Segfy e Contabilizei apresentam live sobre o futuro do mercado de seguros

Empresas apostam nas lives e palestras online para ajudar o corretor neste momento de pandemia

A profissão de corretor de seguros vive em constante atualização, todo mês o mercado inova e traz novas opções de produtos e assim, o profissional precisa estar a par dos detalhes para que entre na onda e amplie seu leque de vendas.

Devido ao momento delicado em que estamos vivendo, as empresas estão investindo nas lives e encontros online para manter os corretores atualizados. São diversos tópicos abordados de maneira dinâmica por profissionais capacitados do mercado de seguros.

Parceria em prol do corretor

As empresas trabalham em parceria para trazer conteúdos relevantes aos corretores. Desde Maio, Segfy e Contabilizei produzem as lives “O Corretor do Futuro”, conteúdo que já está em sua 3o edição e sempre com temas relevantes e atualizados sobre o mercado de seguros.

Dielson Haffner, diretor de Vendas e Acionista da Segfy, é um dos palestrantes da live e tem se animado a cada edição com a participação dos corretores. “Em parceria com a Contabilizei, preparamos com muito carinho os conteúdos para cada live. Estamos felizes com o engajamento dos corretores durante as palestras online e pretendemos seguir trazendo mais conteúdos relevantes para que o corretor siga evoluindo constantemente junto ao mercado. Além disso, é um excelente momento para aprender mais e evoluir o conhecimento”.

Outro ponto analisado por Dielson é a necessidade do corretor buscar novos horizontes para a sua corretora, pois o mercado está cada vez mais agressivo e digital. “É fundamental para as corretoras que acompanhem a evolução do mercado. Se faz necessário que o corretor veja o lado positivo das mudanças, a evolução digital do mercado traz inúmeras alternativas para que o corretor possa aumentar seu leque de produtos e consequentemente aumentar suas vendas. Mas para isso é preciso estar sempre atualizado e por dentro do que acontece no mercado tem uma importância significativa na hora do resultado final”.

MAG Live apresenta experiências de corretores e do Chef Batista

Fonte: MAG Seguros

A edição da MAG Live, realizada nesta sexta-feira (3/7), tratou dos desafios e experiências de vida e carreiras dos corretores de seguros e do chef Batista, ao longo de sua trajetória profissional. 

O primeiro painel mediado pelo diretor de varejo da MAG Seguros, Marcio Batistuti, trouxe três corretores que atuam em São Paulo, Bahia e Santa Catarina, expondo suas vivências, fatos curiosos e aprendizados da profissão. 

O corretor Leandro Oliveira, que trouxe a importância da corrida em sua vida pessoal e profissional. Ele fez uma analogia sobre as fases da corretagem e as fases de uma corrida. Desde o momento da preparação a linha de chegada. “Durante a conversa com o cliente, eu trago essa analogia, porque as horas difíceis aparecem para todo mundo em todos os momentos, mas o preparo, a disciplina e o foco te ajudam a chegar na linha de chegada”, comentou Leandro. 

Josy Carvalho trouxe a sua experiência como mãe e profissional. Logo após o nascimento do seu filho, ela precisou atender a alguns clientes presencialmente e levou o bebê, que acabou sendo o sucesso de todo o atendimento. A corretora teve sua primeira vivência em home office mais cedo que os outros, bem antes da pandemia, com a chegada da maternidade. “Nossa profissão nos permite adaptação e flexibilização a todo momento, e eu tive minha primeira experiência antes, o que me mostrou o quanto somos capazes e flexíveis na nossa profissão”, explicou Josy. 

Já a corretora Marlene Postai trouxe a doçura ao atendimento. A profissional, que também é boleira, conseguiu unir seus dons culinários ao atendimento com seus clientes. A corretora, conhecida na região, recebia o pedido de levar um doce durante os agendamentos, e ela sempre o fez. “O doce traz ao cliente o carinho de se sentir lembrado, de ter a certeza que alguém dedicou alguns minutos preparando algo para ele, porque ele é importante. Acho que esse sentimento é que fideliza o cliente”, finalizou Marlene. 

