Série de webinars técnicos da CNseg estreia no próximo dia 9

Indicadores econômicos e repercussão em seguros em debate

A estreia do 1º WebTec CNseg ocorrerá no próximo dia 9, das 11h às 12h15, e tratará da avaliação de indicadores econômicos recentes e dos reflexos para o setor de seguros. O encontro terá como expositor o economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, Pedro Simões, comentários do professor de economia e decano do Centro de Ciências Sociais da PUC-Rio, Luiz Roberto Cunha, e mediação do Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano.

No WebTec, serão avaliados os dados que mostram que o “vale” da crise aconteceu em abril, por que é interessante olhar o IBC-Br, os principais indicadores internacionais e as formas de retomada econômica – em V,W ou U-  esperadas nos países desenvolvidos, entre outros assuntos.

As inscrições são gratuitas para o evento e podem ser feitas pelo link https://zoom.us/webinar/register/WN_f1U-VMprTF6HuEt64feexA

THB Brasil anuncia nova superintendente de Química & Farma

Jamila Marino é mais uma executiva que agrega ao time de Specialty recentemente montado pela corretora

A THB Brasil, empresa especializada em Gestão de Riscos, Consultoria de Benefícios e Corretagem de Seguros e Resseguros apresenta Jamila Marino como nova superintendente de Química & Farma dentro da área de Specialty da companhia. Ela possui mais de 20 anos de experiência no mercado de seguros, com atuação em grande parte de sua carreira como Risk Manager de um dos principais grupos empresariais do Brasil no segmento Químico, Petroquímico e Distribuição de produtos Farmacêuticos, agrega ao time com o objetivo de prestar consultoria especializada para as empresas do segmento e desta forma estabelecer ainda mais a referência de mercado da corretora para esta indústria.

“Espero poder contribuir, mas também aprender muito nessa nova posição, após passar um tempo na cadeira do cliente. Talvez esse seja o maior desafio, junto com os outros desafios pertinentes à área comercial”, analisa a executiva.

A THB é uma empresa do Grupo AmWINS especialista em corretagem internacional de seguros e gerenciamento de risco. Desde o início da sua parceria com a AmWINS em 2012, a empresa dobrou o valor dos seus prêmios anuais. Sediada em Londres, a THB atende clientes e mercados de todo o mundo com escritórios espalhados por diversos países.

Mitsui Sumitomo registra cerca de 240 pedidos de indenização na região afetada pelo ciclone

Até final do dia 06, o grupo finalizou quase 50% dos avisos recebidos na última semana e já se prepara para um possível novo evento, segundo os meteorologistas

A Mitsui Sumitomo trabalhou com agilidade para atender, em tempo recorde, corretores e seus segurados atingidos pelo “ciclone bomba” ocorrido no dia 30 de junho na região Sul do país. E um novo evento da natureza está previsto para esta semana. Segundo o meteorologista do Climatempo André Madeira, um novo ciclone extratropical, com ventos de até 100km/h, pode passar pelo Sul do país nas próximas 48h.

No seguro residencial, por exemplo, uma equipe de analistas permaneceu em plantão para avaliar os sinistros comunicados, acionar os prestadores de serviços e agilizar o pagamento das indenizações. “O resultado é que, até final do dia 06, finalizamos quase 50% dos avisos recebidos na última semana”, informou o Superintendente de Sinistros da seguradora (automóvel e residência), Marcos Akimoto.

No ramo automóvel, foram autorizados reparos em praticamente 73,3% dos sinistros recebidos. A companhia deverá finalizar o restante até 07. Segundo o executivo, com o intuito de acelerar os processos de indenização, o departamento financeiro apoia a realização dos créditos aos segurados em poucas horas. “Tudo que liquidamos no dia, o segurado receberá no dia seguinte”.

Os dados indicam que clientes de 21 corretoras de seguros estão sendo atendidos em tempo recorde nos três estados do Sul. O atendimento no Call Center também foi alterado, permitindo que o atendente autorize reparo emergencial, recomendando apenas que o segurado tire fotos e guarde a nota fiscal. “Isso dá autonomia ao segurado e permite o atendimento imediato, fundamental nessas ocasiões”, observa o executivo.

Outra alteração importante foi feita na assistência 24 horas, com ampliação de limites de cobertura para despesas em casos de destelhamento, instalação de lona, e tudo o que é mais emergencial no momento em que as chuvas prosseguem, ou seja, quando o cliente precisa proteger o seu patrimônio o mais rápido possível. No total, a companhia registrou cerca de 240 avisos de sinistros até o dia 3 de julho na região afetada pelo ciclone.

