Diversidade e inclusão, o novo normal para apoiar o crescimento do mercado segurador

webinar sonho seguro

O blog Sonho Seguro fez um webinar sobre o tema com participação da AIG, Chubb, Aon e Lloyd’s of London. O vídeo poder visto no YouTube e o podcast nas plataformas Spotify, Deezer e Apple. Ouça

“Nossa mãe, eu que nunca vou querer trabalhar no mercado de seguros. Olha isso. Tem mais de 1 mil pessoas aqui e não vejo negros, só algumas mulheres, poucos jovens e os gays são tão reprimidos que nem usam meias coloridas”. Foi no dia que minha filha Gigi me disse isso que percebi a dicotomia entre o que os executivos me falavam — e eu escrevia — e a realidade.

Depois disso, passei a prestar muita atenção ao tema. O que é realmente é uma prática dentro das empresas e o que é apenas marketing? É certo que há muitas ações colocadas em prática para transformar a cultura de um país com sérias deficiências educacionais escolares e familiares. No entanto, da mesma forma que a baixa penetração de seguros no PIB do Brasil é um sinal de grande potencial para o crescimento das empresas, apoiar a diversidade e inclusão também é.

Estou certa de que as seguradoras podem transformar a sociedade, não só garantindo proteção financeira para famílias e empresários seguirem adiante mesmo diante de acidentes, como também empoderando seus funcionários com ensinamentos que muitas vezes faltam nas escolas e nas relações familiares.

Este foi o bate papo que o blog Sonho Seguro promoveu “DIVE IN, diversidade e inclusão. Faça a sua parte” com Rafaela Barreda, diretora do Lloyd’s of London no Brasil, Mariangela Morenghi, executiva de marketing e comunicação da AIG, Rafael Ramos, líder de Diversidade e Inclusão na Chubb e Kaue Macedo, embaixador do Dive-In da Aon Brasil. O video do evento, organizado com o apoio da jornalista Adriana Aguilar, está disponível no canal do Sonho Seguro no YouTube.

Milhões de pessoas já estão inscritas no evento DIVE-IN que acontece nos dias 22, 23 e 24 em todo o mundo, conta Rafaela

O debate está apenas começando no Brasil. Nos dias 22, 23 e 24, várias seguradoras, corretoras e prestadores de serviços realizarão o DIVE-IN Brasil. Trata-se de um evento criado pelo Lloyd’s of London em 2015 com o intuito de promover uma linha estratégica para o setor de seguros ao promover debates para a conscientização de inclusão social e diversidade.

Com o passar dos anos, o evento cresceu em números de parceiros e também para outras cidades para incluir algumas das maiores companhias de seguros, corretores, subscritores e serviços associados do mundo. “Agora congrega 32 países, atraindo mais de 10 mil pessoas”, ressalta Rafaela Barreda, diretora do Lloyd’s of London no Brasil.

Kaue Macedo: “A empresa que não tem uma pauta de diversidade e inclusão acaba sendo menos bem vista pelos profissionais que vão ingressar no mercado de trabalho”

Macedo, da Aon, teve a oportunidade de participar do evento em Londres e contagiou outros executivos para que fosse possível realiza-lo também no Brasil. E conseguiu. A AIG, uma das patrocinadoras mundiais, bem como a Chubb, Willis entre outros passaram a apoiar diversas acoes, que agora vão muito além do evento. “Todos despertamos para a inclusão pois é uma temática que esta em nossa vida. Uns despertam mais cedo, outros mais tarde, mas todos despertam. Eu fui despertado quando participei da segunda edição do DIVE IN, em Londres, e me apaixonei pela temática de discutir o tema de diversidade e inclusão, sem barreiras das empresas. É um evento único, setorial e de total portas abertas. E deu certo. O evento cresceu e temos muitas ações que passaram a fazer parte do dia a dia do setor. Ainda é um primeiro passo, mas já é muito mais do que tínhamos anos atrás”.

Mariangela: É ótimo sermos todos diferentes. Cada um tem a sua própria identidade. A ideia é que um dia esses grupos deixem de existir pois todos nós seremos tratados de uma forma única”

A AIG, por exemplo, que participa pelo 4º ano consecutivo do DIVE IN Festival, tem cerca de 12 mil funcionários no mundo engajados em alguma discussão em um dos 147 grupos de diversidade (mulheres, LGBT, identidade racial, religião, gerações e geografias). “No Brasil, temos três grupos: Women@Work (WOW) Mulheres e Aliados, Diversitas LGBT e Aliados e DÆRC Diversidade Étnico-Racial Consciente”, conta Mariangela.