Resenha na cozinha: 

O segundo painel contou com a participação do diretor comercial da MAG Seguros ,Oscar Navarini e do braço direito do chef francês Claude Troisgros, o Batista, preparando sua famosa feijoada. Além de ensinar sobre o prato, ele trouxe experiências de sua vida ao longo da carreira. 

Batista falou sobre como chegou ao Rio de Janeiro e iniciou a carreira profissional. “Eu cheguei ao Rio com 17 anos e vi uma vaga de ajudante no restaurante e pensei em trabalhar e levar dinheiro para casa nos quinze dias que ficaria ali com a minha avó. Eu estou lá há 39 anos.” Falou o chef. 

Quando perguntado por Osmar sobre como sua parceria com o chef francês Claude Troisgros tem dado certo sendo tão longa até mais que alguns casamentos, Batista foi bem direto na explicação. “Num casamento, todo casal briga e se desentende, às vezes por achar que um está mais certo que o outro – e na parceria na cozinha é a mesma coisa. O ponto é aprender a deixar de lado pequenas coisas e evitar o conflito, esse é o segredo, evitar o estresse”, explicou Batista. 

Ainda na conversa, Batista falou sobre o momento em que precisaram fechar as portas dos restaurantes da rede CT por causa da pandemia e como estão seguindo no atual cenário. “Nós tivemos que nos reinventar. Ficamos dois meses fechados e para chefs que não param nenhum dia foi bem difícil. Por isso, nós nos reinventamos criando um delivery, o Do Batista, e tem dado certo”, finalizou Batista. 

Acionamentos de seguros disparam com a passagem do “ciclone bomba”

Passagem do “ciclone bomba” pela Região Sul provocou muitos estragos e reacende alerta para e necessidade dos seguros patrimoniais

Fonte: Sindseg-PR/MS

A passagem de um ciclone pela Região Sul do Brasil na última terça-feira (30/06) causou muita destruição e prejuízo com o registro de imagens de prédios e casas sendo destelhados, árvores caídas sobre automóveis, queda de coberturas inteiras de estabelecimentos comerciais e vários outros danos.

O Coordenador da Comissão Interna de Seguros Gerais do Sindicato das Seguradoras (Sindseg – PR/MS), Luiz Borba, informou que até quinta-feira (02/07) foram mais de 2.300 avisos de sinistros em todo o Paraná, com concentração em Curitiba e região metropolitana. “Principalmente destelhamentos em residências, comércios e empresas com alguns poucos registros de automóveis danificados”, disse Borba, informando que em algumas cidades do interior do Paraná também houve danos pontuais de grande proporção.

De uma maneira geral vem aumentando a consciência dos brasileiros sobre a necessidade de fazer também o seguro residencial e empresarial, além da proteção do automóvel, mas os índices ainda são baixos em relação a outros países. A estimativa é de que apenas 25% da frota circulante no país é segurada e 15% das residências e empresas têm seguro com cobertura de vendaval. 

Apesar dos números ainda tímidos, o presidente do Sindicato das Seguradoras, Altevir do Prado, afirma que houve um avanço significativo nos seguros patrimoniais no Paraná no primeiro quadrimestre deste ano. “Os seguros patrimoniais cresceram 24,5% no Paraná de janeiro a abril de 2020. É interessante observar que nos últimos meses contabilizados, março e abril, quando já estavam presentes os efeitos da pandemia, o crescimento dos seguros patrimoniais foi ainda mais acentuado, praticamente o dobro dos meses anteriores”.

De acordo com o representante das seguradoras, eventos como o “ciclone bomba” e sua repercussão na mídia normalmente provocam uma corrida momentânea pelos seguros patrimoniais. Mas segundo ele, “o ideal seria uma maior conscientização das sociedade no sentido preventivo, de enxergar o seguro como uma necessidade para a manutenção do patrimônio e continuidade das empresas”. 

O preço do seguro residencial no Brasil é relativamente atraente considerando o rol de garantias inseridas e serviços assistenciais. Dependendo das coberturas contratadas e do tipo de construção, custa em torno de 0,15% do valor do imóvel.

Já o custo do seguro empresarial (escritório, comércio e indústria) é mais difícil de precisar uma média em função da multiplicidade de variáveis, como ramo de atividade, sistema de prevenção, construção, localização, entre outros.

