Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo elege diretoria

Chapa única, liderada pelo atual mentor Evaldir Barboza de Paula, foi aclamada pelos associados do CCS-SP em assembleia virtual.

Fonte: CCS-SP

O Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) elegeu nova diretoria para a gestão 2020/2022 em Assembleia Geral Ordinária (AGO), realizada de forma virtual, no dia 22 de setembro, com a participação de associados. A chapa única liderada pelo atual mentor Evaldir Barboza de Paula foi eleita por aclamação pelos votos dos associados registrados por escrito no chat da plataforma virtual e também por áudio.

A abertura do evento foi realizada pelo secretário Nilson Arello Barbosa que, em seguida, indicou o fundador e ex-mentor do CCS-SP, Henrique Elias, para presidir a assembleia. Este, por sua vez, indicou o ex-mentor Adevaldo Calegari para assumir o posto de secretário da AGO. Após a leitura do edital de convocação da AGO, Elias comandou a votação e abriu espaço às manifestações do mentor e dos associados. 

O mentor Evaldir Barboza de Paula manifestou sua satisfação pelo bom andamento da assembleia online e elogiou a rápida adaptação dos corretores de seguros às novas tecnologias. “A categoria é ousada”, disse. Segundo ele, a posse da nova diretoria será realizada em outubro, conforme define o estatuto, mas, desta feita, de forma virtual.

Em relação aos projetos da nova gestão, Evaldir Barboza de Paula adiantou que além de reuniões virtuais com associados e de novas lives com a participação de personalidades do setor, alguns projetos serão resgatados. “A modernização do estatuto será retomada, porque o documento foi produzido em 1972 e, desde então, apenas uma revisão foi realizada para adaptação ao Código Civil”, disse.

Dentre os novos projetos, o mentor destacou o inédito “Prata da Casa”, uma série de vídeos com a participação de corretores associados especialistas em determinadas áreas. “O Clube é um celeiro de talento e a ideia é disseminar esse conhecimento em prol da categoria”, disse. Em seguida, ele agradeceu o trabalho da diretoria anterior e deu as boas-vindas aos novos diretores. 

Evaldir Barboza de Paula afirmou, ainda, que na condução da entidade espera receber as manifestações dos associados, sejam elogios ou críticas. “Nosso objetivo é levar o Clube ao seu merecido lugar de destaque”, disse. 

Nova diretoria CCS-SP – Gestão 2020/2021

Mentor: Evaldir Barboza de Paula

Secretário: Ednir Fornazzari

Tesoureiro: Nilson Moraes

Junta Fiscalizadora: Ivone Elise Gonoretske, Gilberto Januário e Marcia Del Bel

AXA XL divulga relatório sobre recuperação de desastres do Cambridge Center for Risk Studies

axa xl

Fonte: AXA XL

A AXA XL, em colaboração com o Center for Risk Studies (“CCRS”) da Cambridge Judge Business School, divulgou um relatório abrangente que demonstra o impacto que o (re) seguro tem sobre a velocidade e a qualidade da recuperação após desastres naturais. Intitulado “Otimizando a recuperação de desastres: o papel do capital de seguros na melhoria da resiliência econômica”, o relatório também descreve o crescente impacto econômico dos desastres naturais nas últimas três décadas. Observa-se que a média anual de perdas provocadas por tais catástrofes aumentou de uma média de US$ 27 bilhões em 1970-1980 para quase US$ 200 bilhões em 2010-2019, impulsionada pelo desenvolvimento econômico global e o aumento do valor dos ativos em áreas perigosas, particularmente em regiões de rápido crescimento, como o Sudeste Asiático.

As principais conclusões do relatório incluem:

• Cada ponto percentual de aumento na penetração do seguro (prêmios não vida divididos pelo PIB do país) reduz os tempos de recuperação em quase 12 meses.

• Eventos em países com alta penetração de seguros (3% – 4% incluindo na Europa Ocidental,Japão, Austrália, Coreia do Sul) têm uma taxa média de recuperação de menos de 12 meses e eventos em países com penetração de seguro muito baixa (Bangladesh, Haiti, Nepal, Filipinas) têm uma taxa de recuperação de mais de 4 anos.

