Segfy ganha destaque no mercado de seguros

Com ênfase para o atendimento qualificado, startup conquistou o selo Great Place to Work, que premia as melhores empresas para se trabalhar

Fonte: Segfy

Já é conhecido que para uma empresa conquistar o sucesso, precisa de uma base sólida e unida. No paralelo citado anteriormente os colaboradores representam a base para levar sucesso ao cliente final. Foi com base nisso, que a Segfy estruturou sua equipe e foi certificada como uma ​Great Place to Work​, certificação mundial entregue as melhores empresas para se trabalhar.

Para chegar a esse título, a empresa faz um trabalho estruturado e sólido desde sua fundação para capacitar seus colaboradores a trazer as soluções mais eficientes e um atendimento qualificado ao mercado de seguros.

Capacitação e Eficiência

Desenvolver o colaborador para entregar mais ao cliente final. É com essa premissa que a startup curitibana vem crescendo rapidamente dentro do mercado de seguros no Brasil. A empresa destina verba e tempo para que seus funcionários se mantenham atualizados e preparados para oferecer um serviço qualificado aos corretores de seguros.

Marcos Roque Villa, CEO da Segfy, conta como é gratificante ver todo esse trabalho humanizado levar resultado ao corretor. “Como gestor de todos estes processos, o sentimento é de gratidão a todos os envolvidos. Cada colaborador tem um pedacinho de mérito no sucesso dos nossos clientes. Desenvolvemos um trabalho conjunto entre todas as áreas para que nossos serviços e atendimento sejam cada vez mais ativos no dia a dia de cada corretora que atendemos”.

Para o segundo semestre de 2020, a empresa desenvolveu novos projetos para que as corretoras consigam aumentar seus lucros com estratégias de venda e relacionamento traçadas pela equipe de sucesso do cliente.

Crescimento do cliente

O projeto é ambicioso e traz um visão otimista de como o mercado pode ser melhor explorado pelo corretor de seguros. A equipe de atendimento da Segfy estará mais próxima do cliente, oferecendo cursos, materiais e direcionando novas estratégias visando o aumento das vendas.

Dielson Haffner, diretor de Receitas e Acionista da Segfy, coordena o projeto e enfatiza que as estratégias são de acordo com a necessidade de cada corretora envolvida no projeto. “Estamos com uma nova estratégia visando o lucro total dos nosso clientes. Nossa equipe de Sucesso do Cliente estará ainda mais próxima das corretoras, vendo o que é necessário melhorar em cada uma. Com isso, desenvolvemos estratégias focadas para que as vendas aumentem. Utilizamos nossas redes sociais também para interagir com os corretores, trazendo conteúdos assertivos para incentivá-los a crescer”.

Ainda sobre o projeto, Dielson ressalta que são feitos treinamentos semanais dentro da equipe para capacitar os colaboradores a trazer ainda mais novidades aos clientes. “Trabalhamos a equipe semanalmente com cursos, webinars, apresentações, com as novidades do mercado e onde podemos utilizar aquilo dentro das estratégias de sucesso dos nosso clientes. Mensuramos a meta de trazer em um curto prazo 10% de aumento nas vendas de cada cliente que se engajar no nosso projeto e estamos vendo com bons olhos os resultados de quem já está participando”.

Vendas de seguros avançam 32% em junho, comparado a maio, segundo Susep


A Síntese mensal produzida pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) mensalmente e que analisa os movimentos no mercado de seguros, acumulação e capitalização indica que todas as linhas de negócio deste setor apresentaram aumento no volume de prêmios recebidos, registrando um crescimento geral de 32,9% em junho na comparação com o mês de maio.

O destaque foi para os produtos de acumulação, com aumento de 52,7%.
As receitas de acumulação em junho de 2020 ficaram 5,7% acima do registrado no mesmo mês de 2019. Apesar do expressivo aumento, ainda há uma queda de 7,5% nas contribuições, no acumulado do ano (até junho), quando comparado com o mesmo período de 2019.

Luis Rasquilha promove ‘Jornada da Transformação em Seguros’, no dia 31

Tendências, desafios, oportunidades, transformação digital, inovação estratégica, novas formas de proteção para segurados, competências e habilidades essenciais para os profissionais que atuam no setor de seguros em tempos de mudanças, entre outros temas da ‘Jornada da Transformação em Seguros’, aula online e gratuita, que será promovida por Luis Rasquilha, no dia 31 de agosto, às 20h.

