Seguros SURA fecha parceria com startup brasileira de mobilidade SCOO

 A partir de agora, os usuários do aplicativo SCOO contam com mais segurança durante o uso de bicicletas e patinetes elétricos, além dos bicicletários da Linha 4-Amarela e Linha 5- Lilás, de metrô

Fonte: Seguros SURA

Mais uma notícia sobre mobilidade vinda da Seguros Sura neste mês de setembro. A seguradora, junto com a corretora especializada em mobilidade Better Seguros, fechou uma parceria com a SCOO, primeira startup brasileira de patinetes, bicicletas e equipamentos elétricos, que administra os bicicletários da Linha 4-Amarela e Linha 5- Lilás, de metrô e oferece o compartilhamento de patinetes e bicicletas em algumas estações do metrô na cidade de São Paulo. 

Com esta parceria, a Seguros SURA potencializa sua estratégia de promover a mobilidade na cidade trazendo bem-estar ao paulistano ao lado da SCOO, que tem expertise no segmento ao integrar diferentes modais para viabilizar a mobilidade urbana, e soma na entrega de uma solução desenvolvida de acordo com as necessidades dos usuários, baseada nos diferentes hábitos e estilos de vida das pessoas. 

“Juntos, vamos potencializar o nosso objetivo em comum de transformar o dia a dia das pessoas através de uma mobilidade urbana sustentável e segura”, diz Carlos Savarese, Diretor de Mobilidade e Resseguros da Seguros SURA. 

A solução garante proteção durante o uso dos patinetes, bicicletas convencionais e, em breve, as bikes elétricas, com coberturas para acidentes pessoais dos usuários e eventuais acidentes envolvendo terceiros, danos e subtração dos equipamentos. 

“A segurança dos nossos usuários e do patrimônio deles, é uma prioridade para nós. Por isso, buscamos desenvolver um produto exclusivo para que além da mobilidade, a SCOO esteja no mercado com os melhores diferenciais e cuidados”, destaca a Diretora de Novos Negócios e Marketing, Karina Nahoum. 

De acordo com Savarese, esse é mais um avanço da Seguros SURA para responder a demanda no segmento de mobilidade, visto que as pessoas estão aderindo cada vez mais ao uso de patinetes e bicicletas. “Este é um público crescente, e nós da Seguros SURA estamos atentos à essas transformações para oferecer segurança e tranquilidade para que as pessoas completem sua jornada da melhor forma possível”. 

A nova parceria faz parte do movimento da Seguros SURA de agregar valor à vida das pessoas e investir em ações de mobilidade urbana no país. 

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Webinar da CNseg discute a necessidade das empresas se engajarem na luta antirracista

Evento foi moderado pela Diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg

O Dia da Diversidade e Inclusão no Setor de Seguros, criado pela CNseg em 2019, é celebrado em 25 de setembro, visando fortalecer o compromisso do setor com as melhores práticas de diversidade e inclusão de talentos na carreira de em seguros. E para reforçar essa missão, a Confederação Nacional das Seguradoras realizou nesta data o webinar “O Papel das Empresas para a Urgente Superação do Racismo na Sociedade Brasileira”, da série CNseg Webinars.  

O evento contou com a participação da executiva, comunicadora, mentora, consultora e ex-consulesa da França em São Paulo, Alexandra Loras; do Diretor-Executivo da FenaPrevi, Carlos de Paula; da Head de Energy da Austral Seguradora, Narely de Paula; da VP Financeira e CFO da Prudential do Brasil Seguros de Vida, Thereza Moreno, e do professor de Direito e Relações Internacionais da FGV-SP, Thiago Amparo, sendo mediado pela Diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes.   

Na abertura do webinar, Solange Beatriz lembrou que, assim como a sociedade, as empresas não estão alheias ao problema do racismo e estão se movimentando para combatê-lo. Racismo que pode ser bem expresso em alguns números apresentados por ela, como o de apenas 6,3% de mulheres negras em cargos de gerência. No setor segurador, disse ela, apesar desse percentual também, ser baixo, é perceptível uma evolução gradativa. Várias são as iniciativas, o Grupo de Trabalho de Diversidade e Inclusão , constituído no âmbito da Comissão de Recursos Humanos da CNseg,  conta com representantes de diversas seguradoras “para permitir às empresas avançarem nas suas estratégias sobre o tema, por meio do compartilhamento das boas práticas”.  

