Liberty Seguros é destaque em quatro categorias do prêmio Época Negócios 360º

liberty seguros

Fonte: Liberty

A Liberty Seguros foi destaque em quatro categorias do prêmio Época Negócios 360º, ranking realizado pela revista Época Negócios para eleger as 360 melhores companhias do país. A seguradora, que conquistou a primeira colocação nos sub rankings de Pessoas e de Sustentabilidade e o segundo lugar nas frentes de Inovação e Visão de futuro, já é finalista no segmento de seguros do prêmio há três anos consecutivos.

Dentre as categorias de seguros em que a Liberty foi a primeira colocada, há o sub ranking de Pessoas, graças às últimas iniciativas da companhia voltadas ao desenvolvimento e ao bem-estar de seus colaboradores, como por exemplo a implementação imediata do home office em 100% da operação diante da pandemia e os diversos projetos para fomentar a cultura de inovação com funcionários. E prova desse compromisso da companhia com as suas pessoas foi a conquista do 4º lugar na categoria de Instituições Financeiras no Great Place to Work, selo que reconhece empresas com os melhores ambientes de trabalho ao redor do mundo.

Além disso, a empresa foi 1º lugar na frente de Sustentabilidade, fruto de um sólido planejamento sustentável alinhado aos 17 ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da ONU e iniciativas de empoderamento feminino e de responsabilidade social.

Já em Inovação, categoria na qual a Liberty ficou em 2º lugar, o resultado foi advindo das novidades da companhia no segmento nos últimos anos, como o Solaria Labs, laboratório de inovação da seguradora, a Aliro Seguro, empresa do grupo que oferece opções de seguro auto para clientes sensíveis a preço mas que não abrem mão da qualidade, as opções de autosserviço, que permitem que clientes realizem, de forma rápida, simples e virtual, sua vistoria utilizando seu próprio celular, e o Liberty OpenColab, programa de conexão com startups.

Por fim, a Liberty também ficou na segunda posição no sub ranking de Visão de Futuro, devido ao seu constante acompanhamento das tendências de consumo e trabalho para ser uma empresa de atendimento ágil e acolhedor para todos os públicos. 

“É muito gratificante estarmos entre as empresas que mais se destacaram no setor de seguros no último ano”, afirma Carlos Magnarelli, presidente da Liberty Seguros. “Esse reconhecimento reflete a consistência da nossa estratégia em todas as nossas frentes de atuação, além de reforçar o nosso propósito de melhorar cada dia mais a experiência dos nossos colaboradores, clientes e parceiros”, completa. 

Susep prepara o setor de seguros para atrair mais investimentos

FGV BMG Susep

Esse foi o tema do webinar promovido pela FVG e BMG Seguros, que abordou o papel da infraestrutura de mercado no desenvolvimento do segmento de seguros no Brasil

Atrair financiamento para fazer frente a um programa de investimentos em projetos de infraestrutura é um dos principais desafios para as companhias executarem as grandes obras necessárias para o desenvolvimento do Brasil. Nesse sentido, uma regulação robusta e orientada para negócios, em conjunto com a interconexão entre o mercado de seguros e as empresas, é essencial para que ocorra um salto de investimento no setor.

Este foi o foco da discussão dos especialistas participantes no evento virtual realizado pelo Grupo Economia da Infraestrutura & Soluções Ambientais da Fundação Getúlio Vargas, em parceria com a BMG Seguros. No webinar, os especialistas Otávio Damaso, diretor de Regulação do Banco Central; Sérgio Odilon, consultor de mercados financeiros e de capitais; Solange Paiva, superintendente da Susep; Jorge Sant’Anna, diretor-presidente da BMG Seguros, e Gesner Oliveira, coordenador do Grupo de Economia da Infraestrutura & Soluções Ambientais da FGV, defenderam maior integração entre mercado.

Para Otávio Damaso, diretor de Regulação do Banco Central, o papel do regulador, tanto no sistema financeiro quanto no securitário, é tornar ambos cada vez mais eficientes e sólidos. “No Banco Central buscamos assegurar que isso ocorra em todas as suas dimensões, incluindo custos, serviços, processos de inclusão de usuários e competitividade”, afirma.

“Estamos fazendo um intercâmbio muito intenso com todos os players, a fim de padronizar e dar unicidade às informações dentro do sistema, que resulte em maior segurança para as partes, com potencial de negócios para o próprio sistema financeiro. O processo de inovação vai acontecer de qualquer forma e cabe ao regulador encarar essas inovações como oportunidade”, avalia Damaso.

Jorge Sant’Anna, diretor-presidente da BMG Seguros, ressaltou a solidez, transparência e resiliência do sistema financeiro brasileiro, que surpreende investidores estrangeiros. “Em 2007, quando falei sobre sistema de registros – em Nova York e Londres –, contando que todos os derivativos de balcão no Brasil eram registrados, ninguém acreditou. Mas, na crise econômica que veio a seguir, em 2008, o Brasil reagiu muito bem, graças a esse sistema que desde então permitia uma visão mais aprofundada do problema.”

O executivo chamou atenção também para o custo inicial de supervisão em infraestrutura. “Eu vejo essa questão como um falso dilema, pois o investimento inicial se diluirá muito rapidamente e será convertido em condições positivas de mercado, como flexibilidade, segurança e capacidade de se fazer negócios”, avalia.

A superintendente da Susep, Solange Paiva, destacou dois pontos: o Sistema de Registro de Operações (SRO), que passa por um rápido processo de evolução, a fim de facilitar a atuação do regulador, do segurador e, principalmente, do consumidor. “Queremos atender as demandas da sociedade, regulamentando o mercado para permitir o desenvolvimento de produtos inovadores e voltados para um mundo muito tecnológico. A base para isso é o sistema de registro de operações e a tecnologia.”, diz. “Nesse sentido, muito além de dados, é fundamental termos a informação organizada, com padrão e granularidade, que sirva como subsídio para a inovação. Se faltar informação para precificar o risco, o valor certamente ficará maior para o segurado, a fim de evitar prejuízo para o segurador”, exemplifica Solange.