O palestrante irá compartilhar experiências adquiridas ao longo dos últimos 10 anos como consultor dos principais players de seguros e projetar o novo cenário para este setor nos próximos anos, com informações relevantes para aplicação prática de ações visando à retomada do ciclo de crescimento dos negócios de seguradoras, corretoras, assessorias, prestadores de serviços e toda a cadeia produtiva do seguro. “A meta é ajudar que os profissionais do setor se preparem para as oportunidades nos ambiente físico e digital e às novas demandas por proteção que serão exigidas daqui pra frente. O futuro é agora!”, diz ele ao blog Sonho Seguro.

As palestras dele são enriquecedoras e simples. O currículo de Luis é extenso: ele é especializado em Estratégias Disruptivas (Harvard Business School / EUA), Gerenciamento das Empresas do Futuro (Universidade de Londres / Reino Unido), Transformação Digital (Emeritus & Massachusetts Institute of Technology – MIT / EUA), TrendsInnovation (Inova Business School & BRZ / Brasil), Gerenciamento Estratégico (Copenhagen Business School / Dinamarca), entre outras.

Também é orador TedX, professor do Einstein, da FIA e Fundação Dom Cabral. Membro conselheiro do G100 Brasil. Autor e co-autor de 18 livros sobre Marketing, Comunicação, Futuro, Tendências e Inovação. Consultor de 10 das 50 empresas mais inovadoras do mundo e um dos 50 profissionais que todo mundo deve seguir, segundo a Gama Academy. Colunista do MIT Sloan Review Brasil, CEO da Inova Consulting, Inova Business School e Inova Online.

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QUANDO: 31/8/2020 – 20h
INSCRIÇÕES: www.luisrasquilha.pro.br
MAIS INFORMAÇÕES: contato@luisrasquilha.pro.br / zap 11 93706-6450

BB Seguros realizou mais de 100 mil serviços de assistência residencial durante pandemia

Encanador, eletricista e reparo de eletrodomésticos foram os serviços mais buscados entre março e julho

Fonte: BB Seguros

Um levantamento da BB Seguros aponta que, desde o início da pandemia do coronavírus, a empresa recebeu 107.373 pedidos de assistência dos clientes do seguro residencial. Todos os atendimentos foram realizados com os devidos cuidados para preservar a segurança dos prestadores de serviço e também dos clientes. 

Dentre os diversos serviços disponíveis, o serviço de encanador foi a assistência mais solicitada no período, somando mais de 25 mil chamados. Em seguida aparece a assistência de eletricista, acionada mais de 18 mil vezes, e em terceiro lugar o reparo de eletrodomésticos da linha branca, como máquinas de lavar, geladeiras e micro-ondas, com cerca de 14 mil solicitações. 

“Com as pessoas trabalhando em home office e passando muito mais tempo em casa nos últimos meses, é normal aumentar o uso e, consequentemente, o desgaste de equipamentos, eletrodomésticos e estruturas nas residências, que podem precisar de alguns reparos. Imprevistos como vazamentos, entupimentos de ralos e vasos sanitários, trocas de resistências de chuveiros elétricos e de vidros quebrados são alguns serviços que podem ser resolvidos por meio das assistências disponíveis no seguro residencial “, explica Sérgio Barbosa, diretor de produtos da Brasilseg, uma empresa BB Seguros. 

O Seguro Residencial BB Seguros tem cobertura básica contra incêndio, queda de raio e explosão, além de diversas coberturas opcionais que podem ser contratadas como danos elétricos, responsabilidade civil familiar, desmoronamento, roubo e furto, vendaval, entre outras. Mesmo os pacotes mais básicos contam com uma série de benefícios e assistências para os segurados. 

“Contratar um seguro residencial é uma escolha com excelente custo-benefício. Acessível financeiramente, tem coberturas que garantem tranquilidade em caso de um incidente na residência e as assistências ainda podem render uma boa economia ao cliente quando precisar de um chaveiro 24 horas ou um encanador de emergência para consertar um vazamento, por exemplo, serviços que podem sair bem caro”, finaliza Barbosa. 

Seguros SURA debate o relacionamento com o consumidor no ambiente digital

Live traz as Ideias e Tendências do universo do marketing digital para atender as principais dúvidas e necessidades apresentadas pelos empreendedores

Fonte: Seguros Sura

A Seguros SURA vem desenvolvendo diversas ações para capacitar pessoas e empresas para uma jornada segura e sustentável. No dia 21 de julho, a companhia realizou o SURA TALKS sobre as Ideias e Tendências do universo do marketing digital em live no Youtube , liderado por Marcelo Biasoli, Diretor de Estratégia de Negócios e Marketing da Seguros SURA, e seus convidados André Siqueira, cofundador da Resultados Digitais, Luiz Buono, Founder e CEO da Fábrica, e Maria Elvira Fioratti, gerente de marketing da Seguros SURA e líder da Empresas SURA, para dividir as perspectivas do marketing digital. 