Segundo os participantes, o apoio dado pelas lideranças das empresas viabiliza uma série de ações realizadas dentro e fora do mercado segurador. O tema ganhou tanta relevância que em algumas companhias a área de diversidade e inclusão se reporta diretamente ao CEO e ao Conselho. São diferentes iniciativas de discussão e conscientização sobre equidade de gênero, desenvolvimento profissional mais igualitário para todos, conquistas e desafios da comunidade LGBTQ +, de pessoas com deficiência física e mental e da população negra, entre outras temáticas.

Dos 250 funcionários da AIG no Brasil, cerca de 20% (em torno de 50 pessoas) participam ativamente e de forma voluntária de algum grupo de diversidade no Brasil, citou Mariangela. Uma das iniciativas mais recentes é o treinamento sobre viés inconsciente a todos os funcionários AIG e também sobre microagressões no ambiente de trabalho.

“Na Chubb, o Brasil virou referencia no tema na América Latina por estar muito à frente de outros países”

Assista o vídeo. Se preferir, ouça o podcast nas plataformas Spotify, Deezer ou Apple e saiba mais sobre este tema tao crucial para que o mercado segurador cresça atraindo mais talentos e que possa ter mais criatividade para criar produtos para diferentes públicos. Rafael Ramos conta que a Chubb tem um modelo criado como uma governança, com os vice presidentes alinhados com as acoes. “O Brasil é se tornou referência na América Latina para a Chubb e isso nos traz muitos desafios. Neste ano lançamos o pilar de gerações e futuro do trabalho e vamos debater este tema nesta edição do DIVE-IN. É um tema muito relevante tanto para jovens como para pessoas com mais de 60 anos”, comemora.

Simone volta ao ‘palco’ em lives aos domingos com apoio da Icatu Seguros

Simone Icatu Seguros

Repertório da cantora trará canções clássicas, inéditas e releituras de sucessos

Fonte: Icatu

Quem gosta da cantora Simone terá a chance de acompanhar canções inéditas nas próximas lives da artista, que ocorrem sempre aos domingos no Instagram da artista (@simoneoficial), e passará a ter apoio da Icatu Seguros, companhia comprometida com a valorização da cultura brasileira. Acompanhada de violão e bases de instrumentos pré-gravados, a eterna Cigarra traz sua alegria, música e bom humor ao palco virtual. 

Além das canções inéditas, Simone vai apresentar ao seu público sucessos e releituras de seus 47 anos de carreira. Diretor de Marketing e Canais de Relacionamento da Icatu Seguros, Rafael Caetano ressalta o compromisso da companhia, como agente de transformação social. 

“Há quase 30 anos, apoiamos iniciativas e atividades de diferentes formatos que preservam a história e a identidade cultural do Brasil. Entre eles, shows, peças teatrais, livros e documentários. O momento atual trouxe adaptações em diversos setores, inclusive o cultural. Os artistas precisaram se reinventar e inovar suas apresentações e o apoio a eles neste cenário é essencial”, afirma Rafael. 

Zurich divulga seus canais digitais e simplifica o atendimento aos seus clientes

Ação será divulgada em diversas plataformas digitais, como Facebook, Instagram, Youtube, Google (Ads + Search) e Teads (tecnologia out-tream)

Fonte: Zurich

A Zurich tá online”. Este é o tema da campanha que a seguradora lançou hoje, 11 de setembro, com o objetivo de criar brand awareness e, principalmente, informar que seus canais digitais chegaram para simplificar e acelerar o atendimento aos clientes. Com criação de peças em 3D, ampla cobertura no universo digital e duração de 45 dias, a iniciativa destaca as diversas possibilidades de autosserviço disponíveis para quem possui os seguros de automóvel, roubo e furto, quebra acidental, garantia estendida e previdência.

Desenvolvida pela agência de comunicação CuboCC, a campanha também conta com uma landing page, animações em motion graphics e a presença da assistente virtual Laiz, que foi lançada recentemente pela companhia e ajuda a dar agilidade ao atendimento nos canais digitais.

Nas redes sociais, a campanha será divulgada no Facebook, que possui o maior potencial de alcance de usuários. Já no YouTube, haverá vídeos em formato in-stream, que são aqueles veiculados antes da exibição do vídeo escolhido pelo usuário, e in-discovery (visualizados como resposta a buscas).