Autorização para que as entidades reguladas pela Susep emitam dívida subordinada começa a ganhar corpo

Fonte: CNseg

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) informou, em reunião realizada na segunda-feira, 29 de junho, com representantes da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e de suas federações associadas, que em breve será colocada em Consulta Pública minuta de Resolução CNSP que autoriza a emissão de dívida subordinada pelos entes regulados pela Susep. 

A dívida subordinada é aquela cujo pagamento se dará somente se as dívidas com preferência de pagamento forem liquidadas. Ela apresenta um risco maior para o investidor do que as demais dívidas com prioridade de pagamento.

As seguradoras e demais entidades sob supervisão da Autarquia devem ter um nível mínimo de capital para operar. Esse capital mínimo requerido (CMR) depende dos riscos a que as empresas estão expostas e é calculado por meios de fórmulas-padrão definidas pelo órgão. Trata-se, portanto, de uma análise estatística sobre as condições de operação da empresa.

Para se avaliar se a empresa está cumprindo essas condições mínimas, compara-se o Patrimônio Líquido Ajustado (PLA) ao CMR. Se o PLA for superior ao CMR, diz-se que a empresa está solvente. Caso contrário a empresa é considerada insolvente e deve buscar ajustar sua situação.

Alexandre Leal, Diretor Técnico e de Estudos da CNseg, explica a razão de ser tão interessante para a empresa emitir uma dívida subordinada ao invés de ser capitalizada por meio de emissão de ações. “A principal questão chama-se custo. O dinheiro levantado por meio de emissão de uma dívida subordinada é mais “barato” do que aquele que é feito pelo intermédio de emissão de ações. Isso faz com que o custo de capital da empresa se reduza, com impactos positivos para todo o setor, inclusive aos consumidores. Com um custo de capital mais baixo, produtos que antes não eram interessantes para a empresa, podem se tornar viáveis, por exemplo”, afirma.    

Até hoje, a única forma de uma empresa se capitalizar com vistas a aumentar o seu PLA é por meio de capital próprio. Emitem-se ações que são subscritas pelos interessados. Em geral, no caso empresas de capital fechado o próprio acionista majoritário ou controlado exerce esse direito.

A dívida subordinada, apesar de contabilmente fazer parte do passivo de uma empresa, ou seja, sua emissão, tudo mais constante, não altera o Patrimônio Líquido (PL) da entidade, tem a característica de aumentar o PLA da mesma. Isso se dá, pois o montante da dívida subordinada é adicionado ao PL para se chegar ao PLA.

Esse tema já vinha sendo discutido há tempos no âmbito da Comissão de Investimentos da CNseg e da FenaPrevi. Fez, inclusive, parte da pauta de temas para discussão no âmbito da Iniciativa de Mercado de Capitais do Ministério da Economia (IMK) sugerida pela CNseg. “Estamos caminhando para uma boa solução para essa questão”, acredita Leal.

D’Or Consultoria promove proteção e vê oportunidades na crise

Em painel ao vivo, Bruno Iannuzzi, CEO da D’Or Consultoria, falou sobre oportunidades e cuidados em meio a COVID-19

Fonte: D’Or Consultoria

Bruno Iannuzzi, CEO da D’Or Consultoria, participou de painel ao vivo da Jornada do Seguro, promovida pela Revista Seguro Total, sobre o tema “Novas Soluções em Saúde e Qualidade de Vida”.

Durante a conversa, o executivo destacou que o cenário criado pela pandemia de COVID-19 foi responsável por acelerar processos que já estavam em curso no segmento da Saúde. “A telemedicina é um exemplo de solução que não é de hoje, apenas precisou ser implantada mais rapidamente. Estamos confirmando tudo o que o setor via como tendências que vinham para ficar”, afirma. 

Ele indica, entretanto, um ponto de atenção: o cuidado para que outras questões ligadas à saúde não sejam deixadas de lado. “Há gestantes que não estão fazendo o pré-natal, devidamente, há hipertensos que não podem fazer o seu acompanhamento de sempre, e dentro da empresa tivemos diversas ações voltadas também para esse lado. Conseguimos preencher muitos gaps”, conta Iannuzzi, destacando ainda a importância da saúde mental em um momento tão delicado.