O tema da live foi definido a partir de uma pesquisa realizada pela Seguros SURA com os principais players e parceiros do mercado e a grande procura de empresários por essa temática, apontando o marketing digital como uma ferramenta fundamental para a construção da marca e a conexão com o consumidor nos canais digitais. Mas como implementar o marketing digital na prática? Essa foi a principal dúvida dos participantes. 

Para responder essa questão, Biasoli iniciou o bate-papo dizendo que “o consumidor é único e as estratégias das empresas vão se aprimorando a partir do entendimento do seu comportamento e necessidades para construir uma jornada de conexão com a marca. O marketing digital é uma das chaves para o conhecimento e relacionamento com esse consumidor”. 

Para iniciar nessa jornada de comunicação com o consumidor, Luiz Buono reforçou que o mundo digital trouxe um leque enorme de ferramentas para as empresas explorarem em qualquer etapa da sua jornada, desde a capacitação à manutenção do cliente a longo prazo. Dessa forma, ele explica que “o primeiro passo é definir a mensagem que quero transmitir para as pessoas de forma única e conectada ao objetivo da empresa para entender que tipo de conexão estou criando com elas. É essa harmonia em todos os canais que vai fazer com que a sua marca seja diferente. Hoje o mundo está muito fragmentado, e a qualidade da mensagem é o que vai fazer a diferença”. 

Para Buono, é fundamental entender como a empresa está se conectando com as pessoas para criar um vínculo verdadeiro. “Qual é a mensagem que quero transmitir? A mensagem me torna único? Quando você define essa mensagem começa a construir sua história. No marketing, storytelling é isso. Construir uma história e ter atitudes coerentes com essa história”. 

Para colocar essa ideia em prática, Maria Elvira, gerente de marketing da Seguros SURA e líder da Empresas SURA, deu as dicas para potencializar a presença e o relacionamento com o consumidor no ambiente digital, sendo a principal delas relacionada ao conteúdo, principalmente no mundo atual onde todos são provedores de informação. “Quando falamos de conteúdo é super importante as empresas entenderem a questão de curadoria e como a mensagem se conecta com os objetivos e propósito da empresa, uma vez que tudo pode impactar na percepção do consumidor com a marca, já que hoje ele está mais atento do que nunca”. 

Diante das transformações no mundo, Maria Elvira comentou sobre as tendências já identificadas pela Seguros SURA que apontam caminhos importantes para se conectar com o consumidor ao proporcionar experiência, conveniência, autonomia e personalização. Dessa forma, “quando falamos do digital, as empresas têm a oportunidade de obter informações mais profundas sobre as dores e preferências dos consumidores para se conectar emocionalmente com ele, entendendo que são únicos”. 

Neste sentido, André Siqueira afirmou que uma das principais formas de se relacionar no universo digital é ajudar o cliente e se posicionar para apoiá-lo em sua jornada, ao invés de apenas efetuar a venda pela venda. Com esse posicionamento, as empresas encontram caminhos para adequar e entregar uma narrativa mais assertiva nos diferentes canais. “O grande ponto é entender muito bem o cliente e sua jornada de compra para conseguir apoiá-lo nesse caminho. Entendendo o seu contexto, tenho dicas valiosas que me direcionam para onde devo estar presente, que linguagem devo usar e qual é o assunto do seu interesse, ou seja, eu conheço a jornada de compra para criar um mecanismo de relacionamento a partir do que a pessoa deseja, porque eu a entendo”. 

Dessa forma, os especialistas comentaram que as redes sociais têm um potencial enorme para as marcas se relacionarem com o consumidor e cada uma delas se conectam com a voz da empresa de uma maneira diferente, sendo fundamental escolher onde estar presente para criar uma comunicação estratégica e coerente entre o público e a marca. 

O SURA TALKS é resultado da iniciativa Empresas SURA, plataforma de orientação gratuita para aumentar a competitividade das MPMEs. O projeto agora ganha espaço no ambiente digital para abordar as questões mais requisitadas pelos empreendedores, principalmente neste momento de grandes transformações no mundo. O próximo encontro do SURA TALKS será no dia 05 de agosto, sobre riscos cibernéticos, no canal do Youtube da Seguros SURA Brasil. 

