Liberty Seguros lança terceira edição da Academia Digital para os corretores

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Em 2020, o foco das aulas será em prospecção e gestão de clientes potenciais, além de marketing digital

Fonte: Liberty Seguros

A Liberty Seguros lança mais uma edição de sua Academia Digital, treinamento criado para capacitar corretores a vender seguros por meio redes sociais. Desde a sua primeira edição, em 2018, o curso já impactou mais de 1.000 pessoas e, neste ano, o foco será habilitar os corretores parceiros em novas formas de marketing digital, incluindo integração com processo de geração e gestão de leads.

Nos módulos anteriores do curso, a Liberty Seguros ajudou corretores a promoverem e desenvolverem seus negócios por meio de canais como Facebook, Instagram e Google Ads, além de ensiná-los as melhores práticas de utilização do WhatsApp Business como ferramenta de atendimento aos clientes. 

Na terceira edição da Academia Digital, os parceiros terão acesso à novas dicas de marketing digital, informações sobre ciclos de vendas e ferramentas para gestão de clientes potenciais, também conhecidos como leads.

O novo treinamento será dividido em 10 vídeo-aulas ministradas por Lorran Souza, especialista em marketing digital e parceiro da companhia desde a primeira temporada da ação:

  1. “O funil de vendas e o consumidor na era digital”
  2. “A importância de um site no processo de captação de leads”
  3. “O que são landing pages e como a sua deve ser”
  4. “Ferramentas para gestão de leads”
  5. “A importância do marketing de conteúdo”
  6. “Mensure os resultados e aprimore sua estratégia”
  7. “Os benefícios do trabalho baseado em leads qualificados”
  8. “Estratégias de SEO em produção de conteúdo”
  9. “Como fazer e-mail marketing”
  10. “Case: Entrevista Corretor Liberty”

O curso terá início no dia 04 de agosto e os módulos serão divulgados nas semanas subsequentes, com o último disponibilizado no dia 25/08. 

No dia final de setembro, haverá ainda um novo webinar com o especialista, exclusivo para os corretores que assistiram todas as aulas e se destacaram nos testes. Dentre estes, serão selecionados dez nomes para concorrer a uma mentoria gratuita com Lorran, fornecida como prêmio pela Liberty Seguros. 

“Desde a primeira edição da Academia Digital, o nosso objetivo foi desenvolver os corretores para ajudá-los a crescer junto com a companhia, expandindo suas carteiras por meio do digital”, diz Marcos Machini, Vice-Presidente Comercial da Liberty Seguros. “Com a expansão do digital e a crescente variedade de plataformas disponíveis, é indispensável que os corretores estejam preparados para atender as demandas nesses novos formatos e tenham estrutura para administrar seus clientes em potencial de maneira eficiente”, completa. 

As aulas das primeiras edições da Academia Digital continuam disponíveis para que todos os interessados possam assisti-las desde o início, mas não é necessário ter participado das edições anteriores para participar dessa sequência.

Para ter acesso à nova edição da Academia Digital e às edições passadas, basta acessar a Plataforma de Treinamento no Meu Espaço Corretor. 

Marcio Coriolano pontua cinco temas prioritários para a saúde suplementar

Segundo dados apresentados por ele, nos últimos 12 anos a saúde suplementar acumulou arrecadação de R$ 1,58 trilhão

O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, foi um dos debatedores do Webinar “Impacto da Pandemia no Cenário Econômico”, organizado pela Rede D’Or. O encontro virtual aconteceu ontem, dia 29, com a participação de representantes de instituições médicas e economistas. 

Um ponto comum entre todos é a urgência em se repensar o pais num momento tão complicado do mundo. “As grandes batalhas e conquistas vão acontecer dentro do país. Todos temos de se preparar, pois o Brasil já estava na UTI quando foi atingido pelo coronavírus. Sobreviver agora é estar pronto para as oportunidades”, disse Arminio Fraga, ex-presidente do Banco Central do Brasil e sócio fundador da Gávea Investimentos em sua palestra ‘O que esperar do cenário econômico para os próximos meses”. Investir em saúde, infraestrutura, reforma política e tributárias foram algumas das urgentes prioridades citadas por Fraga para que o Brasil consiga vencer as feridas causadas por uma década sem crescimento continuado.

Marcio Coriolano reforçou a urgência das reformas estruturais e acrescentou as que precisam acontecer na saúde suplementar, que vinha num ritmo acelerado, mesmo em períodos recessivos. Em sua fala, ele afirmou que não acredita num novo normal mágico. “Acredito que temos de voltar a equacionar o que deveria ter sido normal na última década, e que ainda não conseguimos resolver”, comentou.

Segundo dados apresentados por ele, nos últimos 12 anos a saúde suplementar acumulou arrecadação de R$ 1,58 trilhão. “É um volume considerável, pago por pessoas que querem ter um plano de saúde”. Desse valor, R$ 1,31 trilhão retornou para os beneficiários de planos de saúde, mediante pagamento a toda a rede de atenção à saúde, formada por hospitais, laboratórios, médicos, indústria de fármacos e todo o tipo de profissionais médicos.

No entanto, desde 2014, as operadoras de planos de saúde vêm perdendo clientes por conta do desemprego. Dados apresentados por Denizar Vianna, ex-secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde em sua palestra “Como será o mercado da saúde suplementar no pós-pandemia?”, revelam perdas financeiras significativas com o maior uso de tecnologia e procedimentos por parte dos usuários.

Desde 2016, o número de beneficiários atendidos, segue na casa dos 47 milhões. “A previsão agora é aumento do desemprego e as operadoras vão perder clientes com vínculo empregatício se essa projeção se confirmar. E se as operadoras perdem, toda a cadeia perde, pois hospitais e laboratórios têm boa parte das suas receitas proveniente dos planos de saúde”, enfatizou Vianna. 