Percepção x realidade

Mas se os números não mentem, as percepções podem ser equivocadas. A ex-consulesa da França em São Paulo, Alexandra Loras, afirmou que quando chegou ao Brasil há 12 anos, imaginava que chegava ao país da democracia racial, onde não havia racismo, como sempre tinha ouvido. Apesar de o país ser composto por 56% de negros, não os encontrou em todos os espaços, mas predominantemente em funções subalternas, inclusive nas novelas e na publicidade. “O Brasil possui 118 milhões de negros, mas nunca se viu uma família negra vendendo margarina”, afirmou. E essa invisibilidade do negro, além de gerar um profundo impacto na autoestima dos mesmos, gera também perdas financeiras para as empresas, visto que só este grupo movimenta R$1,9 trilhão por ano no Brasil. “Se considerássemos apenas a população negra brasileira, esta seria equivalente ao 17º país do mundo em termos de consumo, podendo integrar o G20”, afirmou.

Apesar de afirmar que as pessoas brancas de hoje não são responsáveis pela escravidão que existiu por mais de 300 anos no Brasil, ela disse que esse grupo tem “a chave do jogo”, devendo se tornar agente da transformação e se engajar na luta contra o racismo. Racismo que, segundo ela, não está só no outro, mas em todos nós, que somos “bombardeados pela mesma cultura, que ainda é machista, patriarcal e racista”.

Racismo, um problema de toda a sociedade

O professor Thiago Amparo seguiu na mesma linha de Alexandra, afirmando que a diversidade é muito positiva para as empresas, como constatado em pesquisas, pois grupos compostos por pessoas com experiências diversas são capazes de gerar produtos, serviços e comunicação mais inovadores e, consequentemente, mais lucrativos. Ainda assim, disse ele, das 500 maiores empresas brasileiras, 70% não possuem políticas para inclusão de mulheres e negros. E para que esse quadro possa se alterar, ele afirmou que as pessoas brancas precisam entender que o racismo não é um problema que diz respeito só aos negros, mas a toda sociedade, e “todos devem trabalhar para resolver esse problema”. Além disso, também é necessário entender as razões que perpetuam essa desigualdade e possuir estratégias e metas claras para combatê-la. “As empresas precisam investir em educação antirracista, discutindo o papel das lideranças e os vieses inconscientes e conscientes que atrapalham o processo”. 

Ele também citou o caso da empresa Magazine Luiza, que recentemente abriu processo seletivo de trainees apenas para pessoas negras e sofreu várias críticas por isso, mas que, segundo ele, está totalmente amparado pelo Estatuto da Igualdade Racial, que prevê a adoção de ações afirmativas por parte do Estado e da iniciativa privada para a “correção das desigualdades raciais e para a promoção da igualdade de oportunidades”.

A dificuldade de ser negro no Brasil

Tendo conseguido escapar das estatísticas e se tornar uma liderança negra no meio empresarial, Narely de Paula, que entrou como estagiária e chegou à direção na Austral Seguradora, afirmou a que principal diferença entre ela e a maioria das outras mulheres negras é que ela teve mais oportunidades. Inclusive, disse, a oportunidade de poder discutir o tema do racismo e da diversidade dentro da empresa. “Ainda existe um discurso que alega que os negros não estão em muitos cargos de liderança porque não se esforçam o suficiente, ignorando que isso acontece, principalmente, pela falta de acesso. “É preciso deixar de acreditar em algumas crenças só para que os brancos possam se sentir mais confortáveis. Ser negro no Brasil vai muito além da questão fenotípica, passando pela forma com que são lidos e pelas situações às quais estão sujeitos”. Complementando, afirmou que “quando se fala em fazer um processo seletivo igual para todos, desconsideram-se todas essas questões. Não se trata de baixar a régua, mas mover essa régua para além do olhar do racismo”.  

Além de imoral, o racismo é crime

Por sua vez, Thereza Moreno, outra executiva negra do setor segurador, afirmou que combater o racismo é uma questão ética e moral e que, além de ser um grave problema social, é também um crime previsto em lei e precisa ser totalmente erradicado. Por isso, ela também acredita que as ações afirmativas são muito bem-vindas, pois os negros precisam se ver representados e, quando isso não acontece, dói.  “Minha primeira chefe foi negra e atuária, como eu, e isso foi uma sorte danada. Mas eu não quero ser um exemplo, muito menos uma exceção. É tudo questão de oportunidade”.