Melhoria nas projeções do PIB segue em alta, mas futuro de desemprego preocupa

As notícias sobre a Covid-19 continuam a ser importantes, mas mexem menos com o humor do mercado do que há alguns meses

Os movimentos recentes de redução nas projeções de queda do Produto Interno Bruto (PIB) não são apenas “transferências” de crescimento de um ano para o outro, mas uma expectativa de maior crescimento em termos absolutos no biênio, acredita Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação das Seguradoras, no boletim Acompanhamento das Expectativas Econômicas semanal das expectativas econômicas feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg.

No entanto, ainda é cedo para a volta do otimismo. “Se os dados a partir do segundo semestre começarem a decepcionar, com a retirada dos significativos estímulos governamentais (principalmente o Auxílio Emergencial) e aumento mais forte da taxa de desemprego (o que deve ocorrer quando as pessoas voltarem a procurar trabalho com mais intensidade), as projeções podem voltar a cair, mesmo que moderadamente”, cita.

Simões também chama a atenção para a alta do IGP-M, indicador muito importante para algumas seguradoras, principalmente para as que tem em carteira planos de previdência corrigidos por este indicador. “A projeção subiu e se descola do IPCA, que recuou. A inflação está baixa, quando se olha o IPCA, mas o IGP-M sobe, com base no preço do atacado, que representa 60% do índice, e merece atenção no acompanhamento”, afirmou.

O IPCA de julho, muito aguardado pelo mercado, será divulgado apenas na sexta-feira, com a Selic já decidida na quarta-feira, cuja aposta é de um corte residual de 25 pontos, para nova mínima histórica de 2%, em linha com a comunicação do Banco Central. A grande expectativa é quais tendências que o Copom vai enviar para setembro: se será o fim do ciclo de quedas ou deixará incógnitas de que há ainda espaço para mais cortes como um terço do mercado já projeta.

Leia abaixo a edição No 110 – agosto/2020 – semana 1

SUPERINTENDÊNCIA DE ESTUDOS E PROJETOS – SUESP | estudos@cnseg.org.br

As projeções macroeconômicas dos analistas de marcado, compiladas pelo Banco Central no relatório Focus desta semana, mostram continuidade do movimento de revisões de queda para o PIB este ano. A projeção mediana subiu pela quinta semana consecutiva, de -5,77% para -5,66%. Há apenas um mês, a projeção era de queda de 6,50%. Para o ano que vem, continua em 3,50%, indicando que os movimentos recentes não são apenas “transferências” de crescimento de um ano para o outro, mas uma expectativa de maior crescimento em termos absolutos no biênio.

Como enfatizamos na semana passada, haveria continuidade na melhora das projeções, mesmo com alguma deterioração marginal nasperspectivasparaarecuperação,poistais expectativas refletem um movimento que começou já há algum tempo nas casas“líderes”, sendo agora seguidas por outras.

Se os dados a partir do segundo semestre começarem a decepcionar, com a retirada dos significativos estímulos governamentais (principalmente o Auxílio Emergencial) e aumento mais forte da taxa de desemprego (o que deve ocorrer quando as pessoas voltarem a procurar trabalho com mais intensidade), as projeções podem voltar a cair, mesmo que moderadamente.

As notícias sobre a Covid-19 continuam a ser importantes, mas mexem menos com o humor do mercado do que há alguns meses, pois a exaustão econômica e psicossocial do isolamento faz com que medidas de reabertura, apesar dos riscos, sejam de difícil reversão, a não ser no caso de um agravamento mais agudo da pandemia, o que ainda não ocorreu. Nos Estados Unidos, o Fed manteve os juros na faixa de 0% a 0,25% e ampliou até março de 2021 o acordo com bancos centrais para prover liquidez em dólares, indicando que vai manter os juros assim pelo tempo necessário.

Pelo comportamento histórico do Fed, se a inflação se mantiver comportada – há quem acredite que não, já que as medidas de expectativa de inflação na maior economia do mundo estão em alta – o “tempo necessário” pode ser muito tempo. Na Europa, a economia da Zona do Euro contraiu 12,1% no 2o trimestre (vindo de queda de 3,6% no 1o tri). Os dados não foram bem recebidos, principalmente por acentuarem diferenças entre europeus do “Norte” e do “Sul”: a queda de 18,5% no PIB espanhol foi quase o dobro dos 10,1% na Alemanha.