O CEO da corretora especializada em benefícios explica que a primeira iniciativa da D’Or Consultoria foi a criação do Programa Cuid@r, para os seus mais de 700 colaboradores. “Não é hora do empregador se preocupar apenas com resultado financeiro. Nossa busca não é somente a venda, o movimento dos planos de saúde no país, e sim como atender a todos os públicos com soluções assistenciais, começando sempre dentro de casa”, diz.

Uma vez que se mostrou eficiente, a solução foi levada também para a carteira de clientes da empresa, que conta com cerca de dois milhões de usuários, e até mesmo para empresas que ainda não são clientes. Resumidamente, a plataforma Cuid@r integra todas as etapas do atendimento para identificar sintomas de COVID-19, nível de complexidade de cada caso e encaminhamento médico, tudo isso sem precisar sair de casa – por meio de questionário, atendimento remoto por enfermeiros (nurseline) e, de acordo com a orientação, telemedicina ou telepsicologia. 

Além disso, nessa nova fase em que algumas empresas estão retornando ao trabalho presencial, a D’Or Consultoria tem participado em diversas frentes, desde o auxílio com orientações até a viabilização de testes, garantidas pelo know how do Grupo Rede D’Or São Luiz. “Conseguimos uma entrega de qualidade para os clientes, para que eles possam, assim como nós, cuidar dos seus colaboradores”, avalia o CEO.

Falando ainda sobre o canal de distribuição, o executivo cita o programa AceleraD’Or, por meio do qual a empresa consegue também cuidar dos clientes de seus parceiros de negócios. “Via aquisições e parcerias estratégicas, damos escala a corretoras de plano de saúde, por meio da nossa tecnologia e especialistas, hospitais e parceiros”, ele completa.

“Vejo crise como oportunidade. Estamos também numa crise econômica, há demissões, pessoas sem condições de contratar um plano de saúde completo, e a pior coisa nesse momento seria deixar essas pessoas desassistidas”, conclui Iannuzzi.

Confira a íntegra da apresentação de Bruno Iannuzzi em: https://www.youtube.com/watch?v=3ebx7stG3fs.

Artigo: Tão importante quanto o pacote tecnológico, seguro rural deve ser considerado insumo para o produtor

Artigo escrito por Karine Barros, diretora de Negócios Corporativos da Allianz

Havia no início de 2020 uma expectativa positiva para a economia brasileira, mas praticamente todos os mercados viram tal otimismo ruir logo no terceiro mês do ano, por conta da crise causada pela Covid-19. Porém, no agronegócio, o cenário favorável se manteve. O setor é responsável por pouco mais de 20% do PIB brasileiro e, na safra de 2019/2020, obteve crescimento recorde na produção de grãos, estimada em 250,5 milhões de toneladas, 3,5% superior ao colhido em 2018/2019, de acordo com dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), respectivamente. Os resultados foram alcançados com o aumento na área plantada com as principais culturas, investimento em máquinas e a utilização de pacotes tecnológicos avançados, ações que devem colocar o segmento como protagonista na retomada da economia brasileira pós-crise, segundo avaliações de economistas.

Devido às variáveis de riscos existentes, até que seja feita a entrega da produção, o seguro rural tornou-se uma ferramenta essencial, proporcionando a proteção da renda, permanência do produtor no meio rural e a manutenção da cadeia produtiva. Mas, durante muito tempo, o valor do seguro era considerado alto demais pelos proprietários de terra, gerando, como consequência, uma baixa contratação em relação à área cultivada no Brasil. No entanto, o incentivo do governo, por meio de subsídios, tem sido um grande aliado.

Dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) apontam que foram disponibilizados R$ 440 milhões para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) em 2019, beneficiando 58 mil produtores, com 95 mil apólices e R$ 20 bilhões em importância segurada. Para este ano, o governo aprovou o valor recorde de R$ 1 bilhão para ajudar os agricultores a pagar um seguro.