No seguro residencial, a maior parte dos sinistros foi registrada no Paraná, com 45%. Já no ramo automóvel, 74% dos sinistros foram comunicados em Santa Catarina, o estado mais atingido no geral.

Já o segmento empresarial teve um total de 116 sinistros reclamados. O estado mais atingido foi Santa Catarina com 73 dos sinistros seguido por Rio Grande do Sul, e depois Paraná. 

Cecilia Pazera, gerente de sinistros empresariais confirmou que o plano de contingência da Mitsui Sumitomo Seguros, em caso de catástrofe, prevê alguns procedimentos que visam dar mais agilidade às regulações, além de permitir ao perito fechar alguns prejuízos durante a vistoria, quando isso for possível.

“Nós ainda temos prazos diferenciados para os atendimentos e emissão de relatórios. Tudo isso visando o foco no processo de indenização aos clientes que é o que realmente importa nestas situações. Nós da Mitsui Sumitomo Seguros agradecemos também a parceria do corretor que é quem pode dar suporte e ter a lucidez que o segurado precisa. Esperamos que todas as pessoas afetadas possam ficar bem e contar sempre com nosso atendimento”, complementa.

Susep estabelece prazo de implantação do SRO com 3 registradoras

B3, CERC e CSD  já estão credenciadas para operar o Sistema de Registro de Operações

Fonte: Susep

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) anuncia que três registradoras, B3, CERC e CSD  já estão credenciadas para operar o Sistema de Registro de Operações (SRO), constituído para o mercado de seguros com o objetivo de aumentar a transparência, a eficiência e a segurança no registro das operações de seguros, previdência complementar aberta, resseguros e capitalização.

Com este novo mecanismo, a Susep espera que o mercado de seguros possa se beneficiar também de sua sinergia com outros produtos e serviços a serem desenvolvidos, como no caso de emissões de ILS, dívida subordinada e outros produtos a serem desenvolvidos. As registradoras credenciadas terão seus sistemas homologados pela Susep antes do fim do mês de julho.

No próximo dia 9, terá início o processo para a elaboração da convenção que definirá a interoperabilidade entre registradoras. Em virtude da demandas da seguradoras para que o processo de homologação e a convenção de interoperabilidade estivesse concluído antes da contratação da registradora por parte das seguradoras,  foi estabelecido o dia 2 de outubro de 2020 como data limite para o fechamento da convenção entre as registradoras credenciadas e a data de 3 de novembro de 2020 será o novo prazo para que as seguradoras que operam seguro garantia estejam com suas apólices registradas no Sistema de Registro de Operações (SRO).

Para as seguradoras que estiverem com seus registros no SRO, a Susep comunica que os quadros do FIP Q14A, Q14B, Q14C, Q14D, Q64A, Q74A e Q100 poderão ser desativados tão logo se confirme o registro. Novos desligamentos do FIP serão anunciados conforme as migrações forem sendo efetuadas.

O modelo de implementação desenhado com o setor será feito em fases e deve estar completo em 3 anos, com o ramo de Seguros Garantia integrando o sistema a partir do início de novembro.

Grupo Mongeral Aegon tem novo diretor de Estratégias Públicas

Arnaldo Lima é Economista e Administrador, formado pela University of Central Oklahoma, nos Estados Unidos

Fonte: Mongeral

O Grupo Mongeral Aegon acaba de criar a Diretoria de Estratégias Públicas. A área que terá como objetivo o planejamento, estruturação, negociação e eficiência dos contratos relacionados a este setor. A posição será ocupada por Arnaldo Lima. O executivo é Economista e Administrador, formado pela University of Central Oklahoma, nos Estados Unidos. 

Ao longo da sua trajetória profissional, Arnaldo foi conselheiro fiscal e de administração de várias empresas, dentre elas a BB Gestão de Recursos, Distribuição de Títulos e Valores Mobiliários (BB DTVM), BB Banco de Investimento (BB BI), o Banco do Nordeste (BNB), Caixa Econômica Federal (CEF) e BNDES FINAME. 

Em passagens recentes, o executivo atuou em ministérios, como Secretário de Educação Superior (ministério da Educação) e como Secretário-Adjunto de Política Econômica (ministério da Fazenda), além de Assessor Especial e Diretor de Assuntos Fiscais e Sociais (ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão). 

