Chubb registra prejuízo de US$ 331 milhões no segundo trimestre

“Por que você me diz como serão os próximos seis ou nove meses? Ninguém sabe. Há uma grande incerteza “, disse Greenberg durante a teleconferência com analistas

A Chubb Ltd. registrou um prejuízo líquido no segundo trimestre, principalmente devido às perdas do COVID-19, e seu principal executivo alertou na quarta-feira que as pandemias não são seguráveis em uma ampla base, sem que o governo federal desempenhe um papel importante.

O presidente e CEO Evan Greenberg disse que o COVID-19 é uma “catástrofe global lenta” sem limites geográficos ou de tempo e que afeta os dois lados do balanço.

A Chubb divulgou na terça-feira um prejuízo líquido de US$ 331 milhões no segundo trimestre, em comparação com um lucro líquido de US$ 1,15 bilhão no mesmo período de 2019. No primeiro semestre de 2020, a Chubb sofreu uma perda líquida de US$ 79 milhões, em comparação com um lucro líquido de US$ 2,19 bilhões no mesmo período de 2019. O índice combinado se deteriorou para 101% no primeiro semestre, em comparação com 89,6% no mesmo período de 2019.

Como anunciado anteriormente, as perdas líquidas de catástrofe de Chubb de US$ 1,51 bilhão incluíram US$ 1,16 bilhão de perdas de pandemia de COVID-19, US$ 353 milhões em perdas de responsabilidade civil entre outras.

Em uma teleconferência na quarta-feira, Greenberg alertou que a perda de COVID-19 é a melhor estimativa da Chubb para a perda final em seu balanço e seus passivos decorrentes da pandemia.

“Nós acertamos exatamente? Deus sabe. Existe risco em torno disso? Claro que sim. Porque você me diz como serão os próximos seis ou nove meses? Ninguém sabe. Há uma grande incerteza “, disse Greenberg durante a ligação.

O índice combinado da Chubb no segundo trimestre foi de 112,3%, em comparação com 90,1% no mesmo período de 2019. A frequência e a gravidade na maioria das linhas de negócios estão se beneficiando porque as atividades comerciais estão em baixa, disse Greenberg.

Embora a redução da atividade econômica tenha um impacto negativo no crescimento, a Chubb está se beneficiando de condições favoráveis de subscrição de propriedades comerciais e responsabilidades. “Esperamos que a Chubb tenha um crescimento positivo da receita durante todo o ano”, disse Greenberg.

Os prêmios líquidos emitidos no segundo trimestre, em US$ 8,36 bilhões, aumentaram 0,1%, enquanto os prêmios líquidos de seguros gerais foram de US $ 7,74 bilhões, queda de 0,4%, disse Chubb. Os prêmios líquidos emitidos foram reduzidos em US$ 191 milhões para refletir os ajustes de exposição nas políticas em vigor da Chubb devido ao COVID-19, disse o documento.

“Nos mercados em que crescemos, melhoramos a taxa de exposição na maioria das linhas de produtos comerciais”, disse Greenberg. As taxas gerais no seguro corporativo norte-americano aumentaram 14% e, nas principais contas. As taxas aumentaram 21% em riscos especiais. As taxas de sinistros subiram mais de 25,5% e as linhas financeiras aumentaram mais de 18,5%.

Nas operações internacionais de seguros gerais da Chubb, as taxas subiram 16% nos negócios internacionais de varejo e 20% no atacado de Londres.

Durante a conferência, Greenberg também comentou sobre as tentativas de clientes com acoes judiciais para pressionar o pagamento da cobertura de lucro cessante que na maioria das vezes não existe. “A cobertura para pandemia nunca foi contemplada nas apólices padrão de lucro cessante e, portanto, nenhum prêmio foi cobrado por esses riscos”, disse ele.

No entanto, o setor tem um papel importante a desempenhar em uma solução potencial de risco de pandemia, disse ele. A Chubb apresentou recentemente seu próprio plano de pandemia de compartilhamento de riscos, apoiado pelo governo.

A Chubb também apoia ativamente os esforços republicanos de fornecer um porto seguro para que as empresas atenuem futuras reivindicações de responsabilidade relacionadas à pandemia, disse Greenberg.