Os trabalhadores informais são citados como um dos desafios do setor. “Em fevereiro deste ano, foram contabilizados 38 milhões de trabalhadores informais, que tem capacidade de pagar o plano de saúde, mas não estão organizados para ter acesso ao sistema de saúde suplementar. “Só os trabalhadores que usam aplicativos são 4 milhões. Eles poderiam ser foco da saúde pelo coletivo por adesão. Mas qual o tíquete médio? Em 2019, era de R$ 338. E esse valor não da para trazer o mercado informal para a saúde suplementar. Precisamos discutir o que é necessário em mudança regulatória, tanto as que dependem do Congresso como aquelas que podem ser realizadas pelo órgão regulador, para dar mais acesso a população à saúde suplementar”, pontou Vianna.

O presidente da CNseg frisou que a retomada do crescimento dependerá do comportamento do produto, da renda e do emprego. “Os planos de saúde empresariais dependem crucialmente da produção e do emprego e os planos por adesão da renda. Além disso, precisamos retomar discussões importantes que estavam na pauta do setor e precisam ser retomados.” 

Marcio Coriolano se referiu a cinco importantes temas: racionalidade da incorporação tecnológica; prioridade para a atenção primaria da saúde; prioridade para a promoção e prevenção da saúde; mudança do modelo de remuneração dos serviços médicos; e revisão do marco legal da Lei 9.656. “Sou otimista como todo segurador, já que nossa missão é dar proteção de longo prazo. Afinal, nos comprometemos em gerenciamento de riscos. Temos um desafio enorme de dar sustentabilidade para a saúde suplementar. Ela mostrou as suas soluções neste momento grave de pandemia. E o nosso sistema privado tem todas as condições de sair mais fortalecido se todos esses tópicos forem debatidos e implementados”. 

Veja todos participantes:

Moderadores:
Dr. João Pantoja – Diretor Geral do Hospital Copa Star
Dr. Gilberto Amorim
Oncologista da Oncologia D’OR e Clinica São Vicente;

Palestrantes:
Como os economistas interpretam as estatísticas da COVID-19?
Prof. Juliano Assunção
Professor Associado do Departamento de Economia da PUC Rio;

O que esperar do cenário econômico para os próximos meses?
Prof. Arminio Fraga
Ex- Presidente do Banco Central do Brasil, Sócio Fundador da Gávea Investimentos;

Como será o mercado da saúde suplementar no pós-pandemia?
Dr. Denizar Vianna
Ex- Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde

Debatedores:
Dr. Marcio Coriolano
Presidente da CNseg

Dr. Leandro Reis
Vice-Presidente Médico da Rede D’OR São Luiz

Coordenação do evento:
Drª. Olga Souza
Diretora Nacional da Cardiologia da RDSL

Dr. Flavio Cure
Cardiologista – H Copa Star

Icatu Seguros promove debate sobre diversificação de investimentos com objetivo de longo prazo

Com participação da Trígono Capital, encontro virtual explicou as vantagens de diversificar sua carteira previdenciária com ações de grande potencial de valorização e boas perspectivas de distribuição de dividendos

Fonte: Icatu

A Icatu Seguros realizou, nesta quinta-feira (30/7), mais um “Conversa com Especialista” no seu canal no Youtube. Nesta semana, o debate foi sobre o lançamento de um novo fundo, o Trígono Icatu 100 FIA PREV, e como diversificar a previdência privada com investimentos em ações de empresas de setores distintos. No bate-papo virtual, a mediadora Talita Raupp contou com os convidados e experts do mercado Fred Mesnik e Werner Roger, respectivos CEO e CIO da Trígono Capital, que discutiram os principais diferenciais e características do produto, bem como perspectivas para o mercado acionário diante de muitas incertezas, queda de juros e, também, da retomada após a pandemia.

A Trígono, em conjunto com a Icatu Seguros, disponibilizou um portfólio de previdência privada com alocação integral em ações com foco em empresas small caps com boas perspectivas de distribuição de dividendos. Os profissionais de finanças explicaram o conceito de trabalho usado pela Trígono Capital e de que forma isso impactará positivamente no produto criado com a Icatu Seguros. 

Conceito ESG e investimento em ações no mercado brasileiro

No início do debate, os especialistas explicaram um dos principais pilares do processo de um investimento, o ESG, conjunto de ações e medidas aplicadas que tornam as empresas sustentáveis e seus negócios bem valorados frente ao mercado, tais como aspectos consolidados de governança, meio ambiente, social e econômico. Em paralelo, empresas não aderentes ao ESG e envolvidas em eventos negativos possuem, em média, um retorno e/ou volatilidade menos consistentes: “É importante que uma empresa seja aderente aos preceitos ESG, pois sua performance se destaca diante das demais devido ao compromisso que elas assumem, principalmente com governança. Um bom exemplo de companhia sustentável, com boa governança e que performa bem é a WEG que, nos últimos dois anos, teve uma média de volatilidade de 43% e 209% de retorno”, conta Roger. 

O executivo reforçou ainda que a gestora de ações Trígono implementou uma política de exclusão de empresas cujo nicho de negócio seja mais sensível diante do mercado. Assim como qualquer companhia violadora dos dez fundamentos do Pacto Global das Nações Unidas, que levam em consideração temas como direitos humanos, condições e relações no trabalho, normas éticas e respeito ao meio ambiente. “É uma questão natural que o próprio mercado tem excluído empresas destes setores. Embora, muitas vezes, a rentabilidade destas instituições gere bons dividendos, em termos de desempenho na bolsa estão negativos”.

Já o especialista em finanças, Fred Mesnik, deu dicas sobre o mercado brasileiro de ações e informou que, atualmente, há 254 empresas possíveis de investimentos na bolsa. Dentro deste montante de companhias, 123 delas possuem capitalização menor na B3 – as chamadas small e micro caps avaliadas até 5 bilhões de reais – porém rendem mais dinheiro no longo prazo em comparação com as demais 101 empresas denominadas mid large caps com valor de mercado entre 5 e 20 bilhões de reais ou superior, respectivamente. 