A estratégia também contempla anúncios out-stream, mostrados em sites de veículos de imprensa, e que serão apresentados no formato in-read (aqueles que aparecem no meio do conteúdo). Haverá, ainda, anúncios no Google Display e Google Search. O primeiro possui mais de mil  audiências catalogadas e o segundo permite que o anúncio apareça quando os internautas fizerem buscas.

“Por ser uma das maiores seguradoras do mundo e se diferenciar por ser uma companhia multilinha, multisserviço, multicanal e cada vez mais digital, é natural que nossos esforços de marketing sejam no ambiente virtual, que se tornou ainda mais importante depois da pandemia, proporcionando comodidade e rapidez na prestação de serviços”, afirma o diretor executivo de Estratégia, Marketing e Inovação da Zurich no Brasil, Rodrigo Barros. “Estes, aliás, foram os motivos dos nossos esforços, já que, com o isolamento social, o mercado pediu por soluções que atendessem a essa necessidade. Nesse sentido que diversas funcionalidades foram e estão sempre sendo pensadas para proporcionar uma experiência cada vez melhor e mais agradável aos nossos clientes”, complementa.

Serviços digitais

O executivo se refere às medidas adotadas e intensificadas depois da pandemia para ampliar o contato e a proximidade com clientes (pessoa física e empresas), corretores e parceiros de negócios. 

Entre elas, atendimentos nos canais do site, chat, SMS e APPs, vistoria mobile, além de ampliação dos serviços do app Zurich Risk Advisor (para segurados e corretores realizarem autoavaliações de riscos via colaboração remota).

Além disso, os atendimentos foram complementados com o lançamento da assistente virtual Laiz, que ajuda a esclarecer dúvidas recorrentes e disponibiliza serviços como segunda via do boleto, do contrato de seguro (apólice) e acionamento e status do sinistro para clientes de Automóvel e de Afinidades, que possuem seguro de roubo e furto, garantia estendida ou danos acidentais.

A Diversidade e Inclusão no Setor de Seguros

Solange Beatriz CNseg

Confira a entrevista com a Diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg

Fonte: CNseg

25 de Setembro é o “Dia da Diversidade e Inclusão no Setor de Seguros”, efeméride lançada pela CNseg em 2019 para, nas palavras da Diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, “fortalecer o compromisso do setor com as melhores práticas de diversidade e inclusão”. Confira abaixo a entrevista com Solange Beatriz sobre um tema que ganha cada vez mais relevância no debate nacional e internacional, tanto pelo ponto de vista ético como pelo financeiro. 

Como anda o debate a respeito da diversidade no setor de seguros?    

O setor de seguros está consciente que é preciso acelerar suas políticas de inclusão, pois, além de gerar mais justiça social, um ambiente mais inclusivo fomenta soluções inovadoras, que são essenciais para um melhor desempenho das empresas, razão pela qual o tema passou a fazer parte da agenda social e econômica do nosso setor. 

Em 2017, um grupo de diretoras de empresas nacionais e estrangeiras com afinidade com o tema criou o Grupo de Trabalho de Diversidade e Inclusão da CNseg que, já no ano seguinte, realizou a “1ª Conferência Diversidade e Inclusão no Setor de Seguros”.  Em abril de 2019, o tema entrou novamente em debate no painel técnico “Diversidade em Ação”, durante o 8º Encontro de Resseguro do Rio de Janeiro.   

Em setembro de 2019, a CNseg realizou a 1ª Conferência de Sustentabilidade e Diversidade, paralelamente à 9ª Conseguro.  

Na mesma época, durante o Festival Dive In para Diversidade e Inclusão em Seguros, a Confederação lançou o Dia da Diversidade e Inclusão no Setor de Seguros, a ser celebrado a cada 25 de setembro, visando fortalecer o compromisso do setor com as melhores práticas de diversidade e inclusão de talentos na carreira de seguros e refletir a riqueza demográfica, étnica, cultural e social do nosso País. 

Outra ação que apresentou uma recepção bastante positiva foi o lançamento do Calendário 2020 da CNseg, que teve a Diversidade e a Inclusão no Setor de Seguros como tema da edição, celebrando o rico mosaico humano que compõe a aldeia global.    

Além disso, o setor já conta com entidades autônomas dedicadas ao tema, como o Instituto pela a Diversidade e Inclusão no Setor de Seguros (IDIS) e a Associação de Mulheres do Mercado de Seguros (AMMS), ambas com apoio da CNseg.  E, nesse contexto, também podemos citar o apoio da CNseg ao Instituto Ação Pela Paz, que capacita egressos do sistema prisional, visando reinseri-los no mercado de trabalho e, assim, diminuir a reincidência criminal. 