A forma com que os recursos serão distribuídos aos produtores também mudou, com o objetivo de aumentar a penetração no universo de áreas e culturas. Além disso, é possível enxergar que o Ministério está ativo em várias frentes, com uma preocupação maior na qualidade e gestão da safra, escoamento de produção, formas de minimizar eventuais fraudes, ou seja, focado no desenvolvimento do setor propriamente dito.

Com o passar do tempo, tem sido possível enxergar o melhor entendimento do produtor com relação ao seguro rural, especialmente pelo incremento de corretores preparados para realizar essa oferta. Em 2020, mesmo com o atual cenário, houve um crescimento no ramo, na comparação com o ano passado. Prestes a iniciar a safra de verão, os corretores que trabalham com o produto precisam visualizar e argumentar que é justamente nos momentos de crise que surge a necessidade de preservação do patrimônio, o que nos faz trabalhar com uma perspectiva otimista para a carteira.

TECNOLOGIA E QUESTÕES CLIMÁTICAS

O envolvimento da tecnologia no agronegócio é de conhecimento de todo o mercado. No Brasil, um dos países que tem o setor como um dos principais pilares econômicos, o investimento tecnológico é ainda mais notório. Seja para aumentar a qualidade e a produtividade das safras e, com isso, promover aumento da eficiência produtiva por hectare plantado, ou na aquisição de equipamentos mais adequados para o preparo do solo e colheita. Essas máquinas chegam com valores altos, na casa dos milhões, e com um nível de tecnologia embarcada que potencializa, inclusive, a agricultura de precisão.

Com o produtor investindo em maquinário e também em suas propriedades rurais,  por meio da construção de armazéns, silos e aviários, por exemplo, surge a necessidade de proteção desses bens e o seguro se apresenta como uma solução efetiva e relativamente barata, quando comparado ao  valor da apólice versus o prejuízo que ele pode ter. Tendo em vista que, quando o equipamento é roubado ou sofre algum dano, o proprietário é prejudicado não só pela falta do bem, como da atividade que vai deixar de realizar. Assim como o agronegócio está cada vez mais tecnológico, as seguradoras, que amparam o setor, estão buscando na tecnologia maneiras de explorar novos negócios e garantir produtos que atendam às necessidades no campo.

No Grupo Allianz, existe um hub nomeado de Centro de Competência de Estudos de Agronegócio, que suporta os profissionais que trabalham com seguro rural em todos os países que a companhia oferece o produto, analisando o que está acontecendo no mercado mundial e mostrando oportunidades em diversos países, inclusive no Brasil. Com essa ferramenta, a nossa análise é que ainda há muito o que explorar no país também no que diz respeito à oferta de proteção às questões climáticas.

O clima no campo é um dos principais desafios para os produtores, especialmente porque está fora do seu controle, e pode ser determinante para o sucesso ou fracasso de uma safra quandouma grande seca, um excesso de chuvas ou granizo ocorrem. Importante ressaltar que algumas situações climáticas podem gerar danos catastróficos aos negócios, a exemplo da grande seca que ocorreu na safra de verão 2019/2020, no Rio Grande do Sul, e, em especial, nessa circunstância o seguro rural foi o principal aliado do produtor. Para se ter uma ideia, as indenizações somente nesse episódio no Sul do País podem alcançar R$ 1,89 bilhão, segundo um levantamento do Mapa, com dados do Programa de Seguro Rural (PSR) e do Banco Central. 

Por se tratar de um ramo que lida com sinistros de grandes proporções, é necessária a realização de uma gestão equilibrada da operação por parte das seguradoras, com riscos pulverizados nas diversas regiões do país. Todo este controle e responsabilidade transmite segurança aos clientes no caso de um evento climático que cause prejuízos aos seus patrimônios.

O seguro rural tem se apresentado como um insumo importante para a gestão de risco do produtor e uma linha de negócio consistente para diversificação da atuação e de produtos das seguradoras. Quando avaliado por uma série histórica, com estratégias equilibradas e de longo prazo, é comprovadamente rentável, podendo ser um grande aliado no trabalho com a variação de carteiras das companhias.

