MDS Brasil aposta em seguro para auxiliar empresas a lidarem com processos judiciais

Fabio e Thiago MDS

Parceria entre MDS e EHTS Consulting oferece seguro para mitigar prejuízos causados por ações judiciais de consumidores e traz inteligência para evitar novos litígios  

Fonte: MDS

A Corretora MDS Brasil se juntou com a EHTS Consulting, empresa especializada e com longa experiência na criação de modelos gestão de passivos jurídicos, assim como inteligência e analytics, para lançar solução para ajudar grandes e pequenas empresas a enfrentar essa avalanche de ações. 

Atualmente, no Brasil, segundo dados de 2019 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) divulgados no relatório Justiça em Números, há um volume de cerca de 80 milhões de processos ativos, sendo que, anualmente, 2,5 milhões de consumidores entram com ações judiciais. 

As pequenas e grandes empresas em suas relações com o consumidor enfrentam inúmeros desafios e precisam estar preparadas para gerenciar seus riscos. Os consumidores têm tido papel de protagonismo e buscam, cada vez mais, amparo nas redes sociais e também em tribunais para suas reclamações, por isso o registro de casos não para de crescer.  

São processos até 40 salários-mínimos de condenações/acordos em valores médios de R$ 2.000,00 relacionados a reclamações relacionadas a problemas com voos, viagens canceladas, produtos defeituosos ou não entregues por plataformas de comércio eletrônico, falhas em internet e telefonia, cortes indevidos de água e luz, negativação por falta de pagamento de boletos, e até falta de certificados de conclusão de cursos.  

“Por isso, essas empresas devem estar preparadas para qualquer cenário de insatisfação dos consumidores no pós-venda, ter atenção ao Código de Defesa do Consumidor e se resguardar para eventuais ações judiciais que podem impactar sua receita, seja pelos custos do processo ou pelo pagamento de acordos e indenizações em juízo”, diz Thiago Tristão, Vice-Presidente de Riscos Corporativos da MDS Brasil e CEO Brasil da MDS RE. 

Porque, apesar das ações serem de pequeno valor, o esforço e custos envolvidos na sua defesa ultrapassam a casa de R$ 10 Bilhões anuais, o que inclui Advogados, Sistemas, Custas Processuais, Acordos, Condenações e Serviços de Terceiros. 

O Seguro E&O Consumerista é uma solução que, a partir de pagamento de um valor mensal baixo, permite que as empresas transfiram todos os riscos, custos e o peso da gestão destes processos, além de casos de Procon (como cobertura alternativa), para a Seguradora. 

De acordo com Fábio Floh, Sócio-Diretor da ETHS, a solução parte de estratégias tecnológicas garantindo a redução dos custos com até 30% de economia, aumentando o sucesso da gestão, reduzindo despesas administrativas e de headcount, tudo isso com a enorme proteção natural dos seguros. “Ainda, a empresa se beneficia da simplificação de procedimentos e zera as provisões contábeis relacionadas a essas ações”, afirma o executivo.   

Outra vantagem é a proteção do fluxo de caixa, uma vez que os pagamentos são efetuados diretamente pela seguradora nos processos e não há qualquer franquia para a cobertura. 

Esse resultado só é possível a partir da capacidade da MDS em alocar riscos e a gestão eficiente com tecnologia, automação de processos e algoritmos próprios da EHTS Consulting. 

“Utilizamos a experiência da EHTS Consulting em grandes clientes para definir os fluxos de pagamento e as expectativas de desembolsos. Criamos um modelo único, que une a capacidade de proteção do seguro de riscos à modelagem estatística, financeira e econométrica a fim de quantificar os custos de defesa de forma correta e melhorar a gestão tecnológica. Dessa forma, torna-se possível selecionar os caminhos certos para a proteção das marcas e reduzir despesas”, explica Tristão.  

O Seguro E&O Consumerista abrange todo o fluxo de trabalho para cuidar dos processos da forma mais completa possível, desde o controle, pagamento, orientação e relacionamento junto a escritórios de advocacia, até a gestão das informações (internas e externas), contando também com controle dos pagamentos efetuados pela seguradora.  