Impor às empresas o ônus da responsabilidade é “uma despesa adicional que, em última análise, beneficia um setor, seria uma farsa e uma vergonha”, disse ele.

Bradesco Seguros registra resultado operacional de R$ 3,7 bilhões de abril a junho

O resultado das operações de seguros, previdência e capitalização totalizou R$ 3,778 bilhões de abril a junho, o que representa alta de 5,1% frente ao segundo trimestre de 2019

O banco Bradesco informou em release que o lucro líquido atingiu R$ 3,8 bilhões no segundo trimestre deste ano, uma importante evolução de 3,2% em relação ao trimestre anterior, mesmo considerando o reforço de provisionamento para cenário econômico adverso que fiz neste trimestre, relacionadas ao segmento Financeiro, no valor de R$ 3,8 bilhões, e R$ 747 milhões relacionadas ao segmento de Seguros.

O desempenho do resultado operacional, cuja evolução de 5,7% foi impulsionada pelo maior resultado advindo das operações de seguros, previdência e capitalização, do excelente desempenho dos custos, com redução de 2,5% frente ao trimestre anterior e do crescimento da margem financeira, originada, em maior parte, pela margem com o mercado.

A performance do resultado operacional do braço segurador no comparativo com 1T20 e 2T19, tem como origem principal, a melhora do índice combinado, reflexo da queda do índice de sinistralidade, em função da redução dos procedimentos eletivos, influenciados pelo distanciamento social no segmento saúde e pela redução da frequência de avisos, impactada pela diminuição da circulação urbana no segmento de automóvel.

Em relação ao resultado financeiro, é justificado pelo comportamento dos índices econômico-financeiros, que impactaram o desempenho das aplicações financeiras, com destaque para renda variável, multimercado e pela redução do IPCA nos períodos.

O resultado das operações de seguros, previdência e capitalização totalizou R$ 3,778 bilhões de abril a junho, o que representa alta de 5,1% frente ao segundo trimestre de 2019.

Abaixo o release do grupo:

O Grupo Bradesco Seguros registrou crescimento de 5,1% no resultado das operações de Seguros, Previdência e Capitalização no segundo trimestre de 2020, em relação ao mesmo período do ano passado. Já na comparação com o trimestre imediatamente anterior, o crescimento foi de 28,9%.

O desempenho reflete a boa performance do Resultado Operacional em função da melhora dos Índices de Sinistralidade e Combinado, influenciados pela redução dos procedimentos eletivos decorrente do distanciamento social no segmento de Saúde, e pela queda da frequência de avisos, impactada pela diminuição da circulação urbana no segmento Auto.

Já com relação ao Lucro Líquido, apesar da melhora dos indicadores de desempenho e do crescimento de 17,5% em relação ao primeiro trimestre de 2020, com aumento de 2,1pp no Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio (ROAE), foi registrada queda de 25,8% na comparação entre segundos trimestres e de 30,9% ante o primeiro semestre de 2019, impactada pelo recuo do Resultado Financeiro, decorrente da queda dos índices IPCA e CDI, e pela constituição de provisões adicionais, como medida prudencial para fazer frente à pandemia da covid-19.

No comparativo dos últimos 12 meses, houve uma evolução de 4,7% na quantidade de Segurados, Participantes em Previdência e Clientes de Capitalização, que superou 29 milhões.

Na área de produtos a seguradora apresentou novas soluções em diversos segmentos. Em Previdência Privada, lançou uma família de fundos que reforça o posicionamento da empresa no mercado, em um momento de redução da taxa básica de juros. Os novos produtos, geridos em conjunto com a Bradesco Asset Management (BRAM) e voltados a clientes com diferentes perfis e tolerância a risco, abrem opções para a diversificação de carteira, com potencial de ganhos no médio e longo prazos.

Em Saúde, foi lançada a Plataforma Saúde Digital, reunindo uma série de serviços e facilidades online para os beneficiários da Bradesco Saúde e da Mediservice. A principal novidade é o atendimento de médicos da rede referenciada por vídeo, com diferentes especialidades disponíveis para consultas a distância.

