MAG Seguros patrocina torneio 2020 da Copa Brasil

O acordo garantirá à seguradora visibilidade com painéis de LED ou placa estática em todos os 40 jogos

Fonte: MAG Seguros

A MAG Seguros, seguradora mais longeva do país com 185 anos de atuação ininterrupta, é a mais nova patrocinadora da Copa do Brasil. O torneio, que está na quarta fase, ganhou reforço da empresa especialista em seguro de vida e previdência. O anúncio acontece uma semana depois da MAG Seguros apoiar a volta segura do campeonato.

“Patrocinar futebol, que é a paixão nacional do brasileiro, contribui muito para o reconhecimento de marca. Isso ainda fica mais latente quando estamos falando de um campeonato tão democrático como é a Copa do Brasil, que levará o nosso nome para todo o país. Tenho a certeza de este patrocínio contribuirá muito com a nossa companhia”, explica Nuno David, CMO da MAG Seguros.

O acordo de patrocínio torna a MAG Seguros a primeira seguradora a patrocinar a Copa do Brasil, e garantirá à empresa visibilidade com painéis de LED ou placa estática em todos os 40 jogos da Copa do Brasil até a final, prevista para fevereiro, além da exposição em redes sociais e chancela como patrocinador.

Parceria com esporte

A seguradora também anuncia, nesta semana, a parceria com o ex-jogador e atual cantor, Jakson Follmann, que se torna um dos embaixadores da marca.

A MAG Seguros é a companhia que garante a cobertura securitária do ex-atleta e de sua esposa, além de garantir um plano de previdência privada para o filho do casal.

“O objetivo da nossa parceria é reforçar ainda mais a cultura do seguro de vida e a importância deste tipo de planejamento financeiro para os brasileiros em seus diversos momentos de vida”, finaliza David.

Estudo mostra mudanças nos canais de distribuição de bens e serviços aceleradas pela Covid-19

Swiss Re estudo

A divisão de estudos da Swiss Re divulgou nesta semana o estudo “De-risking global supply chains: rebalancing to strengthen resilience”. Segundo o autor, o desenvolvimento de cadeias de produção paralelas para reduzir o risco do fluxo global de bens/serviços intermédios é uma tendência macroeconômica chave.

As cadeias de produção globais estão passando por reestruturações fundamentais e aceleradas, de acordo com o estudo sigmamais recente do Swiss Re Institute “De-risking global supply chains: rebalancing to strengthen resilience”.

A interrupção do fluxo de bens e serviços intermédios durante as quarentenas devido à COVID-19 tornou os governos e fabricantes ainda mais conscientes dos riscos inerentes aos processos de produção cada vez mais globais, especializados e complexos.

Entretanto, os fabricantes estão acelerando o desenvolvimento de operações de cadeias de produção paralelas em novos mercados anfitriões, assim como as bases de produção existentes, como forma de diversificar e fortalecer a sua resiliência operacional. 

Os mercados no sudeste asiático serão os destinos preferidos para os novos mercados anfitriões. Também haverá alguma relocalização de atividades para os EUA, a Zona Euro e os mercados avançados na Ásia.

O estudo revela que:

·        A COVID-19 acelerou a tendência: os setores de saúde, tecnologia,  bens essenciais, têxteis e eletrônica estão provavelmente na vanguarda

·         As mudanças incluirão mercados anfitriões alternativos, principalmente no sudeste asiático, e relocalização dos processos de produção, principalmente nos EUA, na Zona do Euro e nos mercados asiáticos avançados

·         Ao longo de um período de transição de cinco anos, as mudanças serão positivas em termos líquidos para a economia global e são esperadas gerar aproximadamente US$ 63 bilhões em prêmios de seguro globais adicionais

Basic A4 / Version 0.1 / 18. 09. 2013 / Swiss Re – Media Production

Itaú faz parceria com Notredame Intermédica para venda de planos de saúde para PMEs

O Itaú deu mais um passo na oferta de produtos de seguros e saúde em sua plataforma digital. A notícia desta semana é que a Notre Dame Intermédica informou nesta quarta-feira o lançamento de uma parceria comercial com a Itaú Corretora de Seguros para comercialização de seus produtos. O contrato foi assinado em agosto e o processo de vendas teve início neste mês. O acordo prevê a venda de planos de saúde e planos odontológicos para clientes no segmento de pequenas e médias empresas.