Leandro Martins assume conselho da Seguradora Líder

O executivo, que ocupou posições de liderança no Banco do Brasil e na Petrobras, chega à companhia com o compromisso de apoiar o processo de aperfeiçoamento do Seguro do Acidente de Trânsito

A Seguradora Líder conta com um novo presidente no Conselho de Administração. Leandro Martins Alves, nomeado em 1º de junho, é graduado em Engenharia Civil pela Universidade de Brasília e tem MBA em Formação de Altos Executivos pela Universidade de São Paulo. 

Ele chega à companhia com o compromisso de apoiar o processo de aperfeiçoamento do Seguro do Acidente de Trânsito. “Há muitos avanços conquistados nos últimos anos e seguiremos nesse processo de transformação, em um esforço conjunto entre sociedade, Estado e mercado segurador”, pontua Alves.

Segundo entrevista concedida ao jornal Valor Econômico, ele contou que a Seguradora líder busca uma solução negociada com o Ministério da Economia e a Susep para o futuro do produto. Ele acredita que a relação entre a Líder, formada por um consórcio de dezenas de seguradoras, e a Susep se encontra em nova fase. Uma extinção do produto, segundo ele, está descartada. E a seguradora é totalmente diferente do que era no passado, afirma ele. “Ainda assim há necessidade de encontrar uma solução ou caminho e aperfeiçoar produtos, de modo que seja do interesse de todos os envolvidos: da Susep, do Ministério da Economia e da sociedade&r dquo;, d isse, em entrevista ao Valor. Segundo o executivo, a seguradora no momento consolida “várias alternativas e sugestões” que serão encaminhadas à Susep. Eventuais mudanças também precisam ser aprovadas pelo Congresso Federal.

Devido a dificuldades de certas pessoas em receber os pagamentos, criou-se no mercado a figura de um intermediário, conhecida como “procurador”, que auxilia beneficiários no recebimento das indenizações em troca de uma comissão. Em alguns casos, as taxas cobradas são muito altas, podendo chegar a 70%. “Deveríamos desenhar um processo simples para que os beneficiários pudessem pleitear diretamente, sem a necessidade de qualquer intermediário”, disse ele ao Valor.

Leandro Martins Alves iniciou a sua carreira em 1982, no Banco do Brasil, onde ocupou várias posições executivas no Brasil e nos Estados Unidos. Entre as funções, foi vice-presidente de Crédito, de Recuperação de Créditos e de Recursos Humanos e de diretor de Negócios com Governos. Atuou, também, como executivo sênior de subsidiárias do Banco do Brasil.

O executivo também foi diretor da Desenvolve SP, a agência de fomento do Estado de São Paulo, e, posteriormente, presidente da INFRA Asset Management. Entre 2016 e 2019, Leandro trabalhou para a Petrobras, quando foi consultor da presidência, atuando no plano de negócios da estatal e no fortalecimento de sua imagem institucional.

Sompo Seguros implementa plano de contingência para atender segurados atingidos pelo ciclone bomba

Fenômeno que atingiu 171 municípios do Sul do País gerou ocorrências em diversas localidades. Maior parte das comunicações de sinistros foi em Santa Catarina (71%), seguido do Paraná (18%) e Rio Grande do Sul (11%). Entre os segurados da companhia, danos se concentram nos ramos Empresarial (44%), Condomínio (29%) e Residencial (23%)

Fonte: Sompo

A Sompo Seguros implementou um plano de contingência que visa dar atendimento prioritário aos segurados em decorrência do ciclone extratropical, também conhecido como ciclone bomba, que atingiu principalmente a Região Sul do País nos dias 30 de junho e 1 de julho. Só até o dia 2 de julho, cerca de 559 sinistros (ocorrência de danos patrimoniais) foram comunicados à seguradora. Desse total, 71% foi em Santa Catarina, seguido do Paraná (18%) e Rio Grande do Sul (11%).

“A Sompo Seguros já conta com uma política de atuação em eventos de grandes proporções, sobretudo em questões ligadas a fenômenos climáticos, a exemplo de tempestades, alagamentos, chuvas de granizo e até ciclones. Mobilizamos especialistas e uma série de ferramentas que facilitam o atendimento ágil aos corretores de seguros e segurados nesse momento delicado”, afirma Andreia Paterniani, diretora de Sinistro da Sompo Seguros. “Nessas situações trabalhamos com prioridade máxima ao atendimento com o único propósito de indenizarmos os prejuízos no menor prazo possível”, ressalta a executiva. 