Relatando a experiência em empresa, a multinacional Prudential, afirmou que, nos Estados Unidos, ela possui uma politica forte de incentivo à diversidade, inclusive com uma Vice-Presidência de Diversidade e que, no Brasil, foi criado um comitê para a diversidade, que conta com diversos funcionários como voluntários. O Comité, disse ela, começou a tratar dos pilares gênero e PCD (pessoas com deficiência) e hoje já trata de todos os pilares. O próximo passo será a contratação de um profissional para ficar totalmente dedicado à questão da diversidade. “É um passo importante na Prudential”, concluiu.

Os ganhos civilizatórios das ações afirmativas

O Diretor-executivo da FenaPrevi iniciou sua fala afirmando que a situação do negro melhorou um pouco no Brasil, tanto que tem uma filha que pensa em fazer medicina, o que seria impensável há certo tempo. Por outro lado, ele também disse a dificuldade que teve certa vez para encontrar uma boneca negra para outra filha, causando espanto nas vendedoras de loja para quem perguntava. 

Carlos De Paula, à semelhança dos demais, também defendeu ações afirmativas para aumentar o número de negros em cargos de direção, relatando o desconforto que sentiu diversas vezes ao constatar ser o único negro em espaços onde estava presente. “Com uma população composta por 56% de negros e pardos, é evidente que ações afirmativas podem trazer vários ganhos, não só civilizatórios, mas também econômicos e geopolíticos”. E mesmo onde há ações afirmativas implementadas, complementou, ainda há vários desafios para serem superados para que essas políticas sejam encaradas com normalidade. “O Brasil tem várias injustiças, mas com predileção pela cor da pele e por gênero”, concluiu. 

Segundo ele, o desenvolvimento do microsseguro pode contribuir para a luta antirracista, pois está intrinsecamente relacionado ao desenvolvimento econômico dos grupos mais pobres, que são majoritariamente negros.

A SEMANA: Três empresas de registro de apólices disputam seguradoras

Entre as homologadas pela Susep estão para fazer o registro das apólices: B3, Central de Recebíveis (Cerc) e CSD

A semana começa cheia de expectativas na política, economia e setor de seguros. O presidente Jair Bolsonaro apresenta o Pacto Federativo, que deve incluir a CPMF digital para desonerar a folha de salários e financiar o novo programa de renda mínima. Temos a divulgação de diversos indicadores que impactam a atividade de seguros como o IGP-M de setembro, na terça-feira, com expectativa de apresentar a maior taxa em 18 anos, em 4,42%, segundo pesquisa Broadcast. Também amanhã, saem as contas do Governo Central de agosto e, na quarta, os dados consolidados do setor público. Na quarta, a Pnad Contínua do trimestre até agosto sinalizará dados do emprego. Na quinta temos os dados fechados da produção industrial de agosto e da balança comercial de setembro, que impactam as projeções do PIB, cuja variação em 2020 subiu pela terceira semana consecutiva, de -5,05% para -5,04%, no Boletim Focus, do BC, divulgado nesta segunda-feira.

Uma notícia já prevista, porém preocupante para o setor, vem da manchete do Estadão: “Impacto da pandemia tira até um quarto do rendimento dos trabalhadores no País”. Dados do IBGE mostram que prejuízo foi maior para os empregados que não chegaram a completar o ensino médio; na média para todas as escolaridades, a perda de renda obtida pelo trabalho era de 17% até junho, antes da flexibilização da quarentena. Com menos dinheiro no bolso, consumidores podem deixar de comprar seguros, investir em planos de Previdência e ainda ter de sacar recursos.

Em seguros, a semana começa com o tema Sistema de Registro de Operações (SRO), um tema que tem gerado um grande corre corre nos bastidores das companhias. A partir de novembro, as apólices serão objeto de registro, instrumento por meio da qual a Superintendência de Seguros Privados (Susep) pretende ampliar a capacidade de supervisão e, ao mesmo tempo, organizar uma massa de dados para viabilizar novos modelos de negócios. Por enquanto, três empresas disputam as seguradoras, que ainda relutam em escolher com quem compartilhar seus preciosos dados. Entre as homologadas pela Susep estão para fazer o registro das apólices: B3, Central de Recebíveis (Cerc) e CSD. A B3 já conquistou Pottencial e Newe Seguros.

O Valor informa que, sem recursos para investir em tecnologia de ponta, a Susep pretende usar as câmaras registradoras como peças-chave para ampliar e aprimorar o trabalho de supervisão do setor. O modelo se inspira no Banco Central, mas vai além do que foi adotado pelo “primo rico” para o monitoramento dos mercados financeiro e de pagamentos. Nos dois casos, as registradoras são, tecnicamente, auxiliares de supervisão. A grande diferença é que, na Susep, o registro deve se tornar a espinha dorsal do sistema de prestação de contas das seguradoras ao regulador.