Já são mais de 15 seguradoras parceiras. O próximo seguro previsto para entrar na plataforma do maior banco privado do Brasil e o seguro garantia para PMEs, contou Luiz Butori, diretor do Itaú Unibanco que dirige a área de seguros, em recente entrevista.

Pandemia eleva pedidos de indenização nas apólices de responsabilidade civil

Segundo estudo da AGCS, o aumento de ações judiciais provavelmente terão impacto nas companhias

Fonte: AGCS

As exposições de responsabilidade civil para empresas em todo o mundo estão aumentando. Fatores como o aumento de litígio, reparações coletivas e grandes decisões judiciais, recalls frequentes nos setores automotivo e alimentício, movimentos e tumultos civis em um número crescente de países e preocupações ambientais provavelmente terão impacto nas empresas e suas seguradoras no futuro, tudo isso diante de uma pandemia global desafiadora, de acordo com um novo relatório da Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS) que destaca cinco tendências para o setor.

“Os preços no mercado de seguros de responsabilidade civil podem ter mudado nos últimos meses, porém as tendências de inflação social e as grandes decisões judiciais se mantém nos Estados Unidos. Isto combinado com o aumento da exposição de empresas estrangeiras que fazem negócios nos EUA e um aumento de recalls de peças automotivas que estão pressionando as seguradoras de RC”, diz Ciara Brady, diretora Global de Responsabilidade Civil da companhia. “Adicione ainda o panorama econômico incerto, instabilidade política e impactos desconhecidos do coronavírus a isto e teremos um mercado desafiador tanto para clientes, corretores, quanto para seguradoras. No mesmo momento em que reagimos às novas tendências de perda na subscrição, a empresa permanece comprometida em apoiar os clientes com soluções para transferência de risco e capacidade de lidar com as exposições de RC de hoje”, afirma a executiva.

Inflação social nos EUA e aumento global das reparações coletivas

A inflação social é um fenômeno especialmente prevalecente nos EUA, impulsionada pelo crescente surgimento de financiadores de litígios, sinistros mais liberais para indenização de funcionários, bem como novos conceitos de delito e negligência. O valor médio dos 50 principais veredictos dos EUA de 2014 a 2018 quase dobrou de 28 milhões para 54 milhões de dólares.

O financiamento de litígios não está aumentando só nos EUA, mas também na Europa e em outras partes do mundo, contribuindo para uma tendência crescente de reparação coletiva, à medida que os obstáculos para os consumidores são reduzidos para embarcar em ações coletivas. Países que podem não estar historicamente associados a este aumento, como a Arábia Saudita e a África do Sul, são classificados como de “risco médio” para uma empresa enfrentar uma potencial ação coletiva nestas jurisdições, de acordo com o guia de países financiadores de litígios da seguradora.

Segundo os especialistas da empresa, é muito cedo para identificar uma tendência reversa, mas o fechamento de tribunais devido à pandemia de Covid-19 pode retardar a inflação social, uma vez que os requerentes percebem que pode levar anos até que seu caso seja julgado perante um júri e, portanto, podem estar mais dispostos a chegar a um acordo fora do tribunal.

Aumento dos custos de reparo e recall automotivo

Nos últimos anos tem havido um número crescente de recalls na indústria automotiva, tanto nos EUA quanto na Europa. Nos EUA, houveram 966 recalls de segurança que afetaram mais de 50 milhões de veículos em 2019, mais de dois por dia. Na Europa, o número de recalls atingiu 475 em 2019, sendo o maior número em um único ano em toda a década de 2010 e 11% a mais em relação ao ano anterior. Em muitos casos, os componentes podem ser produzidos por um dos poucos fornecedores que prestam serviços a toda a indústria, o que pode levar a uma acumulação de riscos, como resultado, os recalls se tornaram maiores e mais caros com o tempo.