Entre os segurados da companhia, danos se concentram principalmente nos ramos Empresarial (44%), Condomínio (29%) e Residencial (23%). Os 4% restantes estão relacionados a outras modalidades de seguros (Riscos Nomeados, Riscos de Engenharia etc). Entre as ocorrências, destelhamentos de lojas, supermercados e casas, quedas de árvores e quebra de vidros são alguns dos danos mais apresentados. “Esses dados são referentes aos sinistros comunicados até 2 de julho. Outros requerimentos devem ser efetuados à medida em que os segurados tiverem oportunidade de comunicar os danos à seguradora. Nossas equipes das oito filiais nos três Estados da Região Sul trabalham em conjunto com a equipe de Sinistros para viabilizar uma conclusão ágil dos processos para minimizar perdas e contribuir para que os segurados possam restabelecer suas atividades o mais rápido possível”, observa Alberto Muller, diretor da Sompo Seguros na Região Sul.  

Segundo os boletins emitidos pelas entidades de defesa civil do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná na terça-feira, dia 30 de Junho e quarta-feira, dia 1 de Julho, 171 municípios foram atingidos na Região Sul. No Paraná, por exemplo, 3.127 pessoas foram afetadas, 10 pessoas ficaram feridas e 666 casas foram danificadas. Já no Rio Grande do Sul, 921 edificações foram danificadas. Em Santa Catarina, que teve o maior número de municípios atingidos, 122 segundo o boletim emitido pela Defesa Civil, os danos patrimoniais ainda estão em apuração, mas já há notícia de nove mortes e duas pessoas desaparecidas.

Seguro de espetáculo na Broadway torna-se mais raro que ingresso para noite de estreia

Fonte: Reuters

Alguns espetáculos enfrentam o risco de apólices que agora excluem coberturas por doenças transmissíveis

Enquanto se recuperam de produções canceladas e teatros fechados, os shows da Broadway, que atraem milhões de turistas a Nova York, estão enfrentando um novo obstáculo para suas reaberturas: a falta de seguro contra a pandemia.

Produtores, diretores, gerentes e corretores de seguros da Broadway contaram à Reuters que alguns espetáculos enfrentam um obstáculo a mais por conta de apólices que agora excluem coberturas por doenças transmissíveis.

“Agora, a maioria das seguradoras, senão todas, apresentou uma exclusão por vírus ou doença transmissível que está sendo aplicada em suas apólices”, disse Peter Shoemaker, diretor de entretenimento da corretora Dewitt Stern, em Nova York.

Shoemaker explica que falou recentemente com corretores na Lloyd’s de Londres para ver se a cobertura especial estava disponível. “Ainda não vi nada que cubra uma pandemia”, disse.

A cautela das seguradoras também tem suspendido a produção de filmes e programas de TV, que precisam de seguros para conseguir o título financeiro para iniciar a produção.

A Broadway, no entanto, está particularmente vulnerável por conta dos grandes números de pessoas necessárias para montar uma grande produção e preencher os teatros numa temporada.

Capemisa avança com investimento em treinamento de corretores e em tecnologia

Seguradora lança a Central do Corretor, um portal que integra funcionalidades e otimiza rotina dos profissionais de venda

“Sabíamos que estávamos no caminho de ser digital, mas não imaginávamos o quanto já tínhamos avançado. A pandemia nos mostrou que fizemos bem a lição de casa. Uma resistência ou outra que tínhamos em usar a nuvem foi superada com a exigência do isolamento para conter o avanço da Covid-19 e nossa equipe e nossos corretores parceiros puderam manter seus trabalhos em homeoffice”, conta Fabio Lessa, diretor comercial da Capemisa Seguradora, que atua em vida, previdência e capitalização. 

A companhia investe em um modelo de negócio onde a segmentação é a estratégia para a obtenção de resultados de crescimento e atua em três linhas de negócios – Vida, Previdência e Capitalização. Os ventos sopram a favor, pois vida e previdência são dois dos segmentos mais citados por estudiosos como tendências de crescimento no “novo normal”, ao lado também de planos de saúde. “O potencial de seguro de vida no Brasil é enorme. Por isso temos investido muito em duas frentes: tecnologia e treinamento”, afirma Lessa. 

A companhia criou uma gerência de Treinamento e Desenvolvimento focada em corretores. São 7 mil cadastrados e 2 mil produtivos. A Capemisa se posiciona como um parceiro de negócio e aposta no desenvolvimento dos corretores, para que eles prosperem, crescendo junto com a companhia. Nos treinamentos, nada de falar de produtos. O conteúdo é voltado para sensibilizar o corretor sobre a importância do seguro de vida e de previdência. Desta forma, ele estará mais bem preparado para entender as necessidades e fazer a abordagem mais adequada aos seus clientes. 