No sistema em uso atualmente, o regulador recebe os dados com defasagem de um mês e num formato pouco amigável. “Hoje, há uma situação em que temos os dados, mas não as informações”, afirma a superintendente da Susep, Solange Vieira.

A adoção do SRO começa em novembro no seguro garantia, e se estende ao longo de três anos, partindo dos grandes riscos até os ramos massificados. Nesse período, a intenção da Susep é ir desligando o FIP, sistema por meio do qual recebe informações das empresas atualmente.

A CNSeg considera a adoção do registro positiva, já que vai melhorar a capacidade de supervisão da Susep e o controle de riscos. No entanto, o presidente da entidade, Márcio Coriolano, enumera ao Valor algumas preocupações. Uma delas é com a preservação do sigilo das informações pelas credenciadoras, que, segundo ele, são agentes privados introduzidos na regulação. “Informação é o maior ativo de uma seguradora”, afirma. Outra questão é que, até agora, não está claro quais dados serão solicitados das empresas, diz Coriolano. Por ora, a Susep só deu essa definição para o seguro garantia. O presidente da CNSeg argumenta que, sem isso, fica difícil saber se de fato haverá redução no custo de observância sob o novo sistema, como alega o regulador.

Orçamentos 2021 – Os executivos de seguros estão debruçamos no desenho do orçamento para o ano que vem, que ainda não mostra sinais claros de retomada da economia e nem sobre o controle da pandemia no Brasil e no mundo. No entanto, arriscam algumas estratégias, como entrada em novos nichos de mercado, disputa por corretores qualificados e também na comunicação eficiente com stakeholders, principalmente com acionistas e consumidores.

Sandbox – Todos aguardam com grande expectativa quem serão as insurtechs classificadas para o teste monitorado realizado pela Susep. Apesar de fontes da Susep informarem que será em “breve”, ou seja, nesta semana, a aposta é que a divulgação ocorra somente na próxima semana, próximo do dia 15.

Dados de setembro – Nesta semana, as seguradoras já terão os dados estatísticos de vendas e indenizações do mês de setembro. Pelos indicadores monitorados dia a dia, a expectativa é de aumento das vendas em setembro, diante de agosto, porém ainda abaixo do resultado obtido em mesmo período do ano passado. A conferir. Em relação a dados oficiais do setor, o próximo mês a ser divulgado é agosto. Julho foi divulgado em 11 de setembro.

DPVAT – As acionistas da Seguradora Líder, que administra o Consórcio DPVAT, tem até o dia 2 de outubro para decidirem se permanecem como acionista em 2021. Devemos ver algumas baixas nesta semana, como foi o caso da Porto Seguro e Itaú na última sexta-feira.

Agenda: Leia mais Lives, webinar e afins

Boa semana a todos! E mandem notícias relevantes!!!

Capsicum Re muda marca para Gallagher Re em 1º de outubro

“A alteração para Gallagher Re representa um novo capítulo na história do nosso negócio”, diz Luiz Araripe, CEO da Capsicum Re – Brasil, em comunicado

A Capsicum Re, corretora de resseguros especializada, anunciou que mudará o nome da marca para Gallagher Re em 1º de outubro de 2020, alinhando totalmente o negócio de resseguro com seguro global, operações de corretagem de varejo e atacado, da empresa de consultoria de gestão de risco Gallagher.

A Capsicum Re foi inaugurada em Dezembro de 2013, através de uma parceria estratégica com a Gallagher. De lá para cá, cresceu rapidamente e se tornou a quinta maior corretora de resseguros do mundo. Por meio de sua forte equipe de 160 pessoas, baseada em seus centros globais de resseguro como Brasil, Chile, Estados Unidos, Reino Unido e Bermudas, ela tem emitido, anualmente, prêmio de resseguro na ordem de US$ 5,4 bilhões, no mercado.

“A alteração para Gallagher Re representa um novo capítulo na história do nosso negócio – potencializando o poder da marca Gallagher para o benefício de nossos clientes no Brasil e do abrangente mercado latino- americano. Desde quando nos estabelecemos na América Latina, há quatro anos, nosso negócio tem crescido de forma constante, fornecendo soluções inovadoras que atendem à crescente demanda por produtos de resseguro especializados na região. Estou entusiasmado com as oportunidades que temos pela frente para nossa equipe no Brasil e na América Latina, que agora será Gallagher tanto no nome quanto no espírito, com uma identidade, um projeto e uma grande ambição compartilhada”, disse Luiz Araripe, CEO da Capsicum Re – Brasil, em comunicado.