A crescente complexidade da tecnologia é outro fator importante para as perdas da indústria, devido a fatores como o aumento do tempo e da mão-de-obra para fazer reparos, treinamento mais especializado para mecânicos e o aumento do preço das peças.

Riscos de segurança alimentar e recalls caros

Recalls de alimentos estão aumentando globalmente devido a fatores como manufatura global, menos fornecedores em cadeias de abastecimento complexas, maior controle regulatório, bem como melhor tecnologia, que permite uma maior rastreabilidade e detecção de patógenos. Os fabricantes precisam reconhecer estes fatores e ser diligentes sobre quem são seus fornecedores e realizar auditorias regulares. A pandemia de coronavírus pode ter um impacto significativo, trazendo desafios especiais, nos recalls de alimentos no futuro: Por um lado, os padrões de higiene aumentaram drasticamente, o que poderia reduzir os riscos de contaminação, que são uma das principais causas de recalls de alimentos e bebidas. Por outro lado, com novas operações, fábricas temporariamente fechadas ou reiniciando as atividades, equipes trabalhando remotamente, diminuição de vistorias regulares e cadeias de abastecimento inconstantes, a exposição ao risco também poderia aumentar, de acordo com os especialistas da companhia.

“Apesar da tendência crescente dos recalls alimentícios, não percebemos na América Latina o mesmo movimento na contratação de seguros com coberturas para este tipo de perdas”, afirma Juliana Alves, diretora Regional de Responsabilidade Civil AGCS Latam. “Grande parte dos segurados contrata a cobertura de recall como sub-limite e com escopo relativamente limitado”, diz.

É ainda raro encontrarmos no mercado latinoamericano, por exemplo, apólices de CPI (Contaminated Product Insurance) emitidas. Dessa maneira, nota-se a necessidade do desenvolvimento de uma cultura da proteção e o aumento da percepção do valor que o seguro agrega à marca.

Manifestações e movimentos civis ameaçam além dos danos físicos

Os protestos dos “coletes amarelos” na França, protestos no Chile, Hong Kong e Bolívia e, mais recentemente, os movimentos anti-racismo nos Estados Unidos são exemplos de alta visibilidade do crescimento das manifestações civis em todo o mundo: A violência política causa cada vez mais danos à propriedade, perturbação além de perda de atração e receitas para muitas empresas. Como exemplo, espera-se que os protestos decorrentes da morte de George Floyd em muitas cidades americanas tenham causado perdas de mais de US$ 1 bilhão. Há inúmeros sinistros de notificados relacionados a greves, manifestações e movimentos civis, bem como para cobertura de saques.

De acordo com especialistas da empresa, o surto de coronavírus pode ter reprimido temporariamente as manifestações civis em alguns países, mas as questões sociais subjacentes não foram resolvidas e outros protestos provavelmente ocorrerão em um futuro próximo.

Qualidade do ar interior após o coronavírus

Incidentes de poluição ambiental podem ter conseqüências prejudiciais para uma empresa. Dois riscos são particularmente importantes: a preocupação com a qualidade do ar interior com legionella e o crescimento de mofo e, em segundo lugar, o risco crescente de processos judiciais, multas e ações corretivas, à medida que cresce a conscientização pública sobre a poluição e o esgotamento de reservas naturais.

Os riscos de mofo e legionella aumentaram com o fechamento de edifícios comerciais e hotéis pelo coronavírus: Quando certos sistemas de qualidade do ar ou sistemas de água ficam inativos por um tempo, eles são mais suscetíveis à contaminação por bactérias. Além disso, o crescimento contínuo e não detectado de mofo pode resultar em gestores de imóveis atrasarem as manutenções ou reformas planejadas.

Principais causas de sinistros de responsabilidade civil e impactos potenciais do coronavírus

O relatório também analisa algumas das principais causas de sinistros de responsabilidade civil no setor de seguros nos últimos cinco anos – incidentes com produtos defeituosos representam metade do valor – e analisa como o surto de coronavírus já está impactando o setor de seguros.

Com mais pessoas em casa devido à pandemia e com o fechamento temporário de muitas lojas, aeroportos e empresas, as notificações de escorregões e quedas, que são uma das principais causas de responsabilidade civil, diminuíram. No entanto, o mercado pôde ver aumento nos sinistros de terceiros por ferimentos ou danos materiais decorrentes de falhas na não proteção contra o coronavírus, bem como ações de funcionários contra empregadores que não os protegeram adequadamente.