E o quais os esforços das empresas do setor para fortalecer a diversidade?   

Temos visto empresas do setor se tornarem referência em políticas e práticas de diversidade e lideranças do mercado enfatizando a importância da diversidade para os negócios. De acordo com último levantamento da Escola de Negócios e Seguros (ENS), 40% das seguradoras brasileiras já possuem programas de igualdade de gênero, o que certamente contribuiu para que, atualmente, no cômputo total, as mulheres já serem maioria nesse mercado. O desafio agora é alçá-las, cada vez mais, às posições de liderança, onde ainda são sub-representadas. Também precisamos trabalhar para reforçar a representatividade de pessoas negras, transgêneras e com deficiências em posições de liderança e evitar – de modo geral – que os vieses inconscientes prejudiquem a contratação do melhor profissional para a vaga, independentemente de qualquer atributo subjetivo que não esteja estritamente relacionado à atividade a ser exercida.    

Como um setor que cuida da proteção do patrimônio das pessoas, não podemos prescindir da diversidade de talentos para compreender as necessidades de públicos variados e atender melhor a todos.    

Em termos de produtos de seguro, também possuímos exemplos interessantes, como é o caso de  seguradora que, na contratação de um seguro viagem, disponibiliza cartilha apontando os locais com maior risco de ocorrerem crimes de ódio contra minorias e disponibiliza call center para prestar auxílio nesses casos. Outro bom exemplo, este vindo do Reino Unido, se relaciona à violência contra a mulher no âmbito do abuso do poder  econômico, com bancos aceitando o cancelamento de contas conjuntas sem a necessária concordância do parceiro agressor e seguradoras cancelando apólices solicitadas pelas vítimas de relacionamentos abusivos.

CNseg também realiza ações para fortalecer a diversidade dentro da própria Confederação?  

Os funcionários, como participantes do mercado segurador, também sempre foram alvo de nossos eventos e ações de comunicação. Entretanto, sentíamos falta de ações voltadas objetivamente para nossos colaboradores, inclusive as lideranças, razão pela qual já iniciamos o desenvolvimento de um programa interno de diversidade, em parceria com o GT de Diversidade e Inclusão da Comissão de Recursos Humanos. Em uma primeira fase, pretendemos realizar ações de conscientização para as lideranças e os colaboradores sobre o valor da diversidade e temas específicos como os viéses inconscientes, além de mapear os recortes de diversidade do nosso quadro com base em um censo com os colaboradores. Temos consciência que a CNseg, enquanto representante institucional de um setor extremamente relevante – tanto econômico, quanto socialmente -, pode estabelecer um bom exemplo e contribuir para o avanço desse tema. 

Economia da saúde é fundamental para o futuro do setor

Webinar do IESS reuniu especialistas e pesquisadores vencedores do Prêmio IESS de Produção Científica em saúde suplementar

Fonte: IESS

O Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) promoveu nesta semana o webinar “Propostas do Prêmio IESS para assegurar a sustentabilidade do setor em tempos de crise”, que reuniu especialistas e premiados na categoria Economia do Prêmio IESS de Produção Científica em transmissão ao vivo no YouTube e nas redes sociais da entidade. 

Com mediação de José Cechin, superintendente executivo, o debate contou com a participação de Antonio Carlos Campino, professor da FEA-USP e avaliador da categoria Economia do Prêmio IESS; Marília Raulino Jácome, vencedora em 2018, Head da G-Sin (Startup de Gestão de Riscos na Saúde) e doutoranda em Ciências Contábeis (UFPB); e Luís Carlos Moriconi, vencedor em 2017, gerente atuarial na Unimed Fesp e mestre em economia (UFRGS). 

José Cechin reiterou o compromisso da instituição com a criação de ferramentas tanto nesse momento de crise sanitária e social quanto para o desenvolvimento do setor de saúde nacional. “O Prêmio IESS é uma das provas desse esforço e do anseio de mobilizar a nossa capacidade de agregar conhecimento e estudos técnicos e convergir a produção acadêmica com a prática do mercado ao longo desses dez anos da premiação”, comentou. 