No Brasil, a projeção para o IPCA caiu mais uma semana, de 1,67% para 1,63%. Para 2021, segue em 3,00%. Por outro lado, a projeção para o IGP-M continua a subir fortemente, chegando a 8,66% para 2020. Embora saiba-se que o IGP-M tem volatilidade maior que o IPCA, tamanha discrepância – causada principalmente pela desvalorizaçãocambialepelospreçosdo atacado, já que o IPA representa 60% do índice – acende um alerta para contratos corrigidos pelo índice da FGV, como é o caso de aluguéis e de alguns produtos do setor segurador cujos benefícios são atrelados à sua variação.

Em semana de Copom, permanece a aposta de uma redução residual de 0,25 p.p. na Selic, para 2,00%, patamar que deve ser mantido até o final do ano. Mas, com o IPCA muito abaixo das metas e com a fraqueza do nível de atividade, debates sobre reduções adicionais continuarão presentes. Entre as instituições que mais acertam suas projeções (Top-5), há algumas que projetam quedas adicionais ainda este ano, e a maioria não projeta um aumento tão intenso quanto o consenso do mercado ao longo do ano que vem. No calendário econômico da semana, destaque para a divulgação da PNAD Contínua de junho (adiada na semana passada pelo IBGE), para a produção industrial de junho, amanhã (04/08), para a reunião do Copom, na quarta-feira (05/08), e para o IPCA de julho, na sexta-feira (07/08).

AGCS muda estrutura e se fortalece para atender clientes neste cenário de Covid-19

“Nossa realidade é diferente comparado a outros países, fomos mais reativos do que defensivos nesta crise”, diz Gláucia Smithson, CEO América do Sul da AGCS

A Allianz Global Corporate & Specialty SE (AGCS) está estabelecendo uma nova estratégia de atuação para trazer ao mercado um perfil de empresa de liderança. Agora, toda a América Latina se juntou à Espanha e Portugal em uma úncia região chamada IberoLatam. “Nós somos um mercado bem maduro na região Ibérica (Europa) e a possibilidade de crescimento lá existe, mas não tanto quanto um mercado emergente como América Latina. Então nós unimos esses dois cenários de mercado: o emergente e o estável”, conta Gláucia Smithson, CEO América do Sul da AGCS.

Ela acredita que o grupo terá mais evidência no mercado e a probabilidade de soluções aos clientes também. “Essa união nos fará mais eficientes analisando as melhores práticas em ambas regiões. Estamos bastante otimistas com as mudanças e acreditamos que os resultados positivos que já conquistamos esse ano, mesmo com a crise provocada pelo novo coronavírus, deve se intensificar”, contou ela ao blog Sonho Seguro.

Leia a entrevista abaixo:

Como se comportou o mercado de seguros nos últimos meses com o começo da pandemia? Muitos sinistros? Como foram regulados, remotamente?

No segmento de grandes riscos, as grandes empresas sentem o impacto da crise na economia, mas ao mesmo tempo a maioria possui um plano de continuidade de negócios maduro, o que permite um maior equilíbrio. Aquelas que não tinham esse tipo de plano perceberam sua importância. Além disso, com a pandemia o tema infraestrutura passou a ser ainda mais debatido. Este será um atrativo de novas fontes de recursos para o mercado segurador não só para o Brasil, mas para a América Latina como um todo. No que diz respeito a nossa operação, a AGCS como um todo está rodando de uma maneira 100% virtual e remota. A administração de sinistros está ocorrendo como se estivéssemos no escritório. Nossa companhia está totalmente para uma realidade que nem sabíamos que viria a acontecer.

Os clientes pediram muitas adequações nos contratos?

As alterações vieram do mercado e não ao contrário. Começamos a mudar nossos termos e condições tendo em vista a nova realidade do mercado. Nossa realidade é diferente comparado a outros países, fomos mais reativos do que defensivos nesta crise. Essa foi a posição do segmento de grandes riscos como um todo.

Nas fábricas fechadas, houve compensação em prêmios pela redução de riscos? E a retomada, traz expectativa de maior volume de acidentes?

Agora, que muitas companhias se preparam para reabrir após um período de inatividade, é importante que elas permaneçam vigilantes para mitigar perdas que possam ocorrer como resultado dessa reabertura. As empresas devem prestar atenção especial às condições de equipamentos e instalações elétricas, pois cerca de 20% a 30% dos sinistros de incêndio da AGCS estão relacionados a elas. As seguradoras também devem se preparar para um aumento de incidentes resultantes de defeitos técnicos ou erros operacionais depois que as máquinas forem reiniciadas ou limpas em preparação para a reabertura de instalações. A análise da AGCS a respeito dos sinistros mostra que os incêndios já representam quase um quarto (24%) do valor de todos os acionamentos de seguros em um período de cinco anos, sendo a principal causa de perdas. O trabalho ou a manutenção malfeitos (8%) e os danos às máquinas (5%) são classificados como a terceira e a sétima principais causas de sinistros, respectivamente.