“Temos um aparato desenvolvido para gerenciar os riscos e mitigar impactos. Contamos com robôs que trabalham 24 horas por dia, sete dias por semana, e nos dedicamos a aprimorar cada vez mais os controles dos dados de B.I por meio de relatórios e dashboards personalizados. Dessa forma, as empresas podem analisar seus indicadores e ocorrências críticas de maneira autônoma e simplificada, estabelecer ações preventivas e alinhadas ao negócio e, assim, evitar novas ações”, diz Tristão.  

Revista de Seguros faz releitura de “Um mundo em risco” e discute medidas para prevenir e mitigar

Senador Tasso Jereissati participa da edição, em entrevista exclusiva, sobre o novo marco do saneamento básico

Fonte: CNseg

A percepção de que os riscos sanitários podem se tornar mais frequentes e severos nos próximos anos, produzindo efeitos ainda maiores que a própria pandemia da Covid-19, é retratada em matéria de capa da novaRevista de Seguros (nº 913),  editada pela Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg que, em 2020, completa 100 anos de fundação, sendo a publicação especializada em economia mais antiga do País. A matéria revisita o documento “Um mundo em risco” (“A world at risk” em inglês), de autoria do Conselho Global de Monitoramento da Preparação (GPMB), órgão independente vinculado à Organização Mundial de Saúde (OMS) e ao Banco Mundial, e discute com especialistas os protocolos para prevenir e mitigar eventos adversos.  

O novo marco do saneamento básico está entre essas respostas assertivas, e uma entrevista com o senador Tasso Jereissati, relator da matéria no Senado, revela os benefícios das condições higiênicas na sobrevida das pessoas e perenidade dos negócios.  Essas novas normas devem reduzir mortes precoces e internações hospitalares que poderiam ser evitadas, e, no plano econômico, injetar R$ 700 bilhões em investimentos em 10 anos e 60 mil empregos a cada bilhão destinado ao tratamento de água e esgoto. 

Por fim, uma série de reportagens relacionadas aos impactos da pandemia nas vidas e negócios está disponível aos leitores. A edição 913 da Revista de Seguros apresenta o avanço dos atendimentos psiquiátricos de brasileiros no decorrer da pandemia, dos setores mais afetados pelo isolamento social e do amanhã da globalização, sob ameaça de novas restrições à abertura comercial. A perspectiva de consolidação do teletrabalho e do home office com a trégua da pandemia, os rumos da reforma tributária, as ações para destravar os investimentos em infraestrutura e, enfim, o ritmo da recuperação econômica brasileira são outros temas em destaque na publicação da CNseg.

Eduardo Toledo assume a coordenação da Cátedra de Resseguro da ANSP

Fonte: ANSP

Na última semana, o diretor presidente resseguros da Som.us Brasil e Acadêmico da Academia Nacional de Seguros e Previdência – ANSP, Eduardo Toledo, assumiu a coordenação da Cátedra de Resseguro da Academia. As Cátedras são núcleos de estudos permanentes que abordam cientificamente todos os temas pertinentes a seguros, previdência complementar, capitalização e atividades correlatas.

Para Eduardo, assumir a coordenação do grupo é muito gratificante. “Me sinto muito honrado em poder coordenar a Cátedra e colaborar em um ambiente em que os estudiosos contribuem intelectualmente com um só intuito: propagar o seguro. O tema resseguro, que é a área que tenho me dedicado, precisa ser cada vez mais difundido e colocado em pauta e é essa será minha missão”, disse.