A importância de se gerar informação técnica e fomentar a pesquisa foi lembrada por Antonio Campino como fundamental para garantir a perenidade dos setores público e privado. “O mundo todo passa por um fenômeno de transição demográfica e consequente envelhecimento populacional. Claro que é um avanço da sociedade e da medicina, mas isso traz um aumento das despesas médicas para todos os envolvidos nessa cadeia”, aponta o professor. “Não há conflito entre os setores público e privado. A economia da saúde é importante por se debruçar em problemas reais da sociedade com implicações em diferentes âmbitos. É necessário que o país e os diversos segmentos se planejem para os impactos dessa mudança”, completou. 

Além das implicações econômicas do atual cenário e da necessidade de mudança e atualização da regulação do setor e das práticas de diversos agentes envolvidos, o encontro reforçou a importância de se fomentar os estudos que envolvam o setor de saúde suplementar. “É fundamental que a academia enxergue o potencial da pesquisa para esse setor. Em termos de economia, é um segmento que agrupa 25% dos brasileiros e movimenta um grande volume investimentos, despesas e receitas”, analisou Marília Raulino. 

Já Moriconi ressaltou que o setor precisa se apossar das diferentes ferramentas para ser mais forte, efetivo e resolutivo. “A economia da saúde deve ser o centro de tudo. Por meio dela é que iremos ampliar a qualidade em termos de recursos humanos e de produtividade, garantindo equilíbrio, satisfação e bem-estar de todos, sejam beneficiários, operadoras e prestadores de serviços”, concluiu. 

A íntegra do webinar pode ser vista no Portal IESS (http://iess.org.br/eventos) e no YouTube (http://youtu.be/bivn282VNXM). A série de encontros continuará apresentando importantes questões para o desenvolvimento do setor de saúde suplementar nacional com transmissão ao vivo nas redes sociais do IESS e no canal do YouTube.

Seguros SURA está entre as maiores no ranking de seguros da América Latina

Seguros SURA tem uma participação de mercado de 2,8% no mercado regional ; 4.1% em seguros gerais e 1,2% em vida

Fonte: Seguros Sura

A Seguros SURA, subsidiária do Grupo SURA, subiu do quarto ao terceiro lugar no segmento de seguros Não-Vida, no último “Ranking de Grupos Seguradores na América Latina”, publicado pela Fundação Mapfre, sendo a primeira de origem latino-americana. No ranking total, classificação dos grupos seguradores do mercado na América Latina, a Suramericana se manteve no oitavo lugar e é a quarta entre as latino-americanas, atrás de três seguradoras brasileiras. Com um volume de prêmios que superou os US$ 4 bilhões em 2019, a companhia registrou uma participação de mercado de 2,8%, segundo o informe.

“Nos posicionarmos entre as seguradoras latino-americanas mais relevantes tem sido possível graças a nossa estratégia como gestores de tendências e riscos, que nos permite avançar na entrega de capacidades para as pessoas e as empresas, a maior diversificação do nosso portfólio com soluções que transcendem a segurança tradicional, assim como continuar consolidando as companhias nos nove países onde Seguros SURA está presente”, expressou Juana Francisca Llano, a presidente de Suramericana.

No segmento de Vida, a companhia se posiciona como a nona de origem latino-americana e se encontra no 17º lugar no escalão geral. Vale destacar que a produção por valor de prêmios no último ano se deu em 52% em seguros gerais e 48% em vida, que somaram aproximadamente 16 milhões de apólices.

A Seguros SURA tem desenvolvido quatro frentes de negócio nas operações da região: Autos, Vida, Saúde e Empresariais, onde os portfólios de soluções se tem se diversificado para acompanhar as pessoas e as empresas, não somente quando ocorre um sinistro, mas desde a entrega de capacidades e conhecimento que permite identificar oportunidades em mobilidade, competitividade, conectividade, residência, saúde e autonomia.

Resultados da Suramericana até junho

No fechamento do primeiro semestre, a companhia consolidou ingressos totais que aumentaram 10,5% e somaram US$ 2,3 bilhões, com crescimento nos segmentos de seguros gerais (7,5%), vida (7,0%) e a saúde na Colômbia (21,5%).

“Os resultados refletem os esforços de fidelizar os nossos clientes desde três frentes: transformação do modelo operativo; desenvolvimento de novas soluções e reconversão de outras, para responder às condições atuais das pessoas e das empresas na região; ao mesmo tempo que fortalecemos nossos acessos e canais. Assim, cuidamos do ajuste de reservas, a solvência e a liquidez frente aos cenários que temos projetado diante a pandemia”, indicou Juana Francisca Llano, a presidente de Suramericana.