Responsabilidade civil de produto e sinistros de recall tendem a acompanhar a atividade econômica, de modo que poderia haver um impacto nestas áreas com a retração econômica. Entretanto, o reinício da produção após períodos de parada pode dar origem a incidentes de erro humano.

MDS Brasil aposta em seguro para auxiliar empresas a lidarem com processos judiciais

Fabio e Thiago MDS

Parceria entre MDS e EHTS Consulting oferece seguro para mitigar prejuízos causados por ações judiciais de consumidores e traz inteligência para evitar novos litígios  

Fonte: MDS

A Corretora MDS Brasil se juntou com a EHTS Consulting, empresa especializada e com longa experiência na criação de modelos gestão de passivos jurídicos, assim como inteligência e analytics, para lançar solução para ajudar grandes e pequenas empresas a enfrentar essa avalanche de ações. 

Atualmente, no Brasil, segundo dados de 2019 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) divulgados no relatório Justiça em Números, há um volume de cerca de 80 milhões de processos ativos, sendo que, anualmente, 2,5 milhões de consumidores entram com ações judiciais. 

As pequenas e grandes empresas em suas relações com o consumidor enfrentam inúmeros desafios e precisam estar preparadas para gerenciar seus riscos. Os consumidores têm tido papel de protagonismo e buscam, cada vez mais, amparo nas redes sociais e também em tribunais para suas reclamações, por isso o registro de casos não para de crescer.  

São processos até 40 salários-mínimos de condenações/acordos em valores médios de R$ 2.000,00 relacionados a reclamações relacionadas a problemas com voos, viagens canceladas, produtos defeituosos ou não entregues por plataformas de comércio eletrônico, falhas em internet e telefonia, cortes indevidos de água e luz, negativação por falta de pagamento de boletos, e até falta de certificados de conclusão de cursos.  

“Por isso, essas empresas devem estar preparadas para qualquer cenário de insatisfação dos consumidores no pós-venda, ter atenção ao Código de Defesa do Consumidor e se resguardar para eventuais ações judiciais que podem impactar sua receita, seja pelos custos do processo ou pelo pagamento de acordos e indenizações em juízo”, diz Thiago Tristão, Vice-Presidente de Riscos Corporativos da MDS Brasil e CEO Brasil da MDS RE. 

Porque, apesar das ações serem de pequeno valor, o esforço e custos envolvidos na sua defesa ultrapassam a casa de R$ 10 Bilhões anuais, o que inclui Advogados, Sistemas, Custas Processuais, Acordos, Condenações e Serviços de Terceiros. 

O Seguro E&O Consumerista é uma solução que, a partir de pagamento de um valor mensal baixo, permite que as empresas transfiram todos os riscos, custos e o peso da gestão destes processos, além de casos de Procon (como cobertura alternativa), para a Seguradora. 

De acordo com Fábio Floh, Sócio-Diretor da ETHS, a solução parte de estratégias tecnológicas garantindo a redução dos custos com até 30% de economia, aumentando o sucesso da gestão, reduzindo despesas administrativas e de headcount, tudo isso com a enorme proteção natural dos seguros. “Ainda, a empresa se beneficia da simplificação de procedimentos e zera as provisões contábeis relacionadas a essas ações”, afirma o executivo.   

Outra vantagem é a proteção do fluxo de caixa, uma vez que os pagamentos são efetuados diretamente pela seguradora nos processos e não há qualquer franquia para a cobertura. 

Esse resultado só é possível a partir da capacidade da MDS em alocar riscos e a gestão eficiente com tecnologia, automação de processos e algoritmos próprios da EHTS Consulting. 

“Utilizamos a experiência da EHTS Consulting em grandes clientes para definir os fluxos de pagamento e as expectativas de desembolsos. Criamos um modelo único, que une a capacidade de proteção do seguro de riscos à modelagem estatística, financeira e econométrica a fim de quantificar os custos de defesa de forma correta e melhorar a gestão tecnológica. Dessa forma, torna-se possível selecionar os caminhos certos para a proteção das marcas e reduzir despesas”, explica Tristão.  