• Os EUA são anômalos – os EUA desfrutam de uma penetração de seguro muito alta (> 4%), mas a natureza fragmentada da cobertura, especialmente inundações, resposta a desastres e escala de perdas resultou em uma taxa média de recuperação de pouco mais de 3 anos (por exemplo, Furacões Andrew (1992), Katrina (2005) e Sandy (2012), e Great Mississippi and Missouri River Floods (1993)).

• A qualidade da recuperação para países com penetração de seguro muito alta e alta é melhor do que os níveis anteriores à perda, e o inverso é verdadeiro para países com penetração de seguro mais baixa, embora as diferenças sejam muito pequenas. Existe potencial para o desenvolvimento de produtos em termos de “reconstruir melhor”.

• A recuperação econômica é mais rápida do que a recuperação social em quase 60% dos casos e é particularmente pronunciada nos primeiros seis meses. Os destaques são as enchentes alemãs em 2013, com mais de 600.000 afetados e 80.000 deslocados se recuperando de acordo com as normas econômicas e sociais em 12 meses, e o Haiti sofrendo um terremoto em 2010 do qual ainda não se recuperou.

Comentando sobre o relatório, Jonathan Gale, Chief Underwriting Officer da AXA XL Reinsurance, que liderou o patrocínio do relatório, disse: “Colocar de pé as comunidades afetadas por desastres o mais rápido possível e em melhor estado é apenas um exemplo de como tornamos em realidade o propósito da AXA de ‘agir para o progresso humano protegendo o que é importante’. O caso de (res) seguro é claro, mas raramente é explicado de forma adequada. Queríamos trazer informações comparativas relacionadas à velocidade de recuperação – com que rapidez o emprego e a produtividade voltam ao normal (econômico) e com que rapidez as pessoas voltam para suas casas e o poder é restaurado (social). Também queríamos focar na qualidade da recuperação, ou seja, se o estado pós-desastre normal é melhor do que o estado pré-desastre em termos de economia e resiliência da comunidade a eventos futuros do ponto de vista de infraestrutura e resiliência econômica. Este relatório mostra o financiamento pré-desastre (predominantemente (re) seguro) com a capacidade de canalizar fundos significativos instantaneamente e sem recurso como a única maior solução para eventos catastróficos.”

O professor de Pesquisa Operacional da Cambridge Judge Business School e Diretor Acadêmico do CCRS Daniel Ralph disse: “Este projeto fornece a quantificação necessária de resiliência e recuperação após catástrofes naturais, visto que muitas das evidências não têm sido comprovadas. Com os eventos de mudança climática, incluindo enchentes e tempestades, aumentando em frequência, é mais importante do que nunca entender as alavancas de recuperação para comunidades e empresas. O relatório analisa principalmente as comunidades vulneráveis, mas também há lições claras para as empresas em termos de preparação para catástrofes, investimento em formas de recuperação mais rápida e tomada de decisões e implementação mais eficazes em caso de desastres. Avaliar o impacto das surpresas requer esforço para delinear os tipos de surpresas possíveis e, em seguida, testar o estresse de sua organização em toda a gama desses eventos – o teste de estresse por meio de cenários é a chave para planejar a surpresa. ”

O relatório é o ápice de uma série plurianual de estudos de recuperação de desastres, como parte do trabalho para compreender a lacuna de proteção de seguro, realizado pelo CCRS em colaboração com a AXA XL Reinsurance na última década. A próxima fase do trabalho da AXA XL Reinsurance com CCRS envolverá o desenvolvimento de um banco de dados online que estará acessível em todo o mundo e conterá a pesquisa até a data e ao longo do tempo, expandindo o banco de dados com estudos de caso adicionais e informações relacionadas.

Icatu Seguros apoia projeto social Poupare, voltado à educação financeira

Fonte: Icatu

O economista Daniel Fuks acaba de lançar a Poupare, uma iniciativa de impacto social com foco em educação financeira, voltado para as classes sociais em maior vulnerabilidade econômica, uma continuação de seu trabalho voluntário na área, iniciado em 2008. Todos os custos com tecnologia, advogados, marketing, entre outros, para a realização e desenvolvimento do projeto, que funciona através de um aplicativo de uso simples, foram feitos com recursos próprios do executivo, que agora espera fazer ainda mais. 