O mercado segurador na região teve um comportamento positivo em 2019 que somou um volume de prêmios de US$ 153,1 bilhões, 1,7% a mais do que em 2018, segundo o relatório da Fundação Mapfre. Especificamente, houve um crescimento no segmento Vida de 5,1%, enquanto diminuiu 1% no segmento Não Vida, explicado, em boa parte, pela depreciação das moedas locais em comparação ao dólar, particularmente na Argentina e no Brasil.

Mercado segurador latino-americano debate efeitos da pandemia na região

cnseg

Evento ocorreu em 9 de setembro, transmitido pela plataforma Zoom. Veja neste link

Fonte: CNseg

Com o objetivo de debater os impactos e as reações dos mercados de seguro latino-americanos à pandemia do novo coronavírus, a sétima edição do CNseg Webinars, realizado em 9 de setembro, contou com a participação dos presidentes da Federação Interamericana de Empresas de Seguros (FIDES) e tesoureiro da Associação Panamenha de Seguradoras, Luis Enrique Bandera; da Federação Global de Associações de Seguro (GFIA) e Associação Mexicana de Seguradoras, Recaredo Arias; da Associação Peruana de Seguradoras (APESEG), Eduardo Morón Pastor; da Federação de Seguradores Colombianos (FASECOLDA), Miguel Gómez Martínez; com o Vice-Presidente Executivo da Associação de Seguradores do Chile A.G (AACH), Jorge Claude, e com o Presidente da CNseg e Diretor-Presidente da Fenaseg, Marcio Coriolano, que também atuou como moderador do encontro. 

Em 2019, lembrou Coriolano, o mercado de seguros na América Latina arrecadou US$ 174 bilhões em prêmios, o que corresponde a apenas 2,5% do mercado mundial, evidenciando seu potencial de crescimento. O Brasil, por sua vez, representa 47% do mercado latino-americano.  

O impacto no setor e os segmentos mais atingidos  

Logo no início do webinar ficou evidente que o seguro de automóvel foi um dos segmentos mais atingidos pela pandemia em toda a América Latina, devido às restrições de circulação, que também comprometeram a venda de carros. Na Colômbia, afirmou Eduardo Pastor, essa queda foi de 13%. “Nos últimos seis meses, abasteci apenas uma vez o meu carro”, afirmou ele, para ilustrar a situação em seu país. No Brasil, lembrou Coriolano, apesar da forte queda desse seguro em um primeiro momento da crise, já se nota a volta do crescimento dos financiamentos de automóveis, mas com uma maior participação dos carros usados no mix, o que atribui à proteção do veículo em tempos de contágio. 

Outro seguro fortemente impactado foi o de vida, citado pelos representantes de Chile, Colômbia e México, que alegaram, entre outras razões para tal, a dificuldade no registro de óbitos devido ao fechamento dos cartórios. Além disso, também foram citados os impactos no seguro de crédito, no Chile, e nos seguros para aluguel de imóveis e para grandes obras, na Colômbia.  

No México, afirmou Recaredo Arias, houve contração de 1,7% no volume total de prêmios e a estimativa é que o custo das indenizações relacionadas à pandemia chegue a US$ 400 milhões. Segundo Eduardo Pastor, o setor segurador peruano deve ter uma contração de 6 a 7% em 2020 e, no Chile, o volume de prêmios deve cair entre 1 e 1,1%, de acordo com Miguel Martínez.  

Como reagiu o regulador e o governo?  

Questionados sobre a atuação dos órgãos reguladores durante a pandemia, os participantes afirmaram, de um modo geral, que foi positiva, flexibilizando as normas e fazendo avançar a regulação. No Chile, afirmou Jorge Claude, as exigências para a venda online e as regras de investimento foram flexibilizadas à semelhança do ocorrido na Colômbia, segundo Eduardo Pastor. No Brasil, afirmou o Presidente da CNseg, os reguladores também têm atuado com muita cautela, “apesar da grande pressão sobre o setor”.  

Entretanto, um problema relatado por muitos foi o da “criatividade parlamentar, que busca fazer caridade com o chapéu alheio”, como disse Jorge Claude. Segundo Luis Enrique Bandera, os governos da região agiram com um “grau de populismo perigoso”, aprovando leis e normas que desconsideram os impactos financeiros na indústria de seguros. “Muitos projetos de lei foram mal concebidos e com muitos erros, fazendo as seguradoras terem um grande trabalho de representação”, complementou Miguel Martínez, afirmando, ainda, que na Colômbia houve um “tsunami legislativo”, com o surgimento de cerca de 100 projetos de lei que afetam de forma direta ou indireta o setor. 