O tema tem sido polemico dentro do setor. A CNseg lista pontos que merecem um olhar atento do órgão de supervisão e fiscalização para ampliar a segurança do setor de seguros. Alerta-se para definições sobre a política de segurança e preservação do sigilo das informações; sobre trocas de informações entre as registradoras; da definição de critérios, pela Susep, de identificação de operações atípicas a cargo das registradoras e sobre mecanismos que incentivem a concorrência entre as registradoras. Ressalta-se ainda que as seguradoras já arcam com a taxa de fiscalização, instituída por lei, e terão que ser adicionalmente oneradas com o preço que for delas cobrado pelas registradoras, sem se vislumbrar maiores vantagens para os consumidores, que, ao cabo de contas, sustentam todo o sistema.

Solange também destacou que o Pix, novo sistema de pagamento eletrônico do Banco Central, será importante para o mercado segurador, pois os pagamentos serão mais flexíveis e terão custos menores, o que irá gerar uma redução nos custos das apólices. “Quando falamos em microsseguro, alguns produtos não fazem sentido pagar boleto bancário, por exemplo. Com o Pix vamos baratear o sistema de pagamento e impulsionar o segmento”.

Para o consultor Sérgio Odilon, o sistema de registro é uma experiência comprovada de sucesso, que ajudou o Brasil na crise de 2008, por exemplo, chamando inclusive a atenção dos Estados Unidos na época. “Portanto, a solidez e a total segurança do sistema financeiro como um todo serve, hoje, como base para o segmento de seguros no importante processo que está em andamento na Susep.”

“Eu vejo o sistema de registro como o elo que permite essa ligação de mercados, pois ele aumenta a segurança, a transparência e a agilidade nos negócios; reduz custos e riscos de judicialização, elimina fraudes, traz benefícios para o regulador, para o regulado e para o cliente, e ainda melhora a precificação das operações e viabiliza a criação de novos produtos. Ou seja, não tem como não alcançar o sucesso”, analisa Odilon.

Gesner Oliveira, coordenador do Grupo de Economia da Infraestrutura & Soluções Ambientais da FGV, finaliza o debate frisando a importância de se modernizar o mercado financeiro, a cadeia de seguros e, em última análise, promover o que pode levar o Brasil ao crescimento sustentável, que é o salto no investimento em infraestrutura. “Sou adepto da defesa da concorrência, sei da importância de reduzir custos de transação, ampliar mercado e reduzir barreiras de entrada. E isto é o que foi tão bem ilustrado pelos participantes do nosso debate.”

A missão das empresas de seguros e previdência no debate sobre educação financeira

epoca negocios icatu vence 2020

Icatu discute o tema durante encontro virtual promovido pela Época Negócios: companhias devem ‘vacinar’ brasileiros contra incertezas financeiras 

Fonte: Revista Época

Em 2019, o mercado nacional de seguros arrecadou R$ 270,1 bilhões, um aumento nominal de 12,1% em relação ao ano anterior, segundo a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg).

No primeiro semestre de 2020, o setor sofreu o impacto da pandemia e caiu 3,5% na comparação com o mesmo período de 2019. Mas, entre janeiro e junho, os planos de previdência VGBL cresceram 59,6%. Sinal de que a Covid-19 funcionou como um gatilho emocional e despertou nos brasileiros a preocupação com o futuro.

Para levar adiante essa tendência de momento e transformar o planejamento financeiro em um hábito dos brasileiros, é importante que as companhias do setor invistam em educação, conscientização e democratização do acesso a produtos de previdência e seguro de vida.

“Nossa missão é vacinar os brasileiros contra as incertezas financeiras do futuro. Somos um marketplace de previdência, com mais de 280 fundos e mais de 80 gestores. Lançamos praticamente um fundo por semana. Queremos construir um Brasil em que, cada vez mais, pessoas e famílias se sintam financeiramente protegidas em todas as fases da vida”, explicou Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros, durante o debate virtual “Conhecimento & Ação: O papel das empresas em ensinar o brasileiro a fazer planejamento financeiro para a vida”, realizado no último dia 18.

Atendimento premium

O executivo conversou com Igor Mascarenhas, CEO e cofundador da Pier, insurtech de seguros para celulares e auto, e com Luiza Futuro, head de pesquisa na Chazz, onde vem aprimorando seus estudos dedicados a aproximar as disciplinas humanas da inteligência artificial.

Luiza lembrou que a tecnologia permite trabalhar com a segmentação, de forma a conhecer diversos públicos – “que não são apenas baixa, média e alta renda”. “Precisamos olhar para os 30% da população que não têm conta bancária, e que podem aprender a poupar ao ter acesso a produtos fáceis de utilizar”.

Nesse sentido, diz ela, as companhias podem ajudar a formar cidadãos com noções de educação financeira, na medida em que estimulem a falar de dinheiro, com linguagem acessível.

Para Igor Mascarenhas, a tecnologia criou um mundo em que esse desafio pode ser encarado: “antes você entregava atendimento de alto padrão para 20% dos clientes. Atualmente, você consegue entregar um nível de experiência premium para 100% de seus clientes”.

Com as ferramentas disponibilizadas pelas novas tecnologias, diz ele, é possível, por exemplo, pagar um seguro viagem para um cliente que perdeu o voo – e fazer o depósito antes mesmo de o consumidor solicitar o valor.

“Com o volume de dados a que temos acesso hoje, podemos inclusive ajudar os clientes evitar situações de sinistros. E, quando mesmo assim eles acontecerem, fazer os pagamentos em segundos”.

Inovação e arquitetura aberta

Luciano Snel lembrou que a Icatu investe em educação financeira, oferecendo, por exemplo, cursos on-lines e gratuitos em parceria com a Fundação Getúlio Vargas, além de em uma comunicação mais próxima para desmistificar o segmento:

“Costumamos dizer que todas as pessoas deveriam fazer check-ups financeiros pelo menos uma vez ao ano, e estimulamos essas ações com cursos on-line e lives. O brasileiro acha que o seguro de vida custa três vezes mais do que de fato é seu preço, quando na verdade, do ponto de vista da segurança financeira, a combinação da previdência com o seguro de vida é uma solução muito poderosa”.