Com base nesses conceitos do segmento acionário, a Trígono Capital se juntou com a Icatu Seguros para trazer papéis de ações interessantes e valorados no mercado, nos quais os clientes da seguradora podem aplicar a previdência privada em companhias de setores rentáveis, sustentáveis e diversificados como saúde, construção, agronegócio, concessão e energia, mineração e metalurgia, educação, consumo, óleo e gás, financeiro, tecnologia, telecomunicações e outros.

MAG Live: a importância da elevação dos investimentos para a economia nacional

MAG Seguros CORONAVIRUS

Debate promovido pela MAG Investimentos trata sobre os investimentos como forma de restauração econômica do país 

Fonte: MAG Seguros

A nova edição da MAG Live, realizada nesta quinta-feira (30/7), abordou a ‘Recuperação da atividade econômica através de investimentos’. Participaram do debate o Secretário Especial Adjunto do Programa de Parcerias e Investimentos do Ministério de Economia, Bruno Leal, o professor da Fundação Dom Cabral e membro do Conselho Consultivo da MAG Seguros, Gilmar Mendes e a estrategista da MAG Investimentos, Patrícia Pereira. 

Sob a mediação de Arnaldo Lima, Diretor de Estratégias Públicas da MAG Seguros, o fórum tem como objetivo trazer a informação sobre as principais questões do cenário político e econômico do país, transformando investidores em protagonistas de seu próprio futuro. 

O secretário Bruno Leal ressaltou a importância do Programa de Parceria e Investimentos. “Mesmo sendo considerada jovem, em 2016, a nossa secretaria já colhe bons frutos. 

Leal pontuou a importância da privatização como forma de alavancar a economia brasileira. ” A grande questão para atrair os investimentos, principalmente os privados, é de fato a estabilidade macroeconômica, por isso a importância de se ter uma consolidação fiscal. O investimento historicamente vem do setor privado, é ele quem traz a dinâmica para a economia. Em relação a investimentos voltados à infraestrutura, eles sempre foram derivados dos investimentos públicos. Entretanto no atual cenário com a retorsão fiscal que nós vivemos, e com a necessidade de movimentar esses investimentos, é necessário que haja a promoção dos investimentos privados também para esse setor”, afirmou o Secretário. 

O professor da Fundação Dom Cabral e membro do Conselho Consultivo da MAG Seguros, Gilmar Mendes, ressaltou a importância de gerar uma reformulação no Estado Brasileiro. “Mudar o Estado é a única forma de consertar as coisas do passado e avançar para um futuro. É confiar na venda de ativos e na privatização. A reforma estruturadora que o governo propõe é a única saída para se fazer um estado do tamanho e forma que ele deve ser”, comentou Gilmar. 

Mendes ainda reforçou que enxerga grandes oportunidades através do posicionamento do governo atual para que o Estado alcance seus objetivos. “Estamos otimistas porque temos grandes projetos e estamos avançando. O desafio hoje da equipe econômica é fazer hoje tudo que deveríamos ter feito no passado. Mas estamos avançando e aproveitando as oportunidades”, disse. 

Trazendo uma melhor visão do mercado financeiro e suas perspectivas, a estrategista Patrícia Pereira ratificou a visão de Mendes. “Estamos no caminho certo, mas o caminho não é fácil. O Brasil tem muitas questões do passado que não podem ser esquecidas, mas estamos vendo hoje um governo que olha o macro, para de fato mudarmos essa dinâmica. Em plena pandemia, a PL do saneamento pontuada pelo Bruno foi aprovada, a reforma tributária voltou ao radar e o governo já apresentou a primeira fase da proposta dele, gerando movimento no Estado”, comentou Patrícia. 

A estrategista ainda mencionou a dificuldade que o mercado externo enxerga no mercado financeiro brasileiro . “Para quem enxerga o nosso mercado de fora, vê com certa dificuldade o nosso otimismo tendo tanta judicialização, impostos em cima de impostos, exceções e poucas regras, além de muitas quebras contratuais. Nosso histórico não nos ajuda, precisamos estar mais sólidos para que o investidor estrangeiro nos veja com bons olhos”, explicou. 

Ao final, o Secretário pontuou que a privatização será o grande protagonista do crescimento econômico brasileiro. “Com a privatização, nós conseguimos enxergar uma melhora nos serviços, gerando uma nova realidade. E é nessa linha que nós da PPI seguimos trabalhando de forma a aumentar e promover a nossa carteira para que tenhamos o produto a ser ofertado no fim do dia aos investidores. O governo vem com prioridades para empresas como a Eletrobras, o porto de Santos, PL dos Correios e temos outros setores ainda a definir”, disse Leal. 

Rodrigo Maia vai levar seguro para ser discutido no Congresso

Solange Vieira Susep Rodrigo Maia

O presidente da Câmara dos Deputados disse que vai se reunir com Solange Vieira, da Susep, para organizar conversas com deputados

O presidente do Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, afirmou que quer entender mais sobre o setor de seguros. A declaração foi no primeiro webinar de um ciclo de debates promovido pela FGV com patrocínio da BMG Seguros para discutir o papel do seguro na expansão da infraestrutura. 

“Estou aqui para aprender sobre seguros, um tema complexo. Seguros tem pouca atenção política e da sociedade. Saneamento, reforma tributária ou reforma da previdência são temas mais polêmicos, mas menos complexos que seguros. Confesso que não temos dado atenção devida para um setor que tem um papel tão importante para a economia brasileira como demostrou Solange Vieira em sua apresentação”, disse.