O objetivo da Poupare é fazer com que as pessoas consigam assumir o controle de sua vida financeira, aprendendo conceitos básicos de finanças pessoais, reduzindo o endividamento e investindo em longo prazo através de custo reduzidos. 

Para Daniel, é no segmento de previdência privada aberta (VGBL/PGBL) que encontramos as maiores diferenças entre os valores das taxas de administração nos diferentes segmentos de atendimento dos grandes bancos, por isso a decisão de ajudar a mudar esse cenário. O executivo esclarece que a Poupare não busca ser uma plataforma de investimento como as que já existem e sim uma forma das pessoas terem acesso à boas opções de investimento de forma simples e sem burocracia. 

Com o propósito de garantir que pessoas e famílias estejam financeiramente protegidas e assistidas em todas as fases de suas vidas e ciente da importância do papel da educação financeira para a sociedade, a Icatu Seguros é apoiadora do projeto. A plataforma conta atualmente com um fundo de Renda Fixa da Icatu com taxa de administração de 0,80% e aportes mensais de R$ 100.

“Meu sonho é ajudar a reduzir o atual percentual de 67% da população que começa o mês com alguma dívida e não tem nenhuma reserva financeira. Temos, todos os brasileiros, que trabalhar para diminuir a utilização das ofertas de crédito focados no consumo e incentivar a formação de uma poupança das classes de maior vulnerabilidade econômica, para diminuirmos a miséria e desigualdade”, conclui Daniel.

Papel da saúde suplementar se destaca em tempos de covid-19

Diretora executiva da FenaSaúde discutiu importância da saúde suplementar em tempos de covid

Fonte: FenaSaúde

Em período de pandemia, ficou evidente o papel fundamental da saúde suplementar ao possibilitar tratamento adequado para milhões de pessoas quando elas precisam. São 47 milhões de beneficiários com cuidados garantidos ao mesmo tempo em que se desafoga o sistema público. As operadoras de seguro de saúde, inclusive, agiram eticamente, no sentido de cumprir bem uma função muito importante para a sociedade em momentos de risco.

“Atua eticamente quem cumpre o seu papel em relação à totalidade. Quem contribui para o funcionamento harmônico de um grande grupo. Quem age em busca do bem-estar da coletividade. A saúde suplementar tem um papel ético na sociedade, que se destacou em tempos de covid-19”, afirmou a diretora-executiva da FenaSaúde, Vera Valente, no webinar “Ética e integridade como ferramentas de acesso à saúde: o papel da saúde suplementar durante a pós-covid-19”, promovido pelo Instituto Ética Saúde (IES). 

O esforço de combate à covid no Brasil se deu como uma parceria entre setor público e privado, salientou Vera: “O SUS tem feito brilhantemente sua parte no combate à covid. Mas essa eficiência do setor público foi possível também por conta do papel dos planos de saúde que atenderam seus beneficiários. Esforço comum em nome de uma coletividade”.

Atenta à questão da integridade, a FenaSaúde, inclusive, possui uma Comissão de Ética com objetivo de troca de experiências sobre como evitar desperdícios, considerando não só a falta de eficiência mas também as fraudes. 

“Desperdícios são de fato uma questão ética que importa a todos: um estudo recente, feito pela plataforma de gestão de saúde DRG Brasil, com 1,8 milhão de diárias hospitalares de mais de 500 mil pacientes, mostrou, por exemplo, que quase 38% das internações poderiam ter sido evitadas. Um número impressionante”, afirmou a dirigente da FenaSaúde.

O desperdício no setor está na falta de coordenação, na falha no atendimento, no sobrepreço, na fraude e abuso, no tratamento desnecessário e na burocracia administrativa.  “São questões que estamos atentos e buscamos criar mecanismos de minorá-las a cada dia, com ações de gestão e de integridade”, explicou Vera Valente.

As operadoras de planos de saúde não escolhem os procedimentos médico-hospitalares. Essa decisão cabe ao profissional de saúde. Mas, no final das contas, quem paga pelos desperdícios é o próprio contratante, seja pessoa física ou jurídica, que custeia o fundo mútuo administrado pela operadora, pois os custos assistenciais são repartidos entre todos os participantes. 