Porto Seguro lança seguro fiança mais acessível

Com coberturas mais enxutas, Porto Seguro Aluguel Essencial oferece as principais vantagens do seguro fiança tradicional por um custo até 40% menor e facilita a experiência da locação 

Fonte: Porto Seguro

A Porto Seguro apresenta uma versão mais econômica e simplificada do seguro fiança. Com coberturas mais enxutas, o produto, que recebe o nome de Porto Seguro Aluguel Essencial, chega ao mercado com o custo até 40% menor que um seguro fiança tradicional e oferece, de maneira mais ágil e acessível, as principais vantagens da ferramenta – substituição do fiador ou caução, transferência de responsabilidade do pagamento do aluguel para a seguradora em caso de inadimplência, além da dispensa de comprovação de renda e envio de documentação.  

“Lançamos o Aluguel Essencial para oferecer aos inquilinos e proprietários não só uma garantia sólida, mas uma solução que também proporcione uma experiência mais fácil para que eles concretizem suas locações neste momento de instabilidade financeira”, afirma Rodrigo Elorza, gerente de Riscos Financeiros e Capitalização da Porto Seguro. Segundo o executivo, o processo de aprovação do cliente ocorre automaticamente no momento do cálculo, apenas com o CPF. 

“Visando alcançar as pessoas que também procuram por imóveis para o primeiro aluguel, o Porto Seguro Aluguel Essencial garante a indenização de até 12 vezes o valor do aluguel. Além de substituir o fiador ou caução, os clientes contam com acesso gratuito durante três meses ao Reppara!, plano de assinatura para serviços residenciais do Grupo Porto Seguro. Os inquilinos ainda podem participar de sorteio anual de até R$ 200 mil do PortoCap, título de capitalização da companhia.”

It’sSeg e HDI lançam seguro para telemedicina

21/09/2018 - Thomas Menezes, fundador da ItsSeg - Foto: Gabriel Reis - www.gabrielreisfoto.com

Produto oferece cobertura de atendimento médico remoto; Missão Covid, de médicos voluntários, é o primeiro usuário do novo benefício

Fonte: Empresa

A It’sSeg, terceira maior corretora de seguros independente do país, acaba de lançar o primeiro seguro dedicado à cobertura de riscos para empresas que atuam de telemedicina no mercado brasileiro. A apólice, oferecida em parceria com a seguradora HDI Global, cobre despesas com processos por erro médico (E&O) e riscos cibernéticos relacionados ao uso e vazamento de dados coletados no processo de atendimento. O seguro, entretanto, não cobre o CRM do médico, que precisa contratar apólice específica.

A primeira apólice foi emitida para proteger os profissionais que atuam na Missão Covid, plataforma em que o paciente que apresenta sintomas da Covid-19 é atendido gratuitamente por meio da telemedicina (ligação por vídeo) por um médico voluntário.

“É um produto inovador e essencial neste momento. Ele protege eventuais erros médicos imputados ao uso da telemedicina justamente quando este recurso tornou-se mais intenso. É muito importante que esses profissionais tenham segurança e possam contar com um seguro que respalde a plataforma de telemedicina de possíveis falhas humanas e de cyberataques”, explica Thomaz Menezes (foto), presidente da It’sSeg.

O seguro para telemedicina será oferecido para empresas que oferecem serviços de telemedicina, como empresas de seguro saúde, hospitais e companhias que fazem a terceirização deste tipo de serviço. 

A Missão Covid, a primeira contratante do novo seguro no país, iniciativa criada pelo empreendedor digital  Cristiano Kanashiro,  contratou a cobertura para  250 posições de atendimento médico em suas operações.

A plataforma conta 1200 médicos cadastrados. Mas em média 250 estão atuando ativamente no atendimento a pacientes de Covid 19. “Este número de apólices é suficiente para cobrir os riscos dos profissionais que estão atuando voluntariamente no processo “, diz  Kanashiro.

Desde que a Missão Covid foi ao ar, em março deste ano, cerca de 60 mil atendimentos mensais foram realizados pelos doutores voluntários. “É um risco muito alto que esses profissionais estão correndo. Nossos índices de satisfação beiram os 100%, mas mesmo assim estamos sujeitos a uma falha e a um eventual processo. Com esse seguro, os médicos da plataforma estarão respaldados”, conta fundador da Missão Covid.