Maia se referiu a titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Ela afirmou que o seguro tem muito a agregar para o Brasil. “Vimos neste momento de pandemia a importância do seguro, que perpassa por todos os segmentos da economia, como saúde, seguro de empresas, seguro de vida. O seguro serve para proteger as pessoas e os negócios. Para ajudarmos o setor a crescer e atrair capital, temos de simplificar o marco regulatório”, contou. 

Solange também adiantou que em meados de agosto planeja divulgar um novo marco regulatório para grandes riscos. “É um marco regulatório importante, que dá muita liberdade para as seguradoras criarem contratos sob medida para os riscos dos grandes consumidores e certamente isso atrairá recursos significativo para o Brasil, uma vez que há excesso de capital no mundo com taxas de juros que chegam a ser negativas. Mas para isso, é preciso ter regras claras, simples e transparentes e precisamos de mudanças no resseguro”, afirmou. 

Ela citou que o Brasil tem hoje R$ 12 bilhões em venda de resseguro no total de R$ 280 bilhões em seguros de danos. “É um percentual muito baixo de resseguro diante da carteira de riscos das companhias. Há uma retenção grande demais dos riscos com as seguradoras. Precisamos discutir o resseguro, como a cláusula de preferência para as locais. Temos 17 locais. O Chile tem mais de 100. Temos admitidas e eventuais, mas há uma preferência para as locais, o que tira a atratividade das empresas estrangeiras. O resseguro é importante e não vamos conseguir desenvolver grandes riscos se não mudarmos o resseguro”, argumentou. 

Além do resseguro e de grandes riscos, Solange informou a Maia que a Lei 8666, das licitações publicas e que traz um capítulo sobre seguro garantia, traz impactos significativos não só para o mercado de seguros como também para toda a sociedade considerando-se que o seguro traz economia de custos num projeto de infraestrutura. “Uma fiança bancária pode variar entre 0,50% e 0,75% do valor da obra, enquanto o seguro garantia tem um custo médio de 0,25%. Isso é urgente para ser discutido”, frisou a titular da Susep. 

Em relação ao seguro judicial, Solange explicou a Maia que o produto libera o balanço das empresas. “Nem eu que estou no setor consigo imaginar o tamanho das coisas que podemos fazer com o seguro. Um setor que pode agregar muito para a economia brasileira. Fizemos um estudo que nos revelou que há mais de R$ 60 bilhões de recursos mobilizados em processos na justiça do Trabalho que poderiam ser liberados por uma apólice de seguro”. 

Maia se comprometeu a dialogar com Davi Alcolumbre, presidente do Senado, para avançar nas discussões das mudanças na lei de licitações, para que se chegue a um consenso no que diz respeito ao seguro garantia. A discussão, que dura anos, está no percentual que o seguro garantia teria do contrato de investimento e nas obrigações das seguradoras em caso de a obra parar por algum motivo com proteção contratual. 

“Quero sentar com Solange Vieira para organizar conversas com deputados e juntos mostrarmos o impacto positivo que uma boa regulação de seguro pode ter para a sociedade com redução de custos. Precisamos discutir qual deve ser o impacto que uma simplificação na regulação pode trazer, a unificação das agências. Certamente ter um marco regulatório de melhor qualidade e uma agência com mais força possa ajudar a garantir mais investidores para os projetos de infraestrutura que o Brasil necessita”, comentou. 

Artigo: O mercado brasileiro de seguros e sua modernização

por Paulo Leão de Moura Jr, Chairman da THB Brasil

O Sistema Nacional de Seguros encontra-se em um forte processo de transição com a participação direta e indireta de todos os seus representantes. Esse processo tem como objetivo a modernização do sistema ou o que cada setor acredita ser ‘modernização’.

Para uns, a necessária inclusão do nosso Sistema ao Sistema Internacional e consequente adequação ao evidente globalismo do seguro; para outros, a tradicional postura comodista da manutenção do ‘status quo’; e outros ainda, ultraconservadores, pretendem o retorno do monopólio do resseguro e absoluto controle estatal do Sistema.

Parece-me que as iniciativas de introduzir esse processo têm início na quebra do monopólio mantido pelo IRB: algumas poucas lideranças do mercado – corretores, alguns seguradores e técnicos egressos do próprio IRB, conhecedores da condição internacional e global do seguro – tentaram atualizar a metodologia dos processos em nosso Sistema. Infelizmente, foram barrados pela ignorância abundante que permeava as decisões do Governo, na estrutura da SUSEP, nas representações das seguradoras e dos corretores que, na época, julgaram que a quebra do monopólio do resseguro e a autorização para a criação das resseguradoras brasileiras – altamente protegidas – já seria modernização suficiente para o nosso mercado. Não levaram em conta o ponto principal e tradicionalmente esquecido: os interesses maiores dos consumidores.

Por anos, o ideal de modernização do mercado foi mantido através de artigos, cursos, palestras, pressões tecno-comerciais e políticas. No entanto, com a entrada da nova Superintendente da SUSEP, Sra. Solange Paiva Vieira surgiu um interesse maior. E tudo leva a crer que, inegavelmente, a reconhecida economista e pessoa de confiança do Ministro da Economia, segue a cartilha do franco neoliberalismo onde a intervenção do Estado como partícipe da evolução e modernização da economia é permitida. Nesse sentido, contraria o laissez faire do liberalismo, a sobrevivência do mais forte do velho Darwin e do Capitalismo Selvagem dos americanos de outrora.

Tenho grande simpatia pelo neoliberalismo, porém, no caso das atividades ora em estudo e de outras praticadas pela SUSEP, entendo que deva existir uma certa distância, salvo melhor juízo, entre a posição da Superintendente que procura modernizar este nosso arcaico Sistema e as demais estruturas da SUSEP que ainda persistem em atuar ao estilo 1967. Como no caso da Resolução 382 de 2020 que parece indicar uma certa falta de conhecimento em relação as atividades dos corretores seguros. Por outro lado, agendas diversas em estudo com a finalidade de permitir que o mercado assuma a livre criação de seus produtos, eliminando a padronização sistemática de cláusulas e condições, demonstram claro objetivo de modernizar o Sistema.