O Seguro E&O Consumerista abrange todo o fluxo de trabalho para cuidar dos processos da forma mais completa possível, desde o controle, pagamento, orientação e relacionamento junto a escritórios de advocacia, até a gestão das informações (internas e externas), contando também com controle dos pagamentos efetuados pela seguradora.  

“Temos um aparato desenvolvido para gerenciar os riscos e mitigar impactos. Contamos com robôs que trabalham 24 horas por dia, sete dias por semana, e nos dedicamos a aprimorar cada vez mais os controles dos dados de B.I por meio de relatórios e dashboards personalizados. Dessa forma, as empresas podem analisar seus indicadores e ocorrências críticas de maneira autônoma e simplificada, estabelecer ações preventivas e alinhadas ao negócio e, assim, evitar novas ações”, diz Tristão.  

Revista de Seguros faz releitura de “Um mundo em risco” e discute medidas para prevenir e mitigar

Senador Tasso Jereissati participa da edição, em entrevista exclusiva, sobre o novo marco do saneamento básico

Fonte: CNseg

A percepção de que os riscos sanitários podem se tornar mais frequentes e severos nos próximos anos, produzindo efeitos ainda maiores que a própria pandemia da Covid-19, é retratada em matéria de capa da novaRevista de Seguros (nº 913),  editada pela Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg que, em 2020, completa 100 anos de fundação, sendo a publicação especializada em economia mais antiga do País. A matéria revisita o documento “Um mundo em risco” (“A world at risk” em inglês), de autoria do Conselho Global de Monitoramento da Preparação (GPMB), órgão independente vinculado à Organização Mundial de Saúde (OMS) e ao Banco Mundial, e discute com especialistas os protocolos para prevenir e mitigar eventos adversos.  

O novo marco do saneamento básico está entre essas respostas assertivas, e uma entrevista com o senador Tasso Jereissati, relator da matéria no Senado, revela os benefícios das condições higiênicas na sobrevida das pessoas e perenidade dos negócios.  Essas novas normas devem reduzir mortes precoces e internações hospitalares que poderiam ser evitadas, e, no plano econômico, injetar R$ 700 bilhões em investimentos em 10 anos e 60 mil empregos a cada bilhão destinado ao tratamento de água e esgoto. 

Por fim, uma série de reportagens relacionadas aos impactos da pandemia nas vidas e negócios está disponível aos leitores. A edição 913 da Revista de Seguros apresenta o avanço dos atendimentos psiquiátricos de brasileiros no decorrer da pandemia, dos setores mais afetados pelo isolamento social e do amanhã da globalização, sob ameaça de novas restrições à abertura comercial. A perspectiva de consolidação do teletrabalho e do home office com a trégua da pandemia, os rumos da reforma tributária, as ações para destravar os investimentos em infraestrutura e, enfim, o ritmo da recuperação econômica brasileira são outros temas em destaque na publicação da CNseg.

Eduardo Toledo assume a coordenação da Cátedra de Resseguro da ANSP

Fonte: ANSP

Na última semana, o diretor presidente resseguros da Som.us Brasil e Acadêmico da Academia Nacional de Seguros e Previdência – ANSP, Eduardo Toledo, assumiu a coordenação da Cátedra de Resseguro da Academia. As Cátedras são núcleos de estudos permanentes que abordam cientificamente todos os temas pertinentes a seguros, previdência complementar, capitalização e atividades correlatas.

Para Eduardo, assumir a coordenação do grupo é muito gratificante. “Me sinto muito honrado em poder coordenar a Cátedra e colaborar em um ambiente em que os estudiosos contribuem intelectualmente com um só intuito: propagar o seguro. O tema resseguro, que é a área que tenho me dedicado, precisa ser cada vez mais difundido e colocado em pauta e é essa será minha missão”, disse.