A contratação da apólice é coletiva e cobre os custos processuais de defesas judiciais que recaiam sobre o patrimônio do segurado. As coberturas vão de R$ 50 mil reais até mais de R$ 10 milhões. 

“Vamos assistir ao crescimento exponencial dos serviços de telemedicina no país, seguindo uma tendência mundial. Muitos médicos já prestam esse serviço para seus pacientes, por meio do whatsapp, mas não se dão conta dos riscos envolvidos”, diz Carlos Eduardo Sarkovas, diretor comercial da corretora.

Segundo o executivo, os riscos de Cyber e de E&O já existem separados, mas é a primeira vez que que se modela no mercado brasileiro uma apólice que junta estas duas proteções para atender os serviços de telemedicina. “Um erro de diagnóstico dado à distância ou um vazamento de exame de um paciente , agora podem ser cobertos com este tipo de apólice”, complementa.

Com o lançamento a It´sSeg amplia seu portfólio de coberturas oferecidas ao mercado. A corretora administra atualmente uma carteira com 750 mil vidas e 1000 clientes corporativos. “Fazemos consultoria e gestão das carteiras de vida e saúde para as empresas e agora vamos nos fortalecer ainda mais com a oferta de produtos de ramos elementares, que está cada vez mais demandado por organizações da área da saúde”.

Previdencia privada agora tem hub de inovação

O programa é organizado pela Abrapp, Conecta e LM Ventures, e tem como objetivo gerar negócios entre Entidades Fechadas de Previdência Complementar

Fonte: Empresa

A Investtools, empresa de soluções tecnológicas para o mercado financeiro e administração pública, acaba de desembarcar em um novo setor: o dos fundos de previdência privada. A techfin foi uma das 17 selecionadas entre mais de 200 startups para o Hupp!, o primeiro hub de inovação e tecnologia voltado exclusivamente para o segmento da previdência privada, que administra R$ 1 trilhão em investimentos. Com o programa de aceleração, a companhia vai adaptar um software reconhecido há 10 anos para controle do fluxo operacional de gestoras de fundos de investimento.

O programa é organizado pela Abrapp (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar), Conecta e LM Ventures, e tem como objetivo gerar negócios entre Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPCs) e empresas que desenvolvem produtos capazes de agregar valor ao mercado. Através de uma prova de conceito, a Investtools vai propor soluções para problemas reais das entidades participantes. Uma ou mais instituições vão financiar o produto apresentado, que poderá
ser aderido, posteriormente, pelas mais de 250 parceiras da entidade.

A companhia foi escolhida para integrar a solução de Sistemas de Investimento, que busca sistemas que permitam a automatização dos investimentos em diversas classes de ativos. Esta já é uma especialidade da empresa que, com o produto que é seu carro-chefe, o Perform It, viabiliza desde 2010 um software para monitorar as operações de gestoras de forma totalmente automatizada, garantindo um alto grau de segurança da informação.

Para David Gibbin, CEO da empresa, o programa oferece uma oportunidade de adaptar as soluções do Perform It para atender a um mercado inédito para a organização “Nós enxergamos esse momento do mercado de previdência privada de forma muito parecida com a que víamos o mercado das gestoras há 10 anos, quando começamos a implantar o Perform It. Estão utilizando métodos muito complexos e pesados para o controle das operações, e nosso objetivo através do Hupp! é oferecer soluções leves, fáceis de usar, automatizadas e que promovam a transparência. Aplicando essas propostas de inovação, vamos ajudar na transformação digital das entidades de previdência privada”.

O programa de aceleração vai durar nove meses. Além da prova de conceito para apresentação de soluções inovadoras de acordo com as principais demandas das EFPCs, serão oferecidos às startups eventos, atividades e mentorias para aumentar a compreensão sobre o funcionamento do setor de Previdência e auxiliar no desenvolvimento da empresa.