“É importante mencionar que procedimentos desnecessários podem causar danos físicos e psicológicos aos pacientes. Uma intervenção cirúrgica desnecessária pode ser, inclusive, tipificada como ato criminoso por violar a integridade física da pessoa. Isso é absolutamente desnecessário”, afirmou a diretora executiva, que em sua fala também mostrou as implicações éticas de questões como projetos de lei, judicialização e incorporação de novas tecnologias.

Participaram do webinar o presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Rogério Scarabel;  o presidente da Unidas Autogestão em Saúde, Anderson Mendes; e a vice-presidente do IES, Patrícia Braile. A moderação foi de Carlos Eduardo Gouvêa, relações institucionais do IES.

IRB Brasil Re registra prejuízo em julho

IRB faz emissão

Ressegurador publicou em seu site de Relações com Investidores planilha que apresenta as mesmas informações no modelo já conhecido por acionistas e analistas. Prêmios emitidos cresceram 100,8% em relação a julho do ano passado e houve expressiva melhoria na sinistralidade, de 97,1% e de 73,2% quando excluídos os negócios descontinuados

Fonte: IRB

O IRB Brasil RE informou nesta terça-feira que o faturamento bruto (prêmio emitido) atingiu R$ 1,5 bilhão em julho, crescimento 100,8% em relação a julho do ano passado, sendo R$ 1 bilhão no Brasil e R$ 531,6 milhões no exterior. No Brasil, o crescimento foi de 133% em relação a julho de 2019 e, no exterior, de 58,8%. O faturamento de competência de julho/20 (prêmio ganho) totalizou o R$ 657,6 milhões. 

O prejuízo líquido reportado em julho foi de R$ 62,4 milhões. Excluindo-se o impacto dos negócios descontinuados, o ressegurador apresentaria lucro líquido de R$ 36 milhões. Já o resultado de subscrição foi negativo em R$ 137,6 milhões, devido à elevada sinistralidade dos negócios descontinuados, no valor de R$ 160,8 milhões. O índice de despesas administrativas fechou em 3,4%, enquanto o Índice de Resultado Financeiro e Patrimonial alcançou 10% do prêmio ganho. 

A despesa com sinistros alcançou R$ 638,3 milhões, com um índice de sinistralidade (relação entre a despesa com sinistros e o prêmio ganho) de 97,1% no mês de julho, revertendo sensivelmente a tendência observada no primeiro semestre de 2020, que apresentou uma sinistralidade de 108%. Quando excluídos os sinistros dos negócios descontinuados em julho, ou seja, que tiveram seus contratos cancelados ou não renovados, esse índice cai para 73,2%.  

Os números foram enviados à Superintendência de Seguros Privados (Susep), por meio do Formulário de Informações Periódicas (FIP), os dados financeiros do mês de julho. Mais uma vez, para facilitar o entendimento, já que o FIP atende às exigências do plano de contas exigido pelo regulador, a companhia publicou em seu site de Relações com Investidores uma planilha que traz as mesmas informações no modelo já praticado pelo ressegurador em suas divulgações periódicas, chamado de visão negócio. Os dados, referentes aos meses de janeiro a julho de 2020, estão sujeitas a mudanças, pois os números do mês de julho não foram auditados.  

“Seguimos firmes com o objetivo de dar total transparência aos dados da companhia e, novamente, estamos disponibilizando os dados enviados à Susep em nosso site, em linguagem que acionistas e analistas já estão acostumados. Trabalhamos no caminho do crescimento sustentável, com a geração de valor de longo prazo”, diz o CEO e presidente do Conselho de Administração do IRB Brasil RE, Antonio Cassio dos Santos.  

A planilha completa com os dados históricos disponibilizados pelo IRB pode ser acessada no endereço https://ri.irbre.com/informacoes-financeiras/dados-historicos/.  

B3 será credenciadora da Newe Seguros

Em agosto, a B3 fechou parceria para fazer o resgistro eletrônico da Pottencial Seguradora

A B3, que foi credenciada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) para fazer o Sistema de Registro de Operacoes (SRO), juntamente com a Cerc e a CSD, informou que será credenciadora do registro eletrônico de contratos e apólices da Newe Seguros, especializada em seguros agrícolas. Em agosto, a B3 informou que fechou parceria com a Pottencial Seguradora para fazer o registro eletrônico de contratos e apólices.