Porto Seguro lança seguro fiança mais acessível

Com coberturas mais enxutas, Porto Seguro Aluguel Essencial oferece as principais vantagens do seguro fiança tradicional por um custo até 40% menor e facilita a experiência da locação 

Fonte: Porto Seguro

A Porto Seguro apresenta uma versão mais econômica e simplificada do seguro fiança. Com coberturas mais enxutas, o produto, que recebe o nome de Porto Seguro Aluguel Essencial, chega ao mercado com o custo até 40% menor que um seguro fiança tradicional e oferece, de maneira mais ágil e acessível, as principais vantagens da ferramenta – substituição do fiador ou caução, transferência de responsabilidade do pagamento do aluguel para a seguradora em caso de inadimplência, além da dispensa de comprovação de renda e envio de documentação.  

“Lançamos o Aluguel Essencial para oferecer aos inquilinos e proprietários não só uma garantia sólida, mas uma solução que também proporcione uma experiência mais fácil para que eles concretizem suas locações neste momento de instabilidade financeira”, afirma Rodrigo Elorza, gerente de Riscos Financeiros e Capitalização da Porto Seguro. Segundo o executivo, o processo de aprovação do cliente ocorre automaticamente no momento do cálculo, apenas com o CPF. 

“Visando alcançar as pessoas que também procuram por imóveis para o primeiro aluguel, o Porto Seguro Aluguel Essencial garante a indenização de até 12 vezes o valor do aluguel. Além de substituir o fiador ou caução, os clientes contam com acesso gratuito durante três meses ao Reppara!, plano de assinatura para serviços residenciais do Grupo Porto Seguro. Os inquilinos ainda podem participar de sorteio anual de até R$ 200 mil do PortoCap, título de capitalização da companhia.”

It’sSeg e HDI lançam seguro para telemedicina

21/09/2018 - Thomas Menezes, fundador da ItsSeg - Foto: Gabriel Reis - www.gabrielreisfoto.com

Produto oferece cobertura de atendimento médico remoto; Missão Covid, de médicos voluntários, é o primeiro usuário do novo benefício

Fonte: Empresa

A It’sSeg, terceira maior corretora de seguros independente do país, acaba de lançar o primeiro seguro dedicado à cobertura de riscos para empresas que atuam de telemedicina no mercado brasileiro. A apólice, oferecida em parceria com a seguradora HDI Global, cobre despesas com processos por erro médico (E&O) e riscos cibernéticos relacionados ao uso e vazamento de dados coletados no processo de atendimento. O seguro, entretanto, não cobre o CRM do médico, que precisa contratar apólice específica.

A primeira apólice foi emitida para proteger os profissionais que atuam na Missão Covid, plataforma em que o paciente que apresenta sintomas da Covid-19 é atendido gratuitamente por meio da telemedicina (ligação por vídeo) por um médico voluntário.

“É um produto inovador e essencial neste momento. Ele protege eventuais erros médicos imputados ao uso da telemedicina justamente quando este recurso tornou-se mais intenso. É muito importante que esses profissionais tenham segurança e possam contar com um seguro que respalde a plataforma de telemedicina de possíveis falhas humanas e de cyberataques”, explica Thomaz Menezes (foto), presidente da It’sSeg.

O seguro para telemedicina será oferecido para empresas que oferecem serviços de telemedicina, como empresas de seguro saúde, hospitais e companhias que fazem a terceirização deste tipo de serviço. 

A Missão Covid, a primeira contratante do novo seguro no país, iniciativa criada pelo empreendedor digital  Cristiano Kanashiro,  contratou a cobertura para  250 posições de atendimento médico em suas operações.

A plataforma conta 1200 médicos cadastrados. Mas em média 250 estão atuando ativamente no atendimento a pacientes de Covid 19. “Este número de apólices é suficiente para cobrir os riscos dos profissionais que estão atuando voluntariamente no processo “, diz  Kanashiro.

Desde que a Missão Covid foi ao ar, em março deste ano, cerca de 60 mil atendimentos mensais foram realizados pelos doutores voluntários. “É um risco muito alto que esses profissionais estão correndo. Nossos índices de satisfação beiram os 100%, mas mesmo assim estamos sujeitos a uma falha e a um eventual processo. Com esse seguro, os médicos da plataforma estarão respaldados”, conta fundador da Missão Covid.