Entre as ações desenvolvidas pela Icatu está o Laboratório de Inovação, que utiliza o modelo mental do design para atender às necessidades dos clientes e criar soluções a quatro mãos com parceiros. Além disso, o portal de APIs desenvolvido pela empresa é referência no mercado, plugando fintechs, plataformas digitais e demais parceiros na construção de produtos customizados.

A companhia também se utiliza de um modelo de arquitetura aberta para complementar o portfólio de previdência privada, o que permite uma maior diversidade de fundos e ativos para todo tipo de investidor.

O resultado desse trabalho é expresso em números: em 2019, a Icatu é líder entre as seguradoras independentes e alcançou lucro de R$ 320 milhões, crescimento de 18% em relação ao ano anterior.

Swiss Re e Daimler se juntam para ofertar seguro de carro digital em todo o mundo

A Movinx fará parceria com seguradoras licenciadas localmente para fornecer suas soluções aos clientes finais e cobrir o risco de seguro

Swiss Re e a Daimler Insurance Services fecharam uma parceria estratégica para seguros automotivos e de mobilidade e lançaram uma nova empresa chamada Movinx. Os acionistas da joint venture 50/50 aproveitarão sua experiência para estabelecer um novo modelo de negócios. O objetivo é desenvolver produtos de seguro automotivo e de mobilidade totalmente digitais que atendam às necessidades dos clientes em constante mudança e ofereçam a melhor qualidade de serviço da categoria.

“Acreditamos que a parceria com a Daimler Insurance Services e o estabelecimento da Movinx nos levará ao próximo nível em inovação em seguro de mobilidade. Nossa ambição conjunta de longo prazo é apoiar a introdução de novas tecnologias, como sistemas avançados de assistência à direção e carros autônomos, bem como novos modelos de negócios na área de mobilidade”, disse Pravina Ladva, diretor de Transformação Digital da Swiss Re.

“Ao unir forças com a Swiss Re, podemos liderar a transformação em um ambiente de mercado em evolução e promover negócios de seguros. Vamos estabelecer um novo modelo de negócios, bem como co-criar e co-possuir uma plataforma de seguros. Essa plataforma permite a compra de seguros de forma fácil e eficiente e ofertará serviços centrados no cliente, usando dados em tempo real. Além disso, nós, como Daimler Insurance Services, estamos nos aprofundando na cadeia de valor do negócio de seguros, tendo mais influência no desenvolvimento de produtos e preços ”, acrescentou Ingo Telschow, CEO da Daimler Insurance Services.

A indústria automotiva e o setor de seguros automotivos passam por uma transformação significativa. O seguro precisa evoluir para lidar com esses desenvolvimentos e os desafios que eles criam para a precificação e tratamento de sinistros.

Com o objetivo de criar um novo modelo de negócio, a Movinx atuará como Managing General Agent (MGA), tornando o seguro uma parte integrante da compra do veículo. Em vez das atuais parcerias orientadas a curto prazo entre fabricantes de automóveis e várias seguradoras, o foco está em uma jornada de desenvolvimento conjunto para oferecer produtos flexíveis e totalmente digitais. O Movinx permite a introdução de novas propostas de seguro de forma eficiente em uma variedade de mercados.

A joint venture estará aberta para parcerias como com fabricantes de automóveis ou, de forma mais geral, prestadores de serviços de mobilidade. Futuros parceiros se beneficiarão de seguro compartilhado MGA e poderão oferecer soluções de marca globalmente. Em vez de ter que lidar com muitas seguradoras, o fabricante tem um parceiro em vários países.

A Movinx fará parceria com seguradoras licenciadas localmente para fornecer suas soluções aos clientes finais e cobrir o risco de seguro. As seguradoras e outras partes interessadas podem se conectar à plataforma de TI e lucrar com operações centralizadas e processos automatizados suportados por uma combinação de tecnologias de aprendizagem profunda e de máquina. Ao se conectar à plataforma da MGA, as seguradoras se beneficiam de não ter que criar programas de seguro adaptados e que mudam rapidamente.

Abertas inscrições para 10ª edição do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga

cnseg premio inovacao 2021

Premiação da CNseg é a mais tradicional de inovação voltada para o setor de seguros 

Fonte: CNseg

O Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, promovido pela Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, está com as inscrições abertas para a décima edição do concurso, em 2021, com a expectativa de uma disputa acirrada de trabalhos que contribuirão para a melhoria do atendimento, eficiência e adaptações importantes em resposta aos novos desafios gerados pela pandemia. 

Na avaliação da Diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes, a inovação é a chave da competitividade sem limites do setor, ao incorporar soluções transformadoras em todas as áreas e inspirar ações endereçadas a agilizar processos, reduzir custos e disponibilizar produtos e serviços acessíveis a todos os públicos. 

Podem entrar na disputa projetos em três categorias: Produtos e Serviços; Comunicação e Processos e Tecnologias. Devido à pandemia, a edição de 2020 foi transferida para o próximo ano, razão pela qual as inscrições já estão abertas e serão encerradas em 27 de setembro de 2021. 

Desde a criação, 695 projetos participaram do Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros, com importantes contribuições para inovações nas três modalidades em disputa. A premiação, idealizada pela CNseg, contempla os três melhores trabalhos em cada categoria. 

No site www.premioseguro.com.br, é possível conferir as regras de participação, materiais de apoio, como e-books com os projetos inscritos em edições anteriores, galeria de fotos, além da história do Prêmio e também ideias inovadoras que ajudam o desenvolvimento do setor de seguros no Brasil. 

Sobre o Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga 

O Prêmio Antonio Carlos de Almeida Braga de Inovação em Seguros já se tornou sinônimo de prestígio profissional por reconhecer a capacidade criativa dos securitários, corretores de seguros e prestadores de serviços que contribuem com a inovação do Setor. 