E se Martínez já considerava esse número muito elevado, deve ter ficado muito surpreso com os 1.300 citados pelo peruano Eduardo Pastor e com os mais de 3.200 projetos de lei que tramitam no Congresso brasileiro tratando de seguros, como informou Marcio Coriolano, concluindo: “Em todos os países, houve formidável pressão dos parlamentos e judiciários para atropelar os fundamentos mais básicos do seguro para atender a demandas de caráter populista”. Entretanto, segundo ele, as declarações feitas pela FIDES e pela GFIA explicando as limitações do seguro foram de fundamental importância para ajudar o setor segurador brasileiro a “frear um pouco a onda de projetos de lei”.  

Ações positivas do setor em prol da sociedade 

Outro tema que entrou no debate foram as ações do setor em prol da sociedade. De acordo com o Presidente da GFIA, baseado em pesquisa feita junto aos países membros da Associação, as que mais se destacaram foram as doações para o fortalecimento das infraestruturas hospitalares e a oferta de seguro de vida gratuito para profissionais de saúde que, somente no Chile, alcançou 150 mil pessoas.  

Outro procedimento muito comum relatado foi o de cobertura de sinistros relacionados à pandemia, mesmo quando não previstos em contrato, principalmente nos seguros de vida e de saúde.  

O que fica dessa pandemia?  

Questionados sobre os impactos de longo prazo dessa pandemia, Luis Bandera afirmou que ela rompeu com os sistemas tradicionais de trabalho e com os modelos educacionais, “nos impulsionando em direção a um acelerado processo de digitalização que veio para ficar”, mudando radicalmente a forma com que as pessoas fazem negócios e se relacionam. Concordando com a afirmação do colega, Recaredo Arias afirmou: “É preciso entender que é a tecnologia que agora dita as regras do jogo” e que as mudanças nos próximos sete anos serão maiores que as dos últimos 100 anos. “As empresas de seguro devem estar à frente dessas mudanças no setor para não serem ultrapassadas pelas empresas de tecnologia”, concluiu.  

Miguel Martínez, por sua vez, disse identificar uma preocupação, dentro das seguradoras, relacionada ao marketing. “Tradicionalmente, a venda de seguros sempre foi feita cara a cara e as empresas ainda estão assimilando as melhores formas de capacitar suas equipes para a comercialização pelos canais digitais”. Esse fortalecimento dos canais digitais, entretanto, lembrou ele, tem ainda outras consequências, como o aumento da vulnerabilidade de empresas aos ataques cibernéticos, mas “as pessoas têm consciência disso”.   

Concluindo, Marcio Coriolano afirmou que, de uma forma geral, os consumidores aumentaram sua aversão ao risco, o que “só faz aumentar nossa responsabilidade para oferecer-lhes produtos e soluções adequados aos novos tempos”.

Lloyd’s of London estima pagar US$ 3,1 bi em indenizações por Covid-19

lloyds of london

À Reuters, o presidente Bruce Carnegie-Brown disse que as perdas devido à pandemia podem se estender pelos próximos anos

O Lloyd’s de Londres vai pagar 2,4 bilhões de libras (US$ 3,12 bilhões) em indenizações relacionadas à pandemia nos primeiros seis meses, segundo informou em comunicado, ao registrar prejuízo no primeiro semestre. A perda total por COVID-19 pode chegar na casa de 3 bilhões de libras.

Seguradoras de todo o mundo pagaram indenizações por cancelamento de eventos, viagens, crédito comercial e políticas de interrupção de negócios devido ao vírus. As que tinham resseguro com o Lloyd’s já estao acionando seus pedidos e expectativa é de uma fatura global de mais de US$ 100 bilhões este ano proveniente das seguradoras que atuam com seguros de bens e responsabilidades, classificadas em “não vida”.

À Reuters, o presidente Bruce Carnegie-Brown disse que as perdas devido à pandemia podem se estender pelos próximos anos. “Ninguém sabe quando começou, certamente não sabemos quando vai acabar.”

O Lloyd’s, cujos resultados são um agregado de seus mais de 90 membros conhecidos como sindicatos, informou que os pagamentos relacionados ao COVID-19 foram líquidos de resseguro. O mercado registrou uma perda antes dos impostos no primeiro semestre de 438 milhões de libras, em comparação com um lucro de 2,3 bilhões de libras um ano antes. Os prêmios emitidos brutos aumentaram 1,7%, para 20 bilhões de libras.