Salvo melhor juízo, o que me parece é que ninguém se atém a encontrar o que a maioria absoluta dos participantes do atual Sistema de Seguros quer. Como participar do mercado internacional ao qual é dependente e participante. Acima de tudo, a responder a demanda real do consumidor ao que, de fato, seria a modernização do mercado. 

Para tanto, é fundamental que todos se envolvam e ouçam, comentem e assessorem os estudos da SUSEP para que alcance um objetivo de longo prazo, de uma proposta para o funcionamento adequado, eficiente e eficaz de um novo Sistema de Seguros no Brasil. Que não acolha a tradicional subserviência do mais fraco ao mais forte, ponto importante do neoliberalismo. É bom lembrar, ainda, que o desenvolvimento econômico/financeiro do mercado de seguros, depende fortemente da própria evolução econômica do país e, como consequência, da adoção de medidas que venham a permitir a geração de demanda ao seguro. Com a eclosão da pandemia, já nos encontrávamos em situação grave na economia. Estávamos aguardando inúmeras reformas em seguida a da Previdência. Agora, a recessão está ainda mais forte e, certamente, seus efeitos serão sentidos pelo Sistema. Assim, é importante que seja entendido que a simples modernização não irá necessariamente influir no crescimento da produção de seguro, nem tampouco, o Sistema virá a adotar tão somente ações que, a pretexto de concorrência e redução de custos, pretendam medidas modernosas, profissionalmente falsas e alheias à realidade, muito comum em inúmeros projetos e programas deste nosso Brasil.

Como falado no início deste artigo, as ideias para modernizar o Sistema Nacional de Seguros são bastante heterogêneas, com inúmeros e diferentes pensamentos na forma pretendida para a sua manutenção e, sobretudo, na forma de agir na atividade Seguro. O importante a considerar preliminarmente, é que a atividade do seguro é importante e razoável, envolvendo milhões de empregos e dependências diversas. Portanto, é extremamente séria a tratativa para modificar exemplarmente o Sistema. A propósito, é bom lembrar que a reserva técnica de seguros no Brasil atinge um valor superior a 1 trilhão de reais. Isso é ainda pequeno considerando o mercado internacional.

Assim, dentro de minha inferência, o que realmente desejamos para um novo Sistema de Seguros?

Das inúmeras versões, atrevo-me a apresentar o que julgo cada um dos participantes poderia recomendar: realmente, é um grande atrevimento, pois, humildemente deveria me recolher a minha insignificância. Mas, vamos lá!

No contexto dos ultraconservadores, quer me parecer que em sua maioria, gostariam de voltar a 1967 com o Sistema imposto pelo Decreto Lei 63, inclusive, com a manutenção do IRB como órgão monopolista. Neste grupo, vamos encontrar um número razoável de seguradoras, principalmente, entre aquelas que melhor controlam suas instituições representativas. E, também, um número razoável de corretores de seguro ligados a seus órgãos representativos.

Já os conservadores, a meu ver, desejam manter a situação atual, o ‘status quo’, com maior controle da SUSEP no sentido de padronizar ao máximo condições e cláusulas, cercear mais ainda as atividades dos corretores de seguros com restrita fiscalização, preferivelmente sob seu total controle. Aqui encontramos as seguradoras de banco e de interesses outros.

Os liberais, por outro lado, desejam a total inserção do mercado local ao mercado internacional trazendo ao Brasil todas as operações de produtos, modernizando imediatamente os serviços inerentes a essa atividade. Instituições financeiras, bancos, empresas de investimentos e que tais seriam excluídas e proibidas de operar em seguro. A meu ver, colocaria as atividades de seguro e resseguro totalmente a mercê do mercado internacional e, aqui no Brasil, influenciado pelo capitalismo selvagem, detonaria os mais fracos. Por exemplo, teríamos que considerar se ao Brasil interessa manter empresas de resseguro. O IRB seria mantido detendo mais de 60% do resseguro nacional, como ressegurador brasileiro, alijado que seja do controle acionário dos bancos?

Por fim, temos os neoliberais da cartilha da Sra. Solange Vieira que, a meu ver, pretende abrir o mercado liberando a operação produtiva das seguradoras, criando as condições de aprimoramento técnico dos corretores de seguros, porém, equilibrando as pressões dos mais fortes, permitindo a manutenção de seguradoras e resseguradoras locais, mas, totalmente inseridas no mercado internacional.

E, afinal o que o consumidor deseja?

Atrevo-me a considerar que o cliente brasileiro, ou atuando no Brasil, deseja que seus riscos encontrem condições técnicas e de serviços eficientes e eficazes de seus corretores e do mercado de seguros que lhe permitam o controle de escolha de sua política de retenção e de transferência ao seguro. E nesse processo, uma regulação justa e criteriosa de sinistros e, sobretudo, o retorno da instituição da ‘boa-fé’ de um passado longínquo, que hoje em dia é chamada de ética profissional.

Artigo: É hora para uma política de e-mail!

por Patty Huntleym, Project Management Professional (PMP), Risk Manager – Loss Prevention and Education, Design Professional da AXA XL

Como muitos de nós estamos percebendo um aumento no uso de email nos últimos meses, este é um ótimo momento para revisar sua política de email com sua equipe. Se você não tem essa política, nunca houve momento melhor para criar uma.

Atualmente, são tantas as pessoas trabalhando remotamente que as conversas rápidas que costumavam acontecer na mesa, no corredor ou no elevador agora foram reduzidas a uma série de e-mails. Acrescente a isso o dilúvio diário normal de correspondência e é natural que alguns funcionários tenham esquecido o protocolo adequado para correspondências eletrônicas.