Além disso, pelo aplicativo Bradesco Saúde, o beneficiário pode realizar consultas imediatas, também por vídeo, com equipe médica dedicada. O serviço está disponível 24 horas, sete dias por semana, incluindo feriados.

Também foram adotadas em Auto e Ramos Elementares medidas para simplificação de processos, como a implantação de autovistoria e autoinspeção, de forma online, e procedimentos online para contratação de seguro de vida.

Com relação aos corretores, a companhia realizou o programa ‘Com Você Corretor’, série de lives com conteúdo informativo sobre gestão comercial e estratégia de negócios, abordando temas como alta performance de vendas, atuação multicanal e conversas consultivas no novo normal para aprimorar a atuação desses profissionais. A ação ultrapassou a marca de mais de 9 mil participações em todo o território nacional

Série “O que mudou com o Covid-19”: Seguros Sura

O blog Sonho Seguro fez um levantamento sobre como as seguradoras têm lidado com as consequências da crise do novo coronavírus. A sétima entrevista desta série foi com Thomas Batt, CEO da Seguros SURA no Brasil..

Quais as ações de voluntariado da seguradora em tempos de isolamento?

Junto com o Grupo Apisul, focado na gestão de cargas de operações de transportes, nós na Seguros SURA entregamos cestas básicas a caminhoneiros nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo. A iniciativa foi em apoio aos caminhoneiros que precisavam seguir com suas viagens para abastecer as cidades e encontravam muitas restrições nas estradas devido ao fechamento temporário de comércios.  Ao todo, foram distribuídas mais de 100 cestas básicas.

Participam de algum grupo de doadores?

Atualmente a Seguros SURA não faz parte de nenhum grupo de doadores, mas recentemente durante a pandemia, realizou a doação de U$140.000 ao hospital das Clínicas de São Paulo para compras de materiais e itens de proteção ao Covid-19. –

Qual a experiência de áreas tradicionalmente fixas no escritório, agora em homeoffice?

Desde o início da crise colocamos em prática nosso plano de pronta resposta para proteger as pessoas e adaptamos nosso modelo operacional com 100% dos nossos colaboradores em home office, mantendo a companhia produtiva e ágil nas mudanças de soluções e clausulados para gerar valor imediato aos clientes. Em pouco tempo de trabalho remoto observamos que estávamos tão produtivos quanto quando estávamos todos no escritório, e ainda criando novo processos. Estamos comprovando no dia a dia que o home office funciona, e que, além da qualidade de vida, e diminuição no tempo em trânsito de muitos colaboradores, a grande maioria  consegue trabalhar de forma produtiva e com qualidade. Fizemos várias pesquisas e conversas com nossos colaboradores e podemos afirmar que experiência com os funcionários tem sido positiva e acolhedora. Além disso temos um grupo na companhia fazendo análises de mercado e do mundo, para trazermos as melhores práticas para a nossa companhia. A Seguros SURA já estava passando por um processo de transformação digital em todas as suas áreas, incluindo Sinistros e Operações, e a pandemia acelerou algumas iniciativas focadas em garantir uma experiencia positiva aos nossos clientes: Reforçamos as ações de simplificação de processo de renovação de apólice, Simplificamos os processos de dispensa de direito de regresso, administração de riscos e vistorias, implementamos a prorrogação automática das apólices, entre outras iniciativas.

Como as empresas estão mantendo a proximidade das equipes e se comunicando em tempos de isolamento?