Com a nova gestão, que assumiu há cinco anos, a seguradora passou a apostar no nicho das pequenas e médias (PME). “Em 2017 começamos a planejar a área, no ano seguinte ensaiamos alguns passos e em 2019 capacitamos 76% da base ativa, o que nos traz muita satisfação e também ganhos de produção com a fidelidade de nossos parceiros e clientes”, conta Lessa. Segundo ele, os corretores, que anos atrás pouco atuavam no segmento vida, já estão conscientes da importância do produto no longo prazo. “Uma venda pequena traz muito resultado para a carteira do vendedor, pois este é um seguro de longo prazo”, diz. 

A estratégia tem dado bons frutos. Segundo Lessa, nos últimos 5 anos, a Capemisa registrou crescimento de 290% em PME, com tíquete médio de R$ 150 mensais. No ano passado, a empresa registrou o aumento de 45,74% no faturamento, nesse segmento, em relação à 2018. “Além do treinamento, reformulamos os produtos para facilitar a venda. Hoje os corretores sabem que a companhia é especializada em PME, com produtos que possuem maior aceitação e volume de cobertura”, garante o diretor. 

Central do Corretor – Ainda este ano, a Capemisa trilha um caminho ainda mais digital. “Temos alguns processos com papel. Mas os próximos lançamentos, e teremos dois em breve, são 100% soluções digitais”, antecipou. Um passo importante para isso vem com o lançamento da Central do Corretor, que acaba de entrar no ar. Trata-se de um ambiente online desenvolvido com foco na experiência do usuário. O portal oferece aos corretores um dashboard organizado e com funcionalidades integradas para todos os produtos da companhia. A arquitetura do site o torna intuitivo, com ferramentas que permitem que o corretor possa customizar atalhos e dar acessos específicos para seus colaboradores, garantindo completa autonomia e agilidade nos processos relacionados ao seu negócio.

“Embora o cenário ainda seja complexo, os resultados da previdência privada melhoram entre abril e maio”, diz Nasser

Jorge nasser

“Somos sensíveis ao crescimento da economia e a retomada do emprego”


Abril foi um mês de quedas importantes para a economia em geral e não poderia ser diferente para a indústria de previdência privada. Os prêmios e novas contribuições somaram R$ 4,9 bilhões, volume 47,7% menor que o registrado no mesmo período ano anterior, refletindo o impacto da paralisação de inúmeras atividades na economia. Além disso, a Federação Nacional de Previdencia Privada (FenaPrevi) observou um aumento nos resgates que chegaram a R$ 6,3 bilhões (crescimento de 2,1% frente ano  anterior). A combinação de queda de novos depósitos com aumento de saques resultou em captação líquida negativa de R$ 1,5 bilhão.
 
“Já em maio, a tendência começou a ser revertida e a indústria apresentou sinais de melhora”, ressalta o presidente da FenaPrevi, Jorge Nasser ao blog Sonho Seguro. O volume de prêmios e novas contribuições no mês somaram R$ 7 bilhões. “Além disso, verificamos uma queda nos resgates, que  totalizaram R$ 5,3 bilhões, volume 15% menor que o verificado no ano anterior. Os resgates foram também R$ 1 bilhão menores que os registrados no mês de abril, sinalizando uma tendência de melhoria”, acrescenta.
 
Essa combinação de fatores se refletiu na captação líquida, que fechou o mês de maio no campo positivo. O volume foi de R$ 1,6 bilhão positivo, montante quase R$ 3 bilhões superior ao resultado de abril. “Estamos confiantes que haverá uma recuperação gradativa da previdência privada. Com juros baixos, a previdência privada tem vantagens diferenciais importantes para quem procura um investimento de longo prazo. Seja com o olhar para o tratamento fiscal favorável, para quem declara no formulário completo do IR, ou no número de novas opções de fundos disponíveis no mercado”, afirmou.
 
Nasser também ressalta que o setor depende do andamento da economia. “Obviamente somos uma indústria que depende da capacidade de poupança da população. Somos sensíveis ao crescimento da economia e a retomada do emprego. Passada a pandemia, temos a certeza que o país retomará a rota do crescimento e com isso, voltaremos a ganhar tração e voltar a crescer de forma mais importante”, finaliza.