Como premiação são oferecidos aos vencedores R$ 30.000,00, R$ 15.000,00 e R$ 10.000,00 para os 1º, 2º e 3º colocados em cada uma das três categorias, totalizando R$ 165.000,00. 

O nome de Antonio Carlos de Almeida Braga foi unânime ao se pensar em uma iniciativa desse tipo, pelo fato de ser considerado um dos maiores empresários do país e se destacado por investir em novas modalidades de seguros. Além disso, aperfeiçoou o atendimento no mercado, incentivou a capacitação por meio da contratação de profissionais de áreas distintas e foi o primeiro a distribuir produtos de seguros por meio da rede bancária. Por seu espírito inovador, mereceu essa homenagem e serve a todos nós de inspiração.

Dia do Corretor: Parceiros DPVAT foram responsáveis por mais de 80 mil avisos de sinistros em 2020

Aplicativo voltado para os participantes do programa Parceiro DPVAT permite agilizar o atendimento com envio digitalizado de documentos diretamente pelo celular

Fonte: Seguradora Líder

Dia 12 de outubro é comemorado no Brasil do Dia do Corretor de Seguros e, para celebrar esta data, a Seguradora Líder apresenta os resultados alcançados pelo programa Parceiro DPVAT e reforça a importância desta parceria, que capacita corretores para que possam realizar o atendimento com todo suporte às vítimas de acidentes de trânsito e seus familiares. Somente neste ano, de janeiro a agosto, os mais de 125 parceiros da seguradora foram responsáveis por conduzir mais de 80 mil avisos de sinistros, o que equivale a cerca de 30% de todos pedidos recebidos pela companhia no mesmo período. E, para tornar o serviço ainda mais simples e eficiente, a companhia tem investido constantemente em soluções tecnológicas e inovações.

Uma das facilidades é o aplicativo “Seguro DPVAT” que, ao longo dos últimos meses, ganhou novas funcionalidades, como um fluxo intuitivo para utilização. Além disso, passou a viabilizar upload de arquivos digitalizados em formato PDF, o que tornou a transmissão de documentos muito mais simples. Com o aplicativo, também é possível acompanhar o posicionamento do processo – pendências, adicionar complementos e prazo de pagamento de sinistro – pelo sistema. Para o parceiro DPVAT acessar o aplicativo, basta utilizar o mesmo login e senha do SIS DPVAT. Na página inicial é necessário escolher a opção “sou corretor ou representante de seguradora consorciada”.

Para participar do Parceiro DPVAT, basta que o corretor tenha o registro profissional emitido pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). Ingressando no programa, o corretor tem a oportunidade de ampliar seus contatos para a realização de outros seguros e aprimorar a divulgação do seu trabalho, passando a constar no rol de pontos de atendimento oficiais no site da Seguradora Líder (https://www.seguradoralider.com.br).

Para Coelho Neto, corretor especializado em seguros de vida e Parceiro DPVAT desde 2010, atuar com um seguro com este cunho social é uma tarefa que necessita de habilidade profissional e empatia. Mas que também resulta em grande satisfação. “É muito gratificante porque as vítimas do trânsito que atendemos, geralmente, são cidadãos simples, de pouco recursos, que precisam de apoio neste momento difícil e demonstram grande agradecimento”, afirma ele. É importante ressaltar que o serviço prestado pelo Parceiro DPVAT é totalmente gratuito para as vítimas ou seus beneficiários.

Como fazer parte do programa

Para firmar parceria, basta ser um corretor de seguros pessoa jurídica, regularmente inscrito na Superintendência de Seguros Privados (Susep); ser habilitado para atuar em todos os ramos de seguros ou vida e fazer constar de contrato social dispositivo que preveja a possibilidade de prestar serviços, além da corretagem de seguros.

Atendendo aos pré-requisitos, é necessário enviar um e-mail pararelacionamento.canais@seguradoralider.com.br solicitando informações sobre o Programa Parceiro DPVAT. Após a aprovação do cadastro, o profissional passará a constar no site do Seguro DPVAT como ponto de atendimento.

Para saber mais sobre o programa, acesse https://www.seguradoralider.com.br/ParceiroDPVAT .

MAG Seguros é a única seguradora no sandbox e marca sua entrada no segmento de danos

Insurtech ofertará seguro de acidente pessoal e residencial on demand

A MAG Seguros é a única seguradora que tem uma insurtech aprovada no sandbox regulatório da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Afinal, o CEO, Helder Molina, um engenheiro que tem na veia inovação, foi um dos principais entusiastas da criação do sandbox, desde a gestão anterior da autarquia. “Estou muito feliz por várias razoes. A inovação faz parte da nossa vida. Uma seguradora centenária como nós só é longeva porque tem em seu DNA a inovação”, diz ele com grande emoção.  

“Outro motivo que me deixa muito feliz estar neste projeto é que nós, uma seguradora tradicional de vida e previdência, agora ingressa no ramo de danos, essencial para atender o leque completo das demandas dos consumidores. Temos a chance de entregar a ele tudo o que ele precisa, num modelo de on demand. Vai a praia no sábado e quer proteger o celular só neste período? Na MAG vai poder. E a partir do momento em que conquistamos este cliente com a necessidade que ele tem, ele vai querer outras ofertas”, disse o executivo ao blog Sonho Seguro. 

O projeto da MAG que foi aprovado pela Susep prevê atuação em duas frentes. Seguro de acidentes pessoais on demand por morte e invalidez acidental, considerando também ambas situações causada por crime, que terá indenização dobrada. Neste produto, com capital segurado de R$ 30 mil, tem assistência com reboque de carro, socorro mecânico, remocao de bike, reparo e check up de bike e táxi emergencial. 