Para ajudar você a reforçar sua atual política de e-mails ou criar uma, postamos uma amostra abaixo. Recomendamos que você trabalhe com seu advogado para adequá-la às necessidades específicas da sua empresa e incorporá-lo à sua política geral de comunicação / mídia.

POLÍTICA DE EMAIL

O NOME DA EMPRESA considera o email um método importante de comunicação e reconhece a importância do conteúdo adequado do email e respostas rápidas na transmissão de uma imagem profissional e no atendimento eficaz ao cliente. Você é obrigado a usar esta ferramenta somente de maneira responsável, eficaz e legal. Embora o e-mail às vezes seja menos formal do que outras comunicações por escrito, as mesmas leis se aplicam, incluindo as aplicáveis ​​a difamação, violação de direitos autorais e plágio. Portanto, é importante que você trate o e-mail com o mesmo cuidado que tem com outras comunicações por escrito. Lembre-se de que todo e-mail que você escreve pode ser potencialmente lido por terceiros e interpretado (ou mal interpretado) por um tribunal ou órgão regulador.

Além disso, periodicamente é feito o back-up e gravação da rede da NOME DA EMPRESA. O material transmitido por e-mail pode ser divulgado a terceiros não intencionais (por exemplo, em um contexto de litígio ou investigação governamental), mesmo que uma cópia impressa do e-mail não tenha sido feita. Portanto, os e-mails devem conter apenas os fatos específicos e outras informações que precisam ser comunicadas para fins comerciais. Antes de salvar ou enviar um e-mail, considere se alguma informação contida na comunicação pode ser imprecisa ou mal interpretada se recebida por terceiros.

Uso aceitável

Esta política permite o uso pessoal limitado da sua conta de e-mail da NOME DA EMPRESA. O uso pessoal está sujeito às seguintes limitações:

• Um nível de uso que não prejudique seu trabalho

• Um nível de uso que não ameace de forma alguma a segurança ou a eficácia operacional dos sistemas da NOME DA EMPRESA

• Deve ser dada prioridade ao uso dos recursos para fins comerciais

• O uso pessoal não deve ser de natureza comercial ou com fins lucrativos, nem para qualquer forma de ganho financeiro pessoal

• O uso pessoal não deve ser de natureza que concorra com NOME DA EMPRESA nos negócios

• O uso pessoal não deve estar relacionado a qualquer uso que entre em conflito com suas obrigações com a NOME DA EMPRESA como empregador

• O uso pessoal não deve estar conectado a nenhum objetivo ou aplicativo que entre em conflito com as políticas, regras ou procedimentos da NOME DA EMPRESA

Além disso, as seguintes ações são proibidas:

• Envio ou encaminhamento de e-mail contendo comentários difamatórios,  ofensivos, racistas ou obscenos

• Enviar email não solicitado (spam), correntes ou lixo eletrônico

• Forjar ou tentar forjar mensagens de email

• Disfarçar ou tentar disfarçar sua identidade ao enviar email

• Enviar email usando a conta de email de outra pessoa, a menos que explicitamente autorizado

• Enviar conscientemente um anexo que contém um vírus ou software malicioso (malware)

Os negócios da NOME DA EMPRESA podem ser realizados em computadores e dispositivos eletrônicos apenas quando de acordo com as políticas de TI e com o uso de contas de e-mail da NOME DA EMPRESA. Evite usar endereços de e-mail da NOME DA EMPRESA para uso pessoal. Você não precisa necessariamente rescindir seu contrato; você só precisa de uma extensão de tempo e precisa que seu cliente entenda sua preocupação com a saúde e a segurança de seus funcionários e daqueles que trabalham no canteiro de obras.

Confidencialidade

As políticas de confidencialidade da NOME DA EMPRESA também se aplicam às informações transmitidas eletronicamente. O e-mail deve ser tratado como confidencial por outros usuários do sistema e acessado apenas pelo destinatário, a menos que autorizado pelo remetente, pelo destinatário endereçado ou por um membro da alta administração que exerça os direitos da NOME DA EMPRESA de monitorar as comunicações eletrônicas de acordo com lei local.

Os sistemas de e-mail não podem ser considerados seguros, portanto, não devem ser usados ​​para transmitir informações confidenciais ou pessoais externamente, até que garantias razoáveis ​​de confidencialidade tenham sido obtidas. Além disso, o seguinte aviso de isenção de responsabilidade será automaticamente adicionado a cada e-mail que tenha um destino externo:

CONFIDENCIALIDADE: Esta comunicação, incluindo anexos, é para uso exclusivo do (s) destinatário (s) e pode conter informações proprietárias, confidenciais ou privilegiadas. Se você não for o destinatário pretendido, qualquer uso, cópia, divulgação ou distribuição, ou a realização de qualquer ação mediante esta informação é estritamente proibida. Se você não for o destinatário pretendido, notifique o remetente imediatamente, exclua esta comunicação e destrua todas as cópias.

Se você tiver dúvidas sobre o envio de determinadas informações por e-mail, verifique com CARGO / DEPARTAMENTO antes de enviar o e-mail.

Os sistemas de e-mail não podem ser considerados seguros, portanto, não devem ser usados ​​para transmitir informações confidenciais ou pessoais externamente, até que garantias razoáveis ​​de confidencialidade tenham sido obtidas.

Gerenciamento de registros de e-mail

Você deve gerenciar sua conta de e-mail de maneira consistente com as políticas de gerenciamento de registros e agendamentos de retenção da NOME DA EMPRESA. Procure orientação do CARGO / DEPARTAMENTO para entender como a política se aplica a sua área. Todas as contas de e-mail mantidas em nossos sistemas são de propriedade da NOME DA EMPRESA. Os funcionários devem esperar que seus registros comerciais, incluindo e-mail, possam ser acessados ​​a qualquer momento, inclusive após deixarem a organização. O departamento de TI, solicitará que todos os gerentes forneçam instruções sobre como lidar com a conta de e-mail de um funcionário que saiu da empresa.