Porto Seguro e Itaú saem do seguro DPVAT

Porto Seguro Vida e Previdência, Azul Companhia de Seguros Gerais e Itaú Seguros de Auto e Residência deixarão de ser acionistas da Seguradora Líder, responsável por gerir o seguro DPVAT, o seguro obrigatório para indenizar vítimas de acidentes de trânsito, a partir de 2021, segundo nota divulgada pelas companhias. Juntas, detinham 11% das ações do consórcio, que é formado por 56 seguradoras.

O consórcio foi formado em 2006, com a função de administrar o seguro que é cobrado de todos os proprietários de veículos no país. Há cerca de três ano, o seguro passa por mudanças para se tornar mais eficiente para a sociedade brasileira. Há muitas discussões sobre o tema, mas uma coisa é quase certa entre todos: é preciso ter um seguro, obrigatório, que indenize vítimas de trânsito, uma vez que poucos brasileiros ainda tem a consciência de reparar danos causados a terceiros. Uma pequena parte dos seguros de veículos contam com seguro de responsabilidade civil. E mesmo que todos tivessem, menos de 30% da frota brasileira conta com seguro.

Neste mês , a Seguradora Líder disponibilizou, para consulta pública, os dados estatísticos do Seguro DPVAT em um painel inédito, com os acidentes já indenizados e os projetados até o fim de 2020. O estudo prevê uma queda de 19% no número de ocorrências em todo o país, considerando o período de isolamento social por conta da pandemia da Covid-19. A estimativa é que 229.646 vítimas sejam indenizadas pelo seguro neste ano.

Reservas da capitalização crescem 2,6% e ultrapassam R$ 31 bilhões

Fenacap

Fonte: FenaCap

 O faturamento do mercado de títulos de capitalização ultrapassou, no mês de julho, os valores de arrecadação observados no período pré-pandemia, o que corrobora o posicionamento do setor de que o pior já passou. “Avaliando a série histórica, a inflexão ocorreu no mês de abril e, a partir daí, retomamos uma tendência de crescimento da casa de dois dígitos, vividos em 2019”, avalia o presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), Marcelo Farinha. 

As reservas do mercado de Títulos de Capitalização atingiram R$ 31,3 bilhões entre janeiro e julho de 2020, demonstrando a resiliência do segmento. Esse montante, constituído pelos recursos de clientes com títulos de capitalização ativos,  cresceu 2,6% em relação ao mesmo período de 2019, mantendo-se em patamar de estabilidade. Segundo o presidente da Federação, “As informações sobre o desempenho do mercado, divulgadas pela entidade mostram uma tendência da sociedade de busca por ativos seguros em tempos de crise”.

Sorteios em alta 

O mercado de Capitalização segue contribuindo para a realização dos sonhos dos brasileiros: entre janeiro e julho, foram distribuídos R$ 565,3 milhões em prêmios a clientes que tiveram títulos sorteados, o que equivale ao pagamento R$ 3,8 milhões por dia útil.

Educação financeira: Omint aponta cinco dicas para investir em um seguro de vida ainda jovem

Em meio a pandemia, garantir a saúde e a proteção financeira tornou-se ainda mais primordial. Entenda os motivos para investir em um seguro de vida ainda jovem

Fonte: Omint

Com a pandemia, os brasileiros têm vivido uma mudança gradual de comportamento – e não só em relação à saúde. Estão buscando mais por informação sobre como proteger seu patrimônio, abrindo espaço para um olhar com mais cuidado e consciência para as finanças. O recente levantamento da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi) demostrou que o seguro de vida individual está entre os produtos de maior representatividade no segmento de seguros de pessoas e obteve resultado positivo no acumulado de janeiro a maio de 2020. O valor dos prêmios diretos destinados ao seguro de vida apresentou alta de 36,87% em relação ao mesmo período de 2019.

Há diversos momentos no início da vida adulta, que o planejamento e o equilíbrio das despesas são importantes para iniciar a sua trajetória de organização financeira. No caso de quem quer empreender, por exemplo, o profissional liberal é a própria empresa. O seguro de vida funciona como um mecanismo importante para a proteção do indivíduo e até mesmo de sua própria geração de renda. Atenta aos novos comportamentos da população e seguindo sua proposta de gerir o cuidado com pessoas em todas as frentes, a Omint, junto aos seus especialistas, listou 5 dicas para que você esteja preparado e amparado quando precisar.