Os acordos foram fechados após a criação do Sistema de Registro de Operações (SRO), plataforma desenvolvida pela Susep neste ano. Um dos objetivos do SRO é implementar a apólice eletrônica no Brasil e acelerar o processo de digitalização dos contratos de seguros, tornando o processo mais ágil, transparente e com custos menores.

Icatu Seguros promove Encontro com Gestores 2020 nesta terça, dia 22

Especialistas do mercado financeiro e gestores de fundos se reúnem em evento virtual gratuito e aberto ao público. Live: C anal da Icatu Seguros no YouTube 

Fonte: Icatu

O Encontro com Gestores, evento tradicional nos mercados financeiro e segurador realizado pela Icatu Seguros, acontece nesta terça-feira, dia 22 de setembro. A programação reúne as principais lideranças e estrategistas de fundos previdenciários e este ano será virtual. O encontro, que é aberto ao público e gratuito, é voltado aos corretores, clientes e parceiros e acontece desde 2018 discutindo cenário econômico e tendências. Além de gestoras de investimentos, como Navi, Leblon, Verde, Claritas, Occam, Az Quest, ARX, Capitânia e Icatu Vanguarda, o evento contará com a participação do economista Mário Torós, sócio fundador e gestor da Ibiúna e ex-diretor de política monetária do Banco Central. O encontro será mediado pela jornalista Natuza Nery. 

O evento será dividido em quatro painéis que discorrerão sob temas diversos, como renda fixa, multimercado, renda variável e expectativas sobre o cenário econômico. O formato digital será uma grande oportunidade para que o público, parceiros, clientes e convidados possam acompanhar e tirar dúvidas sobre novas formas de investimentos e como se planejar para o futuro. 

Neste momento atual de desafios para a economia e juros baixos, o brasileiro tornou-se mais reflexivo e preocupado com o futuro. A pandemia serviu como um gatilho emocional proporcionando mais conscientização e o entendimento sobre a importância de poupar e investir no longo prazo. O Encontro com os Gestores será mais uma chance de o público conhecer a plataforma aberta de previdência da Icatu Seguros, que funciona como um marketplace, oferecendo uma diversidade de fundos para todo tipo de investidor. Atualmente, a companhia possui 283 fundos e mais de 90 gestores dos mais renomados do país. 

O presidente da Icatu Seguros, Luciano Snel, fará a abertura do Encontro com os Gestores. Segundo ele, o investidor brasileiro está cada vez mais consciente de que precisa diversificar a carteira e aumentar a exposição ao risco: “Todo mundo quer saber o que fazer com o seu dinheiro e como atingir uma melhor rentabilidade. Embutir maior risco e diversificação de ativos nas carteiras de investimentos de longo prazo já era uma realidade e passou a ser ainda mais necessário, por conta do atual cenário de juros baixos”, lembra Snel. 

Para acompanhar a live, o público deve acessar o canal da Icatu Seguros no YouTube no dia do evento. Mais informações no site http://www.encontrocomgestores.com

Serviço 

Encontro com Gestores 2020 

Data: 22/09/20 

Hora: 9h às 12h15 

Gratuito e aberto ao público 

Programação: 

. 9h: Abertura – mediadora Natuza Nery 

. 9h05: Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros 

. 9h15: Painel Renda Fixa (Icatu Vanguarda, ARX e Capitânia) 

. 9h55: Intervalo entre painéis 

. 10h05: Painel Multimercado (Claritas, Occam e Az Quest) 

. 10h45: Intervalo entre painéis 

. 10h55: Painel Renda Variável (Navi, Leblon e Verde) 

. 11h25: Intervalo entre painéis 

. 11h35: Painel Cenário Econômico (Ibiúna) 

. 12h15: Encerramento mediadora Natuza Nery 

Palestrantes 

Renda Fixa: Icatu Vanguarda (Antonio Coutinho Correa, portfólio manager), ARX (Pierre Jadoul, gestor de fundos de créditos) e Capitânia (Arturo Profili, sócio-fundador). 