Procuramos manter uma comunicação próxima e transparente com os colaboradores para tirar dúvidas sobres as ações, iniciativas e mudanças da companhia durante a crise. Nesse momento é muito importante que os colaboradores se sintam acolhidos e já faz parte da cultura da Seguros SURA olharmos primeiro para as pessoas e em seguida para a sustentabilidade dos nossos negócios, e isso nos permitiu entender que somos capazes de sermos criativos e de inovar.  Há diversos reflexos causados pelo isolamento e é muito importante considerarmos o fator psicológico. Pensando nisso, disponibilizamos algumas ferramentas para ajudar os nossos colaboradores, como o acesso online a psicólogos para as pessoas que estão sofrendo de ansiedade e pânico e estendemos esse benefício para suas famílias. Auxiliamos imediatamente nossos colaboradores com profissionais especializados para apoiá-los em caso de contágio. Além disso, as ações de RH e comunicação têm sido fundamentais nesse momento, pois acreditamos que é um dever da empresa estar atenta ao bem-estar de toda a equipe, entender como as pessoas estão produzindo e como essas pessoas estão conectadas consigo mesmas para apoiá-las neste momento de desafios. Realizamos também um trabalho próximo ao todos os líderes, com informações e orientações importantes para liderarem e apoiarem as suas equipes. Realizamos lives e posts sobre medidas de prevenção ao coronavírus, enviamos dicas sobre exercícios e alimentações para a quarentena, lives com profissionais para orientações de meditação, alimentação e l de saúde (psicóloga) sobre a importância de cuidar da mente no período de quarentena. Durante este período realizamos também algumas pesquisas para acompanhar a saúde dos colaboradores. Estamos aproveitando para investir também durante esse período da pandemia, com a contratação de novos executivos: Lucas Di Bin, como vice-presidente de Riscos, Márcio Lossurdo, Diretor de Seguro Garantia, e Javier Rehbein, como Diretor de Soluções de Vida.

Como minimizar o impacto nas vendas neste momento: campanhas, treinamentos on-line, incentivo de vendas, visitas virtuais?

A Seguros SURA vem sempre buscando formas e maneiras de potencializar os seus corretores, parceiros e clientes e consideramos que este período temos que ajudar ainda mais. É curioso como o contexto da pandemia nos permitiu enxergar como a nossa estratégia, tanto a da companhia quanto a do comercial, é consistente. Evidenciamos junto aos nossos corretores e parceiros que somos uma empresa de atendimento próximo, humanizado, acessível, ágil e capaz de não apenas desenvolver negócios, mas, também aportar e apoiar na sustentabilidade de suas empresas de acordo com suas necessidades. Desde o começo da pandemia, tivemos que tomar algumas atitudes rápidas para minimizar o impacto nas vendas e que pudéssemos seguir perto dos nossos corretores. Nos adaptamos rapidamente às novas ferramentas para darmos continuidade aos negócios e a visita virtual possibilitou que mantivemos nossa proximidade para alavancar ainda mais as vendas da SURA, corretores e parceiros. As lives se tornaram um importante meio de comunicação e nesse momento tem sido fundamental para mantermos essa proximidade. Realizamos diversos encontros virtuais com os corretores, entre eles muitas lives sobre sustentabilidade. Seguimos uma comunicação constante para suporte e alinhamento de informações de encontro com as necessidades dos clientes. Além disso, efetuamos uma pesquisa que mostrou que a satisfação dos corretores com a Seguros SURA, foi mais de 60% e o engajamento com a nossa companhia aumentou ainda mais, o que prova que estamos no caminho certo. Com isso, desenvolvemos também o Sura Talks, um bate-papo em nosso canal do YouTube que deve se perpetuar ao longo do tempo como forma de prover conhecimento e desenvolvimento do canal.

Com o distanciamento, eventos presenciais estão proibidos. Poderão ser online? Se já estão agendados, passar mais detalhes.

Sim, os eventos online são uma excelente forma de mantermos os eventos vivo, porém também tiveram que ser repensados e adaptados a esta nova realidade. Para os colaboradores, pensando na interação com as equipes, produzimos eventos on-lines como a Live “SURA tem Talento”, realizada com os talentos internos, incentivando a arte de diversas formas como canto, performance com instrumento, declamação de poema/poesia, etc. Realizamos também o Arraiá Mundo SURA, uma festa virtual com os colaboradores com diversão e brincadeiras, concurso de fantasia/decoração.  Os dois eventos foram muito bem avaliados e tiveram a participação e engajamento de um número muito grande de colaboradores. nAlém disso, recentemente lançamos uma nova iniciativa de eventos online chamada SURA TALKS, onde vamos transmitir uma série de lives, criada pela Empresas SURA e organizadas por profissionais da Seguros SURA, para abordar assuntos atuais, de gestão, tendências e iniciativas para ajudar corretores e empresários de qualquer segmento a refletir e se preparar melhor para as mudanças constantes que vivemos.