As EFPCs que vão participar do Hupp! são: a BRF Previdência; a CAPEF; a Fundação Itaú Unibanco; a Real Grandeza; a Funpresp; o Fundo de Previdência Mais Futuro; a PreviBosch; a Previ; a Previnorte; a Valia; e a Viva Previdência.

Hapvida compra Promed por R$ 1,5 bilhão

O Promed é a segundo maior empresa do setor na região de Belo Horizonte, com cerca de 11% de participação do mercado

O Estadão divulgou que a operadora de saúde Hapvida fechou três instrumentos de arrendamento ou compra e venda de participações acionárias em múltiplas entidades de saúde. O principal é o acordo para comprar o grupo Promed, que atua na região de Belo Horizonte, em transação de R$ 1,5 bilhão, que inclui a aquisição de três hospitais com 255 leitos. De acordo com a Hapvida, o grupo teve receita líquida combinada de R$ 600 milhões nos 12 meses anteriores a junho deste ano. A aquisição inclui os imóveis de dois hospitais, e do preço de R$ 1,5 bilhão será deduzida a dívida do grupo, de R$ 500 milhões. O Promed é a segundo maior empresa do setor na região de Belo Horizonte, com cerca de 11% de participação do mercado.

Chubb lança plataforma que simplifica a integração com parceiros digitais

“O que antes levava meses, agora pode ser realizado em dias”, disse Sean Ringsted, Chief Digital Officer da Chubb. “É o que chamamos de ‘seguro ao alcance das mãos'”

Fonte: Chubb

A Chubb anunciou hoje o lançamento do Chubb StudioSM, uma nova plataforma global que simplificará e agilizará a distribuição dos produtos de seguro da companhia por meio dos canais digitais de seus parceiros em todo o mundo. A plataforma permite que os parceiros da Chubb nos segmentos de varejo, e-commerce, bancos, fintechs, companhias aéreas, telecomunicações e outras indústrias adicionem novas opções de seguros digitais às suas próprias ofertas de produtos e serviços.

O Chubb Studio fornece às empresas parceiras, acesso digital à ampla gama de produtos de seguros da Chubb para consumidores, incluindo acidentes pessoais, saúde e vida, residencial, telefone celular e viagens, bem como seguro para pequenas empresas. Além disso, a nova plataforma da Chubb também oferece atendimento aos clientes e sinistros às empresas parceiras. “O Chubb Studio oferece rap idez para colocação de produtos no mercado e uma plataforma segura e escalonável com várias APIs para simplificar o processo para os nossos parceiros. O que antes levava meses, agora pode ser realizado em dias”, disse Sean Ringsted, Chief Digital Officer da Chubb. “É o que chamamos de ‘seguro ao alcance das mãos'”.

A Chubb gerencia todas as etapas relacionadas a seguros, como subscrição e sinistros, que são incorporadas digitalmente no Chubb Studio, permitindo que os parceiros implementem rapidamente as soluções de seguro para sua base de clientes. A nova plataforma oferece uma gama completa de opções de integração para as empresas parceiras — de um site a um widget para implementações mais complexas”.

Os recursos do Chubb Studio se baseiam no sucesso da estratégia digital da seguradora para formar parcerias de distribuição com marcas líderes em todo o mundo. Mesmo antes do lançamento do Chubb Studio, a companhia tinha mais de 150 parcerias de distribuição globalmente. Quatro parcerias anunciadas apen as nos últimos três anos, deram à empresa acesso a mais de 60 milhões de clientes na Ásia e na América Latina.

“Varejistas, redes móveis de celular, bancos e outras empresas estão procurando maneiras de serem vitais, relevantes e oferecer uma experiência diferenciada e com mais valor para seus clientes”, continuou Ringsted. “O Chubb Studio oferece aos nossos parceiros uma maneira simples e facil de oferecer seguro em seus ecossistemas, proporcionando-lhes uma vantagem competitiva em seus respectivos mercados.