Como vê a discussão de pagamento de seguro de lucros cessantes, dentro e fora do Brasil?

Empresas de todo o mundo vêm sofrendo perdas com fábricas fechadas ou cadeias de abastecimento interrompidas. No entanto, as apólices padrão de property / interrupção de negócios (BI) não oferecem cobertura, pois uma perda de BI é desencadeada apenas por danos físicos a propriedade. Para alguns clientes corporativos, a AGCS oferece cobertura limitada para interrupção dos negócios sem danos prévios à propriedade. Essas extensões especiais de apólice não são comuns no mercado e estão disponíveis apenas com limites baixos. Além disso, em muitos casos, a cobertura exige que seja identificado um surto nas instalações para classificar o incidente como doença ‘de notificação compulsória’, bem como uma ordem das autoridades exigindo o fechamento das operações.


Como o fechamento de tantas empresas, muitas delas em recuperação judicial, afetam o setor e a AGCS?

A longo prazo as indústrias vão sofrer, e isso afetará todos os setores sem exceção. Mas graças ao mercado segurador, muitas empresas vão conseguir se salvar desta crise. As empresas começaram a registrar um número cada vez mais crescente de reclamações relacionadas, por exemplo, à responsabilidade de executivos (D&O) e ameaças cibernéticas. Portanto, mais do que nunca o mercado segurador se faz essencial.

Quais as expectativas em mudanças dos contratos para este início de retomada? 

Devemos pensar nas mudanças de atitudes dos Risk Managers para essa nova realidade, entender o que eles estão fazendo para garantir a continuidade de negócios. Muitas empresas não possuem uma pessoa dedicada a analisar o risco e os impactos caso um planta seja paralisada, por exemplo. Precisamos melhorar a atitude de proatividade em relação ao mercado de seguros e resseguros, com profissionais dedicados à gestão de risco dentro das companhias.

A AGCS anunciou uma “NEW AGCS” recentemente com uma grande reestruturação internacional. O que isso quer dizer? Principalmente para a América Latina?

SulAmérica reafirma compromisso com sustentabilidade e assina documento em prol da Amazônia

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Proposta do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável une mais de 60 grandes empresas, entidades e investidores em favor do desenvolvimento sustentável

Fonte: SulAmérica

A SulAmérica reforça seu compromisso com sustentabilidade ao aderir à iniciativa do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) em favor do cumprimento da agenda de desenvolvimento sustentável do país. O documento foi assinado por mais de 60 empresas e entidades brasileiras. Além do engajamento do grupo, a gestora de recursos SulAmérica Investimentos também aderiu à proposta. 

“A adesão da SulAmérica à esta carta é uma consequência do comprometimento da companhia com o desenvolvimento sustentável e do alinhamento dos negócios para a geração de impacto positivo. Nós estamos comprometidos, entre outras iniciativas, com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, especialmente com o ODS3 – Saúde e bem-estar – que busca assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos”, afirma Gabriel Portella, presidente da SulAmérica. “A Amazônia tem um papel fundamental para o equilíbrio ambiental e climático do planeta e isso está diretamente ligado com nossa atuação como gestora da saúde integral de nossos clientes, olhando em conjunto para saúde física, emocional e financeira. Os produtos e serviços de Saúde, Odonto, Vida, Previdência e Investimentos se complementam para oferecer proteção na medida certa para cada momento de vida com diversas opções, além de também aumentarmos o acesso à planos de saúde e educação financeira”, conclui.  

Nos últimos anos, a SulAmérica assumiu compromissos públicos importantes, como o Pacto Global, os Princípios para a Sustentabilidade em Seguros e os Princípios para o Investimento Responsável, que são iniciativas ligadas à ONU e servem para direcionar a forma como a companhia gerencia riscos e oportunidades socioambientais e se relaciona com a sociedade. O documento do CEBDS propõe o combate ao desmatamento ilegal da floresta, o apoio social e econômico às comunidades amazônicas, o uso eficiente dos recursos naturais, a preservação da biodiversidade, a promoção de uma economia circular e de baixo carbono, incluindo a adoção de mecanismos de negociação de créditos de carbono, e uma retomada verde da economia pós-COVID-19. 

“Nossa adesão ao compromisso ratifica a importância do nosso papel como gestores de recursos de acompanhar e engajar às companhias nas questões ambientais, sociais e de governança (ASG). As empresas estão expostas aos riscos e oportunidades socioambientais e, como consequência, impactam na performance dos investimentos”, afirma Marcelo Mello, vice-presidente de Vida, Previdência e Investimentos da SulAmérica. 