Liberty Seguros aciona plano de contingência para reforçar atendimentos no Sul do Brasil

A Fácil Assist, empresa de assistência do Grupo Liberty Brasil, também possui uma rede de prestadores preparada para ações emergenciais

Fonte: Liberty

Com a passagem de um ciclone na região Sul do país nos últimos dias, a Liberty Seguros colocou em prática seu plano de atendimento contingencial e emergencial para dar suporte a clientes e corretores nos locais atingidos. A companhia contabiliza a maioria dos casos reportados nos segmentos residenciais e empresariais, ambos com opções de coberturas adicionais para vendavais em suas apólices.

A fim de mitigar os impactos dos sinistros nas vidas dos segurados afetados com máxima urgência, a companhia implementou uma série de ações para dar mais agilidade aos processos de indenizações e assistências.

A Liberty disponibilizou uma equipe de prestadores de serviço em campo nas regiões que sofreram com o “Ciclone Bomba”, seguindo rigorosamente os protocolos de segurança e prevenção à COVID-19. Além disso, todos os canais de atendimento da companhia estão preparados para atender clientes e corretores com prioridade. A Fácil Assist, empresa de assistência do Grupo Liberty Brasil, também possui uma rede de prestadores preparada para ações emergenciais.

Para agilizar os processos de regulação de sinistros, a companhia ofereceu a opção de vistorias realizadas via vídeo conferência e pagamentos em até três dias úteis após a aprovação da indenização.

“Muitas pessoas foram pegas de surpresa pelo ciclone, tendo suas casas ou negócios danificados e sofrendo consequências de diversas formas. Por isso, a Liberty agiu rapidamente para ajudar os nossos clientes e corretores. A companhia está preparada para atender a todos de forma ágil e acolhedora, para que possam retomar suas vidas o quanto antes”, afirma Mario Cavalcante, Diretor de Massificados da Liberty Seguros.

Susep divulga relatório com principais dados do mercado

O objetivo da iniciativa é colaborar com a visão do mercado sobre os dados no momento atual

Dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) referentes a maio de 2020 sinalizam uma queda de 3% no volume de prêmios diretos de seguros, para R$ 46,81 bilhões em 2020 até maio, comparado a mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). Segmentos de garantia estendida e microsseguros tiveram reduções acima de 18%, enquanto grandes riscos e seguro rural cresceram quase 30%. Os prêmios de seguros de automóveis recuaram 7,5% e os de pessoas, 1,38%.

Trata-se do primeiro relatório da Susep com as informações do setor. A síntese analítica dos principais dados do mercado é uma iniciativa inédita da autarquia. O objetivo é colaborar com a visão do mercado sobre os dados no momento atual, dentro dos processos de modernização da autarquia e do setor que vêm sendo implementados.

Em produtos de acumulação houve um aumento de resgates em comparação com maio de 2019. Enquanto a receita bruta dos produtos de acumulação ficou em R$ 7,1 bilhões em maio de 2020, a captação líquida (contribuições – resgates) foi de R$ 1,8 bilhão, mas já apresentando uma recuperação em relação a abril, quando ficou negativa em R$ 1,3 bilhão. “O movimento de resgates é natural neste tipo de produto em períodos de crise, uma vez que proporcionam maior liquidez ao participante”, informa o relatório.

O índice de sinistralidade em auto caiu da média de 60% nos últimos dois anos para 44% em abril e maio. No acumulado do ano, o índice está em 55%, frente a 61% no mesmo período de 2019. No segmento de pessoas, mesmo com as mais de 60 mil mortes registradas no país com a Covid-19, a sinistralidade segue na média de 30%.

Em crise você deve ser comprador de ativos, afirma sócio da Capitânia em live da Icatu

“Quem investe deve buscar um retorno de 2%, 3% ao ano, dependendo da taxa de risco do fundo, para ir construindo uma gordura de longo prazo na sua vida de investimentos em previdência”

Arturo Profili, sócio-fundador da Capitânia S/A, foi o convidado da live da Icatu Seguros realizada nesta quinta-feira, 02, em seu canal do YouTube. O gestor trouxe suas percepções sobre o período, onde após 3 meses desde o início do isolamento social e lockdowns ao redor do mundo, a maior parte das economias vem reabrindo em diferentes níveis.  