Que tipo de ações acreditam que o governo poderia endereçar para ajudar o setor segurador?

Sabemos que estamos passando um momento muito delicado e acredito que ainda vai levar um bom tempo para que o país e nossa economia volte ao normal, mas o governo tem um papel importante dentro do mercado segurador e que também deve olhar o setor e gerar novas ações para potencializar ainda mais. Semelhante ao que foi abordado para os bancos através do Banco Central, acreditamos que a Indústria de Seguros deveria ter um alívio nos instrumentos de Solvência e Liquidez para absorção de mais Riscos uma vez que o comportamento de Empresas e Indivíduos passam por mudanças e novas necessidades e também, daria mais capacidade à Indústria neste momento.

Diante das dificuldades sociais, há alguma ação junto a clientes para mitigar riscos de desordem social?

Desde o ano passado a Seguros SURA oferece mentoria gratuita para potencializar startups, micro, pequenas e médias empresas através do Empresas SURA, plataforma da seguradora que conecta e capacita empreendedores de forma gratuita. Com a pandemia, tivemos um aumento de 55% de procura pelos atendimentos por conta das dificuldades enfrentadas por essas empresas em meio à crise da Covid-19, e por isso intensificamos as ações a passamos a oferecer também materiais e serviços de forma online. É uma inciativa que pretende capacitar empresas e fidelizar clientes.

A crise abre oportunidades. Há interesse em aquisições que possam surgir no pós covid?

Entendemos que a crise realmente abre muitas oportunidades! Neste momento estamos focando os nossos esforços para desenvolver produtos, soluções e capacidades que se conectem ainda mais com as novas necessidades dos clientes, e acelerando modelos de negócio como o recém divulgado “On Demand”, que vêm de total encontro a esta nova realidade que estamos vivendo e às mudanças no comportamento do consumidor.

Seguros é destaque em debate sobre como fintechs podem revolucionar as finanças

“No mercado de seguros, afirmou, a oportunidade está em atrair novos consumidores e abrir novos mercados”, afirmou o executivo da Seguros Sura, Marcelo Biasoli

Fonte: Seguros Sura

O digital já faz parte do dia a dia das pessoas e o consumidor se identifica com modelos de negócios que usam tecnologia para prover mais autonomia, experiencia e conveniência às pessoas, afirmou Marcelo Biasoli, diretor de Estratégia de Negócios e Marketing da Seguros SURA no Brasil, durante a live E-Investidor sobre o tema “Fintech: como essa inovação pode revolucionar suas finanças”.

Segundo Biasoli, há um movimento de aceleração onde empresas que possuem o DNA digital ganham maturidade no desenvolvimento de soluções e produtos digitais, e as que querem se tornar digitais começam a estudar e desenvolver projetos onde o consumidor passa a ser o foco. No mercado de seguros, afirmou, a oportunidade está em atrair novos consumidores e abrir novos mercados. “Alguns indicadores mostram claramente esse potencial, onde 30% da frota de veículos do brasil de veículos possuem seguro e dos mais de 230 milhões de celulares ativos no país, menos de 6 milhões possuem produtos de seguro para proteção dos aparelhos. Para isso as empresas devem desenvolver modelos de negócios que se conectem com as tendências do consumidor, produtos que despertem o desejo de consumo das pessoas e ter plataformas com linguagem simples que habilitem o crescimento em escala do negócio”.

Segundo Biasoli, a pandemia quebrou barreiras e vem proporcionando a mudança de hábitos rapidamente, as pessoas que possuem alguma resistência buscam de adaptarem as novas formas de trabalho, a fazer transações financeiras e interagir com pessoas online, usar serviços delivery sem restrições, entre outros. “As pessoas que compreenderem que as mudanças proporcionadas pelo mundo atual fazem parte do seu dia a dia e as empresas que desenvolverem soluções com tecnologias para acompanhar a velocidade, garantir conectividade e testar novos modelos de negócios, serão os premiados no futuro bem próximo.”