Saúde financeira com impacto social 

A SulAmérica Investimentos, uma das maiores gestoras independentes de recursos do Brasil e que também apoia a proposta do CEBDS, lançou em dezembro de 2019 um fundo de ações socialmente responsável, o Total Impacto FIA. A carteira do fundo é composta somente por empresas comprometidas com boas práticas de gestão socioambiental e 100% da taxa de administração é doada para o desenvolvimento dos projetos da ONG Vaga Lume de incentivo à leitura nas comunidades carentes da Amazônia. Com a contribuição da SulAmérica para a organização, mais de 90 bibliotecas são mantidas em 22 municípios da região. 

Isolamento social e retorno financeiro elevam lucro da Porto Seguro no semestre em 30%, para R$ 885 milhões

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A Porto Seguro divulgou lucro líquido de R$ 656,7 milhões no segundo trimestre (+72,4% vs. 2T19) e R$ 885,1 milhões no semestre (+30,1% vs. 1S19), resultando num ROAE de 34,9% no segundo trimestre e de 23,2% no primeiro semestre. Excluindo o efeito do excesso de capital e considerando uma remuneração de 100% do CDI para os investimentos, a rentabilidade anualizada sobre o patrimônio seria de 31,5% no trimestre e de 25,4% no semestre.

O grupo destaca em comunicado que apresentou aumento relevante de sua rentabilidade no segundo trimestre e no primeiro semestre de 2020, decorrente principalmente dos efeitos do isolamento social, que resultou na significativa queda da sinistralidade e consequente melhora do desempenho operacional, e também pelo elevado retorno das aplicações financeiras no segundo trimestre, que capturou a recuperação dos preços dos ativos e compensou as perdas do primeiro trimestre.

O elevado retorno das aplicações financeiras no trimestre se deve ao incremento de posições em renda variável realizadas no 1T20, compensando as perdas observadas no primeiro trimestre, e a realização de títulos públicos atrelados a inflação. A rentabilidade trimestral da carteira (ex-previdência) foi de 5,3% (719% do CDI) no trimestre.

Apesar dos reflexos da pandemia, as iniciativas adotadas pela empresa desde o início da crise permitiram manter os índices de renovação em patamares elevados e mitigar os impactos principalmente nos Negócios Financeiros, demonstrando a resiliência do seu modelo de negócios em meio a um cenário desafiador de mais um período de crise.

O seguro Auto registrou queda de 9,9% no segundo trimestre, afetado pela retração na venda de novos seguros e pela redução do prêmio médio, como resultado da diminuição do risco, contudo o índice de renovação permaneceu elevado, favorecido pelas medidas adotadas para proteção da carteira.

Os prêmios do Saúde expandiram 16,7% em comparação ao 2T19, mantendo a trajetória de crescimento em duplo dígito observada nos últimos anos. Nos seguros Patrimoniais, os prêmios decresceram 6,7% (vs. 2T19), e o Vida recuou 1,3% (vs. 2T19).

O índice combinado de seguros atingiu 83,8% no trimestre (-9,6 p.p. vs. 2T19), melhor resultado da história da Porto Seguro, beneficiado pela expressiva queda na sinistralidade do seguro Auto (-15,4 p.p. vs. 2T19), decorrente principalmente da redução da circulação de veículos em função do isolamento social, e da relevante melhora na sinistralidade do Saúde (-18,5 p.p. vs. 2T19), fruto em maior parte da diminuição dos procedimentos eletivos realizados no período, também devido aos efeitos da pandemia, enquanto o índice consolidado de despesas administrativas e operacionais reduziu 0,4 p.p. no trimestre (vs. 2T19). Desconsiderando despesas e incentivos a programas sociais para combater os impactos da pandemia de Covid-19 na sociedade, o índice de D.A + D.O teria reduzido 1,1 p.p. no 2T20.

Nos Negócios Financeiros e Serviços, as receitas trimestrais aumentaram 7,6% (vs. 2T19), impulsionadas pelas Operações de Cartão de Crédito e Financiamento, que expandiram 10,2% em relação ao mesmo período do ano anterior, com aumento de 28,9% no número de cartões emitidos (vs. 2T19), que atingiu 2,8 milhões de unidades ao final do trimestre. A inadimplência (NPL +90 dias) atingiu 6,1% ao final do 2T20, aumento de 0,4 p.p. em relação ao 2T19. Apesar dos desafios enfrentados no período, os Negócios Financeiros reagiram à crise de forma consistente, beneficiados pela gerenciamento eficaz da carteira e ações adotadas para mitigação do risco, principalmente nas renegociações de dívidas.