Dica 1 – Entenda o que é um seguro de vida

Quando alguém fala em seguro de vida, imediatamente vem à nossa mente um assunto desagradável. Muitas pessoas enxergam o seguro como prioridade para os mais velhos, que têm que se preocupar em deixar algo para os filhos após um falecimento, ou para aqueles que têm muito patrimônio. A verdade é que há opções para vários perfis de pessoas. O seguro de vida é uma ferramenta importante para antecipar imprevistos, principalmente no âmbito financeiro. 

De acordo com Cícero Barreto, diretor Comercial e de Marketing da Omint, o seguro de vida é uma cobertura que possibilita mais tranquilidade ao segurado. “É feito sob medida para quem deseja proteger seu padrão de vida, o que já foi conquistado ao longo dos anos. Trata-se de uma ferramenta de planejamento financeiro e gerenciamento de riscos que entrega benefícios para o segurado ou seus beneficiários em casos de imprevistos, tanto no presente como no futuro”, explica. A segurança pode ser mais abrangente ao segurado também com relação à saúde, por meio de garantias de doença, acidente ou mesmo invalidez.

Dica 2 – Atenção ao limite de idade para contratar

As opções entre seguros de vida para jovens são vantajosas. Quanto mais jovem o segurado é, mais barato tende a ser o prêmio, pois menor o risco de morte natural. A seguradora faz o cálculo do prêmio (valor a ser pago mensal, semestral ou anualmente) do seguro com base nos riscos envolvidos. Quanto antes o segurado se antecipa e começa a investir na proteção, menores serão as parcelas e melhores as opções, garantindo a chance de assumir um capital segurado mais alto e com prêmios mais baixos. Há apólices cujo valor é menor do que R$ 100 ao mês.

Dica 3 – Defina a cobertura certa para você

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informam que em 2050 o Brasil terá 30% de sua população com idade acima dos 60 anos ou mais. Pensando nesse cenário, cada vez mais, as pessoas verão suas economias se esgotar antes do tempo. Por isso, é importante que os jovens se atentem a sua longevidade financeira desde cedo. Existem diversos tipos de condições e coberturas de seguro de vida disponíveis para esse público. A oferta não é limitada e permite, de acordo com a contratação, avaliar e personalizar as melhores opções por meio de uma análise do perfil do segurado e de suas necessidades.

As coberturas mais simplificadas podem ser mais interessantes para os jovens e se encaixam em um planejamento financeiro inicial garantindo benefícios não só futuros, como também imediatos em caso de imprevistos. “Coberturas como Diária de Incapacidade Temporária e Invalidez por Acidentes podem fazer toda a diferença na vida de profissionais autônomos, que, com o seguro de vida, podem garantir renda nesses casos. Outra dica é buscar por coberturas que vão além do pós-morte. Se o segurado for diagnosticado com câncer e seu seguro tiver uma cobertura para doenças graves, o benefício poderá cobrir os gastos médicos até o valor contratado sem impactar nas indenizações de outras coberturas contratadas”, explica Barreto.

Além disso, o seguro de vida também oferece coberturas adicionais para serem utilizadas no presente, em vida, como é o caso da Cobertura de Despesas Médicas e Odontológicas. Ela permite reembolso de despesas médico-hospitalares e odontológicas que sejam feitas decorrentes de algum acidente coberto pela apólice como um acidente de trânsito, por exemplo.

Na hora de fechar os tipos de cobertura, é essencial você descrever atividades de risco, sejam profissionais ou amadoras, além de cirurgias e internações passadas. Essas informações são necessárias para precificação do seguro. Diante da omissão de dados importantes, a seguradora pode se recusar a pagar a indenização em caso de sinistro, prejudicando seus familiares ou outros beneficiários.

Dica 4 – Conheça as assistências do plano

As pessoas costumam associar o seguro de vida ao auxílio em questões extremas. No entanto, para quem opta por um seguro de vida individual é possível personalizar a apólice com coberturas e diferentes tipos de assistências para o seu estilo de vida como: assistência residencial, serviços à vítima de crime e serviços para animais de estimação. “É preciso desmistificar a imagem de que o Seguro de Vida é uma solução “para os outros”. O primeiro beneficiário é o titular, que pode perfeitamente desfrutá-lo em vida. Prova disso, são esses benefícios que já começam nas questões do dia a dia por meio do apoio das assistências, no caso do produto Omint Ideal, e fazem toda a diferença em momentos delicados para o segurado”, afirma o executivo.