A contratação da apólice é coletiva e cobre os custos processuais de defesas judiciais que recaiam sobre o patrimônio do segurado. As coberturas vão de R$ 50 mil reais até mais de R$ 10 milhões. 

“Vamos assistir ao crescimento exponencial dos serviços de telemedicina no país, seguindo uma tendência mundial. Muitos médicos já prestam esse serviço para seus pacientes, por meio do whatsapp, mas não se dão conta dos riscos envolvidos”, diz Carlos Eduardo Sarkovas, diretor comercial da corretora.

Segundo o executivo, os riscos de Cyber e de E&O já existem separados, mas é a primeira vez que que se modela no mercado brasileiro uma apólice que junta estas duas proteções para atender os serviços de telemedicina. “Um erro de diagnóstico dado à distância ou um vazamento de exame de um paciente , agora podem ser cobertos com este tipo de apólice”, complementa.

Com o lançamento a It´sSeg amplia seu portfólio de coberturas oferecidas ao mercado. A corretora administra atualmente uma carteira com 750 mil vidas e 1000 clientes corporativos. “Fazemos consultoria e gestão das carteiras de vida e saúde para as empresas e agora vamos nos fortalecer ainda mais com a oferta de produtos de ramos elementares, que está cada vez mais demandado por organizações da área da saúde”.

Previdencia privada agora tem hub de inovação

O programa é organizado pela Abrapp, Conecta e LM Ventures, e tem como objetivo gerar negócios entre Entidades Fechadas de Previdência Complementar

Fonte: Empresa

A Investtools, empresa de soluções tecnológicas para o mercado financeiro e administração pública, acaba de desembarcar em um novo setor: o dos fundos de previdência privada. A techfin foi uma das 17 selecionadas entre mais de 200 startups para o Hupp!, o primeiro hub de inovação e tecnologia voltado exclusivamente para o segmento da previdência privada, que administra R$ 1 trilhão em investimentos. Com o programa de aceleração, a companhia vai adaptar um software reconhecido há 10 anos para controle do fluxo operacional de gestoras de fundos de investimento.

O programa é organizado pela Abrapp (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar), Conecta e LM Ventures, e tem como objetivo gerar negócios entre Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPCs) e empresas que desenvolvem produtos capazes de agregar valor ao mercado. Através de uma prova de conceito, a Investtools vai propor soluções para problemas reais das entidades participantes. Uma ou mais instituições vão financiar o produto apresentado, que poderá
ser aderido, posteriormente, pelas mais de 250 parceiras da entidade.

A companhia foi escolhida para integrar a solução de Sistemas de Investimento, que busca sistemas que permitam a automatização dos investimentos em diversas classes de ativos. Esta já é uma especialidade da empresa que, com o produto que é seu carro-chefe, o Perform It, viabiliza desde 2010 um software para monitorar as operações de gestoras de forma totalmente automatizada, garantindo um alto grau de segurança da informação.

Para David Gibbin, CEO da empresa, o programa oferece uma oportunidade de adaptar as soluções do Perform It para atender a um mercado inédito para a organização “Nós enxergamos esse momento do mercado de previdência privada de forma muito parecida com a que víamos o mercado das gestoras há 10 anos, quando começamos a implantar o Perform It. Estão utilizando métodos muito complexos e pesados para o controle das operações, e nosso objetivo através do Hupp! é oferecer soluções leves, fáceis de usar, automatizadas e que promovam a transparência. Aplicando essas propostas de inovação, vamos ajudar na transformação digital das entidades de previdência privada”.

O programa de aceleração vai durar nove meses. Além da prova de conceito para apresentação de soluções inovadoras de acordo com as principais demandas das EFPCs, serão oferecidos às startups eventos, atividades e mentorias para aumentar a compreensão sobre o funcionamento do setor de Previdência e auxiliar no desenvolvimento da empresa.

As EFPCs que vão participar do Hupp! são: a BRF Previdência; a CAPEF; a Fundação Itaú Unibanco; a Real Grandeza; a Funpresp; o Fundo de Previdência Mais Futuro; a PreviBosch; a Previ; a Previnorte; a Valia; e a Viva Previdência.