Multimercado: AZ QUEST (Sérgio Luiz da Silva, gestor responsável pela estratégia macro), Claritas (Damont Carvalho, head responsável pela gestão dos fundos macro) e Occam Brasil (Duda Rocha, engenheiro). 

Renda Variável: Leblon Equities (Marcelo Mesquita, sócio-fundador), Navi (Felipe Campos, sócio, CEO e co-CIO) Verde Asset Management (Pedro Sales, CFA). 

Macro: Ibiuna (Mário Torós, economista) 

Zurich é recertificada pela Stonewall Top Global Employers 2020

Premiada por ser uma das maiores empregadoras globais da população LGBTQIA+

  • Empresa é a única seguradora em um grupo de 17 companhias globais reconhecidas, com um selo, pelos esforços de promoção da diversidade, inclusão e equidade no ambiente de trabalho.
  • A empresa é signatária de mais de 10 compromissos voltados para as respectivas políticas que se refletem no “Jeito Z”, o jeito Zurich de ser.

Fonte: Zurich

Uma empresa inclusiva, que promove a equidade e a inclusão em seu time e que, para tal, conta com diversas iniciativas para ter em seus quadros pessoas diversas – independentemente de suas etnias, crenças políticas ou religiosas e, também, de suas orientações sexuais.

É por esses princípios e por promover um ambiente plural e inclusivo, em todos os 215 países em que está presente, e por contar com iniciativas concretas, em especial para a inclusão da população LGBTQIA+ em seus quadros, que a Zurich recebeu a recertificação do selo Stonewall Top Global Employers 2020. A chancela é concedida pela Stonewall, entidade britânica fundada em 1989 para defender os direitos dessa comunidade.

A lista das Stonewall Top Global Employers 2020 (Melhores Empregadores Globais da Stonewall, em tradução livre) celebra os esforços pioneiros de organizações líderes para criar locais de trabalho inclusivos e promover a equidade para as pessoas LGBTQIA+. “A Zurich está plenamente aderente a essas práticas, razão pela qual estamos muito orgulhosos por receber o selo neste ano e, também, por sermos a única empresa do setor de seguros no ranking. A primeira vez que fomos contemplados com tal reconhecimento foi em 2018, e essa recertificação é prova do reconhecimento mundial dos nossos esforços”, afirma Edson Franco, CEO da Zurich no Brasil.  

A lista das empresas contempladas com o selo foi elaborada a partir do Índice de Igualdade no Local de Trabalho Global (GWEI, na sigla original) da Stonewall. “Promovemos oportunidades iguais por meio de programas de desenvolvimento de funcionários e líderes, oferecendo cursos de idiomas, treinamento presencial e online, mentoria, entre outros. Mas o trabalho evolui, com outras frentes e iniciativas. Neste ano, por exemplo, o nosso Conselho de Diversidade e Inclusão começou a trabalhar em sete pilares fundamentais de forma interligada: Gêneros; LGBTQIA+; Étnico-racial; Interculturalidades e Religiões; Gerações Juniores; Gerações Seniores; e Deficiências”, explica o Gestor do Programa de Diversidade e Inclusão da Zurich no Brasil, Fellipe Cardoso. 

Ele destaca que o compromisso com a diversidade é algo muito sério para a empresa, tanto que, também no ano passado, aderiu à iniciativa de Padrões de Conduta para Negócios das Nações Unidas, para o combate à discriminação contra lésbicas, gays, bissexuais, trans e intersexuais. No Brasil, a companhia conta com reconhecimentos a respeito. É certificada pela Edge no nível “Move” em relação à equidade de gênero. Trata-se de uma certificação independente e global, dividida em três níveis (Asses, Move e Lead). Move é destinado às companhias com políticas implementadas e com resultados sólidos. E, neste ano, foi listada no Guia Exame de Diversidade, por ser uma das mais inclusivas do país – e com pontuação acima da média do ranking geral.

