oficial da COP30. Em seguida, o presidente da Escola Nacional de Seguros (ENS), Lucas Vergílio, abordará o tema da educação para um mundo mais seguro e sustentável.

O restante da programação inclui painéis de discussão sobre temas como:

  • Seguros para soluções baseadas na natureza e agronegócio sustentável (com representantes do Ministério do Meio Ambiente – MMA, FGV Agro e Sociedade Rural Brasileira – SRB);
  • Infraestrutura resiliente e proteção de investimentos (com representantes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES e da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base – ABDIB);
  • Seguros como instrumento de proteção social (com representantes da Superintendência de Seguros Privados – Susep, da Organização das Cooperativas Brasileiras – OCB e da Microinsurance Network);
  • Finanças Sustentáveis (com representantes do Ministério da Fazenda – MF, da Federação Brasileira de Bancos – Febraban, da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais – Anbima e do Instituto Clima e Sociedade – iCS).

FenSeg reúne reguladores e setor de transporte para debater novas regras do seguro de carga

 A Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) promoveu, nesta quarta (1/10), o 1º Encontro Técnico de Seguro de Transportes, que reuniu as principais autoridades reguladoras, como a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), além de representantes de transportadores, embarcadores e do mercado de seguros. O evento, realizado em São Paulo, contou com transmissão ao vivo pelo YouTube e foi acompanhado por quase 1.500 pessoas, entre participantes presenciais e audiência online.
 

Na abertura do encontro, Danilo Silveira, diretor executivo da FenSeg, destacou o papel da entidade em promover conhecimento técnico e transparência: “Este encontro é um marco para o setor. A FenSeg reafirma seu compromisso em apoiar o desenvolvimento sustentável do transporte rodoviário de cargas por meio da disseminação de informações qualificadas e do fortalecimento das relações institucionais”.


O debate, mediado por Marcos Siqueira e Adailton Dias, presidente e vice-presidente da Comissão Técnica de Transporte da FenSeg, destacou o consenso sobre a importância da nova legislação para a profissionalização e para a segurança jurídica do setor. A mesa de debates foi composta, também, por representantes da Infra S.A., Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC & Logística) e Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA).


A iniciativa da FenSeg teve como objetivo esclarecer os impactos regulatórios e operacionais e alinhar perspectivas sobre a implementação da Lei nº 14.599/2023, que trouxe mudanças significativas ao tornar obrigatória a contratação dos seguros de Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário por Desaparecimento de Carga (RCDC) e de Responsabilidade Civil do Veículo (RCV). 


Essa obrigatoriedade foi prevista desde junho de 2023, com a publicação da Lei nº 14.599. Porém, só começou a se materializar após uma série de regulamentações. A primeira delas foi a Resolução CNSP nº 478, de 26/12/2024, que criou o ramo específico para o RCV (ramo 659). Em seguida, a ANTT publicou a Resolução nº 6.068, em 17/07/2025, definindo as exigências para o Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Carga (RNTRC). Por fim, a Portaria SUROC nº 27, de 07/08/2025, estabeleceu os procedimentos para comprovar, junto à ANTT, a contratação dos seguros obrigatórios (RCTR-C, RCDC e RCV) nas inscrições e renovações do RNTRC. Assim, a obrigatoriedade passou a ter efeito prático a partir de 7 de agosto de 2025, aplicando-se às novas inscrições e renovações no registro.


Fiscalização e integração de dados


Um dos anúncios mais importantes veio de José Aires Amaral Filho, diretor da ANTT. Ele confirmou que a fiscalização da obrigatoriedade dos seguros já está em curso de forma presencial e anunciou o desenvolvimento de um sistema eletrônico integrado. “Estamos trabalhando em uma integração de banco de dados com a CNSeg. A expectativa é que, a partir de março do próximo ano, a fiscalização seja automatizada, vinculando as apólices de seguro diretamente ao Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC)”, explicou Amaral. Ele também ressaltou que o Manifesto Eletrônico de Carga (MDFe) será um documento fundamental nesse novo processo de controle.


SUSEP esclarece pontos da regulamentação


Jéssica Anne de Almeida Bastos, diretora da SUSEP, detalhou o cuidadoso processo regulatório que culminou nas novas normas, incluindo a realização de consultas e uma audiência pública para garantir a participação de todos os agentes. Um ponto de grande interesse do mercado foi esclarecido: o seguro facultativo de automóvel (RCF-V) não substitui a nova apólice obrigatória de RCV. “Criamos um ramo específico para o RCV (0659) para trazer clareza e facilitar a operação e a supervisão. Embora apólices antigas de RCF-V possam ser aceitas durante a transição, as novas contratações devem ser feitas no ramo correto”, afirmou. Ela também informou que a SUSEP está analisando uma provocação do mercado sobre a extensão da cobertura do RCV para veículos descarregados, ponto que pode ampliar o escopo previsto em lei.