BB Seguridade lucra R$ 1,8 bilhão no primeiro semestre

BB Seguridade

A BB Seguridade divulgou que o lucro líquido do primeiro semestre, descontados os efeitos extraordinários, retraiu 10,9% em relação ao mesmo período do ano passado. O grupo ressalta em nota enviada a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que no 1º semestre de 2020 a companhia não contou com a receita do investimento que mantinha no IRB Brasil RE, que no 1º semestre de 2019 contribuiu com R$ 118,8 milhões para o lucro líquido. “Apesar da alienação do investimento, em julho de 2019, ter gerado valor para os acionistas da BB Seguridade, a inexistência dessa receita em 2020 prejudica a comparação anual e responde por mais de 52% da queda no lucro líquido ajustado da BB Seguridade no semestre”.

A holding controlada pelo Banco do Brasil apresentou um lucro líquido ajustado de R$ 956,7 milhões no segundo trimestre de 2020. O resultado financeiro recuou 29% no segundo trimestre, ante um ano antes, para R$ 119 milhões. Segundo a companhia, o resultado financeiro foi impactado pela restituição de capital de R$ 2,7 bilhões e também pela taxa Selic menor, causando um impacto de R$ 35,1 milhões no lucro líquido do segundo trimestre.

Os prêmios totalizaram R$ 2,6 bilhões no segundo trimestre, alta de 2,7%. O índice combinado subiu 6,7 pontos percentuais, para 77%. Em previdencia, o grupo amargou queda de 36,7% nas contribuições entre abril e junho frente ao mesmo período do ano passado.

S E G U R O S : P R Ê M I O S E M I T I D O S C R E S C E M 8 , 3 %

Na operação de seguros, os prêmios emitidos foram impulsionados pelos segmentos de rural (+21,4%) e prestamista (+6,5%). Já os prêmios de seguro de vida cresceram 2,8% no primeiro semestre, com destaque para o lançamento de novas modalidades em maio deste ano, o que levou os prêmios emitidos no segundo trimestre a um crescimento de 11,9% em relação ao primeiro trimestre de 2020.

Com a oferta de três opções – Vida Leve, Vida Plena e Vida Total – a nova família de produtos agrega novas coberturas e assistências associadas ao cuidado com a saúde e bem-estar, incluindo o pet da família, além de um benefício premium no plano Vida Total, onde o cliente pode escolher entre as seguintes opções: pulseira inteligente (Smart Band), mapeamento genético ou terapia online.

Outro ponto de destaque foi a queda de 1,5 p.p no índice de sinistralidade total, mesmo com a decisão da companhia de pagar todos os sinistros relacionados à Covid-19, com destaque para os seguros: prestamista (-1,4 p.p.), rurais (-1,2 p.p.), vida (-0,6 p.p.) e residencial (-5,9 p.p.). Cabe destacar que, até o momento atual, já foram pagos mais de R$20 milhões em sinistros decorrentes de Covid-19.

P R E V I D Ê N C I A : R E S E R V A S D E P G B L E V G B L C R E S C E M 7,4 %

A operação de previdência foi a mais afetada pelos efeitos decorrentes da pandemia da Covid-19, levando arrecadação a uma queda de 10,1% no semestre. Entretanto, com a redução da aversão a risco e a melhora da rentabilidade apresentada pelos fundos, as reservas de previdência voltaram a crescer, atingindo a marca de R$293 bilhões ao final de junho.

C A P I T A L I Z A Ç Ã O : A R R E C A D A Ç Ã O S E R E C U P E R A E C R E S C E E M R E L A Ç Ã O A O P R I M E I R O T R I M E S T R E

Embora a arrecadação com títulos de capitalização tenha retraído 20,1% no primeiro semestre, vale destacar a forte recuperação da arrecadação no mês de junho, levando o segundo trimestre a um crescimento de 2,1% em relação ao primeiro trimestre do ano. No primeiro semestre de 2020, foram pagos cerca de R$31 milhões em prêmios de sorteio, para mais de 7 mil títulos contemplados.

A BB Seguridade Participações informou que vai distribuir R$1 bilhão 747 milhões e 565 mil a título de remuneração aos acionistas sob a forma de dividendos. O montante equivale a 95% do lucro líquido apurado no primeiro semestre de 2020, acrescido do saldo de dividendos prescritos relativos a exercícios passados.