Diversidade na prática

A Zurich no Brasil fomenta junto aos seus 1.500 funcionários a cultura de diversidade e inclusão. Desta forma, a companhia promove oportunidades para equidade entre todos esses profissionais, contemplando as diversidades de gênero, deficiência física, LGBTQIA+, raça, etnia, gerações, crenças etc. “Esses princípios proporcionam conforto e segurança para as pessoas e, por essa razão, tivemos um aumento de 15% na contratação de profissionais que se identificam com orientações homo, bi e pansexual”, afirma Fellipe Cardoso, que destaca, ainda, que a empresa é certificada pelo Instituto Great Place to Work como uma das melhores para se trabalhar.

Tais pilares são as bases do “Jeito Z”, os quais sintetizam a essência do que a Zurich é e como ela age. O debate da pluralidade é constante na empresa e se faz por meio de iniciativas concretas, como grupos e comitês. Além disso, a companhia possui mais de 10 compromissos públicos assinados com grupos relevantes, como o Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+ e a Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial por mais oportunidades e inclusão para pessoas LGBTQIA+, negros e pardos. E em 2019, foi uma das patrocinadoras da Parada do Orgulho LGBT em São Paulo.

“Tudo isso faz parte de uma luta pela valorização, pelo respeito ao próximo e pela criação de oportunidades alinhadas ao nosso Jeito Z. Essas ações promovem um ambiente de trabalho cada vez mais justo e com equidade, e também contribuem para a percepção da pluralidade como fio condutor para o desenvolvimento social e econômico da comunidade a nosso redor”, finaliza Fellipe Cardoso.

Aumento da volatilidade em dados externos faz crescer tensão no mercado local, avalia economista da CNseg

Pedro Simoes, CNseg

O cálculo para 2020 está abaixo do piso da meta de inflação que deve ser perseguida pelo Banco Central

Depois da inflação acender a luz amarela, agora o sinal amarelo parece estar na volatilidade verificada no cenário externo na última semana, com uma possível segunda onda do Covid-19 na Europa e aumento da tensão com as eleições nos Estados Unidos, comenta Pedro Simões, economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, a Confederação das Seguradoras, com o blog Sonho Seguro.

A França bateu recorde em novos casos e o Reino Unido teve a maior alta desde maio, no fim de semana. Também nos Estados Unidos a mídia informa que o país registrou o maior número de casos em duas semanas. “Este cenário de novo aumento dos casos de Covid amplia as incertezas sobre a recuperação da economia global e traz muita incerteza para o mercado”, afirma o economista que assina o boletim Acompanhamento das Expectativas Econômicas semanal feito pela Superintendência de Estudos e Projetos (Suesp) da CNseg.

Outro fato que traz um certo suspense mas que deve ser esclarecido é a incerteza no comunicado do Copom quanto a inflação e as projeções divulgadas após a decisão de manter os juros em 2% na última quarta-feira. O BC mantém a indicação de não subir a taxa Selic até meados de 2022, mas as projeções do próprio Copom mostram a inflação acima do centro da meta naquele ano. Mas isso deve ser esclarecido com a divulgação da Ata do Copom nesta terça-feira, acredita Simões.

Leia a análise completa abaixo:

Se uma luz amarela se acendeu nas últimas semanas por conta do retorno da inflação como tema do debate econômico nacional – ainda que não haja evidência de que as altas pontuais de preços de itens importantes, como alguns alimentos, incitem um processo inflacionário –, mais algumas se acenderam em dias recentes.

Nos EUA, parece cada vez maior a probabilidade de que a eleição presidencial deste ano seja especialmente tensa, com grande polarização social e, em um cenário mais pessimista, contestações de resultados, o que significaria um aumento sensível no nível de incerteza, que já é bastante alto. Na Europa, apesar dos resultados econômicos mais recentes serem razoáveis, crescem novamente as preocupações com a Covid-19, com aumento no número de casos em muitos países, ainda que a letalidade seja menor que no início da pandemia.

Novas restrições são impostas em países importantes, como o Reino Unido, mas o maior temor é que seja necessário retomar os lockdowns, como aconteceu em Israel. Os mercados reagem negativamente, com queda nas bolsas e nos preços de algumas commodities como o petróleo (que, se mantida e não for acompanhada de uma desvalorização adicional do câmbio, pode ao menos ser benéfica para a inflação nos próximos meses).

No Brasil, a despeito das chances de que a reforma tributária avance, forma-se um consenso de que, apesar de necessária (sem entrar no mérito da adequação das propostas da Câmara, do Senado e do governo), não vai ser com essa reforma que o crescimento sustentado da economia avançará.