Dica 5 – Escolha uma mensalidade para o seu bolso

Algumas pessoas veem o seguro de vida como um serviço caro e pouco acessível, porém, esses são pensamentos equivocados. O seguro de vida é para quem deseja proteger seu padrão de vida e o que já foi conquistado ao longo dos anos. É criado com o objetivo de garantir o pagamento de uma indenização ao segurado e seus beneficiários, de acordo com as condições contratuais e as garantias contratadas. O beneficiário recebe o que foi acordado. Por isso, se organizar para pagar mensalidades por vários anos pode garantir um bom prêmio e o amparo a quem ama nos momentos mais delicados da vida.

E lembre-se: escolher uma boa seguradora faz toda a diferença! Essa é uma relação de longo prazo, o que significa que é preciso contar com uma empresa bem estruturada e de credibilidade no mercado.

Utilidade Pública

A Omint anunciou recentemente o novo portfólio de Seguros de Vida Individual. Além de informações sobre os produtos, a companhia lançou vídeos exclusivos com as influenciadoras Carol Sandler, do canal Finanças Femininas, e Ana Leoni, do canal Dinheiro com Atitude, além de um e-book gratuito com 10 dicas para contratação de Seguro de Vida. Todo esse conteúdo está disponível em https://www.omint.com.br/seguro-vida/individual/.

Seguros SURA fecha parceria com a Bike & Park

A companhia é a seguradora oficial da rede de estacionamentos de bicicleta Bike & Park na cidade de São Paulo

Fonte: Seguros SURA

Depois de divulgar as ações com o SOS Bike, a Seguros SURA anuncia uma nova parceria com a Bike & Park, rede de estacionamentos para bicicletas com operações em São Paulo, para apoiar quem anda de bicicletas pela capital. 

Com a parceria, o ciclista garante a segurança da sua bicicleta toda vez que estacionar em um dos 13 pontos da Bike & Park estrategicamente localizados em São Paulo, desde a região da Berrini, passando pela Avenida Paulista até a região central. Para estacionar a bike em um dos estacionamentos da rede, o ciclista só precisa se cadastrar pelo aplicativo Bike&Park, disponível para Android e iOS, e seguir o passo a passo para deixar a sua bicicleta segura mesmo quando estiver estacionada.

De acordo com Gabriel Bugallo, Vice-presidente de Soluções da Seguros SURA Brasil, a inovação da Bike & Park e o reconhecimento da Seguros SURA no mercado de mobilidade, proporcionará uma mobilidade segura ao consumidor, de ponta a ponta.

“Quando pensamos em proporcionar bem-estar e segurança para as pessoas, estamos falando em apoiá-la durante toda a sua jornada e a parceria com a Bike & Park reafirma o nosso propósito de apoiar o ciclista a realizar suas atividades do dia a dia com segurança em todos os momentos da sua pedalada, até mesmo quando a sua bike estiver estacionada”, diz Bugallo.

Atualmente a rede Bike & Park conta com mais de mil ciclistas cadastrados, com perspectiva de expansão, principalmente pelo crescimento da mobilidade ativa no Brasil e a alta demanda por ciclistas que estão utilizando a bicicleta como ferramenta de trabalho, como por exemplo, os que estão fazendo entregas de delivery no cenário atual.

Diante disso, Daniel Kohntopp da Bike & Park afirma que a “nossa ideia é transformar a mobilidade urbana para proporcionar mais conforto e segurança no deslocamento dos ciclistas pela cidade, seja nos momentos de lazer ou trabalho. Foi por isso que escolhemos a expertise da Seguros SURA para garantir mais tranquilidade para os ciclistas curtirem suas pedaladas sem preocupações”.

Para Bugallo, a parceria vai ao encontro com o posicionamento da Seguros SURA que “entende a mobilidade como um dos grandes pilares transformadores para suprir os novos estilos de vida das pessoas, principalmente como alternativa para a locomoção segura”.

A parceria entre a Seguros SURA e Bike & Park foi intermediada pela corretora especializada em mobilidade Better Seguros, e é válida para todos os ciclistas da cidade de São Paulo. 