A visão dos transportadores


Representando as empresas de transporte, Eduardo Ferreira Rebuzzi Filho, da NTC & Logística, celebrou a nova lei como uma “grande conquista” que traz segurança jurídica ao transferir a responsabilidade da contratação do seguro para o transportador. A principal preocupação, segundo ele, é garantir que o custo adicional seja repassado ao valor do frete, evitando a concorrência predatória.


Do lado dos transportadores autônomos, Alziro da Motta Santos Filho, da CNTA, enfatizou o caráter social da medida. “Para o caminhoneiro autônomo, cujo único patrimônio é muitas vezes o caminhão, essa lei é uma proteção fundamental. Garante que, em caso de acidente, ele não perca seu instrumento de trabalho e sua fonte de renda”, declarou, ressaltando o desafio de comunicar e educar a base de caminhoneiros sobre seus novos direitos e obrigações.


Marcelo Vinaud Prado, diretor de Mercado e Inovação da Infra S.A., ressaltou o papel da tecnologia: “A integração dos dados via MDFe e DTe será fundamental para viabilizar o acesso das seguradoras às informações dos embarques, com segurança e respeito à privacidade dos transportadores”.


Rodinei Silva, coordenador da Comissão de Transportes & Cascos do Sincor-SP, também participou do encontro e reforçou a importância da atuação dos corretores de seguros: “O corretor é peça-chave nesse processo. É ele quem orienta o transportador sobre as coberturas adequadas e garante que a contratação esteja em conformidade com a legislação”.


Próximos passos


Marcos Siqueira afirmou que “a obrigatoriedade dos seguros representa um avanço na proteção da cadeia logística e exige que todos os agentes estejam alinhados quanto às responsabilidades e à documentação exigida”. Já Adailton Dias reforçou: “Estamos diante de uma mudança que exige adaptação e entendimento técnico. Nosso papel é garantir que o mercado compreenda os impactos e esteja preparado para atender às exigências com segurança e eficiência”.

Siqueira anunciou, ainda, um importante desdobramento do encontro: um alinhamento com a ANTT para a elaboração de um comunicado conjunto que trará mais clareza sobre os novos entendimentos, reforçando a necessidade de foco em acidentes, cujo volume de sinistros é quase o dobro do registrado por roubos.

O evento representou, na avaliação geral, um marco para o alinhamento entre o poder público e o setor privado, reforçando que as novas regras, apesar dos desafios de implementação, são um passo decisivo para o fortalecimento da segurança jurídica e operacional do transporte rodoviário de cargas no Brasil.


Sinistros

Segundo dados da CNseg, o segmento de Seguro de Transportes arrecadou R$ 3,3 bilhões em Prêmios de Seguros no primeiro semestre de 2025, o representa um crescimento de 12,8% em comparação a igual período de 2024. 


Já os sinistros apresentaram um crescimento de 25,2%, impulsionados principalmente pelas ocorrências relacionados a acidentes e roubos de carga, que seguem como as principais vulnerabilidades do modal rodoviário. Isso significa que o mercado segurador retornou mais de R$ 1,8 bilhão aos segurados em forma de indenizações no primeiro semestre do ano.

Pelo terceiro ano consecutivo, Grupo Bradesco Seguros é eleito uma das empresas mais inovadoras do Brasil pela MIT Technology Review

O Grupo Bradesco Seguros foi novamente reconhecido entre as empresas mais inovadoras do Brasil, conquistando, pela terceira vez, o prêmio Innovative Workplaces, concedido pela MIT Technology Review. O levantamento, que chega à sua quarta edição, destaca as organizações que promovem ambientes favoráveis à criatividade, colaboração e experimentação como motores de transformação.

O reconhecimento é resultado de uma cultura de inovação consolidada no Grupo Segurador, centrada nas pessoas e na criação de soluções que integram eficiência operacional, impacto positivo e visão de futuro. Entre as iniciativas que contribuíram para essa conquista está o DesBRAva, programa que forma agentes internos de inovação, capacitando funcionários com metodologias e visão estratégica para liderar transformações em suas áreas de atuação.

Outro destaque é o Festival de Inovação, evento interno que promove o compartilhamento de boas práticas, palestras com especialistas e atividades de cocriação, estimulando o protagonismo dos times e fortalecendo a ambidestria organizacional. A companhia também investe em mecanismos como o Programa de Beta Testers, que permite a participação ativa dos funcionários na validação de novas jornadas digitais antes de sua implementação.

Essas práticas têm impulsionado maior integração entre áreas, agilidade na tomada de decisões e fortalecimento do senso de pertencimento. A jornada de inovação tem se consolidado como valor transversal a todas as frentes do Grupo, promovendo avanços na maturidade digital e na capacidade de adaptação frente aos desafios emergentes.

“O reconhecimento do MIT reforça o nosso entendimento de que inovação não é um departamento, e sim uma atitude coletiva. Trata-se de uma jornada contínua, que integra pessoas, processos e tecnologia para gerar valor real”, afirma José Loureiro, Diretor de Inovação, Digital e Dados do Grupo Bradesco Seguros.