O índice combinado, uma medida de lucratividade de subscrição, deteriorou-se de 98,8% um ano antes para 110,4%. Um nível acima de 100% indica uma perda de subscrição. Excluindo os sinistros COVID-19, no entanto, seu índice combinado aumentou para 91,7%.

O Lloyd’s exigiu que seus membros abandonassem suas linhas de negócios de pior desempenho nos últimos anos e alguns saíram do mercado. Carnegie-Brown disse que seguros marine e Aviation estavam entre as linhas de negócios deficitárias e ele esperava que mais sindicatos deixassem o Lloyd’s, acrescentando que o mercado também tinha um “forte fluxo de novos candidatos”.

O Lloyd’s reabriu seu piso de subscrição na semana passada, após quase seis meses de fechamento devido à pandemia. O piso pode operar com até 45% de sua capacidade anterior. Carnegie-Brown disse que até agora os números que chegavam a cada dia estavam na casa das centenas, e não nos milhares anteriormente.
 

Susep divulga dados de julho, com sinais de recuperação nas vendas de alguns seguros

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulga nesta sexta-feira dados estatísticos do mês de julho do mercado segurador. Uma grata surpresa com alguns segmentos. Em residência, o volume de prêmios crescendo respectivamente 21,7% e 19,5% em cada mês, saindo de R$ 219,7 milhões em maio para R$ 319,5 milhões em julho, maior valor histórico da série divulgada pela Susep. Em relação a julho de 2019, esse valor representa um aumento de 9,8%. No acumulado do ano, no entanto, o volume de prêmios permanece pouco abaixo do mesmo período de 2019, com uma queda de 0,8%.

Os seguros de garantia estendida e transportes, impactados na pandemia, mostraram retomada em julho. O seguro garantia estendida, que costuma ser contratado na compra de produtos no varejo, cresceu 29% em julho ante junho e movimentou R$ 212,6 milhões no mês. Já nos seguros de transportes, ligados à circulação, que caiu na quarentena, o volume de prêmios foi de R$ 304,33 milhões, 26% maior do que em junho, segundo a Susep.

O segmento de seguros pessoais registrou uma marca inédita no Brasil em julho: R$ 4,12 bilhões em prêmios, o que representa um crescimento de 16,8% em relação a junho. Os ramos de vida em grupo e prestamista – modalidade comprada em financiamentos, por exemplo – foram os principais responsáveis por essa alta, com prêmios de R$ 1,07 bilhão (8,6%) e R$ 1,43 bilhão (35%) respectivamente. Em relação a julho de 2019, o crescimento de prêmios no segmento de seguros pessoais foi de 9,6%, com os ramos prestamista e vida em grupo tendo crescido 20,6% e 6,7%, respectivamente.

VI COPADES promove imersão contra fraude em seguros em setembro

Representante da CNseg participa do evento, este ano virtual, com especialistas internacionais

Fonte: CNseg

Uma imersão de sete dias para discutir delitos em seguro, incluindo prevenção e combate à fraude, reunirá especialistas de vários países; entre eles, o gerente de Prevenção e Combate à Fraude em Seguros da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, Ricardo Tavares. Ele será um dos painelistas do VI Congresso Pan-Americano sobre Delitos em Seguros – COPADES, realizado de 13 a 19 de setembro, organizado pelo CESI’Internacional – Congresos, Eventos y Seminarios Internationales, e pelo BCRA – Bureau Coordinador de Resgos Asegurados, excepcionalmente na versão virtual desta vez, dada a pandemia.

Ricardo Tavares participará de painel da abertura do evento, abordando as fraudes em reclamações de seguros tendo como foco a experiência brasileira na prevenção e no combate a esses delitos. 

A programação do VI COPADES é composta, ainda, pelos seguintes temas: uso da inteligência artificial na prevenção e combate à fraude em seguros; deveres e responsabilidades dos seguradores na luta contra a corrupção e lavagem de dinheiro; avanços tecnológicos, seus benefícios na mitigação da fraude ou favorecimento de novos riscos; caminhos para minar as fraudes ainda na fase de subscrição de riscos ou na hora da liquidação; e a chamada fraude 4.0, advinda com a internet das coisas.

O COPADES reúne anualmente especialistas de seguradoras, resseguradoras e representantes dos órgãos de supervisão, com o objetivo de atualizar o conhecimento sobre medidas mais assertivas no combate à fraude, tema de sensível importância para toda a sociedade. 

As inscrições para o VI COPADES podem ser realizadas pelo seguinte link: https://www.cesinternacional.com/