O seguro residencial on demand oferece cobertura para danos elétricos e roubo/furto qualificado em residências próprias ou alugadas de uso habitual ou veraneio, com limite de capital segurado de R$25 mil. O cliente que adquirir o seguro residencial on demand poderá ser elegível à contratação de uma assistência 24 horas. Basta ele programar, no mínimo, 5 dias de cobertura e a assistência estará disponível a partir do terceiro dia. Caso o seguro não seja reprogramado, a elegibilidade à assistência será suspensa.

A assistência que acompanha o produto conta com diversos serviços acionados mediante sinistro e atendimento de urgência, entre eles chaveiro para acesso ao domicílio, limpeza residencial emergencial, serviços de segurança, transporte e guarda de mobiliário, bem como profissionais como encanador, eletricista, vidraceiro, dedetização, cobertura provisória de telhados, entre outros. 

Liberty Seguros premia corretores por vendas de produtos de vida

Com a mecânica “Vendeu, Ganhou”, corretores podem ganhar até R$100 por apólice vendida e prêmios de R$6 mil no cartão de crédito

Fonte: Liberty

Com o intuito de incentivar o desenvolvimento de seus corretores parceiros no segmento de vida, fomentar o crescimento deste público junto à companhia e expandir seus negócios, a Liberty Seguros anuncia sua 3ª campanha de Vida deste ano: a “Com a Vida Ganha”. A iniciativa ocorre a partir do dia 01/10 e irá premiar os profissionais que se destacarem nas vendas de seguros de vida com bonificações no cartão de crédito. 

Uma das novidades dessa edição fica por conta dos pontos extras pelas vendas na plataforma digital da seguradora recentemente lançada, o Meu Momento de Vida, que permite que corretores tenham seu espaço online para venda de seguro de vida e que consumidores cotem e contratem seguros de forma simples, personalizada e 100% online.

A campanha será dividida em duas fases simultâneas: a primeira seguindo o método “Vendeu, Ganhou” e um ranking regional com base no total de pontos de novas vendas. Os produtos participantes serão Liberty Vida Perfil, Liberty Vida Especial, Liberty Vida Global e Liberty Affinity Vida.

“Vendeu, Ganhou”

Para esta etapa, são válidas apólices emitidas pelos corretores ou funcionários de corretoras entre os dias 01 de outubro e 15 de dezembro e com vigência até o dia 30 de novembro.

Os prêmios dessa ação serão por meio de cartões de crédito, e variam de acordo com a quantidade de apólices fechadas pelos participantes: se o parceiro vende entre 1 ou 2 apólices de vida, recebe R$50,00, se comercializar de 3 a 5 apólices o valor sobe para R$70,00, e, se passar das 6 apólices vendidas, a bonificação é de R$100,00 para cada apólice. Além disso, não haverá limite de premiações, ou seja, quanto mais o corretor vender, mais será premiado.

Ranking Regional

Já na fase de ranking regional, a seguradora premiará 23 corretores com até R$ 6 mil em cartões de crédito. Neste momento, cada emissão valerá uma quantidade diferente de pontos, sendo que, aquelas feitas por meio da plataforma Meu Momento de Vida e com cross sell entre os produtos de auto e residência valem o dobro de pontos.

Ativações de Conscientização 

Além das ações de incentivo, a Liberty Seguros irá distribuir 200 vouchers das marcas O Boticário e Netshoes para conscientizar os parceiros sobre o Outubro Rosa, que alerta a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e de colo do útero, e o Novembro Azul, para informá-los a respeito das doenças masculinas, como o câncer de próstata.

Receita de títulos de capitalização cresce 2,03% em agosto

Fenacap

Desempenho positivo se repete pelo quarto mês consecutivo e arrecadação atinge R$ 14,7 bilhões

Fonte: FenaCap

A arrecadação do mercado de Títulos de Capitalização registrou alta de 2,03% em agosto, na comparação com o mês anterior, atingindo R$ 14,7 bilhões. O desempenho positivo, pelo quarto mês consecutivo, mostra que o mercado está gradualmente se recuperando dos efeitos da crise provocada pelo novo coronavírus. Ainda em comparação ao mês anterior, os resgates recuaram 1,38%. Os dados foram divulgados pela Federação Nacional de Capitalização (FenaCap).

Para o presidente da entidade, Marcelo Farinha, o momento mais delicado já foi ultrapassado e a Capitalização demonstrou resiliência, “Pisamos otimistas em 2020, confiantes de que teríamos mais um ano de crescimento vigoroso. A pandemia interrompeu esse ciclo e nos desafiou, e ainda nos desafia, mas nesse momento o olhar é novamente de otimismo. Para nós o pior da crise já passou. Miramos um copo meio cheio e usamos esse resto de ano para as transformações que estão ocorrendo no nosso modelo de negócios, tais como a convergência para o ambiente digital”, assinala o executivo.

Entre janeiro e agosto, as empresas que comercializam Títulos de Capitalização entregaram a clientes sorteados R$ 655,5 milhões de prêmios em dinheiro. O montante equivale ao pagamento de R$ 3,9 milhões em prêmios por dia útil. Somados aos valores pagos em resgates, que atingiram R$ 11,9 milhões, o mercado respondeu pela injeção de R$ 667,4 bilhões na economia. 

O título de capitalização da modalidade Tradicional continua sendo o carro-chefe do setor, respondendo por 75% do faturamento global. Mas duas novas modalidades – Instrumento de Garantia e Filantropia Premiável – cuja comercialização começou em abril do ano passado, vêm ganhando destaque e já respondem por 11% e 7% da receita, respectivamente.  
O título de Filantropia Premiável voltado para consumidores interessados em apoiar projetos de organizações social, por meio da cessão do direto de resgate de suas reservas, destinou R$ 641,2 milhões a entidades filantrópicas entre janeiro e agosto deste ano.

Conheça as 11 insurtechs selecionadas pela Susep no sandbox regulatório

Foram analisados 14 projetos inscritos no processo para chegar aos 11 selecionados. A MAG, de Helder Molina, e a ThinkSeg, de Andre Gregori (foto), são duas delas

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulgou as 11 insurtechs com os projetos selecionados para participar do Sandbox Regulatório. A partir de agora, as empresas poderão atuar, por até três anos, com menor custo regulatório e mais flexibilidade para inovar.