A combinação de nossa variedade de produtos, recursos de subscrição, serviço de sinistros e presença global local deu à Chubb uma capacidade incomparável de assegurar, atender e desenvolver parcerias com marcas líderes “. Os seguros são um produto altamente relevante para quase todos os canais B2C e B2B, especialmente à medida que os ecossistemas digitais continuam a redefinir a atividade econômica e a confundir as fronteiras entre os setores de mercado. O Chubb Studio está ajudando empresa a construir e participar de ecossistemas digitais que aceleram a adoção de seguros e melhoram a experiência do cliente para seus parceiros.

Zurich traz para o Brasil Projeto Broker Academy

Evento contou com palestras de representante da matriz da empresa, na Suíça, e de executivos locais. País foi o primeiro a sediar a iniciativa na América Latina

Fonte: Zurich

Uma empresa de atuação em mais de 200 países, fundada há quase 150 anos e que atua há mais de 80 no Brasil, tem muita vivência para compartilhar com um dos seus mais importantes parceiros: os corretores. E, se estes possuem clientes empresariais, mesmo que nacionais, mas com presença em diferentes nações, a Zurich pode compartilhar das experiências que tem, em nível global, com as práticas de gerenciamento de riscos. Este é o escopo do Zurich Broker Academy, evento que a matriz realiza há algum tempo em diversos países, mas que aconteceu pela primeira vez na América Latina – e no Brasil – nas manhãs dos dias 2, 3 e 4 de setembro.

“Durante a edição brasileira do Zurich Broker Academy, as discussões foram em torno dos desafios e técnicas para uma colaboração internacional eficaz, bem como das vantagens de um Programa Internacional. Assim, os participantes puderam compreender questões comuns de corporações que atuam em diferentes países e que necessitam de uma expertise específica, relacionada a dinâmicas globalizadas. Por exemplo: as coberturas, ainda que tenham diferenças de prêmios, por conta de questões econômicas e sociais de cada país, podem ser integradas numa única apólice, o que traz vantagens para as empresas, apesar de o limite de valor ser maior se somados os valores das apólices individuais”, comenta o diretor executivo de Seguros Corporativos da Zurich no Brasil, Roberto Hernandez.

O evento foi virtual, contou com executivos locais da companhia, das áreas de Sinistro, Engenharia de Riscos e Linhas Financeiras, mas também com participação de executivos internacionais da seguradora suíça, Frank Thomas Merten e Bonnie Jones. As vagas eram limitadas a 40 pessoas, a empresa decidiu estender para 50, dado o grande interesse, e a participação foi bastante positiva, com média muito próxima do primeiro número. A empresa estuda a possibilidade de realizar o evento anualmente.

Leve piora na projeção do PIB e alerta para alta da inflação estão no radar da CNseg

Pedro Simoes, CNseg

Após nove semanas com ajustes positivos nas expectativas para a queda do PIB este ano, a mediana das projeções dos agentes consultados no relatório Focus, do Banco Central, caiu de -5,28% para -5,31%

A contração da economia de 9,7% entre abril e junho, no auge dos efeitos econômicos da pandemia da Covid-19 e do isolamento social, trouxe ajustes nas projeções do PIB por parte dos especialistas consultados pelo Banco Central para o Boletim Focus, divulgado nesta terça-feira. Segundo Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação das Seguradoras, a principal razão para a interrupção do movimento de alterações positivas, porém, está na revisão que sofreram os dados do 1o trimestre, em que a economia contraiu 2,5%, e não 1,5% como estava previsto”, afirma.

“Ajustes técnicos, feitos pelo IBGE, levaram a uma queda maior nos gastos do governo, com a redução da oferta de diversos serviços públicos no primeiro semestre em função do isolamento social. Isso não era esperado pelos economistas”, disse Simões, que assina o boletim Acompanhamento das Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg.

Outro ponto destacado novamente por Simões é a inflação. “A projeção do IGP-M e do IPCA continua subindo, ainda que em patamares muito diferentes, e a inflação está retornando às discussões”. Apesar de baixa em sua mensuração oficial para o consumidor, a inflação tem voltado ao radar dos analistas e deveremos ver alguns debates a respeito daqui para frente. “Nesta terça-feira o tema já vem estampado em manchetes de jornais, que evidenciam a alta de preços dos alimentos, fato atribuído ao dólar mais caro e à demanda externa”, cita o economista.