Mais importante, no momento de delicada situação fiscal com enormes incertezas em relação a 2021, é a reforma administrativa. Mas, a avaliação de grande parte dos analistas é de que medidas mais fortes para enfrentar o desequilíbrio das contas públicas devem progredir no ritmo necessário, aumentando o impasse imposto pelo Teto de Gastos, que continua a cumprir sua função de tornar explícita a restrição do orçamento público nacional, embora não traga em sua formulação os gatilhos necessários para que o governo possa cumpri-lo sem maiores desgastes políticos. 

Tais gatilhos e como “furar” o Teto sem derrubá-lo por completo – o que teria potencial devastador sobre as expectativas dos agentes – são e continuarão a ser foco de discussão política intensa e delicada. Apesar desse cenário menos favorável, a expectativa para a variação do PIB deste ano continua a melhorar, passando de -5,11% para -5,05% nesta semana.

No entanto, vale olhar com mais atenção o conjunto das projeções do Boletim Focus: a projeção para o PIB da indústria permaneceu constante; para o PIB dos Serviços (o de maior peso), caiu de – 5,40% para -5,54%; quanto ao PIB Agropecuário, a projeção caiu de 1,96% para 1,85%. Tal inconsistência nos movimentos é possível, já que se trata de medianas de projeções feitas independentemente, mas não é comum que isso ocorra, uma demonstração clara de que o aumento da projeção para o PIB agregado nas últimas semanas ocorre em contexto de elevada incerteza.

A projeção para o IPCA este ano continua a subir, de 1,94% para 1,99%, assim como a projeção para o IGP-M que, depois de disparar na semana passada, continuou a subir, de 15,03% para 15,28% este ano, ampliando ainda mais uma diferença entre os índices que preocupa alguns segmentos do setor segurador.

A decisão do Copom de manter os juros em 2% depois de nove quedas consecutivas era esperada e, por isso, não alterou as projeções para os juros básicos, ainda que o comunicado e as projeções divulgadas após a decisão tenham gerado alguma dúvida nos analistas, que aguardam a divulgação da ata da decisão amanhã (22/09). Além da ata do Copom, o calendário econômico da semana tem como destaques a divulgação de diversos indicadores de confiança e o IPCA-15 de setembro, na quarta-feira (23/09).

LGPD: setor de seguros tem condições de se adaptar rápido, afirma Marcio Coriolano

CNseg disponibiliza guia de orientação em seu portal para facilitar cumprimento da norma

Fonte: CNseg

Sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro e em vigência imediata a partir da sexta-feira, 18 de setembro, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) representa um desafio que o setor segurador – que, em julho, arrecadou em prêmios R$ 26,6 bilhões, alta de 14,3% sobre junho – , certamente colocará  como prioritário para a rápida adaptação de suas atividades.  A avaliação é do Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg, Marcio Coriolano, ao reconhecer que a atualização da lei de tratamento dos dados pessoais é relevante por zelar pela privacidade dos consumidores e colocar o País em linha com normas já cumpridas pelas nações desenvolvidas.

 “A atividade de seguros tem como matéria-prima informações de pessoas e empresas. Sem o uso dos dados, seria impossível fazer a avaliação de riscos e dos valores. Mas vale lembrar que as seguradoras brasileiras já seguem há bastante tempo regras rígidas de compliance, que protegem as informações dos clientes”, afirma Coriolano.

Segundo ele, produtos como seguro de automóveis, saúde e vida, geralmente individualizados, estão entre os que terão de passar por um reforço de métodos de avaliação, a fim de cumprir os dispositivos da nova legislação. A portabilidade de contratos é outro ponto de atenção para o setor.

Atenta às mudanças, a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) elaborou o Guia de Boas Práticas do Mercado Segurador Brasileiro sobre a Proteção de Dados Pessoais, lembrou Marcio Coriolano. O Guia está disponível no portal da CNseg, dentro do Programa de Educação em Seguros promovido pela Confederação. Ainda que esteja voltado para o setor segurador, a publicação pode auxiliar outras atividades que serão impactadas pela LGPD e necessitam de uma orientação.