Para o especialista, devido a ação de instituições como o Banco Central, BNDES, o governo e até mesmo os grandes bancos, a crise mais delicada de referência de preço e falta de liquidez já foi em parte revertida. Embora o cenário ainda seja de cautela, com um processo de recuperação de cerca de 18 meses pela frente, o momento já traz uma maior tranquilidade. 

Uma questão importante para a saúde financeira das empresas, mesmo em um cenário desafiador, é a taxa de juros. Arturo explicou que há cerca de 10 anos, uma grande empresa pagava 17% ao ano passa para financiar. Hoje, com as taxas de juros em mínimas históricas, esse valor passa para 5%. Portanto é mais viável para uma empresa se financiar hoje, em um cenário desafiador e gerando menos caixa. 

Sobre a estratégia da gestora para enfrentar três meses tão turbulentos, Arturo resume. “Em uma crise você deve ser comprador e não vendedor de ativos. Estamos sempre atentos para fazer bons negócios em secundários que não seria possível fora desse cenário”, pontua. 

Com a Selic a 2,25% ao ano, o gestor afirma que todo investidor deve analisar os fundos comparando o quanto ao ano ele rende acima do CDI e não o percentuaI. “Quem investe deve buscar um retorno de 2%, 3% ao ano, dependendo da taxa de risco do fundo, para ir construindo uma gordura de longo prazo na sua vida de investimentos em previdência”, afirma Arturo. Arturo finalizou com uma orientação para quem aposta no crédito privado como opção de investimento. “Para esse caso temos dois pontos muito importantes: buscar diversificação e mitigar os riscos construindo uma alocação em diversas gestoras diferentes”, explica. 

Seguro prestamista é visto como desnecessário em programa de crédito para microempresas

“Não cobraremos tarifa de abertura de crédito, nem de seguro prestamista”, diz presidente do BB

Com Agência Estado

A exigência para contratação do seguro prestamista tem gerado críticas de tomadores de crédito interessados no Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), lançado há 20 dias. Segundo fontes ouvidas pela Agência Estado, o custo do seguro tira o apetite das micro e pequenas empresas. “Não deveria ter o seguro prestamista, uma vez que o Pronampe tem garantia do FGO para 100% das operações e até 85% da inadimplência”, explica um executivo de um grande banco, na condição de anonimato, informa o Estadão.

O Banco do Brasil, que administra o Fundo Garantidor de Operações (FGO), começou a operar o como gestor e repassador de recursos. O volume total destinado às micro e pequenas empresas pode chegar a R$ 18,7 bilhões. O BB espera contratar todo o limite de R$ 3,7 bilhões estabelecido às grandes instituições – a cifra muda conforme o porte, de acordo com o vice-presidente de negócios de varejo do BB, Carlos Motta. A demanda chegou a 45 mil empresas interessadas, num total de R$ 2 bilhões em crédito.”É uma linha menos travada e mais simplificada para a micro e pequena empresa”, disse, em conversa com jornalistas, nesta tarde, informa a Agencia.

A meta do BB, porém, é beneficiar 180 mil pequenos e micro negócios, conforme o presidente do banco, Rubem Novaes, informa a Agência Estado. Critico das medidas de isolamento social por conta do estrago econômico no País, ele afirmou que não há escassez no crédito, mas uma demanda “enorme”, que tem sido endereçada. “O Pronampe acerta nas condições de taxa e prazo. Vamos seguir as características gerais e não cobraremos tarifa de abertura de crédito, nem de seguro prestamista”, cutucou o executivo, durante anúncio da linha, em live, hoje.

As condições gerais do Pronampe são as mesmas para todos os bancos. O prazo de financiamento é de 36 meses, sendo oito de carência, com taxa de juros anual de 1,25% mais a Selic (em 2,25% ao ano). O empréstimo é limitado a 30% da receita bruta anual, considerando o que foi declarado junto à Receita Federal.

A Caixa, por exemplo, cobra a Tarifa de Abertura de Crédito (TAC) de até R$ 5 mil, o que diminui o valor contratado na linha em 3%. A tarifa cobrada no programa é praticada em todos os demais produtos de crédito do banco e o seguro prestamista é opcional, segundo a Caixa.