Leia a análise completa abaixo:

Após nove semanas com ajustes positivos nas expectativas para a queda do PIB este ano, a mediana das projeções dos agentes consultados no relatório Focus, do Banco Central, caiu de -5,28% para -5,31%. Isso ocorre após a divulgação do PIB do 2o trimestre, na última terça-feira, mostrando que a economia contraiu 9,7% entre abril e junho, no auge dos efeitos econômicos da pandemia da Covid-19 e do isolamento social.

Essa queda foi um pouco maior que o esperado por muitos analistas, ainda que tenha vindo em linha com o IBC-Br, do Banco Central. Houve quedas mais intensas que o esperado no consumo do governo e nos serviços prestados às famílias, em função, principalmente, de tratamentos estatísticos inéditos feitos pelo IBGE para mensurar os impactos da pandemia no período.

A principal razão para a interrupção do movimento de alterações positivas, porém, está na revisão que sofreram os dados do 1o trimestre, em que a economia contraiu 2,5% (revisados de contração de 1,5%), configurando uma recessão técnica (dois trimestres seguidos de queda do PIB), antes mesmo de o nível de atividade ter retornado ao patamar alcançado antes da recessão anterior (de 2015 e 2016).

Com esse resultado, o PIB brasileiro está 15,1% abaixo do pico, registrado no 1o trimestre de 2014. Pela ótica da oferta, apenas o setor agropecuário apresentou crescimento no período (0,4%), o que reforça o cenário positivo para o seguro Agro, como temos enfatizado em nossas análises. As perspectivas para o 3o trimestre continuam, de maneira geral, positivas, com o carregamento estatístico garantindo crescimento em todos os setores e bons sinais da indústria que, em julho, cresceu 8%, bastante acima do esperado.

Além disso, a retirada suave dos estímulos, com o Auxílio Emergencial estendido até dezembro em menor valor, é também favorável para a expectativa de crescimento. Na política, apesar das tensões comuns em um noticiário cada vez mais voltado para as eleições municipais, o orçamento de 2021 foi apresentado ao Congresso sem grandes sobressaltos e com sinais positivos no que se refere à manutenção do Teto de Gastos, com previsão de aumento nos gastos em defesa e assistência social, mas redução no orçamento de pastas ligadas a obras de infraestrutura. Assim, projetos de obras e transferências federais se moveram para o segundo plano, enquanto as reformas se moveram para o primeiro.

A proposta de reforma administrativa trouxe alguma decepção para aqueles que esperavam efeitos em prazo mais curto, mas justamente por isso aumentam as chances de sua aprovação. Já a projeção para o IPCA voltou a subir ligeiramente, para 1,78% ao final deste ano e, para o IGP-M, a projeção subiu para 11,72%.

Como temos discutido neste e em outros espaços há algum tempo, a inflação, apesar de baixa em sua mensuração oficial para o consumidor, tem voltado ao radar dos analistas e deveremos ver alguns debates a respeito nas próximas semanas. Evidentemente, isso afeta também as discussões sobre política monetária.

Na semana passada, o presidente do Banco Central afirmou que “não existe juros baixos e inflação baixa com fiscal desorganizado”, explicitando o grande risco da economia brasileira: a trajetória fiscal e suas consequências sobre a inflação e os juros. A projeção mediana para a Selic ao final deste ano continua em 2,0% e a possibilidade de que caia mais, nesse cenário de maior discussão sobre a diferença da inflação para diferentes setores, diminui. Tanto é assim que a projeção mediana das instituições Top 5 para a Selic subiu de 1,75% para 1,88%.

No calendário econômico da semana, destaque para o IPCA de agosto, na quarta- feira (09/09), para a PMC de julho, na quinta (10/09) e para a PMS também de julho, na sexta-feira (11/09).