A companhia firmou recentemente parceria com a Insurtech Trov, para viabilizar o Seguro Sob Demanda para o mercado, através de parcerias com Instituições Financeiras, empresas de Varejo, Utilities e Plataformas Digitais. “Tínhamos na Seguros SURA a solução, e vimos nesta parceira a oportunidade de agregar conhecimento no modelo para sermos ainda mais assertivos e rápidos como o consumidor e o mercado tem exigido”.

Com a competitividade crescente os preços tendem a ser mais atrativos para o consumidor aumentando a possibilidade de novos negócios no mercado. “As inovações digitais proporcionam experiências diferenciadas para o consumidor, possuem parcerias estratégicas, otimizam processos e trazem uma escalabilidade de negócios significativa. Quanto maior a conveniência e o valor entregue, melhor. O mercado sob demanda tende a crescer cada vez mais no Brasil e no mundo” comenta Biasoli.

A Live E-Investidor reuniu especialistas de várias áreas para discutir sobre a transformação digital, os novos modelos de negócios, a chegada do Open Banking no Brasil, fim do dinheiro físico e novas formas de pagamentos via aplicativos de mensagens.  O conteúdo completo da participação do Marcelo Biasoli na live pode ser assistida no canal do Youtube do E-Investidor em https://youtu.be/fke-2BMBsak

Baixas taxas de juros podem reduzir renda total de aposentadoria em 15%

Mercer Consultoria analisa a necessidade de Entidades, empresas e indivíduos revisarem suas estratégias de investimentos para manter o nível do benefício previdenciário

Nos últimos meses, os planos de previdência complementar e a gestão de seus investimentos, em particular, foram muito impactados por duas grandes mudanças ocorridas no País. Primeiro, as baixas taxas de juros, que em alguns casos aumentaram os passivos dos fundos de previdência (caso dos Planos de Benefício Definido) e, em outros, não permitem alcançar o nível de rendimentos reais para gerar o benefício de aposentadoria esperado (caso dos planos de acumulação, como Contribuição Definida).  Em segundo lugar, a Reforma da Previdência, que aumentou as idades mínimas de aposentadoria e assumiu novas regras de cálculo que resultaram, em geral, em um menor nível de benefício da Previdência Social.

De acordo com o estudo da Mercer, o efeito composto das alterações promovidas pela Reforma da Previdência com o novo momento econômico pode implicar em uma redução de aproximadamente 15% na renda total esperada de aposentadoria para um participante de plano de previdência complementar, sendo que, destes, aproximadamente 3% decorrem da revisão da regra do cálculo do benefício da Previdência Social e 12% da queda da rentabilidade real projetada de 6% a.a. para 3% a.a., conforme o cenário-base de longo prazo para a economia brasileira considerado pela consultoria.

Para o líder da área de Wealth da Mercer Brasil, João Morais, as únicas maneiras para alcançar níveis de benefícios próximos àqueles planejados inicialmente são aumentando o nível de poupança de aposentadoria e diversificando portfólios de investimento para buscar rentabilidades maiores para as reservas.  “Nossa recomendação é que as entidades de previdência complementar compreendam rapidamente o impacto da redução da taxa de juros nas avaliações de seus planos e, se necessário, revejam a estratégia de investimento, buscando outras classes de ativos além dos títulos públicos federais”, diz Morais.

Para que empresas e indivíduos possam manter os benefícios de aposentadoria em patamares sustentáveis, os especialistas da Mercer recomendam algumas ações práticas. Primeiramente, a promoção de programas contínuos e abrangentes de educação financeira para que as pessoas entendam não só a importância de poupar recursos para sua aposentadoria, como também como fazê-lo. Em segundo lugar, gestores de fundos de pensão devem diversificar o portfólio de investimentos para um perfil de maior retorno e risco. “Isso é fundamental para a solvência dos planos e para a manutenção de níveis de benefícios compatíveis com as expectativas dos participantes”, complementa Morais.

O estudo detalhado da Mercer “O desafio de investir – Como investir considerando um cenário de juros baixos e as novas regras da previdência?” pode ser baixado aqui.