O Sandbox Regulatório é um ambiente experimental constituído com condições especiais, limitadas e exclusivas que não representem barreiras à inovação. O ambiente tem como objetivo reduzir os custos e facilitar os processos para os consumidores, com foco na melhoria da experiência do usuário.

São 11 os projetos que propõem novas tecnologias ou processos inovadores para o mercado de seguros brasileiro, modernizando o setor e trazendo recursos simples para os usuários, possibilitando, por exemplo, novos produtos e formas de contratação, cancelamento e recebimento de indenizações. 

Rafael Scherre, diretor técnico da autarquia, explica que uma das principais ações da Susep dentro da construção do novo marco regulatório do setor de seguros é a redução de barreiras à entrada, o que aumenta a concorrência e cria um ambiente mais amigável à inovação. “O Sandbox Regulatório é uma iniciativa fundamental nesse contexto. Esperamos resultados que beneficiem diretamente a vida dos consumidores, com produtos e serviços mais simples, de fácil uso e mais intensivos em tecnologia”, afirma.

Foram analisados 14 projetos inscritos no processo para chegar aos 11 selecionados. Segundo o diretor técnico Eduardo Fraga, “foram selecionadas propostas de modelos de negócios com várias características aderentes ao ambiente regulatório experimental e que vão ao encontro do seu efetivo objetivo, que é possibilitar, sob a supervisão da Susep, a introdução de novos serviços, novas formas de prestar serviços tradicionais no mercado de seguros ou novos produtos, sempre com foco no benefício ao consumidor e sua experiência com seguro e, dessa forma, aumentar sua cobertura e a penetração no país”.

Os seguros a serem oferecidos incluem tabletssmartphones e dispositivos portáteis; automóveis; animais domésticos; acidentes pessoais; funeral; residência e estabelecimentos comerciais. Haverá oferta de seguros intermitentes, utilizados sob demanda, bem como seguros paramétricos para desastres, de acordo com alertas das autoridades públicas de cada estado.

Será possível, por exemplo, contratar ou cancelar os seguros facilmente ou fazer vistorias remotamente. Além disso, a plataforma PIX (Banco Central do Brasil) será utilizada para transferência de recursos. Algumas das tecnologias envolvem o uso de inteligência artificial de forma ampla em várias etapas do processo, tais como aceitação de risco, sugestão de cobertura e detecção de fraudes; blockchain para registro de todos os eventos da apólice ou bilhete; modelos estatísticos e algoritmos de machine learning.

Alguns modelos de negócio são baseados em grupos fechados, no qual cada membro deve ser convidado por alguém que já faça parte do grupo. Em alguns casos, a lógica de remuneração é invertida, com taxas fixas para a seguradora e distribuição de bonificações para os segurados (cashback).

Além de permitir a introdução de produtos e processos inovadores no mercado de seguros brasileiro, o Sandbox Regulatório é, também, um aprendizado para o órgão regulador, que avaliará a possibilidade de estender as regras mais simples para todo o mercado. “No ambiente do sandbox, esperamos que a experiência seja totalmente digital, com o uso de várias tecnologias para simplificar o uso e melhorar a jornada dos segurados”, destaca Fernando Rieche, gestor do projeto estratégico Sandbox na Susep. 

As seguradoras que entrarão em operação a partir dos projetos selecionados terão autorização temporária para atuação de 3 anos dentro do modelo Sandbox.

MAG Seguros é a única seguradora no sandbox e marca sua entrada no segmento de danos

A MAG Seguros é a única seguradora que tem uma insurtech aprovada no sandbox regulatório da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Afinal, o CEO, Helder Molina, um engenheiro que tem na veia inovação, foi um dos principais entusiastas da criação do sandbox, desde a gestão anterior da autarquia. “Estou muito feliz por várias razoes. A inovação faz parte da nossa vida. Uma seguradora centenária como nós só é longeva porque tem em seu DNA a inovação”, diz ele com grande emoção.  

“Outro motivo que me deixa muito feliz estar neste projeto é que nós, uma seguradora tradicional de vida e previdência, agora ingressa no ramo de danos, essencial para atender o leque completo das demandas dos consumidores. Temos a chance de entregar a ele tudo o que ele precisa, num modelo de on demand. Vai a praia no sábado e quer proteger o celular só neste período? Na MAG vai poder. E a partir do momento em que conquistamos este cliente com a necessidade que ele tem, ele vai querer outras ofertas”, disse o executivo ao blog Sonho Seguro. 

O projeto da MAG que foi aprovado pela Susep prevê atuação em duas frentes. Seguro de acidentes pessoais on demand por morte e invalidez acidental, considerando também ambas situações causada por crime, que terá indenização dobrada. Neste produto, com capital segurado de R$ 30 mil, tem assistência com reboque de carro, socorro mecânico, remocao de bike, reparo e check up de bike e táxi emergencial. 

O seguro residencial on demand oferece cobertura para danos elétricos e roubo/furto qualificado em residências próprias ou alugadas de uso habitual ou veraneio, com limite de capital segurado de R$25 mil. O cliente que adquirir o seguro residencial on demand poderá ser elegível à contratação de uma assistência 24 horas. Basta ele programar, no mínimo, 5 dias de cobertura e a assistência estará disponível a partir do terceiro dia. Caso o seguro não seja reprogramado, a elegibilidade à assistência será suspensa.

A assistência que acompanha o produto conta com diversos serviços acionados mediante sinistro e atendimento de urgência, entre eles chaveiro para acesso ao domicílio, limpeza residencial emergencial, serviços de segurança, transporte e guarda de mobiliário, bem como profissionais como encanador, eletricista, vidraceiro, dedetização, cobertura provisória de telhados, entre outros. 

No sandbox, 88i ganha a capacidade de subescrever riscos

Rodrigo Ventura é um dos executivos radiantes de ter o seu projeto escolhido pela Susep. Veja a seguir quais os próximos passos da 88i, segundo contou ele ao blog Sonho Seguro:

O que muda para vocês, estar na sandbox?