Seguros de pessoas movimentam R$ 4,3 bilhões em julho, alta de 7,8%

Jorge nasser

O crescimento reflete também os sinais de um novo movimento de gradativa retomada na economia”, diz Jorge Nasser, presidente da FenaPrevi

Fonte: FenaPrevi

O segmento de seguros de pessoas, que engloba produtos como seguro de vida, prestamista e educacional, entre outros, movimentou R$ 4,3 bilhões em novas apólices contratadas em julho, um crescimento de 7,8% frente ao mesmo mês do ano anterior, segundo a FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), que representa 66 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.  

O seguro de vida individual registrou expansão de 22,14%. Vida em grupo, contratado em apólices coletivas por empresas, registrou crescimento de 6,71%. 

Já o seguro prestamista, que cobre o pagamento de prestações, em caso de perda de renda pelo segurado por demissão sem justa causa, morte ou invalidez, avançou 20,57%. 

As vendas de seguros para doenças graves registraram  crescimento de 15,04%, enquanto o seguro educacional cresceu 34,18%. 

“A expansão destes seguros mostra que o brasileiro está, aos poucos, ficando mais atento aos riscos, evidenciados pelo período em que estamos vivendo. A proteção é uma necessidade presente ao dia a dia de todos nós. O crescimento reflete também os sinais de um novo movimento de gradativa retomada na economia”, diz Jorge Nasser, presidente da FenaPrevi. 

Presidente da CNseg aborda LGPD, fusões e desempenho do setor em live

Mesa Redonda CNseg

Fonte: CNseg

A profissionalização da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) em curso na sua gestão, a primeira de um presidente CLT da entidade, o relacionamento do setor segurador com a Susep, os cinco mil projetos de lei envolvendo os seguros, a aversão ao risco que deve suceder a pandemia, os avanços no marco regulatório, incluindo ajustes necessários no microsseguro, e a LGPD foram alguns dos temas levantados pelos jornalistas para o presidente Marcio Coriolano em live realizada na última quinta-feira.

No encontro, Marcio Coriolano afirmou que a pandemia despertou a percepção de riscos em todos nós, motivando a compra de seguros, como o de Vida e Saúde, nos segmentos sociais preservados da crise econômica. No caso da população de baixa renda, segmento dos mais afetados pela pandemia, ele disse que o microsseguro, se tivesse maior taxa de penetração, poderia mitigar parte de suas dores. Mas o microsseguro ainda depende de novas desonerações regulatórias e de mais canais de distribuição, como o varejo, para ampliar o alcance e colocar mais pessoas sob sua salvaguarda. Levando-se em conta que 67% das famílias brasileiras ganham abaixo de dois salários mínimos, o microsseguro reúne condições de dispor de um mercado potencial de crescimento bastante razoável. 

LGPD – Marcio Coriolano informou que foi constituído um grupo de trabalho misto, envolvendo a CNseg, FenSeg, FenaPrevi, FenaSaúde, FenaCap e Fenacor, para tratar da responsabilidade compartilhada de dados pessoais a partir da vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Já houve três reuniões para acertar o papel de cada um na movimentação dos dados pessoais. “Existe a questão sobre de quem é a responsabilidade que deve ser compartilhada ou dividida entre seguradores e corretores durante o processo de produção, distribuição e utilização de informações. A matéria prima do nosso setor é dado pessoal, que permite precificar o seguro e pagar o sinistro”, observou.  Ele lembrou que o tema já estava em discussão há muito tempo na CNseg, que, inclusive, produziu o Guia de Boas Práticas do Mercado Segurador Brasileiro com os principais preceitos que devem ser observados na cadeia de seguros, em virtude dessa Lei.

DESEMPENHO – Para o Presidente da CNseg, o setor segurador continuará a apresentar um desempenho descolado da contração do PIB. Sua resiliência tem a ver com o fato de grande parte do mercado consumidor de seguros continuar preservado dos impactos da crise econômica produzida pela pandemia. “O poder de compra das classes sociais que adquirem seguros não foi afetado, ainda que a massa de rendimento do País tenha sim. Ao mesmo tempo, as pessoas criaram uma poupança por precaução, em consequência das restrições à mobilidade e dificuldades de acesso aos serviços, e parte desses recursos entesourados agora pode ser destinada à compra de coberturas, em resposta à aversão aos riscos causados pela pandemia”, ressaltou. 

FUSÕES E INCORPORAÇÕES – Importante para fortalecer a presença dos grupos estrangeiros no País, a revolução silenciosa deve ainda ter continuidade, mas andar de forma mais lenta, de acordo com Marcio Coriolano. O contingenciamento de operações de fusões e incorporações tem relação direta com o momento adverso da economia global, com a escassez de capitais, e vai depender da estratégia competitiva de cada empresa.