FenaPrevi e Abrapp selam parceria inédita

Entidades administram mais de R$ 2 trilhões em recursos de terceiros

De rivais a parceiros. Depois de mais de 40 anos de existência, um movimento inédito sinalizou que de fato vivemos um novo momento no universo de produtos de acumulação de renda. No último dia 27, a Federacao Nacional de Previdencia Privada (FenaPrevi) e a Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), que juntas administram reservas superior a R$ 2 trilhões, firmaram o primeiro convênio de cooperação técnica. Quem acompanha a indústria de previdência complementar sabe que este não é um movimento trivial. 

Antes da pandemia, ter um novo posicionamento estratégico já estava na pauta da FenaPrevi, sob comando de Jorge Nasser, responsável por vida e previdência no grupo Bradesco, e da Abrapp, com apoio do Ministério da Economia. Afinal, há muito trabalho a ser feito para elevar o poder de poupança para a aposentadoria no Brasil, com patamares ainda muito baixo diante dos dez maiores PIBs do mundo.

A pandemia Covid-19 acelerou este processo e o convênio finalmente saiu do papel. A união das duas entidades visa acelerar discussões em torno da forte mudança no cenário econômico e demográfico, que afetam tanto seguradoras como fundos de pensão. A necessidade de reposicionamento estratégico das indústrias tornou-se inevitável neste sentido e a decisão das entidades foi no sentido de potencializar as agendas que são convergentes, principalmente no sentido da discussão de temas técnicos relacionados, bem como ações que ajudem a desenvolver mais a educação financeira da população, além de outros projetos para o fomento das indústrias diante da reforma da Previdência e conscientização das pessoas sobre a importância de poupar para viver a velhice.

Segundo fontes que pediram anonimato, esses são os primeiros laços de uma parceria que poderá gerar muitos frutos nos próximos anos. 

Emirates vai cobrir gastos de passageiros que contraírem Covid-19 durante o voo

Apólice foi criada pela NextCare, subsidiária de viagens do grupo Allianz

Aos poucos, as seguradoras passam a ofertar coberturas que incluem a Covid-19. A notícia desta semana é que a companhia aérea Emirates fechou uma parceria com a Allianz, por meio do NEXtCARE, o braço de seguros de viagens da seguradora alemã, para oferecer cobertura de despesas médicas aos passageiros que contraírem o novo coronavírus depois de viajar em suas aeronaves. Em caso de diagnóstico confirmado após o voo, a iniciativa prevê assistência gratuita para passageiros de todas as classes e para todos os destinos. 

O valor de cobertura é de até 150 mil euros, além de uma diária no valor de 100 euros durante o período de 14 dias de quarentena. Para ser beneficiário em caso de contaminação, o passageiro precisa ter viajado pela companhia até o dia 31 de outubro. A validade é de 31 dias após a data da primeira viagem dentro desse período.

Semana passada, o Lloyd’s of London lançou cobertura para proteger as vacinas transportadas.

Perdas com Covid-19 relatadas por empresas de seguros até o dia 23 de julho já superam US$ 20 bilhões

A tabela abaixo foi publicada pelo portal português Eco, com base em dados compilados pela PeriStrat LLC com informação da plataforma Artemis.com e do site Reinsurance News, e englobam 37 entidades.

Seguros SURA amplia time de executivos e potencializa presença no Brasil

sura seguros

Companhia investe no talento humano para acelerar o desenvolvimento dos negócios e continuar gerando valor para a sociedade

Fonte: Sura

A Seguros SURA ampliou o seu time de executivos no Brasil e anuncia Lucas Di Bin, como vice-presidente de Riscos, Márcio Lossurdo, diretor de Seguro Garantia, e Javier Rehbein, como diretor de Soluções de Vida. 

“É uma grande satisfação contar com a expertise destes profissionais para intensificar a nossa estratégia no Brasil, mantendo a companhia preparada para os próximos desafios com conhecimento, talento humano e robustez para identificar novas oportunidades e continuar a transformar os negócios”, afirma Thomas Batt, CEO da Seguros SURA no Brasil. 