O que muda é que agora nós desenvolvemos a capacidade desenhar produtos de seguros, a partir das necessidades que os clientes tem para se proteger e manter o seu estilo de vida. Agora nós podemos personalizar! Outro ponto muito importante, é que a 88i ganha a capacidade de subescrever riscos, o nosso tempo de resposta para o mercado é muito maior. Nós conseguimos fazer testes AB, verificar aquilo que funciona e tem aderência. O propósito da 88i é democratizar o acesso a seguros, tornando seguros simples, intuitivos e 100% digitais.

Tem expectativa de crescimento?

A expectativa de crescimento da empresa é alcançar 50 milhões já no final do primeiro ano e seguindo um ritmo forte, para que a gente se torne uma seguradora completa antes mesmo do final do período de três anos do sandbox regulatório.

Fica mais fácil atrair capital?

Sem dúvidas, fica mais fácil porque além de ser uma empresa que está trazendo tecnologia e inovação para o mercado segurador, agora também com uma licença de seguradora, aumentam as possibilidades de transformação e disrupção do mercado e atuando num mercado regulado, essa licença faz bastante diferença no ponto de vista de oportunidades, para darmos acesso a pessoas que nunca tiveram acesso a seguro na vida. A gente pode trazer uma experiência bem mais simplificada e intuitiva. Sem letras miúdas.

Tem investidor no radar caso entrasse no projeto?

Existem investidores sim no radar, estamos em contato com alguns deles. Enquanto estamos em processo de negociação, não podemos dar mais detalhes, mas, a 88i está aberta a conversar com investidores que tenham interesse em participar deste processo de transformação do mercado de seguros.

Qual produto irá ofertar?

A 88i vai ofertar uma gama de produtos pensados nos profissionais liberais: motoristas de aplicativos, entregadores e todos os clientes que utilizam contas digitais. Pensamos nos produtos de seguro para telefone celular, acidentes pessoais, produto de assistência à saúde, perda de renda, impedimento ao trabalho, produto de automóvel e de bagagem, para delivery em aplicativos como uber e 99.

Emotion traz o conceito de seguros emocionais

Wladimir Chinchio conta que estar no sandbox possibilitará a insurtech Emotion operacionalizar as inovações que já tinham em mente. “O Sandbox nos entrega uma ambiente aberto para inovação, ter esta oportunidade será de grande valia para validarmos ideias que defendemos a bastante tempo. Como por exemplo a simplificação do processo de venda e de atendimento aos ao clientes. Estamos levando a simplicidade ao extremo, teremos um plano único, com única cobertura, isso facilita o momento de contratação, após a adesão o segurado pode mudar tudo pela app, qualquer alteração terá vigência imediata, pois nosso cálculo é por segundo”, contou ele ao blog Sonho Seguro. 

Além de poder aumentar ou diminuir a cobertura, o segurado poderá pausar o seguro, ou seja, teremos intermitência no seguro de vida. Além de todos esses aspectos técnicos, a insurtech traz um conceito novo, que é o conceito de seguros emocionais. “O segurado terá uma área na app, para guardar conteúdo (fotos, videos, documentos e áudios), registrar emoções que serão entregues aos beneficiários quando o segurado “virar estrela”. Esperamos com esse serviço, tangibilizar o seguro de vida”.

A expectativa é alcançar o limite de vidas já no segundo ano e a partir disso avaliar o pleito de uma seguradora full. Segundo o executivo, certamente fica mais fácil atrair capital.Sem dúvida a participação no Sandbox é um diferencial para novos investimentos’, disse. Neste momento não há um investidor na manga. “Mas tem muita gente interessada, até porque, esse ano também recebemos autorização de nossa fintech(www.numbrs.com.br) e nossa ideia é combinar essas duas ofertas”. 

Barranco: esperamos que os resultados transformem não só a nossa empresa, mas todo o setor

Para Flix, ser escolhida é ingressar em uma nova era, diz Felipe Barranco

Flix, primeira plataforma brasileira com foco exclusivo na venda de seguros e assistências residenciais, é uma das 11 empresas escolhidas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) para participar de seu Sandbox Regulatório. A partir de agora, a empresa poderá atuar, por até três anos, com menor custo regulatório e mais flexibilidade para inovar.

Fundada durante a pandemia por Felipe Barranco, Marcos Carneiro e Manoel Carlos Barranco, a Flix tem como propósito digitalizar, escalar e simplificar um produto autoral relativo à proteção imobiliária. E será justamente o seu seguro compreensivo residencial estudado nesta iniciativa. A empresa conta com dois parceiros em seu modelo de negócios, a Sancor, uma seguradora Argentina com base em Londrina, interior do Paraná, e a Tempo Assist, empresa de assistências residenciais, permitindo uma operação rápida e eficaz.

Segundo Felipe Barranco, CEO da Flix, essa é uma oportunidade que pode ajudar a democratizar todo o setor “Estamos muito felizes por participar deste Sandbox. Apesar de novos no mercado, sabemos que temos muito a oferecer em termos de tecnologia e serviços. Teremos mais autonomia, agilidade no processo de desenvolvimento de novos produtos e serviços e buscaremos sempre muita inovação, tudo isso para termos uma melhor precificação. Temos um plano de negócios estruturado para chegarmos a 1 milhão de clientes em até cinco anos. E esperamos que os resultados transformem não só a nossa empresa, mas todo o setor”, afirmou.

O ambiente experimental do Sandbox Regulatório é ideal para que as barreiras à inovação sejam derrubadas e o setor possa usufruir de produtos mais baratos e que os usuários tenham uma experiência melhor. Além de permitir a introdução de produtos e processos inovadores no mercado de seguros brasileiro, o Sandbox Regulatório é, também, um aprendizado para o órgão regulador, que avaliará a possibilidade de estender as regras mais simples para todo o mercado. 