Além disso, o e-mail pode estar sujeito a uma possível divulgação por intimação ou outra ordem legal das autoridades governamentais ou de acordo com procedimentos de descoberta em um processo ou investigação. Alterações, exclusões ou falhas na divulgação ou produção de e-mails identificados para divulgação podem sujeitar o NOME DA EMPRESA e o funcionário responsável por essa falha a penalidades ou sanções civis ou criminais.

Monitoramento

A NOME DA EMPRESA se reserva o direito, por meio de gerenciamento apropriado e de acordo com a lei aplicável, de revisar, monitorar, auditar, interceptar, acessar e divulgar todas as mensagens, arquivos, documentos e informações eletrônicas criadas, recebidas ou enviadas através das redes do sistema. Esse monitoramento ocorrerá apenas para proteger os interesses legítimos da NOME DA EMPRESA, de seus funcionários ou de seus clientes.

Por exemplo, o monitoramento pode ser configurado para detectar uma violação desta política, como a liberação de informações proprietárias, pessoais ou confidenciais; impedir violações da segurança da informação e preservar a eficácia operacional da TI; investigar uma queixa de assédio ou discriminação; ou para evitar vazamentos ou abuso do uso de dados de funcionários ou clientes.

A NOME DA EMPRESA pode, a seu critério, aplicar sistemas automáticos de monitoramento, filtragem e rejeição de mensagens, conforme apropriado, e negar a transmissão de mensagens com conteúdo que viole a política da empresa.

Diretrizes para escrever e-mails e gerenciar volume

Ao escrever e-mails:

• Use assuntos curtos e descritivos.

• Considere usar cabeçalhos ou outra formatação para estruturar e-mails longos.

• Envie o e-mail apenas para quem for necessário; evite listas extensas de “cc”.

• Use frases curtas e concisas.

• Identifique claramente os e-mails privilegiados na linha de Assunto como “Confidencial” ou “Comunicação Privilegiada e Confidencial Sujeita ao Privilégio Advogado-Cliente e / ou Produto de Trabalho do Advogado”, se aplicável.

• Use humor e ironia com moderação, pois eles podem ser facilmente mal interpretados.

• Evite usar abreviações, emoticons e emojis da Internet, como carinhas felizes.

• Aproveite as ferramentas de verificação ortográfica e gramatical antes de enviar seu e-mail.

• Não envie anexos desnecessários.

• Verifique se anexos grandes estão compactados (ou seja, com tamanho reduzido usando arquivos compactados ou métodos semelhantes disponíveis no departamento de TI). Os funcionários também podem usar portais de transferência de arquivos internos (por exemplo, SharePoint).


Luciano Calabró Calheiros assume como CEO da Berkley Brasil

Luciano Calheiros

“Me identifiquei muito com a cultura, os valores e a forma que a liderança conduziu os negócios até o momento. Esses foram os principais motivos para aceitar este convite tão especial”

A Berkley Seguros, um dos maiores grupos seguradores dos Estados Unidos, anuncia a chegada do executivo Luciano Calheiros na posição de CEO Brasil. Formado em Engenharia Civil pela Escola Politécnica da USP, Calheiros possui experiência internacional de 25 anos na indústria de seguros, dos quais 15 anos em posições de gestão, sendo a sua última atuação como CEO da joint-venture entre uma resseguradora global e um dos maiores grupos financeiro do Brasil. 

“Estou muito honrado em trabalhar na Berkley, que é uma seguradora sólida financeiramente, íntegra e transparente.  A Berkley tem uma ótima reputação no mercado e uma equipe altamente qualificada. Assumo com compromisso de dar continuidade a este trabalho de sucesso e que conquistou o respeito e reconhecimento de corretores e clientes”,comenta Calheiros. “Me identifiquei muito com a cultura, os valores e a forma que a liderança conduziu os negócios até o momento. Esses foram os principais motivos para aceitar este convite tão especial”, completa.

Para o executivo há ainda dois pontos importantes na sua chegada: com a pandemia, existe a necessidade de planejar o retorno dos colaboradores ao escritório, com o cuidado e segurança que o momento exige. Já olhando para os negócios, analisar as novas oportunidades, especialmente no médio mercado (middle market), para um crescimento rentável. “A Berkley possui todas as qualidades para se posicionar e se consolidar neste segmento, com um portfólio diversificado de produtos e linhas de negócio”, afirma.

Com o apoio da Icatu Seguros, peça “Tudo que eu queria te dizer” será transmitida de forma online em agosto

“A Icatu acredita que a cultura e o conhecimento são agentes de mudança para a sociedade. Com este apoio queremos levar entretenimento de qualidade e de forma segura ao público, valorizando a arte brasileira“, conclui Rafael Caetano, diretor de Marketing da Icatu Seguros.

Fonte: Icatu Seguros

Inspirada no livro homônimo de Martha Medeiros, a peça “Tudo que eu queria te dizer”, estrelada por Ana Beatriz Nogueira, entrará novamente em cartaz. O formato agora é especial: o monólogo será transmitido ao vivo pela plataforma Zoom, durante todos os sábados de agosto, às 18h. Com apoio da Icatu Seguros, a iniciativa é uma forma de valorizar a cultura e o teatro, que passam por um momento delicado devido à pandemia do novo coronavírus e ao mesmo tempo levar entretenimento de qualidade e de forma segura ao público. 

Através de cinco cartas fictícias retiradas do livro de Martha Medeiros, Ana Beatriz dá luz às histórias e inquietações de mulheres como Renata, Andressa, Clô, Dirce, Clarissa e Ester. As cartas refletem os dilemas particulares de cada uma dessas personagens, que fazem o público se emocionar, refletir, rir e se reconhecer em várias situações.  O espetáculo, intimista por ser um monólogo, é encenado na própria casa da atriz, que completa 35 anos de carreira esse ano. 