A partir de agora, Lucas Di Bin assume a vice-presidência de Riscos da Seguros SURA no Brasil de maneira conjunta com a vice-presidência da mesma área na SURA Argentina, cargo que ocupa desde 2017. O executivo será responsável por garantir a solidez das duas companhias no cumprimento dos compromissos com os diferentes públicos de interesse, de acordo com a estratégia baseada na gestão de tendências e riscos. Bin é atuário formado pela Universidade de Buenos Aires e trabalha na Seguros SURA desde 2009, com experiências anteriores em companhias de seguros. 

Como uma empresa que está sempre a frente das tendências, a Seguros SURA anuncia Marcio Lossurdo como Diretor de Seguro Garantia. O executivo contribuirá com sua expertise de 18 anos de atuação no segmento para trabalhar a nova solução de Seguro Garantia que está sendo desenvolvida pela companhia. Lossurdo é formado em Administração de Empresas pela PUC/SP, com especialização em Análise e Administração de Crédito pela FGV/SP. 

Já o novo diretor de soluções de Vida da Seguros SURA, Javier Rehbein, chega na companhia para agregar com sua experiência de mais de 20 anos no setor de seguros no Brasil e na América Latina, com know how em produtos de vida individual e em grupo, acidentes pessoais, prestamista, odontologia, saúde e desemprego. Nos últimos 5 anos, Javier trabalhou com foco no seguro de vida no Brasil em diferentes frentes do mercado e canais de distribuição. O executivo é Engenheiro Civil Industrial, com MBA em Administração de Empresas. 

“Como gestores de tendências e riscos, estamos construindo o melhor caminho para continuar gerando valor para os nossos clientes, parceiros e toda a sociedade, como uma indústria de proteção que agora também conta com as capacidades dos novos executivos para cumprir o nosso compromisso de apoiar as pessoas diante dos desafios atuais e dos que ainda estão por vir”, conclui Thomas Batt. 

Experiência Zurich, evento realizado no Palácio Tangará em SP nos dois últimos anos, ganha formato digital

Tradicional evento promovido pela seguradora agora é realizado de forma virtual para seus corretores

Fonte: Zurich

Criado em 2017 com o intuito de estreitar o relacionamento com os corretores, aproximando cada vez mais esse público das ações e projetos da Zurich, o Experiência Zurich ganhou novo formato após o início da pandemia. O evento, que tradicionalmente acontece com os parceiros da seguradora em diversas regiões do país, neste ano teve que se readequar ao novo cenário e passou a utilizar canais digitais. Desde maio, a companhia tem realizado semanalmente encontros onlines, com parceiros das cidades de São Paulo, Campinas, Piracicaba, Belo Horizonte, Curitiba, entre outras, com a participação dos diretores regionais.

“Nos adaptamos às condições atuais para manter os laços e o ótimo relacionamento que temos com os nossos corretores, migrando o nosso Experiência Zurich para plataforma digital. Estamos muito felizes, pois este formato está nos trazendo um resultado muito positivo”, diz Marcio Benevides, Diretor Executivo de Distribuição da Zurich.

Nas reuniões, os executivos fazem um brinde à vida e trocam ideias sobre os negócios e os principais desafios da atual situação do mercado e do Brasil. A Zurich continua investindo em uma série de melhorias e está sempre pensando na melhor forma de atender seus parceiros e clientes.

“Esses eventos têm nos proporcionado momentos muito agradáveis com nossos corretores e parceiros. Pequenos gestos podem nos trazer um retorno maior, além dos negócios, principalmente em situações adversas como essa”, afirma Benevides.

Entre os executivos da seguradora presentes nos encontros virtuais, estão: Marcio Benevides, Diretor Executivo de Distribuição Brasil; Alexandre Oliveira, Diretor Regional São Paulo; Peter Rebrin, Diretor Executivo de Personal Lines e Bancassurance; Roberto Hernandez, Diretor Executivo de Commercial Insurance; Luiz Gasperi, Gerente de Relacionamento com Corretores; Luciano Silveira, Diretor Regional SP Interior; Rogerio Gebin, Diretor Regional Minas Gerais e Centro Oeste; e Waldecyr Schilling, Diretor Regional Sul.