Igor: agora, como seguradora digital, há autonomia e aumento do nosso potencial de crescimento, facilitando o desenvolvimento de novos produtos

Para Pier, sandbox traz autonomia para desenvolver novos produtos

A insurtech utiliza inteligência artificial para levar uma experiência única aos usuários, conquistou consumidores apaixonados ficando conhecida pela contratação mais fácil e os reembolsos mais rápidos do mercado. A empresa possui mais de 15 mil clientes na área de seguro de celulares e estreou no Seguro de Auto em  2020. 

Igor Mascarenhas, CEO da Pier, explica que a aprovação é um marco para a insurtech. “A diferença é que a Pier, antes, precisava de uma seguradora tradicional para subscrever seus riscos, atuando como parceira para ofertar seus seguros, e agora, como seguradora digital, há autonomia e aumento do nosso potencial de crescimento, facilitando o desenvolvimento de novos produtos. O consumidor é o grande beneficiado em muitos sentidos, pois temos mais agilidade para melhorar e criar novos serviços, reduzir o tempo de retorno do investimento e poder nos dedicar mais ao desenvolvimento da nossa tecnologia e ampliação do time. Além disso, o aumento da competitividade com novos players costuma beneficiar o usuário final”, explica.

A Pier está em uma fase de grandes transformações. “Como seguradora digital, o consumidor já vai perceber a expansão de oferta do Seguro de Auto, pois até o primeiro semestre de 2021 estaremos presentes em todos os Estados do Brasil. Até setembro, estávamos operando exclusivamente em São Paulo e Minas Gerais”, conta o CEO.

No Sandbox Regulatório, a Susep analisou os critérios: emprego de nova tecnologia, redução de custos para o consumidor, produto diferente do atual, produto escalável e possível de ser comercializado fora do Sandbox, experiência dos sócios, menores riscos ao consumidor e se o processo de contratação é simplificado. A Pier se classificou em todos os quesitos avaliados e com essa aprovação passará a operar como uma seguradora digital autorizada pelos próximos anos. 

A proposta do Sandbox é que a Susep, durante o período de experimentação acompanhe de perto as inovações desenvolvidas, avalie riscos e, em caso de resultados positivos, promova as mudanças regulatórias necessárias a fim de possibilitar o ingresso definitivo das novas tecnologias no mercado. A Pier conta com a experiência de Carlos Colucci, como diretor responsável do Sandbox e Head de Seguros.  

“O programa de Sandbox Regulatório, além de viabilizar o ingresso de players de tecnologia, também posiciona a Susep como um órgão regulador visionário, que acolhe as mudanças promovidas pelas insurtechs de forma sustentável e organizada”, afirma a advogada Bárbara Possignolo, responsável pelo jurídico da Pier.

Bárbara Possignolo explica que a seguradora digital e a seguradora tradicional são diferentes. “O foco do Sandbox Regulatório está em produtos massificados de curto prazo e, com isso, estão excluídos os segmentos de previdência, resseguros, grandes riscos e responsabilidade civil, por exemplo. Para serem selecionados, os projetos precisam ser inovadores, focados em tecnologia e redução de custos para o consumidor. Além disso, dentre os critérios de análise está a apresentação de produtos e serviços que possam ser comercializados em escala e que estejam prontos para entrar no mercado. A Pier se enquadra em todas as características, por isso foi selecionada”, conta a advogada.

A Pier foi selecionada para ser seguradora digital no Brasil principalmente por: 

  • Ter desenvolvido em dois anos uma comunidade de 15 mil clientes de seguro de celular e pago mais de R$ 5,6 milhões em sinistros, tendo registrado um recorde em reembolsar um sinistro em apenas 38 segundos, feito inédito no mercado brasileiro.
  • A Pier, por meio de uma relação próxima com seu cliente, deixa transparente todas as informações de cobertura e preço. 
  • A insurtech vende seguro com coberturas mensais, proposta que melhora a experiência do usuário em caso de necessidade de cancelamento ou durante a ocorrência de sinistros. Nas seguradoras que cobrem o risco anual, se o bem for roubado no início do contrato, o segurado tem descontado da sua indenização o valor integral do prêmio anual. Na Pier, o desconto é referente apenas ao mês contratado.
  • O processo de Underwriting, usando tecnologia, permite a análise de 6 mil variáveis (enquanto que normalmente, uma seguradora tradicional analisa 20), de cada cliente e preços competitivos. A Pier possui planos flexíveis para contratações em períodos específicos e sem carência.

Abaixo, a lista dos participantes selecionados (ordem alfabética):

​Projeto​Seguros a serem ofertados
​1​88i​Impedimento para o trabalho / perda de renda; acidentes pessoais individual; celular e outros; auto (casco); deslocamento de volumes/bagagem / objetos em circulação.
​2​COOVER​Animais domésticos (aplicação de vacinas, atendimentos ambulatoriais, cirurgias, consulta urgência e emergência, consultas de rotina, exames laboratoriais/imagens e internação).
​3EMOTION    ​Acidentes pessoais (morte acidental).
​4​FLIX​Compreensivo residencial.
​5​IZA​Acidentes pessoais (invalidez permanente total ou parcial por acidente, reembolso de despesas médico-hospitalares e odontológicas por acidente, complemento de diárias por incapacidade temporária por acidente. Cobertura adicional: funeral).
​6KOMUS    ​Celulares, notebooks, tablets, câmeras e outros aparelhos eletrônicos.
​7​MAG​Acidentes pessoais individual (morte acidental e invalidez permanente total por acidente, incluindo vítimas de crime; compreensivo residencial.
​8PIER​Celulares, notebooks, tablets, câmeras e outros aparelhos eletrônicos; automóvel (casco).
​9​SPLIT RISK​Automóvel (casco, acidentes pessoais de passageiros e assistência e outras coberturas).
​10​STONE​Compreensivo residencial; funeral (morte natural ou acidental); acidentes pessoais (morte acidental e invalidez permanente por acidente); patrimonial paramétrico.
​11THINKSEG​Automóvel (casco).