Para estimular a interação, o público poderá enviar perguntas para Ana Beatriz no chat do Zoom, no dia da transmissão da peça, que serão respondidas pela atriz ao fim do espetáculo. 

“A ideia de transmitir a peça em formato streaming é uma novidade bem recebida nesse cenário de distanciamento social, mas também é uma ótima saída para a democratização da cultura, independente do momento em que vivemos, fazendo com que o teatro chegue a todos os lugares, com valores acessíveis”, afirma Ana Beatriz. Os ingressos serão vendidos diretamente no site da Sympla e parte da arrecadação das vendas será doada para o Retiro dos Artistas. 

Ao longo de 28 anos, a Icatu Seguros desenvolveu um histórico de apoios e patrocínios que mostram sua ligação com a cultura brasileira, através de projetos que valorizam a preservação da memória e da identidade cultural do país. Peças teatrais, shows, livros e documentários são algumas das iniciativas que contaram com o apoio da seguradora. 

“A Icatu acredita que a cultura e o conhecimento são agentes de mudança para a sociedade. Com este apoio queremos levar entretenimento de qualidade e de forma segura ao público, valorizando a arte brasileira“, conclui Rafael Caetano, diretor de Marketing da Icatu Seguros.

Tudo que eu queria te dizer 

Elenco: Ana Beatriz Nogueira

Direção: Victor Garcia Peralta

Texto: Martha Medeiros 

Todos os sábados de agosto, às 18h

Duração: 40 minutos

Chubb registra prejuízo de US$ 331 milhões no segundo trimestre

“Por que você me diz como serão os próximos seis ou nove meses? Ninguém sabe. Há uma grande incerteza “, disse Greenberg durante a teleconferência com analistas

A Chubb Ltd. registrou um prejuízo líquido no segundo trimestre, principalmente devido às perdas do COVID-19, e seu principal executivo alertou na quarta-feira que as pandemias não são seguráveis em uma ampla base, sem que o governo federal desempenhe um papel importante.

O presidente e CEO Evan Greenberg disse que o COVID-19 é uma “catástrofe global lenta” sem limites geográficos ou de tempo e que afeta os dois lados do balanço.

A Chubb divulgou na terça-feira um prejuízo líquido de US$ 331 milhões no segundo trimestre, em comparação com um lucro líquido de US$ 1,15 bilhão no mesmo período de 2019. No primeiro semestre de 2020, a Chubb sofreu uma perda líquida de US$ 79 milhões, em comparação com um lucro líquido de US$ 2,19 bilhões no mesmo período de 2019. O índice combinado se deteriorou para 101% no primeiro semestre, em comparação com 89,6% no mesmo período de 2019.

Como anunciado anteriormente, as perdas líquidas de catástrofe de Chubb de US$ 1,51 bilhão incluíram US$ 1,16 bilhão de perdas de pandemia de COVID-19, US$ 353 milhões em perdas de responsabilidade civil entre outras.

Em uma teleconferência na quarta-feira, Greenberg alertou que a perda de COVID-19 é a melhor estimativa da Chubb para a perda final em seu balanço e seus passivos decorrentes da pandemia.

“Nós acertamos exatamente? Deus sabe. Existe risco em torno disso? Claro que sim. Porque você me diz como serão os próximos seis ou nove meses? Ninguém sabe. Há uma grande incerteza “, disse Greenberg durante a ligação.

O índice combinado da Chubb no segundo trimestre foi de 112,3%, em comparação com 90,1% no mesmo período de 2019. A frequência e a gravidade na maioria das linhas de negócios estão se beneficiando porque as atividades comerciais estão em baixa, disse Greenberg.

Embora a redução da atividade econômica tenha um impacto negativo no crescimento, a Chubb está se beneficiando de condições favoráveis de subscrição de propriedades comerciais e responsabilidades. “Esperamos que a Chubb tenha um crescimento positivo da receita durante todo o ano”, disse Greenberg.

Os prêmios líquidos emitidos no segundo trimestre, em US$ 8,36 bilhões, aumentaram 0,1%, enquanto os prêmios líquidos de seguros gerais foram de US $ 7,74 bilhões, queda de 0,4%, disse Chubb. Os prêmios líquidos emitidos foram reduzidos em US$ 191 milhões para refletir os ajustes de exposição nas políticas em vigor da Chubb devido ao COVID-19, disse o documento.

“Nos mercados em que crescemos, melhoramos a taxa de exposição na maioria das linhas de produtos comerciais”, disse Greenberg. As taxas gerais no seguro corporativo norte-americano aumentaram 14% e, nas principais contas. As taxas aumentaram 21% em riscos especiais. As taxas de sinistros subiram mais de 25,5% e as linhas financeiras aumentaram mais de 18,5%.

Nas operações internacionais de seguros gerais da Chubb, as taxas subiram 16% nos negócios internacionais de varejo e 20% no atacado de Londres.

Durante a conferência, Greenberg também comentou sobre as tentativas de clientes com acoes judiciais para pressionar o pagamento da cobertura de lucro cessante que na maioria das vezes não existe. “A cobertura para pandemia nunca foi contemplada nas apólices padrão de lucro cessante e, portanto, nenhum prêmio foi cobrado por esses riscos”, disse ele.

No entanto, o setor tem um papel importante a desempenhar em uma solução potencial de risco de pandemia, disse ele. A Chubb apresentou recentemente seu próprio plano de pandemia de compartilhamento de riscos, apoiado pelo governo.

A Chubb também apoia ativamente os esforços republicanos de fornecer um porto seguro para que as empresas atenuem futuras reivindicações de responsabilidade relacionadas à pandemia, disse Greenberg.

Impor às empresas o ônus da responsabilidade é “uma despesa adicional que, em última análise, beneficia um setor, seria uma farsa e uma vergonha”, disse ele.